Relatório estágio profissional
Abstract
Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano
Full text
Re l a ó i o F i n a l
Mes ado In eg ado em Medicina | 6º ano | 2021/2022
NOVA Medical School | Faculdade de Ciências Médicas
Uni e sidade NOVA de Lisboa
es ágio p o issionalizan e
So ia Ma inho Pin o | 2016399
Regen e: P o esso Dou o Rui Maio
O ien ado a: Mes e Ca a ina Gou eia
Índice
INTRODUÇÃO ......................................................................................... 1
Obje i os Ge ais ....................................................................................................................................... 1
ESTÁGIOS PARCELARES ............................................................................ 2
Ci u gia Ge al ................................................................................................................................................. 2
Medicina In e na ............................................................................................................................................ 2
Pedia ia ......................................................................................................................................................... 3
Ginecologia-Obs e ícia ................................................................................................................................. 3
Saúde Men al ................................................................................................................................................. 4
Medicina Ge al e Familia .............................................................................................................................. 5
REFLEXÃO CRÍTICA .................................................................................. 5
BIBLIOGRAFIA ........................................................................................ 9
ANEXOS ...............................................................................................10
A. Ce i icados de Fo mações Complemen a es ...................................................................................... 10
1. Li e acia em Saúde: capaci ação do doen e .................................................................................... 10
2. Ciga s o Apples | No os P odu os do Tabaco ................................................................................ 10
3. Fa o es de Risco e Impac o de Doenças Ca dio ascula es ............................................................... 11
4. Cu so B e e de Pedia ia – Pales a sob e Pube dade ..................................................................... 11
5. Psychia y Pi s op ............................................................................................................................. 12
6. III Jo nadas Médicas de Lei ia .......................................................................................................... 12
7. PedTalk: In e p e ação de desenhos in an is ................................................................................... 13
8. Sus en abilidade na Saúde ............................................................................................................... 13
9. X e-Heal h | #2 P o essional T aining Session .................................................................................. 14
10. Diabe es4all ...................................................................................................................................... 14
B. Publicações Cien í icas........................................................................................................................ 15
1. Resumo publicado em 33 d Eu opean Cong ess o Pa hology - Abs ac s ....................................... 15
C. Volun a iado ...................................................................................................................................... 15
1. Missão de Volun a iado Médico na Associação Ra íssimas ............................................................. 15
D. Ca gos de idos du an e o Mes ado In eg ado em Medicina ............................................................... 16
1. Comissão O ganizado a do Ma caMundos ...................................................................................... 16
Lis a de Siglas
ADP M
A aso do Desen ol imen o Psicomo o
MGF
Sim Ped
Medicina Ge al e Familia
Cen o de Simulação A ançada em Pedia ia
SU
Se iço de U gência
UCSP
Unidade de Cuidados de Saúde P imá ios
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In odução
Cien e da impossibilidade de ence a num só indi íduo odo o conhecimen o médico, pa icula men e no
cu íssimo in e alo de seis anos, a Comissão de Re isão Cu icula da Faculdade de Ciências Médicas
conside a que o Mes e em Medicina da NOVA Medical School de e á es a essencialmen e p epa ado pa a
a p á ica clínica, a a és de uma educação plu ipo encial que pe mi e a con inuidade e ap o undamen o da
o mação médica.1 Des a o ma, o cu ículo do Mes ado In eg ado em Medicina in eg a inúme as alências
ansdisciplina es, num con ex o de complexidade c escen e e exposição p ecoce à p á ica clínica e à
in es igação.2 O es ágio p o issionalizan e de 6º ano, onde se in eg am os es ágios pa cela es de Ci u gia
Ge al, Medicina In e na , Pedia ia, Ginecologia-Obs e ícia, Saúde Men al e Medicina Ge al e Familia (MGF),
assume-se en ão como a de adei a opo unidade pa a o aluno de Medicina es a e ape eiçoa as
ap endizagens adqui idas ao longo do cu so, sob e udo as es a égias e e amen as às quais ai eco e
du an e o emanescen e da sua o mação e ida p o issional.
O p esen e ela ó io isa a exposição e análise des e es ágio de na u eza p o issional, começando pela
es ipulação dos obje i os ge ais a que me p opus a ingi , à qual se segue a desc ição de cada es ágio pa cela ,
incluindo os espe i os obje i os especí icos e as a i idades desen ol idas em cada um. Po im, e mina
numa e lexão sob e os di e sos componen es que con ibuí am pa a o cump imen o das me as
es abelecidas, com especial en oque nos es ágios e elemen os alo a i os ealizados no co en e ano le i o,
ou, pon ualmen e, em anos an e io es.
_____________________________OBJETIVOS GERAIS_____________________________
A educação médica é, classicamen e, cons i uída po dois componen es, equen emen e a ibuídos a
Flexne e Osle 3,4, apesa de ins i uídos na eu opa á ias décadas an es5,6 – as ciências básicas, aliadas à
aplicação do mé odo cien í ico, e a p á ica clínica, que con inua a oco e sob e udo em meio hospi ala .
Nesse sen ido, con inua a se ele an e de ini pa a es e es ágio p o issionalizan e obje i os de i ados de
ambos es es undamen os, nomeadamen e: 1) o ape eiçoamen o de p ocedimen os médicos ans e sais
às á ias especialidades e 2) a aplicação dos p incípios, mé odo e conhecimen o cien í icos na p o isão de
cuidados em saúde. Adicionando ao modelo biomédico as ecomendações do mais ín eg o documen o
o ien ado do ensino médico em Po ugal7 e do P oje o Tuning8, espe a-se que o ecém-g aduado em
Medicina possua igualmen e compe ências que ul apassam o conhecimen o médico, des acando-se a
comunicação, empa ia, é ica, ecnologia, o ganização, ole ância e au oc í ica, en e ou as. Des e modo, aos
obje i os p e iamen e de inidos ac escen o: 3) comunicação e icaz com os pa es, u en es e espe i as
amílias e 4) exe cício de uma p á ica clínica assen e no p o issionalismo, baseada na e idência e cen ada
no doen e.
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ESTÁGIOS PARCELARES
Ci u gia Ge al___________________
O es ágio de Ci u gia Ge al oi ealizado ao ab igo do P og ama E asmus+ Es ágios, en e 1 de Se emb o e 22
de Ou ub o de 2021, na subunidade de Ci u gia Endoc inológica do se iço de Ci u gia Ge al do Hôpi al Lyon
Sud. Fiquei sob u o ia da D .ª Lau e Mailla d, especialis a em pa ologia da i oide e pa a i oide, jun amen e
com uma es udan e de 3º ano. Com es e es ágio p e endia con ac a com as p incipais sínd omes ci ú gicas,
em pa icula as u gen es, de modo a econhecê-las e o ien á-las p on amen e; pa icipa na dinâmica do
Bloco Ope a ó io; ealiza as écnicas mais comuns de pequena ci u gia; aze uma co e a a aliação e
o imização p é- e pós-ope a ó ia.
A a i idade assis encial inicia a-se dia iamen e com a isi a à En e ma ia do se iço, pa a a alia e discu i os
doen es no pós-ope a ó io, seguida da pa icipação no Bloco Ope a ó io. Em e mos ci ú gicos, ui segunda
assis en e em mais de qua en a p ocedimen os, sob e udo i oidec omias o ais e sub o ais,
pa a i oidec omias e ce ico omias explo a ó ias. Obse ei ainda ad enalec omias, colecis ec omias e
ablações de nódulos i oideus po adio equência, e, na Sala de Ci u gia U gen e, uma lapa o omia
explo a ó ia e uma apendicec omia. Al e na i amen e, após a isi a colabo a a na Consul a Ex e na,
discu indo a abo dagem dos doen es com o médico que acompanha a e apoiando a minha u o a na
ealização de ecog a ias. Semanalmen e, ealiza a-se a eunião de se iço, onde se planea am as
in e enções da semana seguin e, discu indo a icha de hospi alização e e en e a cada pacien e. Nes e
documen o encon a am-se um esumo do caso com a sin oma ologia e exames complemen a es ealizados,
as indicações ci ú gicas, e en uais a aliações analí icas e/ou imagiológicas a ealiza no p é-ope a ó io, e a
écnica ci ú gica mais indicada pa a cada pacien e. Pa icipei a i amen e na eunião a pa i da e cei a
semana de es ágio, endo ealizado e discu ido cinco des as ichas.
Medicina In e na________________
O es ágio de Medicina In e na ambém deco eu em F ança, en e 25 de Ou ub o e 3 de Dezemb o, no
espe i o se iço do Hôpi al de la C oix Rousse em Lyon, sob o ien ação do P o esso Dou o Pascal Sè e.
Pa a es e es ágio es abeleci como obje i os aze uma a aliação do pacien e aquando da sua en ada e
e olução du an e a es adia hospi ala ; edigi documen os médicos como sejam no as de en ada, diá ios
clínicos e no as de al a; pa icipa a i amen e no es abelecimen o do plano diagnós ico e e apêu ico de
á ios doen es. Po úl imo, p e endia de e a e a ua de o ma sis emá ica em si uações de g a idade.
A maio ia das a i idades desen ol idas e e luga na En e ma ia, onde, dia iamen e, iquei esponsá el po
ês a cinco pacien es, acompanhando-os du an e odo o seu in e namen o. En e as a e as ealizadas
des aco a elabo ação de no as de en ada, e po conseguin e de uma anamnese e exame obje i o di igidos,
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diagnós ico di e encial e discussão do plano de cuidados com o médico enca egue pelo pacien e. Na isi a
diá ia acompanha a os médicos e in e nos do se iço na obse ação do doen e, sendo necessá io ap esen a
o caso dos pacien es que seguia e esc e e o seu diá io clínico. Consoan e a in o mação ob ida na eunião de
equipa, e am-me ansmi idas ou as unções, como colabo a em p ocedimen os diagnós icos e/ou
e apêu icos, ecolhe in o mação em al a sob e o p ocesso clínico do pacien e, ou a alia e en uais
in e co ências. Uma ez po semana, o Di e o de Se iço supe isiona a a isi a à En e ma ia, a ando-se
de um momen o de o mação di igido pa icula men e aos es udan es. De seguida, oco ia a eunião de
se iço, onde e am discu idos pacien es cuja abo dagem susci a a dú idas e ap esen adas publicações
ele an es pa a a p á ica clínica. Ti e ainda a opo unidade de acompanha o D . Sè e na Consul a Ex e na,
obse ando sob e udo pa ologia au oimune.
Pedia ia_______________________
O es ágio de Pedia ia desen olou-se ao longo de qua o semanas, en e 17 Janei o e 11 Fe e ei o, no Se iço
de Pedia ia Médica 5.1 do Hospi al de Dona Es e ânia, sob u o ia da D .ª Rosá io Pe y. Sendo uma
população com a qual i e menos con ac o du an e o cu so, po se na u almen e mais p o egida dos
es udan es, o p incipal obje i o que inha pa a Pedia ia e a a alia e comunica e icazmen e com a c iança
ou adolescen e e seus cuidado es, a pa de econhece a c iança g a emen e doen e e aze os ajus es
e apêu icos necessá ios a cada pacien e.
No in e namen o assis i dia iamen e à eunião de discussão dos doen es e acompanhei o p ocesso
diagnós ico e e apêu ico de quinze c ianças, p epa ando a no a de en ada de um pacien e com uma c ise
aso-oclusi a. Na Consul a Ex e na, pa icipei nas consul as de Sínd omes Neu ocu âneas, Imunoale gologia
e Endoc inologia, comp eendendo melho o seguimen o da c iança com doença c ónica e/ou a aso do
desen ol imen o psicomo o (ADPM), bem como a impo ância de equipas mul idisciplina es nes e
con ex o. No Se iço de U gência (SU), na secção Respi a ó ia e Não Respi a ó ia, p esenciei a abo dagem
do doen e pediá ico com pa ologia aguda, na sua g ande maio ia in eciosa, incluindo a explicação de sinais
e sin omas de ala me e a p esc ição adap ada à c iança, explo ando a dis inção dos casos que de em e al a,
ica em obse ação ou se in e nados. Vi igualmen e á ios adolescen es com pa ologia psiquiá ica, e um
caso de abuso sexual. Pa alelamen e, assis i a ês sessões eó icas, sob e Fluídos e Ele óli os, Pube dade e
Ana ilaxia, e pa icipei num wo kshop de Simulação de U gências em Pedia ia ealizado no SimPED. No
seminá io o ganizado no úl imo dia de es ágio, iz uma ap esen ação sob e Diabe es Insípida jun amen e
com ês colegas, pa indo de um caso obse ado no in e namen o.
Ginecologia-Obs e ícia_______________________
O es ágio de Ginecologia-Obs e ícia ealizou-se en e 14 de Fe e ei o e 11 de Ma ço no Hospi al CUF
Descobe as, sob u o ia da D .ª And ea Gomes. Findo o es ágio, p e endia es a capaci ada pa a ealiza o
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exame obje i o ginecológico e obs é ico; acompanha a g á ida de baixo isco desde a p é-conceção ao
pue pé io; e abo da os p incipais sin omas ginecológicos e u gências da especialidade.
Pa a além do wo kshop The Woman, que a a és das componen es eó ica e de simulação ginecológica e
obs é ica se iu de in odução ao es ágio, ao longo de qua o semanas pa icipei nas di e sas alências da
especialidade. Na Consul a Ex e na e de Senologia colabo ei na p e enção secundá ia de canc o ginecológico,
in e p e ação de exames complemen a es, discussão da con aceção e p é-conceção, e seguimen o da
g a idez. A obse ação de ecog a ias ginecológicas, colposcopias e his e oscopias pe mi iu-me dis ingui o
no mal da pa ologia mo ológica do sis ema ep odu o eminino, e nos Exames Especiais con ac ei com a
ci u gia com lase de CO2 e com o MonaLisa Touch. Na ecog a ia obs é ica, apenas de 1º e 3 imes e,
obse ei a a aliação mo ológica e do pe il bio ísico. No Bloco Ope a ó io assis i a á ias ci u gias
minimamen e in asi as, desde essec oscopias a his e ec omias e co eção de p olapso de ó gãos pél icos.
Nas doze ho as semanais que passei no SU, es emunhei e pa icipei em á ios pa os e pe cebi como abo da
a g á ida em abalho de pa o. Adicionalmen e, ui segunda assis en e numa ci u gia de des o ção de o á io,
e acompanhei á ias mulhe es que se di igi am à u gência po mo i os, na sua maio ia, não u gen es, endo
sido mais uma opo unidade pa a e e os p incipais sin omas ginecológicos, a colhei a de anamnese, o
exame ginecológico e a p esc ição de análises e exames. Nas euniões semanais de se iço a que assis i o am
discu idas pa ologias ele an es na á ea, sendo que na eunião da e cei a semana oco eu um jou nal club
onde ap esen ei um a igo sob e os e ei os do hipo i oidismo e au oimunidade i oideia na ese a o á ica.
Saúde Men al_______________________
O es ágio de Saúde Men al oco eu de 14 de Ma ço a 8 de Ab il, sendo que nas duas p imei as semanas
acompanhei a D .ª Ma ga ida Ma ques na Unidade de In e namen o de Pedopsiquia ia do Hospi al Dona
Es e ânia, e as duas úl imas deco e am em modo não p esencial. Fo am de inidos os seguin es obje i os:
adap a a en e is a clínica de modo a enquad a o doen e no seu con ex o social, ocupacional e amilia , e
assim ob e um diagnós ico global; iden i ica os casos psiquiá icos g a es, azendo a sua es abilização inicial
e/ou o ien ação pa a a Psiquia ia, quando necessá io.
No In e namen o assis i dia iamen e à eunião de discussão dos doen es e iz a obse ação psiquiá ica de
alguns des es, seguindo em pa icula uma adolescen e admi ida após á ias en a i as de suicídio, colhendo
a sua his ó ia clínica e colabo ando nas euniões amilia es o ganizadas. Pa icipei ambém na a i idade de
Psicomo icidade, onde p esenciei a in e ação en e ês pacien es com ano exia ne osa. Na Consul a de
Pedopsiquia ia con ac ei com c ianças em idade escola e adolescen es, comp eendendo apidamen e que
a dinâmica de consul a e abo dagem são in insecamen e di e en es pa a cada aixa e á ia. No SU obse ei
cinco doen es em conjun o com uma in e na de Psiquia ia, ape cebendo-me que, a ando-se de um
momen o de c ise, não é mui as ezes possí el colhe a his ó ia clínica na sua o alidade. Assim, o obje i o
de e se es abiliza o doen e e o ien á-lo consoan e a g a idade do quad o. No pe íodo não p esencial
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elabo ei duas his ó ias clínicas a pa i de en e is as g a adas e seis inhe as clínicas, cada uma com ês
ques ões o muladas segundo o modelo da P o a Nacional de Acesso.
Medicina Ge al e Familia ___________________________
O es ágio de Medicina Ge al e Familia deco eu en e 18 de Ab il e 13 de Maio na UCSP de Se pa, onde
acompanhei a D .ª G aça Coelho e o D . Edmundo Sá. Pa a es e úl imo es ágio pa cela es abeleci como
obje i os: aplica medidas de p e enção e diminuição de isco; ajus a o plano diagnós ico e e apêu ico às
condições da UCSP e do u en e; aze o seguimen o das doenças c ónicas mais p e alen es em Po ugal.
O es ágio iniciou-se com ês dias de o mação, du an e os quais a D .ª G aça e o seu in e no, D . Valen in
Cae ano, me explica am como u iliza o sis ema in o má ico enquan o obse a a as suas consul as.
Pos e io men e, acompanhei o D . Edmundo, que na ex ensão de Vila Ve de de Ficalho, que nas isi as
domicilia es, ou ainda no Cen o de Saúde de Se pa. Fazendo consul as de Saúde de Adul os, Saúde In an il
e Ju enil, Doença aguda, In e subs i uição, Diabe es e Planeamen o Familia em au onomia pa cial, i e
con ac o com um la go espe o de u en es e con ex os, in e calando o oco da consul a en e a p omoção e
p e enção em saúde, a esolução da doença aguda e o acompanhamen o da doença c ónica. Nos úl imos
cinco dias acompanhei no amen e a D .ª G aça, colabo ando nas consul as sup amencionadas e de Saúde
Ma e na e Hipocoagulação. Pa a além disso, equen ei o SU do Hospi al São Paulo, em Se pa, du an e oi o
ho as, em ci cuns âncias mui o semelhan es às da Consul a de Doença aguda. Finalmen e, du an e a eunião
de se iço que oco eu no an epenúl imo dia de es ágio, ap esen ei o caso clínico que elabo ei du an e o
mesmo, as guidelines po uguesas sob e Hipo i oidismo, a abo dagem da hipoacusia no adul o e a
a ualização da no ma da acinação con a o a í us.
REFLEXÃO CRÍTICA
Sendo os p imei os cinco anos do cu so mui o ocados na eo ia e na aquisição de no as ap endizagens,
du an e o 6º ano os meus es o ços concen a am-se no desen ol imen o de au onomia p o issional, em
p epa ação pa a o ano de o mação ge al, apos ando ambém na di e si icação da minha o mação
académica a a és de á ias pales as e wo kshops (anexo A). A conclusão do es ágio p o issionalizan e
con oca, po an o, à ap eciação dos á ios obje i os que de ini ao longo do ela ó io.
Em elação ao p imei o obje i o ge al es abelecido, den o dos p ocedimen os médicos ans e sais às á ias
especialidades incluo a anamnese e exame ísico di igido, os quais ealizo sem di iculdade. Toda ia, ape cebi-
me de que a o mulação de um plano e apêu ico em empo ú il, po exemplo no deco e de uma consul a,
se man ém desa ian e. É p ecisamen e nes e pon o que eside a ele ância da expe iência, dado que ao
longo do 6° ano cons a ei que, ao desempenha es a a e a epe idamen e, o p ocesso se o nou mais céle e.
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Que pela in luência posi i a sob e as capacidades clinicas de diagnós ico9, que pela necessidade de sabe
in e p e a publicações cien í icas como p ocesso basila da Medicina baseada na e idência, ou mesmo pela
c escen e (e, po ezes, su ocan e) p essão de publica na á ea da saúde10, não exis em dú idas sob e a
necessidade de inco po a o conhecimen o e expe iência cien í ica na o mação de um médico. Assim,
p ocu ei desde cedo en iquece o meu cu ículo nes e domínio, endo equen ado as Unidades Cu icula es
Opcionais Me odologias de In es igação T anslacional, In odução à edação e à publicação cien í ica, e
Esc i a de casos clínico-pa ológicos no 2º, 3º e 5º anos. Es e pe cu so culminou num en endimen o
ab angen e da es e a da in es igação e li e a u a cien í ica, incluindo a sua in e p e ação, elabo ação e
publicação, assim como na esc i a de múl iplos a igos e na publicação de um esumo no Vi chow’s A chi
(anexo B). Es e ano, e em pa icula o es ágio de MGF, oi essencial pa a ala ga o uso das minhas ap idões
cien í icas pa a além da ecolha de in o mação pa a p oje os e es udo de pa ologia, endo eco ido
equen emen e a a igos pe an e dú idas clínicas.
A espei o da comunicação com ou os p o issionais de saúde, es e ano le i o oi dis in o dos an e io es,
indiscu i elmen e pela p á ica adqui ida ao longo do cu so, mas acima de udo pela al e ação da elação com
os u o es. P e iamen e ma cada pela assime ia de pode en e p o esso -aluno, no 6º ano sen i-me como
igual, que pela au onomia que me oi concedida, que pela pa ilha de in o mação bila e al. Assim, a a és
da discussão de casos, p odução de ap esen ações, elabo ação de no as de en ada, no as p é-ci ú gicas,
diá ios clínicos e ca as de e e enciação, conside o que adqui i as compe ências necessá ias pa a comunica
de o ma diligen e com os meus pa es, an o esc i a como e balmen e.
Quan o à comunicação com os doen es e espe i as amílias, um dos p oje os ex acu icula es que mais a
p omo eu oi o Ma caMundos, no qual em ing essei em 2017. Nesse p imei o ano, pa icipei como
olun á ia, endo colabo ado em inúme as a i idades de anga iação de undos e as eios de hipe ensão
a e ial, obesidade e diabe es, e como moni o a no campo de é ias da Ra íssimas (anexo C). Todos es es
elemen os impulsiona am, numa ase ainda p ecoce do cu so, o desen ol imen o de habilidades
comunicacionais, assim como a descons ução de p econcei os no que conce ne a abo dagem de u en es
com ADPM e di iculdades e bais. Nos dois anos seguin es iz pa e da Comissão O ganizado a (anexo D),
onde iquei esponsá el pela c iação de con eúdo di igido a es udan es e público ge al, ab angendo emas
como mu ilação geni al eminina, abalho in an il e iolência domés ica, en e ou os.
Po ou o lado, pe an e o acesso ubíquo a in o mação médica po pa e dos u en es, mui as ezes
p o enien e de on es pouco iá eis, os p o issionais de saúde já não monopolizam o conhecimen o em
Medicina.11 Is o implica uma mudança de pa adigma na comunicação com os doen es, que a ualmen e se
de e oca na capaci ação do u ilizado dos cuidados de saúde, escla ecendo e en uais dú idas e
en ol endo-o num p ocesso de omada de decisão pa ilhada.7 Foi pa indo des es p incípios que as minhas
alências como comunicado a e oluí am signi ica i amen e ao longo dos á ios es ágios, pa icula men e
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7. PedTalk: In e p e ação de desenhos in an is
8. Sus en abilidade na Saúde
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9. X e-Heal h | #2 P o essional T aining Session
10. Diabe es4all
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B. Publicações Cien í icas
1. Resumo publicado em 33 d Eu opean Cong ess o Pa hology - Abs ac s
Rolim R, Pin o S, Maia T. Synch onous bone ma ow in il a ion by splenic ma ginal zone lymphoma
(SMZL) and high-g ade lymphoma wi h in e media e ea u es be ween nodula lymphocy e p edominan
Hodgkin lymphoma (NLPHL) and T-cell/his iocy e- ich la ge B cell lymphoma (TCHRLBCL). 33 d Eu opean
Cong ess o Pa hology - Abs ac s. Vi chows A ch. 2021 Aug 27;479(Suppl 1):1-320. doi: 10.1007/s00428
C. Volun a iado
1. Missão de Volun a iado Médico na Associação Ra íssimas
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D. Ca gos de idos du an e o Mes ado In eg ado em Medicina
1. Comissão O ganizado a do Ma caMundos