Relatório estágio profissional
Abstract
Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano
Full text
RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE – 6º ANO MIM
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Ca lo a Lamei as Madei a Ca alho Fe ei a | 2016221
« Human knowledge is
ne e con ained in one
pe son. I g ows om he
ela ionships we c ea e
be ween each o he and
he wo ld, and s ill i is
ne e comple e. »
in When he b ea h becomes
ai , Paul Kalani hi
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Ca lo a Lamei as Madei a Ca alho Fe ei a | 2016221
Índice
In odução e Obje i os ..................................................................................................................................... 3
Sín ese das A i idades Desen ol idas ............................................................................................................. 4
MEDICINA INTERNA | 6 de se emb o a 29 de ou ub o de 2020 ................................................................... 4
CIRURGIA GERAL | 2 de no emb o de 2021 a 7 de janei o de 2022 ............................................................ 5
MEDICINA GERAL E FAMILIAR | 17 de janei o a 11 de e e ei o de 2022 .................................................... 5
PEDIATRIA | 14 de e e ei o a 11 de ma ço de 2022 .................................................................................... 6
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA | 14 de ma ço a 8 de ab il de 2022 ............................................................... 6
SAÚDE MENTAL | 18 de ab il a 13 de maio de 2022 ..................................................................................... 7
ESTÁGIO OPCIONAL - UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS PEDIÁTRICOS | 16 a 27 de maio de 2022 ....... 8
Elemen os Valo a i os ...................................................................................................................................... 8
Re lexão C í ica Final ........................................................................................................................................ 9
Anexos ............................................................................................................................................................. 11
I – C onog ama das A i idades Desen ol idas ............................................................................................ 11
II – T abalhos ealizados no âmbi o dos Es ágios Pa cela es ...................................................................... 11
III – Cu os Es ágios Médicos Em Fé ias (CEMEFS) ...................................................................................... 12
III – T ansc ip o Reco ds do E asmus em Es asbu go, F ança (2021) ...................................................... 13
IV – A i idade Associa i a – Saúde Po a-a-Po a ....................................................................................... 14
V – Fo mações Cu icula es ( elacionadas com os Es ágios Pa cela es) ..................................................... 14
VI – Fo mações Ex acu icula es ................................................................................................................ 16
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In odução e Obje i os
O Es ágio P o issionalizan e in eg a o 6º ano do Mes ado In eg ado em Medicina e é uma ansição en e o
ensino p é-g aduado e o exe cício da p o issão. Es a aculdade p ima pelo ensino p á ico, com início dos
es ágios clínicos no 3º ano e, desde esse momen o pe cebi que, pa a mim, e a a melho o ma de ap ende :
associa os os às pa ologias que ia es udando, o na a as doenças eais, mo i ando-me a p ocu a sabe
mais, mo i o pelo qual alo izo mui o os es ágios. Po ém, nes e de adei o ano, os es ágios êm um papel
p eponde an e, po nos se dada maio au onomia, a pa da esponsabilidade, azão pela qual se denominam
“Es ágios P o issionalizan es”. Des a o ma, con ac amos com os amos p incipais da Medicina, que nos
pe mi em ob e uma isão ab angen e des a p o issão, en e os quais, a Medicina In e na, a Ci u gia Ge al,
a Medicina Ge al e Familia , a Pedia ia, a Ginecologia e Obs e ícia e a Saúde Men al.
Como es udan es de Medicina, de emos dedica -nos a es uda os con eúdos eó icos e ap ende como
aplicá-los na p á ica, mas, na e dade, não bas a. De emos pau a pela humildade e comp eende que,
equen emen e, a nossa a e a su ge nos momen os mais ulne á eis dos nossos pacien es. Pa a além disso,
como o P o . Dou o José Mendes Nunes me disse, numa con e sa in o mal, pa a abo da mos co e amen e
os pacien es, não nos podemos cingi à A e da Medicina – aplicamo-la –, mas ambém emos que nos cul i a
e in o ma , pois só assim se emos capazes de in eg á-los no con ex o biopsicossocial, ajudando-nos a melho
comp eendê-los, inclusi amen e, na o ma como ge em a doença e nas suas angús ias.
Conside ando o sup a e e ido, de ini, pa a es e ano, na á ea de compe ências clínicas, os seguin es
obje i os: ap o unda o conhecimen o eó ico e sabe aplicá-lo; p a ica a colhei a de uma anamnese
ap o undada, acompanhada de um exame obje i o comple o, pa a que seja capaz de es u u a um
diagnós ico di e encial; p ocu a consegui o ien a e sabe quais os meios complemen a es mais ú eis pa a
o diagnós ico de ini i o; ap ende a p io iza os p oblemas de saúde, abo dando po o dem de g a idade,
ou, dependendo do caso clínico, con o me o melho bene ício pa a o doen e. No âmbi o das compe ências
in e pessoais, des aco: se capaz de c ia uma elação médico-doen e como aliança e apêu ica; ape eiçoa
as minhas compe ências na comunicação com o doen e, com a sua amília (sem nunca esquece a on ade
do doen e), bem como com ou os p o issionais; sabe adequa a comunicação à pessoa com quem in e agi .
Se e, assim, o p esen e ela ó io pa a desc e e , de o ma sumá ia e obje i a, os es ágios pa cela es que ui
ealizando ao longo do ano, o es ágio clínico opcional, bem como ou as a i idades que con ibuí am pa a a
minha o mação pessoal ao longo do meu aje o enquan o es udan e, mas ambém pa a a minha o mação
cien í ica enquan o u u a clínica. Concluo, ealizando uma análise e ospe i a do meu pe cu so e e lexão
c í ica do p esen e ano.
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Sín ese das A i idades Desen ol idas
MEDICINA INTERNA | 6 de se emb o a 29 de ou ub o de 2020
Iniciei o ano le i o no Se iço de Medicina 2 do Hospi al Cu y Cab al, sob a u ela da D .ª Heidi G une . Pa a
es a especialidade, ulc al pa a a o mação de um u u o médico, p opus como obje i os, pa a além dos
e e idos an e io men e: adqui i uma au onomia c escen e, que me pe mi a se esponsá el po um doen e
e ap esen a p opos as e apêu icas; sabe p io iza si uações de maio eme gência, que equei am a
ans e ência pa a á eas de diagnós ico e e apêu ica di e enciadas; p a ica a ap esen ação de doen es e
pa icipa a i amen e na discussão clínica dos casos.
Dia iamen e, ha ia uma eunião onde se ealiza a a passagem de in o mação da u gência in e na da equipa
médica. Pos e io men e, ealiza a-se a di isão dos pacien es, sendo que, no p incípio, e a esponsá el po 1
doen e e, no inal do es ágio, en e 2 a 3 doen es. A minha a i idade consis ia na consul a das igilâncias e
oco ências jun o da equipa de en e magem, edação do diá io clínico, pedidos de exames complemen a es
de diagnós ico, pedidos de colabo ação de ou as especialidades e, ambém, uma p opos a de p esc ição
e apêu ica. Incluía, quando necessá ia, a sinalização do caso jun o da assis en e social e, ainda, a ealização
de no as de al a ou de ans e ência. Ao início da a de, ap esen a a os meus doen es, pa icipando
a i amen e na discussão clínica mesmo de ou os casos, es imulada pela equipa médica do se iço. Como
mo i os de in e namen o mais equen es, des aco: pneumonia adqui ida na comunidade, descompensação
de insu iciência ca díaca e descompensação de doença hepá ica c ónica. Realizei gasime ias de sangue
a e ial, colhei a de sangue enoso e colhei a de es es pa a pesquisa do SARS-CoV2. Assis i à ealização de
uma o acocen ese, à colocação de um d eno o ácico e à ealização de uma pa acen ese num doen e com
doença hepá ica c ónica. Pa icipei, du an e uma manhã, na Consul a Mul idisciplina de Ge ia ia – onde
pa icipa uma en e mei a, uma médica, uma a macêu ica, uma nu icionis a e, ainda, quando necessá io,
uma assis en e social. Nes a consul a, ui esponsá el po ealiza o Timed Up and Go Tes e o Tes e da
Ma cha de 10 me os, e numa idosa ealizei a a aliação ge iá ica global. Semanalmen e, acompanhei a
minha u o a no Se iço de U gência, endo al e nado en e o Se iço de Obse ação, á ea das macas, á ea
dos ambula ó ios e, ainda, os gabine es. Nes e âmbi o, p a iquei a ealização da colhei a da anamnese, a
ealização do exame obje i o o ien ado pa a o p oblema e, pos e io men e, discu ia com a médica que
acompanha a sob e a ma cha diagnós ica e a e apêu ica a ins i ui . Acompanhei 3 doen es na sala de
Eme gência e assis i à ealização de manob as de Supo e A ançado de Vida, obse ando, de pe o, a
impo ância da coo denação de uma equipa.
Assis i a aulas eó ico-p á icas dinamizadas pela equipa médica, sob e emá icas comuns e impo an es na
Medicina In e na, com discussão de casos clínicos; assis i à ap esen ação de Jou nal Clubs e de sessões
clínicas, e, ainda, aos seminá ios o ganizados pela Unidade Cu icula , sob e “Al e ações do equilíb io Ácido-
-Base” e “Decisões em im de ida”. Na úl ima semana, ap esen ei com o meu colega Ped o Ma eus um
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abalho sob e “Abo dagem da Hemo agia Diges i a Al a”, po suges ão das nossas u o as, uma ez que,
em ha ido uma e olução no sen ido de o na a abo dagem menos ci ú gica e, em con ex o de u gência,
ica ao cuidado da Medicina In e na, em pa ce ia com a Gas en e ologia.
CIRURGIA GERAL | 2 de no emb o de 2021 a 7 de janei o de 2022
Realizei o es ágio de Ci u gia Ge al no Hospi al da Luz, sob a u ela da D .ª Na acha Bo elho Viei a. Como
obje i os especí icos pa a es e es ágio, des aco: conhece e aplica a linguagem e e minologia ci ú gica;
ap o unda conhecimen os sob e as p incipais pa ologias ci ú gicas e a sua ges ão, bem como, sabe
iden i ica os sinais de ale a pa a dis ingui si uações u gen es, das que podem se encaminhadas pa a
consul a; p a ica o exame obje i o; p a ica pequena ci u gia (assepsia, anes esia e su u a); p a ica as
écnicas de assepsia no bloco ope a ó io. Du an e o es ágio, i e a opo unidade de assis i a múl iplas
ci u gias (n=45), sendo as mais equen es a colecis ec omia ia lapa oscópica (n=8) e a hemo oidec omia à
Milligan Mo gan (n=6), a pa da hemi i oidec omia/ i oidec omia o al (n=6), endo pa icipado como 2ª
ajudan e em dez. Assis i, ainda, a ês ci u gias obó icas. Semanalmen e, acompanhei a minha u o a nas
consul as ex e nas (n=31), onde acompanhei p edominan emen e pa ologia ano e al (n=12). Du an e es e
es ágio, pude dedica duas semanas a uma opcional, endo op ado po Gas en e ologia pela
complemen a idade en e ambas, que no diagnós ico, que em pa ologias pa ilhadas que , cada ez mais,
na abo dagem e apêu ica ( écnicas endoscópicas s. ci ú gicas). Ao longo des a quinzena, assis i a consul as
de p oc ologia, de gas en e ologia ge al e a múl iplas endoscopias diges i as al as, colonoscopias,
ecoendoscopia al a e baixa e, ainda, a uma Colangiopanc ea og a ia Re ógada Endoscópica pa a colocação
de uma p ó ese na ia bilia . F equen ei o cu so TEAM e as Sessões de Simulação no Heal h Lea ning. Na
úl ima semana, coap esen ei o abalho in i ulado “Oh my oma… Leiomyoma!”, a p opósi o de um caso
clínico de Leiomioma do esó ago.
MEDICINA GERAL E FAMILIAR | 17 de janei o a 11 de e e ei o de 2022
Foi com mui o en usiasmo que pa i pa a es e es ágio na USF de Alpia ça, po e um in e esse especial na
especialidade e po se num meio di e en e do u bano. Pa ilho mui os dos obje i os pa a es e es ágio os
desc i os em Medicina In e na, ac escen ando: a impo ância do ap imo amen o da elação médico-pacien e
– ainda mais undamen al nes a especialidade que acompanha os pacien es ao longo de oda a sua ida;
ap ende a o ganiza os p oblemas em a i os e passi os e abo da o pacien e po p oblemas; ap ende a
melho ge i o empo de consul a, mui as ezes escasso; ap ende como ge i o doen e com múl iplas
como bilidades e polimedicado e como o imiza a sua e apêu ica; comp eende a impo ância da
iden i icação de p oblemas sociais e económicos pa a melho en ende mos o con ex o biopsicossocial,
undamen al na abo dagem indi idual. Du an e qua o semanas, o ien ada pela D .ª Ma iana Sequei a,
assis i a múl iplas consul as de saúde de adul os (n=65), de saúde in an il e ju enil (n=11), de saúde ma e na
(n=3), de planeamen o amilia (n=3) e, ainda, de doença aguda e in e subs i uição (n=32). A pa i da
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segunda semana de es ágio, i e a opo unidade de ealiza consul as com au onomia pa cial (n=17),
sob e udo de saúde de adul os. Des aco como p incipais p oblemas nas consul as obse adas, a Hipe ensão
A e ial, a Diabe es Melli us ipo 2 não insulino-dependen e e Dislipidémias, a pa do abuso do abaco.
Du an e a minha p esença no cen o de saúde, pa a além das consul as, assis i à colocação e emoção de
implan e subcu âneo e acompanhei, ambém, a equipa de en e magem na ealização de pensos, injeções
in amuscula es e na inoculação de acinas. Du an e uma manhã, es i e numa a mácia local, de o ma a
melho comp eende as necessidades da população e o papel do a macêu ico na comunidade. Ap endi,
ambém, como subme e esul ados de es es COVID. Coap esen ei, pa a a equipa médica do Cen o de
Saúde, um abalho sob e “Te apêu ica Hipolipemian e: a quem e quando?” e, na a aliação inal, ap esen ei
um caso clínico sob e obesidade in an il.
PEDIATRIA | 14 de e e ei o a 11 de ma ço de 2022
Op ei po ealiza es e es ágio no Hospi al de Cascais D . José de Almeida po me pe mi i e uma isão
global da Pedia ia Ge al, onde ui u elada pela D ª Ca olina Guima ães. Nas duas p imei as semanas, ui
alocada ao Be çá io, e ui esponsá el po ealiza o exame obje i o do ecém-nascido, o egis o clínico do
mesmo e p eenchimen o do bole im de saúde in an il. Nas es an es semanas, al e nei en e o in e namen o
pediá ico, onde obse ei um o al de dezasse e doen es, e consul as ex e nas de Obesidade (n=2), de
Neu opedia ia (n=7) e, a g ande maio ia, de Pedia ia do Desen ol imen o (n=13). Rela i amen e a es a
úl ima, des aco a Pe u bação de Hipe a i idade e Dé ice de A enção e a Pe u bação do Espe o do Au ismo.
Assis i, dia iamen e, à eunião do Se iço de Pedia ia, onde ansmi iam in o mação sob e in e co ências
dos doen es in e nados e no os in e namen os, ou c ianças em Se iço de Obse ação. Nes a eunião, assis i,
ainda, a dois Jou nal Clubs e à discussão da implemen ação de dois p o ocolos no se iço. Semanalmen e,
acompanhei a minha u o a ao Se iço de U gência – à da a encon a a-se di idido em á ea de espi a ó ios
e de não espi a ó ios –, endo al e nado en e os dois, o que me pe mi iu e algumas das causas mais
comuns de ida à u gência pediá ica – gas oen e i e i al, la ingi e aguda, amigdali e bac e iana e con ulsão
eb il simples. Na úl ima semana de es ágio, ap esen ámos um Jou nal Club sob e “Ac al mani es a ions
associa ed wi h in ec ion” que se e elou mui o in e essan e, pois pe mi iu e e as di e en es mani es ações
de ma ológicas e as suas nomencla u as e, ainda, ap ende as di e en es ca ac e ís icas de cada in eção.
GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA | 14 de ma ço a 8 de ab il de 2022
Iniciei es e es ágio mui o expec an e pois oi um dos es ágios a e ados no ano de 2020 pela pandemia SARS-
-CoV2, endo sido es a a p imei a opo unidade de con ac a com a especialidade. De ini, en ão, os seguin es
obje i os pa a es e es ágio: consolida os meus conhecimen os eó icos nas p incipais pa ologias
ginecológicas e obs é icas, bem como as suas abo dagens e p a ica a ealização da anamnese e do exame
ginecológico na mulhe de odas as idades, bem como da g á ida. O es ágio oi di idido em duas semanas
em Obs e ícia, onde acompanhei a D .ª Joana Figuei edo e duas semanas em Ginecologia, com a D .ª Ca la
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Lei ão. Na á ea de Obs e ícia, equen ei a En e ma ia Ma e no-Fe al e o Pue pé io; assis i a Consul as de
G a idez de Baixo Risco (n=8) – onde pude p a ica a medição da al u a u e ina, a auscul ação do oco e al
e a colhei a de exsudado aginal e e al pa a pesquisa de S ep ococcus do g upo B –, de G a idez de Al o
Risco de Gémeos (n=22) e a Consul as de Nu ição (n=7); assis i a cinco cesa ianas, endo pa icipado numa
delas, obse ei um pa o eu ócico e ou o dis ócico e, ainda, uma in e upção olun á ia da g a idez. No que
à á ea de Ginecologia diz espei o, equen ei consul as de Ginecologia (n=14), onde os mo i os de consul a
mais equen es o am Hemo agia U e ina Anómala e Endome iose, e de U oginecologia (n=8), com
p edominância de P olapso dos Ó gãos Pél icos e Incon inência U iná ia de U gência. Du an e uma manhã,
acompanhei a ealização de ecog a ias ginecológicas, com indicações di e sas, desde in e ilidade
secundá ia, miomas u e inos, com ealização de his e ossalpingog a ia, a é s a us pós-anexec omia di ei a e
salpingec omia esque da (po o ção o á ica), com adenomiose associada. No bloco ope a ó io, assis i a ês
ci u gias e ês his e oscopias. Des aco, ainda, a equência semanal do Se iço de U gência, onde con ac ei
com pa ologia a iada, como po exemplo, in eções ul o aginais, g a idez ec ópica e mo e e al. Na úl ima
semana, coap esen ei um abalho in i ulado “A impo ância de uma ba ei a”, a p opósi o de um caso clínico
de sí ilis e icomoníase. Assis i, ainda, a um wo kshop “The woman” no Hospi al Vila F anca de Xi a.
SAÚDE MENTAL | 18 de ab il a 13 de maio de 2022
O es ágio pa cela de Saúde Men al deco eu no Se iço de In e namen o do Hospi al de D. Es e ânia, em
Psiquia ia da In ância e da Adolescência, sob a u ela da D .ª Sand a Pi es. Como obje i os especí icos des e
es ágio, ele o os seguin es: ap ende como abo da o doen e psiquiá ico; iden i ica e dis ingui os
sin omas de pe u bação psiquiá ica do no mal, bem como al e ações dos compo amen os e
elacionamen o in e pessoal; iden i ica si uações indi iduais e sociais de isco e sabe quando sinaliza ;
p ocu a sabe mais sob e como comba e o es igma da saúde men al. Es e es ágio di idiu-se em duas pa es:
duas semanas em ambien e hospi ala e as es an es à dis ância. P esencialmen e, assis i dia iamen e às
euniões do se iço (que inclui médicos, en e mei os, psicólogos, psicomo icis as), momen o onde e am
discu idos os doen es in e nados, as in e co ências – nomeadamen e a pa icipação nas múl iplas
a i idades, a elação com os pa es, com a equipa de en e magem e auxilia es, como deco e am as e eições,
os momen os de chamadas ele ónicas, as isi as –, as euniões amilia es, bem como, as al e ações ou
ajus es de e apêu ica. Comp eendi, assim, a impo ância des e momen o diá io, já que o abalho
mul idisciplina e a coo denação en e oda a equipa é essencial na abo dagem des as c ianças e
adolescen es in e nados. Acompanhei a minha u o a em ês euniões amilia es e na obse ação de ês
adolescen es que se encon a am in e nadas po en a i a de suicídio po en o camen o, pe u bação do
uso de subs âncias e pe u bação de condu a e, po úl imo, pe u bação do compo amen o alimen a do
ipo ano exia ne osa. Ainda no âmbi o do in e namen o, i e a opo unidade de pa icipa na a i idade
psicoeduca i a de Culiná ia. Du an e uma manhã, es i e no Se iço de U gência, des acando a abo dagem
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de uma adolescen e de 16 anos que em po uma in oxicação medicamen osa olun á ia, sem in enção de
suicídio, com an eceden es de dep essão. No que conce ne ao abalho à dis ância, ealizei duas his ó ias
clínicas, a pa i de en e is as clínicas disponibilizadas na pla a o ma Moodle e, ainda, seis inhe as clínicas.
ESTÁGIO OPCIONAL - UNIDADE DE CUIDADOS INTENSIVOS PEDIÁTRICOS | 16 a 27 de maio de 2022
Po im, op ei po ealiza es e es ágio na Unidade de Cuidados In ensi os Pediá icos (UCIP), uma ez que
enho especial in e esse em Pedia ia e es a e a uma e en e den o da especialidade com a qual ainda não
inha con ac ado, o nando-se, assim, uma opo unidade pa a complemen a a minha o mação. Delineei os
seguin es obje i os: comp eende a o ganização e uncionamen o de uma unidade de cuidados in ensi os
pediá ica; in e p e a a a aliação e moni o ização do doen e pediá ico em es ado c í ico; comp eende a
impo ância da elação médico-doen e e, sob e udo, médico-pais, pela si uação ágil, em que é c ucial a
con iança nos p o issionais de saúde; analisa as ques ões é icas que se impõem nes e ambien e. Assim,
nes as duas semanas de es ágio, pude acompanha o quo idiano na unidade e pa icipa na discussão dos
casos. Des aco que a mo alidade e e ida na UCIP onda os 3-4%/ano, endo ce ca de 300 a 350
in e namen os/ano, esul ando em 3-4 mo es/ano e, no úl imo mês 4 c ianças inham alecido,
demons ando o quão du o é abalha nes e ambien e dia iamen e e a impo ância de um abalho
mul idisciplina , mas, sob e udo, da união da equipa, já que se i em e se pa ilham mui os momen os de
us ação. Dos casos que acompanhei, des aco: um menino de 9 anos que oi in e nado po uma pa agem
ca dio espi a ó ia que e oluiu pa a mo e ce eb al; um lac en e de 6 meses com um Aciden e Vascula
Ce eb al da a é ia ce eb al média, com pad ão imagiológico suges i o de Doença de Moyamoya; uma
lac en e de 5 meses com ansposição de g andes asos e comunicação in e en icula , a agua da ci u gia.
Elemen os Valo a i os
Como e e i no início do p esen e ela ó io e na sequência das pala as do P o . Dou o José Mendes Nunes,
é edu o oca mo-nos somen e na Medicina, pois udo o que nos en ol e e as expe iências que emos
ambém azem pa e de nós, pe mi indo que desen ol amos capacidades c uciais pa a a nossa p á ica
clínica, sob e udo nas elações in e pessoais. Nes e âmbi o, des aco a minha colabo ação na Comissão
O ganizado a da 6ª edição do Saúde Po a-a-Po a, p oje o da AEFCM, a ealização de um Cu o Es ágio
Médico Em Fé ias (CEMEF) em Medicina Ge al e Familia , na USF San o And é de Canidelo (Vila No a de Gaia)
e a Missão em Buba, na Guiné-Bissau, com a Casa Fiz do Mundo, p oje o da Pa óquia de Espinho, à qual eu
pe enço. Ao longo des e ano le i o, pa icipei em algumas pales as, po se a a de á eas do meu in e esse,
como po exemplo, “Ce aleias na P á ica Clínica em Medicina Ge al e Familia ”, “Cuidados Palia i os: Um
No o Olha ”, “PedTalk: SOS c iança: Do T auma aos Cuidados In ensi os” e, ainda, “Cu so de An ibio e apia”.
Finalmen e, e apesa de não e sido du an e o p esen e ano le i o, gos a ia de e e i a minha pa icipação
no p og ama E asmus en e e e ei o e julho de 2021, em Es asbu go, F ança.
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• Sessões de Simulação Lea ning Heal h (Es ágio P o issionalizan e de Ci u gia Ge al)
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VI – Fo mações Ex acu icula es
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RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO PROFISSIONALIZANTE – 6º ANO MIM
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Ca lo a Lamei as Madei a Ca alho Fe ei a | 2016221
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