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Avaliação do impacto dos núcleos de investigação e desenvolvimento tecnológico (I&DT) na competitividade das organizações. Os projetos aprovados pelo QREN.

António Luís Correia Costa

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MIETE MESTRADO EM INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO TECNOLÓGICO A aliação do impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico (I&DT) na compe i i idade das o ganizações Os p oje os ap o ados pelo QREN An ónio Luís Co eia Cos a [email p o ec ed] Disse ação O ien ado : P o . D . Ped o Cosme Viei a Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o Julho 2015 ii Dedico es e abalho às pessoas que semp e ac edi a am em mim e me ajuda am a alcança os meus sonhos iii Resumo É econhecido na li e a u a que as a i idades de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico, I&DT, são o p incipal mo o do c escimen o da p odu i idade p incipalmen e, nas economias mais desen ol idas o que jus i ica que exis am ao ní el da União Eu opeia p og amas ocacionados pa a a sua p omoção jun o das emp esas usando incen i os inancei os. Es a disse ação consis e na a aliação dos núcleos de I&DT inanciados pelo QREN e no impac o da sua c iação na dinamização emp esa ial de o ma a iden i ica os esul ados o iginados pelo in es imen o público, que ao ní el económico, que ao ní el de compe ências de o ma a comp eende a sua impo ância pa a o melho amen o da pe o mance das emp esas. O nosso es udo usa como população de in es igação as no en a e duas emp esas nacionais cujos p oje os o am elei os pelo QREN pa a ecebe inanciamen o enquad ado no ins umen o in i ulado "C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT". Na nossa população de es udo, odos os p oje os inanciados já se encon am inalizados (em execução), no mínimo, há um ano, o que pe mi e a ealização de uma análise c i e iosa no que conce ne aos esul ados e aos impac os dos mesmos. Nes e sen ido, es as emp esas con êm in o mação de ex ema impo ância pa a que se possa comp eende de que o ma se pode ão melho a os p og amas em ques ão, cons uindo-se ao ní el dos deciso es públicos e das emp esas e amen as que possam se i de apoio ao p ocesso de omada de decisão aquando da ponde ação de implemen ação/não implemen ação de núcleos de I&DT nas Pequenas e Médias Emp esas (PME). Em e mos me odológicos, o nosso es udo es á di idido em duas pa es. Na p imei a pa e desenhamos um ques ioná io di ecionado a odas as 92 emp esas cujas candida u as o am ap o adas e ainda a uma população de con olo o mada po 100 emp esas semelhan es às emp esas inanciadas mas que não se candida a am ao p og ama. Assim, oi ealizado um di e en e ques ioná io de o ma a conhece as di e enças en e as emp esas que se candida a am e o am acei es no p og ama e PME que não o ize am, de o ma a pe spe i a o ema de di e en es o mas. Na segunda pa e, depois de a a mos em e mos es a ís icos as espos as ob idas, escolhemos duas emp esas inanciadas, uma emp esa ep esen a i a das emp esas que ap esen a am esul ados posi i os deco en es da implemen ação do p oje o e uma emp esa ep esen a i a das emp esas que ap esen a am esul ados nega i os deco en es da implemen ação do mesmo. Des a o ma, p ocu amos uma análise mais de alhada do que dis ingue os casos de sucesso dos casos de insucesso. Em e mos de conclusão, os agen es inanciados no âmbi o do p og ama de incen i o à I&DT do QREN em es udo so e am um impac o maio i a iamen e posi i o endo le ado ao aumen o do emp ego na o dem dos 10% e da p odu i idade po abalhado na o dem de 1%. Códigos-JEL: O31, O32 Pala as-cha e: Ino ação, I&D, I&DT, PME, Poli icas públicas i Abs ac E alua ion o he Impac o Resea ch and Technological De elopmen Cen e s (R&TD) on he compe i i eness o o ganiza ions – The p ojec s app o ed by QREN I is well known by he li e a u e ha Resea ch and Technological De elopmen Cen e s R&TD a e he main boos o p oduc i i y g ow h mainly in he mos de eloped economies which is a eason o jus i y ha he e a e Eu opean Union p og ams ocused on p omo ing R&TD in en e p ises by inancial undings. This disse a ion consis s in he e alua ion o R&TD cen e s unded by he QREN and he impac o es ablishing i in business p omo ion in o de o iden i y he e ec s o he public in es men , bo h in economic and in e ms o abili ies so as o unde s and he impo ance o i o he imp o emen o he companies’ pe o mance. This in es iga ion has as esea ch popula ion o he s udy he nine y wo na ional companies whose p ojec s we e selec ed by he QREN o ecei ing a und by he p og am en i led as "C ea ion and In e nal Skills Enhancemen R & D / Co e R & D". In ou s udy popula ion, e e y p ojec ha was unded is al eady comple ed (in execu ion) a leas one yea ago, allowing a be e and deepe analysis ega ding he esul s and impac s o hem. In his sense, hese companies ha e in o ma ion which is uly impo an o unde s and in which way we can imp o e hese p og ams, c ea ing a he le el o he public decision-make s and he companies ools ha can be used o suppo he decision-making p ocess when wonde ing abou implemen a ion/non I implemen a ion co es o R&TD in he Small and Medium En e p ises (SMEs). In me hodological e ms, ou s udy is di ided in wo pa s. In he i s pa , we d a a ques ionnai e aimed o nine y wo en e p ises which hei appliances we e app o ed and also a con ol popula ion o one hund ed en e p ises simila o he ones which we e unded bu did no apply o i . So, we did a di e en ques ionnai e in o de o unde s and wha dis inguish he ones who applied and go app o al and he ones who did no apply in o de o ha e di e en poin s o iew abou his subjec . In he second pa , a e we analyzed in a s a is ical way he esul s we go , we picked up wo companies whe e one shows he case whe e we ha e posi i e esul s and ano he one whe e we ha e a company ha shows nega i e esul s bo h a e he implemen a ion o he p og am. In his ega d, we seek a deepe e alua ion in o de o comp ehend wha di e en ia es he success ul and unsuccess ul cases. Finally, hose who we e unded in he QREN’s p og am which incen i es R&TD in he s udy ha e su e ed mainly a posi i e impac which has inc eased he employmen in 10% and he p oduc i i y by wo ke in 1%. JEL-Codes: O31, O32 Keywo ds: Inno a ion, R&TD, R&D, SME, Inno a ion Public Policy Ag adecimen os Ao meu o ien ado P o . Ped o Cosme, po e apa ecido no momen o ce o, pelas suas suges ões ão asse i as quan o cons u i as e pela sábia o ien ação p es ada, que semp e disponibilizou. A odos os p o esso es, em especial à P o ª. Au o a Teixei a pela mo i ação e ecomendações impo an es concedidas as quais pe mi i am en iquece es e abalho. Aos meus colegas de mes ado, em especial ao meu g upo, pelo abalho desen ol ido jun os e os bons momen os pa ilhados. Às emp esas que a a és da sua colabo ação o na am possí el ealiza es e es udo. À minha amília, pelo es o ço e dedicação pa a me p opo ciona em es e desen ol imen o an o a ní el pessoal que p o issional e pelo seu apoio incondicional. Aos meus amigos, pela pa ilha de expe iências e po es a em ao meu lado ao longo des e pe cu so de ap endizagem, e lexão e conc e ização des e p opósi o in es iga i o. i Siglas ANI – Agência Nacional de Ino ação CAE – Código de a i idades económicas EIS – Eu opean Inno a ion Sco eboa d FEADER – Fundo Eu opeu Ag ícola de Desen ol imen o Ru al FEDER – Fundo Eu opeu de Desen ol imen o Regional FEOGA – Fundo Eu opeu de O ien ação e Ga an ia Ag ícola FEP – Faculdade de Economia do Po o FEUP – Faculdade de Engenha ia de Uni e sidade do Po o FSE – Fundo Social Eu opeu IAPMEI – Ins i u o de Apoio às Pequenas e Medias Emp esas e à Ino ação I&D – In es igação e Desen ol imen o I&DT – In es igação e Desen ol imen o Tecnológico INE – Ins i u o Nacional de Es a ís ica MIETE – Mes ado em Ino ação e Emp eendedo ismo Tecnológico PME – Pequenas e Médias Emp esas PO – P og ama Ope acional POFC – P og ama Ope acional Fac o es de Compe i i idade QREN – Quad o de Re e ência Es a égico Nacional SI I&DT – Sis emas de Incen i os à In es igação e Desen ol imen o Tecnológico UE - União Eu opeia ii Índice Resumo .................................................................................................................................................. iii! Abs ac .................................................................................................................................................. i ! Ag adecimen os ...................................................................................................................................... ! Siglas ...................................................................................................................................................... i! Índice ..................................................................................................................................................... ii! 1!Enquad amen o do abalho ............................................................................................................... 1! 1.1!Mo i ação .............................................................................................................................................. 1! 1.2!O ganização do abalho ....................................................................................................................... 1! 2!Re isão Bibliog á ica .......................................................................................................................... 3! 2.1!A impo ância da Ino ação no con ex o emp esa ial das PME ............................................................. 4! 2.2!Ino ação nas O ganizações .................................................................................................................. 5! 2.3!Ges ão da Ino ação nas o ganizações ................................................................................................. 5! 2.4!Fundos Es u u ais: Pe spe i a His ó ica ............................................................................................... 7! 2.5!Sis ema de Incen i os à in es igação e Desen ol imen o Tecnológico nas Emp esas ........................ 8! 2.6!A aliação das Polí icas Públicas pa a as emp esas ............................................................................. 9! 3!Me odologia de In es igação ........................................................................................................... 11! 3.1!Me odologia ......................................................................................................................................... 11! 4!In es igação Empí ica ...................................................................................................................... 13! 4.1!Ca ac e ização das emp esas que ob i e am inanciamen o a a és do QREN ................................. 13! 4.1.1. Ques ioná io di ecionado às emp esas que ob i e am inanciamen o a a és do QREN ................. 14! 4.1.2. Ques ioná io di ecionado às PME ...................................................................................................... 16! 4.2!Análise às en e is as .......................................................................................................................... 21! 4.3!Resumo dos esul ados do es udo ...................................................................................................... 24! 5!Conclusão ........................................................................................................................................ 26! 5.1.!Conclusões Ge ais .............................................................................................................................. 26! 5.2. Limi ações e p opos a pa a in es igação u u a .................................................................................... 27! Re e ências e Bibliog a ia ..................................................................................................................... 29! ANEXO A:!Figu a 1 - P oje os ap o ados pelo QREN ...................................................................... 32! ANEXO B: Figu a 2 - Di isão pe cen ual do in es imen o po emá ica em Po ugal pa a o seu p og ama ope acional ...................................................................................................................... 33! ANEXO C:!Ques ioná io 1 di igido às emp esas que se candida a am ao p og ama do QREN – A aliação do Impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico ...................................................................................................................................... 34! Ques ioná io - A aliação do impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico (I&DT) na compe i i idade das o ganizações ........................................................................................ 34! ANEXO D:!Ques ioná io 2 di igido às PME no ge al – A aliação do Impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico ................................................................................. 36! Ques ioná io - A aliação do impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico (I&DT) na compe i i idade das o ganizações ........................................................................................ 36! iii ANEXO F:!Ques ioná io Complemen a – Caso Sucesso ................................................................. 39! ANEXO G:!Ques ioná io Complemen a – Caso não sucesso .......................................................... 40! A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 1 1 Enquad amen o do abalho Es a disse ação ealizada no âmbi o do Mes ado em Ino ação e Emp eendedo ismo Tecnológico (MIETE), cu so minis ado nas Faculdades de Engenha ia e de Economia da Uni e sidade do Po o, em como obje i o a a aliação dos núcleos de I&DT e o impac o da sua c iação na dinamização emp esa ial. Assim, p e ende iden i ica o impac o que o ins umen o in i ulado "C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT" do QREN e e ao ní el económico e ao ní el de compe ências nas emp esas apoiadas. Também p ocu amos iden i ica as p incipais azões que le a am ou as emp esas semelhan es a não se e em candida ado ao p og ama de apoio. 1.1 Mo i ação A escolha des e ema em po base uma opo unidade de e ada du an e a minha a i idade p o issional quando jun amen e com o Di e o Come cial de uma média emp esa comen amos a opo unidade da c iação de um núcleo I&DT pa a a emp esa em ques ão. Nesse p ocesso, e i iquei a e en ual u ilidade pa a ou as emp esas po encialmen e in e essadas no mesmo, de o ma que decidi explo a mais o assun o, pela impo ância c escen e do papel da in es igação e ino ação nas emp esas e pela necessidade de p e ende em oma decisões ponde adas e ace adas, ulc ais, aliás, endo em con a o p esen e pe íodo económico ins á el e, ao mesmo empo desa ian e, em que i emos a ualmen e. 1.2 O ganização do abalho Nes a secção ap esen amos, pa a além do p esen e capí ulo, a o ma como es á o ganizada a disse ação e os á ios capí ulos que compõe a sua es u u a, os quais es ão di ididos em secções. Em cada capí ulo a p imei a secção é uma in odução pa a o mesmo. No capí ulo 1 no qual nos encon amos é a in odução ao abalho e em como obje i o escla ece qual a mo i ação pa a o ema do es udo, o seu enquad amen o ge al e a espe i a es u u a. No capí ulo 2 passamos pa a a e isão da li e a u a sob e o ema de es udo, com a ap esen ação dos concei os undamen ais que eó icos que cien í icos que supo am a disse ação. Com a e e en e ap esen ação dos concei os de ino ação nas emp esas e a sua impo ância, a ges ão de ino ação nas o ganizações, os undos es u u ais, os sis emas de incen i o à I&DT e ainda a impo ância e espe i a a aliação das polí icas públicas pa a as emp esas. O capí ulo 3 con ex ualiza a me odologia de in es igação, desc e endo de alhadamen e as me odologias aplicadas à in es igação e ao caso de es udo em conc e o. O capí ulo 4 ap esen a o caso de es udo e a espe i a análise. Nes e capí ulo são desc i os de alhadamen e os p ocessos u ilizados an o nos ques ioná ios como nas en e is as, es ando di idido pela ca ac e ização das emp esas que ob i e am inanciamen o a a és do QREN pa a o ins umen o a aliado e às quais se di igiu pos e io men e um ques ioná io, depois ap esen a-se um ques ioná io di ecionado apenas às PME no ge al, exis indo uma compa ação A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 8 A conc e ização do Quad o é ei a a a és de p og amas co inanciados pelo Fundo Social Eu opeu (FSE), pelo Fundo de Desen ol imen o Regional (FEDER) e pelo Fundo de Coesão. No en an o, o p esen e es udo oca -se-á nos dados e e en es ao domínio dos Fa o es de Compe i i idade, mais especi icamen e, no p og ama de Apoio à C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT, ou seja, o Sis ema de In es imen o e Desen ol imen o nas emp esas (SI I&DT). De aco do com a in o mação disponibilizada online no sí io do QREN, o Sis ema de Incen i os à In es igação e Desen ol imen o Tecnológico nas emp esas p e ende auxilia e p omo e o in es imen o na In es igação e Desen ol imen o com is a à ob enção de no os p odu os, se iços ou p ocessos que sejam economicamen e a iados e que pe mi am esponde aos desa ios que se coloquem num u u o p óximo. Nes e sen ido, o SI&DT, no ge al, em como obje i os "in ensi ica o e o ço emp esa ial nacional de I&DT; c ia no os conhecimen os com is a ao aumen o da compe i i idade das emp esas; p omo e a inse ção das emp esas em edes in e nacionais de conhecimen o, es imulando a c iação e endogeneização de no os conhecimen os indu o es de no as opo unidades económicas; p omo e a coope ação e o desen ol imen o de p oje os de I&DT en e as emp esas e as en idades do SCT e es imula a demons ação, expe imen ação ecnológica, a disseminação e a ans e ência de ecnologia pa a o se o emp esa ial". 2.5 Sis ema de Incen i os à in es igação e Desen ol imen o Tecnológico nas Emp esas O p ocesso de In es igação e Desen ol imen o (I&D) assume-se como uma a i idade dis in i a que pode oco e em emp esas díspa es, an o em emp esas de al a ecnologia como ambém nos se o es mais adicionais, con ibuindo pa a o sucesso económico global (Ki ne e al., 2009). O Sis ema de Incen i os à In es igação e Desen ol imen o Tecnológico nas Emp esas é um Sis ema de Incen i os essencialmen e di ecionado pa a a apos a em p oje os de I&DT e de demons ação ecnológica, indi iduais ou em co p omoção, lide ados po emp esas ou, no caso de p oje os de I&DT Cole i a, p omo idos po associações emp esa iais. In e ém ainda ao ní el da capaci ação e e o ço de compe ências in e nas de I&DT e da alo ização de esul ados de I&DT. Es e Sis ema de Incen i os ap esen a como obje i os: (1) In ensi ica o es o ço emp esa ial nacional de I&DT; (2) C ia no os conhecimen os com is a ao aumen o da compe i i idade das emp esas; (3) P omo e a inse ção das emp esas em edes in e nacionais de conhecimen o es imulando a c iação e endogeneização de no os conhecimen os indu o es de no as opo unidades económicas; (4) P omo e a coope ação e o desen ol imen o de p oje os de I&DT en e as emp esas e as en idades do SC; A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 9 (5) Es imula a demons ação, expe imen ação ecnológica, a disseminação e a ans e ência de ecnologia pa a o sec o emp esa ial. Quan o à pe inência da apos a em p oje os de Ino ação e Desen ol imen o Tecnológico emp esa ial, um es udo desen ol ido po Ha is e T aino (2009) p e endeu pesquisa um conjun o de emp esas que ope a am na I landa do No e a im de p opo ciona uma análise mais de alhada de a i udes pa a a ealização de apos as em I&D numa egião pe i é ica. A amos a des e es udo oi cons i uída po 250 PME a im de comp eende as a i idades de ino ação e desen ol imen o na egião. Numa análise inicial da in o mação os au o es iden i ica am algumas in o mações p eponde an es: as emp esas que se ha iam en ol ido em p oje os de ino ação e desen ol imen o o am signi ica i amen e mais p opensas a me cados ex e nos e a se concen a em de o ma mais minuciosa no design de p odu o (e, em ce a medida de ma ke ing) - ou seja, em aspe os elacionados com a qualidade (ou de alo ag egado) e aspe os da p odução. Em con apa ida, as emp esas que não ize am nenhuma apos a em Ino ação e Desen ol imen o e am mui o mais p opensas a ende apenas pa a o me cado local e a olha pa a eduzi os cus os (e melho ias em sua ecnologia de p ocesso) como o ma de adqui i uma an agem compe i i a. De salien a , ainda, que a subamos a de emp esas pesquisadas que não ha iam apos ado em nenhum in es imen o de Ino ação e Desen ol imen o 70% e e iu a p e ensão de o aze den o em b e e. No en an o, no con ex o dos p oje os de Capaci ação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT impo a dis ingui os Núcleos de I&DT dos Cen os I&DT. Os Núcleos de I&DT co espondem a p oje os p omo idos pelas Pequenas e Médias Emp esas (PME), isando desen ol e na emp esa de o ma sus en ada compe ências in e nas de I&DT e de ges ão da ino ação a a és da c iação de unidades es u u adas com ca ac e ís icas de pe manência e dedicadas exclusi amen e a a i idades de I&DT. Po sua ez, os Cen os de I&DT são p omo idos po emp esas que já desen ol em de o ma con ínua e es u u ada a i idades de I&DT, isando o aumen o do es o ço de I&DT pa a além das linhas de in es igação quo idianas no mais da emp esa con o me o FCT (2011). À luz da impo ância do in es imen o em I&DT no c escimen o da compe i i idade das emp esas e de o ma a incen i a o c escimen o económico nas emp esas a a és da I&D, exis em cada ez mais apoios po pa e de polí icas de in es imen o o que econhece a impo ância nes e ipo de p og amas, A ow (1962b). 2.6 A aliação das Polí icas Públicas pa a as emp esas Con o me Passos (2005) é imp escindí el um elacionamen o en e as emp esas e as Polí icas Públicas, pa a que acon eça uma melho ia ao ní el da “saúde das emp esas” e um c escimen o e e i o. Sendo que mui os dos incen i os a I&DT êm o igem nos ecu sos públicos que são cada ez mais escassos em que coloca -se a seguin e ques ão: Se á es e ipo de in e enção e icaz? Segundo S o ey (2003), a maio di iculdade de a aliação dos incen i os público em I&DT deco e da de inição pouco cla a dos obje i os das polí icas públicas des inadas às A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 10 PME. Mesmo que as polí icas públicas se encon em cla amen e iden i icadas, es as possuem obje i os múl iplos e, mui as ezes, não iden i icados em documen os o iciais. Mosselman e P ince (2004), a i mam que odas as a aliações de em oca a implemen ação e a ealização do p og ama em ques ão. S o ey (2003) e o ça a impo ância de odos os i ens se em a aliados num pe íodo de 3 anos. Assim sendo, iden i ica que exis em 6 passos que de em se con emplados aquando da a aliação de um ins umen o de incen i o público: (1) Fo nece dados mensu á eis, núme o de emp esas que pa icipam no p og ama e odas as despesas ine en es; (2) Opinião dos bene iciá ios dos apoios (opinião das emp esas sob e as ajudas concedidas, sob e os cu sos, os inanciamen os); (3) Ques iona as emp esas e os esponsá eis dos p oje os na en a i a de pe cebe se hou e melho desempenho deco en e do apoio em ques ão; (4) Compa a emp esas que ecebe am apoios com as que não ecebe am; (5) Compa a as emp esas que ecebe am apoios com as que não êm assis ência; (6) Te em con a a seleção en iesada. Em Po ugal, é e iden e o g adual econhecimen o da impo ância da unção da a aliação ao longo dos á ios quad os comuni á ios assumindo p og essi amen e uma unção es a égica. Ao e idencia os esul ados posi i os e nega i os, ao indica as medidas de melho ia na en a i a de ul apassa di iculdades e suge i e o mulações pe inen es aos p og amas em uncionamen o. Con udo, eco endo ao sí io do Obse a ó io onde se encon am os ela ó ios das a aliações sup aci adas, na en a i a de p omo e a anspa ência e a p es ação de con as das polí icas públicas co inanciadas, não se e i ica in o mação disponí el sob e o impac o da c iação de núcleos de I&DT nas PME, o que undamen a a escolha do ema do p esen e es udo. No en an o, dada a en ada do no o P og ama Quad o Po ugal 2020 que em como uma das me as a “apos a de o ma mui o signi ica i a no c escimen o in eligen e e no desen ol imen o de uma economia baseada no conhecimen o e na ino ação, designadamen e nos domínios da Es a égia de In es igação e Ino ação pa a uma Especialização In eligen e” ( e , Po ugal 2020) é impo an e a alia as polí icas públicas e os p óp ios ins umen os de apoio do p og ama quad o an e io . Tan o a Comissão Eu opeia como os Es ados-memb os endem cada ez mais a necessi a de p es ação de con as e de aze uma a aliação dos esul ados de uma o ma cada ez mais igo osa. Es a a aliação em pecado po não a alia os esul ados an es de os p oje os e em a possibilidade de en a em ase de explo ação. Com es e es udo p e endemos assim e idencia os esul ados posi i os e nega i os de o ma a pode em se indicadas medidas de melho ia pa a o ins umen o da Capaci ação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT e pa a as PME con ibuindo como uma análise des e p og ama quan o ao cus o e ao impac o económico. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 11 3 Me odologia de In es igação Nes e capí ulo são ap esen adas odas as conside ações ela i as à me odologia ado ada pa a o desen ol imen o des e abalho, bem como os mé odos de ecolha e a amen o de dados, no sen ido de esponde à ques ão de undo da pesquisa e pa a a aliação do caso de es udo. 3.1 Me odologia Vamos usa uma me odologia quan i a i a no sen ido do que p ocu amos a alia – o impac o dos Núcleos de In es igação e Desen ol imen o Tecnológico nas o ganizações – a aliação que ai se di idida em duas sub-ques ões especí icas. P imei o, o de a alia qual o impac o o iginado pelo in es imen o ao ní el económico (em e mos de emp ego e de p odu i idade) e, segundo, a alia qual o impac o o iginado pelo in es imen o ao ní el das compe ências em e mos de I&DT. Pa indo da base de dados disponibilizada no si e do QREN – P og ama Ope acional Fa o es de Compe i i idade e e i icando os p oje os ap o ados a a és do ins umen o C iação e Re o ço de Compe ências in e nas de I&DT/Núcleos de I&DT, ob i emos uma lis a das 92 emp esas. Depois, ealizamos um ques ioná io es u u ado di igido a essas emp esas cujas candida u as ao P og ama o am ap o adas ( igu a 1) e que cons i uem a nossa amos a de es udo (ob i e 32 espos as, 35% da população). Pos e io men e adicionamos ainda um segundo ques ioná io de con olo elabo ado pa a PME que não ealiza am in es imen o na implemen ação e c iação do ins umen o an e io men e mencionado (ob i e 11 espos as). Apesa do Ques ioná io se conside ado uma “a e impe ei a”, segundo Aake e al. (2001) conside amos es a e amen a uma ia álida pa a es e es udo, endo p esen e a inalidade do mesmo. O ques ioná io oi adminis ado a a és do en io po co eio elec ónico numa p imei a ase, seguido de en e is a indi idual po ele one de odas as emp esas que não esponde am po co eio elec ónico (a maio pa e das 32 espos as ob idas). Quan o ao ipo de ques ioná io oi u ilizado um segmen o de ques ões especí icas, classi icadas a a és de uma “Escala de Like ”, habi ualmen e u lizada nes e ipo de inqué i o, de o ma a comp eende a conco dância de de e minadas a i mações. Foi conside ada a es u u a lógica des e ecu so com a inalidade de ecolhe ilações endo em pe spe i a o obje i o do es udo. Pa a al o am es u u adas ques ões de espos a echada com e iden es bene ícios: apidez e acilidade de espos a, o que pe mi e a ca ego ização das espos as pa a uma pos e io análise. A descodi icação das espos as e seu p ocessamen o pe mi e uma análise mui o cla a do mesmo. Es e ecu so, o ques ioná io di igido ia co eio elec ónico às emp esas é de e as an ajoso na medida em que pe mi e elimina cus os, cons i ui ambém, pe si , uma e amen a álida, con o me oi a i mado po Schae e e Dillman (1998). Ac escen o ainda o seu ca ác e eminen emen e ecológico, aspe o ele an e na economia a ual. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 12 Numa segunda ase op ou-se po ealiza uma me odologia quali a i a após a seleção de duas emp esas, uma ep esen a i a dos casos de sucesso e ou a ep esen a i a dos casos de insucesso. Nes a ase ealizei 2 en e is as. Vá ios es udos, nes e domínio, eco e am à en e is a como ins umen o de ecolha de dados, como é o exemplo do es udo desen ol ido po Be ends e al., (2014) que ap esen a como obje i o o es udo de ino ação de p odu o em pequenas emp esas indus iais. Pa a analisa a o ma como a ino ação de p odu os se desdob a em pequenas emp esas oi ado ada uma abo dagem de “pesquisa p ocesso”, in es igando a ino ação nas pequenas emp esas como “uma sequência de e en os ou a i idades que desc e em como as coisas mudam ao longo do empo” Van de Ven (2007). Es e es udo acolheu á ios mé odos de ecolha de dados na en a i a de ob e uma análise eó ica sa u ada. Cinco pequenas emp esas o am selecionadas e concen adas na a e iguação e compa ação de p oje os de ino ação. De des aca que, nesse es udo o am idos em con a ês aspe os: em p imei o luga , os indi íduos são pequenas emp esas es abelecidas, pa a quem o “p oje o de ino ação de p odu os” já é subsequen e. Em segundo luga , e de aco do com as de inições da IFDR (2013), as emp esas são classi icadas como “pequenas” baseando-se no núme o de uncioná ios e ecei as (menos de 50 pessoas e 10€ milhões em ecei as). Em e cei o luga , pa a ins de compa abilidade, odas as emp esas analisadas es a am na indús ia da ab icação. A en e is a es u u ada oi um dos p incipais ins umen os de ecolha de dados u ilizados, es e ipo de en e is a segue um guião ígido que es abelece an ecipadamen e as ques ões a se em o muladas. De salien a ainda, que a o dem das ques ões de e espei a uma lógica p é-es abelecida. Nes e sen ido, a en e is a es u u ada acili a a ob enção de espos as e a análise dos dados e, como al, acili a a eplicação do es udo em ases pos e io es. No en an o, pa a além das an agens enume adas, podem salien a -se algumas limi ações, as quais o am já p e iamen e e le idas an es das opções me odológicas do p esen e es udo. Algumas das des an agens dizem espei o ao ac o de não pe mi i lexibilidade e espon aneidade das espos as. A u ilização des e ins umen o de ecolha de in o mação p essupõe um abalho aseado em ês momen os: i) Plani icação, ii) Execução e iii) T a amen o de In o mação. Em elação à p imei a ase exis em alguns aspe os undamen ais como seleciona a população de e e ência, a qual i á cons i ui a amos a, conhece os en e is ados, especi ica as a iá eis a es uda , de ini as ques ões que i ão se colocadas. An es da ealização da en e is a, os pa icipan es se ão in o mados ace ca da du ação da mesma, o mo i o pelo qual o am selecionados, o obje i o da en e is a e o seu con ibu o u u o. As ques ões da con idencialidade de e ão ambém se abo dadas an es da ealização da mesma. Depois da adminis ação da en e is a, os dados de e ão se ansc i os na ín eg a. De e ão ambém se e e uadas á ias lei u as pa a con e i e ce i ica o igo da ansc ição. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 13 4 In es igação Empí ica O p esen e capí ulo di ide-se em ês subcapí ulos. No p imei o subcapí ulo se á ei a a ap esen ação dos ques ioná ios a odas as emp esas cujas candida u as o am ap o adas ao ab igo do ins umen o "C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT". No segundo subcapí ulo se á ap esen ado o ques ioná io ealizado a algumas PME com ca ac e ís icas semelhan es às an e io es mas que não ealiza am in es imen o na implemen ação e c iação do ins umen o an e io men e mencionado (população de con olo), e po úl imo, no e cei o subcapí ulo, i emos ap esen a in o mação ela i a a 2 en e is as ealizadas a emp esas em si uações dispa es, numa em que o esul ado da implemen ação do p oje o oi bas an e posi i o e nou a em que os esul ados o am nega i os após a implemen ação do mesmo de o ma a comp eende melho as causas do sucesso e do insucesso. Ambos os ques ioná ios o am subme idos a uma alidação de o ma a comp eende e os, dú idas e a é pe mi i algumas suges ões po pa e de um pequeno núme o de emp esas pa a, caso pudessem exis i co eções, ossem ealizados adequações numa ase p é ia. 4.1 Ca ac e ização das emp esas que ob i e am inanciamen o a a és do QREN Fundamen al pa a o enquad amen o e espe i a segmen ação das emp esas analisadas, no si e do p og ama o am analisadas odas as in o mações ele an es enquad adas no âmbi o da p óp ia candida u a ao p og ama. Fo am ecolhidas in o mações da CAE (Classi icação Po uguesa de A i idades Económicas), Regiões, Sec o es, Da as de ap o ação dos p oje os, In es imen os e incen i os ob idos. Den e as 92 emp esas incluídas no p og ama do QREN e que o am analisadas e são pa e in eg an e des e es udo a sua g ande maio ia pe ence à egião no e e cen o, com 40 e 39 emp esas ep esen adas, espe i amen e, de seguida segue-se Lisboa, com 8, Alen ejo com 3 e, po im, Alga e com 2. Des as 92 emp esas, 60 azem pa e do sec o de se iços, seguindo-se a Indús ia com 25 emp esas, Comé cio com 5 e Cons ução com 2 emp esas. Po egiões é possí el e i ica que na Região Cen o exis i am 18 emp esas de Se iços, 16 ligadas a Indus ia, 2 de cons ução e 2 de comé cio. Na Região No e 31 emp esas de se iços, 8 de Indus ia e 1 de comé cio. Na Região de Lisboa e Vale do Tejo odas as emp esas pa icipan es êm como se o base os se iços. Na Região do Alen ejo 1 emp esa de Indus ia, 1 de comé cio e 1 de se iços. Po im na Região do Alga e, 1 emp esa de se iços e ou a de comé cio. Rela i amen e In es imen o Elegí el exis iu um in es imen o de mais de 24 milhões de eu os epa idos pelo o al das emp esas o que o iginou uma média de in es imen o po emp esa na o dem dos 269 mil eu os. No quad o des e alo , o incen i o público oi supe io a 11 Milhões no o al (ce ca de 46%), dando uma média de incen i o po emp esa de 125 mil eu os, ap oximadamen e. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 14 4.1.1. Ques ioná io di ecionado às emp esas que ob i e am inanciamen o a a és do QREN Após e em sido iden i icadas odas as emp esas que eco e am ao inanciamen o do QREN no âmbi o do ins umen o "C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT", no o al 92 emp esas, oi ealizado um ques ioná io que oi encaminhado pa a odas es as emp esas a a és de co eio elec ónico. Após es e p imei o en io o am ecebidas apenas 5 espos as, após ap oximadamen e 7 dias ú eis oi eencaminhado no o co eio elec ónico a solici a de no o a colabo ação apenas pa a as emp esas que não esponde am e ob i e am-se mais 3 espos as. Após es e pe íodo pa iu-se pa a o con ac o ele ónico de o ma a ob e o maio núme o de espos as possí el, con abilizando um o al de 32 espos as (24 espos as po ele one). Os esul ados ob idos são ap esen ados em seguida após a sua análise e em con o midade com as espe i as ques ões obse adas no ques ioná io. ! Média! Máximo! Mínimo! Como!a alia!o!impac o!do! in es imen o?! 4,3! 5! 2! De o ma a comp eende a sa is ação po pa e das emp esas e i icou-se a a és da u ilização de uma escala de Like (de 1 a 5) que a maio ia das emp esas se mos ou bas an e sa is ei a com a opção omada, ha endo uma média de 4,3 pon os, e exis indo apenas uma espos a que classi icou como 2 pon os, ou seja, conside ando nega i o es e in es imen o, sendo es e o alo mais baixo. ! Média! Máximo! Mínimo! Com!a!in o mação!que! em!hoje! epe i ia!a!decisão?! 4,3! 5! 1! Ve i ica-se que a maio ia das emp esas apos a a de no o nes e p og ama de in es imen o, idên ico ao impac o do in es imen o e e ido an e io men e, exis indo uma média no o al das emp esas de 4,3 pon os. ! Média! Máximo! Mínimo! Sen iu!melho ias!em!alguns!des es! componen es:!G!P ocesso! 3,8! 5! 2! Sen iu!melho ias!em!alguns!des es! componen es:!G!P odu o/Se iço! 4,0! 5! 1! A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 15 Sen iu!melho ias!em!alguns!des es! componen es:!G!Me cados! 3,8! 5! 1! Es es ep esen am alguns dos componen es que o p og ama p ocu a a melho a , ou seja, ao ní el do p ocesso a a és da conceção ou melho ias ao ní el do “p odu o/se iço”, sendo es es bene ícios p incipalmen e a a és do “p ocesso p odu i o”, ge almen e ep esen ando aumen os de p odu i idade e/ou edução de cus os. Também ao ní el dos “p odu os/se iços” com modi icações comp eendidas pelos consumido es no ge al. E po im, ao ní el de me cados com o e o ço de compe ências pa a no os me cados. Ve i icamos que em odos eles a maio ia das emp esas e i icou melho ias após o inanciamen o, no caso das componen es “p ocesso” e “me cados” com uma média de 3,8 pon os em 5 e na componen e “p odu o/se iço” as emp esas sen i am ainda mais melho ias pe azendo uma média de 4,0 pon os em 5. ! Média! To al! Máximo! Mínimo! Qual!o!núme o!a ual!de! abalhado es?! 68! 2187! 250! 3! Rela i amen e ao núme o de abalhado es, as emp esas são mui o he e ogéneas, em média cada emp esa em 68 colabo ado es, sendo que a emp esa que em mais abalhado es oi uma com 250 abalhado es e no campo in e so ou a com 3 abalhado es. No o al das 32 emp esas que esponde am ao ques ioná io, exis em 2.187 abalhado es. Algumas das emp esas que implemen a am es e p oje o p e e i am du an e ou pos e io men e c ia uma join en u e ou uma emp esa especí ica e dedicada à Ino ação daí, po exemplo, aze em pa e de alguns g upos de maio dimensão mas a emp esa que ge e e se dedica à explo ação da a i idade do núcleo e um meno núme o de abalhado es. Compa ando)o)pe íodo)an es) com)o)pe íodo)depois:) Diminuiu! +10%! Diminui! a é!10%! Man e eG se! Aumen ou! a é!10%! Aumen ou! +10%! Média! aumen o! A! a u ação! a iou?! 0! 1! 7! 12! 12! ±7,3%! O!núme o!de! abalhado es! a iou?! 1! 0! 12! 7! 12! ±6,3%! Quando analisada a a u ação compa ando o pe íodo an es do in es imen o ealizado com o pe íodo depois a a u ação na maio ia aumen ou, em 24 emp esas (75% do o al), co espondendo a uma média de aumen o de 7,3%. Apenas uma emp esa e e iu que a sua a u ação diminui, o que aduz um e ei o signi ica i amen e posi i o ao ní el da a u ação. A ques ão da a iação do núme o de abalhado es, compa ando o pe íodo an e io com o pe íodo após a c iação do p og ama, é cla o, 12 emp esas e e i am que aumen ou +10%, 7 emp esas em que aumen ou mas a é 10% do seu núme o o al, em 12 emp esas o núme o man e e-se e apenas numa es e alo diminui, o que pe mi e quan i ica um aumen o de 6,3% no núme o o al de abalhado es. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 16 P odu i idade!po ! abalhado ! 1,1%! C uzando os esul ados an e io men e anunciados, e i ica-se um aumen o da p odu i idade po abalhado de 1,1% o que ansmi e bons esul ados dos p og ama não só ao ní el do emp ego e da a u ação como ambém da p odu i idade ( a u ação po abalhado ). 4.1.2. Ques ioná io di ecionado às PME De o ma a comp eende melho a di e ença en e as emp esas que se candida a am ao p og ama com as es an es emp esas, decidimos seleciona uma amos a de con olo de o ma a pode mos i a algumas conclusões. Pa a isso, obse amos as ca ac e ís icas das emp esas exis en es no ins umen o do QREN e en amos es uda a e olução de emp esas semelhan es, que ao ní el de pode inancei o (PME Líde ou Excelência) e que ao ní el de colabo ado es (PME) que não se candida a am ao p og ama de incen i o às a i idades de I&DT. Es e segundo ques ioná io oi especí ico pa a o caso, e o am en iados 100 e-mails, onde apenas ob i emos 2 espos as; após ap oximadamen e 7 dias ú eis oi eencaminhado no o e- mail a pedi de no o a colabo ação pa a as emp esas que não esponde am e ob i e am-se mais 2 espos as. Após es e pe íodo op ou-se po ealiza o con ac o ele ónico de o ma a ob e o maio núme o de espos as possí el, con abilizando 11 espos as no o al (7 po ele one). ! Sim! Não! Te e!conhecimen o!do!ins umen o!QREN! in i ulado!"C iação!e! e o ço!de! compe ências!in e nas!I&DT/Núcleos! I&DT"?! 36%! 64%! Podemos cons a a que mais de 64% das emp esas não inha conhecimen o do p og ama em causa, nes e caso não oi suge ido mais nenhum c i é io pa a complemen a os p opos os. ! Média! Máximo! Mínimo! Com!a!in o mação!que! em!hoje! epe i ia!a! decisão!de!não!se!candida a ?! 3,5! 5! 2! De aco do com a classi icação ob ida obse amos que mesmo após ob e em algum conhecimen o sob e o p og ama, mais de me ade man e ia a opção de não se candida a . A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 17 ! Média! Máximo! Mínimo! Sen e!necessidade!de!melho ia!no! P ocesso?! 4,3! 5! 2! Sen e!necessidade!de!melho ia!no! P odu o/Se iço?! 3,3! 5! 1! Sen e!necessidade!de!melho ia!nos! Me cados?! 3,6! 5! 3! De o ma a c ia uma co elação com o inqué i o 1, omos p ocu a comp eende ao ní el das componen es (ou a á eis) “p ocesso, p odu o/se iço e me cados” e du an e o mesmo pe íodo de empo que deco eu o p og ama do QREN (2007-2013). Enquan o na p imei a componen e, no p ocesso, exis e uma média ponde ada de 4,3 pon os num o al de 5, a componen e “p odu o/se iço” ap esen a uma média de 3,5 pon os e em elação aos “me cados”, que su gem com 3,8 pon os. Conseguimos obse a que a média p eponde ada dos componen es p odu o/se iço e dos me cados é in e io ao inqué i o 1, ainda que na componen e p ocesso es e alo seja supe io 4,3 pon os pa a 3,8 pon os em 5. ! Média! To al! Máximo! Mínimo! Qual!o!núme o!a ual!de! abalhado es?!! 112! 1233! 270! 17! O núme o de abalhado es das emp esas de con olo em g ande he e ogeneidade, em média cada emp esa em 112 colabo ado es, sendo que a emp esa que em mais abalhado es oi a F.Ramada S.A. com 270 abalhado es e, no campo in e so, com 17 abalhado es emos a Fáb ica de Calçado Mes a, no o al das 11 emp esas exis em ce ca de 1233 abalhado es. Compa ando)o)pe íodo)de)2007)com) 2014:) Diminuiu! +10%! Diminui! a é! 10%! Man e eG se! Aumen ou! a é!10%! Aumen ou! +10%! Média! aumen o! A! a u ação! a iou?! 2! 0! 2! 1! 6! ±5,9%! O!núme o!de! abalhado es! a iou?! 2! 0! 2! 2! 5! ±5,0%! Quando analisada a a iação da a u ação com o pe íodo de du ação do p og ama de o ma a ob e uma base de compa ação (2007 a é 2013) mais de 80% man e e-se pelo menos ou a é aumen ou. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 24 4.3 Resumo dos esul ados do es udo Es e es udo es á es u u ado em ês e en es, a p imei a ase é compos a po um ques ioná io di ecionado às emp esas que ob i e am inanciamen o do ins umen o do QREN onde demons a am que o p og ama e elou-se um sucesso endo exis ido mais de 93% das espos as sido a aliadas de o ma posi i a ou mui o posi i a. Cons a ei nas espos as aos ques ioná ios que os esul ados indicam que, de uma manei a ge al e maio i á ia, o p oje o oi conside ado pelas emp esas como posi i o. O impac o oi indiscu i elmen e a o á el na a u ação (±7,3%), no emp ego (±6,3%) e na p odu i idade das emp esas (+1,1%), exis indo um aumen o subs ancial em odos es es pa âme os ela i amen e à amos a de con olo. Assim, pa indo da análise às espos as dos segundos ques ioná ios de con olo, ei os às PME, que não se candida a am ao p og ama, mas que êm ca ac e ís icas compa á eis (nº de abalhado es/ colabo ado es e ao ní el económico) e i iquei que, apesa de e em ambém exis ido ní eis posi i os, que ao ní el económico que no melho desempenho das emp esas, hou e uma melho ia na a u ação (±5,9%), no emp ego (±5,0%) e na p odu i idade das emp esas (+0,9%), es es alo es não a ingi am os dados alcançados pelas emp esas em análise no p imei o ques ioná io, de ealça que apenas ês delas não in es em em I&D. Ao analisa as en e is as a duas emp esas selecionadas como ep esen a i as dos casos de sucesso e dos casos de insucesso, imos que, ambas as emp esas conside am impo an e e c ucial a apos a em I&DT e que os núcleos êm no desen ol imen o económico e no melho desempenho das emp esas um papel ulc al pa a o seu c escimen o e a i mação no me cado. Ambas as emp esas es udadas a i ma am in e esse em colabo a após o conhecimen o do ema e em acompanha a in es igação na á ea pedindo uma cópia/exempla do abalho inal o que demons a a impo ância des e ema pa a as mesmas. Uma pa e impo an e do caso da emp esa que a aliou como nega i o o in es imen o, demons ou a a és da en e is a que ao ní el da apos a na c iação/desen ol imen o de p odu os, o obje i o oi conc e izado, pa a além disso, ob e e uma melho ia ao ní el dos no os pa adigmas de abalho. De o ma menos posi i a oi a eceção dos consumido es nacionais, o que ob igou a emp esa a i a -se pa a no os me cados e elando uma g ande adap abilidade de ido ao a o su p esa que pode su gi na conceção des e ipo de p oje os. Po an o, posso conclui que a apos a em á ios p oje os de ino ação, de di e en es e en es, pe mi em uma maio pe meabilidade ao isco, consen indo assim uma al e na i a de in es imen o, is o que é possí el ob e luc o mesmo que nalguns casos não a injam os obje i os inicialmen e p opos os. No en an o, a p incipal limi ação encon ada baseia-se na bu oc acia e cus os associados, o que implica um emendo es o ço do ecido emp esa ial. Apu ei a a és da en e is a à emp esa do caso de sucesso que o in es imen o ealizado e e um eedback o almen e posi i o. Es e e o no não oi só a ní el económico como oi ambém ao ní el das compe ências da emp esa e dos abalhado es, c iação de no os p odu os e se iços e ainda a melho ia do seu posicionamen o no me cado. Ou o aspe o a salien a é que, al como na emp esa ep esen a i a do caso de não sucesso, ambém se e i icou um aumen o na adap abilidade da emp esa ao me cado, endo ha ido um aumen o da compe i i idade. No que conce ne às compe ências dos abalhado es há que essal a a A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 25 impo ância do pe il indicado pa a in eg a es es núcleos de I&DT is o que es e é undamen al pa a a ingi o sucesso da o ganização, a in eg ação de colabo ado es com as quali icações p e endidas, pois é cada ez um dos a o es di e enciado es pa a a a i mação do ecido emp esa ial. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 26 5 Conclusão Es e capí ulo, sendo o úl imo, p e ende esumi o con ibu o dado pelo es udo ealizado, indicando ainda quais as p incipais conclusões e suge indo ainda o sen ido em que pode ão segui as pesquisas pa a uma in es igação u u a. Adicionalmen e p e ende-se i a ilações quan o aos obs áculos sen idos po odos os in e enien es des e p og ama de incen i o ao desen ol imen o das a i idades de I&DT nas PME po uguesas. 5.1. Conclusões Ge ais Inicialmen e, o p incipal obje i o des a disse ação consis iu em in es iga o impac o do p og ama do QREN de apoio inancei o aos núcleos de I&DT, a sua elação no ecido emp esa ial, comp eende os p ocessos de a uação e o seu impac o. Des e modo, p ocu ei encon a dados sob e as emp esas que o am inanciadas no quad o do p og ama de o ma a se possí el i a as melho es conclusões de uma o ma he e ogénea e c edí el, a a és de uma g ande di e sidade sec o ial, como po exemplo se iços, comé cio, anspo es e indús ia. Pa a al, apoiei-me em concei os eó icos, ques ioná ios e en e is as, de o ma a e e ua uma análise c i e iosa e po conseguin e, ac escen a uma isão di e en e com o obje i o de ajuda emp esas e po enciais in e essados na á ea de I&DT nas o ganizações. Adicionalmen e, con ém e e i que a minha posição egeu-se semp e pela impa cialidade e p ocu a pela melho análise possí el dos dados e esul ados ob idos. Pa a elabo ação des e es udo u ilizei dois ques ioná ios, o p imei o ealizado às 92 emp esas que o mam a população in e encionada e ao qual esponde am 32 emp esas que eco e am ao inanciamen o "C iação e Re o ço de Compe ências In e nas de I&DT/Núcleos de I&DT" e o segundo ques ioná io, ealizado a uma +população de con olo o mado po 100 emp esas e ao qual esponde am 11 PME, as quais não se candida a am a es e p og ama. Po an o, no p imei o ques ioná io p e endi ob e uma isão global de o ganizações e e en es ao caso em in es igação e, no segundo, e e uei um ques ioná io com o in ui o de comp eende quais os obs áculos encon ados pa a que não i essem apos ado nes e p og ama. Ou o in ui o do es udo oi de ambém pode compa a o desempenho an o a ní el económico como de c escimen o, das emp esas do p imei o ques ioná io (in e encionadas), no sen ido de ob e in o mação mais de alhada, numa segunda ase ealizei duas en e is as, uma delas a uma emp esa ep esen a i a dos casos de sucesso e ou a ep esen a i a dos casos de menos sucesso. Após a análise das espos as ob idas é possí el i a as seguin es conclusões: a) As emp esas que o am in e encionadas pelo p og ama consegui am, de uma o ma ge al e maio i a iamen e, melho a a sua pe o mance; b) A ino ação oi undamen al em odas as emp esas pa a a ob enção de sucesso; c) O impac o do inanciamen o oi a o á el e epe cu iu melho amen os na a u ação, no emp ego e na p odu i idade po abalhado ; d) As emp esas conside am que a ino ação e o ca ác e emp eendedo melho a am e são a ualmen e pila es essenciais pa a o seu c escimen o e compe i i idade; A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 27 e) Os casos de insucesso de em-se p incipalmen e a bu oc acia e cus os associados; ) Compa ando com a população de con olo, as emp esas in e encionadas i e am melho pe o mance. De aco do com um es udo ecen e as emp esas ino ado as c escem 15 po cen o mais ápido em endas e 8 po cen o em e mos de p odu i idade de abalho do que as emp esas que não in es i am em ino ação. Ou o pon o ulc al é a apos a em I&D que con ibui signi ica i amen e pa a as endas (14 po cen o) e de c escimen o da p odu i idade do abalho (7 po cen o). (Wo ld Bank, 2013). Ao analisa duas di e en es pe spe i as, opos as no seu g au de sa is ação com o obje i o de aze pa a o es udo uma isão eal e mais comple a do ema em causa pe mi iu conclui que a apos a em di e en es p oje os no âmbi o na ino ação p omo em uma maio di e si icação do isco, azendo com que no caso de um p oje o não co e ão bem possam exis i ou os que o compensem. Ainda assim uma limi ação exis en e nos p og amas p ende- se com a bu oc acia e cus os associados, o que implica um emendo es o ço ao ní el emp esa ial o que ai eque e po pa e de odas as en idades en ol idas p ocu a de no as soluções. Con o me o IAPMEI (2002) Po ugal egis ou a mais ele ada axa de e olução em e mos de ino ação no espaço comuni á io, o que demons a uma g ande apos a po pa e das emp esas po uguesas apesa de ainda es a abaixo da média eu opeia. As nossas conclusões es ão de aco do com o ela ó io que conclui que na gene alidade, os indicado es que mais c esce am, ob i e am in es imen o público e assim ap oxima am a UE dos países que mais de des aca am Es ados Unidos e Japão. Es es países des acam-se po se em as economias mais ino ado as que em conco dância com uma das en e is as demons a que es e in es imen o comuni á io é dinamizado an o ao ní el económico, como ao ní el das compe ências e quali icações dos seus colabo ado es, o que pe mi e que as emp esas possam des a o ma ob e um e o no e assim po encia o c escimen o da o ganização e o espe i o aumen o da sua compe i i idade. 5.2. Limi ações e p opos a pa a in es igação u u a Ao longo da in es igação o am sendo encon adas algumas limi ações. A p imei a p ende-se com o ac o de a ualmen e já exis i um no o p og ama quad o em cu so que eio subs i ui o QREN, o qual se designa po PORTUGAL 2020, apesa des e no o p og ama ambém in es i em I&DT, mas em di e en es moldes. A segunda limi ação é o ac o de e expe ienciado cons angimen os ao ní el da coope ação de ou as en idades, nomeadamen e emp esas que não se mos a am dispos as a pa icipa no es udo, o que di icul ou bas an e a ecolha de in o mação, nes e que é um abalho de eo académico que pa e da in o mação o necida pelas emp esas in e encionadas e que p e ende i a conclusões sob e o e ei o de um incen i o inancei o ao ní el da pe o mance das emp esas de modo a auxilia e melho a as emp esas que in es em e/ou p e endem in es i em ino ação. Cas o Almeida a ual sec e á io de Es ado do Desen ol imen o Regional, a i mou que exis e uma necessidade de se medi esul ados e que exis e um g ande abalho a aze , pois a é ago a “a maio pa e das ezes mede-se o sucesso das polí icas públicas pelo dinhei o que A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 28 lá se me e”, (Sil a es, 2015). De ido à maio exigência po pa e dos cidadãos e ainda às melho ias dos p og amas po pa e de quem deles usu ui é impo an e pode em-se i a as de idas consequências, po ou as pala as, é ulc al uma análise mais consis en e das candida u as e dos esul ados ob idos, is o que não se de e a alia um p oje o apenas pelo alo absolu o do in es imen o público em e mos mone á ios, o que demons a a ele ância des e es udo. Uma suges ão pa a uma possí el in es igação u u a é a análise dos núcleos de I&DT em me cados ex e nos como, po exemplo, em Espanha, de modo a comp eende e compa a os mé odos e écnicas u ilizados de o ma a melho a o p ocesso de in es imen o em ino ação e com is o en a alcança um pa ama de excelência no que oca às candida u as, a ibuição e desen ol imen os dos p oje os. Se ia in e essan e a aplicação des e es udo como pon o de pa ida pa a as emp esas que es i essem in e essadas em desen ol e e in es i nas compe ências ao ní el da I&DT e/ou da c iação do núcleo I&DT. A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 29 Re e ências e Bibliog a ia Aake , D.A.; Kuma , V. e Day, G.S., (2001). Ma ke ing Resea ch, 7, John Wiley & Sons, Inc., New Yo k. A ow, K. J., (1962b). “Economic Wel a e and he Alloca ion o Resou ces o In en ion”, In he Ra e and Di ec ion o In en i e Ac i i y: Economic and social ac o s, P ince on Uni e si y P ess, 609-626. 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Cohesion Policy, 2007-13 A aliação do impac o dos Núcleos de I&DT na compe i i idade das o ganizações 40 ANEXO G: Ques ioná io Complemen a – Caso não sucesso Ques ioná io Complemen a Es e ques ioná io no âmbi o da ealização da Disse ação de Mes ado em Ino ação e Emp eendedo ismo Tecnológico in eg a á uma in es igação sob e "A aliação do impac o dos Núcleos I&DT na compe i i idade das o ganizações" endo como base o ins umen o QREN in i ulado "C iação e e o ço de compe ências in e nas I&DT/Núcleos I&DT" e p ocu a comp eende qual o impac o des es in es imen os pa a as o ganizações. Após a análise das espos as ob idas a a és dos ques ioná ios, a ossa emp esa oi uma das escolhidas de ido ao ac o do pouco sucesso do p og ama e es e ai se i como base pa a uma análise de es udo e p e endo com o mesmo ap o unda e i a no as conclusões. Iden i icação do en e is ado Ins i uição: Nome: Função: Ques ões Q1: Quais as azões que le a am a que o p og ama não enha alcançado o e o no espe ado? (Di iculdades inancei as? Desenho do p oje o? O que al ou?) Q2: Tem alguma p opos a/suges ão pa a melho ia do p og ama? Q3: Qual a pe cen agem da a u ação que encionam in es i em I&D? Caso não haja apoios nacionais e/ou eu opeus encionam in es i nes a á ea? No im da ealização do es udo i emos pa ilha com a ossa emp esa as conclusões e análise do mesmo. Ob igado, uma ez mais pela ossa colabo ação. An ónio Luís Co eia Cos a Fon e: Elabo ado pelo Au o