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Relatório de Estágio Profissional - Uma visão geral do Estágio Profissional

António Jorge Martins Barbosa

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Uma isão ge al do Es ágio P o issional Rela ó io de Es ágio P o issional ap esen ado à Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o, com à is a à ob enção do g au de Mes e em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básicos e Secundá ios ao ab igo do Dec e o-Lei nº74/2006 de 24 de ma ço e do Dec e o-Lei nº43/2007 de 22 de e e ei o. P o . O ien ado a: Dou o a Zélia Ma os An ónio Jo ge Ma ins Ba bosa Po o, Se emb o 2014 II Ficha de Ca alogação Ba bosa, A. (2014). Uma isão ge al do Es ágio P o issional. Po o: A. Ba bosa. Rela ó io de Es ágio P o issional com is a à ob enção do g au de Mes e em Ensino da Educação Física nos Ensinos Básico e Secundá io, ap esen ado à Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o. Pala as-cha e: EDUCAÇÃO FISICA; ESTÁGIO PROFISSIONAL, PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM. III Dedica ó ia A ós meus pais, Vi gínia e A naldo, po se mos a amília eliz que somos, po me e em apoiado semp e nos bons e maus momen os e po me e em p opo cionado a possibilidade de me o ma . IV V Ag adecimen os Ao longo des e pe cu so o am á ias as pessoas e iden idades que o am imp escindí eis no mesmo e que ap o ei o ago a pa a ag adece : À Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o esponsá el pela minha o mação nos úl imos 2 anos a ní el pessoal e p o issional. À minha P o esso a O ien ado a de Es ágio, a P o esso a Dou o a Zélia Ma os, pela disponibilidade e apoio, e p incipalmen e po ac edi a no meu abalho. À minha P o esso a Coope an e de Es ágio, a Mes e Manuela Machado, pela dedicação e disponibilidade, pelo conhecimen o ansmi ido e po e p opo cionado o meu c escimen o como u u o p o issional docen e. Ao P o esso Coope an e do núcleo 2, o Mes e José Soa es, pelo conhecimen o pa ilhado e disponibilidade pa a me auxilia na supe ação de di iculdades. Aos meus colegas de núcleo de es ágio, Inácio Sil a, Rica do Ca nei o e Sé gio Oli ei a, pela pa ilha das di iculdades, conhecimen os e pelo apoio semp e p esen e. Aos es udan es es agiá ios do núcleo 2, Dua e A aújo e Paulo Ca doso, pelo cons an e abalho de equipa e companhei ismo. À minha u ma, pelos desa ios que me coloca am, e des e modo, p opo cionado uma pe mu a de ap endizagens cons an e. A oda a comunidade educa i a da Escola Secundá ia D. Dinis, que me ecebeu nes e ano le i o como es udan e es agiá io e pela o ma simpá ica e a á el com que me a a am odos os dias. Ao SGJ, pelos conselhos e apoio ao longo de odo o meu p ocesso de o mação. Ao Fu ebol Clube Paços de Fe ei a po comp eende em a minha meno disponibilidade e me e em semp e apoiado. A odos eles, o meu mui o OBRIGADO! VI VII Índice Dedica ó ia ................................................................................................................................... III Ag adecimen os ............................................................................................................................ V Índice Figu as ............................................................................................................................... IX Resumo ......................................................................................................................................... XI Abs ac ...................................................................................................................................... XIII 1- In odução ......................................................................................................................... - 1 - 2- Dimensão Pessoal .............................................................................................................. - 3 - 2.1- Re lexão Au obiog á ica ................................................................................................. - 3 - 2.2- Expec a i as em elação ao Es ágio P o issional ........................................................... - 4 - 3- Enquad amen o da P á ica ............................................................................................... - 7 - 3.1- Enquad amen o Legal do es ágio p o issional ............................................................... - 7 - 3.2- Enquad amen o Ins i ucional do es ágio p o issional ................................................... - 8 - 3.2.1- A escola como Ins i uição ....................................................................................... - 8 - 3.2.2- Ag upamen o de escolas D. Dinis ........................................................................... - 8 - 3.2.3- Ins alações da escola secundá ia D. Dinis ............................................................... - 9 - 3.2.4- Núcleo de es ágio .................................................................................................. - 11 - 3.2.5- Ca a e ização da u ma ......................................................................................... - 11 - 4- O ganização e Ges ão do P ocesso Ensino Ap endizagem ............................................. - 19 - 4.1- Planeamen o ................................................................................................................ - 19 - 4.1.1- Planeamen o Anual ............................................................................................... - 20 - 4.1.2- Planeamen o Unidade Didá ica ............................................................................ - 22 - 4.1.3- Plano de Aula ........................................................................................................ - 24 - 4.2- Realização da P á ica P o issional ................................................................................ - 26 - 4.2.1- Ins ução ............................................................................................................... - 27 - 4.2.2- Clima e Disciplina da Aula ..................................................................................... - 28 - 4.2.3- Ges ão ................................................................................................................... - 29 - 4.3- A aliação ...................................................................................................................... - 31 - 4.3.1- A aliação Diagnós ica ........................................................................................... - 31 - 4.3.2- A aliação Suma i a ............................................................................................... - 32 - 4.3.3- Au oa aliação ........................................................................................................ - 33 - 4.4- Obse ação como meio de o mação da compe ência p o issional do p o esso ...... - 34 - 5- Pa icipação na Escola e Relação com a Comunidade .................................................... - 35 - 5.1- Di eção de Tu ma ......................................................................................................... - 35 - 5.2- Con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde, e “Fi - Games” ............ - 37 - VIII 5.2.1- Con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde ............................... - 37 - 5.2.2- “Fi - Games” .......................................................................................................... - 39 - 6- Es udo .............................................................................................................................. - 43 - 6.1- Tí ulo ............................................................................................................................ - 43 - 6.2- Obje i o ........................................................................................................................ - 43 - 6.3- Enquad amen o do ema ............................................................................................. - 43 - 6.3.1- En endimen o de Capacidade Mo o a .................................................................. - 45 - 6.3.2- Noção de T eino Funcional ................................................................................... - 45 - 6.4- Ma e ial e Mé odos ..................................................................................................... - 47 - 6.4.1- Implemen ação do P og ama de T eino ............................................................... - 47 - 6.4.2- Ca ac e ização das u mas sujei as ao P og ama ................................................. - 48 - 6.4.3- Con eúdos do P og ama Aplicado ........................................................................ - 48 - 6.5- T a amen o dos Dados ................................................................................................. - 52 - 6.6- Resul ados e Discussão ................................................................................................ - 53 - 6.6.1- Tu mas da Escola Secundá ia D. Dinis sujei as ao p og ama Fi school ................ - 54 - 6.6.2- Resul ados Tu ma F ............................................................................................... - 56 - 6.7- Conclusões ................................................................................................................... - 57 - 6.8- Bibliog a ia ................................................................................................................... - 59 - 7- Conclusões e Ilações pa a o Fu u o ................................................................................. - 61 - Re e ência Bibliog á icas ......................................................................................................... - 63 - Anexos ....................................................................................................................................... XVII IX Índice Figu as Figu a 1: Ins alações da ESDD…………………………………………………………………. -10- Figu a 2: Ca a e ização da u ma, géne o – G á ico 1……………………………………….. -12- Figu a 3: Ca a e ização da u ma, á ea de esidência – G á ico 2…………………………. -12- Figu a 4: Ca a e ização da u ma, si uação p o issional dos pais – G á ico 3…………….. -13- Figu a 5: Ca a e ização da u ma, p oblemas de saúde – G á ico 4……………………….. -13- Figu a 6: Ca a e ização da u ma, classi icações do ensino secundá io – G á ico 5…….. -14- Figu a 7: Ca a e ização da u ma, gos o pela Educação Física – G á ico 6………………. -14- Figu a 8: Ca a e ização da u ma, p e e ência de modalidades – G á ico 7………………. -15- Figu a 9: Ca a e ização da u ma, modalidades com maio es di iculdades – G á ico 8…. -15- Figu a 10: Ca a e ização da u ma, sabe nada – G á ico 9……………………………….. -16- Figu a 11: Ca a e ização da u ma, mo i ação pa a as aulas de Educação Física – G á ico 10…………………………………………………………………………………………. -16- Figu a 12: Ca a e ização da u ma, di eção da mo i ação – G á ico 11…………………… -17- Figu a 13: Ca a e ização da u ma, p á ica de a i idade ísica – G á ico 12………………. -17- Figu a 14: Ca a e ização da u ma, modalidade ede ada – G á ico 13…………………… -18- Figu a 15: Alunos en ol idos no P og ama de T eino……………………………………….. -48- Figu a 16: Exe cícios que compõe o Tes e de Repe ições………………………………….. -49- Figu a 17: Tes e do Ci cui o…………………………………………………………………….. -51- Figu a 18: Resul ados da Compa ação Ge al - Sexo 0……………………………………… -54- Figu a 19: Resul ados da Compa ação Ge al - Sexo 1……………………………………… -55- Figu a 20: Resul ados da Tu ma F : Sexo 0………………………………………………….. -56- Figu a 21: Resul ados da Tu ma F : Sexo 1………………………………………………….. -57- - 2 - escola idade, semp e supe isionado pela p o esso a coope an e e o ien ado pela p o esso a o ien ado a. O p esen e documen o oi elabo ado na ânsia de expo as expe iências e i ências que oco e am ao longo des e ano le i o. Des e modo, p ocu o ap esen a o meu pe cu so enquan o es udan e-es agiá io. O ela ó io de es ágio es á es u u ado em qua o g andes emas. O p imei o ema é a “dimensão pessoal”, onde é ap esen ado o meu pe cu so, as minhas expe iências despo i as, as expec a i as e ambições em elação ao es ágio p o issional. O segundo ema é o “enquad amen o da p á ica p o issional” que inclui o enquad amen o legal e o enquad amen o ins i ucional. O e cei o ema des e documen o é “ ealização da p á ica p o issional”, onde é expos a e e le ida oda a p á ica p o issional, o úl imo ema é a “conclusão” des e ela o do pe cu so des e ano le i o como es udan e es agiá io. - 3 - 2- Dimensão Pessoal 2.1- Re lexão Au obiog á ica A e lexão au obiog á ica não se á apenas uma desc ição da minha his ó ia de ida, i ei ealça as minhas ca a e ís icas e i ências que in luencia am a minha pe ceção do que é se p o esso de Educação Física que acaba am po me ajuda na escolha do caminho a segui . Segundo Go i (2001) a aje ó ia de ida em uma impo an e in luência na inse ção do p o esso inician e na ca ei a, sendo um dos a o es que in e e e no seu p ocesso de adap ação ao con ex o escola . A pessoa e o p o issional não são indi íduos di e en es, pelo que um in luencia mesmo que in olun a iamen e o ou o. Eu, An ónio Jo ge Ma ins Ba bosa, nascido em 1991 e na u al de Ei iz, Paços de Fe ei a, i ei licencia u a pelo Ins i u o Supe io da Maia em Educação Física e Despo o en e 2009 e 2012. O gos o pela p á ica despo i a iniciou-se desde mui o cedo na minha ida, desde que me lemb o que udo que osse Despo o eu gos a a de p a ica e inha p aze com o mesmo. Aos seis anos iniciei a minha a i idade ísica nas Piscinas de Paços de Fe ei a onde p a iquei na ação du an e 3 anos, oi uma expe iência en iquecedo a apesa de p imá ia. Aos no e anos con a ei com a minha maio paixão no Despo o, o Fu ebol, ui ede ado pelo Fu ebol Clube Paços de Fe ei a a é aos 19 anos e oi sem dú ida nes a modalidade e a a és dela e do que ela p opo ciona que g ande pa e da minha e olução como pessoa exis iu, o que sou hoje de e-se em mui o aos alo es que me incu i am lá. Desde o ano de 2010 que es ou em unções de einado no Fu ebol Clube Paços de Fe ei a, o que me o gulho pela con iança que me de am nesse sen ido e que es ou a aga a com abalho e dedicação nas minhas no as unções no Fu ebol Clube Paços de Fe ei a. No ensino, pa a além da Educação Física, ui semp e ep esen a as escolas po onde ui passando a ní el dis i al no co a-ma o, es i e ligado ao - 4 - Badmin on no Despo o Escola du an e dois anos que oi uma expe iência di e en e do que eu es a a habi uado, de ido ao ac o de se um despo o indi idual, mas e e o papel de me aze pe cebe que não e a só de u ebol que eu gos a a, mas sim de Despo o. A o ma en usias a e con ic a com que a g ande maio ia dos p o esso es de Educação Física que se c uza am na minha o mação me ansmi i am a impo ância do Despo o e da Educação Física oi uma das azões pelo qual o gos o e o in e esse pela Educação Física ossem aumen ando cons an emen e. Po odo es e aje o ligado ao Despo o é que não pode ia que e se p o issional de ou a a i idade que não en ol esse isso mesmo, daí e escolhido es a á ea p o issional. O es a ligado ao eino como einado ambém é uma si uação que me ca i a pa a que e se p o esso , po que apesa de e em mui as di e enças são a i idades que se complemen am no meu en ende . Rela i amen e à minha o mação como licenciado, es a oi consumada no Ins i u o Supe io da Maia ao longo de ês anos, em que con a ei com uma as a di e sidade de Despo os e de conhecimen o que ez aumen a o meu conhecimen o den o da á ea. Após o é mino da licencia u a decidi in eg a -me no Mes ado, mas que ia e essa o mação numa ins i uição di e en e, pelo ac o de pode e uma isão di e en e da que me inha sido dada a conhece e assim pode complemen a o conhecimen o que inha indo a se adqui ido, po isso candida ei-me na Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o, que en ei e onde conheci bons p o esso es que me êm ajudado bas an e na minha e olução como u u o p o issional. 2.2- Expec a i as em elação ao Es ágio P o issional O es ágio p o issional oi o culmina da minha o mação inicial pa a p o issional docen e, na qual oi o pon o ulc al na ansição de aluno pa a p o esso . É o local indicado pa a se aze uma ap oximação do conhecimen o académico à ealidade das escolas a a és desse mesmo es ágio, sendo po isso uma pon e de e minan e en e a o mação de p o esso es e a p o issão docen e. É a a és des e desa io que ou c escendo como pessoa, - 5 - caminhando no sen ido de me o na em especialis a do ensino em educação ísica, capaz de esponde às exigências da ação educa i a, ou seja, o na -me compe en e pedagogicamen e, com a pa icipação a i a dos meus colegas es agiá ios, p o esso a coope an e, p o esso a o ien ado a e odas as pessoas que me odeiam e me apoiam nes a e apa. Se á a a és do es ágio, das p á icas e das e lexões que pode ei desen ol e a minha capacidade de obse ação e o mé odo e lexi o. Nes e ma co da minha ida académica, apesa de eu se o p incipal agen e na ap endizagem dos alunos, ambém eles o am agen es a i os da minha o mação, po que oi a a és dos desa ios que me coloca am dia a dia na p á ica, que eu pude esponde aos p oblemas con ocando conhecimen o e capacidades p ece i as, supe ando assim lacunas na minha o mação como u u o p o esso . Ao longo do es ágio p o issional en ei que a minha ap endizagem osse p og essi a e sus en ada, com a coope ação das pessoas que me acompanha am nes a ase já e e idas an e io men e. Não pode ei deixa de salien a as p o esso as o ien ado a e coope an e que com a sua expe iência e com a sua disponibilidade pa a me auxilia em nes a e olução o am undamen ais. Eu en ei passo a passo ul apassa as minhas di iculdades que o am o meu oco de p incipal a enção no es ágio p o issional. Inicialmen e não inha ainda bem p esen e o que espe a pa a es e ano, mas ao longo do es ágio p o issional pude e olui enquan o pessoa e enquan o u u o p o issional. Foi um á duo caminho, mas que com abalho e dedicação deu os seus u os conseguindo supe a as minhas di iculdades ago a exis en es. Nos anos de licencia u a e no ano inicial do Mes ado oi semp e uma incógni a como se ia o meu desempenho numa escola enquan o p o esso ainda que es agiá io e se quando lá chegasse se es a ia p epa ado. Como obje i os pessoais pa a es e es ágio p o issional que ia supe a lacunas na minha o mação inicial, ais como, a al a de con iança pe an e um g upo de pessoas desconhecidas e al a de conhecimen o em algumas modalidades como po exemplo o Basque ebol; pe cebe o papel do p o esso e suas unções den o da ins i uição escola . Quando soube que i ia es agia na escola secundá ia D. Dinis iquei con en e, po que e a a minha p imei a opção. Foi a minha p imei a escolha po dois mo i os p incipais, se uma escola pe o da minha á ea de esidência e po - 6 - sabe que é uma escola que se dedica em mui o à Educação Física e Despo o. Espe a a consegui coloca as ap endizagens da minha o mação em p á ica e aze com que os meus alunos possam e a maio e olução possí el an o educa i o como despo i o. Na comunidade escola espe a a consegui in eg a -me apidamen e e pe cebe as in e ações exis en e na mesma, oi uma das minhas maio es cu iosidades pe cebe como são es abelecidas essas elações. - 7 - 3- Enquad amen o da P á ica 3.1- Enquad amen o Legal do es ágio p o issional O es ágio p o issional do 2ºCiclo de Mes ado do Ensino da Educação Física nos Ensinos Básicos e Secundá io da Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o es á inse ido no 3º e 4ºsemes es, sendo compos o po duas ações, a p á ica de ensino supe isionada e o ela ó io de es ágio. O uncionamen o e es u u a do es ágio p o issional obedecem às o ien ações legais p esen es no Dec e o-lei nº 74/2006 de 24 de Ma ço e o Dec e o-lei nº 43/2007 de 22 de Fe e ei o, obedecendo ambém ao Regulamen o Ge al dos Segundos Ciclos da Uni e sidade do Po o, Regulamen o Ge al dos Segundos Ciclos da Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o e o Regulamen o do Cu so de Mes ado em Educação Física e Despo o. No Regulamen o da Unidade Cu icula do es ágio p o issional cons a que a P á ica de ensino supe isionada sucede inse ido num núcleo de es ágio, com a o ien ação de um p o esso coope an e pe encen e à escola coope an e e um p o esso o ien ado pe encen e à aculdade. Cada es udan e do núcleo de es ágio assume uma das u mas do p o esso coope an e pelo p azo de um ano le i o. Os es udan es es agiá ios êm de exe ce a e as que es ão di ididas pelas qua o á eas de desempenho: Á ea 1 – “O ganização e Ges ão do Ensino e da Ap endizagem”; Á ea 2 e 3 – “Pa icipação na Escola e Relação com a Comunidade”; Á ea 4 – “Desen ol imen o P o issional”. - 8 - 3.2- Enquad amen o Ins i ucional do es ágio p o issional 3.2.1- A escola como Ins i uição “A escola é uma ins i uição de ep odução social, mas ambém espaço social de ans o mação.” (Fe ei a & San os, 1994) É na escola onde se dá o ma ao “Sis ema Educa i o”, que se exp ime pela ga an ia de uma pe manen e ação o ma i a o ien ada pa a a o ece o desen ol imen o global da pe sonalidade, o p og esso social e a democ a ização da sociedade. A missão da escola cen a-se na con ibuição pa a o desen ol imen o da pe sonalidade, da o mação de ca ác e e de cidadania dos seus alunos, bem como pa a a alo ização da Língua e Cul u a po uguesas, assegu a a sua o mação cí ica e mo al, assegu a o di ei o à di e ença an o de sexos, como de e nias, desen ol e a capacidade pa a o abalho e p opo ciona uma sólida o mação ge al de base e uma o mação especí ica pa a a ocupação de um legí imo luga na ida a i a, que pe mi a a cada indi íduo e uma pa icipação a i a no p og esso da sociedade e de ende os seus ideais. A escola como ins i uição de e se inclusi a, pois odos êm o di ei o à educação independen emen e das di e enças que possam e e de e con ibui pa a o espí i o democ á ico, que a a és da sua es u u a, adminis ação e ges ão do sis ema escola em uma o mação democ á ica cons i uída em que os seus in e enien es, alunos, docen es e enca egados de educação êm de desempenha as suas unções, como acon ece na sociedade. 3.2.2- Ag upamen o de escolas D. Dinis A escola secundá ia D. Dinis, na qual oco eu o meu es ágio p o issional, es á inse ida num ag upamen o de escolas, o ag upamen o de escolas D. Dinis - 9 - – 9 escolas, es ando inse idas ambém as escolas EB de Campinhos, EB 2/3 da Ag ela, EB de Pa ada, EB de Ig eja, EB de Sob ecampos, EB de São José, EB de Can im e o cen o escola de A cozelo. Na escola secundá ia D. Dinis es ão insc i os 1024 alunos di ididos po 41 u mas e na o alidade do ag upamen o es ão insc i os 1762 alunos. Na escola secundá ia D. Dinis es e oi o p imei o ano em que oi inse ido o 2ºciclo, a é en ão apenas se leciona am 3º ciclo e ensino secundá io, es e ano já e e 5º ano e no p óximo ano e á os dois anos do 2º ciclo, 5º e 6º ano. A escolha des e es abelecimen o de ensino pa a a ealização do meu es ágio p o issional de eu-se a ques ões de p oximidade da minha á ea de esidência, embo a i esse mais uma escola a uma dis ância idên ica, a escolha ecaiu na escola secundá ia D. Dinis po indicações de es agiá ios de anos ansa os, que o am mui o posi i as à sua escolha. A escola secundá ia D. Dinis si ua-se no concelho de San o Ti so, pe encen e ao dis i o do Po o, na qual se subdi ide em 24 eguesias e na qual a escola secundá ia D. Dinis exe ce a sua in luência. 3.2.3- Ins alações da escola secundá ia D. Dinis A escola secundá ia D. Dinis de ido à equali icação Pa que Escola é uma escola ainda em emodelação, mas que possui boas ins alações apesa dos acessos ainda não se em os melho es. As ins alações da escola secundá ia D. Dinis es ão di ididas po blocos e ins alações despo i as, como indica a igu a seguin e: - 10 - Figu a 1: Ins alações da ESDD As ins alações despo i as que são as que mais nos diz espei o, des acadas na igu a 1, e endo o pa ilhão gimnodespo i o, o ginásio e o poli alen e ex e io so ido as equali icações, es ão em excelen es condições pa a seu usu u o, sendo que o campo ex e io com pis a de a le ismo não es á disponí el pelo ac o de es a ocupado po monoblocos, o que impossibili a a lecionação da unidade didá ica A le ismo. De ac escen a que emos disponí eis em ho á ios e dias p é- de e minados pela Câma a Municipal de San o Ti so e pelo Ginásio Clube de San o Ti so de aco do com p o ocolos, o pa ilhão do Ginásio Clube de San o Ti so, bem como os cou de Ténis e Piscina ambém pe encen es ao Ginásio Clube de San o Ti so. As ins alações do Ginásio Clube de San o Ti so es ão si uadas a sensi elmen e 100 me os da escola secundá ia D. Dinis, não sendo necessá io des e modo anspo es pa a as ins alações. Com as ins alações da escola secundá ia D. Dinis e as do Ginásio Clube de San o Ti so nos momen os disponí eis, a escola secundá ia D. Dinis é uma escola com ins alações excelen es an o em qualidade como em quan idade pa a a lecionação da Educação Física. - 11 - 3.2.4- Núcleo de es ágio O meu núcleo de es ágio e a cons i uído po qua o es agiá ios, pa a além de mim e a compos o ambém pelo Inácio, Sé gio e Rica do e inha como p o esso a coope an e a p o esso a Manuela Machado e p o esso a o ien ado a a p o esso a Zélia Ma os. De ido ao ac o de es a mos dois núcleos na mesma escola, os dois es agiá ios do ou o núcleo, o Dua e e o Paulo, em que o p o esso coope an e e a o p o esso José Soa es unciona am com o nosso núcleo como só de um se a asse na pa ilha de in o mação e de ideias que nos o nou o es ágio mais ico. O núcleo de es ágio inha como o ma de in e ação euniões semanais às e ças e qua as- ei as, pa a além de uma cons an e in e ação a a és de co eio ele ónico com a p o esso a coope an e e po um g upo no acebook en e es agiá ios. Ao longo de odo o ano le i o, nós obse amos semp e as aulas dos es an es es agiá ios o que nos ez e le i sob e as decisões dos mesmos e des e modo aze uma ans e ência pa a as nossas p óp ias decisões. Com as in e ações en e es agiá ios e com a p o esso a coope an e e le indo semp e sob e as p á icas, le ou-nos a in e p e a melho a unção do p o esso e lexi o. 3.2.5- Ca a e ização da u ma Pa a que o p ocesso ensino-ap endizagem seja um p ocesso sus en ado é essencial o p o esso conhece os seus alunos, sendo i al pa a o p o esso enquan o p incipal esponsá el do p ocesso cen ado nos alunos. A ca a e ização da u ma a a és da eunião de conselho de u ma e a a és das ichas indi iduais de aluno são o mas que os p o esso es êm á sua disposição pa a melho conhecimen o dos alunos e des e modo e em dados conc e os das ca ac e ís icas enquan o g upo e indi íduos ele an es pa a o p ocesso ensino-ap endizagem. Pa a ob e es e conhecimen o ano ei odas as indicações dos p o esso es que inham os alunos da u ma em anos an e io es na eunião de - 18 - Figu a 14: Ca a e ização da u ma, modalidade ede ada – G á ico 13 Em elação a hábi os de p á ica de a i idade ísica um e ço dos alunos da u ma não êm esses hábi os, indicando a al a de mo i ação como p incipal mo i o. Mais uma ez é e e enciada a al a de mo i ação, que e á de se um aspe o a e em a enção po pa e do es udan e-es agiá io. Dos alunos que êm hábi os de a i idade ísica qua o p a icam uma modalidade ede ada, o que é uma mais- alia pa a a u ma e alunos ede ados e que possam se i como exemplos aos colegas. Com es a in o mação que oi ecolhida es a a assim mais ap o a desen ol e odo o p ocesso ensino-ap endizagem ajus ado à ealidade dos alunos da u ma. 4 8 Modalidade Fede ada Sim Não - 19 - 4- O ganização e Ges ão do P ocesso Ensino Ap endizagem O p ocesso ensino ap endizagem apon a pa a um desen ol imen o co po al, mo o , social e humano, pa a isso du an e es e p ocesso en ei que as á ias dimensões ossem com empladas ao longo das aulas. Nes e pon o i ei deb uça -me sob e as suas ês a e as didá icas que ao longo des e ano le i o o am o meu cen o de a enção, o planea , o ealiza e o a alia . 4.1- Planeamen o O p ocesso ensino-ap endizagem pa a se desen ol ido de uma o ma sus en ada p ecisa de se planeado e esse planeamen o é ei o em ês ní eis, anual, unidade didá ica e plano de aula, endo em con a os obje i os; ecu sos; con eúdos, a e as e es a égias; a aliação e com espaço pa a possí eis necessidades de ajus amen o. (Ma os, 2014) O planeamen o oi ealizado de aco do com o Modelo de Es u u a de Conhecimen o (Vicke s 1990) que es á di idido em qua o ca ego ias ansdisciplina es: habilidades mo o as, condição ísica, cul u a despo i a e ap idões psicossociais. Di ide-se ambém em ês momen os: análise (módulo 1, 2, 3), decisões (módulo 4, 5, 6, 7), e aplicações (módulo 8), Módulo 1 – Ca ego ias T ansdisciplina es do Conhecimen o; Módulo 2 – Análise das Condições de Ap endizagem; Módulo 3 – Análise dos Alunos; Módulo 4 – De e minação da Ex ensão e da Sequência dos Con eúdos; Módulo 5 – De inição dos Obje i os; Módulo 6 – Con igu ação da A aliação; Módulo 7 – C iação de P og essões de Ensino e Ta e as de Ap endizagem, Módulo 8 – Aplicação. No módulo 1, Ca ego ias T ansdisciplina es do Conhecimen o, o con eúdo é o ganizado endo em con a as 4 ca ego ias ansdisciplina es. O ganizando des e modo o conhecimen o emo-lo bem sis ema izado e de ácil consul a pa a a uma plani icação mais cla a e obje i a. (Vicke s 1990) - 20 - No módulo 2, Análise das Condições de Ap endizagem, são analisados os ecu sos espaciais, empo ais, e ma e iais, especí icos e não especí icos pa a a p á ica das modalidades. (Vicke s 1990) No módulo 3, Análise dos Alunos, é esplanada a ca a e ização dos alunos, bem como a a aliação inicial dos alunos, pa a um conhecimen o p o undo daqueles a quem é des inado o p ocesso ensino ap endizagem, os alunos. (Vicke s 1990) No módulo 4, De e minação da Ex ensão e da Sequência dos Con eúdos, é ealizada pa a cada con eúdo a abo da a o ganização empo al das unções didá ica (in odução, exe ci ação, consolidação e a aliação). Es e módulo, bem como a é ao módulo 7, módulos do momen o decisões, em em con a os módulos an e io es, momen o análise. (Vicke s 1990) No módulo 5, De inição dos Obje i os, são de inidos os obje i os em unção dos domínios: mo o , socio a e i o e cogni i o, são ambém componen es balizado es que mencionam o que os alunos de em ealiza . No módulo 6, Con igu ação da A aliação, é de e minado o ipo de a aliação a u iliza , ins umen os e p ocedimen os. (Vicke s 1990) No módulo 7, C iação de P og essões de Ensino e Ta e as de Ap endizagem, são ap esen adas p og essões de ensino, do mais simples pa a o mais complexo, endo em con a as de in odução, exe ci ação, ex ensão e aplicação. (Vicke s 1990) No módulo 8, Aplicação, é o conc e iza de oda a análise e decisões an e io men e omadas, em p ol da p á ica. (Vicke s 1990) 4.1.1- Planeamen o Anual A “elabo ação do plano anual é o p imei o passo do planeamen o e p epa ação do ensino que aduz, sob e udo, uma comp eensão e domínio ap o undado dos obje i os de desen ol imen o da pe sonalidade, e noções ace ca da o ganização co esponden e do ensino no decu so de um ano le i o” (Ben o 2003, p. 67). O es udan e es agiá io em pouco pode de decisão no plano anual, logo na segunda eunião de núcleo iquei a sabe quais as unidades didá icas a abo da e comecei a e que oma as p imei as decisões de planeamen o. - 21 - “A plani icação anual oi o ema seguin e abo dado em que eu iquei a sabe que e ei de leciona dois despo os cole i os de qua o possí eis (basque ebol, u sal, andebol, oleibol), um despo o de aque es que eu escolhi o énis is o que podia decidi en e badmin on e o mesmo, ginás ica e ap idão ísica.” Re lexão da eunião de núcleo, 11/09/2013 A decisão omada em elação à escolha do énis oi pela possibilidade dos alunos abo da em uma modalidade que ainda não inham abo dado em anos an e io es e po se uma modalidade que es á en aizada no município de San o Ti so. A escolha dos dois despo os cole i os a abo da oi ei a pelos alunos da u ma na p imei a aula. “De seguida alei do planeamen o da disciplina e como é do p og ama izemos a escolha de dois de en e qua o despo os cole i os possí eis. Fiquei bas an e admi ado, pois pelo ( eedback) da p o esso a coope an e e da minha espec a i a pensei que i iam se escolhidos o Fu sal e o Andebol e oi o almen e o opos o, o Voleibol e o Basque ebol.” Re lexão da aula nº 1 e 2, 17/09/2013 Na eunião de depa amen o de Educação Física iquei a conhece dis ibuição de ma é ias pelos á ios anos. “De seguida, os coo denado es de cada ciclo ap esen a am aos es an es p o esso es a plani icação das dis ibuições das ma é ias anuais do 2º ciclo, 3º ciclo, ensino secundá io e cu sos p o issionais pa a ap o ação pelo depa amen o.” Re lexão da eunião de depa amen o de educação ísica, 12/09/2013 Com es es dados e com a eceção po co eio ele ónico do p imei o oulemen po pa e do di e o de ins alações já inha odos os dados necessá ios pa a a elabo ação do planeamen o anual. - 22 - Inicialmen e no planeamen o anual acha a que o oulemen não inha mui os cons angimen os, apenas cons angimen os como o de quando o espaço des inado e a o ginásio, e de me con ina ao mesmo e leciona a unidade didá ica de ginás ica. Pos e io men e ape cebi-me que é mui o mais do que isso, po exemplo, endo o Ginásio Clube de San o Ti so como espaço de aula é impedi i o de leciona a unidade didá ica de Basque ebol, po que lá não exis em ces os, pa a além disso, são me e i ados mais 10 minu os do que a uma aula nos espaços da escola ( empo de deslocação), odos es e ipo de impedimen os i e am que se con emplados, sendo que, inicialmen e não inha noção da exis ência de alguns deles. O plano anual oi um documen o em cons an e e o mulação de ido a mudanças que o oulemen so eu e que in luencia a os espaços des inados às aulas. 4.1.2- Planeamen o Unidade Didá ica Nes e ní el de planeamen o, o planeamen o das unidades didá icas, i e de u iliza a dis ibuição das ma é ias ap o ada pelo depa amen o de educação ísica pa a o ano da minha u ma, o 12º ano. Segundo Ben o (2003) a UT cons i ui uma unidade undamen al que es abelece e apas de inidas e di e enciadas do p ocesso, co espondendo, além da dis ibuição dos con eúdos pelas aulas, a uma base pa a a qualidade e e icácia da ins ução. O planeamen o das unidades didá icas oi um dos momen os que me ob igou a que e sabe mais sob e udo o que en ol e o p ocesso ensino ap endizagem, pa a que as decisões omadas ossem as mais ajus adas ao con ex o. As u mas de 12ºano êm duas aulas semanais, uma de uma unidade le i a (50 minu os) e ou a de duas unidades le i as (100 minu os). As aulas de duas unidades le i as não aca am cons angimen os ao p ocesso ensino ap endizagem o que já não acon ece nas aulas de uma unidade le i a. Ao empo de aulas o al pa a ica mos com o empo disponí el pa a a p á ica emos de descon a ao empo o al o empo pa a equipa em no início de aula (5 minu os) e o empo de oma em banho no inal da mesma (10 minu os), o que - 23 - icamos com um empo disponí el pa a a p á ica nas aulas de duas unidades le i as de 85 minu os e nas de uma unidade le i a de 35 minu os. As aulas na escola secundá ia D. Dinis os empos e am es es, mas quando as aulas e am no ginásio clube de San o Ti so ínhamos que e i a ainda mais os empos de deslocação (10 minu os), o que azia com que a aula de dois empos le i os icasse com 75 minu os de empo disponí el pa a a aula e a aula de um empo le i o 25 minu os. Tendo es es dados po base, as aulas de um empo le i o e am u ilizadas com as unções didá icas de exe ci ação e/ou consolidação, is o se em unções em que os alunos já êm conhecimen o do que se p e ende e des e modo não se gas a mui o empo em ins ução. Es e oi um dado a e em conside ação na cons ução das unidades didá icas. A unidade didá ica em que i e mais di iculdade na sua ealização oi a unidade didá ica de Basque ebol, po se uma modalidade em que o meu conhecimen o inicial não e a as o e po e sido a minha p imei a unidade didá ica a se abo dada. To nou-se um desa io po esses mo i os, o que me le ou a que e sabe mais sob e a modalidade pa a que o p ocesso ensino ap endizagem não saísse lesado. As unidades didá icas lecionadas o am odas impo an es, mas o Ténis ma cou-me de uma o ma di e en e po se uma unidade didá ica pouco abo dada e desconhecida dos meus alunos o que se o nou um desa io ainda maio . Na minha o mação inicial i e uma abo dagem ao Ténis que me ajudou e um bom complemen o a que solici ei á ias ezes, oi um colega es udan e- es agiá io do meu núcleo de es ágio que é p o esso de Tênis e que oi o meu auxílio na omada de algumas decisões, po e uma expe iência mais as a na unidade didá ica. Lamen o não e ido opo unidade de inclui no planeamen o anual as unidades didá icas do Fu sal e A le ismo. No caso da modalidade de Fu sal po que enho um conhecimen o do con eúdo mais p o undo e segu o, po enciado pelos anos de p á ica e pela minha ligação ao Fu ebol. No caso do A le ismo po azões opos as, não me sin o iden i icado com a modalidade pelo que e ei de adia es e desa io de leciona uma modalidade que não domino de modo su icien e. As unidades didá icas, al como o plano anual, es i e am em cons an es e o mulações, de modo a que decisões mal omadas ossem e i icadas e cons angimen os da p á ica ossem idos em con a. - 24 - 4.1.3- Plano de Aula Segundo Ben o (2003) a boa p epa ação da aula es á associada ao seu sucesso, sendo que um planeamen o supe icial le a a que o p o esso enha de oma decisões inespe adas du an e a p á ica, que sem o p ocesso de e lexão que ha ia e co ido no plano de aula, são mui as ezes e adas. Pelo que, um bom plano de aula é aquele que com empla mais a ian es o que a á com que o plano de aula es eja menos expos o a possí eis imp e is os. O planeamen o da aula, oi uma a e a semp e p esen e apesa de e apenas duas aulas semanais, po que de ido à minha meno expe iência de aco do com o meu es a u o de es udan e es agiá io, odas as decisões omadas em elação ao plano de aula e am e le idas odos os dias e e o muladas, pa a que no dia da aula o mesmo es i esse o mais ajus ado aos obje i os e con ex o dela. No plano de aula de aco do com os obje i os, que po sua ez de e ão es a de aco do com as qua o ca ego ias ansdisciplina es de Vicke s, é es abelecida a es u u a que que emos da à aula e é ei a a escolha de si uações de ap endizagem, in ensidades, du ação, o ganização de alunos po espaço e pelas si uações de ap endizagem. Na ei u a do plano de aula a si uação de ap endizagem oi sem dú ida o maio desa io pa a mim, po que inha alguma di iculdade na escolha das melho es si uações de ap endizagem pa a os meus alunos e na melho o ganização de espaço e alunos. Com a expe iência que ia adqui indo auxiliada das e lexões sob e as p á icas an o indi iduais, como com a p o esso a coope an e e/ou colegas do núcleo de es ágio consegui que as decisões ossem cada ez mais ezes ace adas como e a comp o ada na p á ica pos e io men e. Em algumas aulas de e ça- ei a de ido à eunião de núcleo de es ágio se mesmo an es da aula e ap o ei a mos o meu plano de aula como exemplo e se deba ido na mesma, azia com que po ezes si uações que pode iam se melho adas e am e o muladas em cima da aula, o que oi complicado pa a um es udan e es agiá io que po essa condição não em g ande expe iência a adap a -se às mudanças de planeamen o. Após con e sa com a p o esso a - 25 - coope an e es e aspe o oi e le ido e sup imido, po que sendo minu os an es da aula es a a a se um cons angimen o ao es udan e es agiá io. As aulas de Educação Física po e em ins alações especí icas di e en es de odas as ou as em que po ezes o local de aula é ex e io , o planeamen o em que se e o mulado a é po ques ões clima é icas, po isso as e o mulações em elação ao planeamen o é mui o eco en e e odo o planeamen o é mesmo isso, um plano que pode e de e se modi icado de aco do com as si uações inespe adas que nos ão apa ecendo. Um bom plano de aula é cla o, coe en e, e como já e e ido an e io men e é aquele em que emos o maio núme o de si uações possi elmen e inespe adas con empladas pa a que o enhamos de e o mula o menos ezes possí el. - 26 - 4.2- Realização da P á ica P o issional De oda a P á ica de Ensino Supe isionada a a e a ealiza oi a que semp e me deixou com mais espec a i as, po se o conc e iza de odo um abalho e po es a p esen e a in e ação aluno-p o esso . Segundo Ma os (2014) o es udan e es agiá io na a e a ealização de e conduzi com e icácia a ealização da aula, a uando de aco do com as a e as didá icas e endo em con a as di e en es dimensões da in e enção pedagógica. A mesma au o a e e e ambém que de e exis i ecu so a es a égias de di e enciação pedagógica, à p omoção de ap endizagem signi ica i a, à u ilização dos e mos especí icos de educação ísica, à p omoção da pa icipação a i a do aluno e à o imização do empo po encial de ap endizagem (ins ução, eedback pedagógico, clima, ges ão e disciplina), de endo o es udan e es agiá io gua da espaço pa a decisões de ajus amen o. As qua o dimensões do ensino, a ins ução, o clima, a disciplina e a ges ão da aula o am o nosso pon o de a enção em odas as e lexões pelo que o am mui o dissecadas pa a que pudéssemos e olui em odas elas. Segundo Ono e (1995) a compe ência pedagógica es á undamen ada no conhecimen o e na capacidade do p o esso a alia as ci cuns âncias pa icula es de cada si uação educa i a e de decidi sob e os meios mais adequados pa a a ob enção de sucesso des acando qua o dimensões de in e enção pedagógica: Dimensão-ins ução (medida que a o eçam a qualidade de in odução, acompanhamen o e a aliação ge al da a i idade); a dimensão o ganização (medidas que a o eçam a qualidade de ges ão do empo, dos espaços, dos ma e iais e da u ma), a dimensão da disciplina (medida que a o eçam a p omoção ou p e enção da disciplina e con ole ou emediação das indisciplina), a dimensão-clima elacional (medida que a o eçam a p omoção de uma elação posi i a dos alunos en e si, do p o esso com os alunos e dos alunos com as a i idades desen ol idas. - 27 - 4.2.1- Ins ução Das qua o dimensões pedagógicas a ins ução oi a que eu sen i mais di iculdade inicialmen e. “Ao ní el da ins ução podia e es ado melho , po que não ui cla o e conciso o su icien e nas minhas in e enções, icando os alunos po ezes ainda com dú idas, mesmo após a ins ução.” Re lexão da aula 18, 25/10/2013 To na a-se impe ial que conseguisse esol e es e en a e, pois e a um a o que baixa a mui o a densidade mo o a da aula pa a além da qualidade da si uação da ap endizagem não se a melho com a não pe ceção do que se p e endia po pa e dos alunos. Com o auxílio da p o esso a coope an e e colegas es udan es es agiá ios no sen ido de o na a minha ins ução mais concisa e cla a, e le imos em quais pode iam se os mo i os pa a essa ins ução se demasiado ex ensa, comp o ada pelas obse ações dos colegas es agiá ios às minhas aulas e pela não pe ceção do que e a p e endido em algumas si uações de ap endizagem po pa e dos alunos. Chegamos a ês possí eis causas, al a de conhecimen o, dis ação dos alunos, não p epa ação da ins ução. Em elação à possí el al a de conhecimen o não se e i ica a, po que apesa de algumas das unidades didá icas não se em as que em e mos de o mação de base eu i esse mui o conhecimen o, an es de inicia uma no a unidade didá ica p epa a a-me, p ocu ando mais e melho conhecimen o pa a pode ensina bem, po isso, es a possí el causa es a a o a de ques ão. No que diz espei o à dis ação dos alunos, a minha u ma e a uma u ma com um bom compo amen o e po no ma concen ada, po isso ambém oi excluída es a hipó ese. Po im, a al a de p epa ação da ins ução, podia se es a a causa, como se eio a e i ica , po que inicialmen e a ins ução apesa de a p epa a não e a u o de mui a a enção minha o que azia com que quisesse explica - 34 - 4.4- Obse ação como meio de o mação da compe ência p o issional do p o esso Segundo Ala cão (1987), o a o de obse a consis e “num conjun o de a i idades des inadas a ob e dados e in o mações sob e o que se passa no p ocesso de ensino/ap endizagem com a inalidade de, mais a de, p ocede a uma análise do p ocesso numa ou nou a das a iá eis em oco”. As obse ações das aulas dos colegas de núcleo de es ágio e as obse ações às nossas aulas, sendo um p ocesso sis emá ico e de aco do com os obje i os da aula, endo ambém pa âme os bem de inidos de obse ação, os es udan es es agiá ios pude am eina as suas capacidades pe ce i as ap endendo a “le ” as si uações educa i as pa a pode decidi em con o midade com cada uma delas. E am e e uadas semp e duas obse ações a cada aula obse ada, uma do ipo de obse ação quali a i a e uma obse ação quan i a i a. Pa a a obse ação quali a i a u ilizamos o modelo dos inciden es c í icos, endo como pa âme os a ges ão do empo de aula, a seleção de a i idades, o ganização das a i idades, a in e ação p o esso /alunos, o compo amen o dos alunos, a segu ança e ou as obse ações. Pa a a obse ação quan i a i a u ilizamos o modelo pa a obse ação da ges ão do empo de aula, a icha de análise do empo da mesma, endo como pa âme os o egis o do empo de ins ução à classe, o empo de o ganização da classe, a p á ica e ou os compo amen os obse ados ao longo da aula. As obse ações e am pa ilhadas pelos es udan es es agiá ios e deba idas com a p o esso a coope an e em euniões de núcleo, se indo assim pa a a de enção de possí eis e os e pa a e i ica se as es a égias pa a a co eção dos mesmos es a am a da o e ei o desejado. Es as obse ações inham mais inalidades, a obse ação de di e en es o mas de o ganização didá ica-me odológica, e pa a obse ação de unidades didá icas que não se inha possibilidade de leciona na nossa u ma e ínhamos assim, opo unidade pa a e mos algum con ac o com ela a a és des as obse ações. - 35 - 5- Pa icipação na Escola e Relação com a Comunidade A pa icipação na escola e elação com a comunidade engloba odas as a i idades não le i as ealizadas pelo es udan e es agiá io, endo em is a a sua in eg ação na comunidade escola e que, simul aneamen e, con ibuam pa a um conhecimen o do meio egional e local endo em is a um melho conhecimen o das condições locais da elação educa i a e a explo ação da ligação en e a escola e o meio. Tem como obje i o con ibui pa a a p omoção do sucesso educa i o, no e o ço do papel do p o esso de Educação Física na escola e na comunidade local, bem como da disciplina de Educação Física, a a és de uma in e enção con ex ualizada, coope a i a, esponsá el e ino ado a. (Ma os, 2014) O papel do p o esso na escola não se esgo a na sua unção le i a, ai mui o pa a além disso, a pa icipação do p o esso nou as unções que não a le i a, como o ganização, coope ação e ges ão de a i idades e p oje os, pa a além de pa icipação no despo o escola e di eção de u ma são indispensá eis pa a o p o esso se complemen a como agen e den o da escola. Ao longo de odo o es ágio p o issional oda a comunidade escola me acolheu bem, deixando-me à on ade e in eg ando-me como se de um p o esso que não es udan e es agiá io se a asse. 5.1- Di eção de Tu ma No início do ano le i o, ques ionamos a p o esso a coope an e sob e qual á ea e ia que acompanha a di eção de u ma ou despo o escola , a p o esso a conc e izou aconselhando a p ocu a mos pe cebe o que cada á ea aca e a e depois aze mos a nossa escolha. Eu op ei pela di eção de u ma pelo ac o de no meu pe cu so enquan o aluno e es ado ligado ao despo o escola e que e nes a ase pe cebe melho a di eção de u ma, que é mais - 36 - desconhecida pa a mim pa a além de se ambém uma cu iosidade sabe como é a elação p o esso -enca egado de educação. Pa a o acompanhamen o da di eção de u ma alei com a di e o a de u ma que mos ou disponibilidade pa a que pudesse assis i às euniões de enca egados de educação e abe u a a i a possí eis dú idas sob e as suas unções. Com a di e o a de u ma iquei a conhece as suas a e as que são: a eleição dos delegados e subdelegados de u ma; in o mação a alunos e Enca egados de Educação da legislação; egis o semanal de al as; ma cação de euniões com Enca egados de Educação; coo dena o P oje o Cu icula de Tu ma; esolução dos p oblemas que possam su gi ao longo do ano. Em con e sas com alguns p o esso es na escola secundá ia D. Dinis ape cebi-me que é uma a e a que a maio ia dos p o esso es dispensa a, mas que é ob iga ó ia. Ti e a so e da p o esso a que e a di e o a da minha u ma não se um desses casos, po que gos a a das suas a e as enquan o di e o a de u ma e já o e a da u ma em causa desde o 10º ano. Com o acompanhamen o das euniões de enca egados de educação consegui pe cebe melho como é a elação di e o de u ma-enca egado de educação. Essa elação nem semp e é ácil, endo ha ido si uações em que os enca egados de educação i e am mui as di iculdades em pe cebe si uações escola es dos educandos e que os di e o es de u ma, nes e caso a di e o a de u ma inha de explica com mais cuidado pa a que a mensagem osse passada. O ca go di e o de u ma apesa de mui o abalhoso é-me a a i o e que eu gos a ia de e no u u o, po que a pon e escola-enca egados de educação que é ei a pelos di e o es de u ma semp e oi um elação que me a aiu. - 37 - 5.2- Con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde, e “Fi - Games” Cada núcleo de es ágio em na p á ica de ensino supe isionado que p omo e uma a i idade pa a a comunidade escola de aco do as No mas O ien ado as do Es ágio P o issional do Ciclo de Es udos Conducen e ao G au de Mes e em Ensino de Educação Física nos Ensinos Básicos e Secundá io da Faculdade de Despo o da Uni e sidade do Po o, na escola secundá ia D. Dinis como inha dois núcleos a a i idade oi p omo ida pelos dois em conjun o. Em consonância os núcleos oma am a decisão de p omo e uma a i idade di e en e das que se inham p omo ido na escola secundá ia D. Dinis a é en ão, sob e o eino uncional que é uma o ma al e na i a de eina a ap idão ísica e que odos os es udan es es agiá ios es a am a desen ol e nas suas aulas. Como os es udan es es agiá ios que iam p omo e uma pa e mais eó ica e uma essencialmen e p á ica, e is o que, se ia demasiada coisa pa a uma a i idade só, oi po isso subdi idida em duas, a Con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde; e “Fi - Games” 5.2.1- Con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde A con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde oi ealizada no dia 7 de Ab il de 2014, na Biblio eca Municipal de San o Ti so e como já e e i an e io men e o ganizada pelos 2 núcleos de es ágio pa a a comunidade escola , con idando como con e encis a o P o . D . Rui Ga gan a da aculdade de Despo o da uni e sidade do Po o, o am ealizadas duas con e ências com in e alo de meia ho a pa a que ela pudesse se assis ida po mais alunos. Na sua o ganização pa a di ulgação o am ealizados ca azes que o am a ixados pela escola secundá ia D. Dinis (anexo II), en egues comunicados aos p o esso es do depa amen o de Educação Física e di ulgação às u mas con idadas a assis i à con e ência nas suas salas de aula. - 38 - Pa a a o ganização da con e ência as a e as de iam e sido acau eladas com mais an ecedência o que bene icia ia a con e ência em si e não nos ob iga a no dia an e io a p epa a ce as a e as a co e . Ta e as como a di ulgação, a is o ia do espaço da con e ência, equisição das águas são algumas das a e as que podiam e sido acau eladas com um pouco mais de an ecedência. Um dos p oblemas associados a es a ealização de a e as a diamen e oi a ap o ação da a i idade po pa e do pedagógico, a sua ap o ação su giu a de. Na di ulgação hou e um g a e e o que oi o esquecimen o de con ida a p o esso a o ien ado a, é um e o que não pode ia e acon ecido, mas que se acabou po esquece no meio das a e as a ealiza no pe íodo an e io à con e ência. Hou e mais um con a empo que o am as águas o am equisi adas pa a a pales a e que não es a am disponí eis mesmo assim pa a a mesma, mas acabou po se esol e com a comp a de algumas que acaba am po chega e não se um p oblema g a e e mui o isí el. A colabo ação dos p o esso es coope an es oi undamen al, po que ha ia algumas o malidades que es a am a se esquecidas pela nossa pa e e que só com o ale a dos p o esso es e com a sua ajuda o am conseguidas ul apassa . No dia e nas duas con e ências em si, acabou po co e bem, pelo que nos oi ansmi ido pelos alunos, eles gos a am da emá ica e da o ma como a con e ência oi conduzida pelo seu pales an e. Na ap esen ação powe poin que es a a a se exibida não se ia com cla eza o que es a a esc i o a e melho, mas oi co igido pa a a segunda pales a que já não inha qualque p oblema de lei u a. O audi ó io oi deco ado com ma e ial de ino uncional o que uncionou mui o bem, icou o espaço ag ada elmen e colo ido e o ma e ial expos o a odos os alunos e p o esso es. A o ganização des a pales a oi impo an e, pois a a és dela oi possí el pe cebe as o malidades que são necessá ias ul apassa pa a se o ganiza uma a i idade des as e se iu ambém, pa a pe cebe que quan o se abalha em g upo e odos se p eocupam em cump i com a sua pa e que udo se o na mais simples. Pa a os alunos a pales a oi essencial, pa a mais uma ez se em ale ados e des a ez de uma o ma di e en e e possi elmen e mais ca i an e, - 39 - pa a a necessidade de se p a ica exe cício ísico e pa a pode em desmis i ica alguns mi os que ci culam na nossa sociedade em elação exe cício ísico e ao despo o. 5.2.2- “Fi - Games” A a i idade Fi -Games ealizou-se no dia 24 de Ab il das 8.30h às 13h no pa ilhão da escola secundá ia D. Dinis. A e lexão sob e a mesma es á di idida em duas pa es o an es e o du an e. A a i idade e a a con inuação da con e ência Exe cício Físico, Pe o mance, Es é ica e Saúde, em que o obje i o e a que os alunos insc i os i essem opo unidade de e con a o com o eino uncional que só po expe imen ação nos ci cui os de expe imen ação, ou compe ição pa a os alunos que quise am insc e e -se nes a ase com os pe cu sos de compe ição. Os alunos que se insc e e am na compe ição i e am a opo unidade de expe imen a an e io men e nas suas aulas, po que os p o esso es es agiá ios nas aulas de Educação Física o am aze demons ações de eino uncional a esses alunos pa a es a em minimamen e amilia izados com o eino uncional. Na sua o ganização i emos á ios desa ios sendo um deles a es u u ação de espaço e empo de ido ao núme o ele ado de insc ições, as decisões como a dos alunos que i iam compe i não aze em a expe imen ação, os alunos expe imen a em apenas um ci cui o em ez de á ios o am essenciais pa a que osse possí el concilia an os alunos, embo a não osse o p e endido po que e a p e endido que odos os alunos pa icipan es i essem mais empo e si uações di e en es de p á ica, mas oi a o ma encon ada pa a que odos pudessem pa icipa . Os documen os a in o ma sob e como se i ia ealiza a a i idade e a dis ibuição de a e as pa a os p o esso es do depa amen o de Educação Física o am en egues em dias an e io es à a i idade, mas de ia e exis ido uma eunião com odos eles e com os alunos dos p o issionais que colabo a am na o ganização da a i idade pa a se e dado mais e melho in o mação sob e a a i idade, sob e as a e as que cada um e ia de desempenha . A lis a de a e as oi de di ícil elabo ação, pois pa a além de e mos em con a as necessidades da a i idade, i emos que pensa no ní el de - 40 - esponsabilidade dos alunos que nos es a am a auxilia e em e i a que os alunos e p o esso es de Educação Física es i essem sem qualque momen o de in e egno nas suas a e as, mas após uma lis a menos conseguida oi elabo ada uma em que isso es a a acau elado e que acabou po co e den o do que se p e endia. Foi de e minan e e icado no dia an e io à a i idade p a icamen e udo p on o pa a a mesma, es ando apenas as a e as que não podiam se ealizadas com an ecedência pa a ealização no dia, o que libe ou os es udan es es agiá ios no dia pa a os p oblemas que pudessem su gi du an e a a i idade. Passando ago a pa a o du an e, pa a o dia da a i idade a e i icação das p esenças de e ia e sido mais céle e, po que esse egis o demo ou um pouco mais do que o p e is o, o que ez com que o p imei o pe íodo de expe imen ação começasse após a ho a p og amada. Um dos mo i os pa a es a demo a oi o a aso de alguns dos alunos dos cu sos p o issionais que nos ica em de auxilia nes a a e a. O aquecimen o embo a num espaço eduzido po necessidade do es an e pa a os ci cui os e pe cu sos, acabou po co e bem sendo bem dinamizado pelos es udan es es agiá ios des inados a essa a e a. Os ci cui os de expe imen ação es a am de o ma ge al bem concebidos e embo a os alunos es i essem lá apenas 10 minu os, consegui am e alguma exe ci ação e pe cebe no que consis e o eino uncional. Os pe cu sos da compe ição das elimina ó ias es a am adequados, a e i icação da execução dos pa icipan es é que não oi igo osa em odos os pe cu sos o que le ou a que exis isse alguma disc epância nos esul ados en e pe cu sos. Em elação ao ci cui o da inalíssima e a demasiado exigen e, sendo que os “8” com o olle oi a es ação mais complicada pa a a g ande maio ia dos alunos. O espaço des inado pa a passagem de alunos e mesmo o de aquecimen o oi po ezes ocupado po alunos que não de e iam es a den o do pa ilhão, acaba am po não se g ande en a e à o ganização as suas p esenças, mas de ia e sido possí el as mesmas. O con olo de empos des inado pa a cada si uação oi semp e umas das nossas p eocupações e ainda bem, po que deco eu a a i idade oda de aco do com o que es a a planeado sem a asos à exceção do p imei o ci cui o - 41 - de expe imen ação que oi e i icado no pe íodo de ansição seguin e, o que le ou a que os pequenos imp e is os que o am apa ecendo ossem de ácil esolução. A en ega de p émios inal de e ia e sido um momen o mais o mal, oi pouco pensado esse momen o, o que le ou a se pouco ealçado pa a uma a i idade que inda a. Pa a que a i idade deco esse bem, de aco do com o p e endido e que ossem cump idos os obje i os pa a o qual oi concedida, oi mui o impo an e a colabo ação, a o ma empenhada e bem-dispos a com que os p o esso es do depa amen o de Educação Física es i e am, bem como os alunos dos cu sos p o issionais que compa ece am. Em suma, a a i idade oi um sucesso, po que oi uma a i idade com uma pe cen agem g ande da comunidade escola en ol ida, em que os obje i os pa a a mesma o am cump idos, e na qual os es udan es es agiá ios i e am uma expe iência p imá ia na o ganização de uma a i idade e podendo assim pe cebe as dinâmicas da sua ealização. - 42 - - 43 - 6- Es udo 6.1- Tí ulo Fi -School – “T eino Funcional na Escola” 6.2- Obje i o Sis ema iza a aplicação da unidade didá ica "ap idão ísica", incluída no plano cu icula das seis u mas do ensino secundá io lecionadas pelos es udan es-es agiá ios, a a és de um p og ama de desen ol imen o das capacidades mo o as cons uído segundo os c i é ios me odológicos do eino uncional e a aliado segundo a ba e ia de es es Fi -School. 6.3- Enquad amen o do ema O desen ol imen o da ap idão ísica dos alunos, bem como a ap endizagem de como consegui-la, es á consag ado nas inalidades dos p og amas da disciplina de Educação Física, ao longo do pe cu so escola do aluno. Sob e a ap idão ísica, os p og amas de Educação Física salien am que os alunos de e ão se capazes de “ele a o ní el uncional das capacidades condicionais e coo dena i as ge ais, pa icula men e da esis ência ge al de longa e média du ação, da o ça esis en e, da o ça ápida, da lexibilidade, da elocidade de eação simples e complexa, de execução, de deslocamen o e de esis ência, e das des ezas ge ais e especí icas” e de “conhece e aplica di e sos p ocessos de ele ação e manu enção da condição ísica de uma o ma au ónoma no seu quo idiano, na pe spe i a da saúde, da qualidade de - 50 - assegu ou um in e alo de ecupe ação de, no mínimo 2m30s, possibili ando a ecupe ação do aluno. O mé odo u ilizado consis iu em di idi os alunos po g upos e a ibui -lhes unções di e en es, unções es as que al e na am após a conclusão do exe cício. Assim, um aluno execu a e ou o aluno con abiliza o núme o de epe ições e e uadas de o ma co e a, assumindo a unção de juiz. Semp e que não se cump am os c i é ios de execução a epe ição não é con abilizada, de endo aluno execu an e con inua a ealiza o exe cício. O p o esso assume a unção de juiz-che e, con olando o empo de execução e, es abelecendo uma isão sob e odos os alunos, p incipalmen e sob e os que assumem a unção de juízes, e i icando que os mesmos cump em os c i é ios de execução, alidando assim o es e. O ma e ial necessá io pa a a ealização des a a aliação oi: um TRX, uma pla a o ma ins á el, dois cones, uma co da, uma bola medicinal de 4kg e dois Ke lebell (1 de 8kg, 1 de 12kg). Face à disponibilidade de ma e ial na escola, oi possí el ealiza mais do que uma es ação pa a alguns exe cícios, pe mi indo coloca oda a u ma em a aliação. 2) Fi -School – Ci cui o O ci cui o em a seguin e sequência de exe cícios: 1. 15 ep - Agachamen o com o ção (TRX) 2. 15 ep - Passe de pei o com bola medicinal (4kg) no plano sagi al 3. 15 ep - Equilíb io em pla a o ma ins á el ocando dois cones de sí io 4. 15 ep - Desen ol imen o com Ke lebell (12kg-masculino; 8kg- eminino) 5. 30 ep - Sal a à co da 6. 15 ep - Bu pees 7. Sp in inal Mé odo de Aplicação O obje i o des e ci cui o e a que o aluno ealizasse os exe cícios p opos os no meno empo possí el, ealizando um núme o especí ico de epe ições em cada um deles. O mé odo u ilizado consis iu em que os alunos ealizassem o es e de o ma indi idual, onde apenas inicia a o es e ou o aluno, quando es e i esse e minado. Exis em 6 alunos que desempenham a unção de juiz de con agem em cada um dos exe cícios. Semp e que não se cump am os c i é ios de execução a epe ição não é con abilizada, de endo o - 51 - aluno execu an e con inua a ealiza o exe cício. Os alunos que es ão na unção de juiz de con agem ocam de unção à medida que os es an es alunos ealiza em o ci cui o. O p o esso assume a unção de juiz-che e, con olando o início e é mino do es e, es abelecendo uma isão sob e o aluno execu an e e os que assumem a unção de juízes, e i icando que os mesmos cump em os c i é ios de execução, alidando assim o es e. O ma e ial necessá io pa a a ealização des a a aliação oi: um TRX, uma pla a o ma ins á el, dois cones, uma co da, uma bola medicinal de 4kg e dois Ke lebell (1 de 8kg, 1 de 12kg). Es e es e deco ia num espaço delimi ado, como se pode obse a na igu a em baixo. Assim, na ealização do es e o espaço es e e semp e delimi ado pa a consciencializa os alunos do espaço onde i iam a ua . Figu a 17: Tes e do Ci cui o Na ealização des a ba e ia de es es pa a a aliação da ap idão ísica, oi conside ada a idade e o géne o dos alunos. Nos exe cícios isolados, pa a o ensino básico, e am ealizados apenas du an e 45 segundos em ez de 1 minu o, o peso da bola medicinal e a de 3kg em ez de 4kg e o desen ol imen o com ke lebell e a com apenas 6kg não di e enciando os géne os. Pa a o ensino secundá io exis ia essa di e enciação de géne os pa a - 52 - o ke lebell com os apazes a ealiza em com um de 12kg e as apa igas com um de 8kg. No ci cui o con empla a a di e ença dos pesos das bolas medicinais e dos ke lebell, mas ambém o núme o de epe ições em cada exe cício que inham que e e ua pa a passa ao p óximo exe cício. Como as u mas que o am sujei as às a aliações são odas do ensino secundá io apenas es e modelo oi u ilizado pa a a ealização des e es udo. 6.5- T a amen o dos Dados Após se ealiza em as duas a aliações, em cada uma das u mas, p ocedeu-se à c iação de uma base de dados que inco po asse os dados de odas as u mas que o am al o de a aliação, pe mi indo o pos e io a amen o es a ís ico dos dados. Pa a ealiza odo es e p ocesso, oi u ilizado o p og ama in o má ico SPSS STATISTICS. A base de dados c iada em as seguin es a iá eis: Escola / Ano de escola idade Tu ma / Nº Aluno / Sexo Resul ado 1 / Resul ado 2 A a iá el escola oi conside ada na ecolha de dados pa a em es udos pos e io es se possí el aze uma compa ação com ou as escolas que ambém enham implemen ado es a ba e ia de es es de a aliação da ap idão ísica. No que diz espei o à a iá el sexo, o am conside ados 2 alo es: 0 e 1. O alo 0 co esponde a alunos do sexo eminino e o alo 1 co esponde a alunos do sexo masculino. Na a iá el u ma, as 6 u mas analisadas o am ca alogadas segundo desde a le a A a é F, endo po base os anos po o dem c escen e e as u mas po o dem al abé ica, icando assim: 10ºA - A; 10ºF - B; 11ºG - C; 12ºA - D; 12ºB - E; 12ºC - F. Es a a ibuição de le as oi ealizada pa a pe mi i a compa ação de médias da u ma, is o que exis em duas u mas A (10ºA e 12ºA) oi omada es a decisão po o ma a possibili a a compa ação de médias e acili a a sua isualização no ou pu inal. Nes a base de dados oi - 53 - ainda colocado o nome do es e com o núme o 1 (exemplo: TRX 1) signi icando o esul ado ob ido na a aliação inicial e ambém o nome do es e com o núme o 2 (exemplo: TRX 2) signi icando o esul ado ob ido na a aliação inal. Pa a a compa ação e análise dos dados, o es e u ilizado oi o "Pai ed - Samples T- es " que pe mi e es abelece uma compa ação en e 2 esul ados ob idos, em momen os di e en es, mas na ealização do mesmo p o ocolo/ es e. A análise de dados esul a da compa ação dos alo es médios ob idos em cada um dos momen os em que o es e/p o ocolo oi ealizado. É conside ado, na análise dos dados, um alo de signi icância de 5%. 6.6- Resul ados e Discussão Os p imei os esul ados a se al o de análise são os dados que englobam odas as u mas dos P o esso es Es agiá ios. Es a análise se á ei a em unção do sexo, ou seja, os esul ados es ão dispos os em unção do sexo. Ou a análise se á ei a de uma o ma mais indi idualizada, conside ando-se apenas uma u ma mas, conside ando da mesma o ma os dois sexos de o ma di e en e. Cada um dos esul ados es a á dispos o em abela, onde es a á implíci o o esul ado na a aliação inicial, da a aliação inal, a di e ença e i icada en e as 2 a aliações, o alo do es e ealizado e o alo de signi icância de cada um dos es es. Pa a análise dos esul ados, são ap esen adas duas hipó eses: H0: μ1=μ2 μd=0 H1: μd≠0, p<0,05). Ainda que sejam conside adas es as hipó eses, é undamen al e o ça que na escola, pedagogicamen e pode ha e melho ias signi ica i as sem que es as se aduzam em melho ias signi ica i as ao ní el es a ís ico. - 54 - 6.6.1- Tu mas da Escola Secundá ia D. Dinis sujei as ao p og ama Fi school Inicio Fim Di e ença p TRX 40,7±8,6 46,5±8,4 5,8 - 4,9 0,000 Bu pees 17,9±3,4 19,9±4,9 2 - 3 0,004 Equilíb io 28,5±5,1 33,4±4,4 4,9 - 7,1 0,000 Ke lebell 24,4±4 26,4±4 2 - 4,2 0,000 Sal a co da 87,6±27,2 104,2±22,6 16,6 - 5,7 0,000 Bola Medicinal 40,5±11,9 46,1±11,6 5,6 - 3,4 0,001 Tempo 209,4±29,9 175,9±22,9 -33,5 10,9 0,000 Figu a 18: Resul ados da Compa ação Ge al - Sexo 0 Es es esul ados pe mi em a i ma que exis e uma melho ia de desempenho po pa e dos alunos do sexo eminino, que na ealização dos exe cícios de o ma isolada, que seja na ealização do ci cui o. Na abela es a melho ia é obse á el pelo aumen o do alo médio em cada um dos es es da p imei a pa a a segunda a aliação, no caso da ealização da a aliação dos exe cícios de o ma isolada. No que diz espei o ao ci cui o, es a melho ia es á ep esen ada pela diminuição do alo médio, que co esponde a uma ealização do mesmo em menos empo. Rela i amen e aos alo es das di e enças de médias e do des io pad ão, oi no es e de sal o à co da em que es e alo mais se e idenciou. Es e esul ado pode jus i ica -se pela ele ada ampli ude no núme o de epe ições que os alunos e e ua am, dada a na u eza coo dena i a do es e. (Exemplo: enquan o que no es e de ke lebell os alo es mínimos e máximo são 12 e 35 (média 26) espe i amen e, no es e de sal o à co da es es alo es são de 30 e 151 (média 108)). De igual modo, no es e do ci cui o, es es alo es encon am-se mui o ele ados pelo ac o des e se um es e onde es á implíci a a globalidade das capacidades mo o as dos alunos. Nes e sen ido, es es alo es suge em-nos que os alunos que ap esen am um melho epo ó io mo o , na u almen e, ap esen am melho es esul ados que os alunos conside ados seden á ios. Ainda no que diz espei o ao es e do ci cui o, a di e ença que se assis e nos alo es da p imei a pa a a segunda a aliação do es e do ci cui o, pode - 55 - jus i ica -se ainda com o abalho desen ol ido ao longo das aulas de Educação Física, que pe mi iu que os alunos que ap esen a am alo es mui o eduzidos pudessem melho á-los, a a és do abalho da sua ap idão ísica ge al e os que ap esen a am os alo es já mais ele ados, pudessem man e os seus ní eis de ap idão ísica. Quan o ao alo de signi icância egis ado em odos os es es, a di e ença ap esen ada, é em odos os casos es a is icamen e mui o signi ica i a, pe mi indo conclui que hou e melho ias conside adas mui o ele an es da p imei a pa a a segunda a aliação em odos os es es. Es a di e ença é signi ica i a is o que se obse a que o alo de p é semp e in e io a 5% (0,05). Assim, em odos os es es se e i ica uma ejeição da hipó ese nula, mos ando que exis e uma melho ia signi ica i a da p imei a pa a a úl ima a aliação. Inicio Fim Di e ença p TRX 45,7±9,6 54,1±10,2 8,4 - 6,8 0,000 Bu pees 21,9±6,1 24,7±5,6 2,8 - 3,2 0,002 Equilíb io 29,3±6,7 34,6±5,3 5,3 - 5,7 0,000 Ke lebell 24,9±5,8 28,2±5 3,3 - 4 0,000 Sal a co da 77,1±34,3 97,2±38,5 20,1 - 5,1 0,000 Bola Medicinal 48,6±14,3 57,8±9,3 9,2 - 5,9 0,000 Tempo 183,8±47,1 162,6±34,7 -21,2 5,7 0,000 Figu a 19: Resul ados da Compa ação Ge al - Sexo 1 Es es esul ados pe mi em a i ma que exis e uma melho ia de desempenho po pa e dos alunos do sexo masculino, que na ealização dos exe cícios de o ma isolada, que seja na ealização do ci cui o. Na p imei a abela es a melho ia é obse á el pelo aumen o do alo médio em cada um dos es es da p imei a pa a a segunda a aliação, no caso da ealização da a aliação dos exe cícios de o ma isolada. No que oca ao ci cui o, es a melho ia es á ep esen ada pela diminuição do alo médio, que co esponde a uma ealização do mesmo em menos empo. Quan o ao alo de signi icância egis ado em odos os es es, a di e ença ap esen ada, é em odos os casos mui o signi ica i a, pe mi indo conclui que hou e melho ias conside adas mui o ele an es da p imei a pa a a segunda a aliação em odos os es es. Es a di e ença é signi ica i a is o que se obse a que o alo de p é semp e in e io a 5% (0,05). Assim, em odos os - 56 - es es se e i ica uma ejeição da hipó ese nula, mos ando que exis e uma melho ia signi ica i a da p imei a pa a a úl ima a aliação. 6.6.2- Resul ados Tu ma F Seguidamen e expos os es ão analisados os esul ados da u ma F, o 12ºC. Es a análise se á ei a em unção do sexo, dispondo cada um deles de uma abela. Inicio Fim Di e ença p TRX 41,9±10,1 43,1±9,5 1,2 - 0,4 0,675 Bu pees 16,4±3,7 19,7±4,3 3,2 - 2,9 0,014 Equilíb io 30,3±4,4 35,2±3,3 4,9 - 4,1 0,002 Ke lebell 24,7±3,9 35,2±3,3 1,8 - 1,4 0,183 Sal a co da 85,3±26,6 100,2±22,5 14,9 - 2,9 0,014 Bola Medicinal 28,8±7,2 37,7±8,3 8,9 - 4,6 0,001 Tempo 219,6±30,3 193,2±32,4 26,3 5,2 0,000 Figu a 20: Resul ados da Tu ma F : Sexo 0 Es es esul ados pe mi em a i ma que, no sexo eminino, exis e uma melho ia dos esul ados da p imei a pa a a úl ima a aliação, em odos os es es. Es as melho ias são obse á eis, nas duas p imei as colunas, pelo aumen o (no es e de exe cícios isolados) da média do es e inicial pa a o es e inal. No es e do ci cui o ( empo) es a melho ia é obse á el pela diminuição da média da a aliação inicial pa a a inal o que ansmi e uma ealização mais ápida do ci cui o, que e a o p e endido. Ve i ica-se, na úl ima coluna, que os esul ados ob idos nos bu pees, equilíb io, sal a à co da, bola medicinal e na ealização do ci cui o são es a is icamen e signi ica i os, is o é, si uam-se den o do alo de signi icância es ipulado (p in e io a 5% (0,05)). No TRX e ke lebell os esul ados ob idos, apesa de se e i ica uma melho ia, es a não é es a is icamen e signi ica i a. - 57 - Inicio Fim Di e ença p TRX 58,8±4 58,8±11,4 0 0 1 Bu pees 25,2±6,9 28,4±3,4 3,2 - 0,8 0,462 Equilíb io 37,6±1,1 37±2,9 0,6 0,6 0,607 Ke lebell 32,4±7,5 33,4±3,7 1 - 0,3 0,792 Sal a co da 92,4±31,4 122,6±46 30,2 - 2,9 0,042 Bola Medicinal 50,2±11,9 61,6±6,1 11,4 - 3,6 0,023 Tempo 153,4±14,9 140,2±10,3 13,2 1,8 0,139 Figu a 21: Resul ados da Tu ma F : Sexo 1 Es es esul ados pe mi em a i ma que, no sexo masculino, exis e uma melho ia dos esul ados da p imei a pa a a úl ima a aliação, excluindo no TRX que os esul ados se man êm e no equilíb io que pio am. Es as melho ias são obse á eis, nas duas p imei as colunas, pelo aumen o (no es e de exe cícios isolados) da média do es e inicial pa a o es e inal. No es e do ci cui o ( empo) es a melho ia é obse á el pela diminuição da média da a aliação inicial pa a a inal o que ansmi e uma ealização mais ápida do ci cui o, que e a o p e endido. Ve i ica-se, na úl ima coluna, que apenas os esul ados ob idos no sal a à co da e bola medicinal são signi ica i os, is o é, si uam-se den o do alo de signi icância es ipulado (p in e io a 5% (0,05)). Nos es an es esul ados ob idos, nos que há melho ia, essa melho ia não é es a is icamen e signi ica i a. 6.7- Conclusões A aplicação des a ba e ia de es es e do p og ama de desen ol imen o da ap idão ísica du an e as aulas de Educação Física ealizou-se en e os meses de janei o e maio. Con udo, du an e odo o ano le i o o desen ol imen o da ap idão ísica oi ealizado em odas as aulas Des e modo, endo em con a o abalho desen ol ido ao longo do ano nes a unidade emá ica, podemos e i a algumas conclusões que pode ão ajuda no u u o, em in es igações nes e mesmo âmbi o: O ac o de es e se um abalho da ap idão ísica ealizado em condições especí icas, com ecu so a ma e iais ino ado es, pos u as e mo imen os - 58 - co po ais em udo di e en es ao eino da ap idão ísica con encional/ adicional, e elou se um a o mo i an e pa a es e ipo de abalho. Es a mo i ação e elou se um a o que p omo eu um aumen o do índice de empenhamen o mo o . Em elação à ba e ia Fi school, podem-se e i a algumas conclusões sob e cada um dos es es que, embo a en ol endo os mesmos exe cícios, pe mi em e i a algumas conclusões di e en es. O es e de ci cui o e elou-se como o mais exigen e do pon o de is a ísico, po se um es e que en ol e a ealização de odos os exe cícios de uma o ma consecu i a e pelo a o compe ição, que se oi e i icando en e os alunos. O ac o de os alunos que e em supe a o empo ob ido na p imei a a aliação le ou a que ealizassem o es e em es o ço máximo, como p e endido, e le ou a que as melho ias egis adas da p imei a pa a a segunda a aliação ossem signi ica i as, nos 2 sexos. Pelo ac o dos alunos, na gene alidade e em melho ado da p imei a pa a a segunda a aliação, segundo os alo es es a ís icos, é possí el in e i que es a enha ambém sido uma das jus i icações que suge em a melho ia do desempenho dos alunos no es e de ci cui o, uma ez que os es es que o compõem e e em-se aos es es indi iduais. Rela i amen e ao es e dos bu pees, é nele que se assis em as melho ias menos signi ica i as, possí eis de obse a no aumen o dos alo es médios dos alunos. Es ando es a ba e ia de es es ainda numa ase expe imen al, e após e mos p esenciado o desen ol imen o des e abalho dos alunos, sen imos que es e é um es e que pela sua ele ada di iculdade e exigência se encon a desajus ado ao ní el dos alunos aos quais se des ina. Vis o se uma ba e ia de es es que ainda p ocu a uma alidação, e i icou-se ao longo do ano mui a discussão na o dem ideal dos exe cícios na ealização do ci cui o. Fo am expe imen adas algumas al e ações icando a o dem dos mesmos da o ma como é ap esen ada nes e es udo, po se en ende mais adequada. - 59 - 6.8- Bibliog a ia Ga gan a, R. (2014), Manusc i o. MINISTÉRIO da EDUCAÇÃO / Depa amen o do Ensino Secundá io (2001).P og ama de Educação Física 10º, 11º e 12ºanos – Cu sos Ge ais e Cu sosTecnológicos (pp. 14; 76-78). San ana,J. Ca los, (2014). The Essence o Func ional T aining Companion Guide, (pp. 16-28). XIX