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Otimização de motores de busca como método de melhoria do índice de qualidade

Filipe Botelho Ribeiro

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O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade na AdClick Filipe Bo elho Ribei o Disse ação de Mes ado O ien ado na FEUP: P o . Gab iela Bei ão O ien ado na AdClick: Engª Cláudia And ade Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o Mes ado In eg ado em Engenha ia Indus ial e Ges ão 2013-02-07 O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade ii “The Web does no jus connec machines, i connec s people.” Si Tim Be ne s-Lee O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade iii Resumo É essencial em qualque campanha publici á ia na pla a o ma Google AdWo ds, pe cebe os pa âme os que compõem o Quali y Sco e, assim como o que in luencia esses pa âme os. O cálculo do Quali y Sco e e dos seus componen es é sujei o a es udos e especulações na indús ia do Ma ke ing na In e ne . Es e p oje o incidiu sob e um desses a o es, a landing page expe ience. P opõe-se um mé odo de melho ia desse a o a a és da u ilização de écnicas de Sea ch Engine Op imiza ion (SEO), p ocedimen os que ajudam a melho a o posicionamen o de uma página nos esul ados de pesquisa o gânicos – ou não pagos – num mo o de busca, nomeadamen e o da Google. P e ende-se com isso a alia a alidade da eo ia de que as écnicas de SEO podem ajuda a melho a a componen e de landing page expe ience do Índice de Qualidade de uma campanha e, po conseguin e, os cus os que lhe são ine en es. A implemen ação das p á icas SEO nas páginas sujei as a es udo o iginou um aumen o do núme o de keywo ds com no a “média” de 19% pa a 53%. Es a melho ia, bem como o p ocesso a a és do qual oi alcançada, ep esen ou um esul ado p omisso pa a a eo ia p opos a. Pala as-cha e: web ma ke ing, o imização de mo o es de busca, índice de qualidade, expe iência na página de des ino, SEO O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade i Sea ch Engine Op imiza ion as a Me hod o Imp o ing Quali y Sco e Abs ac In any ad e ising campaign done h ough Google’s AdWo ds pla o m, unde s anding he pa ame e s ha compose he Quali y Sco e, as well as wha in luences hose pa ame e s, becomes essen ial. The compu a ion o he Quali y Sco e and i s componen s is subjec o s udies and specula ions wi hin he indus y o In e ne Ma ke ing. This p ojec ocused on one o hose ac o s, he landing page expe ience. An imp o emen me hod o ha ac o is p oposed h ough he use o Sea ch Engine Op imiza ion (SEO) echniques. These p ocedu es help imp o ing he anking o a webpage on he o ganic – o non-paid – esul s o a sea ch engine, namely Google’s. The objec i e is o e alua e he alidi y o he heo y ha SEO echniques can help imp o ing he landing page expe ience componen o he Quali y Sco e and, he e o e, i s inhe en cos s. The SEO p ac ices implemen ed on he webpages ha we e s udied o igina ed an inc ease in he numbe o keywo ds wi h an “a e age” g ade om 19% o 53%. This imp o emen , in addi ion o he p ocess h ough which i was achie ed, ep esen s a p omising esul o he p oposed heo y. Keywo ds: web ma ke ing, sea ch engine op imiza ion, quali y sco e, landing page expe ience, SEO O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade Ag adecimen os Es a ese oi u o do abalho e e uado ao longo do es ágio ealizado, e que ce amen e não e ia sido possí el sem o apoio de á ias pessoas. Po isso mesmo, ag adeço o apoio da P o esso a Gab iela Bei ão, enquan o o ien ado a na FEUP, semp e p on a a e i a qualque dú ida e a disponibiliza a sua ajuda. Na AdClick, i e semp e o apoio incondicional da Cláudia And ade, a minha o ien ado a, que desde a ase de en e is as a é ao úl imo dia de es ágio me deu o seu apoio incondicional, essencial pa a que eu me inse isse na emp esa e me amilia izasse com o seu uncionamen o e com as suas pessoas. Ajudou-me, ensinou-me e a u ou-me du an e os meses em que i e a so e de abalha com ela e po isso lhe ica ei pa a semp e ag adecido. À Liliane e ao Filipe, que jun amen e com a Cláudia me ensina am udo o que sei ace ca do abalho que iz du an e es e empo, e cujo apoio e boa disposição o am cons an es e me ize am c esce pessoal e p o issionalmen e, o meu mais since o Ob igado. Ao es o das pessoas da AdClick, que são cada ez mais e cada ez mais p óximas, nomeadamen e o Ped o e o Nuno Mo ais, o Hugo F ei as, o Nuno Lopes, o Hugo Mo ei a e o Guilhe me Coelho, que desde o p imei o dia se mos a am semp e disponí eis pa a me ajuda e con ibuí am pa a que a minha es adia na emp esa osse a melho possí el. A odos, mui o Ob igado. À Mãe, à Ni e à Gui, que o ag adece mais do que a ajuda na ealização da ese e do es ágio, a ajuda que são dia iamen e, incondicionalmen e. O apoio que semp e me de am e con inuam a da az de mim a pessoa que sou, in ini amen e melho do que se ia se a minha amília não ossem Vocês. Ob igado po es a em semp e comigo. E a i, Daniela. Po mui o que p ocu e, nunca i ei encon a pala as que desc e am o quão impo an e é e - e ao meu lado. Ob igado po udo. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade i Índice de Con eúdos 1 In odução ......................................................................................................................................... 1 1.1 Ap esen ação da AdClick .................................................................................................................. 1 1.2 O p oblema no con ex o do depa amen o de Comp a de T á ego ..................................................... 2 1.3 Mé odo seguido no p oje o ................................................................................................................ 2 1.4 Temas Abo dados e sua O ganização no P esen e Rela ó io ............................................................ 3 2 Es ado da a e ................................................................................................................................... 5 2.1 Google AdWo ds .............................................................................................................................. 5 Funcionamen o de um leilão de anúncios do Google AdWo ds .......................................................6 O Quali y Sco e ..............................................................................................................................8 2.2 Sea ch Engine Op imiza ion .............................................................................................................. 9 3 Ap esen ação de alhada do p oblema............................................................................................. 12 3.1 Campanha A................................................................................................................................... 12 3.2 Campanha B................................................................................................................................... 14 3.3 Campanha C .................................................................................................................................. 15 3.4 Campanha D .................................................................................................................................. 16 3.5 Análise ge al ................................................................................................................................... 17 4 A solução p opos a.......................................................................................................................... 19 4.1 Con eúdo ........................................................................................................................................ 21 4.2 Headlines-Tí ulos ............................................................................................................................ 22 4.3 URL-Domínios ................................................................................................................................ 22 4.4 Con eúdo G á ico / Design-Pe o mance ......................................................................................... 23 4.5 Fo mulá io / CTA (Calls-To-Ac ion) ................................................................................................. 23 4.6 Segu ança-Au o idade .................................................................................................................... 24 4.7 Ou os ............................................................................................................................................ 24 5 Ap esen ação e discussão dos esul ados alcançados ................................................................... 26 5.1 Campanha A/B ............................................................................................................................... 26 5.2 Campanha C .................................................................................................................................. 27 5.3 Campanha D .................................................................................................................................. 29 5.4 Análise c í ica dos esul ados .......................................................................................................... 30 5.5 In luência no CPC ........................................................................................................................... 31 6 Conclusões e pe spe i as de abalho u u o .................................................................................. 32 Re e ências .......................................................................................................................................... 35 Anexo A: Pala as mais popula es nas keywo ds es udadas .............................................................. 37 O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade ii Siglá io CPC – Cos Pe Click CTA – Call To Ac ion CTR – Click h ough Ra e KISS – Keep I Simple S upid KPI – Key Pe o mance Indica o LP – Landing Page ROI – Re u n On In es men SEO – Sea ch Engine Op imiza ion URL - Uni o m Resou ce Loca o O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade iii Índice de Figu as Figu a 1 - Como descob i os a o es do Quali y Sco e na pla a o ma AdWo ds (Bane jee 2013) ........................................................................................................................................... 3 Figu a 2 - Exemplo da in e ace online da pla a o ma AdWo ds ............................................... 5 Figu a 3 - Exemplo de esul ados de pesquisa no Google com anúncios de sea ch................... 6 Figu a 4 - Wha is SEO? (Eschenaue 2010) .............................................................................. 9 Figu a 5 - Quo a de me cado de mo o es de busca (Ne Ma ke Sha e 2013) ........................... 11 Figu a 6 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha A – Dados Iniciais ............. 13 Figu a 7 - LP expe ience na Campanha A - Dados Iniciais ..................................................... 13 Figu a 8 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha B – Dados Iniciais ............. 14 Figu a 9 - LP expe ience na Campanha B - Dados Iniciais...................................................... 15 Figu a 10 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha C – Dados Iniciais ........... 15 Figu a 11 - LP expe ience na Campanha C - Dados Iniciais.................................................... 16 Figu a 12 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha D – Dados Iniciais ........... 16 Figu a 13 - LP expe ience na Campanha D - Dados Iniciais ................................................... 17 Figu a 14 - Exemplo da exibição do í ulo da página nos esul ados de pesquisa ................... 22 Figu a 15 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha A/B – Resul ados ............. 26 Figu a 16 - LP expe ience na Campanha A/B - Resul ados ..................................................... 27 Figu a 17 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha C – Resul ados................. 28 Figu a 18 - LP expe ience na Campanha C - Resul ados ......................................................... 28 Figu a 19 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha D – Resul ados ................ 29 Figu a 20 - LP expe ience na Campanha D - Resul ados ......................................................... 29 O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 6 É impo an e e e i ainda que, pa a o p oje o ealizado, oi ida em con a a á ea de publicidade em sea ch, is o é, os anúncios que são publicados na página de esul ados do mo o de busca da Google quando um u ilizado pesquisa po alguma coisa, como exempli icado na Figu a 3. Is o po oposição a á ea de publicidade em display, que aba ca os anúncios p esen es na ede de si es pa cei os da Google (a Google Display Ne wo k) sob a o ma de banne s ou anúncios de ídeo, po exemplo. Assim, é pe inen e pe cebe exa amen e como e quando um anúncio é mos ado a um u ilizado que e e ua uma pesquisa no mo o da Google, bem como analisa os a o es que são idos em con a pa a que os anúncios apa eçam, nomeadamen e o Quali y Sco e. Funcionamen o de um leilão de anúncios do Google AdWo ds O sis ema de leilões de anúncios da Google le a em con a aquilo que o endedo es á dispos o a paga po cada clique no seu anúncio, bem como a qualidade do p óp io anúncio. De odas as ezes que é e e uada uma pesquisa no si e da Google ou em algum si e com um mo o de pesquisa o necido pela Google, o e mo de pesquisa inse ido pode despole a keywo ds (de inidas pelos anuncian es in e essados em publici a pa a essa keywo d) que en am num leilão pa a de e mina a o dem pela qual os anúncios publici á ios apa ecem. Pa a al é usada uma ó mula simples pa a de e mina o Ad Rank (Geddes 2010): 𝐴𝑑 𝑅𝑎𝑛𝑘 = 𝐶𝑃𝐶 𝑀á𝑥𝑖𝑚𝑜 𝑥 𝑄𝑢𝑎𝑙𝑖𝑡𝑦 𝑆𝑐𝑜𝑟𝑒 Figu a 3 - Exemplo de esul ados de pesquisa no Google com anúncios de sea ch O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 7 O CPC máximo é o alo a é ao qual o anuncian e es á dispos o a paga po um clique no seu anúncio, e pode se de inido ao ní el da keywo d. O Quali y Sco e é “uma medida u ilizada pa a a alia a ele ância dos anúncios, das pala as-cha e e da página de des ino pa a uma pessoa que ê o seu anúncio” (Google 2013c). Es e indicado oi desen ol ido pela Google pa a p emia a qualidade de um anúncio ao con á io dos leilões clássicos em que ganha a maio o e a mone á ia. Os anúncios são en ão ap esen ados po o dem de Ad Rank. É depois calculado quan o é que cada anuncian e i á paga po clique no seu anúncio. Pa a al são usadas no amen e as a iá eis Ad Rank e Quali y Sco e, a pa i da ó mula: 𝐶𝑃𝐶 𝑑𝑜 𝑎𝑛𝑢𝑛𝑐𝑖𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑋 = 𝐴𝑑 𝑅𝑎𝑛𝑘 𝑑𝑜 𝑎𝑛𝑢𝑛𝑐𝑖𝑎𝑛𝑡𝑒 𝑛𝑎 𝑝𝑜𝑠𝑖çã𝑜 𝑎𝑏𝑎𝑖𝑥𝑜 𝑑𝑒 𝑋 𝑄𝑢𝑎𝑙𝑖𝑡𝑦 𝑆𝑐𝑜𝑟𝑒 𝑑𝑒 𝑋 + 0.01 Is o assegu a que um anuncian e só pague o su icien e pa a es a po cima do anúncio abaixo do seu. Como al, o CPC máximo es abelecido pelo anuncian e é apenas isso, o máximo que ele es á dispos o a paga , e não aquilo que – na maio ia das ezes – ele e e i amen e paga po cada clique. Suponha-se o exemplo dado po Welle , Calco , e O oo i (2013) e ap esen ado na Tabela 1, no qual se ep esen a um leilão ic ício. Tabela 1 - Leilão de AdWo ds (1) Quali y Sco e O e a Máxima Ad Rank Posição do Anúncio Anuncian e A 5 0,75 3,75 2 Anuncian e B 8 0,50 4 1 Anuncian e C 3 1,00 3 3 Anuncian e D 6 0,25 1,5 4 Ve i ica-se po an o que o anuncian e cujo anúncio apa ece á em p imei o luga não é aquele cujo CPC máximo é mais ele ado, mas sim o que ob ém um Ad Rank melho . Os anúncios são ap esen ados en ão pela o dem desse a o na página de esul ados do mo o de pesquisa da Google. De e mina-se depois o CPC eal de cada anuncian e, como mos ado na Tabela 2. Cada anuncian e paga, des a o ma, apenas o mínimo pa a que o seu anúncio se posicione acima do seguin e. O p eço mínimo pago pelo anuncian e em úl imo luga é su icien e pa a es e ganha ao p imei o que icou de o a, podendo i a é ao alo de 0,01 (o mínimo pago num leilão AdWo ds em semp e o alo de um cên imo na moeda em que o anuncian e em a sua con a). O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 8 Tabela 2 - Leilão de AdWo ds (2) O e a Máxima Quali y Sco e Ad Rank CPC a paga Anuncian e B 0,50 8 4 (3.75/8) + 0.01 = 0.48 Anuncian e A 0,75 5 3,75 (3/5) + 0.01 = 0.61 Anuncian e C 1,00 3 3 (1.5/3) + 0.01 = 0.51 Anuncian e D 0,25 6 1,5 P eço Mínimo Comp o a-se que cada anuncian e não em necessa iamen e de paga o CPC máximo que lici ou. Na maio ia das ezes acaba po paga um p eço in e io . O Quali y Sco e Es e índice de qualidade é a ibuído pelo Google AdWo ds e é uma peça essencial no uncionamen o do sis ema do AdWo ds, po que az com que a qualidade de um anúncio seja ida em con a no momen o de decidi se es e é ap esen ado ou não. O Quali y Sco e é um índice en e 1 e 10 calculado a pa i de di e sas componen es, cada uma delas com impo âncias di e en es, mas odas con ibuem pa a a no a a ibuída e, po conseguin e, pa a o cus o po clique a paga pelo anuncian e (Google 2013a). Os a o es são en ão os seguin es: • CTR da keywo d: o his ó ico de cliques do anúncio quando despole ado pela keywo d, ep esen a no undo a popula idade des e pa a os u ilizado es ao qual é mos ado; • CTR do display URL: pa ecido com a an e io , mas e e en e ao URL de isualização (o URL que é mos ado no anúncio); • CTR global: a CTR de odas as keywo ds da con a AdWo ds em que o anúncio se encon a; • Qualidade da landing page: quão ele an e, anspa en e e ácil de na ega é a página de des ino do anúncio; • Rele ância: Da keywo d ace ao anúncio; Da keywo d ace ao e mo de pesquisa do u ilizado ; • Desempenho geog á ico: sucesso da con a nas egiões pa a a qual es á segmen ada; • Desempenho mul i-pla a o ma: se o anúncio es i e segmen ado pa a disposi i os di e en es (i.e. compu ado es, disposi i os mó eis, able s), ob ém Quali y Sco es di e en es pa a cada ipo de disposi i o. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 9 Todos es es a o es êm pesos di e en es, sendo que a Google não e ela exa amen e como são ponde ados pa a calcula o índice en e 1 e 10. No en an o, sabe-se que o a o mais impo an e é a CTR da keywo d, seguido da ele ância e da qualidade da landing page (Geddes 2010). Is o ai de encon o à on ade da Google em mos a os anúncios mais popula es e ele an es, o que unciona pa a odas as pa es en ol idas no sis ema: o u ilizado ê apenas anúncios que lhe in e essam pa a a pesquisa que ez e que sejam comp o adamen e popula es; o anuncian e coloca anúncios que mais p o a elmen e se ão clicados pelo seu público-al o; e a Google maximiza a sua ecei a (pois ecebe po clique), e az com que os seus clien es – anuncian e e u ilizado – enham uma boa expe iência. 2.2 Sea ch Engine Op imiza ion A o imização de mo o es de pesquisa, denominada Sea ch Engine Op imiza ion (SEO) é o conjun o de écnicas e p á icas u ilizadas pa a melho a uma página de In e ne , no sen ido de es a se mais acilmen e iden i icá el po um mo o de busca online e, po conseguin e, ob e uma posição mais ele ada nos ankings de esul ados quando um u ilizado pesquisa de e minado e mo. Ha old Da is (2006) de ine SEO como a a e, habilidade e ciência de di eciona á ego da web pa a web si es. A p imei a u ilização documen ada do e mo sea ch engine op imiza ion e i ica-se em Agos o de 1997, numa página do Mul imedia Ma ke ing G oup (Aude e 1997). O uso massi icado da exp essão, no en an o, não se pode a ibui a uma única on e ou pessoa, pois oi sendo usado cada ez mais nos inúme os blogs e si es da indús ia e o nou-se na designação o iciosa pa a o ema. Es es mé odos são u ilizados desde que apa ece am os mo o es de pesquisa na In e ne , e êm e oluído em conjun o com es es, à medida que a ecnologia a ançou e os mo o es se o am o nando mais pode osos e e icien es. A Figu a 4 ap esen a isualmen e uma noção ápida das di e sas á eas ab angidas po SEO. Figu a 4 - Wha is SEO? (Eschenaue 2010) O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 10 Quando um u ilizado ealiza uma pesquisa num qualque mo o de busca online, são-lhe ap esen ados esul ados consoan e os c i é ios de inidos po esse mo o , ge almen e pela ele ância que esses esul ados êm pa a o e mo de pesquisa inse ido. A o dem pela qual são o ganizados os esul ados depende desses c i é ios, e é pa a eles que os webmas e s en am o imiza a sua página, de manei a a es a consegui posicionamen os mais ele ados. Pa a posiciona os esul ados, o mo o de pesquisa da Google u iliza algo i mos que êm em con a “mais de 200 sinais únicos” (Google 2013d), como po exemplo o PageRank desen ol ido po La y Page e Se gey B in (Page e al. 1999). Esses pa âme os não êm pesos iguais na ó mula de posicionamen o, e po an o as écnicas de SEO ambém acompanham essa impo ância, ha endo mais oco nos p incipais pa âme os de posicionamen o. Jason McDonald (2012) esume os p incipais a o es de posicionamen o no mo o de busca da Google como: 1. Keywo ds 2. Fa o es den o página (pa a uma página indi idual) a. e ique a do í ulo; b. ou as e ique as impo an es – cabeçalhos, HREF, ALT; c. con eúdo na página. 3. Fa o es den o da página (pa a um websi e in ei o) a. home page; b. landing pages; c. es u u a de URL co e a; d. si emaps co e os. 4. Fa o es o a da página a. links; b. no idades e “ escu a” – si es a ualizados equen emen e. c. e e ências sociais – Facebook, Google+, Twi e . Es e au o e e e que os a o es den o da página são c í icos pa a o posicionamen o de um si e nos esul ados de uma pesquisa, o que é essencial pa a o desen ol imen o do p esen e p oje o. A Google, cujo mo o de pesquisa é o mais u ilizado do mundo ( e Figu a 5), e é aquele com mais in e esse no âmbi o do p oje o ealizado, enco aja a u ilização de SEO e disponibiliza e amen as, si es de ajuda e u o iais pa a os webmas e s o imiza em os seus si es de manei a a ob e em posicionamen os mais al os nos esul ados de pesquisa (Google 2010). O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 11 Apesa disso, a Google não e ela como unciona o seu algo i mo de anking de esul ados e, po conseguin e, qual é o peso exa o a ibuído a cada um dos c i é ios, embo a econheça que as eo ias ge almen e acei es pelos u ilizado es de SEO sejam na sua maio ia co e as, e que os pa âme os que os webmas e s pensam se os mais impo an es são, ealmen e, aqueles a que o algo i mo a ibui mais ele ância (Google 2010). Após a e isão da li e a u a mais ele an e e iden i icadas as á eas c í icas pa a es e p oje o se á ap esen ado de alhadamen e no p óximo capí ulo o p oblema em es udo. Figu a 5 - Quo a de me cado de mo o es de busca (Ne Ma ke Sha e 2013) O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 12 3 Ap esen ação de alhada do p oblema A a iedade e complexidade das campanhas abalhadas no depa amen o de Media Buying exigi am que, pa a um p oje o com es as ca ac e ís icas e p incipalmen e dado o limi e de empo, não osse possí el es uda odas. Como al, oi u ilizada uma amos a que consis iu em qua o campanhas di e en es, mas com pon os comuns. E am as campanhas a i as do e ical de Educação, es ando duas delas a co e em Po ugal e as ou as duas em Espanha. Es a oi uma opção omada em conjun o com a emp esa onde se desen ol eu o p oje o, pois sabia-se à pa ida se em campanhas de ici á ias na á ea que se p e endia analisa . As Campanhas A e B co espondem a publicidade a cu sos de o mação écnicos e p o issionais em Espanha. O u ilizado em a opo unidade de se egis a na página e ecebe o e as e con ac os ela i os ao cu so que escolheu e ou as in o mações ge ais. As Campanhas C e D são semelhan es mas pa a Po ugal, ag egando á ios cu sos pa a pessoas que es ejam à p ocu a de o mação écnica e p o issional. O u ilizado egis a-se na landing page e ecebe as in o mações. A es es egis os chamam-se con e sões: um u ilizado “con e e” quando e e ua um de e minado passo desejado pelo webmas e , e no caso das landing pages es udadas, esse passo é o egis o, a a és do p eenchimen o no o mulá io p esen e na página com os dados pedidos. Após e em sido de inidas as campanhas que i iam se subme idas a análise, oi necessá io ecolhe os dados iniciais, que se iam mais a de compa ados com os esul ados ob idos. Nesse sen ido o am ecolhidos os alo es desc iminados dos pa âme os do Quali y Sco e que o AdWo ds disponibiliza, is o é, a CTR espe ada, a ele ância e a landing page expe ience, sendo es a úl ima a mais pe inen e pa a o p oje o. Es e p ocesso oi manual e e e uado di e amen e na pla a o ma, po que nes e caso conc e o não exis e a possibilidade de e i a um ela ó io au omá ico com os dados necessá ios desc iminados. A Figu a 1 ap esen ada na Secção 1.3 mos a como se consegue isualiza a desc iminação dos a o es que compõem o Quali y Sco e. Den o de cada con a, decidiu-se analisa os índices das keywo ds que inham o iginado 80% das con e sões em cada campanha, algo que o na ia mais e icien e a ecolha dos dados sem que se pe desse in o mação ele an e ou com impac o conside á el na campanha. 3.1 Campanha A Na Figu a 6 e 7 ap esen am-se os esul ados da análise aos a o es do Quali y Sco e. A Google não o nece o peso exa o de cada um, dando-lhes uma classi icação “acima da média”, “abaixo da média” ou “média”. Na Campanha A, o am analisadas as 32 keywo ds que o igina am mais con e sões. Es a campanha dizia espei o a publicidade a cu sos de o mação e p o issionais em Espanha. Pe cebe-se acilmen e que o maio p oblema se cen a no a o de landing page expe ience. Apenas esse em classi icações “abaixo da média” (à exceção de uma única keywo d no pa âme o de ele ância). O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 13 01 27 19 22 5 13 9 0 0 32 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age Obse ando mais de alhadamen e a landing page expe ience, al como se ap esen a na Figu a 7, e i ica-se que 84% das keywo ds analisadas inham uma no a “abaixo da média” pa a esse a o . 84% 16% 0% LP EXPERIENCE Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 6 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha A – Dados Iniciais Figu a 7 - LP expe ience na Campanha A - Dados Iniciais O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 14 A média dos Quali y Sco es das keywo ds obse adas nes a campanha oi de 4. É impo an e elemb a que o Quali y Sco e não é apenas unção dos seus ês p incipais componen es e que, po an o, não é imedia amen e conclusi o que a sua classi icação ela i amen e baixa (4 num máximo de 10), seja apenas causada pela a ibuição de meno qualidade à landing page expe ience. 3.2 Campanha B A Figu a 8 mos a os alo es pa a a Campanha B, na qual o am analisadas 38 keywo ds. A Campanha B e a ela i a a ou a campanha pa a o me cado Espanhol, semelhan e po que inha a e com cu sos de o mação e p o issionais, mas o e ecidos po ou a en idade, es ando po isso sepa adas. No amen e, é lag an e a di e ença de qualidade do a o landing page expe ience pa a os ou os, o que p o a a exis ência de uma opo unidade excelen e de melho a a Campanha B nes e aspe o. Na Figu a 9 no a-se com maio de alhe o ac o de p a icamen e a o alidade das keywo ds, mais p ecisamen e 92%, e em uma classi icação “abaixo da média” no a o mais ele an e pa a o p oje o, o que con i ma a necessidade de o melho a . 0 4 35 30 26 3 8 8 0 0 38 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 8 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha B – Dados Iniciais O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 15 Em ambas as p imei as campanhas, o Quali y Sco e médio oi de 4 nas keywo ds sujei as a análise. Repi a-se que is o não que dize que a no a seja apenas u o da má pe o mance da landing page expe ience, mas não deixa de se e iden e a possibilidade de melho a o índice. 3.3 Campanha C Na Figu a 10 podem e -se os esul ados da análise ei a à Campanha C, a pa i de 74 keywo ds. A campanha e a pa a cu sos de o mação e p o issionais di eccionada pa a o me cado Po uguês. 6 0 56 13 44 18 55 30 0 0 74 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 10 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha C – Dados Iniciais 92% 8% 0% LP EXPERIENCE Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 9 - LP expe ience na Campanha B - Dados Iniciais O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 22 Sendo assim, az mais sen ido apos a num ex o que se assemelhe a: “Cu sos p o issionais g á is! Regis e-se já pa a ob e in o mações e descub a o melho pa a quem p ocu a cu sos p o issionais.” Es e ex o con ém menos ezes as pala as-cha e desejadas, mas é mais consis en e com linguagem na u al, menos o çado. Como al, o algo i mo a ibui-lhe maio qualidade do que ao p imei o exemplo. Es e ac o liga-se aos ou os pa âme os ela i os à á ea de Con eúdo, pois dizem espei o à cla eza e de alhe com que os ex os ap esen ados na landing page são ap esen ados. Também isso oi al o de e isão e melho ias pon uais. 4.2 Headlines-Tí ulos Os í ulos, ou nomes das páginas – o ex o que apa ece mais des acado nos esul ados de pesquisa ( e Figu a 14) e que é ap esen ado na ba a supe io do b owse quando a página é isualizada –, bem como os ex os com a mais ele ada posição hie á quica den o do con eúdo da página ( e e idos ecnicamen e como os <h1>), o am ou a das ques ões abo dadas e sujei as a inspeção e melho ia po meno izada, p ocedendo-se a al e ações nas páginas que se julga am de ici á ias nesse campo. 4.3 URL-Domínios Uma a enção especial oi ambém dada aos ende eços das páginas, ou URLs, pa a que ossem não só coe en es com o con eúdo dos si es mas ambém, quando possí el, com as keywo ds Figu a 14 - Exemplo da exibição do í ulo da página nos esul ados de pesquisa O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 23 que pa a eles di igiam o á ego. Os domínios são mais complicados de al e a , mas oi assegu ado que as páginas den o do si e inham os seus ende eços sepa ados po ba as, ao in és de em o ma de subdomínio. Exempli icando, um ende eço é mais acilmen e pe cebido pelo algo i mo da Google quando es á na o ma www.dominio.p /pagina do que na o ma www.pagina.dominio.p . Assegu ou-se que, den o do possí el, as páginas das campanhas es udadas obedeciam a es a eg a. 4.4 Con eúdo G á ico / Design-Pe o mance O papel dos elemen os g á icos, do desenho e do isual da página em á ias e en es. Em p imei o luga , um isual apela i o e ag adá el p opo ciona à pa ida uma expe iência mais es imulan e pa a o u ilizado ; nesse sen ido, po encia as con e sões, ao mesmo empo que não p ejudica o anking da página. Mas mais do que não p ejudica , o con eúdo g á ico de um si e pode inclusi amen e se uma in luência posi i a pa a o algo i mo de posicionamen o, a a és da colocação de ídeos e imagens coe en es com o con eúdo ex ual, da u ilização de ex os al e na i os – aqueles que apa ecem quando não é possí el ao na egado de In e ne ca ega a imagem ou ídeo p esen es na página – que sejam ele an es pa a o ex o (podendo inclusi amen e con e keywo ds desejá eis). Há ainda a ques ão da pe o mance do si e, que se o demasiado aca (as on es consul adas aconselham uma página que demo e menos de ês segundos a ca ega o almen e) pode p ejudica o posicionamen o da página; os elemen os g á icos e isuais, ipicamen e mais “pesados”, são po an o essenciais na o imização da pe o mance. O p óp io amanho da landing page joga ambém uma pa e impo an e nesse aspe o, pois a in o mação ele an e de e es a “acima do old”, ou seja, de e se isí el sem que seja p eciso aze sc olldown (a exp essão usada é uma alusão aos anúncios na imp ensa: li e almen e, acima da dob a). Todos es es pon os o am conside ados, e is os e melho ados no que diz espei o às páginas es udadas. É ce o que es a á ea em um ca á e mais subje i o, mas o am ei os es o ços no sen ido de chega a mudanças que ossem consensuais. 4.5 Fo mulá io / CTA (Calls-To-Ac ion) O o mulá io de con e são e os calls- o-ac ion são ópicos mais especí icos de uma landing page, e menos do que se pode chama de âmbi o ge al de uma o imização pa a mo o es de busca. Ainda assim, conside ou-se que a ia sen ido aba ca es es a o es den o da lis a, po di e sos mo i os. O o mulá io é a peça essencial de uma página de des ino o ien ada à con e são, e po an o um elemen o indispensá el na sua cons ução; sendo assim, a sua melho ia o na-se ele an e no sen ido em que o e ece uma expe iência mais ag adá el ao u ilizado . Mas isso não que dize que ambém não bene icie a página de um pon o de is a de SEO, po que al e ações ao o mulá io no sen ido de o encu a e o o na ele an e pa a o es o da página se ão semp e al e ações posi i as pa a o algo i mo do mo o de busca. A is o se jun am os calls- o-ac ion, que êm um papel undamen al na con e são, e que podem no en an o ajuda a melho a a qualidade da página se o em coe en es e, no caso especí ico de AdWo ds, se o em consis en es com o CTA do anúncio que le ou à página, po exemplo. Na e dade, an o o o mulá io como o CTA nele con ido podem e keywo ds desejadas, algo que, ei o coe en emen e, ambém ajuda a aumen a a qualidade da página. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 24 Também es es p oblemas o am analisados na ase de melho ia das páginas, e odas as al e ações conside adas pe inen es o am implemen adas no sen ido de aumen a a landing page expe ience ao mesmo empo que se po encia am as con e sões. 4.6 Segu ança-Au o idade O concei o de au o idade de um websi e es á na génese do algo i mo PageRank u ilizado pelo mo o de pesquisa da Google e é conside ado consensualmen e na indús ia como o p incipal a o de posicionamen o de uma página nos esul ados de pesquisa. Na sua base, o algo i mo en ende a au o idade de um si e como a quan idade de links que pa a ele apon am, assim como a au o idade desses p óp ios links. O que is o que dize é que o mo o de busca pe cebe que a comunidade a ibui au o idade a de e minada página pelas ci ações que az dela, e po an o ap esen a essa página em posições mais al as nos esul ados po que en ende que ela se á mais ele an e pa a os u ilizado es. Pa a alcança bons posicionamen os, os p o issionais de SEO dedica am-se desde semp e a maximiza a quan idade de links que di eciona am pa a as suas páginas, ado ando es a égias conhecidas como link building, ha endo inclusi amen e edes dedicadas a essas p á icas, onde se ocam links e se p omo em e incen i am as ci ações mú uas. No en an o, is o le ou a que mui os si es abusassem des as écnicas, sob eca egando si es com o uso exace bado de links e chegando mesmo a comp a essas e e ências – o link buying, a ualmen e p oibido pela Google. A au o idade pode po isso conside a -se como o mais impo an e a o de posicionamen o no algo i mo da Google, o que no caso do p oje o ealizado, ouxe p oblemas. O ipo de páginas das campanhas analisadas não se p es a am a écnicas link building, pois na condição de landing pages o ien adas pa a a con e são de u ilizado es indos do á ego comp ado (ou seja, da publicidade em AdWo ds) não ha ia sen ido nem opo unidade pa a exis i em ligações a apon a pa a elas indas de ou as páginas. A ques ão de segu ança e con iança po pa e do u ilizado e a assegu ada pela p esença de indicado es da ma ca e ins i uição do clien e pa a o qual as campanhas o am ei as, mas no que diz espei o ao algo i mo do mo o de busca, as páginas não o am bene iciadas po esse a o . No en an o, o ac o de as páginas não e em sido in luenciadas pelo a o de au o idade deu opo unidade de pe cebe melho a in luência dos ou os pa âme os, is o po que o link building é econhecidamen e algo que con ibui posi i amen e pa a o posicionamen o de uma página (quando ealizado co e amen e), e po an o as conclusões que se e i a iam de e en uais al e ações se iam mais p e isí eis. Assim, consegui -se-ia pe cebe melho o impac o das ou as á eas, po lhes e sido dado mais des aque. 4.7 Ou os Aos es an es componen es ap esen ados na Tabela 3 oi dado um ele o meno . Foi e e ido o ac o de ha e casos como o das ligações às edes sociais, que não se ia de in e esse al e a , pois não se ajus a am ao âmbi o das páginas. Ou o exemplo disso são os incen i os a ol a , que numa página de des ino o ien ada à con e são, como e am aquelas em causa, não e ia ambém um enquad amen o coe en e. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 25 Finalmen e, al a e e i que, embo a as mudanças enham sido implemen adas, não se ez udo o que se ia ele an e dado a al a de empo e ecu sos disponí eis. Todas as á eas mencionadas o am sujei as a al e ações, mas exis em semp e possibilidade de o imiza as melho ias implemen adas, in oduzi no as mudanças, expe imen a no as écnicas que al e am mais p o undamen e o uncionamen o, a disposição e o con eúdo da página. De qualque o ma, as mudanças que o am e e i amen e ealizadas o igina am al e ações nas landing pages, e elas são iden i icadas e ap esen adas no Capí ulo 5. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 26 5 Ap esen ação e discussão dos esul ados alcançados As al e ações e e uadas nas páginas de des ino das campanhas inham como obje i o a melho ia do a o landing page expe ience, e oi a e olução desse a o que se p e endeu egis a quando o am e i ados no amen e os alo es pa a cada campanha. Mais uma ez oi necessá io ex ai os índices manualmen e na pla a o ma online do AdWo ds. De e e i ainda que, pa a e ei os de simpli icação, a no a campanha que undiu as an e io es A e B se á do a an e denominada A/B. As ou as duas, C e D, man êm a nomencla u a que lhes oi dada a é es e pon o. A decisão de jun a as duas p imei as campanhas oi omada em conjun o com a emp esa, endo uma das azões sido a maio acilidade de ges ão das mesmas; as campanhas C e D não se adequa am an o a uma junção semelhan e. Os esul ados ap esen ados no p esen e capí ulo são u o de es es que deco e am du an e 27 dias e são po isso mesmo dados sujei os a uma ans o mação ainda maio se ecolhidos no amen e após mais empo de ma u ação das mudanças implemen adas, is o é, como as mudanças não o am odas implemen adas ao mesmo empo, exis e a possibilidade de algumas não e em sido analisadas a empo pelo algo i mo da Google. Apesa de não signi ica necessa iamen e que osse esse o caso, a e dade é que só com mais empo de análise se pode ia conclui mais axa i amen e ace ca disso. 5.1 Campanha A/B Na Figu a 15, ap esen am-se os esul ados e e en es à Campanha A/B. Mais uma ez, o am e i ados dados das keywo ds que ge a am 80% das con e sões du an e o espaço de empo analisado, o que nes e caso co espondeu a 101 keywo ds. Salien e-se o ac o de, nes a al como nas ou as campanhas analisadas, as keywo ds u ilizadas pa a ecolhe os dados iniciais não se em necessa iamen e as mesmas que o am es udadas na 19 11 53 80 90 48 20 0 0 101 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 15 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha A/B – Resul ados O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 27 ecolha dos esul ados. O al o da e en ual melho ia e a, no en an o, a landing page expe ience e, po isso mesmo, é menos ele an e e a análise indi idual a cada keywo d do que pe cebe o impac o ge al da página de des ino pa a as pala as-cha e que ge a am mais con e sões. Pa a além disso, pe cebem-se al e ações ambém ao ní el dos ou os a o es, a click h ough a e e a ele ância, o que é na u al (p incipalmen e de ido ao ac o de e sido c iada uma campanha o almen e no a pa a ag ega á ias) e em nada de e in luencia a qualidade da página de des ino. E e uando uma análise análoga àquela que oi ei a pa a os dados iniciais, e i icam-se na Figu a 16 os alo es pa a o a o de landing page expe ience. A en ando aos dados iniciais, ap esen ados no Capí ulo 3, e e en es às campanhas A e B, e compa ando-os aos esul ados ob idos, obse a-se um aumen o de 36% na quan idade de keywo ds com no a “média” na landing page expe ience ace à si uação inicial (se o conside ada uma média de 12% de keywo ds com essa no a nas duas campanhas). Não se ob e e nenhum esul ado de “acima da média”, mas ainda assim a melho ia alcançada com as mudanças implemen adas oi assinalá el. Quan o ao Quali y Sco e médio nas keywo ds analisadas oi de 4. Es e alo não se al e ou ace aos dados iniciais ecolhidos das duas campanhas que a Campanha A/B ag egou. 5.2 Campanha C Na Figu a 17 são isí eis os esul ados das mudanças e e uadas à Campanha C. Fo am analisadas 87 keywo ds. Também o caso des a campanha se e i icam al e ações ao ní el dos ou os a o es que compõem o Quali y Sco e, sendo que, como já oi e e ido, essas al e ações não de em in luencia a expe iência na página de des ino. 52% 48% 0% LP EXPERIENCE Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 16 - LP expe ience na Campanha A/B - Resul ados O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 28 Podem-se obse a a a és da Figu a 18 os alo es pa a a componen e de landing page expe ience na campanha após as mudanças implemen adas. Na Campanha C obse ou-se um aumen o de 40 pon os pe cen uais na quan idade de keywo ds com no a “média” no a o es udado, o que ez com que a maio ia passasse a e essa no a, quando compa ada com a si uação inicial em que a maio ia inha classi icações “abaixo da média”. Es a é uma melho ia in e essan e que az com que o núme o de keywo ds com classi icação nega i a seja uma mino ia, mesmo endo em con a que não se ob i e am no as “acima da média” em nenhuma keywo d. 36% 64% 0% LP EXPERIENCE Below A e age A e age Abo e A e age 0 0 31 28 87 56 59 0 0 0 87 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 18 - LP expe ience na Campanha C - Resul ados Figu a 17 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha C – Resul ados O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 29 Ve i icou-se um Quali y Sco e médio de 5 nas keywo ds da Campanha C após as mudanças, um aumen o ace ao índice de 3 nos dados iniciais. 5.3 Campanha D Finalmen e, ap esen am-se na Figu a 19 os esul ados ela i os à Campanha D. O núme o de keywo ds es udadas oi de 40. Tal como é possí el e i ica na Figu a 20, obse a am-se al e ações na componen e landing page expe ience pa a a campanha. 0 4 24 33 36 16 7 0 0 0 40 CTR Rele ance LP Expe ience Below A e age A e age Abo e A e age 60% 40% 0% LP EXPERIENCE Below A e age A e age Abo e A e age Figu a 20 - LP expe ience na Campanha D - Resul ados Figu a 19 - Fa o es do Quali y Sco e nas keywo ds da Campanha D – Resul ados O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 30 Na Campanha D, a quan idade de keywo ds com no a “média” aumen ou em 20% ace à si uação inicial, uma melho ia não ão acen uada como nas ou as campanhas, mas ainda assim ele an e. Também nes a campanha não se e i ica am si uações de no as “acima da média” no a o de landing page expe ience. O Quali y Sco e médio das keywo ds da Campanha D man e e-se em 3. 5.4 Análise c í ica dos esul ados A compa ação dos dados ecolhidos após as mudanças com os dados da si uação inicial le an ou duas ques ões. P imei o, a ci cuns ância de os índices de qualidade não e em so ido al e ações signi ica i as. Depois, o ac o de, em nenhuma das campanhas, ha e keywo ds com no as “acima da média” no pa âme o es udado. Es es esul ados pode iam à pa ida pa ece desmo i ado es, mas de em-se, em p imei o luga , ao ac o de os ou os a o es ambém e em a iado. Ou seja, apesa de se e em alcançado melho ias ao ní el da landing page expe ience, o Quali y Sco e no seu global não aumen ou, pois hou e modi icações nos a o es como a CTR e a ele ância, assim como ce amen e e ão exis ido nos ou os a o es, de meno impo ância mas ainda assim exis en es, cujas no as não o am egis adas. Mais ainda, es es dados podem ep esen a apenas uma ase da e olução das campanhas, cujas mudanças, ao con inua em a se implemen adas, a ão aumen a ainda mais as no as do índice de qualidade, al como as do pa âme o da expe iência na landing page. De qualque o ma, e i icou-se que no global, as mudanças e e uadas es i e am ligadas a melho ias das no as “médias” das keywo ds analisadas na o dem dos 34%, como se pode e i ica na Tabela 4. Tabela 4 – Resul ados ob idos nas campanhas Campanha A B C D TOTAL Keywo ds Analisadas – Dados 32 38 74 64 208 LPE “Below A e age” 27 35 56 51 169 % "Below A e age" 84% 92% 76% 80% 81% % "A e age" 16% 8% 24% 20% 19% Keywo ds Analisadas – Resul ados 101 87 40 228 LPE "Below A e age" 53 31 24 108 % "Below A e age" 52% 36% 60% 47% % "A e age" 48% 64% 40% 53% Melho ia 36% 40% 20% 34% Os esul ados ob idos com as al e ações implemen adas são p omisso es, augu ando uma e olução ainda mais posi i a se o em aplicadas mais melho ias, e o imizadas as que já o am in oduzidas. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 31 No en an o, apesa de enco ajado as, as melho ias ica am aquém, nes a p imei a ase, do obje i o de ob e classi icações “acima da média”. Como se e e iu an e io men e, is o pode de e -se a uma ase e olu i a das classi icações, mas a e dade é que ambém pode signi ica que as al e ações implemen adas o am apenas su icien es pa a ob e no as “média” no pa âme o de landing page expe ience. 5.5 In luência no CPC A ques ão do impac o que as mudanças e e uadas no âmbi o do p oje o e iam sob e o cus o pago po clique oi pensada p e iamen e como um dos es udos a se em ealizados. No en an o, a e dade é que al es udo só se ia possí el se osse ei a uma análise ce e is pa ibus à in luência da landing page expe ience no cus o po clique. Na p á ica, essa análise o nou-se inexequí el pelo ac o de, no deco e da manu enção de uma campanha al como aquelas que o am es udadas, se necessá io al e a mais do que uma das a iá eis que in luenciam o CPC médio pago, nomeadamen e o CPC Máximo ( a o essencial quando é ealizado um leilão de anúncios, como se e e e na Secção 2.1). Sendo assim não oi possí el e i a ilações conclusi as ace ca do e ei o das melho ias alcançadas no cus o da campanha. Mas al como é explicado na Secção 2.1, sabe-se que uma melho ia no Quali y Sco e diminui aquilo que um anuncian e paga po clique e, po an o, as e oluções ob idas na campanha a a és da landing page expe ience in luencia am ambém o CPC médio pago nas campanhas. O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 38 CAMPANHA B Nº Keywo ds analisadas: 38 Con e sões: 139 Ou as: g ado medio educaion in an il; abajo ele ision; abajo ; [ abaja ] 33 9 4 0 38 CURSO/CURSOS ENFERMERIA OUTRAS Nº de ezes que as pala as apa ecem nas keywo ds mais popula es O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 39 CAMPANHA C Nº Keywo ds analisadas: 74 Con e sões: 1986 Ou as: ap ende ingles online g a is; o mação es e ica; ap ende ingles g a is online 48 7 24 7 3 0 74 CURSO/CURSOS CENTRO EMPREGO CENTRO+EMPREGO OUTRAS Nº de ezes que as pala as apa ecem nas keywo ds mais popula es O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 40 CAMPANHA D Nº Keywo ds analisadas: 64 Con e sões: 150 Ou as: no as opo unidades; ene gias eno á eis; o mação p o issional; edp ene gias eno a eis; Po ugal jobs; 29 12 32 12 6 0 64 CURSO/CURSOS CENTRO EMPREGO CENTRO+EMPREGO OUTRAS Nº de ezes que as pala as apa ecem nas keywo ds mais popula es O imização de Mo o es de Busca como Mé odo de Melho ia do Índice de Qualidade 41  Fo am analisadas keywo ds espe i as a 80% das con e sões no pe íodo escolhido.  Pa a além dos e mos ap esen ados, há pala as como “g á is” e “g a ui o” que apa ecem com egula idade, mas que nalguns casos pode não se possí el se em colocados na landing. Há ambém, p incipalmen e pa a Po ugal, á ias e e ências à cidade, algo que se possí el se ia bom in oduzi na landing consoan e o anúncio.  O que é possí el cons a a é que as pala as mais usadas são e mos ela i amen e comuns e que a é já apa ecem nas landings; se não, ambém não de e se di ícil colocá-las lá. As mais complicadas se iam “peluque ia” ou “en e me ia”, que já dizem espei o a cu sos especí icos. O ideal se ia apa ece em consoan e o anúncio no qual o u ilizado clicou, como com as cidades.