Higiene e segurança alimentar em serviços de alimentação de escolas básicas de Primeiro Ciclo
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A REVISTA DA ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DOS NUTRICIONISTAS 01ab . jun. ‘15
Dis ibuição G a ui a
ISSN: 2183-5985
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(3,29; 3,29; espe i amen e). Os alo es de MVPA, em média, são mais ele ados
nos apazes (52,6 min.) do que nas apa igas (36,5min.), (p<0,05). Não exis em
di e enças signi ica i as pa a peso, al u a e IMC.
CONCLUSÕES: As apa igas êm melho es no as a po uguês no 2.º e 3.º ciclos e
ensino secundá io, con udo os apazes êm melho es no as a ma emá ica no 1.º
ciclo. Nas es an es classi icações não há di e enças en e apazes e apa igas.
De conclui ainda que os apazes são mais a i os do que as apa igas, aspe o
es e impo an íssimo na p omoção da saúde ísica e men al.
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PROJETO DE INVESTIGAÇÃO SUPORTADO POR: Resea ch P ojec suppo ed by:
SFRH / BD / 79886 / 2011; PTDC/DTP-DES/1328/2012 (FCOMP-01-0124-FE-
DER-028619); and Resea ch Cen e suppo ed by: PEs -OE/SAU/UI0617/2011.
PO21: HIGIENE E SEGURANÇA ALIMENTAR EM
SERVIÇOS DE ALIMENTAÇÃO DE ESCOLAS BÁ-
SICAS DE PRIMEIRO CICLO
Joana Ca alho1, Ma ia Ro iz1 Ma ga ida Liz Ma ins1,2
1 Faculdade de Ciências da Nu ição e Alimen ação da Uni e sidade do Po o
2 LAQV-REQUIMTE da Faculdade de Fa mácia da Uni e sidade do Po o
INTRODUÇÃO: A segu ança alimen a nos se iços de alimen ação escola de e
se uma p eocupação cen al. Qualque inciden e pode a e a um ele ado nú-
me o de es udan es. As p incipais causas da con aminação dos alimen os em
es abelecimen os de es au ação cole i a de em-se a p á icas inadequadas na
sua manipulação e no con olo de empe a u as.
OBJETIVOS: A alia as p á icas de higiene e segu ança alimen a em unidades
de con eção e dis ibuição de escolas básicas de p imei o ciclo.
METODOLOGIA: Du an e um mês, p ocedeu-se a isi as de moni o ização a 7
unidades de con eção e 9 unidades de dis ibuição de escolas do p imei o ciclo
de um município po uguês. Fo am u ilizadas lis as de e i icação pa a a aliação
dos pa âme os de higiene e segu ança alimen a an e io men e desen ol idas
com base nos Regulamen os (CE) n.º 852/2004 e 178/2002 e nas g elhas do
Sis ema de Planeamen o e A aliação de Re eições Escola es.
RESULTADOS: Em média, a p e alência de incump imen o dos c i é ios a aliados
é de 32,5%, sendo de 34,8% nas unidades de dis ibuição e de 30,2% nas unida-
des de con eção. Quase a o alidade das unidades não ap esen a egis o ela i o
ao con olo de p agas e em 56,3% das unidades, os egis os de higienização
encon am-se em al a. A g ande maio ia das unidades não ap esen a p á icas
co e as na manipulação dos baldes do lixo (81,3%), man endo-os abe os e/
ou sem saco (75%) e inco e em não con o midades na disponibilidade de um
sis ema higiénico pa a higienização/desin eção (62,5%) e secagem de mãos
(68,8%), sendo es as duas não con o midades mais p e alen es nas unidades
de dis ibuição. Ao ní el da higiene pessoal, 75% das unidades ap esen am
incump imen os no a damen o, 62,5% na p o eção do cabelo e 56,3% no
uso de ado nos e/ou maquilhagem. A u ilização de calçado não exclusi o pa a
labo ação, bem como de panos não pe mi idos é mais p e alen e nas unida-
des de dis ibuição. Nas unidades de con eção são mais p e alen es as não
con o midades associadas ao es ado de conse ação do mobiliá io do e ei ó io
(42,9%, p=0,029) e dos u ensílios (57,1%, p=0,009). Ve i ica-se ainda que em
56,3% das e eições a aliadas, a empe a u a encon a a-se abaixo do limi e
c í ico de segu ança. O núme o de manipulado es a labo a e o núme o de e-
eições se idas não ap esen a uma associação signi ica i a com a p e alência
de não con o midades.
CONCLUSÕES: O incump imen o dos c i é ios de higiene e segu ança alimen a
onda, em média os 33%, com uma p e alência supe io de não con o mida-
des nas unidades de dis ibuição ace às unidades de con eção. O Con olo de
p agas e a manipulação de alimen os são os domínios com maio pe cen agem
de não con o midades, espe i amen e 46,2% e 38,2%.
PO22: ESTUDO DE VALIDAÇÃO DE PASTA DE FRAN-
GO, PASTA DE ATUM E MOLHO DE FRANCESINHA
Ped o Mou a1, Juliana Cos a2, Na ália Cos a2, Sónia Mendes3
1 Licenciado em Ciências da Nu ição
2 Ins i u o Técnico de Alimen ação e Nu ição Humana
3 T i alo
INTRODUÇÃO: A implemen ação do sis ema p e en i o de Análise dos Pe igos
e Con olo dos Pon os C í icos (conhecido pela sigla inglesa HACCP – Haza d
Analysis and C i ical Con ol Poin ), pe mi e iden i ica pon os ou e apas no p o-
cesso de p odução onde se podem con ola os pe igos e, consequen emen e,
assegu a a inocuidade dos alimen os.A me odologia de alidação pe mi e ob e
e idências de que as medidas de con olo ge idas pelo plano HACCP e pelo
P og ama P é-Requisi o Ope acional (PPRO) são e icazes. Nos es abelecimen-
os de es au ação onde o ITAU p es a se iço, es ão incluídas as ca e a ias,
onde são se idas bague es (com pas a de a um ou ango) e ancesinhas. As
medidas de con olo de inem que o seu consumo se es inge ao p óp io dia
mesmo em exposi o es e ige ados.
OBJETIVOS: O p esen e es udo de alidação e e como inalidade ob e e i-
dências que pe mi am aumen a o p azo de alidade do molho de ancesinha,
pas a de ango e pas a de a um.
METODOLOGIA: A a és de análises mic obiológicas e senso iais, oi possí el
e i ica se os c i é ios de qualidade e segu ança e am ga an idos após 96 ho as
pa a o molho e 72 ho as, pa a as pas as.
RESULTADOS: Em odos os lo es de molho de ancesinha e pas a de a um, as
amos as analisadas mic obiologicamen e ap esen a am um ní el sa is a ó io.
Na pas a de ango, os lo es 1 e 3 enquad a am-se num ní el sa is a ó io, en-
quan o o lo e 2 ap esen ou num ní el acei á el. Rela i amen e às p o as sen-
so iais, odas as amos as a aliadas ap esen a am-se num ní el “mui o bom”
e “bom” em odos os dias de es udo, ha endo assim uma conco dância en e
odos os p o ado es.
CONCLUSÕES: Foi possí el alida o aumen o da alidade do molho de ance-
sinha e das pas as pa a 96 ho as e 72 ho as, espe i amen e.
PO23: AUDITORIA DE CONFORMIDADE E DIAG-
NÓSTICO – AVALIAÇÃO DA HIGIOSSANIDADE E
DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO
Sand a CG Sil a1, Joana Sil ei a2, João Pinho1, M C is ina Teixei a
San os3
1 Cen o Hospi ala Médio A e
2 Licenciada em Ciências da Nu ição
3 Faculdade de Ciências da Nu ição e Alimen ação da Uni e sidade do Po o
INTRODUÇÃO: No âmbi o do p o ocolo celeb ado Cen o Hospi ala Médio A e,
E.P.E. (CHMA,E.P.E.) e a Faculdade de Ciências da Nu ição e Alimen ação da
Uni e sidade do Po o, oi ealizada em maio de 2014 uma audi o ia de con-
o midade/adequação e de diagnós ico aos locais de p odução/manipulação e
dis ibuição de e eições. O CHMA,E.P.E. é compos o po duas unidades, Vila
No a de Famalicão e San o Ti so, es ando o se iço de e eições adjudicado a
uma emp esa de es au ação cole i a.
OBJETIVOS: A aliação da higiossanidade e da p es ação da qualidade do se iço p es-
ado po uma emp esa de es au ação cole i a num se iço de alimen ação hospi ala .
METODOLOGIA: Fo am consul ados e analisados os documen os necessá ios
e ele an es, nomeadamen e, o cade no de enca gos de p es ação de se iços
de alimen ação, as plan as das unidades de p odução de e eições, bem como,
p ocedimen os documen ados que da emp esa que da ins i uição. Fo am sele-
cionados, adap ados e cons uídos ma e iais pa a ecolha de dados e p ocedeu-se
a um egis o o og á ico. A linha me odológica seguida conside ou a e i icação
do cump imen o dos p é- equisi os de higiene, boas p á icas de ab ico e do
RESUMOS POSTERS | XIV CONGRESSO DE NUTRIÇÃO E ALIMENTAÇÃO, 21 E 22 DE MAIO, 2015
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