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DIABETES MELLITUS: A NECESSIDADE DE UM DISPOSITIVO DE
ADMINISTRAÇÃO DE INSULINA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES
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DIABETES MELLITUS: A NECESSIDADE DE
UM DISPOSITIVO DE ADMINISTRAÇÃO DE
INSULINA PARA CRIANÇAS
E ADOLESCENTES
DIABETES MELLITUS: A NEED FOR AN
INSULIN DELIVERY DEVICE FOR TEENS
Lucas Rena o Tescke¹
João Manuel R. S. Ta a es²
Isa C. T. San os³
h p://dx.doi.o g/10.5965/1808312911152016147DAPesquisa
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Resumo
O diabe es melli us é uma doença
c ônica em ápida expansão pelo mun-
do, a e ando pessoas de qualque ida-
de ou sexo. É uma doença que a inge o
pânc eas p ejudicando a p odução de
insulina, e em alguns casos o pânc eas
pa a de p oduzi es e ho mônio. Ape-
sa de não ha e cu a, o a amen o da
diabe es consis e em injeções diá ias de
insulina; assim, as co e as adminis a-
ções de insulina são indispensá eis pa a
man e o con ole glicêmico e p e eni
u u as complicações. A iden i icação da
opo unidade do desen ol imen o des-
e p oje o é ap esen ada pela inexis ên-
cia de um disposi i o de adminis ação
de insulina especí ico pa a c ianças. Es e
es udo isou a iden i icação das neces-
sidades pa a o desen ol imen o de um
no o disposi i o de adminis ação de in-
sulina pa a c ianças diabé icas que pe -
mi isse aumen a a qualidade de ida das
mesmas. Pa a al, oi es udado o his ó i-
co da doença, iden i icados disposi i os
exis en es, le an adas no as ecnologias
apa a o a amen o da doença e iden i i-
cadas as necessidades do u ilizado .
Pala as-Cha e: Diabe es melli us. De-
sen ol imen o de disposi i os. Análise
das necessidades.
Abs ac
Diabe es melli us is a ch onic dise-
ase in apid expansion h oughou he
wo ld, a ec ing people o any age o
gende . This disease a ec s he panc e-
as in luencing insulin p oduc ion, and, in
some cases, he panc eas s ops p odu-
cing ha ho mone. E en hough he e is
no cu e, he ea men o diabe es con-
sis s o daily injec ions o insulin, which
a e necessa y o con ol he glycemic
le els and p e en u u e complica ions.
The iden i ica ion o an oppo uni y o
he de elopmen o his p ojec comes
om he inexis ence o a speci ic de ice
o adminis e ing insulin on child en. This
s udy aimed o iden i y he needs o de-
elopmen a new insulin deli e y de ice
o diabe ic child en allowing o inc ease
he quali y li e o hem. Fo such, i was
s udied he his o y o he disease, he de-
ices a ailable on he ma ke , new ech-
nologies o he ea men o his disease
and he necessi ies o he use .
Keywo ds: Diabe es melli us. De ices
de elopmen . Needs assessmen .
ISSN: 1808-3129
¹ Lucas Rena o Tescke
Ins i u o Fede al Fa oupilha
[email p o ec ed]
² João Manuel R. S. Ta a es
Ins i u o de Ciência e Ino ação em Engenha ia Mecânica
e Engenha ia Indus ial, Faculdade de Engenha ia, Uni-
e sidade do Po o
[email p o ec ed]
³ Isa C. T. San os
Ins i u o de Ciência e Ino ação em Engenha ia Mecânica
e Engenha ia Indus ial, Faculdade de Engenha ia, Uni-
e sidade do Po o
[email p o ec ed]
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INTRODUÇÃO
O aumen o da incidência e p e alência do diabe es melli us ap esen a ca ac e-
ís icas de pandemia [1]. O diabe es ipo 1 é desen ol ida em c ianças e adolescen es
e sua causa es á ligada a a o es ambien ais [1]. As p eocupações são mais e iden-
es quando diagnos icada o diabe es melli us ipo 1, pois, na maio pa e dos casos,
a inge c ianças e adolescen es [2]. É nes e ipo de diabe es que oco em as maio es
complicações c ónicas, necessi ando de cuidado e a amen o igo oso, o qual de e
moni o a e adminis a o ní el de glicose dia iamen e [3].
O moni o amen o e adminis ação de insulina são ealizados a a és de disposi-
i os médicos especí icos pa a es a doença, sendo que o u ilizado cons an emen e
busca disposi i os que ajudem a melho a sua qualidade de ida e, ambém, e i a
p econcei os associados à doença. Assim, es es disposi i os são indispensá eis no
con ole da doença, e a o es como e gonomia, design e p a icidade são de unda-
men al impo ância à adap ação do u ilizado com o disposi i o e o a amen o.
Desen ol e disposi i os médicos eque in enso es udo jun o ao u ilizado , i-
sando de e mina os aspec os especí icos do público-al o. A mo i ação pa a o de-
sen ol imen o des e p oje o de eu-se a inexis ência de disposi i os especí icos pa a
o con olo da doença em c ianças e adolescen es. Além disso, médicos e agen es de
saúde a i mam equen emen e e g ande p eocupação na educação à independên-
cia do doen e endo êxi o no au ocon olo da doença [2].
Com base no es udo ap esen ado a segui , iu-se a possibilidade em desen ol-
e um disposi i o de adminis ação de insulina compa í el com as especi icidades
das c ianças, que p omo a a independência no au ocon ole da doença e o aumen o
da qualidade de ida. O es udo di idiu-se na iden i icação do his ó ico da doença e
dos disposi i os mais u ilizados no a amen o, pos e io men e iniciou-se a ase de
pesquisa com o u ilizado pa a le an amen o e análise das necessidades e, po im,
o am iden i icados os equisi os pa a o desen ol imen o de um no o disposi i o es-
pecialmen e dedicado pa a c ianças.
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DESENVOLVIMENTO
Hoje em dia, o pacien e diabé ico, an o c iança quan o adul o, ecebe o mesmo
ipo de disposi i o pa a ealiza a adminis ação de insulina. Os p oblemas pe cebidos
quando es es disposi i os são u ilizados po c ianças ão além da es é ica, a maio
p eocupação é quan o a e gonomia e uncionalidade, de ido a disc epância en e as
necessidades dos dois públicos. Pa a mais, o a amen o é bas an e di e enciado en-
e os diabé icos do ipo 1 e 2, exigindo um maio núme o de picadas (adminis ações
de insulina) du an e o dia nas c ianças, in luenciando ainda mais na elação obje o e
u ilizado .
E gonomia e uncionalidade in e e em na qualidade de ida do u ilizado e ain-
da mais no con ole da doença. O desen ol imen o dos disposi i os pa a adminis-
ação é ol ado ao público adul o de ido a maio incidência da doença nessa aixa
e á ia, equi alendo a 90% dos casos de diabe es melli us ipo 2 [4], es ingindo a
c iação de disposi i os adequados ao público in an il e jo em, que apesa do meno
núme o (10%) são os que necessi am de disposi i os especí icos pa a seu a amen o.
O p incipal obje i o des e p oje o oi a iden i icação da necessidade de desen-
ol imen o de um disposi i o pa a adminis ação de insulina pa a c ianças com dia-
be es ipo 1.
Insulino e apia
Há mais de 90 anos desde a p imei a injeção de insulina em um jo em, an o
a descobe a como o início da e apêu ica do diabe es o am um ma co na his o ia
da medicina e do diabé ico [5]. A pa i disso, o diabe es que e a conside ada uma
doença a al passou a se uma doença c ônica de e olução p olongada, de ido suas
complicações a cu o, médio e longo p azo. A descobe a da insulina p opo cionou
g andes p og essos na e apêu ica dos diabé icos insulinodependen es, “melho ia da
sua qualidade de ida, no desen ol imen o no mal das c ianças diabé icas” e “na e-
dução de complicações agudas” [5].
A p imei a insulina u ilizada no a amen o do diabe es oi a insulina egula , po-
ém e a necessá io ealiza di e sas aplicações du an e o dia. O núme o de picadas
diminui após su gi em as insulinas de ações in e mediá ias ou de ações mais p olon-
gadas, eduzindo pa a uma ou duas adminis ações dia iamen e [6].
A ualmen e, ecomenda-se adminis a insulina po injeção subcu ânea, en e a
pele e o músculo [7]. Quando adminis ada no subcu âneo sua abso ção é g ada i a e
e icaz, quando aplicada em ou o ecido, que não o subcu âneo, é al e ado o empo
de abso ção da insulina e p ejudica o con ole glicêmico do diabé ico [4].
Disposi i os mais u ilizados e no as ecnologias
Den e os disposi i os exis en es no me cado, as se ingas de insulina são dispo-
si i os bas an e simples e de baixo cus o. Sua p incipal des an agem é a indisc ição
du an e a adminis ação e a imp ecisão das doses. Ou o disposi i o são as cane as
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de insulina, são bas an e p á icas e disc e as, além de se o meio mais u ilizado pelos
diabé icos pa a adminis ação de insulina hoje em dia. As bombas de in usão são dis-
posi i os ca os e exigem algum einamen o do diabé ico pa a en ende seu uncio-
namen o, sendo a o ma mais p á ica pa a adminis ação de insulina, além de eduzi
o núme o de picadas, pois a cânula só é subs i uída en e 3 e 5 dias, esse mé odo é
mui o p eciso nas doses, ideal pa a diabé icos de ipo 1.
Pa a mais, no as o mas de adminis ação de insulina es ão em desen ol imen-
o, como ia o al, in anasal e como suposi ó io. En e an o, são pesquisas ecen es
que não comp o am seu eal bene ício em longo p azo, a o impo an íssimo pa a
pesquisas na á ea médica.
Iden i icação e análise das necessidades
Pos e io men e ao en endimen o da condição médica, o es udo oi conduzido à
in es igação das necessidades dos u ilizado es, denominada como “ oz do consumi-
do ”, 3 ap esen ada po San os e al. 2012 [8], Figu a 1. A a és des a análise é possí el
iden i ica algumas necessidades dos u ilizado es e como o p oblema do desen ol i-
men o de um no o disposi i o médico pode se a ado.
Figu a 1: Me odologia pa a ealiza a pesquisa “ oz do consumido ” [8]
Pa a iden i ica as necessidades dos u ilizado es, o am con a adas di e sas As-
sociações de Diabé icos, em Po ugal, onde osse possí el ealiza uma pesquisa de
campo e ou a a ní el i ual (online). A pesquisa pa icipa i a en ol eu a Associação
de Diabé icos do Minho, onde oi disponibilizado o acompanhamen o de c ianças
em uma isi a a A ei o, du an e um dia, conseguido uma amos a de 12 inqui idos.
Nes a pesquisa hou e mais- alia de ido ao diálogo ealizado com os inqui idos du-
an e o p ocesso de adminis ação de insulina, ob endo dados quali a i os. Os dados
ecolhidos abo da am ques ões e e en es ao dia-a-dia en e c iança e a doença,
sua opinião sob e os p odu os u ilizados na adminis ação de insulina e como de-
seja ia que osse es e disposi i o. Po ém, a im de ob e maio núme o de opiniões
ealizou-se uma ecolha de dados quan i a i os a a és de um ques ioná io online.
Es e ques ioná io oi ealizado em pa ce ia com a Associação de Jo ens Diabé icos
de Po ugal, de ido ao g ande núme o de pa icipan es nes a ins i uição, onde pos-
sibili ou a ecolha de 60 espos as. Op ou-se po não eco e a Hospi ais de ido ao
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ní el bu oc á ico e demo a ao acesso à in o mação, sendo que em alguns casos e a
necessá ia ap o ação da comissão de é ica, en ol endo mui o empo pa a al a e a.
Os dados o am ob idos po meio de um ques ioná io com ques ões echadas e
abe as, analisado e ap o ado p e iamen e pelas duas Associações.
Voz do consumido
Ao odo o am ecolhidas 72 espos as, a Tabela 1 desc e e a amos a usada.
Tabela 1: Gêne o e idade dos diabé icos inqui idos
G ande pa e dos diabé icos descob iu inqui idos a doença há mais de ês anos
(74%), o es an e es á di idido en e um e dois anos após a descobe a. Os ipos de
insulinas mais u ilizados pa a adminis ação po es es diabé icos são insulina len a
(79%) e insulina ápida (71%). Ge almen e es es dois ipos de insulina são u ilizados de
o ma complemen a no a amen o da doença, ou seja, quando u ilizado a insulina
de ação len a az-se necessá io o uso de insulina de ação ápida pa a egula iza os
ní eis de glicemia ao longo do dia, adminis ada p incipalmen e an es das e eições
(75%). Consequen emen e, com es es ipos de insulina aumen a o núme o de pica-
das, e i ica-se que ce ca de 90% dos diabé icos adminis am a insulina qua o ou
mais ezes du an e o dia. Na maio ia das ezes, é o p óp io diabé ico o esponsá el
pela adminis ação (75%).
Disposi i os de adminis ação de insulina
Os disposi i os u ilizados na adminis ação de insulina são: cane a de insulina
(56%), cane a de insulina desca á el (28%), bomba de in usão con ínua (13%) e so-
men e 4% u iliza se inga de insulina. A maio ia dos diabé icos u iliza apenas um dis-
posi i o pa a ealiza as adminis ações (74%), os ou os 26% combinam dois disposi-
i os, sendo: 50% cane as de insulina eu ilizá eis, 47% cane a de insulina desca á el
e 3% se inga de insulina. A escolha do disposi i o é de inida na maio ia dos casos pelo
médico (79%) e não pelo p óp io doen e. O a o mo i ado da escolha do disposi i o
é di idido da manei a des acada na Figu a 2.
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Figu a 2: Fa o es decisi os na escolha do disposi i o num o al de 72 inqui idos
Apesa do ní el de sa is ação, Figu a 3, em elação ao disposi i o u ilizado se
bom, pe cebem-se mui as queixas dos u ilizado es quan o ao núme o de picadas
diá ias, apesa de já es a em acos umados, o cons an e moni o amen o da glicose
e o amanho dos disposi i os. Foi ques ionado ambém como o diabé ico sen e-se
du an e a adminis ação, mui os deles e e em-se a não se sen i em incomodados ao
ealiza a adminis ação de insulina em en e a ou as pessoas. Po ém, gos a iam que
o disposi i o osse mais disc e o pa a não ansmi i a sensação de “doença”.
Figu a 3: Ní el de sa is ação do disposi i o u ilizado pa a um o al de 72 espos as
En e an o, a maio di iculdade dos diabé icos é no a o de insegu ança du an-
e a adminis ação (44%), os doen es não se sen em segu os dian e da a e a diá ia
pa a con ola o ní el glicêmico a a és das injeções de insulina, de ido o cálculo
ealizado pa a sabe a dosagem co e a. Po ou o lado, ce ca de 28% ap esen am
medo das di e sas picadas que de em supe a dia iamen e.
Análise dos p odu os mais u ilizados pelos diabé icos
A a és da análise dos p odu os simila es ealizou-se uma abela compa a i a
en e os p odu os exis en es no me cado, as suas p incipais ca ac e ís icas e os e-
quisi os de inidos pelo u ilizado . Es a análise ajuda a pe cebe os pon os posi i os e
nega i os de cada disposi i o, além de comp eende quais ca ac e ís icas azem com
que o p odu o alcance o sucesso. Pa a isso, oi ei a uma escala de pon uação en e,
posi i o “1”, neu o “0” e nega i o “-1” pa a cada ca ac e ís ica do p odu o compa-
ada com os p é- equisi os, Tabela 2 e Tabela 3, os c i é ios o am de inidos pelas
p incipais ca ac e ís icas dos disposi i os.
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Tabela 2: Tabela compa a i a das cane as exis en es no me cado
Nes a análise iden i icou duas cane as que se encaixam com maio pon uação
nas necessidades do u ilizado : a cane a eu ilizá el Luxu a HD (Lilly) e a cane a eu-
ilizá el No oPen Echo (No o No disk), es as não são as mais u ilizadas en e os dia-
bé icos inqui idos po se em ecen emen e come cializadas. A p incipal di e ença
des as às ou as cane as é o display com unção memó ia e o ajus e das doses em 0.5
UI, essencial na adminis ação de insulina em c ianças diabé icas.
Nes a ou a análise, a bomba de in usão Accu-Chek Combo (Roche) se des aca
dos ou os disposi i os, sendo o disposi i o que se encaixa em quase odas as neces-
sidades do u ilizado . O p incipal pon o nega i o nes e ipo de disposi i o é o p eço
e o cus o de manu enção, p incipalmen e quando compa ados com as cane as de
insulina, nem semp e sendo acessí el a odos.
Na Tabela 4 podem-se pe cebe as an agens e des an agens des es disposi i os.
Po um lado, há disposi i os que pe mi em maio libe dade do diabé ico po ém,
as cane as necessi am de múl iplas injeções du an e o dia e maio disc ição na admi-
nis ação. Po ou o, em-se um disposi i o ixo no co po e de g andes dimensões,
bombas de in usão, azendo mais qualidade de ida ao u ilizado , mas mais limi a-
ções nas a i idades diá ias. Apesa das di e sas an agens e des an agens e a e icácia
no a amen o do diabe es a a és des es disposi i os, exis e uma lacuna en e es es
dois mé odos de a amen o, ou seja, não exis indo nenhum disposi i o dedicado
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exclusi amen e pa a c ianças.
Tabela 3: Tabela compa a i a das bombas de in usão exis en es no me cado
Iden i icação das necessidades
Com base na ecolha acima, iden i icam-se alguns a o es que in e e em na
ealização da adminis ação de insulina. Pa a iden i ica as necessidades do consu-
mido oi cons uída a Tabela 5. Nes a abela, o anking das necessidades iden i ica
os equisi os, po ele ância, endo em con a as necessidades do u ilizado , iden i i-
cados na pesquisa ealizada a a és da ques ão “como gos a ia que o disposi i o de
adminis ação de insulina osse?”.
Po meio do anking das necessidades cons uído pe cebe-se que os u ilizado-
es p e e em, sob e udo, um disposi i o mais disc e o e um disposi i o au ônomo;
is o é, sem a necessidade de ealiza picadas pa a e i ica os ní eis de glicose e pos-
e io men e adminis a a insulina, endo um disposi i o que izesse es as duas a e-
as simul aneamen e e au oma icamen e. Em ou o pon o, é abo dada a necessidade
da edução do amanho dos disposi i os, acili ando seu anspo e e a mazenamen-
o. Ou o aspec o é a necessidade do disposi i o se mais in ui i o, endo uma ápida
comp eensão de sua u ilização e p a icidade. Alguns dos u ilizado es de cane a (17%)
p e e i iam que seu disposi i o osse ou uma bomba de in usão ou algo que se ap o-
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( ) Disc e o, passa despe cebido
( )Ou o. Qual? _______________
14.Qual a ma ca e modelo do disposi i o que u iliza pa a adminis a insulina?
( ) ___________________________________
15.Realiza a adminis ação con o me as o ien ações médicas?
( ) Sim
( )
Caso não ealiza, po quê?
( ) Medo
( ) Do
( ) Não que
( ) Insegu ança
( ) Ve gonha
( ) Esqueço-me
( ) Ou o: _______________
16.Como se sen e ao disposi i o u ilizado a ualmen e?
( ) Mui o sa is ei o
( ) Sa is ei o
( ) Neu o
( ) Insa is ei o
( ) Mui o insa is ei o
17.Que a i idades gos a de aze ?
( ) Le
( ) Do mi
( ) Co e
( ) B inca com amigos
( ) Nada
( ) Ve ele isão
( ) Joga ôlei
( ) Joga u ebol
( ) Joga compu ado /consola
( ) Joga Basque ebol
( ) Na ega na In e ne
( ) Es uda
( ) P e e e não aze nada
18.Como gos a ia que o disposi i o de adminis ação de insulina osse?
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19.Gos a ia que o disposi i o de adminis ação osse disc e o, passasse despe -
cebido pelos amigos?
( ) Sim
( ) Não
20.Gos a ia que o disposi i o emi isse um sinal sono o após inje a a insulina?
( ) Sim
( ) Não
21.Gos a ia que ocês mesmo pudesse ealiza a manu enção do disposi i o
( oca de insulina, egulagem da quan idade), sem ajuda dos pais ou um p o issional
da saúde?
( ) Sou u ilizado independen e
( ) Sim
( ) Não
22.Gos a ia que o disposi i o i esse co ?
( ) Sim
( ) Não
Ob igado pela sua colabo ação.
Ano ações du an e a adminis ação:
O que es á a aze ? Sen e-se bem? Tens alguma di iculdade? O que achas que
pode ia melho a ?