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Ferramentas para Análise de Posicionamento de Pessoas em Centros Comerciais

Maria Nelson de Lemos Correia

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Ma ia Nelson de Lemos Co eia Fe amen as pa a Análise de Posicionamen o de Pessoas em Cen os Come ciais Depa amen o de Ciência de Compu ado es Faculdade de Ciências da Uni e sidade do Po o Se emb o de 2013 Ma ia Nelson de Lemos Co eia Fe amen as pa a Análise de Posicionamen o de Pessoas em Cen os Come ciais Rela ó io de es ágio subme ido à Faculdade de Ciências da Uni e sidade do Po o como pa e dos equisi os pa a a ob enção do g au de Mes e em Ciência de Compu ado es O ien ado : D . Robe o Colazinga i Co-o ien ado : P o . Dou o Alípio Jo ge Depa amen o de Ciência de Compu ado es Faculdade de Ciências da Uni e sidade do Po o Se emb o de 2013 Pa a odos aqueles que gos am e que não gos am de mim, aqueles que me apoia am e aqueles que não es i e am po pe o. Ob igada po se em como são! 3 Ag adecimen os De en e as mui as pessoas que me ecem os meus ag adecimen os po e em acom- panhado e apoiado o desen ol imen o des e es ágio, gos a ia de des aca , em p imei o luga , o meu co-o ien ado P o esso Dou o Alípio Jo ge, pela de oção p ossional e em especial pela pa ilha de sabe e conhecimen o. Ag adeço ao meu o ien ado D . Robe o Colazinga i, pela pacien e ajuda e des emida o ien ação. Gos a ia ambém de ag adece aos elemen os da emp esa A ound Knowledge em especial os D s. Fe nando F ei as, Luis Co eia, Ilídio Sil a, Jo ge Gonçal ez, José Viei a e Hugo Sil a, pela ajuda disponibilizada semp e que es a oi solici ada. Não posso e mina sem um ag adecimen o especial ao D . Celso Fe ei a pela paciên- cia, ca inho e empo disponibilizado. 4 Resumo Os cen os come ciais (CCs) começam a en en a um no o pa adigma de ido às al e ações dos hábi os de consumo. Os consumido es po ugueses endem a ol a ao comé cio adicional, o que pa alelamen e diminui o uxo de pessoas nos CCs. Os come cian es es o çam-se po encon a o mas de adqui i conhecimen o sob e os seus usuais ou po enciais clien es de modo a com eles omen a uma boa elação, com a nalidade de aumen a as ecei as e p omoção da lealdade dos consumido es. A ual- men e es ão disponí eis algumas e amen as que pe mi em a ecolha, o ganização e análise do uxo de pessoas em de e minados pon os, que ão dos mais simples e ba a os como um o nique e, aos mais complexos e ca os, po exemplo as câma as de ideo que cap am in o mação ( ideo-analy ics ). Es as ap esen am algumas alhas, encon ámos em alguns casos e os associados à con agem e e uada ou ao ac o de não ap esen a em os dados em empo eal. Conscien es des es p oblemas a A ound Knowledge (AK) 1 decidiu c ia um p odu o que colma e as mencionadas lacunas. Su giu en ão o Business In elligence Posi ioning Sys em (BIPS) como e amen a na á ea de es udos de me cado. Pa a a ecolha de in o mação, o BIPS, u iliza os sinais de adio equência emi idos po disposi i os mó eis que se encon am no espaço em es udo. A AK ealizou um es e pilo o onde os dados es udados o am ecolhidos numa g ande supe ície come cial com mais de 70 mil me os quad ados. Nes e es ágio explo ámos os dados de localização dos disposi i os e desenhámos e implemen ámos uma API ( Applica ion p og amming in e ace ) que pe mi e ecebe os dados dos disposi i os, a á-los e en iá-los pa a uma Base de Dados (BD) que se á acedida pela in e ace g áca (IG). Pa a en a esponde às pe gun as de negócio ele an es explo ámos écnicas de análise de dados e algo i mos de da a mining . Es e documen o ap esen a o es udo e e uado, os algo i mos implemen ados e os seus 1 www.a oundknowledge.com 5 esul ados pa a uma amos a de dados, bem como a in eg ação na e amen a de análise cons uída pela emp esa. Pala as cha e : Da a Mining , Análise de Compo amen o, Análise de dados, Local- ização de disposi i os mó eis. 6 Abs ac Shopping cen e s (SCs) a e now acing a new pa adigm due o changes in consume habi s. Po uguese consume s end o e u n o adi ional comme ce, which simul a- neously dec eases he ow o people in SCs. T ade s s i e o nd ways o gain knowledge abou hei usual o po en ial cus ome s in o de o encou age hem wi h a good ela ionship, aiming o inc ease e enues and p omo e consume loyal y. Cu en ly he e a e some ools a ailable which enable he collec ion, o ganiza ion and analysis o he ow o people in ce ain poin s. F om he simples and cheape , as a ou nique , o he mo e complex and mo e expensi e, o example by cap u ing in o ma ion using ideo came as ( ideo analy ics) . The ools which enable he collec ion, o ganiza ion and analysis o he ow o people ha e some aws. Among hese aws we can nd some e o associa ed wi h he coun s made o he he dicul y o ob aining he da a in eal ime. Awa e o hese p oblems A ound Knowledge (AK) 1 decided o c ea e a p oduc o ll in he gaps men ioned. Business In elligence Posi ioning Sys em (BIPS) sp ung o wa d as a ool in he eld o ma ke esea ch. To collec in o ma ion, BIPS uses adio equency signals emi ed by mobile de ices ha a e in he space unde s udy. AK conduc ed a pilo es w h da a collec ed om a shopping cen e wi h mo e han 70 housand squa e me e s. Du ing his in e nship we explo ed he loca ion da a o he de ices and we ha e designed and implemen ed algo i hms o an in e ace. This in e ace enables he collec ion o posi ion da a and hei ea men . The esul s a e sen o a da abase ha will be accessed by he GUI (G aphical use in e ace) . To p o ide answe s o he ele an business ques ions we explo ed da a analysis echniques and da a mining algo i hms. This epo p esen s he s udy we ca ied ou , he implemen ed algo i hms, he es s 7 made and he in eg a ion in he analysis ool buil by he company . Key wo ds : Da a Mining, Beha io al Analysis, Da a Analysis, Mobile de ices loca- ion. 8 Ac ónimos AK A ound Knowledge BD Base de Dados BIPS Business In elligence Posi ioning Sys em CC Cen o Come cial C isp-DM CRoss-Indus y S anda d P ocess o Da a Mining DBI Da aBase In eg a ion GSM Global Sys em Mobile Communica ions GSP Gene alized Sequen ial Pa e ns IG In e ace G áca KDD Knowledge Disco e y in Da abases P exSpan P ojec ed Sequen ial Pa e ns RJDNC R Ja a Da abase Connec i i y ss Recei ed Signal S eng h RTLS Sis ema de Localização em Tempo Real SEMMA Sample, Explo e, Modi y, Model, Assess SGBD Sis ema de Ges ão de Base de Dados SPAM Sequen ial Pa e n Mining SPMF Sequen ial Pa e n Mining F amewo k Weka Waika o En i onmen o knowledge Analysis XML eX ensible Ma kup Language 9 Capí ulo 1 In odução O bem es a e a sa is ação do clien e são, cada ez mais, as p io idades dos come - cian es, conhece o me cado e as necessidades dos clien es é uma p eocupação de pequenos e g andes lojis as. No que espei a ao clien e, a an agem é do pequeno come cian e. Bom exemplo disso é o da me cea ia, onde há uma elação de p oximi- dade p opo cionando uma p e isão das necessidades da p ocu a. Po ou o lado os g andes come cian es, ais como os ges o es de um cen o come cial (CC), não êm a possibilidade de sabe /conhece essa in o mação. Podemos po isso conclui que uma melho elação com o clien e pe mi e delização po pa e des e, consequen emen e exis indo um aumen o de luc os. Nas úl imas décadas o am desen ol idas o mas de ecolhe , o ganiza e analisa o uxo de pessoas em de e minados pon os, que ão dos mais simples e ba a os como, um o nique e ou a con abilização manual de pessoas, a ou os mais complexos e ca os como, a a és da in e upção de dois eixes pa alelos de aios de in a e melhos, ou ainda a a és de câma as de ideo que cap u am a in o mação ( ideo-analy ics ). Es as pla a o mas êm algumas alhas - e o associado às con agens, p oblemas em ap esen a os dados em empo eal ou le a em à aglome ação de pessoas em ce os pon os - e po isso a A ound Knowledge (AK) 1 (gu a 1.1) decidiu c ia um p odu o que pe mi a con o na es es obs áculos. A AK, uma emp esa de consul ado ia in o má ica, com is a a ajuda à omada de decisão dos ges o es de g andes emp esas de comé cio a e alho, a ançou com um p ojec o na á ea de es udos de me cado. Su giu o Business In elligence Posi ion- ing Sys em (BIPS), uma pla a o ma que pe mi e con agens mais p ecisas e acesso 1 www.a oundknowledge.com 16 CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO 17 à in o mação em empo eal, mais ba a o que pla a o mas equi alen es. O BIPS u iliza adio equência pa a en a de e mina a posição de disposi i os mó eis que a a essam um de e minado pe íme o. Com essa in o mação é possí el a u ilização de écnicas de Análise de Dados pa a a de eção de pad ões ú eis que pe mi am ajuda os ges o es a oma em decisões luc a i as. Nes e es ágio es endemos o BIPS com um conjun o de e amen as de explo ação e análise de dados de localização. Figu a 1.1: Logo da emp esa A ound Knowledge (AK) 1.1 Objec i os Milha es de pessoas ci culam dia iamen e num CC e em lojas, os seus pe cu sos podem se egis ados e analisados de o ma a o nece aos seus ges o es in o mação ele an e pa a os seus negócios. O BIPS consegue ecolhe dados a a és de ânco as que de e am disposi i os po ádio equência e, seguindo o pe cu so des es disposi i os, ob êm-se dados que após o a amen o e análise apoiam a decisão do ges o . O BIPS es ima com meno e o o núme o de isi as que são e e uadas num de e minado espaço delimi ado iden icando o aje o e ec uado pelo isi an e, o nando-o po isso mais á el do que as es an es pla a o mas. A análise explo a ó ia dos dados espaço- empo ais, a a és de écnicas de es a ís ica e de Da a Mining , pe mi e iden ica pad ões e endências que podem ajuda os ges o es nas suas decisões. Nes e es ágio zemos o desenho e a implemen ação de algo i mos pa a uma API de explo ação e análise de dados de localização. Es es algo i mos pe mi em o a amen o de dados en iados pelas ânco as (disposi i o que ag ega um mic o-con olado e uma an ena pa a a de eção dos disposi i os mó eis) e o en io dos esul ados pa a uma BD. Em pa icula , esponde às seguin es ques ões: CAPÍTULO 1. INTRODUÇÃO 18 1. Qual o núme o de isi as po dia, ho a, zona, piso ou acesso? 2. Qual o núme o de isi an es a passa na p aça da alimen ação? 3. Quais as cinco lojas mais isi adas? 4. Qual a loja escolhida como p imei a pa agem pela maio ia dos clien es? 5. Qual o empo gas o numa isi a? 6. Qual o empo médio passado a aze comp as ( ShoppingTime )? 7. Qual o empo médio de passeio ( DwellTime )? 8. Qual o empo despendido na p imei a pa agem? 9. Qual o empo despendido po loja? 10. Qual o caminho mais u ilizado pelos clien es a pa i de um acesso? 11. Qual o caminho mais u ilizado pelos clien es? O obje i o des e es ágio oi a implemen ação de um conjun o de e amen as que pe mi am apoia o ges o a encon a espos as pa a as ques ões ap esen adas. Es- as o am desen ol idas u ilizando, como caso de es udo, os dados ecolhidos num g ande CC do no e de Po ugal. Impo a menciona que, a ualmen e, o conjun o de e amen as implemen adas es ão já in eg adas no BIPS que se encon a em ase de p odução. 1.2 Es u u a des e documen o Es e documen o encon a-se di idido em se e pa es, desc e endo desde o es udo e e uado à implemen ação do conjun o de e amen as. O capí ulo 1 o nece uma b e e desc ição sob e o es ágio. O capí ulo 2ap esen a a me odologia seguida, as e amen as e ecnologias u ilizadas no deco e des e es ágio e ainda algo i mos de da a mining es udados. O capí ulo 3ap esen a duas pla a o mas come ciais equi alen es ao BIPS, a sua es u u a e si uação a ual e a compa ação en e os p odu os. O capí ulo 4, po sua ez e e e-se à comp eenção e a amen o dos dados. Já o capí ulo 5expõe a modelação po ques ão p opos a pelo clien e. O capí ulo 6ap esen a pa es do p odu o nal a se come cializado pelo BIPS. Como úl imo capí ulo 7 emos uma b e e conclusão sob e o abalho e e uado. Capí ulo 2 Fe amen as e Tecnologias U ilizadas Pa a o desen ol imen o des e es ágio oi necessá io deni as es a égias a segui e escolhe e amen as a u iliza . Es uda am-se possí eis me odologias e e amen as pa a p ocede à expansão do BIPS. Com base em c i é ios denidos pela AK, como po exemplo a escolha p é ia do Sis ema de Ges ão de Base de Dados (SGBD) Cassand a, o am escolhidas as á ias e amen as u ilizadas. As suas unções ão desde o a mazenamen o dos dados, in- e ligação en e odas as pa es do p oje o, ans e ência dos dados à BD, ao es udo das possí eis soluções pa a a c iação da e amen a. A me odologia de da a mining escolhida e as e amen as de desen ol imen o e im- plemen ação, bem como a sua u ilização se ão desc i as nes e capí ulo. 2.1 Me odologia de Da a Mining Nas componen es do nosso abalho em que zemos análise de dados, seguimos a me odologia CRoss-Indus y S anda d P ocess o Da a Mining (C isp-DM), modelo de p ocesso que dene abo dagens, no malmen e u ilizadas po especialis as de Da a Mining , com o in ui o de esol e p oblemas[Co 11]. Após o es udo de mais duas me odologias, Knowledge Disco e y in Da abases (KDD) e Sample, Explo e, Modi y, Model, Assess (SEMMA), oi escolhido es e p ocesso. Es a escolha ecaiu sob e a me odologia C isp-DM de ido ao esul ado do es udo compa a i o e e uado po A. Aze edo e M. F. San os [AS08] e po e sido p opos a po um consó cio que inclui á ias g andes e pequenas emp esas, uni e sidades e especialis as de Da a Mining . 19 CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 20 Figu a 2.1: Ciclo C isp-DM Es e p ocesso consis e num ciclo de seis ases (Figu a 2.1): • Fase 1 - Business Unde s anding - Comp eensão do negócio; • Fase 2 - Da a Unde s anding - Comp eensão os Dados; • Fase 3 - Da a P epa a ion - P epa ação dos Dados; • Fase 4 - Modelling - Modelação; • Fase 5 - E alua ion - A aliação; • Fase 6 - Deploymen - Implemen ação e Execução. A sequência das ases não é ígida, pe mi indo a mo imen ação li e en e ases. 1. Business Unde s anding É o momen o em que se de e mina os obje i os do negócio, quais os equisi os necessá ios, os iscos e con ingências e o cus o/bene- ício do negócio, e a alia a si uação. de e minamos a me a undamen al do Da a Mining e p ocedemos à a aliação inicial de e amen as e écnicas a u iliza . CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 21 2. Da a Unde s anding Inicía-se a ecolha dos dados e a explo ação e e i- cação da sua qualidade, de e am-se os conjun os de dados cu iosos dando, des a manei a, espos a a algumas ques ões in e essan es do negócio. 3. Da a P epa a ion Após a ase an e io , de ecolha de dados, os mesmos se ão abalhados e es udados, pe mi indo e ica aqueles que se i á u iliza no p ocesso de Da a Mining e/ou aqueles que i ão se exce uados, exis indo uma jus icação admissí el pa a essas exclusões, em suma, es a ase passa po odas as a i idades que pe mi em cons ui o conjun o de dados nais a pa i dos dados em b u o. 4. Modelling São selecionadas e aplicadas á ias écnicas de modelação, os seus pa âme os são es ados e o modelo a aliado. 5. E alua ion P ocede-se à a aliação dos esul ados e, endo em con a o negócio em is a, analisa-se os c i é ios u ilizados de o ma a en ende se os mesmos o am bem sucedidos. Após es a análise são ap o ados os modelos cujos c i é ios iun a am. 6. Deploymen O ganização dos dados ob idos nas ases an e io es, de o ma a que o clien e os possa u iliza e comp eende . 2.2 Base de Dados Pa a gua da os dados indos do CC, oi necessá io escolhe uma BD. A AK, em de imen o dos SGBDs elacionais, apos ou nos SGBD não elacionais, es es são cada ez mais nume osos e mais u ilizados. A sua p incipal ca ac e ís ica é não possuí em elações en e as en idades. Após o es udo de alguns SGBDs não elacionais - MongoDB, Cassand a e o HBase - a AK op ou pela u ilização do Cassand a como mé odo de a mazenamen o de dados. O Cassand a é um SGBD não elacional [ e gu a 2.2] que o ganiza os dados po Keyspaces - podem se conside adas BDs num SGBD elacional - e Column Families - co espondendo a uma abela num SGBD elacional. A escolha de eu-se, em g ande pa e, ao ac o de se um sis ema cujas ope ações de esc i a são mais ápidas que as de CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 22 lei u a 1 , uma an agem quando se p e ende a análise de g andes quan idades de dados. Finalmen e, não de emos esquece que es e SGBD se encon a em cons an e e olução. Realça ainda que o ac o des e SGBD pe mi i pa icionamen o, aumen ando a ca- pacidade de eplicação dos dados, oi ambém uma azão pa a a sua escolha[Cas]. Pa a gua da mos os dados nes e SGBD emos de colocá-los em Keyspaces , es as êm um conjun o de Column Families e, den o das úl imas emos Columns - egis os - es as Columns são compos as po um nome e um alo [ e gu a 2.2]. Figu a 2.2: Es u u a do Cassand a 1 Quando são limi adas pela elocidade do disco CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 23 2.3 Linguagens de P og amação 2.3.1 Py hon O Py hon é uma linguagem de p og amação de ácil ap endizagem e ecaz no que se e e e a p og amação o ien ada a obje os. A sua sin axe e na u eza de in e p e ação o na-o uma linguagem ideal pa a sc ip ing e desen ol imen o ápido de aplicações em mui as á eas, bem como na maio ia das pla a o mas. Es a linguagem oi escolhida como e amen a pa a o a amen o dos dados, i.e. , pa a acede à keyspace no SGBD Cassand a e ans o ma os dados ob idos de o ma a acili a a análise dos mesmos. Fo am á ias as azões que le a am à sua escolha, des acamos: a sua ácil u ilização; possui biblio ecas que pe mi em a ligação ao Cassand a de uma o ma ápida e limpa; se de u ilização li e e se po á el. A escolha da biblio eca pa a acede ao Cassand a, le an ou um no o p oblema - oi necessá io p ocede à análise da biblio eca lazyboy [Gi 12a] - ina i a há mais de dois anos - e a pycassa [Gi 12b], es a úl ima oi a nossa escolha. 2.3.2 R O R é um ambien e e linguagem de p og amação que é u ilizado pa a compu ação es a ís ica, disponibiliza um conjun o de comodidades in eg adas pa a a manipulação de dados, cálculos e exibição g áca, pe mi indo uma ex ensa a iedade de écnicas de análise es a ís ica.[GIea97] RCassand a e RJDBC Tan o o RCassand a como o R Ja a Da abase Connec i i y (RJDBC) são paco es disponibilizados pa a a linguagem R, o seu obje i o é a ligação a SGBD's. O RCassand a p o idencia uma ligação di e a às uncionalidades mais básicas do Cassand a, al como login , upda es e pesquisas di e as[U b12a,U b12b], o RJDBC é um paco e que implemen a uma Da abase In eg a ion (DBI 2 ). 2 Componen e de so wa e que pe mi e que uma aplicação Ja a in e aja com uma BD. CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 24 Um dos equisi os necessá ios do RJDBC é a u ilização da linguagem de p og amação Ja a, as duas o mas de acesso o am es adas, caindo a escolha sob e o RCassand a. Es a de eu-se, em g ande pa e, ao ac o de es a o ma de ligação se mais ápida. 2.4 Da a Mining 2.4.1 WEKA - Waika o En i onmen o Knowledge Analysis O WEKA oi desen ol ido na Uni e sidade de Waika o na No a Zelândia 3 , a a-se de uma coleção de algo i mos de machine lea ning , di igidos a a e as de Da a Mining . Os algo i mos podem se aplicados di e amen e a um conjun o de dados a pa i do nosso p óp io código[MHW09]. 2.4.2 RapidMine O RapidMine é um dos lide es mundiais em sis emas open sou ce pa a Da a Mining , encon a-se disponí el como uma aplicação au ónoma pa a análise de dados e con em um mo o de Da a Mining pa a a in eg ação de p odu os p óp ios. U iliza esque- mas de ap endizagem, a aliado es de a ibu os da e amen a WEKA e esquemas de modelação es a ís ica da linguagem R. Disponibiliza uma IG que ge a um a qui o eX ensible Ma kup Language (XML) que dene os p ocessos analí icos que o u ilizado deseja aplica aos dados, al e na i- amen e, o mo o pode se chamado a pa i de ou os p og amas ou usado como uma aplicação e as unções indi iduais podem se chamadas a pa i da linha de comandos.[RI] 2.4.3 SPMF - Sequen ial Pa e n Mining F amewo k O SPMF é uma pla a o ma open sou ce , esc i a em Ja a po Philippe Fou nie -Vige , que o nece a implemen ação de 52 algo i mos de Da a Mining : • de eção de pad ões sequenciais ( sequen ial pa e n mining ); 3 www.waika o.ac.nz CAPÍTULO 2. FERRAMENTAS E TECNOLOGIAS UTILIZADAS 25 • o mulação de eg as de associação ( associa ion ule mining ); • de eção de conjun os de i ens equen es ( equen i emse mining ); • de eção de eg as sequenciais ( sequen ial ule mining ); • clus e ing . Pode se u ilizado como um p og ama independen e a a és de uma in e ace simples ou a a és da linha de comandos, pe mi indo a in eg ação do código de cada um dos algo i mos nou os p og amas ou aplicações.[FV13a] 2.4.4 Algo i mos de De eção de Pad ões - Sequen ial Mining Pa e ns Um dos mui os p oblemas do Da a Mining é a descobe a de sequências equen es a pa i de uma BD. O obje i o é descob i sequências de e en os equen es, concei o in oduzido po Ag awal e S ikan . No seu modelo uma BD é um conjun o de ansações, cada ansação é um conjun o de i ens e es á associado a um iden icado de clien e e um iden icado de empo[AS95]. Se p ocede mos à o denação dos dados po iden icado de clien e e depois po iden icado de empo, ob emos um conjun o de sequências de clien es, cada sequencia de cada clien e mos a as suas ações po o dem de acon ecimen o. De uma o ma ge al, o p oblema de de eção de sequências equen es, implica descob i subsequências que são, de ce o modo, equen es en e odas as sequências dos clien es. Fo am, po isso, es udados alguns dos algo i mos c iados com o in ui o de esol e o p oblema de qual o caminho mais equen e. GSP - Gene alized Sequen ial Pa e ns En e os algo i mos mencionados, o GSP[SA96] é conside ado um dos mais ecien es, es e algo i mo p ocede à consul a da BD um de e minado núme o de ezes. Du an e uma i e ação ( i ), são encon adas sequências de amanho i mais equen es, des a o ma o núme o de consul as e e uadas à BD é de e minado pelo comp imen o das sequências mais equen es e mais longas da mesma. CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 32 igilância, igilância acial, econhecimen o de ma iculas, análise compo amen al ou ainda análise de las de pessoas. Pa a os ges o es de CCs, es a não é apenas uma pla a o ma de con abilização pois, pe mi e ambém pe cebe quem é o seu clien e, o nece-lhe a noção da idade, sexo, compo amen o do seu clien e, en e ou os aspec os. Tudo is o a a és da combinação de análise e ídeos, in eg ação em con ex o e in eligência social de o ma a en ega a in o mação i al que os come cian es necessi am. Pe mi indo-lhes dis ibuí em os seus p odu os nas mon as e/ou p a elei as, p o- moções a aze e es a égias de ges ão de las. O come cian e em acesso a uma aplicação que pe mi e acesso às ope ações da loja em empo eal[3VR]. 3.2 BIPS O BIPS (Figu a 3.1) é um Sis ema de Localização em Tempo Real (RTLS), que pe mi e p ocu a , segui , ge i , analisa e abalha dados e e en es à localização de indi íduos den o de um edi ício ou espaço abe o, desen ol ido pela AK. Es a pla a o ma pe mi e, pa a além da elabo ação de es udos de me cado, a con abilização de clien es. Ela consis e em es uda as o as ealizadas po um de e minado conjun o de indi íduos e as suas endências de o ien ação em empo eal, a a és de um sis ema de posicionamen o, em espaços delimi ados, po adio equência. O sis ema baseia-se na ins alação de disposi i os que, aqui denominados po ânco as, con êm uma an ena pa a cada ecnologia, Global Sys em Mobile Communica ions (GSM), Wi-Fi ou Blue oo h , posicionadas em locais especícos. Os dados ob idos são en iados pa a um se ido cen al, que gua da oda a in o mação pos e io men e analisada de alhadamen e e é ealizado o egis o das cap u as (impo a e e i que odo es e p ocesso é ealizado em empo eal). Como podemos e as po enciais aplicações ão de sis emas de segu ança ao con olo de á ego passando po usos come ciais[Kno13]. Figu a 3.1: BIPS - Business In elligence Posi ioning Sys em CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 33 3.2.1 Si uação A ual O BIPS ajuda os come cian es a pe cebe em o compo amen o dos clien es, a a és da ecolha de dados e disponibilização de in o mação que pe mi e aos ges o es a omada de decisões in o madas. Em ge al es as pla a o mas êm a des an agem de não o nece em in o mação em empo eal e as que o conseguem aze , não espondem a odas as ci cuns âncias. Na maio ia das soluções, a con agem das passagens dos isi an es é ei a num único local. Com o BIPS os come cian es conseguem in o mações sob e o clien e, de o ma p ecisa e em empo eal, pe mi indo assim uma eação imedia a. O sis ema da AK az uma diminuição no e o das con agens e pe mi e ob e um leque maio de in o mação sob e os clien es que ealmen e chegam a en a no es- abelecimen o. O BIPS o nece moni o ização dos isi an es de o ma anónima e coloca à disposição do come cian e ela ó ios em empo eal e de uma o ma ápida, con enien e, p ecisa e menos dispendiosa que soluções equi alen es. Figu a 3.2: Es u u a do BIPS CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 34 No caso especíco de um CC, o BIPS de e mina qual o uxo de clien es, pe mi indo assim a o imização de o as. Ajuda os ges o es do CC na análise do esul ado de e en os publici á ios, moni o iza as zonas menos isi adas, p e ê a mo imen ação de isi an es pelo CC e escôa zonas de maio conges ionamen o, pe mi indo aos isi an es a melho expe iência possí el. Os come cian es ao sabe em as zonas de maio concen ação de isi an es podem di ecciona a a enção des es pa a ce os p odu os, á eas ou o e as. O obje i o nal do BIPS é disponibiliza ao come cian e uma aplicação que lhe pe mi a acede à in o mação ob ida a pa i dos dados adqui idos pelas ânco as. O BIPS es á es u u ado da seguin e o ma (Figu a 3.2): 1. Disposi i os de de eção de adio equência; 2. Bases de Dados (BD); 3. Fe amen a de a amen o dos dados; 4. API 1 (Middlewa e); 5. In e ace g áca (IG). 3.2.2 Cap u a e Es u u a de Dados As ânco as en iam os dados pa a uma keyspace em Cassand a (que se encon a na segunda pa e da es u u a), que se ão en iados pa a ou a keyspace após a passagem pelo conjun o de e amen as de a amen o de dados, es a úl ima keyspace se á acedida pela API, que en ia á a in o mação à IG de o ma a que o u ilizado lhe possa acede . As ânco as p ocedem ao en io de uma iden icação do disposi i o 2 de e ado, pa a um se ido , se nos 10 segundos seguin es o mesmo disposi i o o encon ado pelo mesmo conjun o de ânco as, a segunda de eção é igno ada. Es e espaço de empo ga an e que odos os disposi i os que êm de se de e ados se ão mesmo de e ados. Inicialmen e gua da am-se os dados no se ido , anexando-lhes um imes amp , após o a amen o aos dados en iados pelas ânco as, o am anexadas as 1 h p://www.webopedia.com/TERM/A/API.h ml 2 Seguindo as leis da Comissão Nacional de P o eção de Dados - CNPD - Lei n o 67/98 de 26 de Ou ub o. CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 35 coo denadas, o g upo de ânco as e o piso em que o disposi i o oi de e ado. Es es g upos são iden icados po um conjun o de, pelo menos, ês ânco as e os pisos são iden icados a a és da o ça de sinal en e a ânco a do piso um e o g upo de ânco as associadas no segundo piso. Os dados são en iados pa a uma Keyspace do SGBD Cassand a[Cas], e numa Column Family , são en ão inse idos po da a ( Row Key ) e, à medida que es es ão chegando, são ac escen ados odos os imes amps e disposi i os de e ados nos 10 segundos seguin es, com a espe i a in o mação. Es e es ágio cingiu-se à segunda pa e, ou seja, ao es udo e implemen ação de algo i mos que pe mi am c ia um conjun o de e amen as de a amen o de dados, dados es es que es ão gua dados numa keyspace . Figu a 3.3: Vis a do Da aS ax: odas as keyspaces gua dadas no SGBD. Foi c iada uma Column Family que gua da oda a in o mação endo como Row Key a da a. Pa a cada da a oi ag egado um conjun o de imes amps , e pa a cada um des es o am anexados os disposi i os de e ados nesses dez segundos e pa a cada disposi i o, o conjun o de ânco as em que es e oi de e ado. CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 36 Figu a 3.4: Base de Dados Final 3.2.3 T a amen o dos Dados O a amen o de dados pa a as e amen as de análise desen ol idas nes e es ágio oi ei o em Py hon, desde a sua aquisição, a pa i do Cassand a, à sua u ilização na espos a às pe gun as e e uadas pelos ges o es. Já sabendo como os dados são gua dados no SGBD Cassand a, es a c ia a ligação e p ocede à sua aquisição. Os dados são gua dados de o ma sequencial, o que acili a o acesso quando apenas se p e- ende a análise de um de e minado ipo de dados. A sua o ganização es á elacionada com o obje i o p incipal des e es ágio, a u ilização dos algo i mos desen ol idos pa a o a amen o dos dados. Mais à en e nes e documen o se á abo dada a implemen ação des es algo i mos. É de menciona que oi ei a uma en a i a de u iliza a e amen a R e po isso, escolhida a biblio eca pa a p ocede à ligação ao Cassand a mas, depois de alguns es es e e uados, de ido a a aso quan o à espos a do Cassand a e en io dos dados pa a o R, es a e amen a oi colocada de pa e e suplan ada pelo py hon. 3.3 Análise Compa a i a dos P odu os Sabemos que o Foo Fall é um dos conco en es di e os do BIPS. Em p imei o luga po que a maio ia dos possí eis clien es da AK u ilizam no momen o es a pla a o ma e po que os dados disponibilizados pelo Foo Fall são equi alen es aos do BIPS. Sabemos CAPÍTULO 3. SOLUÇÕES PARA ANÁLISE DE COMPORTAMENTO E CONTAGEM DE PESSOAS 37 ambém que uma das mais alias dos sis emas de análise de ídeo é pe mi i em e algum conhecimen o sob e o clien e, como o sexo e a idade, algo que o BIPS não pe mi e. Não podemos deixa de conclui que após a análise dos p odu os o BIPS ouxe uma g ande ino ação ao me cado. Pa a além do seu po encial e p ecisão na in o mação que ge a, p ese a a p i acidade dos u ilizado es de equipamen os mó eis, apesa de consegui sabe quais os passos que os mesmos dão. Ao analisa mos os p ós e os con as des as pla a o mas pe cebemos que são poucas as an agens do Foo Fall e do VMS quando nos e e imos a cus o bene ício. O BIPS é uma pla a o ma que pe mi e acesso a in o mação equi alen e, em empo eal, p ese ando a p i acidade do clien e e a um cus o mais baixo 3 . 3 Pe mi e economiza a é 89% do cus o a ual em elação aos mé odos adicionais de es udos de mobilidade. Es a pe cen agem oi conseguida após análise ei a pela AK a alo es de es udos de me cado bem como a a és de e o no po pa e dosges o es do CC em es udo. Capí ulo 4 Comp eensão e P epa ação dos Dados O obje i o des e es ágio oi cons ui e in eg a no BIPs um conjun o de e amen as que pe mi em esponde a algumas ques ões colocadas pelos ges o es do CC, pa a isso oi necessá io o ganiza ideias e deni concei os, bem como es uda os dados pa a encon a possí eis implemen ações. Depois dos concei os e ques ões denidas analisamos os p oblemas pa a consegui ob e espos as, es udando quais os melho es algo i mos pa a esol e as ques ões e o mas de ap esen a os esul ado. Nes e capí ulo amos ap esen a os es udos e e uados. 4.1 Visi as Exis em alguns a o es que denem uma isi a: o disposi i o que a e e uou e a da a e ho a de inicio e de m da mesma. Depois do a amen o dos dados, conseguimos ob e um conjun o de isi as num dia, endo a isi a sido conside ada o pe íodo de empo em que o disposi i o se encon a a se de e ado po ânco as, o nal da isi a é denido pela ausência de de eções po , pelo menos, 3 ho as (10.800 segundos). Po es a azão, e po que os clien es podem aze mais do que uma isi a no mesmo dia ao CC, um disposi i o pode e mais que uma isi a. Foi de e minado o pe íodo de 3 ho as po que o obje i o é deni isi as, o almen e dis in as e não o esquecimen o de algo, a ida ao pa que de es acionamen o ou i uma um ciga o. Es a denição ouxe alguns p oblemas, os disposi i os que passem esse empo nos cinemas se iam con abilizados como endo e e uado duas isi as, não sendo is o, de ac o, e dadei o, oi necessá io p ocede à sua e icação. Po isso, se um disposi i o 38 CAPÍTULO 4. COMPREENSÃO E PREPARAÇÃO DOS DADOS 39 desapa ece (deixa de se de e ado) po mais de cinco minu os pe o do cinema e eapa ece no mesmo local passadas 3 ho as, es á implíci o que es e e no cinema, o mesmo demons ou se e dade pa a quem az comp as na g ande supe ície anexada ao CC. É impo an e e ica se um disposi i o ealizou mais do que uma isi a ao CC. En e as pe gun as a esponde , encon a-se a ques ão "Qual o núme o de isi as po dia, ho a, zona, piso ou acesso?". O núme o de isi as e e uadas num de e minado dia é conseguido a a és da con agem das isi as encon adas, o empo de isi a é conseguido a a és da sub ação do imes amp inicial ao nal. imes amp Inicial +T imes amp inal =T empo de V isi a Olhando pa a o exemplo 1conseguimos sabe que o empo de isi a des e clien e oi de 28 minu os 1 . Example 1 Um conjun o de de eções e imes amps associados 1 Temos uma isi a de um clien e ao CC e as espe i as associações en e ânco as e acessos. pisos ⇒< piso1 : z1, piso1 : z2, piso2 : z3, piso2 : z4> zonas ⇒< z1 :<1,2,3>, z2 :<4,5,6,7>, z3 :<8,9,10 >, z4 :<11,12,13,14 >> de ec ions ⇒<1,2,3,5,6,7,7,7,7,7,7,7,9> imes amps ⇒<1,3,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,29 > 4.2 Acessos Pa a se sabe qual a po a de acesso e a de saída de cada disposi i o e icou-se qual a p imei a e úl ima ânco a de de eção, pos e io men e con mou-se qual a associação exis en e en e as ânco as de de eção e os acessos ob endo o acesso po onde esse clien e en ou no CC nessa isi a. Ag egamos as isi as po acesso e p ocedemos à sua con agem. 1 Tomando de p incipio que os imes amps es ão em minu os. CAPÍTULO 4. COMPREENSÃO E PREPARAÇÃO DOS DADOS 40 De ido a alguns p oblemas demons ados pelas ânco as ( alhas na de eção), po ezes a p imei a ânco a não es á associada a um acesso, quando al acon ece, e ica-se qual a úl ima ânco a e se es a es i e associada a um acesso, passa a se esse acesso o de en ada. Caso con á io é conside ado um acesso desconhecido, i.e., se a ânco a inicial não es i e associada a um acesso, se á a e iguado qual o acesso associado à ânco a nal e, no caso de es a não es a associada, a isi a apenas se á con abilizada pa a o núme o de isi as po acesso, já que a dis ibuição des e ipo de isi as se á ei a segundo a p obabilidade de e en ado, ou não, po uma de e minada po a. O exemplo a se es udado acilmen e nos diz que o clien e en ou pela ânco a 1 ou 7 . 4.3 Zonas e Pisos Inicialmen e di idimos o CC em algumas secções que denimos como zonas, uma das ques ões que os ges o es que iam e espondida e a "Qual o núme o de isi an es na p aça da Alimen ação?". Pa a esponde a es a ques ão e a necessá io deni o espaço ocupado pela p aça de alimen ação, pe mi indo assim uma denição de zonas po odo o CC. As zonas, al como os pisos, são de enidas no py hon a a és das ânco as, os pisos pouca explicação necessi am, se o CC i e mais que um piso a iden icação des es se á o seu núme o, já que o CC, onde deco eu a ecolha dos dados, em mais que um piso, oi necessá io associa as zonas a um piso. Após a denição das zonas e pisos, p ocedemos à con agem das isi as que passa am pelas ânco as e aquelas que passa am pelas zonas associadas a pisos. Conseguimos e ica , a a és do exemplo 1que, du an e es a isi a o clien e es e e nas zonas z1 , z2 e z3 e que es e e nos pisos piso1 e piso2 . A a és das condicionan es mencionadas acima, conseguimos espos as às ques ões 1,2 e 11 (Capí ulo 1). 4.4 En ada nas Lojas Foi necessá io deni as lojas e en a encon a as en adas dos clien es em de e mi- nada loja, es a a e a oi um pouco complicada já que, pa a a maio eabilidade dos dados, se ia necessá io in oduzi ânco as nas lojas, al e a impossí el po concessão dos ges o es do CC, hou e en ão a necessidade de en a ou as ias pa a descob i se um clien e e ia en ado, ou não, numa de e minada loja, o p oblema oi abo dado de CAPÍTULO 4. COMPREENSÃO E PREPARAÇÃO DOS DADOS 41 duas o mas di e en es: • Inclui coo denadas da de eção do disposi i o. Bas a a e ica se a posição do clien e es a ia en e as coo denadas limí o es da loja. • Se o disposi i o deixa de se de e ado po cinco minu os (300 segundos) ou mais, signica que o clien e en ou na loja mais p óxima à ânco a em que desapa eceu. No que se e e e à p imei a solução a exis ência de coo denadas, como já oi men- cionado em capí ulos an e io es, impôs que, pelo menos ês ânco as, de e em o mesmo disposi i o no mesmo imes amp , al implica que odas as de eções e e uadas po menos do que ês ânco as sejam desca adas, ou seja, emos pe da de in o mação. Decidimos pela segunda opção, conseguindo ob e as es adias (pe manência na mesma ânco a) ou en adas numa loja (deixa de se de e ado po qualque ânco a du an e, pelo menos, cinco minu os). Depois de denida a di e ença en e en a ou não numa loja, es amos p on os pa a esponde às ques ões 3,4,7 e 8 (Capí ulo 1). Pa a isso oi necessá io encon a odas as lojas isi adas po odos os clien es e p ocede à sua con agem, bas ou pe co e as de eções de cada disposi i o. Se a dis ância empo al en e uma de ecção e a seguin e o maio que cinco minu os (300 segundos), en ão gua damos a ânco a e e en e à p imei a de eção 2 e essa se á a loja em que o clien e en ou, no caso de o clien e e sido de e ado pela mesma ânco a du an e um pe íodo igual ao mencionado é conside ado que es e e den o de uma loja. A loja se á a que es á associada à ânco a que de ec ou o clien e po esse espaço de empo, se obse a mos o exemplo 1conseguimos sabe que as lojas isi adas po es e clien e são as associadas às ânco as 2 e 7 . 4.5 Shopping Time e Dwell Time O Shopping Time e e e-se ao empo que um clien e se encon a den o de lojas e o Dwell Time é o opos o, é o empo que um clien e passa no co edo a passea ou a i de uma loja pa a ou a. Es es concei os se ão ú eis pa a se consegui esponde às ques ões 5 - "Qual o empo gas o numa isi a?"e 6 - "Qual o empo médio passado a aze comp as (ShoppingTime)?". No caso do Shopping Time oi necessá io encon a o empo passado em odas as lojas e p ocede à sua soma. No que se e e e ao Dwell Time , bas ou emo e ao empo o al da isi a o Shopping Time , se olha mos 2 As ânco as es ão associadas a lojas. Capí ulo 5 Modelação Nes e capí ulo desc e emos os p ocessos de análise de dados e modelação que pe - mi em esponde às pe gun as colocadas pelos ges o es. Pa a cada pe gun a e emos um p ocesso que oi implemen ado e in eg ado no BIPS. A escolha do p ocesso de modelação mais adequado oi ei a u ilizando uma amos a (dados e e en es a um mês). C iámos e es udámos g ácos pa a e ica se exis iam su p esas inespe adas, e sabe a densidade do núme o de isi as, e e como p opósi o sabe se exis iam zonas mais impo an es, pisos mais u ilizados, lojas mais isi adas e acessos mais u ilizados. 5.1 Qual o núme o de isi as po dia, ho a, zona, piso ou acesso? No que se e e e aos dados ele an es pa a esponde a es a ques ão, o am u ilizados o núme o de disposi i os que passea am num dia no CC, o momen o de en ada e de saída e as ânco as que de e a am esse disposi i o ao longo da isi a. Todos os alo es ap esen ados como esul ado des a ques ão (e ap esen ados no p odu o nal) são conseguidos a a és de écnicas de es a ís ica desc i i a, em especial a a és da média. Visi as po Dia - Pa a sabe mos o núme o de isi as po dia é necessá io e ica , em p imei o luga , se o disposi i o ez uma ou mais no mesmo dia. O núme o de isi as du an e um de e minado pe íodo de empo é ap esen ado num g áco de linhas. No 48 CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 49 caso da amos a desc i a, a gu a 5.1 mos a-nos que, po eg a, aos ns de semana o núme o de isi as aumen a. Podemos ainda es uda a dis ibuição do núme o de isi as diá ias usando um his og ama com uma cu a de densidade, a a és das gu as 5.1 e5.2, conseguimos e a noção de que, na maio ia dos dias, o núme o de isi as ao CC es á en e as 2500 e 3000. Figu a 5.1: Visi as po dia no mês de Junho CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 50 Figu a 5.2: Densidade das Visi as no mês de Junho. No eixo dos x encon amos o núme o de isi as. Visi as po Ho a Pa a se analisa o núme o de isi as po ho a, di idimos o pe íodo de uncionamen o diá io em in e alos de uma ho a. Os in e alos são esp esen ados pela sua ho a de início. Num g áco de linhas como o da gu a 5.3, cada linha ep esen a a e olução do núme o de isi as numa de e minada ho a ao longo dos dias. Tal como as isi as po dia u ilizámos es a ís ica desc i i a pa a analisa o núme o de isi as po ho a. No nosso exemplo (gu a 5.3) conseguimos obse a que em média, encon am-se mais pessoas a isi a o CC pelas qua o da a de e que o pico de isi as no mês, em quase odas as ho as, oi no segundo m de semana, de dia 8 a dia 10 de Junho. Impo a e e i que o dia 10 de Junho, Segunda-Fei a, oi e iado em Po ugal, jus i - icando o aumen o de isi as nesse dia, p incipalmen e, compa ando com as es an es Segundas-Fei as. Po ou o lado, a maio pa e das ho as e e uma descida consid- e á el no Domingo 23 de Junho, es a diminuição pode e uma elação di e a com o ac o de nos encon a mos no nal do mês, e pa alelamen e com o início da época de é ias escola es. Exce uando as ho as de en ada e saída (10h - X10 e 23h - X23), a maio densidade CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 51 encon a-se en e os 400 e 600 isi an es. Podemos ambém pe cebe pela gu a 5.4 que da pa e da a de, a pa i das 14 ho as, a p obabilidade de obse a mos um núme o acima das 800 isi as é al a, es a subida de isi an es começa a diminui a pa i das 18 ho as. Figu a 5.3: Visi as po Ho a do dia no mês de Junho CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 52 Figu a 5.4: Densidade das Visi as po Ho a no mês de Junho [ e apêndice A] Visi as po Zona Depois de associa mos cada ânco a a uma zona, oi u ilizada es a ís ica desc i i a pa a se consegui ob e a con agem do núme o de isi as e e uadas em cada uma das zonas. Analisando a amos a ob ida do CC em es udo, podemos obse a , a a és do g áco ci cula da gu a 5.5, que as zonas po onde a maio ia dos isi an es passam são as zonas z7 e a z1 . Sabemos, a a és da gu a 5.6 que, no máximo encon amos 3000 isi an es po zona e que na maio ia das ezes es e núme o se encon a en e os 1000 e 2000 isi an es. A espos a à ques ão " Qual o núme o de isi an es a passa na p aça da alimen ação? "pa a a amos a de dados aqui es udada é de 1933 isi an es, al como podemos obse a na gu a 5.5 1 . 1 Es e g áco mos a-nos a pe cen agem de isi an es (em elação a odos os que apa ece am no CC) que passa am po cada uma das zonas. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 53 Figu a 5.5: Visi as po Zona no mês de Junho Figu a 5.6: Densidade das Visi as po Zona no mês de Junho [ e apêndice A] CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 54 Visi as po Piso Pa a os pisos necessi amos de e as ânco as em que o disposi i o oi de ec ado. A pa i delas conseguimos sabe em que piso o isi an e se encon a. O CC onde os dados o am adqui idos es á di idido em dois pisos. Fo am aplicadas ecnicas de es a ís ica desc i i a pa a alcança o núme o de isi as po Piso. A a és do g áco da gu a 5.8 sabemos que, no conjun o de dados ecolhido do CC em es udo, o núme o de isi an es que passam pelos dois pisos é equi alen e, apesa de se um pouco maio no piso 1 (gu a 5.7) ac o que conside amos ácilmen e jus icá el já que a maio ia das po as de acesso se encon am no p imei o piso. Conseguimos e que no piso 1 a p obabilidade do núme o de isi an es es a en e os 2250 e 2500 é al a, já no piso 2 o núme o encon a-se en e os 2000 e 2250. Como emos a densidade de isi as nos dois pisos é mui o p oxima. Figu a 5.7: Visi as po Piso no mês de Junho Figu a 5.8: Compa ação do núme o de isi as po Piso no mês de Junho CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 55 Figu a 5.9: Densidade das Visi as po Piso no mês de Junho Visi as po Acesso Tal como já oi mencionado an e io men e, pa a consegui mos sabe qual o acesso po onde o isi an e en ou, p ecisamos de e a p imei a ânco a de de ecção do isi an e. Encon amos qual o Acesso associado a essa ânco a e p ocedemos à di isão das isi as po Acesso. Podemos e , pela gu a 5.11, que o acesso mais escolhido pelos isi an es no mês de Junho é o K , na mesma gu a emos que es e acesso K se encon a quase semp e acima dos es an es. Apenas em ês dias do mês o acesso G con em maio núme o que o acesso K . Quan o ao acesso I a ânco a e e en e a es e acesso encon ou-se em baixo du an e o mês a que se e e e a ecolha dos dados, po isso mesmo, ap esen a um núme o de isi an es nulo. Um aspe o in e essan e é o ac o de, o acesso nem semp e se o mesmo que a saída (gu a 5.12). No caso de es a mos a ala do acesso J , é mais p o á el que a saída não seja a mesma, já se ala mos no acesso G ou K , a p obabilidade é de o isi an e sai pelo mesmo local. A gu a 5.13 mos a-nos que a densidade mais al a encon a-se nos acessos D e F apesa de co esponde a um núme o de isi as mais baixo. Já pa a os acessos com o núme o de isi as mais al o, G e K , a densidade é conside a elmen e mais baixa. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 56 Figu a 5.10: Visi as po Acesso no dia do mês de Junho Figu a 5.11: Visi as po Acesso no mês de Junho CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 57 Figu a 5.12: Visi as po Acesso Igual a Saída no mês de Junho Figu a 5.13: Densidade das Visi as po Acesso no mês de Junho [ e apêndice A] CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 64 5.5 Qual o empo dispendido po Loja? Tal como an e io men e, o am u ilizadas écnicas de es a ís ica desc i i a. Os dados u ilizados pa a a espos a a es a ques ão são os mesmo que o am mencionados na ques ão an e io . O esul ado da aplicação da e amen a, que pe mi e esponde a es a ques ão, à amos a em es udo é possí el se izualizada a a és da gu a 5.23, onde a Loja em que as pessoas passam mais empo é a L17 . Apesa de al se e dade, podemos obse a que na maio ia dos dias, o empo despendido nas isi as à loja L13 ul apassam o empo despendido à loja L17, ês dias (1, 8 e 10 de Junho). Mesmo assim es es ês alo es não ul apassam o maio empo passado em L17 e po pouco passa a média do empo gas o do mês nas lojas. Figu a 5.23: Tempo gas o po Loja no mês de Junho. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 65 5.6 Qual o caminho mais u ilizado pelos clien es a pa i de um acesso? Fo am e e uados es es nas e amen as de da a mining mencionadas no capí ulo 2. Ten ámos ob e esul ados com o RapidMine (gu a 5.24) a pa i de um conjun o de dados (gu a 5.25) mas, es e não nos pe mi iu ob e esul ados (gu a 5.26), es e e o de eu-se ao ac o de exis i um p oblema na e amen a que se á co igido na p óxima e são a se lançada. Figu a 5.24: U ilização do GSP no RapidMine CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 66 Figu a 5.25: Conjun o de caminhos e e uados a pa i do acesso A Figu a 5.26: Resul ado ob ido com o GSP no RapidMine Quan o à e amen a WEKA, es a oi u ilizada pa a es a o mesmo algo i mo em de imen o do RapidMine , o es e e e uado ob e e o esul ado ap esen ado nas gu as 5.27 e5.28. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 67 Figu a 5.27: Tes e e e uado com os dados do acesso A no Weka CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 68 Figu a 5.28: Resul ados do es e com o GSP u ilizando o Weka No que se e e e aos es an es algo i mos, SPAM e P exSPAN, o am es ados com a e amen a SPMF, em p imei o luga o am u ilizados conjun os de poucos caminhos. Os esul ados ob idos pelos dois algo i mos num desses es es es á ap esen ados nas gu as 5.29 e5.30. Depois de co e es es es es, o SPAM demo a mais empo e necessi a de mais memó ia. Em seguida p ocedeu-se a es es com os dados dos caminhos e e en es a um acesso que ap esen amos na gu a 5.31. Conseguimos e- sul ados equi alen es a pa i dos dois algo i mos, apesa de e conseguido esul ados apidamen e com o P exSpan (gu a 5.32), com o SPAM esses esul ados não o am a ingidos de ido às azões já e e idas. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 69 Figu a 5.29: Resul ados ob idos da u ilização do P exSpan no SPMF em chei os de es e Figu a 5.30: Resul ados ob idos da u ilização do SPAM no SPMF em chei os de es e CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 70 Figu a 5.31: Conjun o de alguns caminhos e e uados a pa i do acesso A, o ma ados pa a spm Figu a 5.32: Resul ados ob idos da u ilização do P exSpan no SPMF CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 71 Pa a consegui mos encon a qual o caminho mais u ilizado pelos isi an es oi c iado um algo i mo [5.6.1] que u iliza a unção de p é-p ocessamen o [algo i mo 4.6.1]. Pa a além do p é-p ocessamen o (desc i o em capí ulo an e io ), u iliza a unção mos UsedPa hs . Es a unção, em p imei o luga co a os caminhos pelo núme o de zonas mínimas ( minZones ) escolhido, cando com caminhos que con enham apenas um núme o mínimo de zonas di e en es. Em seguida é encon ado o caminho que apa ece mais ezes. O ac o dos caminhos ca em denidos po zonas pe mi e que, se exis i em ânco as a alha , não haja p oblemas com a c iação dos caminhos possí eis. Algo i hm 5.6.1: Pa hs ( Da a, AccessName, minZones ) p ocedu e Pa hs (Da a, AccessName, min _ Zones)            o each pa h ∈ Da a do (AllPa hs ← P ep ocessPa hs (pa h, AccessName) e u nedP a h ← mos UsedPa h (AllPa hs, min _ Zones) e u n ( e u nedP a h) A a és do algo i mo desc i o oi possí el ob e os g a os ap esen ados na gu a 5.33 e a a és des a, concluímos que exis em caminhos que, apesa de pe ence em a acessos di e en es começam na mesma zona ( H e J ou A e B ), já que exis em zonas com mais que um acesso. As zonas 7 e 8 apa ecem em mais de me ade dos caminhos, demons ando se em as zonas mais isi adas. CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 72 Figu a 5.33: Caminhos mais u ilizados po Acesso no mês de Junho No sub-capí ulo 2.4 mencionamos algo i mos de de eção de pad ões, alguns dos esul- ados ob idos podem se isualizados nas gu as 5.34,5.35 e5.36. Podemos e que os esul ados ob idos pelo Weka não nos azem nada de no o e que o P exSpan e o SPAM, a a és do SPMF nos de ol e am esul ados ag adá eis. Es es caminhos, no p odu o nal, são ep esen ados po um mapa do espaço com o caminho e e uado pelo isi an es, pe mi indo aos ges o es compa a em acessos. 5.7 Qual o caminho mais u ilizado pelos clien es? Na gu a 5.34 podemos e os caminhos mais e menos u ilizados no mês de Junho pelos isi an es do CC e nas gu as 5.35 e5.36 os caminhos cujo núme o de isi an es es á acima da média de passagens e abaixo, espe i amen e. Olhando pa a a gu a 5.33 conseguimos pe cebe que os melho es caminhos po acesso passam, na sua maio ia, po caminhos cujo núme o de isi an es se encon a acima da média. Obse amos que o caminho e e en e ao acesso G passa exa amen e pelos caminhos com maio núme o de isi an es, os caminhos que passam po ligações cujo núme o CAPÍTULO 5. MODELAÇÃO 73 de isi an es es á abaixo da média, encon am-se, mesmo assim, den o das ligações com maio alo . O único caminho em que al não acon ece é e e en e ao acesso I que con ém a ligação 10 −8 , o núme o de passagens des a ligação encon a-se abaixo das 600. Figu a 5.34: Caminhos mais/menos u ilizados no mês de Junho Figu a 5.35: Caminhos com u ilização acima da média no mês de Junho Figu a 5.36: Caminhos com u ilização abaixo da média no mês de Junho CAPÍTULO 6. PRODUTO FINAL 80 Figu a 6.5: Mé icas das isi as po piso no mês de Junho CAPÍTULO 6. PRODUTO FINAL 81 Figu a 6.6: Mé icas das isi as po Zona no mês de Junho CAPÍTULO 6. PRODUTO FINAL 82 Figu a 6.7: Mé icas das isi as po Acesso no mês de Junho Figu a 6.8: Posição das Lojas segundo o núme o de isi an es no mês de Junho Capí ulo 7 Conclusão Os obje i os p opos os no início do es ágio o am a ingidos endo o conjun o de e amen as de análise de posicionamen o sido implemen ado. Es as e amen as podem se usadas pa a esponde às ques ões colocadas pelo clien e, pe mi indo aos ges o es ob e em conhecimen o mais p eciso sob e o uncionamen o do espaço que ge em. Pa a consegui a ingi es es objec i os o am ealizadas as seguin es a e as: • Recolha e comp eensão das pe gun as de negócio do clien e; • Conecção à Base de Dados; • T ans o mação e p é-p ocessamen o dos dados; • Es udo e aplicação de algo i mos de Da a Mining ; • Análise dos dados u ilizando es a ís ica desc i i a pa a a ob enção de abelas, g a os e g ácos; • Seleção com o clien e das e amen as ele an es pa a o negócio; • In eg ação das e amen as selecionadas na pla a o ma BIPS. Recolha e comp eensão das pe gun as de negócio do clien e : Foi necessá io pe cebe o negócio do clien e e o modelo de negócio do BIPS. To nou-se imp escíndi el pe cebe co ec amen e cada uma das ques ões colocadas pelo clien e po o ma a anspôlas numa pe gun a/ a e a de análise de dados. 83 CAPÍTULO 7. CONCLUSÃO 84 Conecção à Base de Dados : Foi necessá io es uda a es u u a da BD, que so eu algumas al e ações du an e o pe íodo inicial de es ágio, es uda e escolhe a biblio eca de ligação do py hon à BD e c ia a ligação ao cassand a. T ans o mação e p é-p ocessamen o dos dados : Pa a se pode abalha com os dados oi necessá io deni es u u as locais pa a o seu a mazenamen o pa a que o a amen o osse mais céle e e di e o. Es a ans o mação dis ibui os dados po ia- gens. Es es dados passa am en ão po um p é-p ocessamen o de modo a se consegui encon a o caminho mais equen ado. Es udo e aplicação de algo i mos de Da a Mining : O es udo de algo i mos de Da a Mining oi e ec uado com o in ui o des es se em aplicados na p ocu a do caminho mais equen e. A possibilidade de os aplica aos dados ob idos exis iu mas, de ido a es ições empo ais não hou e a possibilidade de os inco po a nas e amen as. Assim oi c iado o algo i mo Pa hs [ e algo i mo 5.6.1], que embo a mais especíco, pe mi e a ingi os esul ados p e endidos. Análise dos dados u ilizando es a ís ica desc i i a pa a a ob enção de abelas, g a os e g ácos : Fo am aplicadas écnicas de es a ís ica desc i i a com a in enção de e espondidas algumas das ques ões colocadas pelo clien e. Seleção com o clien e das e amen as ele an es pa a o negócio : Após a aplicação do conjun o de e amen as a uma amos a de dados, a AK e o clien e p ocede am a uma análise da in o mação ob ida. Es a análise pe mi iu sabe se exis iam ques ões cujas espos as não p opo ciona am uma an agem pa a o clien e. T ês das e amen as não o am le adas em con a (mencionadas no capí ulo 5). Es- as e amen as já es ão p on as e no caso em que um ou o clien e da AK es eja in e essado, apenas exis e a necessidade de as ac i a . In eg ação das e amen as selecionadas na pla a o ma BIPS : Chegados ao momen o em que sabemos qual o conjun o de e amen as a u iliza , bas ou ac i á-las e pe mi i a sua execução uma ez ao dia. Des a o ma os ges o es do CC ob êm oda a in o mação ele an e ao dia an e io , à semana an e io ou mesmo ao ano an e io . 7.1 T abalho Fu u o A AK desen ol eu a pla a o ma BIPS com o objec i o de p opo ciona uma solução analí ica pa a auxilia , não apenas os CC mas ambém as cadeias de lojas e os CAPÍTULO 7. CONCLUSÃO 85 ges o es de espaços ao a li e como Ja dins Zoológicos, Pa ques Temá icos, Fei as e c. Fu u amen e, o BIPS se á desen ol ido pa a alcança uma maio adap abilidade às necessidades dos clien es, melho ando a sua implemen ação e pe o mance dos algo i mos. Com es es desen ol imen os p ocede emos ao es udo de algo i mos e sua implemen ação pa a alcança mos p e isões de u u as isi as. Apêndice A Figu a A.1: Densidade das isi as po ho a no mês de Junho 86 APÊNDICE A. 87 Figu a A.2: Densidade das isi as po zona no mês de Junho APÊNDICE A. 88 Figu a A.3: Densidade das isi as po Acesso no mês de Junho APÊNDICE A. 89 Figu a A.4: Densidade das isi as po p imei a pa agem no mês de Junho