Definição de requisitos necessários à interoperabilidade entre IED´s na rede elétrica de distribuição
Full text
FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO
De inição de Requisi os Necessá ios à
In e ope abilidade en e IED’s na Rede
Elé ica de Dis ibuição
Gonçalo C uz Ma ques da Sil a
VERSÃO FINAL
Mes ado In eg ado em Engenha ia Ele o écnica e de Compu ado es
O ien ado : P o esso Dou o Hélde Lei e
Co-o ien ado : Engenhei o Da id Lima
Julho de 2015
© Gonçalo C uz Ma ques da Sil a, 2015
~PORTO
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FACULDADE
DE
ENGENHARIA
1
L.
UNWEPSIDADEDOPORIO
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ENGENHARIA
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E
COMPUTADORES
A
Disse ação
in i ulada
“De inição
de
Requisi as
Necessá ios
à
In e ope abilidade
en e
IED’s
na
Rede
Elé ica
de
Dis ibuição”
oi
ap o ada
em
p o as
ealizadas
em
17-07-2015
o
jú i
/
P esiden e
P o esso
Dou o
Gáudio
Domingos
Ma ins
Mon ei o
P o esso
Auxilia
do
Depa amen o
de
Engenha ia
Ele o écnica
e
de
Compu ado es
da
Faculdade
de
Engenha ia
da
Uni e sidade
do
Po o
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P o esso
Dou o
Sé gio
Augus o
Pi es
Lei âo
P o esso
Auxilia
do
Depa amen o
de
Engenha ias da
Escola
de
Ciências
e
Tecnologias
da
Uni e sidade
de
T ás-os-Mon es
e
Al o
Dou o
P o esso
Dou o
Helde
Filipe
Dua e
Lei e
P o esso
Auxilia
do
Depa amen o
de
Engenha ia
Ele o écnica
e
de
Compu ado es
da
Faculdade
de
Engenha ia
da
Uni e sidade
do
Po o
O
au o
decla a
que
a
p esen e
disse ação
(ou
ela ó io
de
p oje o)
é
da
sua
exclusi a
au o ia
e
oi esc i a
sem
qualque
apoio
ex e no
não
explici amen e
au o izado.
Os
esul ados,
ideias, pa ág a os,
ou
ou os
ex a os
omados
de
ou
inspi ados
em
abalhos
de
ou os
au o es,
e
demais
e e ências
bibliog á icas
usadas,
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co e amen e
ci ados.
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Au o
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Gonçalo C uz
Ma ques
da
Sil a
Faculdade
de
Engenha ia
da
Uni e sidade
do
Po o
Resumo
Com a e olução dos Sis emas de Au omação de Subes ações, êm su gido no as ecnologias
de comunicação que assegu am uma maio iabilidade do Sis ema Elé ico de Ene gia e, conse-
quen emen e, qualidade no o necimen o de ene gia aos consumido es inais. A no ma IEC 61850
é exemplo dessa e olução, em que o seu g ande obje i o consis e na ga an ia de in e ope abilidade
en e disposi i os de di e en es ab ican es numa Subes ação, essencialmen e, pela no malização
das edes de comunicação e espe i os equipamen os. Sendo que ainda não oi plenamen e ob ida
a in e ope abilidade, é âmbi o des a disse ação a de inição de equisi os necessá ios à in e ope a-
bilidade en e IED’s na ede Elé ica de Dis ibuição po uguesa.
Es a disse ação ap esen a os ensaios de uncionamen o e con o midade com no ma IEC
61850, especi icados na mesma. Alguns des es ensaios e am já ealizados an es da aplicação
da no ma IEC 61850, sendo ago a adap ados às no as necessidades. São ainda ap esen ados pos-
si eis es es de in e ope abilidade a ealiza . Es es úl imos não são especi icados na no ma, mas
e elam-se de g ande impo ância na ob enção da in e ope abilidade en e equipamen os de di e-
en es ab ican es, dado que os es es de con o midade de inidos apenas es am um equipamen o
de o ma singula e não o sis ema global. Is o signi ica que um equipamen o ap o ado em es-
es de con o midade, pode não es a ap o a ope a com ou os equipamen os. São ap esen adas
e amen as de es e à no ma IEC 61850, como OMICRON e RTDS echnologies.
Com a iden i icação de alguns en a es à in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican-
es, pela análise da implemen ação ei a pelos di e en es o necedo es das Subes ações do Ope-
ado da Rede de Dis ibuição po uguesa (EDP Dis ibuição), é ap esen ada uma solução pa a
no malização dos desc i i os de sinais, segundo a no ma IEC 61850, u ilizados pa a e ei os de
comunicação e ical e ho izon al nas Subes ações.
A disse ação con empla ambém a ealização de ensais às sinalizações de um painel ipo de
Média Tensão, em que os IED’s associados aos painéis comunicam po IEC 61850. Es es o am
ealizados a a és da e amen a da OMICRON, IEDScou , que pe mi e simulação das comunica-
ções e sinais.
Nes e abalho é ainda explo ada a possibilidade da aplicação da no ma IEC 61850 em Sis-
emas de Alimen ação, ealizando uma no malização semelhan e pa a os sinais u ilizados nes es
sis emas. É desc i a a necessidade des a aplicação, bem como os possí eis bene ícios da mesma.
Pala as-cha e: In e ope abilidade; No ma IEC 61850; Rede de Comunicação em Subes a-
ções; Sis emas de Alimen ação de Co en e Con ínua; Sis emas de p o eção, Comando e Con olo;
Tes es de Funcionamen o e Con o midade; Tes es de In e ope abilidade.
i
ii
Abs ac
The e olu ion o Subs a ion Au oma ion Sys ems b ough new communica ion echnologies
ha ensu e g ea e eliabili y o he Elec ic Powe Sys em and, consequen ly, quali y o ene gy
supply o inal consume s. The s anda d IEC 61850 is an example o i , as i s main goal is o gua-
an ee in e ope abili y be ween de ices om di e en manu ac u e s in a Subs a ion, essen ially,
by he no maliza ion o communica ion ne wo ks and espec i e equipmen . Since in e ope abi-
li y has no been ob ained, he de ini ion o equi emen s o in e ope abili y be ween IED’s in
Po uguese Elec ical Dis ibu ion Ne wo k is a p ima y objec o his disse a ion.
This documen p esen s he ope a ing es s and con o mance es s acco ding wi h he s anda d
IEC 61850. Some o hese es s we e al eady pe o med be o e he applica ion o IEC 61850,
being now adap ed o i s needs. I also ea u es possible in e ope abili y es s o be pe o med.
These a e no speci ied in he s anda d, howe e , hey ha e e ealed o be an impo an asse o
achie e he in e ope abili y be ween equipmen om di e en selle s, as speci ied, con o mance
es s only es a unique equipmen and no he o e all sys em. A de ice app o ed in con o mance
es ing can no be able o ope a e wi h o he equipmen . I also p esen s IEC 61850 es ing ools,
as OMICRON and RTDS echnologies.
The iden i ica ion o some ba ie s o he in e ope abili y be ween IED’s om di e en selle s,
made by he analysis o he implemen a ion made by di e en supplie s o Po uguese Dis ibu ion
Sys em Ope a o (EDP Dis ibuição), p esen s a solu ion o he no maliza ion o desc ip i e sig-
nals in acco dance wi h he s anda d IEC 61850, used o e ical and ho izon al communica ion
pu poses in Subs a ions.
This documen also includes pe o mance signal es s o a ypical Medium Vol age Panel,
which communica es by IEC 61850. These we e pe o med by OMICRON’s so wa e, IEDScou ,
which allows he simula ion o communica ions and signals.
I also explo es he possibili y o he applica ion o IEC 618550 in Powe Sys ems by pe -
o ming a simila no maliza ion o signal used in hese sys ems. The need o his applica ion is
desc ibed, as well as i s possible bene i s.
Keywo ds: Communica ion Ne wo k in Subs a ions; Di ec Cu en Powe Sys ems; IEC
61850 S anda d; In e ope abili y; In e ope abili y es s; Ope a ion and Con o mance Tes ing; P o-
ec ion Sys em, Command and Con ol.
iii
i
Ag adecimen os
Ag adeço aos meus o ien ado es, o P o esso Dou o Helde Lei e e o Engenhei o Da id Lima
pela disponibiliade e con iança deposi ada, bem como ao Engenhei o Albe o Pin o. A o ien ação
ecebida oi uma g ande ajuda na conc e ização do abalho. Ag adeço pela opo unidade que me
de am em abalha com eles e na EDP Dis ibuição.
Ag adeço ambém a odas as pessoas do Depa amen o de Manu enção de Subes ações da EDP
Dis ibuição pela o ma como me acolhe am nes es meses, em especial ao pessoal de Sis emas pela
disponibiliade e ajuda no escla ecimen o de dú idas. Con ibui am em mui o pa a es e abalho e
pa a a minha o mação.
À minha amília, em especial aos meus pais e i mã po me e em apoiado e p opo cionado as
condições necessá ias pa a o sucesso na ida académica.
Po úl mo, ag adeço a odos os meus amigos que me êm acompanhado em odos os momen os
e que pelo companhei ismo demons ado se o na am de g ande impo ância na conc e ização
des a e apa.
Gonçalo C uz Ma ques da Sil a
xii LISTA DE FIGURAS
Lis a de Tabelas
4.1 Exemplo de Desc i i os na Base de Dados de uma Subes ação . . . . . . . . . . 54
4.2 Desc i i os u ilizados pa a a unção de Disjun o . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
4.3 Desc i i os u ilizados pa a as unções de Máximo de In ensidade, pa a ca ac e ís-
icains an âneaede empo............................. 55
4.4 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com
unçõesdedisjun o ................................. 62
4.5 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com
unções de máximo de in ensidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
4.6 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com
unçõesde eligação ................................ 63
4.7 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com
ou as unções.................................... 63
4.8 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Medida . . . . . . . 64
4.9 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Comando . . . . . . 65
5.1 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED
daE acec ...................................... 72
6.1 Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Sinalizações . . . . . . . . . . . 79
6.2 Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Medidas . . . . . . . . . . . . . 79
A.1 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções
dedisjun o ..................................... 85
A.2 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções
demáximodein ensidade ............................. 86
A.3 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções
de eligação..................................... 86
A.4 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com ou as
unções ....................................... 87
A.5 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções
dedisjun o ..................................... 87
A.6 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções
demáximodein ensidade ............................. 88
A.7 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções
de eligação..................................... 88
A.8 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com ou as un-
ções ......................................... 89
A.9 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de
disjun o ....................................... 89
xiii
xi LISTA DE TABELAS
A.10 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de
máximodein ensidade ............................... 90
A.11 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de
eligação....................................... 90
A.12 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções 91
A.13 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
disjun o ....................................... 92
A.14 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
máximodein ensidade ............................... 93
A.15 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
eligação....................................... 93
A.16 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções 94
A.17 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . 95
A.18 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . 95
A.19 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . 96
A.20 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . . 96
A.21 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Comando . . . . . . . . . . 97
A.22 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Comando . . . . . . . . . . 98
A.23 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Comando . . . . . . . . . . . 99
A.24 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Comando . . . . . . . . . . . . 100
B.1 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED
daE acec ...................................... 101
B.2 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED
daGE ........................................ 102
B.3 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de máximo de in en-
sidade,aoIEDdaE acec.............................. 102
B.4 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de máximo de in en-
sidade,aoIEDdaGE................................ 103
B.5 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de eligação, ao IED
daE acec ...................................... 103
B.6 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de eligação, ao IED
daGE ........................................ 104
B.7 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com ou as unções, ao IED da
E acec........................................ 104
B.8 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com ou as unções, ao IED da GE 105
Ab e ia u as
ACSI Abs ac Communica ion Se ice In e ace
AT Al a Tensão
CID Con igu ed IED Desc ip ion
DEF Documen o No ma i o de Especi icação Funcional de Ma e iais e Apa elhos
da EDP Dis ibuição Ene gia
DMA Documen o No ma i o de Ca ac e ís icas e Ensaios de Ma e iais e Apa elhos
da EDP Dis ibuição Ene gia
DUT De ice Unde es
EDP Ene gias de po ugal
FAT Fac o y Accep ance Tes
Gbps Gigabi po segundo
GOOSE Gene ic Objec O ien ed Subs a ion E en
GPS Global Posi ioning Sys em
GSE Gene ic Subs a ion E en
GSSE Gene ic Subs a ion S a us E en
ICD IED Con igu a ion Desc ip ion
IEC The In e na ional Elec o echnical Commission
IED In elligen Elec onic De ice
IHM In e ace Homem-Máquina
IP In e e P o ocol
LAN Local A ea Ne wo k
LC Logical Connec ion
LD Logical De ice
LN Logical Node
Mbps Megabi po segundo
MICS Model Implemen a ion Con o mance S a emen
MT Média Tensão
MU Me ging Uni
PCL Pos o de Comando Local
PD Physical De ice
PICS P o ocol Implemen a ion Con o mance S a emen
PIXIT P o ocol Implemen a ion eX a In o ma ion o Tes ing
RLC Rede Local de Comunicação
RMS Valo e icaz
RTU Remo e Te minal Uni
SACC Sis ema de Alimen ação de Co en e Con inua
SAS Sis ema de Au omação de Subes ações
SAT Si e Accep ance Tes
SCADA Supe iso y Con ol and Da a Acquisi ion
x
x i ABREVIATURAS E SÍMBOLOS
SCC Sis ema de Comando e Con olo
SCD Subs a ion Con igu a ion Desc ip ion
SCL Subs a ion Con igu a ion Language
SE Subes ação
SEE Sis ema Elé ico de Ene gia
SMV Sampled Measu ed Value
SP Sis ema de P o eção
SPCC Sis ema de P o eção, Comando e Con olo
SSD Sys em Speci ica ion Desc ip ion
SV Sampled Value
SW Swi ch
TCP T ansmission Con ol P o ocol
TI T ans o mado de Co en e
TT T ans o mado de Tensão
UC Unidade Cen al
URTA Unidade Remo a de Teleação e Au omação
Vca Tensão em Co en e Al e nada
Vcc Tensão em Co en e Con ínua
VLAN Vi ual Local A ea Ne wo k
XML eX ensible Ma kup Language
Capí ulo 1
In odução
Em busca po um comp omisso en e qualidade de se iço, iabilidade, lexibilidade, economia
e capacidade de comando e con olo dos equipamen os p imá ios de uma Subes ação na Rede de
Dis ibuição, cabe ao Ope ado aplica medidas no sen ido de a ingi es es obje i os.
Recen emen e, hou e uma g ande melho ia ao ní el da ecnologia em edes de comunicação
que o na possí el a ação dos Sis emas de Au omação numa Subes ação. Reco endo a ecno-
logias como E he ne , TCP/IP, edes de al a elocidade e compu ado es de al o desempenho a
baixo cus o, ga an em no as capacidades que não exis iam aquando da c iação dos p o ocolos de
au omação em Subes ações. Po o ma a i a p o ei o da mode nização ecnológica a Comis-
são Ele o écnica In e nacional (IEC, da li e a u a anglo-saxónica: In e na ional Elec o echnical
Commission) p oje ou um no o “s anda d” no âmbi o da au omação em Subes ações, denominado
IEC 61850.
O Ope ado da Rede de Dis ibuição po uguesa, EDP Dis ibuição SA, p ocu a a ingi a in-
e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es com a no ma IEC 61850, cujo es ado de
desen ol imen o ainda não se encon a plenamen e inalizado/alcançado. Assim, espe a-se uma
expansão dos Sis emas de Au omação de Subes ações com base na no ma IEC 61850 po o ma a
pad oniza as comunicações ao ní el das Subes ações. Com a aplicação da no ma, p e ende-se que
a a qui e u a da ede de comunicação se o ne semelhan e en e di e en es Subes ações, es ando
assim ap as a esponde a incompa ibilidades en e equipamen os de di e en es ab ican es.
Com a não e i icação da plena in e ope abilidade em Subes ações da esponsabilidade do
Ope ado da Rede de Dis ibuição po uguesa, o na-se necessá io especi ica , jun o dos ab i-
can es, o que é desejado ao ní el de implemen ação segundo a no ma IEC 61850, pa a que se
e i ique coe ência en e os di e en es IED’s. O ac o de a no ma IEC 61850 não de ini es es de
in e ope abilidade deixa ao Ope ado a necessidade de explo a possí eis soluções que pe mi am
a e i icação da mesma.
A pa dos Sis emas de P o eção, Comando e Con olo exis em os Sis emas de Alimen ação,
esponsá eis po o nece os di e en es ní eis de ensão necessá ios à ope ação de odos os equi-
pamen os do sis ema, bem como assegu a o pleno uncionamen o da Subes ação em caso de alha
na ede elé ica ou a a ia de equipamen os.
1
2In odução
Assim, é obje i o des a disse ação, in i ulada “De inição de equisi os necessá ios à in e o-
pe abilidade en e IED’s na ede Elé ica de Dis ibuição”, jun amen e com a no ma IEC 61850,
de ini equisi os necessá ios à in e ope abilidade en e IED’s den o do que é a ealidade da EDP
Dis ibuição. Os equisi os de inidos pode ão i a aze pa e de uma lis a com especi icações a
se en egue aos ab ican es, no momen o da aquisição de SPCC’s.
1.1 Es u u a da Disse ação
A disse ação es á di idida em se e capí ulos. O p imei o ap esen a uma in odução do ema
em es udo, bem como a mo i ação e obje i os do abalho desen ol ido. É ainda desc i a a es u-
u a da disse ação, esumindo cada um dos capí ulos.
O capí ulo dois consis e na e isão de li e a u a sob e as comunicações numa Subes ação de
Dis ibuição. É desc i a a ede de comunicação ho izon al e e ical na Subes ação e ap esen ada
a necessidade de in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es. É ainda ap esen ada a
Linguagem de Con igu ação de Subes ações, bem como a comunicação ho izon al po mensagens
GOOSE e o modelo de dados de um IED. O capí ulo é inalizado com a ap esen ação de possí eis
bene ícios com a aplicação da no ma IEC 61850 po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição.
O capí ulo ês consis e na e isão de li e a u a ela i a a ensaios e es e de uncionamen o
numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850. É ap esen ada uma in odução aos es es de unci-
onamen o numa Subes ação do Ope ado da Rede de Dis ibuição. Seguidamen e, são desc i os
os ensaios e es es p opos os na no ma, como Tes es de Ga an ia de Qualidade, Tes es de Con o -
midade, Tes es Funcionais e Tes es de Desempenho do Sis ema. Os Tes es de In e ope abilidade,
não de inidos na no ma, são ambém ap esen ados. Po im, desc e e-se um Disposi i o de Tes e
Uni e sal, bem como e amen as de es e à no ma IEC 61850, da OMICRON e da RTDS echno-
logies.
O capí ulo qua o consis e na No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s
segundo a no ma IEC 61850. É ap esen ada uma compa ação dos Nós Lógicos u ilizados a u-
almen e pelos o necedo es E acec, Siemens, ABB e GE, que o necem os SPCC’s do Ope ado
da Rede de Dis ibuição, EDP Dis ibuição SA. São ap esen ados os Nós Lógicos especi icados
na no ma IEC 61850 pa a unções de P o eção, Con olo, Disposi i os Físicos, Sis ema e Segu-
ança do Disposi i o, equipamen os p imá ios e Se iços de Sis ema. Nesse mesmo capí ulo, é
ap esen ada uma possí el solução pa a a no malização dos Nós Lógicos segundo a no ma IEC
61850.
O Capi ulo cinco abo da o so wa e IEDScou da OMICRON pa a ensaios à no ma IEC 61850.
É ap esen ada uma in odução ao so wa e, seguida do p ocedimen o e equipamen os u ilizados
em ensaios.
O capí ulo seis abo da os Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de Dis ibuição e
a possí el aplicação da no ma IEC 61850 na comunicação de sinalizações e medidas. É ap esen-
ada uma in odução sob e os Sis emas de Alimen ação e as an agens da aplicação da no ma IEC
61850, bem como p opos a a no malização das sinalizações e medidas u ilizadas a ualmen e.
1.1 Es u u a da Disse ação 3
O capí ulo se e, e úl imo, ap esen a as p incipais conclusões, limi ações e con ibuições des e
abalho de disse ação. São ambém ap esen adas suges ões de possí eis abalhos u u os.
4In odução
Capí ulo 2
As comunicações numa Subes ação de
Dis ibuição: a a ualidade em 2015
Nes e Capí ulo se á desc i a a ede de comunicação ho izon al e e ical nas Subes ações da
Rede de Dis ibuição em Po ugal (60/30kV ou 60/15kV), espe i a es u u a e a qui e u a, bem
como os ní eis uncionais da subes ação. Ap esen a-se a necessidade e os equisi os da in e-
ope abilidade en e Disposi i os Ele ónicos In eligen es (IED’s, da li e a u a anglo-saxónica:
In elligen Elec onic De ices) numa Subes ação: es ado da a e em 2015. Po úl imo, são ap e-
sen ados: Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, do inglês: Subs a ion Con igu a ion
Language), Comunicação Ho izon al po mensagens GOOSE (da li e a u a anglo-saxónica: Ge-
ne ic Objec O ien ed Subs a ion E en ) e o modelo de dados de um IED.
2.1 Rede de comunicação ho izon al e e ical nas Subes ações: Su-
bes ação de Dis ibuição em Po ugal
Os Sis emas de Au omação de Subes ações (SAS) são sis emas de supe isão, de ges ão e
con olo de sis emas de dis ibuição de ene gia elé ica, compos os po IED’s in e ligados de o ma
a pa ilha em in o mação, a a és da Rede Local de Comunicação (RLC), de al a elocidade.
Os sis emas au oma izados mais e oluídos u ilizados nas SE’s AT/MT passam pela u ilização de
Sis emas de P o eção, Comando e Con olo (SPCC).
Os SPCC’s êm indo a so e al e ações cons an es com o deco e dos empos [1] [2]. Nos
sis emas clássicos, o ha dwa e esponsá el pelas unções de p o ecção e a isicamen e dis in o
do esponsá el pelas uncionalidades de comando e con olo, em que es es eco em a um au ó-
ma o, designado po Unidade Remo a de Teleação e Au omação (URTA). Com o desen ol imen o
ecnológico, as p o eções passa am a se mic op ocessadas, pe mi indo a que es es dois sis emas
ossem inco po adas num mesmo disposi i o (IED), o iginando os SPCC’s. Assim as Subes ações
da Rede de Dis ibuição em Po ugal (60/30kV ou 60/15kV) di idem-se segundo o ipo de SPCC,
espe i amen e, Clássicas ou Numé icas [3].
5
12 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015
IEDs den o de uma Subes ação, eco endo à Rede de Á ea Local (LAN, da li e a u a anglo-
saxónica Local A ea Ne wo k), ainda não oi a ingida uma in e ope abilidade en e IEDs de di e-
en es ab ican es, is o é, es es equipamen os ainda não ap esen am a capacidade de comunica em
e pa ilha em in o mação en e si em pleno uncionamen o [11]. A no ma IEC 61850 não de-
ine es es de in e ope abilidade, a i mando que “ es es de in e ope abilidade global pa a odos os
equipamen os não é iá el” [12]. Es ão de inidos apenas es es de con o midade, que não são
su icien es pa a a e i icação da in e ope abilidade, apenas passam ao u ilizado algum g au de
con iança de que os disposi i os pode ão ope a jun os.
A implemen ação da in e ope abilidade en e IED’s den o de uma Subes ação é uma a e a
di ícil de conclui a ualmen e, segundo [12], e i ica-se uma ambiguidade p esen e na no ma IEC
61850, que se de ine como um p o ocolo pa a edes de comunicação em Subes ações. A o ma
como es á esc i a pe mi e mui a libe dade aos di e en es ab ican es na manei a como desen ol em
os seus p odu os. As á ias o mas de implemen ação ao ní el dos Nós Lógicos e espe i os
a ibu os, as possí eis di e en es in e p e ações po pa e de cada ab ican e, os di e en es pe is de
comunicação e ainda a in luência da a qui e u a da ede de comunicação, são azões que di icul am
a in e ope abilidade [12].
Os Nós Lógicos (LNs, da li e a u a anglo-saxónica Logical Nodes), ap esen ados na secção
2.5.1, es ão bem de inidos na no ma bem como os dados e espe i os a ibu os, sendo necessá io
pa a a in e ope abilidade a no ma pe mi e a opção po LNs p i ados, dados e GGIOs (Nós Lógicos
Gené icos, da li e a u a anglo-saxónica: Gene ic Inpu and Ou pu ) de o ma a aze en e a
si uações di íceis de de ini com os modelos já pad onizados [13]. Es a u ilização mais gené ica
ob iga a um meno es o ço ao ní el de implemen ação aos ab ican es, mas em con apa ida
c ia p oblemas de in e ope abilidade, azendo com que os equipamen os passem pelos es es de
con o midade mas não endo a capacidade de in e agi em en e eles. Ao ní el dos Disposi i os
Lógicos (LDs, da li e a u a anglo-saxónica Logical De ices) não há qualque ipo de de inição
no malizada, ou seja, os ab ican es e u ilizado es dos equipamen os êm o al libe dade nes e
aspe o cons u i o, o que, po sua ez, az com que apa eçam no me cado alguns IEDs com apenas
um LD e ou os com á ios LDs implemen ados. Um IED ou Disposi i o ísico (PD, da li e a u a
anglo-saxónica Physical De ice) ipicamen e compo a á ios LDs, como o de P o eção, Con olo,
Medição e Regis o. Po ezes, é ainda de inido um LD gené ico, es as inde inições aca e am
p oblemas de in e ope abilidade [12].
A ambiguidade na in e p e ação da no ma pelos ab ican es é um pon o c í ico à in e ope abili-
dade. Ap esen a-se como exemplo [12] os ichei os CID (da li e a u a anglo-saxónica: Con igu ed
IED Desc ip ion) ou ICD (da li e a u a anglo-saxónica: IED Con igu a ion Desc ip ion), especi-
icados na pa e 6 da no ma IEC 61850 [14]. usados pa a oca de in o mação com o con igu ado
do sis ema que em sido um indicado de ambiguidade, o iginando a iadas implemen ações em
e amen as de con igu ação do sis ema. Um ichei o ICD, segundo a de inição p esen e na no ma,
é um ichei o modelo de um IED con endo secções pa a comunicação opcional, capacidades do
IED, nome do IED, ipos de LNs e nome da subes ação. Assim não de e á con e qualque ipo de
in o mação especí ica necessá ia pa a aplicação. Um ichei o CID em de inido como um ichei o
2.2 A necessidade da in e ope abilidade en e IED’s numa Subes ação: es ado da a e em 201513
que desc e e um IED ins anciado (inse ido) num p oje o especí ico com odas as mensagens pu-
blicadas e subsc i as e espe i as in o mações especí icas de con igu ação como o ende eço do
IED. A ans e ência de dados associada à comunicação po mensagens GOOSE en e IEDs p e-
cisa de ichei os SCL (do ingles: Subs a ion Con igu a ion Language), secção 2.3, com ende eços
especí icos de comunicação e mensagens publicadas. Apa ecendo a dú ida sob e qual o ipo de
ichei o que de e se u ilizado nesse caso. A ualmen e apa ecem e amen as que apenas acei am
um ipo de ichei o e ou as que a é ge am os dois ipos, c iando mais um p oblema à in e ope a-
bilidade en e equipamen os de di e en es ab ican es. Es e p oblema pode se esol ido al e ando
a ex ensão do a qui o pa a pe mi i acei ação po pa e do con igu ado .
A no ma IEC 61850 de ine um pe il de comunicação necessá io à in e ope abilidade, mais
uma ez, com a ibu os ob iga ó ios mas com ou os opcionais. Pe mi indo pe is de comunicação
implemen ados segundo a mesma, di e en es en e ab ican es, pode le a a que não sejam ope-
á eis equipamen os en e si, em pleno. A in e ope abilidade dos IEDs numa Subes ação é ainda
a e ada pela a qui e u a da ede de comunicação [12].
Ou a di iculdade à in e ope abilidade é a ligação ísica, a io de cob e, dos IEDs. Dado que
cada ab ican e em um módulo de ligações do painel asei o de en adas e saídas di e en e. Se ia
bené ico pa a o Ope ado da Rede de Dis ibuição a no malização do aspe o cons u i o des es
painéis de I/Os (inpu /ou pu ) de o ma a pe mi i a ácil subs i uição da icha de ligações, e i ando
a necessidade aze a eligação io a io e, po ezes, a econ igu ação das posições de en adas e
saídas. Nas Figu a 2.6 e Figu a 2.7 e i ica-se as di e enças en e os di e sos ab ican es, enquan o
os ab ican es ABB e E acec ap esen am ichas acilmen e amo í eis, a Siemens não.
Figu a 2.6: Painéis asei os de IEDS’s, espe i amen e, ab ican e ABB e E acec
14 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015
Figu a 2.7: Painel asei o de IED, do ab ican e Siemens
As di e en es in e p e ações da No ma IEC 61850, po pa e dos di e en es ab ican es e o ac o
de o Ope ado da Rede de Dis ibuição não especi ica equisi os ao ní el de soluções da no ma
le a a que, na g ande maio ia dos casos, os equipamen os enham implemen ações p óp ias de cada
ab ican e, mesmo que desen ol idos com base na no ma. Assim, não em sido i ado o máximo
bene ício da u ilização do p o ocolo, que ao ní el da in e ope abilidade, que na possibilidade de
eu ilização de p oje os de engenha ia em di e en es ins alações.
Des a o ma, su ge a necessidade da Ope ado a da Rede de Dis ibuição especi ica ao ní el
da no ma IEC 61850 jun o dos o necedo es. De ini conc e amen e o que que de cada ab ican e
em cada pa âme o do equipamen o, melho ando assim a capacidade de melho a alia as unci-
onalidades implemen adas. Es e p ocesso de e á se aplicado passo a passo, demo ando o empo
necessá io, pois es á limi ado pela expe iencia na aplicação da no ma, ecnologia disponí el, cus o
de in es imen o e complexidade dos sis emas. A aplicação da in e ope abilidade se ia acili ada
se os di e en es ab ican es se unissem na busca de uma solução uni o me na u ilização da no ma
IEC 61850. Nes a ase, pa a que se consiga um maio ap o ei amen o da no ma é essencial a ea-
lização de ensaios labo a o iais que pe mi am a de inição de me odologias de ensaio, pe mi indo
e e ua es es de in e ope abilidade.
Finalizando, os es es de con o midade, de inidos na no ma IEC 61850 pa e 10 [15] não
conseguem po si só ga an i uma in e ope abilidade, pelo simples ac o de que consis em no
es e de um único disposi i o con a o sis ema de es es e p ocedimen os p é-con igu ados. Pela
impo ância e necessidade dos es es de in e ope abilidade se ão desc i os na secção 3.5.
2.3 Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, Subs a ion Con igu a ion Language) 15
2.3 Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, Subs a ion
Con igu a ion Language)
A Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, da li e a u a anglo-saxónica: Subs a-
ion Con igu a ion Language) es á de inida na no ma IEC 61850 pa e 6 [14] com o obje i o de
pad oniza os dados ela i os aos IEDs, com o obje i o de a ingi a in e ope abilidade en e os
equipamen os e espe i as e amen as de con igu ação. É uma linguagem conside ada de al o
ní el, baseada em XML (da li e a u a anglo-saxónica: eX ensible Ma kup Language). Possibili a
a desc ição do esquema uni ila da Subes ação, bem como a ede de comunicações, as ins âncias
dos LNs e as elações en e os equipamen os da Subes ação.
A no ma suge e a u ilização de eg as na o ma ação dos ichei os e c iação de es u u as,
po o ma a ga an i uma maio iabilidade na oca de desc ições das uncionalidades dos IEDs
e da desc ição do Sis ema de Au omação de Subes ações (SAS). Pe mi indo assim a execução
de comunicação bidi ecional en e as e amen as de con igu ação dos IEDs e as e amen as de
con igu ação do Sis ema [11]. Es a comunicação possibili a uma con igu ação da Subes ação
independen e da con igu ação dos IEDs. P og edindo assim, no sen ido da in e ope abilidade
en e os á ios ab ican es, no que diz espei o às espe i as e amen as de con igu ação.
A linguagem SCL é cons i uída po á ios ipos de ichei os de dados ela i os às unções do
SAS [14]. O SSD (da li e a u a anglo-saxónica: Sys em Speci icacion Desc ip ion) con ém in o -
mação sob e a con igu ação e ca ac e ís icas da ede de comunicação, como o diag ama uni ila ,
as unções alocadas ao diag ama e os dados supo ados. O ICD (da li e a u a anglo-saxónica: IED
Capabili y Desc ip ion) ap esen a as ca ac e ís icas e uncionalidades de cada IED, o necidas
pelo ab ican e. Quando de inido pa a um p oje o especí ico de uma Subes ação o ichei o passa a
CID (da li e a u a anglo-saxónica: Con igu ed IED Desc ip ion), incluindo in o mações do IED,
como ende eço e in o mação sob e os LNs, e ainda con igu ações pa a oca de mensagens GO-
OSE. Po im, o SCD (da li e a u a anglo-saxónica: Subs a ion Con igu a ion Desc ip ion) jun a
os ichei os ICD ou CID com os SSD, de inindo assim a con igu ação comple a da Subes ação,
incluindo a ede de comunicação e in o mação sob e a oca de dados.
O mé odo simples de implemen ação des a linguagem SCL desc e e-se na Figu a 2.8, com os
á ios ipos de ichei os e e amen as de con igu ação do Sis ema e IEDs.
16 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015
Figu a 2.8: Relação en e ichei os SCL e e amen as de engenha ia [2]
A SCL é po ado a de algumas an agens [9], como a capacidade de pe mi i que a a és de
e amen as de desen ol imen o o -line sejam ge ados ichei os necessá ios à con igu ação au-
omá ica de IEDs a pa i do p oje o do sis ema, eduzindo o es o ço e cus o de con igu ação.
Pe mi e ainda a pa ilha de con igu ações de IEDs en e di e en es o necedo es, de o ma a eli-
mina e en uais equí ocos e incoe ências. O clien e pode en ega os p óp ios a qui os SCL aos
ab ican es, ga an indo assim a co e a con igu ação dos equipamen os. É ainda possí el, sem
qualque ligação à ede, a con igu ação de aplicações IEC 61850.
2.4 A comunicação Ho izon al - Mensagens GOOSE
A comunicação ho izon al é p ocessada no “bay le el” da Subes ação, consis indo no modo
edi o /subsc i o (da li e a u a anglo-saxónica: Publishe /subsc ibe ) de mensagens. Es as podem
se dis ibuídas pela ede de o ma unicas , mul icas ou b oadcas , ou seja, podem se ecebidas
po um, á ios ou odos os IEDs [2]. A comunicação a es e ní el não u iliza sinalizações de
2.4 A comunicação Ho izon al - Mensagens GOOSE 17
con i mação de en ega das mensagens, es as são epe idas sucessi amen e en e in e alos de
empo na casa dos milissegundos.
Nes e sen ido a pa e 8 da no ma IEC 61850 p opõe mensagens GOOSE (da li e a u a anglo-
saxónica: Gene ic Objec O ien ed Subs a ion E en ) ca ac e izadas pelo modo edi o /subsc i o .
São mensagens compos as pela in o mação que pe mi e conhece um es ado oi modi icado e o
ins an e em que oco eu a modi icação. As mensagens GOOSE podem se aplicadas em á ias
si uações de lógica, como exemplo: (i) unção de alha de disjun o , (ii) sele i idade lógica, (iii)
ans e ência au omá ica de linhas, (i ) ans e ência de ca ga en e ans o mado es no caso de
alha num deles, ( ) auxílio à manob a de pa alelismo de ans o mado es, en e ou os [11].
As mensagens GOOSE ca ac e izam-se po e e ua em um mapeamen o di e amen e na ca-
mada e he ne , pe mi indo uma o imização na descodi icação de mensagens, o que le a a meno es
empos de a amen o e ans e ência. Reco em ainda ao p o ocolo VLAN (da li e a u a anglo-
saxónica: Vi ual Local A ea Ne wo k), sob e edes e he ne , po o ma a melho a a segu ança e
o desempenho dos esquemas de p o eção.
O modelo GSE (da li e a u a anglo-saxónica: Gene ic Sus a ion E en Model) [16], ep esen-
ado na Figu a 2.9, de inido na no ma IEC 61850, exempli ica a comunicação ho izon al a a és
da oca de mensagens GOOSE.
Figu a 2.9: Modelo GSE (Gene ic Subs a ion E en ) [16]
1. O LN PDIS de e a uma alha, o que esul a na decisão de en ia uma mensagem GOOSE.
2. O LN PTRC en ia a mensagem GOOSE que é ecebida pelo disjun o XCBR0. Após a
análise da mensagem, o disjun o ab e o In e up o (SW, da li e a u a anglo-saxónica: Swi ch).
18 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015
3. A in o mação da mudança de es ado do SW do disjun o de ON pa a OFF é a ualizada e
en iada pa a os elés.
4. O LN RREC ecebe a mensagem GOOSE en iada pelo XCBR0. De aco do com a sua
con igu ação, o RREC decide pelo echo do SW e en ia a mensagem pa a o XCBR0.
5. O XCBR0 ecebe a mensagem GOOSE inda do RREC e após análise, esul a a decisão
de echa o SW do disjun o . O XCBR0 a ualiza a in o mação da mudança do SW do disjun o de
OFF pa a ON.
2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED
Os modelos de dados ep esen am as unções e a ibu os dos disposi i os ísicos de uma SE.
A no ma IEC 61850 de ine e no maliza um modelo de dados o ien ado a obje os, onde os dados
são ocados en e unções e sub unções p esen es nos IED’s [2].
Os IED’s ou Disposi i os Físicos (PD, da li e a u a anglo-saxónica: Physical De ice) são com-
pos os po ha dwa e eso wa e, es e úl imo co esponde ao conjun o de unções que ca a e izam
o seu uncionamen o. As unções eco em a classes de dados e espe i as ins âncias de dados.
Num conjun o de unções in e nas de um IED em que oco a oca de in o mação, designa-se po
Nó Lógico (LN, da li e a u a anglo-saxónica: Logical Node). Po sua ez, um conjun o de LN’s
o igina um Disposi i o Lógico (LD, da li e a u a anglo-saxónica: Logical De ice), con endo o -
ganizadamen e odos os dados necessá ios ao cump imen o das uncionalidades designadas. No
Disposi i o Físico ou IED encon a-se o LD, esponsá el po gua da odos os dados indispensá-
eis à ligação do IED com a ede exis en e. As ins âncias do IED são esponsá eis po a qui a
oda a in o mação, da qual dependem as uncionalidades ine en es ao disposi i o. Na Figu a 2.10,
ap esen a-se o modelo de um IED segundo a no ma IEC 61850. O modelo segue uma es u u a
hie á quica.
2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED 19
Figu a 2.10: Modelo de dados, segundo IEC 61850 [11]
2.5.1 Nós Lógicos
As unções de um SAS de em se cons i uídas po LN’s com um único nome, especi icado na
no ma IEC 61850. Os LN’s podem se u ilizados po mais do que um LD. Os LD’s são compos os
po LN’s que podem in e agi in e namen e e ex e namen e, is o é, pode in e agi ambém com
LN’s de ou os PD’s. Es a in e ação é ei a po Ligações Lógicas (LC, da li e a u a anglo-saxónica:
Logical Connec ion) alocadas po Ligações Físicas (PC, da li e a u a anglo-saxónica: Physical
Connec ion), pe mi indo a oca de dados [8]. Es a in e ação pode se is a na Figu a 2.11.
20 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015
Figu a 2.11: In e ação de Nós Lógicos, segundoa pa e 5 da no ma IEC 61850 [8]
O Nó Lógico Ze o (LLN0, da li e a u a anglo-saxónica: Logical Node Ze o), ep esen ado
na Figu a 2.11, ep esen a os dados comuns do LD. É a a és do LLN0 que são es abelecidos
odos os se iços p e is os pela No ma IEC 61850, como po exemplo as mensagens GOOSE
[8]. Es es se iços são esponsá eis pela comunicação en e LN’s e, como al, assumem um
papel cen al na con igu ação da SE. Cada ab ican e em indo a a ibui uma noção di e en e
a es e LLN0. Di e enças es as que o iginam p oblemas de comunicação e con igu ação dos IEDs,
p incipalmen e quando se p e ende es abelece comunicação en e IED’s de ab ican es di e en es.
Ao ní el da o ganização uncional dos Nós Lógicos, a no ma pe mi e a alocação de unções de
o ma li e, supo ando di e en es iloso ias, is o pe mi e que os LN’s sejam alocados em á ios
disposi i os ou simplesmen e num único, deixando es a decisão nas mãos dos u ilizado es [11].
A no ma IEC 61850 especi ica uma nomencla u a a se ap esen ada pa a os a ibu os da cada
ins ância de um LN, quando se explo a o con eúdo de um IED. Essa especi icação é ei a como
desc i o na Figu a 2.12.
2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED 21
Figu a 2.12: Exemplo de uma e e enciação pela pa e 7-1 da no ma IEC 61850 [16]
Es a no malização de nomencla u a o na-se essencial quando se p ocu a po uma in e ope-
abilidade en e IED’s, sob e udo nos casos em que se e i icam IED’s de di e en es ab ican-
es. Ve i ica-se a ualmen e algumas di e enças nes a nomencla u a en e ab ican es, o que pode
o igina incompa ibilidades na comunicação, pela não in e p e ação de mensagens GOOSE po
exemplo.
Na pa e 5 da no ma IEC 61850 [8], es ão de inidas e e ências pa a LN’s, dependendo da
unção co esponden e. É ap esen ada uma lis a de LN’s, di idida nas secções: LN’s pa a unções
de p o eção, LN’s pa a con olo, Disposi i os Físicos, Segu ança do Sis ema e Disposi i o, LN’s
elacionados com equipamen os p imá ios e LN’s elacionados com Se iços de Sis ema. Algu-
mas in o mações não são e e idas nessa lis agem como um LN especí ico, sendo assim necessá io
de ini-las como LN’s gené icos, GGIO, como suge e a no ma.
Ve i ica-se que os ab ican es eco em em demasia a es es LN’s GGIO pa a implemen ação
de unções, mesmo em casos em que a no ma já especi ica um de e minado LN. Es a o ma de
implemen ação dos ab ican es de e-se à simpli icação do p ocesso de desen ol imen o de um
equipamen o. Po ou o lado, no caso de econ igu ação ou manu enção, di icul a o abalho de in-
e p e ação ao u ilizado , nes e caso Ope ado da Rede de Dis ibuição. Elimina ambém qualque
capacidade de con igu ação au omá ica.
O clien e, Ope ado da Rede de Dis ibuição, esponsá el pela manu enção das SE’s, pode
ap esen a , jun o dos ab ican es, es ições e especi icações no desen ol imen o dos disposi i os,
com o obje i o de ga an i um maio cump imen o da no ma. Su ge aqui a necessidade da de ini-
ção de uma lis a de equisi os e exigências a ap esen a ao ab ican e, de modo a que os pa âme os
e con igu ações da no ma sejam ga an idos com maio igo e e iciência.
28 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
(ii) Ensaios de Tipo
Os Ensaios Tipo, apesa de i em de inidos na no ma IEC 61850, já e am an es u ilizados pelo
Ope ado da Rede de Dis ibuição nos SPCC’s [18]. Têm o obje i o de e i ica a ap idão de um
p odu o, endo em con a as aplicações p e is as pa a o mesmo. Es es ensaios de em se ealizados
em equipamen os e i ados do p ocesso de ab ico e consis em na e i icação do p odu o con a
os dados écnicos, como capacidade de esis ência mecânico, compa ibilidade ele omagné ica,
in luências climá icas, co eção uncional e comple ude [18]. Após uma p imei a ealização, não
necessi am de se epe idos, a menos que oco am mudanças na conceção ou no p ocesso de
ab ico, que possam al e a as ca a e ís icas dos equipamen os.
Os Ensaios de Tipo incluem a ealização dos seguin es ensaios [18]:
• Ensaio Visual, que pe mi e a iden i icação de e en uais de ei os de ab ico, disposição dos
equipamen os e e i icação da ma cação;
• Ve i icação da indelebilidade da ma cação, segundo o especi icado na no ma EN 50298;
• Ensaios climá icos: Calo seco, F io e Calo Húmido;
• Ensaios Mecânicos: Resis ência à ib ação e ao choque;
• Ve i icação dos g aus de p o eção: Índices IP (in óluc os elé icos) e IK (impac os mecâni-
cos);
• Ensaios dielé icos: Ensaios à onda de choque e à equência indus ial;
• Ensaios de imunidade.
(iii) Tes es de Con o midade
Os es es de Con o midade são à comunicação en e IED’s na Subes ação e incluem a e i ica-
ção do p ocedimen o de comunicação segundo a no ma IEC 61850 [17]. Es es es es se ão al os
de análise na secção 3.3, seguindo o desc i o e especi icado na pa e 10 da no ma.
(i ) Ensaios Sé ie ou de Ro ina (da li e a u a anglo-saxónica: Rou ine es )
Os Ensaios de Sé ie ealizados pa a es e aos SPCC’s, são ambém solici ados e especi icados
na no ma IEC 61850 e são da esponsabilidade do o necedo do SPCC. Es es ensaios são e e u-
ados de manei a epe i i a sob e p odu os ab icados em sé ie com is a a e i ica que uma dada
ab icação sa is az os c i é ios de inidos.
Pa a ealização de Ensaios de Sé ie, de e dispo -se da UC, do PCL, dos IED’s, dos pe i é icos
e da ede de comunicação local. Os ensaios de sé ie consis em na ealização dos seguin es ensaios
de uncionamen o [18]:
• ensaio uncional dos SPCC’s, no que espei a ao so wa e ins alado;
• ensaio uncional de odos os pe i é icos;
• ensaio do p ocessamen o das comunicações;
3.2 Tes es de Ga an ia e Qualidade 29
• e i icação das ca a e ís icas es á icas das en adas logicas e analógicas, bem como saídas
logicas, na UC e nos IED’s. É espe ado ainda que seja ensaiada a comunicação en e a UC
e o Cen o de Condução.
( ) Ensaios em Fáb ica
Os ensaios em áb ica, denominados FAT (da li e a u a anglo-saxónica: Fac o y Accep ance
Tes ), são da esponsabilidade dos ab ican es dos equipamen os e são ealizados an es da ins ala-
ção na Subes ação e espe i a colocação em se iço. Nos ensaios FAT são es adas e e i icadas as
á ias unções de um SPCC. Assim, são ealizados em labo a ó io es es a odos os equipamen os
a ins ala , jun amen e com elemen os simulados, nomeadamen e ó gãos de Al a Tensão, compo-
nen es do pa que da ins alação [11]. Segundo a pa e 4 da no ma IEC 61850, es es ensaios são
opcionais [17]. Nos ensaios FAT são es adas e e i icadas as á ias unções de um SPCC.
Os ensaios FAT podem se di ididos em dois ipos, os que e i icam os pa âme os dos SPCC’s
e os que en ol em a simulação de condições de uncionamen o, como di e en es empe a u as,
choque, ib ações mecânicas ou impulsos elé icos, que p ejudicam o co e o uncionamen o dos
equipamen os [19].
Após a conclusão dos ensaios FAT a odos os painéis da Subes ação, os mesmos de em se
ligados à ede de ib a ó ica pa a p ocede aos seguin es ensaios, median e o p o ocolo ado ado
pelo ab ican e [2]:
• Acesso às p o eções e simulação de acesso emo o;
• Regis o, a mazenamen o e acesso ao sis ema de Oscilope u bog a ia e localização de de-
ei os;
• Sis emas de P o eção (p o eção de ba amen o e alha de disjun o );
• Sinalizações pa a o Regis ado C onológico de Acon ecimen os;
• Ala mes.
( i) Ensaios no Local de Ins alação
Os ensaios no Local de Ins alação, SAT (da li e a u a anglo-saxónica: Si e Accep ance Tes ),
di e em-se dos ensaios FAT po se em execu ados no local da ins alação do SPCC, na Subes ação.
Es es ensaios seguem ês ases de ensaios [2]:
• Ensaios de comissionamen o, desen ol idos pelo ab ican e, consis em na injeção p imá-
ia de co en es e ensões, essencialmen e pa a e i icação de con inuidade dos ci cui os e
obus ez;
• Ensaios SAT, p op iamen e di os, ealizados pelos ab ican es com p esença da en idade
eque en e;
• Ensaios de colocação em se iço do painel, que de e ão e um p o ocolo especí ico de
aco do com a en idade eque en e. Com emplam as e i icações e ações an es da e e i a
30 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
colocação em ensão do painel e e i icações e ações a oma após a colocação em ca ga do
painel.
Os ensaios de ga an ia de qualidade, de inidos na pa e 4 da no ma IEC61850 [17], e am já
ealizados, em es es aos SPCC’s, an es da c iação des a no ma. Signi ica que mesmo com a
in odução de um no o pa adigma nas SE’s, mui os aspe os se man êm, ao ní el de ensaios a
ealiza . No en an o, pa a além dos ensaios já ealizados, a no ma suge e ensaios especí icos, que
não e am ealizados a é ao seu apa ecimen o. Es es se ão abo dados nos pon os seguin es.
3.3 Tes es de Con o midade
Com o obje i o de e i ica a con o midade de um de e minado IED, ao ní el da comunicação,
com as especi icações e es ições impos as pela no ma IEC 61850, na pa e 10 da mesma [15]
es á de inida uma me odologia de es es de con o midade e espe i os equisi os. Esses es es
inse em-se nos Tes es de Qualidade, secção 3.2.1, os quais são da esponsabilidade do ab ican e
do equipamen o.
Sendo uma e i icação e alidação especí ica dos equisi os de comunicação, os es es de
con o midade são ce i icados po uma en idade independen e com labo a ó ios ex e nos especia-
lizados, al como a KEMA. O ce i icado de con o midade de e á se en egue com o IED [20].
Os es es de con o midade demons am a capacidade do Disposi i o Sob Tes e (DUT, da li e-
a u a anglo-saxónica: De ice Unde Tes ) ope a de aco do com o de inido na no ma IEC 61850,
exigindo a conside ação das seguin es p oblemá icas [15]:
• O p oblema de um es e comple o é a quan idade de cená ios possí eis, pode cob i -se odos
os casos no mais de uncionamen o, mas isso pode não se e dade pa a odos os casos de
alha.
• Não é possí el es a odas as con igu ações do sis ema u ilizando IED’s de di e en es ab i-
can es, de endo eco e -se a um modelo no malizado de es es a a és de simulação. O que
implica um aco do sob e a con igu ação e p ocedimen os de ensaio, pa a que os esul ados
sejam compa í eis e ep odu í eis.
• A no ma não pad oniza as unções dos equipamen os de comunicação, não abo dando os
modos de alha das unções. No en an o, a exis ência de unções dis ibuídas e o impac o da
espos a das unções no luxo de dados no disposi i o, c ia alguma in e dependência.
• Dependendo das de inições ap esen adas na no ma, algumas p op iedades do equipamen o
de e ão se comp o adas po in o mação e documen os o necidos com o equipamen o.
O es e de con o midade de e se pe sonalizado pa a cada DUT, segundo as capacidades iden-
i icadas em documen os o necidos pelos ab ican es. Ao se em subme idos equipamen os pa a
es e de em se , jun amen e, o necidos os seguin es elemen os [12] [15]:
3.3 Tes es de Con o midade 31
• PICS (da li e a u a anglo-saxónica: P o ocol Implemen a ion Con o mance S a emen ), que
co esponde ao esumo das possibilidades de comunicação do IED ou SAS a se es ado
(IEC 61850-7-2);
• MICS (da li e a u a anglo-saxónica: Model Implemen a ion Con o mance S a emen ), que
de alha o pad ão dos elemen os do obje o de dados supo ado pelo IED ou SAS a se es ado;
• PIXIT (da li e a u a anglo-saxónica: P o ocol Implemen a ion eX a In o ma ion o Tes-
ing), que con ém in o mações especí icas ela i as ao IED ou SAS a se es ado e que es ão
o a do âmbi o da No ma;
• Documen ação e con olo de e são con o me especi icado em IEC 61850-4.
Os es es de con o midade de em cump i de e minados equisi os, que se di idem em duas
ca ego ias: Requisi os es á icos, os quais con emplam a e i icação da documen ação que ap e-
sen a os ecu sos ob iga ó ios exigidos pela No ma IEC 61850 e especi icados pelo ab ican e e
equisi os dinâmicos, que ep esen am o eal es ímulo- espos a do DUT, sendo e i icado se o
disposi i o implemen a co e amen e odas as ca ac e ís icas ei indicadas na sua documen ação.
Es es de em se de inidos no PICS, se indo os p opósi os de seleção do conjun o de es es ap o-
p iado, ga an i que ais ensaios são ealizados e o nece a base pa a a e isão da con o midade.
De e se o necido um MICS de alhando os elemen os do modelo de obje os de dados supo -
ados pelo sis ema ou disposi i o. O MICS é implemen ado no a qui o SCD, de aco do com a
pa e 6 da no ma IEC 61850.
O p ocesso de a aliação da con o midade, segundo a no ma IEC 61850 é mos ado na Figu a
3.2.
32 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Figu a 3.2: P ocesso de A aliação de Con o midade, pa e 10 da no ma IEC 61850 [15]
No es e de con o midade, apenas um disposi i o de e se subme ido con a um único dis-
posi i o de es e. O es e de con o midade especí ico do disposi i o, pa a além de e i ica os
elemen os o necidos jun amen e com a o disposi i o a es a , PICS, MICS e PIXIT, consis e na
e i icação dos seguin es pon os:
• A qui o de con igu ação da SE, SCD, e dos IED’s, ICD ou CID, em Linguagem de Con i-
gu ação de Subes ações, SCL, con o me a Pa e 6 da No ma IEC 61850 e e e ido na secção
3.6;
• Modelo de dados, o necido pelo ab ican e, con o me as Pa es 7-3 e 7-4 da No ma IEC
61850;
• Mapeamen o dos modelos e in e ace de se iços de comunicação abs a a (ACSI) o neci-
dos pelo ab ican e, con o me as pa es 7-2, 8-1, 9-1 e 9-2 da IEC 61850.
3.4 Tes es Funcionais 33
A e i icação da con o midade de um disposi i o ansmi e uma maio con iabilidade no
mesmo pa a a ob enção da in e ope abilidade quando in eg ado num SAS. No en an o os es es
de con o midade não ga an em que os equipamen os ce i icados ealizem odas a unções e se i-
ços quando em ope ação com ou os equipamen os, da mesma o ma que não subs i ui a ealização
dos ensaios FAT e SAT [12].
A Pa e 10 da IEC 61850 [15] incluí ambém as e i icações a e e ua às e amen as de con-
igu ação dos IED’s de cada ab ican e e às e amen as de con igu ação do sis ema. Es es es es
são dedicados à e i icação de lei u a, impo ação e expo ação dos ichei os em SCL.
Na no ma é ambém especi icado o c i é io de ap o ação de cada es e, classi icando-se da
seguin e o ma [15]:
•Passed (Ap o ado): quando o DUT cump e cla amen e o especi icado, não sendo de e ados
quaisque esul ados in álidos;
•Failed (Rep o ado): quando o DUT não cump e pelo menos uma das especi icações, ha-
endo pelo menos um esul ado in álido;
•Inconclusi e (Inconclusi o): quando não é possí el classi ica de nenhuma das duas o mas
an e io es, de endo de e mina -se se a ince eza é p o enien e da No ma IEC 61850, da
implemen ação ou dos p ocedimen os de es es u ilizados.
A no ma IEC 61850, suge e ainda que os es es de con o midade de em se ealizados an es
da in eg ação do SAS no local de ini i o de ope ação, possibili ando assim a de eção de di e en-
ças de in e p e ação, e os de so wa e ou o inde ido uncionamen o de alguma uncionalidade
implemen ada, a empadamen e [15].
Só após ap o ação nos es es de con o midade, os IED’s es a ão ap os a se em subme idos aos
es es uncionais e de in e ope abilidade, secções 3.4 e3.5.
3.4 Tes es Funcionais
Os es es de con o midade e i icam a con o midade de um equipamen o com a no ma IEC
61850, mas não a aliam a con o midade com os equisi os uncionais que o u ilizado p e ende
pa a o equipamen o inse ido num de e minado SPCC. Os es es uncionais pe mi em e i ica
essa con o midade com os equisi os uncionais, is o é, a alia se um equipamen o desempenha as
unções p e endidas, nes e caso pelo Ope ado da Rede de Dis ibuição, a EDP Dis ibuição SA,
sob di e en es condições de ensaio eais [2] [21].
A ealização dos es es uncionais necessi a de um conjun o de es e adequado, ep esen ado
na Figu a 3.3. Es e de e possui a capacidade de simula condições co esponden es aos dados
écnicos de ope ação do sis ema sob es e [2]. As e amen as de es e de em se ce i icadas
no en io de mensagens, ga an indo uma con o midade com a no ma IEC 61850. Assim, ais
e amen as de em se po ado as das seguin es ca ac e ís icas:
34 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
• Implemen ação de odos os se iços e p o ocolos IEC 61850 pa a os quais o DUT de e á
se e i icado, além de ex ensões de es es especiais, ais como, a capacidade de en ia
mensagens co ompidas, de o ma in encional;
• Função de egis o pa a econhece , a mazena e aze playback de odas as espos as do
DUT;
• Capacidade de sc ip pa a con igu a uma execução au omá ica da ansmissão de mensa-
gens de es imulação de es e e e i icação das espos as. Os sc ip s de em inclui es es
posi i os (compo amen o co e o de mensagens e espe i as espos as) e es es nega i os
(compo amen o não espe ado causado po mensagens e adas);
• Capacidade de análise pa a mos a os esul ados co e os e os inespe ados, acili ando a
e i icação de p oblemas ou espos as inco e as;
• Capacidade de simula , in e p e a , en ia e ecebe mensagens GOOSE en e o equipa-
men o de es e e o DUT.
Figu a 3.3: Esquema de es e uncional a um IED baseado na no ma IEC 61850
Na Figu a 3.4 é mos ada a con igu ação de es e pa a os ensaios uncionais segundo a no ma
IEC 61850. A ligação do IED com o p ocesso é ei a a a és de ligações ísicas, condu o es, en e
o DUT e o equipamen o de es e. Uma ligação de ede é u ilizada pa a ans e ência de mensagens
do p o ocolo, como sinais en e o IED e os disjun o es ou ou os disposi i os [22].
3.5 Tes es de In e ope abilidade 35
Figu a 3.4: Ligações ísicas em ensaios uncionais [22]
Não sendo p á ico nem possí el es a odas as a iações de cada ipo de mensagem que po-
de ia se ocada com odos os demais IED’s de um SAS pa a os se iços e DUT’s, uma ez que
o núme o de possibilidades é mui o g ande e c esce exponencialmen e com o núme o de IED’s.
O que pode se uma boa si uação de comp omisso é es abelece sc ip s de cená ios de es e que
possuam uma al a p obabilidade de ap esen a algum p oblema e que ep esen em as condições
mais des a o á eis [22].
3.5 Tes es de In e ope abilidade
Os es es de in e ope abilidade de em se e e uados após a ealização dos es es de con o mi-
dade e dos es es uncionais. São necessá ios quando se p e ende a ingi a in e ope abilidade en e
IED’s numa SE, pois os es es de con o midade, de inidos na no ma IEC 61850, não e i icam
nem ga an em a comunicação en e equipamen os de di e en es ab ican es. Enquan o os es es
de con o midade consis em no es e de um único equipamen o, os es es de in e ope abilidade
são ealizados com o obje i o de a alia a comunicação en e á ios equipamen os, podendo es es
se de di e en es ab ican es. Assim, os es es de con o midade e de in e ope abilidade de em
complemen a -se e se ealizados pela o dem ap esen ada [23].
A ualmen e, a no ma IEC 61850 de ine e especi ica, de o ma a no maliza , os LN’s, dados e
a ibu os de dados. De ine ainda es es de con o midade e de desempenho do sis ema, no en an o,
não especi ica que ipos de ensaios de em se ealizados pa a e i ica a in e ope abilidade en e
os disposi i os, sendo um dos a o es que em di icul ado a mig ação pa a SAS com comunicação
baseada no p o ocolo IEC 61850 [23].
36 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Os es es de in e ope abilidade são ealizados pa a de e a qualque p oblema ou po encial
p oblema de in e ope abilidade en e unções ou elemen os uncionais in eg ados nos equipamen-
os. Pa a a ealização dos es es de in e ope abilidade é necessá io liga à RLC á ios IED’s pa a
e e ua ocas de mensagens, segundo a no ma IEC 61850 (po exemplo mensagens GOOSE). O
equipamen o de es e de e pe mi i a simulação dessas mensagens ou u iliza um equipamen o
já inse ido no SAS pa a ge a as mensagens, es a ul ima é si uação mais ealis a. Se á semp e
necessá io uma e amen a, compa í el com a no ma IEC 61850, com capacidade de analisa as
mensagens GOOSE ansmi idas [24]. É assim uma an agem pa a depa amen os de manu enção
de SE’s que não possuam equipamen os capazes de simula mensagens GOOSE, podendo ealiza
os ensaios de in e ope abilidade na mesma [2].
Uma es u u ação ípica de um es e de in e ope abilidade baseia-se na ealização dos seguin es
pon os [2]:
• Tes e de in e ope abilidade da ede LAN e he ne . Podendo es a se di idida em edes
i uais (VLAN, da li e a u a anglo-saxónica: Vi ual Local A ea Ne wo k), com o obje i o
de melho a o desempenho. A ealização do es e baseia-se na e i icação da ansmissão de
mensagens GOOSE es i as a uma VLAN e assim e i ica a con igu ação e ligações dos
swi ches e he ne ;
• Tes e de in e ope abilidade do con olado da SE, In e ace Homem-Máquina (IHM), in-
cluindo ela ó ios dos conjun os de dados con igu ados, en io de mensagens GOOSE, con-
olo de equipamen os de manob a na SE e ans e ência de a qui os de oco ências (en e
eles oscilog a ia, ela ó ios de de ei os e egis o sequencial de e en os);
• Tes e de in e ope abilidade a cada um dos equipamen os. Consis e na e i icação da eceção
das mensagens GOOSE, po pa e de cada IED, en iadas du an e o es e de in e ope abili-
dade;
• Tes e de in e ope abilidade de ga eway. Es e es e pe mi e e i ica a iações en e os pon os
de dados e de con olo expos o pelo p o ocolo IEC 61850 e a in e ace de comunicação pa a
o Cen o de Comando e Con olo, com um de e minado p o ocolo;
• Tes e de in e ope abilidade das unções de uma Unidade de Painel, um IED. A ealização
des e es e pe mi e e i ica o uncionamen o de odas as unções de p o eção de cada ipo
de unidade;
• Tes e de in e ope abilidade das unções en e Unidades de Painel, en e IED’s. Ve i ica o
co e o uncionamen o das unções dis ibuídas de p o eção e au omação;
• Tes e de in e ope abilidade das unções en e Unidades de Painel e de P ocesso. Onde são
e i icadas as unções de supe isão e con olo.
A Figu a 3.5 ep esen a um sis ema pa a es e de in e ope abilidade de á ios IED’s. Inici-
almen e, de e mon a -se e con igu a os equipamen os de ede, como swi ches e he ne , ou e s,
3.5 Tes es de In e ope abilidade 37
ga eways e ou os equipamen os associados. As bases de dados da IHM de em se con igu adas,
bem como os es an es equipamen os no “s a ion le el”, dando inicio os es es de comunicação [2].
Pe an e a complexidade de um SAS com unções dis ibuídas, suge e-se começa pelas si uações
mais simples, como exemplo, pode simula -se um de ei o que en ol a dois ou mais IED’s de
p o eção ou con olo e analisa as mensagens ocadas po es es IED’s, incluindo as mensagens
e icais pa a a IHM (s a us, ala mes e comandos) e as mensagens ho izon ais (GOOSE ou GSSE).
Cada uma das unções dis ibuídas de e se es ada, simulando-se as di e sas si uações que possam
oco e .
Figu a 3.5: Sis ema pa a es e de in e ope abilidade com á ios IED’s [2]
O sis ema es e é compos o po um conjun o de IED’s in e ligados a uma ede LAN, jun a-
men e com um simulado de mensagens GOOSE, analisado de p o ocolo, IHM, a mazenamen o,
cap u a e isualização dos dados de es e, além de uma on e de con olo e ge ado a dos sinais ana-
lógicos. Es á ambém equipado com um equipamen o GPS (da li e a u a anglo-saxónica: Global
Posi ion Sys em).
Caso algum IED não es eja disponí el du an e o es e de in e ope abilidade, de e se simulado
44 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
• Fe amen a de es e com modelos de ca ga, modelos de con igu ação e modelos de ede,
capazes de compa a e a alia os dados do modelo com os esul ados dos es es.
No me cado, exis em já equipamen os de es es pa a sis emas baseados na no ma IEC 61850,
con endo as uncionalidades desc i as nes a secção. No en an o, as emp esas que em capaci a as
suas a uais e amen as de es es com essas uncionalidades em ez de adqui i em no os equipa-
men os de ensaios, implicando cus os ele ados. To na-se ú il a adoção de eg as e me odologias de
ensaio que pe mi am o uso dos a uais equipamen os. Nas secções 3.8 e3.9 são ap esen adas duas
ecnologias exis en es pa a es es em IEC 61850: Fe amen as OMICRON e Fe amen as RTDS
Technologies.
3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850
As e amen as OMICRON pa a es es à no ma IEC 61850 consis em na simulação de men-
sagens GOOSE em empo eal e na publicação de Valo es Amos ados (SV, da li e a u a anglo-
saxónica: Sampled Values) na ede LAN E he ne . A Figu a 3.8 ep esen a o esquema ge al de
ensaio numa SE implemen ada segundo a no ma, baseado nas e amen as OMICRON.
Figu a 3.8: Modelo ge al de es e segundo a IEC 61850 com as e amen as OMICRON [26]
A segui , são ap esen adas as e amen as de es e à no ma IEC 61850, nomeadamen e IEDS-
cou , GOOSE con igu a ion, Sampled Values Con igu a ion e SVScou .
IEDScou [27]
O IEDScou é uma e amen a de so wa e que pe mi e aos écnicos ou engenhei os de p o e-
ções, a a és de no as uncionalidades, ap o unda os ensaios a equipamen os baseados na no ma
3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850 45
IEC 61850. Es a e amen a pe mi e a ealização de á ias aplicações em disposi i os segundo a
no ma IEC 61850:
• Tes es e esolução de P oblemas, pa a a alia o es ado de um IED, manipulação de dados,
ou ob e as in o mações necessá ias pa a con igu a o es e com mensagens GOOSE.
• Comissionamen o. Ve i ica a disponibilidade e o bom uncionamen o dos IEDs ins alados.
As sequências de con olo podem se en iadas pa a o IED e as suas espos as (po exemplo,
ela ó ios não solici ados) podem se ecebidas e e i icadas.
• Desen ol imen o e p og amação de IED’s. Ve i ica a es u u a e a uncionalidade dos dis-
posi i os em desen ol imen o. O IEDScou é uma e amen a aliosa pa a ge a os a qui os
de con igu ação do IED, ob iga ó io a pa i de implemen ações p o ó ipo. Fo nece os dados
de con igu ação necessá ias pa a a in eg ação de disposi i os em sis emas sem a necessidade
de e amen as SCL pe sonalizadas.
Os bene ícios que es a e amen a ep esen a pa a o u ilizado baseiam-se nos seguin es pon os
[26]:
• Funciona com IED’s de qualque ab ican e, compa í eis coma no ma IEC 61850;
• Analisa á ios IED’s em simul âneo;
• Supo a si uações de es e não planeadas ou imp o isadas, especialmen e du an e o comis-
sionamen o e localização de de ei os;
• Analisa ichei os SCL e pe mi e a c iação de ichei os pa a disposi i os, sem a necessidade
de e amen as adicionais.
• Fo nece a uncionalidade de ‘clien e’ pa a p og amado es de IED’s segundo a No ma IEC
61850 (se ido es);
• De e a mensagens GOOSE na ede, pe mi indo a sua moni o ização, g a ação do á ego e
simulação de mensagens GOOSE.
Na Figu a 3.9 es á ep esen ado o ambien e g á ico da e amen a IEDScou , onde se e i ica
a possibilidade de isualização do modelo de dados, como os LD’s, os LN’s e os a ibu os de
dados. Pe mi e ainda o acompanhamen o do es ado de cada a ibu o a a és de um painel de
Moni o ização de A i idade.
46 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Figu a 3.9: Ambien e g á ico do módulo IEDScou
GOOSE con igu a ion [26]
O módulo de con igu ação GOOSE possibili a a con igu ação do mapeamen o e do conjun o
de equipamen os de es e pa a comunicações na RLC da SE, po meio de mensagens GOOSE. Es e
módulo pode se inse ido múl iplas ezes em planos de es e pa a au oma icamen e con igu a as
‘ligações’. Pa a acili a a en ada de pa âme os e pa a e i a e os de digi ação, os pa âme os
podem se impo ados dos ichei os de con igu ação no o ma o SCL pad onizado.
Os equipamen os de es e ope am com s a us de dados em mensagens GOOSE como se ossem
ei as ‘ligações’ pa a as en adas e saídas biná ias do equipamen o de es e. A ibu os de dados
ecebidos (subsc i os) de mensagens GOOSE azem a ua as en adas biná ias do equipamen o de
es e, como po exemplo, sinais de ip ou a anque. Saídas biná ias a i am a ibu os de dados em
mensagens GOOSE simuladas (publicadas).
Sampled Values (SV) Con igu a ion [26]
O módulo de con igu ação SV pe mi e con igu a a ge ação de a é ês Valo es Amos ados
(SV) no equipamen o de es e. O módulo o nece os pa âme os de comunicação e pe mi e a
saída de alo es amos ados. Pa a acili a a en ada de pa âme os e e i a e os de digi ação, os
pa âme os podem se impo ados po ichei os SCL, como no caso an e io .
Os equipamen os de es e ge am alo es amos ados de aco do com “O ien ação pa a imple-
men ação pa a In e ace Digi al pa a T ans o mado es de Ins umen os usando IEC 61850-9-2”.
O conjun o de es e ge a alo es amos ados a uma axa de 80 amos as po ciclo como des inado
a aplicações de p o eção e medição.
Os alo es amos ados publicados co espondem às ensões analógicas e co en es ge adas
nas saídas de ensão e co en e do conjun o de es e. Como os alo es secundá ios ainda es ão
3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850 47
disponí eis. A escala dos alo es p imá ios ep esen ados pelos alo es amos ados é ei o com as
con igu ações de T ans o mado es de Tensão (TT) e T ans o mado es de Co en e (TI) exis en es
no obje o de es e.
O módulo de con igu ação SV é exempli icado na Figu a 3.10.
Figu a 3.10: Módulo de con igu ação SV
SVScou [24]
Oso wa e OMICRON SVScou o na os alo es amos ados isí eis pa a o engenhei o da
subes ação e desen ol edo es de IED’s. Pe mi e es a uma unidade de campo (MU, da li e a u a
anglo-saxónica: Me ging Uni ) a a és da compa ação de dois alo es amos ados. Os desen ol-
edo es necessi am da medição da p ecisão da sinc onização de empo da MU. A Figu a 3.11
ep esen a o esquema de es e.
Figu a 3.11: Esquema de es e de alo es amos ados numa MU
A aplicação ecebe os alo es amos ados da MU e ap esen a as o mas de onda das ensões
e co en es p imá ias, como se de um osciloscópio se a asse, ep esen ado na Figu a 3.12. Os
dados são mos ados em unidades elé icas, de ensão e co en e. Pe mi e ainda a uncionalidade
de compa ação de alo es eco endo a um cu so . Os alo es de RMS e ângulos de ase são
calculados a pa i dos alo es amos ados e exibidos num diag ama de ases e numa abela de
medição.
48 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Figu a 3.12: In e ace da aplicação SVScou , com alo es amos ados de ensão e co en e [26]
CMC 850 Package [26]
O equipamen o de es e de p o eção CMC 850 da OMICRON, ep esen ado na Figu a 3.13, é
dedicado à no ma IEC 61850. Foca-se nos mé odos de comunicação em empo eal, de GOOSE
e SV, pa a e e ua a in e ace com os equipamen os a es a . É o necida, jun amen e com a CMC
850, uma unidade de in e ace pa a sinc onização de empo, CMIRIG-B, dada a necessidade des a
unção no deco e dos es es, po exemplo na ge ação de alo es amos ados sinc onizados. É
ambém o necido um conjun o de e amen as, algumas já abo dadas, como o caso do IEDScou ,
módulo de con igu ação GOOSE, módulo de con igu ação SV e ainda QuickCMC, S a e Sequen-
ce e OMICRON Con ol Cen e . To nando assim o equipamen o p on o a usa pa a es es de
GOOSE e SV.
O CMC 850 o nece no as unções que são acessí eis a a és de uma in e ace web, simples-
men e usando um na egado web:
• Recebe alo es amos ados e mos a os dados numa isualização ap oximada a um mul í-
me o e osciloscópio;
• Calcula aso es a pa i dos alo es amos ados subsc i os;
• Sinc oniza pa a a ede, on es de ho á io;
• G a a a ep odução de á ico da ede.
3.9 Fe amen as RTDS Technologies® 49
Figu a 3.13: Equipamen o CMC 850 da OMICRON e caixa de in e ace CMIRIG-B [2]
3.9 Fe amen as RTDS Technologies®
O Simulado Digi al em Tempo Real (RTDS, da li e a u a anglo-saxónica: Real Time Digi al
Simula o ) pe mi e es a disposi i os baseados na no ma de comunicação em SE’s IEC 61850,
em malha echada, segundo o esquema ap esen ado na Figu a 3.14. O módulo que pe mi e a
ealização de es es às comunicações ia IEC 61850 é o necido pela ca a GTNETx2 (da li e a-
u a anglo-saxónica: Giga-T anscei e Ne wo k Communica ion Ca d), con endo os p o ocolos
GTNET-SV e GTNET-GSE. Essa ca a é esponsá el po o nece uma ligação de comunicação
em empo eal ao simulado ia e he ne [28]. O simulado RTDS con em odas as e amen as e
equisi os necessá ios à modelização de uma Subes ação digi al. Segundo a RTDS Technologies,
es a ecnologia oi já ligada, com sucesso, a uma g ande gama de disposi i os que ocam men-
sagens GOOSE e Valo es Amos ados (SV), como: Schneide Elec ic, Schwei ze Enginee ing,
Labo a o ies (SEL), GE, Siemens, ABB, Als om, NARI- elay, A eche, Omic on, Inge eam, ZIV,
E acec Au oma ion, Toshiba, XJ e Si ang [29].
50 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Figu a 3.14: Esquema de ensaio de con o midade com a IEC 61850, u ilizando o simulado RTDS
[28]
A simulação em malha echada é an ajosa em ace aos ensaios em malha abe a, po pe mi i
a simulação da ede elé ica e do sis ema de p o eção num ambien e con olado e em empo eal,
pe mi indo eduzi o empo de es es e e uados aos SPCC’s, pela análise comple a do sis ema em
ez de a um único equipamen o po ensaio [2].
Os SV, especi icados na pa e 9-2 da no ma IEC 61850, podem se u ilizados pa a aplica sinais
de ensão e co en e nos disposi i os em ez de se u iliza co en e e ensão analógica a a és de
ampli icado es [28]. Com SV’s de ensões e co en es, ge ados pela ca a GTNET-SV, o elé i á
esponde como se es i esse conec ada à ede elé ica. O elé de e a ua na oco ência de um
de ei o, o necendo sinais ‘ ip’ e a sinais consecu i os de eligação. Desde que o modelo da ede
LAN seja simulado em empo eal, os sinais do elé se ão u ilizados pa a ope a os disjun o es
modelizados na simulação. Os modelos dos disjun o es podem inclui o empo de uncionamen o
mecânico e o espe i o es ado.
Se o equipamen o de p o eção o compa í el com a no ma IEC 61850, os comandos do disjun-
o podem se impo ados pa a a simulação, a a és do GTNET-GSE, com supo e pa a mensagens
GOOSE e GSSE. A opção de i mwa e pa a es a aplicação pe mi e um máximo de 64 sinais de
en adas biná ias e 64 sinais de saídas biná ias pa a se em ocados en e o simulado e a é 8 com-
pa í eis com IED’s segundo a No ma IEC 61850. Es á ambém disponí el um edi o de ichei os
SCL que pode se usado pa a c ia e edi a a qui os SCL, necessá ios pa a a con igu ação da
No ma IEC 61850 [29].
Com o RTDS e o equipamen o de p o eção ligados em malha echada, o equipamen o de p o-
eção pode es a sujei o a á ios de ei os e cená ios de ope ação. Cada condição pode se epe ida
pa a in es iga possí eis ope ações alhadas ou es a a es abilidade dos equipamen os. As alhas
e cená ios de uncionamen o podem se execu ados manualmen e ou em modo au oma izado.
3.10 Conside ações inais 51
3.9.1 Van agens da u ilização de um RTDS em sis emas com a no ma IEC 61850
Sis emas de Au omação de Subes ações baseados na no ma IEC 61850 não podem se es a-
dos a a és de simulado es adicionais ligados ele icamen e. Assim, é necessá io eco e -se ao
RTDS com in e ace pa a IEC 61850.
O RTDS a a és da ca a de comunicação, GTNET, é possí el o nece di e amen e os SV
das ensões e co en es eque idas pelo elé du an e os es es, eliminando a necessidade de am-
pli icado es de co en e e ensão, no malmen e u ilizados nos es es de simulação. T aduzindo-se
na edução do cus o do ensaio, bem como eduz no amanho do sis ema de simulação. Reduz
a cabelagem elé ica u ilizada en e os disposi i os de p o eção e o simulado , ace aos ensaios
adicionais. As ligações são mui o simpli icadas a a és de uma ligação E he ne , em ez de ios
indi iduais [28].
Ao ní el do ba amen o de subes ação, al como suge e a pa e 8 da no ma IEC 61850, o
RTDS eco e a mensagens GOOSE, a a és de comunicação pon o-a-pon o en e os disposi i os
em es e e o simulado . No amen e, apenas é necessá io uma ligação de comunicação subs i uindo
a cabelagem adicional de sinais biná ios dos esquemas de es e [2].
3.10 Conside ações inais
A no ma IEC 61850 ep esen a uma mudança nos Sis emas de Au omação de Subes ações,
implica al e ações no desen ol imen o, na especi icação, no acompanhamen o do ab ico, nos es-
es, na ope ação e na manu enção. Pa a e i a o máximo bene ício da no ma IEC 61850 e a ingi
a in e ope abilidade en e IED’s é necessá io adap a os es es e e uados pelo depa amen o de
manu enção de SE’s e in oduzi no as me odologias, bem como eina e especializa as equipas
écnicas.
Tes es de ga an ia de qualidade, de con o midade e de pe o mance es ão especi icados na
no ma IEC 61850, no en an o não há qualque especi icação ao ní el de me odologias pa a es es
de in e ope abilidade. A ualmen e, os ab ican es de IED’s apenas êm de aze os seus equipa-
men os passa em nos es es de con o midade. No en an o, um equipamen o em con o midade
com a no ma não é signi icado de que es eja ap o a comunica com ou o na mesma si uação. Po
es a azão, os es es de in e ope abilidade são essenciais e é neles que a indús ia de SAS se de e
cen a .
A ualmen e, no me cado exis em e amen as de es e à no ma IEC 61850, como as e e idas,
das ma cas OMICRON e RTDS ecnhologies. Rep esen am uma g ande ajuda na ealização de
ensaios, no sen ido da ob enção da in e ope abilidade. Uma possí el solução passa ia pela espe-
ci icação na no ma IEC 61850 de es es de in e ope abilidade, o çando os ab ican es a ap o a
os seus equipamen os nos espe i os ensaios. Ou ainda, o Ope ado da Rede de Dis ibuição exi-
gi aos ab ican es, aquando da comp a de equipamen os ou soluções comple as de SPCC’s, a
ap o ação dos mesmos em es es de in e ope abilidade.
52 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850
Capí ulo 4
No malização dos Nós Lógicos pa a
desen ol imen o de IED’s segundo a
no ma IEC 61850
Nes e Capi ulo é ap esen ada uma análise compa a i a aos Nós Lógicos u ilizados po di e-
en es ab ican es de IED’s em di e en es p oje os de Subes ações do Ope ado da Rede de Dis-
ibuição. São ainda ap esen ados os Nós Lógicos especi icados na no ma IEC 61850. Com base
nes es pon os, é ap esen ada uma possí el solução pa a no malização dos LN’s usados nos IED’s,
segundo a no ma IEC 61850.
4.1 Compa ação dos Nós Lógicos u ilizados a ualmen e pelos ab i-
can es E acec, Siemens, ABB e GE nos IED’s u ilizados nas Su-
bes ações da EDP Dis ibuição SA
A ualmen e, nas Subes ações da esponsabilidade do Depa amen o de Manu enção de Subes-
ações da EDP Dis ibuição SA encon am-se, maio i a iamen e, equipamen os de qua o ab ican-
es de Sis emas de P o eção, Comando e Con olo (SPCC): E acec, Siemens, ABB e GE. Como é
e e ido no Capi ulo 2, na mesma Subes ação não há in e ope abilidade en e IED’s de di e en es
ab ican es, a a és do p o ocolo de comunicações da no ma IEC 61850.
O Ope ado da Rede de Dis ibuição, a EDP Dis ibuição SA, u iliza na comunicação de si-
nalizações, pa a Cen o de Condução, ende eços lógicos associados a desc i i os SCADA. Esses
desc i i os são de inidos localmen e na Subes ação e no Despacho. Quando o p o ocolo de co-
municação numa Subes ação é o IEC 61850, os desc i i os SCADA (da li e a u a anglo-saxónica:
Supe iso y Con ol and Da a Acquisi ion) passam a es a associados a Nós Lógicos (LN’s, sec-
ção 2.5.1), de inidos na no ma, pa a e ei os de comunicação Ve ical e Ho izon al. Os desc i i os
SCADA es ão no malizados pela EDP e são comuns em odas as Subes ações da sua esponsabili-
dade, ap esen ados nas Tabelas 4.4,4.5,4.6,4.7,4.8 e4.9, na secção 4.3 . A í ulo exempli ica i o,
53
60 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850
• SARC, Moni o ização e diagnós ico de a cos;
• SPDC, Moni o ização e diagnós ico de desca gas pa ciais.
Os ans o mado es u ilizados na aquisição de medidas, T ans o mados de Co en e e T ans-
o mado de Tensão são de inidos pelos LN’s, espe i amen e, TCTR e TVTR.
Ao ní el dos ans o mado es de po ência es ão designados os seguin es LN’s:
• YPTR, T ans o mado de Po encia;
• YLTC, Al e ação das Tomadas dos T ans o mado es;
• YEFN, Bobina de Pe e sen ou neu alizado de de ei os à e a;
• YPSH, ‘Powe Shun ’ pa a con o na e as esis i as em caso de de ei o.
Ou os LN’s pa a equipamen os do Sis ema de Po encia são:
• ZAXN, Rede Auxilia . LN gené ico pa a oca de in o mação com um ede auxilia ( on es
de alimen ação);
• ZBAT, Ba e ias. T ansmi e in o mação sob e o es ado das ba e ias e pode se usado pa a
con olo de ciclos de ca ga e desca ga;
• ZBSH, Isolado . Supe isão de isolado es;
• ZCAB, Cabos elé icos. Supe isão de elemen o do sis ema de alimen ação;
• ZCAP, Banco de Condensado es. Con olo do luxo de Po encia Rea i a;
• ZCON, Con e so AC/DC;
• ZGEN, Ge ado . LN gené ico pa a oca de in o mação com ge ado es;
• ZGIL, Isolamen o a Gás (GIL da nomencla u a anglo
• saxónica: Gas isola ed Line). Mis u a de in o mação dos LN’s SIMS, SARC e SPDC;
• ZLIN, Supe isão de Linha Aé ea;
• ZMOT, Mo o . LN gené ico pa a ica de in o mação com mo o es;
• ZREA, Rea o . Pa a con olo de Fluxo de Po encia Rea i a;
• ZRRC, Componen e o a i o. Também pa a con o de Fluxo de Po encia Rea i a;
• ZSAR, Pa a
• Raios. LN gené ico pa a oca de in o mação com pa a
• Raios;
4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 61
• ZTCF, Con olo de i ís o es (con e so de equência). Con e são de equência incluindo
con e são AC/DC;
• ZTCR, Con olo de i ís o es (componen e ea i a). Con olo de Fluxo de Po encia Rea i a.
Exis e ainda o LN GGIO que de ine I/Os gené icos. Pa a de inição de saídas como saídas
analógicas ou elés auxilia es que não sejam cobe os pelos LN’s p esen es na no ma.
4.2.6 Nós Lógicos elacionados com Se iços de Sis ema
Funções de sis ema como a sinc onização empo al e a supe isão do sis ema são equisi os
do SAS e são supo ados na no ma IEC 61850. Os LN’s de inidos pa a al são:
• STIM, ‘Tempo Mes e’. LN pa a ga an i um empo sinc onizado ao sis ema;
• SSYS, Supe isão de Sis ema. Recolha e p ocessamen o de in o mação pa a supe isão do
sis ema;
• GTES, Ge ado de es e. LN pa a inicia es es, u ilizando sinais p ocessados, mas e i ando
qualque impac o no p ocesso.
4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850
A no malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 esul ou na c iação de uma
lis a de LN’s pa a cada unção de um IED, nes e caso pa a um painel de Média Tensão. Os LN’s
associados a cada unção es a ão ambém associados ao desc i i o SCADA. Es a lis a pode á assim
se pa e de um conjun o de equisi os à in e ope abilidade en e IED’s de ab ican es di e en es.
Pa a unções de sinalização ap esen a-se a seguin e p opos a, ap esen ada nas Tabelas 4.4,4.5,
4.6 e4.7. De ealça , que os GGIO’s apenas o am u ilizados pa a unções que não apa ecem
especi icadas na no ma.
62 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850
Tabela 4.4: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções
de disjun o
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
BLOCO DISJUNTOR d siglnnxx-DJBLC GGIO
CIRCUITO COMANDO DISJ d siglnnxx-DJFCD GGIO
DESL FREQUENCIA DISJ d siglnnxx-DFDDJ PFRQ
DESL TENSAO DISJ d siglnnxx-DTDDJ PTUV
DISJ CC FORCA MOTRIZ d siglnnxx-QCFMT GGIO
DISJ EM REE d siglnnxx-DJREE GGIO
DISJ ENERGIA CORTADA d siglnnxx-DJAEG GGIO
DISJ PERM DESLIGAR d siglnnxx-DJPDB CILO
DISJ PERM LIGAR d siglnnxx-DJPLB CILO
DISJUNTOR d siglnnxx-DJEST XCBR
MOLAS DISJUNTOR d siglnnxx-DJMOL GGIO
ESTADO,PAINEL d siglnnxx-XXPNE GGIO
DISJ FALHA PROT d siglnnxx-DJFPR RBRF
MODO FUNCION PAINEL d siglnnxx-XXCLD GGIO
DESL+REP FREQ ESCALAO d siglnnxx-DFESC GAPC
DESL+REP,FREQ: PROG d siglnnxx-DFPRG GAPC
DESL+REP TENSAO PROG d sigl55xx-DTPRG GAPC
Tabela 4.5: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções
de máximo de in ensidade
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
MAX Io>D INST d siglnnxx-PRD1I PIOC
MAX Io>D TEMP d siglnnxx-PRD1T PTOC
MAX Io> INST UP1 d siglnnxx-PRH1I PIOC
MAX Io> TEMP UP1 d siglnnxx-PRH1T PTOC
MAX Io> INST UP2 - DIST d siglnnxx-PRH2I PIOC
MAX Io> TEMP UP2 - DIST d siglnnxx-PRH2T PTOC
MAX I> INST d siglnnxx-PRI1I PIOC
MAX I> TEMP d siglnnxx-PRI1T PTOC
MAX I> > INST d siglnnxx-PRI2I PIOC
MAX I> > TEMP d siglnnxx-PRI2T PTOC
MAX I> > > INST d siglnnxx-PRI3I PIOC
MAX I> > > TEMP d siglnnxx-PRI3T PTOC
4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 63
Tabela 4.6: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções
de eligação
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
FUNCAO RELIGACAO d siglnnxx-RLES- RREC
FUNCAO RELIGACAO in e onpida d siglnnxx-RLES- RREC
RELIGACAO CICLO d siglnnxx-RLCIC RREC
RELIGACAO CICLO 1 d siglnnxx-RLCC1 RREC
RELIGACAO CICLO 2 d siglnnxx-RLCC2 RREC
RELIGACAO CICLO 3 d siglnnxx-RLCC3 RREC
RELIGACAO DIJ d siglnnxx-RLDDJ RREC
RELIGACAO DISPARO d siglnnxx-RLDDF RREC
RELIGACAO L1 d siglnnxx-RLL1A RREC
RELIGACAO L1+L2 d siglnnxx-RL12A RREC
RELIGACAO RR d siglnnxx-RLRRA RREC
RELIGACAO RR+L1 d siglnnxx-RLLRA RREC
RELIGACAO RR+L1+L2 d siglnnxx-RLRLL RREC
Tabela 4.7: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com ou as
unções
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
PROT DEFEITO FASE-FASE d siglnnxx-PRDF- GGIO
PROT DEFEITO FASE-TERR d siglnnxx-PRDT- GGIO
PROT TERRAS RESIST INST d siglnnxx-PRETA GGIO
PROT TERRAS RESIST TEMP d siglnnxx-PRETD GGIO
REE DISCORDANTE d siglnnxx-XXSRE GGIO
REGIME EXPLORACAO d siglnnxx-XXREE GGIO
REGIME EXPLORACAO A d siglnnxx-XXREA GGIO
REGIME EXPLORACAO B d siglnnxx-XXREB GGIO
REGIME EXPLORACAO N d siglnnxx-XXREN GGIO
REGIME NEUTRO ISOLADO d siglnnxx-PRXNI GGIO
SECCIONADOR TERRA d siglnnxx-T0EST XSWI
SINCRONIZACAO UP1 d siglnnxx-U1SIN GGIO
SUPERVISAO CIRCUIT DESL d siglnnxx-DJSVD GGIO
SUPERVISAO CIRCUIT LIGAR d siglnnxx-DJSVL GGIO
ARCO,INTERNO BARR d siglnnxx-PRNA- SARC
ARCO,INTERNO CABOS d siglnnxx-PRNCB SARC
ARCO,INTERNO DISJ d siglnnxx-PRNDJ SARC
COMUNICACAO UP1-BDD d siglnnxx-U1FCH GGIO
CONDUTOR DA LINHA PARTIDO d siglnnxx-PRXCP GGIO
PRESSAO SF6 N1 d siglnnxx-DJAS6 SIMS
PRESSAO SF6 N2 d siglnnxx-DJES6 SIMS
64 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850
Pa a as unções de Medida suge e-se a seguin e u ilização de LN’s, na Tabela 4.8.
Tabela 4.8: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Medida
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
CORRENTE d siglnnxx-0II– MMXU
CORRENTE FASE L2 d siglnnxx-0IIS- MMXU
CORRENTE FASE L3 d siglnnxx-0IIT- MMXU
CORRENTE HOMOP d siglnnxx-0IIH- MMXU
TENSAO FASE 23 d siglnBRx-0TU– MMXU
TENSAO FASE 31 d siglnBRx-0TUST MMXU
TENSAO HOMOPOLAR d siglnBRx-0TUTR MMXU
POTENCIA ACTIVA d siglnnxx-0IP– MMXU
POTENCIA REACTIVA d siglnnxx-0IQ– MMXU
FACTOR POTENCIA d siglnTPx-0IFPT MMXU
SOMATORIO I^2 d siglnnxx-DJSI2 MMXU
RESIST DEFEITO (Ohms) d siglnnxx-PRZRS RFLO
REACT DEFEITO (Ohms) d siglnnxx-PRZRA RFLO
DISJ Nº MANOBRAS d siglnnxx-DJCTM XCBR
Pa a unções de Comando, os LN’s p opos os, segundo o especi icado na no ma IEC 61850,
são ap esen ados na Tabela 4.9.
4.4 Conside ações Finais 65
Tabela 4.9: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Comando
Função EDP - SCADA Solução IEC 61850
DISJ,ESTADO CMD d siglnnxx-DJENC XCBR
DISJ CMD d siglnnxx-DJEST CSWI
DESL+REP FREQ 1 ESC CMD d siglnnxx-DFP22 PFRQ
DESL+REP FREQ 2 ESC CMD d siglnnxx-DFP32 PFRQ
DESL+REP FREQ DESL CMD d siglnnxx-DFP01 PFRQ
DESL+REP FREQ DESL+REP CMD d siglnnxx-DFP02 PFRQ
DESL+REP FREQ PROG CMD d siglnnxx-DFP00 PFRQ
DESL+REP TENS PROG CMD d siglnnxx-DTP00 GAPC
DESL+REP TENS DESL+REP CMD d siglnnxx-DTP02 GAPC
DESL+REP TENS DESL CMD d siglnnxx-DTP01 GAPC
FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD d siglnnxx-RLES- RREC
FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD d siglnnxx-RLFS- RREC
PROGRAMA RELIG d siglnnxx-RLP00 RREC
PROGRAMA RELIG L1 CMD d siglnnxx-RLP02 RREC
PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD d siglnnxx-RLP03 RREC
PROGRAMA RELIG RR CMD d siglnnxx-RLP04 RREC
PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD d siglnnxx-RLP06 RREC
PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD d siglnnxx-RLP07 RREC
EST PROT TERRA RESIST S d siglnnxx-PRETB PTEF
EST PROT TERRA RESIST FS d siglnnxx-PRETD PTEF
REGIME EXPLORACAO A CMD d siglnnxx-XXREA GGIO
REGIME EXPLORACAO B CMD d siglnnxx-XXREB GGIO
REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD d siglnnxx-XXREN GGIO
REGIME NEUTRO d siglnnxx-PRXNI GGIO
4.4 Conside ações Finais
A ealização do le an amen o de in o mação ela i a à o ma de implemen ação a ual dos LN’s
em IED’s, po pa e dos di e en es o necedo es, pe mi iu a iden i icação de si uações que êm e-
sul ado em en a es à in e ope abilidade. Essencialmen e, e i ica-se uma não con o midade en e
ab ican es e uma u ilização excessi a de LN’s gené icos (GGIO’s), di icul ando a in e p e ação
das unções e desen ol imen os u u os, po pa e das equipas écnicas de manu enção.
Com o obje i o da de inição de equisi os à in e ope abilidade en e IED’s oi ap esen ada
uma solução pa a a no malização de LN’s segundo a no ma IEC 61850. A jun a a es a lis a que
no maliza os LN´s segundo a no ma IEC 61850, se ia ambém in e essan e a no malização ou
especi icação dos Disposi i os Lógicos (LD), que consis em em conjun os de LN’s necessá ios
ao cump imen o das uncionalidades pa a as quais es ão designados. Pode ia ainda se ei a uma
no malização dos a ibu os de dados compõem cada um dos LN’s. Es as medidas se ado adas,
pelo Ope ado da Rede de Dis ibuição, pe mi i iam a acele ação no p ocesso de ob enção da
in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es.
Es as no malizações a iam pa e de uma lis a de equisi os a en ega aos ab ican es de
SPCC’s, no momen o da aquisição dos mesmos, uncionando como um complemen o à no ma
66 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850
IEC 61850.
Capí ulo 5
Ensaios à no ma IEC 61850 com
ecu so à e amen a IEDScou
Nes e Capi ulo é ap esen ado o so wa e IEDScou , bem como iden i icadas algumas uncio-
nalidades u eis ao Ope ado da Rede de Dis ibuição, ais como a lei u a da in o mação do ichei o
SCL do IED (GOOSE, Rela ó ios, Conjun os de Dados e Modelo de Dados), moni o ização de
sinalizações em empo eal e ainda a ua sob e dados. São ap esen ados os ensaios ealizados,
di ididos em P ocedimen o e Equipamen os e Resul ados ob idos.
5.1 No a in odu ó ia ao IEDScou
O IEDScou é um so wa e de es e à no ma IEC 61850 da emp esa OMICRON ( e sec-
ção 3.8). A EDP Dis ibuição possui es a e amen a como módulo adicional à mala de ensaios,
OMICRON CMC 256, u ilizada em comissionamen o. Com is o, p e ende-se a alia as possí eis
an agens da u ilização do IEDScou em ensaios que pe mi am a e i icação de aspe os elaciona-
dos com a no ma IEC 61850 e, consequen emen e, a aliação da in e ope abilidade.
5.2 Funcionalidade do IEDScou
Numa p imei a ase, de o ma a a alia o po encial da e amen a, ligou-se o so wa e a um IED
e p ocedeu-se à e i icação das uncionalidades disponí eis, as quais se ap esen am em seguida e
podem se acompanhadas na Figu a 5.1:
• 1. O a anque do so wa e pode se ei o de duas o mas, ou pela abe u a de um ichei o do
ipo SCL p e iamen e gua dado ou a a és da uncionalidade “Disco e IED”, que a a és
de uma ligação e he ne az o download do ichei o SCL associado ao espe i o IED. O
IEDScou pe mi e ainda gua da e edi a ichei os SCL.
67
68 Ensaios à no ma IEC 61850 com ecu so à e amen a IEDScou
• 2. Após lei u a da in o mação do ichei o SCL do IED, são ap esen ados pelo so wa e qua-
o g upos de in o mação disponí eis: GOOSE, Rela ó ios (Repo s), Conjun os de Dados
(Da aSe s) e Modelo de Dados (Da a Model).
• 3. O Modelo de Dados pe mi e a isualização da o ma de implemen ação do IED po
pa e do ab ican e, segundo a no ma IEC 61850, como desc i o na secção 2.5. Ap esen a
os Disposi i os Lógicos (LD) e espe i os Nós Lógicos (LN), selecionando um LD é ainda
possí el e i ica os a ibu os ou ‘da a objec s’.
• 4. O IEDScou possui um Moni o de A i idade (Ac i i y Moni o ) que, quando em modo
online com o IED, pe mi e acompanha o es ado dos obje os selecionados. Num caso p á ico
de ensaio, sabendo qual o LN de uma de e minada sinalização, pode se ei o o acompanha-
men o nes e painel em empo eal.
• 5. Pe mi e a ua em ‘da a objec s’, is o é, pe mi e a al e ação dos alo es dos dados de LN’s.
Es a uncionalidade pode se usada pa a alida o co e o uncionamen o dos LN’s.
Figu a 5.1: In e ace g á ica da e amen a IEDScou
Após a e i icação das uncionalidades do so wa e, p ocedeu-se à ealização de ensaios a dois
IED’s de di e en es ab ican es.
5.3 P ocedimen o e equipamen os
Em labo a ó io, ealizou-se ensaios às sinalizações que são comunicadas a a és da no ma
IEC 61850. O sis ema es e u ilizado oi uma simples ligação e he ne , po cabo de ede, en e o
5.3 P ocedimen o e equipamen os 69
IED e o compu ado onde co e o so wa e, IEDScou . Fo am ensaiadas duas unidades, ela i as a
painéis de Média Tensão, uma da E acec (S420) e ou a da GE (F650), já e e idas na secção 4.1.
Es as unidades o am con igu adas com odas as pa ame izações de p ojec os ecen es de SEs da
esponsabilidade da EDP Dis ibuição. Fo am ambém u ilizados os so wa es p óp ios de cada
unidade pa a simulação das condições necessá ias aos ensaios, como a al e ação das sinalizações a
ensaia , dada a di iculdade de em labo a ó io ec ia um sis ema idên ico com as ligações ísicas e
de comunicação en e equipamen os como numa Subes ação. Os so wa es são WinP o 4 (E acec)
e Ene Vis a 650 Se up (GE). No en an o, algumas ligações o am ec iadas isicamen e a a és da
ba a de bo nes de ligação, como se e i ica na Figu a 5.2.
Figu a 5.2: Ambien e de ensaio com IED da E acec
Na Figu a 5.3, é ap esen ado o esquema de mon agem ealizado pa a o ensaio às sinalizações
do IED da E acec S420. O esquema de ensaio ao IED da GE F650 é equi alen e, mudando apenas
o IED a ensaia e o so wa e do ab ican e (Ene Vis a 650 Se up).
76
Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de
Dis ibuição
Condições de isolamen o, de compa ibilidade ele omagné ica e de segu ança Os módulos
de po ência do sis ema de alimen ação de co en e con ínua de em obedece às condições de
isolamen o e compa ibilidade ele omagné ica de inidas na no ma EN 61204. De em ambém
cump i as no mas aplicá eis sob e segu ança, nomeadamen e, as e e idas na no ma EN 61204
[35].
Condições de alimen ação
• Tensão nominal de en ada: 400/230 Vca (3F+N+T);
• F equência nominal de en ada: 50 Hz;
• Limi es de a iação da ensão nominal de en ada: - 15% a + 10%;
• Limi es de a iação da equência nominal de en ada: ± 4%.
Os SACC’s des inam-se a alimen a , de o ma pe manen e, odos os ci cui os de co en e con-
ínua exis en es na Subes ação e ainda assegu a a ca ga das ba e ias [35]. Esses são cons i uídos
pelo a má io alimen ado e pelo a má io de ba e ias. O alimen ado de e con e os seguin es
módulos [35]:
• 3 módulos e i icado es, 230 Vca/110 Vcc, 20 A, iguais en e si, en ichá eis do ipo swi -
ching, de p e e ência digi ais. Em al e na i a pode ão se u ilizados 6 módulos e i icado es,
230 Vca/110 Vcc, 10 A;
• 3 módulos con e so es 110 Vcc/48 Vcc, 15 A, iguais en e si, en ichá eis;
• 1 módulo de supe isão e con olo, en ichá el com ligação emo a ao cen o de eleges ão
da EDP Dis ibuição;
• 1 módulo de díodos edu o es, en ichá el, dimensionado pa a a po ência máxima da ca ga.
Es e módulo de e á se equipado com con ac o auxilia , pa a que a en a i a de emoção
do mesmo não p o oque qualque in e upção do ci cui o de saída (inibição de ope ação do
con ac o );
• 1 painel de 230 Vca, compos o po odos os disjun o es ca e desca egado es de sob e ensão;
• 1 painel de 110 Vcc, compos o po odos os disjun o es de 110 Vcc;
• 1 painel de 48 Vcc, compos o po odos os disjun o es de 48 Vcc.
Segundo [35], é ap esen ado na Figu a 6.1 o esquema gené ico da cons i uição do SACC.
6.1 In odução aos Sis emas de Alimen ação de Co en e Con inua 77
Figu a 6.1: Diag ama gené ico da cons i uição do SACC [35]
Os módulos e i icado es são ligados em pa alelo en e si e às ba e ias, ga an indo que a ensão
nominal de saída seja cons an e e enquad ada nos limi es admissí eis de ensão e equência da
ede e do consumo das ca gas, independen emen e das suas a iações. Es es o necem a po ência
necessá ia à ca ga de u ilização e à eca ga das ba e ias. A ensão de saída, aplicada à ba e ia
em egime lu uan e, é con inuamen e egulada em unção da empe a u a. O egime lu uan e
co esponde ao o necimen o de co en e pa a a ca ga, pelo alimen ado , não ha endo débi o de
co en e po pa e das ba e ias. A co en e consumida pelas ba e ias nes e egime é des inada a
compensa as pe das po Au o desca ga dos elemen os e man e a ca ga comple a das mesmas [35].
Em si uação de alha da ede, a ensão (em co en e al e nada) de en ada se á ap oximada-
men e ze o assim como a ensão na saída do e i icado . Nes e cená io a ensão da ba e ia passa
a se supe io à ensão na saída do e i icado , assumindo a ca ga e pe mi indo man e a ensão
pa a [34]:
• Comando de disjun o es e seccionado es;
• Alimen ação de sis emas de sinalização;
• Alimen ação auxilia de elés e Sis emas de P o eção;
• Alimen ação de painéis sinóp icos;
• Iluminação de eme gência;
• Sis emas de Telecomunicações,
• Alimen ação de sis emas de elecon agem.
78
Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de
Dis ibuição
A ba e ia de acumulado es de e pe mi i a alimen ação das ca gas essenciais du an e o pe íodo
de empo su icien e pa a e e ua odas as manob as necessá ias. Es e in e alo de empo em que a
ba e ia man ém a ensão mínima po elemen o (no malmen e 90% da ensão nominal), necessá ia
ao bom uncionamen o do sis ema, é conhecido como au onomia do g upo de ba e ias [34].
O SACC em um disposi i o de p o eção que e i a a desca ga o al das ba e ias [35].
6.2 As an agens da aplicação da no ma IEC 61850 nos Sis emas de
Alimen ação
Os SACC’s, a pa dos SPCC’s, eco em a sinalizações e medidas pa a comunicação com o
Cen o de Condução, es a oca de in o mação é ei a po in e médio da Unidade Cen al (UC)
da Subes ação. A ualmen e, na EDP Dis ibuição SA, u ilizam-se apenas qua o sinalizações e
qua o medidas, pelo ac o de se em sinais ligados a io, en e o alimen ado e a UC, po o ma a
colma a a incapacidade de comunicação en e equipamen os de di e en es ab ican es. Também se
encon a em implemen ação um sis ema de supe isão écnica (um se ido cen al que comunica
di e amen e com os alimen ado es), daí não exis i a necessidade de mais sinalizações/medidas.
Como especi icado em [35], as sinalizações de em se as seguin es:
• Alimen ado – Módulo de Con olo;
• Alimen ado 110 Vcc;
• Disj CC Ba e ia;
• Isolamen o 110 Vcc.
As medidas especi icadas são:
• Tensão 110 Vcc;
• Tensão 48 Vcc;
• Co en e 110 Vcc;
• Co en e de ba e ia.
Com is o, su gem an agens na in eg ação da no ma IEC 61850 nos Sis emas de Alimen ação,
como p o ocolo de comunicação. Es a possí el in eg ação pe mi i ia ao Ope ado da Rede de
Dis ibuição aumen a a lis a de sinalizações e medidas, passando es as a se em comunicadas
pela Rede Local de Comunicação da Subes ação, não ha endo qualque ipo de limi ação de ido
à ele ada elocidade e capacidade da ede. Se ia ambém essencial a no malização dos sinais,
segundo a no ma IEC 61850, de o ma a pe mi i a in e ope abilidade en e os equipamen os do
SACC e do SPCC, nomeadamen e a UC. Acon ece em mui as Subes ações, a si uação de o SACC
não se do mesmo ab ican e do SPCC. A solução passa ia pela u ilização de um IED, associado
ao a má io do Sis ema de Alimen ação, que izesse o a amen o da in o mação e comunicasse
6.3 No malização das Sinalizações e Medidas, segundo a no ma IEC 61850 79
com os es an es equipamen os da Subes ação. Em caso de in e ope abilidade plena, não se ia
necessá ioum IED pa a con e são.
Ou a an agem se ia a u ilização de sinalizações a io e po p o ocolo de comunicação IEC
61850 em simul aneo, o nando o sis ema edundan e, p e enindo si uações de oco ência de alha
nas comunicações.
6.3 No malização das Sinalizações e Medidas, segundo a no ma IEC
61850
À semelhança da no malização ap esen ada na secção 4.3, a no malização das sinalizações e
medidas do SACC, co esponde à associação de um Nó Lógico, da no ma IEC 61850, ao espe i o
desc i i o SCADA, que é u ilizado pa a e ei os de comunicação na Subes ação e pa a Cen o de
Condução, de o ma a pe mi i a supe isão e con olo do sis ema po pa e dos Ope ado es da
Rede de Dis ibuição, esponsá eis pela manu enção das Subes ações.
É ap esen ada, nas Tabelas 6.1 e6.2 uma possí el solução pa a no malização das sinalizações
e medidas, exis en es a ualmen e, segundo os LN’s da no ma IEC 61850, ap esen ados na secção
4.2. No u u o, no caso de as sinalizações e medidas se em expandidas, se á semp e necessá io
aze uma no malização idên ica.
Tabela 6.1: Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Sinalizações
Sinalização Desc i i o SCADA IEC 61850
ALIMENTADOR 110Vcc d sigl-ALM-10ALR GGIO
DISJ CC BATERIA d sigl-ALM-Q5DBE XCBR
ESTADO MODULO CONTROLO d sigl-ALM-ULPSM GGIO
ISOLAMENTO 110Vcc d sigl-ALM-10DIS ZBSH
Tabela 6.2: Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Medidas
Medida Desc i i o SCADA IEC 61850
CORRENTE 110Vcc d sigl-ALM-10IBT MMXU
CORRENTE BAT d sigl-ALM-BTI– MMXU
TENSAO 110Vcc d sigl-ALM-10U– MMXU
TENSAO 48Vcc d sigl-ALM-48U– MMXU
6.4 Conside ações inais
A impo ância que o SACC ep esen a pa a o uncionamen o do SPCC exige a enção po
pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição. Nesse sen ido, ap o ei ando a ede de comunicação
p esen e numa Subes ação, p opõe-se a u ilização da mesma pa a e ei o de en io de sinais ela i os
ao SACC, ap o ei ando a ele ada elocidade e capacidade de ansmissão de in o mação da ede,
ace à oca de sinais a io, como é ei a a ualmen e.
80
Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de
Dis ibuição
De o ma a ga an i que es a solução seja u ilizá el em qualque Subes ação, independen-
emen e dos o necedo es do SPCC e do SACC, suge e-se a no malização das sinalizações e
medidas, segundo a no ma IEC 61850. Es a solução, se ado ada, ep esen a á um aumen o da
capacidade de in e ope abilidade en e equipamen os de di e en es ab ican es, nes e caso en e os
SPCC’s e os SACC’s.
Capí ulo 7
Conclusões e T abalhos Fu u os
Nes e Capí ulo são ap esen adas as p incipais conclusões ela i as ao abalho desen ol ido,
bem como p opos as de abalhos pa a ealização no u u o.
7.1 Conclusões
A ealização des a disse ação pe mi iu e i ica a di iculdade a ual na ob enção da in e ope-
abilidade en e IED’s em Subes ações da Rede de dis ibuição, pela ambiguidade p esen e nas
especi icações da no ma IEC 61850. Es a ambiguidade em le ado a que di e en es ab ican es de
Sis emas de P o eção, Comando e Con olo açam di e en es in e p e ações da no ma, aduzindo-
se em di e en es implemen ações nos seus p odu os. Aspe os como as á ias o mas de imple-
men ação ao ní el dos Nós Lógicos e espe i os a ibu os, as di e en es in e p e ações po pa e
de cada ab ican e, os di e en es pe is de comunicação e a a qui e u a da ede de comunicação
co espondem a ualmen e a di iculdades na ob enção da in e ope abilidade.
Ve i icou-se que a simples aplicação da no ma não é e icaz, sem que haja um en endimen o
en e ab ican es e clien es. Uma possí el solução é a de inição de equisi os à in e ope abilidade
en e IED’s, que especi ique aquilo que é p e endido ao ní el da no ma IEC 61850. Es a lis a de
equisi os se ia ap esen ada aos ab ican es po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição.
Ve i icou-se a necessidade de adap a os es es de uncionamen o a uais a ealiza aos Sis e-
mas de p o eção, Comando e Con olo, bem como a in odução de no as me odologias de es es,
ace a ealidade p esen e em sis emas baseados na no ma IEC 61850. A ualmen e a no ma es-
peci ica e ecomenda es es de uncionamen o e con o midade, que consis em em es a os IED’s
indi idualmen e. Com is o, pode acon ece que um equipamen o mesmo que ap o ado em es-
es de con o midade não es eja ap o a in e agi com ou os equipamen os, especialmen e se de
ab ican es di e en es. Assim, su ge a necessidade de es es de in e ope abilidade, que não es ão
p e is os na no ma IEC 61850, mas que se e elam essenciais na ob enção do obje i o da no ma,
a in e ope abilidade.
A ualmen e exis em no me cado e amen as de es e à no ma IEC 61850, como das ma cas
OMICRON e RTDS echnologies, que podem ep esen a uma ajuda impo an e na ealização
81
82 Conclusões e T abalhos Fu u os
de es es de in e ope abilidade. Se ia bené ico a in odução de es es de in e ope abilidade na
no ma IEC 61850, em que es es ossem de inidos e especi icados ou que o Ope ado da Rede de
Dis ibuição exigisse jun o dos ab ican es a ealização desses es es.
Ve i icou-se a necessidade de de ini equisi os à in e ope abilidade en e IED’s, nes e segui-
men o e e uou-se uma no malização de Nós Lógicos pa a unções dos IED’s, segundo o especi i-
cado na no ma IEC 61850. Es a no malização, se ado ada pelo Ope ado da Rede de dis ibuição,
a ia pa e de uma lis a de equisi os a en ega aos ab ican es de SPCC’s, no momen o da aquisi-
ção dos mesmos.
Com a ealização de ensaios às sinalizações, a a és do IEDScou , oi possi el e i ica a
di iculdade dos equipamen os comunica em po IEC 61850, o que em sido um aspe o que di icul a
a ob enção da in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es.
Po úl imo, e i icou-se a impo ância que o Sis ema de Alimen ação ep esen a pa a o uncio-
namen o do SPCC, exigindo assim a enção po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição e nesse
sen ido, a aliou-se a possibilidade de aplicação da no ma IEC 61850 pa a e ei os de comunicação
de sinais. Tal como se e i ica no SPCC, a ede de comunicação pode ia se u ilizada pa a oca
de in o mação ela i a ao es ado do Sis ema de Alimen ação. De o ma a ga an i que es a solu-
ção seja u ilizá el em qualque Subes ação, independen emen e dos o necedo es do SPCC e do
SACC, suge e-se a no malização das sinalizações e medidas, segundo a no ma IEC 61850. Es a
solução, se ado ada, ep esen a á um aumen o da capacidade de in e ope abilidade en e equipa-
men os de di e en es ab ican es, nes e caso en e os SPCC’s e os SACC’s.
7.2 T abalhos Fu u os
Como possí eis abalhos u u os, no seguimen o do abalho ealizado na no malização dos
Nós Lógicos, pode ambém se a u ilização de um núme o p é-de inido e ixo de ins âncias dos
nós lógicos. A di e ença en e o núme o de ins âncias p ende-se com a u ilização dos disposi i os
lógicos. A ideia é de ini e especi ica aos ab ican es se se eco e a um único disposi i o lógico
pa a ag upa os nós lógicos, ou se ag upam os nós lógicos em á ios disposi i os lógicos. Pa a
além da no malização dos Nós Lógicos, pode iam se ambém especi icados os a ibu os de dados
de cada unção exis en e nos IED’s, sendo que es e se ia um abalho bas an e complexo e ex enso,
dado a quan idade de unções exis en es, assim e i ica-se a necessidade de es o ço e comp omisso
en e o Ope ado da Rede de Dis ibuição e os ab ican es.
A u ilização do so wa e IEDScou , da OMICRON, pe mi iu e i ica as uncionalidades de
simulação das unções em comunicação po IEC 61850, is o é, é possí el, pa a um IED, a alia se
cada unção es á em con o midade com a no ma ou não. Dada a quan idade de sinalizações, co-
mandos e medidas exis en es, o na-se um p ocesso len o de ealiza pa a uma unção de cada ez,
nes e sen ido se ia in e essan e desen ol e uma aplicação que, de o ma au omá ica, ealizasse o
es e a odas as uncionalidades e izesse o espe i o egis o de e en os.
7.2 T abalhos Fu u os 83
Ou a suges ão de abalho u u o se ia a a aliação da implemen ação do ba amen o de p o-
cesso, que em especi icado na no ma IEC 61850, a ní el económico e de bene ício p á ico pa a
o Ope ado da Rede de Dis ibuição.
No seguimen o da no malização de sinalizações e medidas dos Sis emas de Alimen ação,
p opõe-se a c iação de um sis ema es e, em labo a ó io, pa a alidação das mesmas na comu-
nicação com a Unidade Cen al. A ideia se á es a a in e ope abilidade en e o SACC e o SPCC
de di e en es ab ican es.
84 Conclusões e T abalhos Fu u os
Anexo A
Nós Lógicos pa a unções de IED’s
A.1 Nós Lógicos pa a Sinalizações
Tabela A.1: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções de
disjun o
Função Siemens
BLOCO DISJUNTOR MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO4:0
CIRCUITO COMANDO DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO10:0
DESL FREQUENCIA DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO32:0
DESL TENSAO DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO31:0
DISJ CC FORCA MOTRIZ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO6:0
DISJ EM REE MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO29:0
DISJ ENERGIA CORTADA MT12_L01EXT$pdGGIO251$ST$SPCSO18:0
DISJ PERM DESLIGAR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO36:0
DISJ PERM LIGAR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO37:0
DISJUNTOR MT12_L01CTRL$DISJCSWI1$ST$Pos:0
MOLAS DISJUNTOR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO2:0
ESTADO PAINEL MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO1:0
DISJ FALHA PROT MT12_L01EXT$pdGGIO23$ST$SPCSO63:0
MODO FUNCION PAINEL MT12_L01CTRL$GGIO3$ST$DPCSO3:0
DESL+REP FREQ ESCALAO MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO33:0
DESL+REP FREQ: PROG MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO3:0
DESL+REP TENSAO PROG MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO2:0
85
92 Nós Lógicos pa a unções de IED’s
Tabela A.13: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
disjun o
Função GE
BLOCO DISJUNTOR P214F650/XSWG$ST$Ind3$s Val
CIRCUITO COMANDO DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind35$s Val
DESL FREQUENCIA DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind51$s Val
DESL TENSAO DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind50$s Val
DISJ CC FORCA MOTRIZ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind15$s Val
DISJ EM REE P214F650/e eGGIO1$ST$Ind111$s Val
DISJ ENERGIA CORTADA P214F650/e eGGIO1$ST$Ind112$s Val
DISJ PERM DESLIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind39$s Val
DISJ PERM LIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind38$s Val
DISJUNTOR P214F650/XCBR1$ST$Ind1$s Val
MOLAS DISJUNTOR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind11$s Val
ESTADO PAINEL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind7$s Val
DISJ FALHA PROT P214F650/e eGGIO1$ST$Ind114$s Val
MODO FUNCION PAINEL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind41$s Val
DESL+REP FREQ ESCALAO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind48$s Val
DESL+REP FREQ: PROG P214F650/XSWG$ST$Ind5$s Val
DESL+REP TENSAO PROG P214F650/XSWG$ST$Ind4$s Val
A.1 Nós Lógicos pa a Sinalizações 93
Tabela A.14: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
máximo de in ensidade
Função GE
MAX Io> D INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind106$s Val
MAX Io> D TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind107$s Val
MAX Io> INST UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind104$s Val
MAX Io> TEMP UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind105$s Val
MAX Io> INST UP2 - DIST Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
MAX Io> TEMP UP2 - DIST Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
MAX I> INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind94$s Val
MAX I> TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind95$s Val
MAX I> > INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind96$s Val
MAX I> > TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind97$s Val
MAX I> > > INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind98$s Val
MAX I> > > TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind99$s Val
Tabela A.15: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de
eligação
Função GE
FUNCAO RELIGACAO P214F650/e eGGIO1ST Ind54$s Val
FUNCAO RELIGACAO in e onpida P214F650/e eGGIO1$ST$Ind55$s Val
FUNCAO RELIGACAO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind56$s Val
RELIGACAO CICLO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind57$s Val
RELIGACAO CICLO 1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind58$s Val
RELIGACAO CICLO 2 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind59$s Val
RELIGACAO CICLO 3 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind60$s Val
RELIGACAO DIJ Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
RELIGACAO DISPARO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind61$s Val
RELIGACAO L1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind64$s Val
RELIGACAO L1+L2 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind65$s Val
RELIGACAO RR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind63$s Val
RELIGACAO RR+L1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind66$s Val
94 Nós Lógicos pa a unções de IED’s
Tabela A.16: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções
Função GE
PROT DEFEITO FASE-FASE Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROT DEFEITO FASE-TERR Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROT TERRAS RESIST INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind119$s Val
PROT TERRAS RESIST TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind120$s Val
REE DISCORDANTE P214F650/XSWG$ST$Ind6$s Val
REGIME EXPLORACAO P214F650/e eGGIO1STInd121$s Val
REGIME EXPLORACAO A Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME EXPLORACAO B Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME EXPLORACAO N Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME NEUTRO ISOLADO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind122$s Val
SECCIONADOR TERRA P214F650/XSWG$ST$Ind2$s Val
SINCRONIZACAO UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind123$s Val
SUPERVISAO CIRCUIT DESL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind2$s Val
SUPERVISAO CIRCUIT LIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind1$s Val
ARCO INTERNO BARR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind81$s Val
ARCO INTERNO CABOS P214F650/e eGGIO1$ST$Ind10$s Val
ARCO INTERNO DISJ Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
COMUNICACAO UP1-BDD P214F650/e eGGIO1$ST$Ind89$s Val
CONDUTOR DA LINHA PARTIDO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind91$s Val
PRESSAO SF6 N1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind12$s Val
A.2 Nós Lógicos pa a Medidas
A.2 Nós Lógicos pa a Medidas 95
Tabela A.17: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Medida
Função Siemens
CORRENTE MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn1:0
CORRENTE FASE L2 MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn2:0
CORRENTE FASE L3 MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn3:0
CORRENTE HOMOP MT12_L01EXT$pdGGIO104$MX$AnIn7:0
TENSAO FASE 23 MEAS/MMXU1/PPV
TENSAO FASE 31 EXT/pdGGIO79/AnIn1
TENSAO HOMOPOLAR EXT/pdGGIO79/AnIn2
POTENCIA ACTIVA MT12_L01MEAS$MMXU1$MX$To W:1
POTENCIA REACTIVA MT12_L01MEAS$MMXU1$MX$To VA :1
FACTOR POTENCIA EXT/pdGGIO113/AnIn5
SOMATORIO I^2 MT12_L01EXT$pdGGIO2002$ST$ISCSO7:0
RESIST DEFEITO (Ohms) MT12_L01MEAS$Rp imGGIO1$MX$AnIn1:0
REACT DEFEITO (Ohms) MT12_L01MEAS$Xp imGGIO1$MX$AnIn1:0
DISJ Nº MANOBRAS MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$ISCSO6:0
Tabela A.18: Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Medida
Função EFACEC
CORRENTE MMXU1$MX$A$phsA$cVal$mag$
CORRENTE FASE L2 MMXU1$MX$A$phsB$cVal$mag$
CORRENTE FASE L3 MMXU1$MX$A$phsC$cVal$mag$
CORRENTE HOMOP MMXU1$MX$A$neu $cVal$mag$
TENSAO FASE 23 MMXU1$MX$PPV$phsAB$cVal$mag$
TENSAO FASE 31 MMXU1$MX$PPV$phsBC$cVal$mag$
TENSAO HOMOPOLAR MMXU1$MX$PPV$phsCA$cVal$mag$
POTENCIA ACTIVA MMXU1$MX$To W$mag$
POTENCIA REACTIVA MMXU1$MX$To VA $mag$
FACTOR POTENCIA MMXU1$MX$To PF$mag$
SOMATORIO I^2 ANGGIO1$MX$AnIn1$mag$
RESIST DEFEITO (Ohms) RFLO1$MX$Fl Z$cVal$mag$
REACT DEFEITO (Ohms) RFLO1$MX$Fl Z$cVal$mag$
DISJ Nº MANOBRAS XCBR1$ST$OpCn $s Val
96 Nós Lógicos pa a unções de IED’s
Tabela A.19: Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Medida
Função ABB
CORRENTE IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsA.cVal.mag
CORRENTE FASE L2 IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsB.cVal.mag
CORRENTE FASE L3 IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsC.cVal.mag
CORRENTE HOMOP IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.RESCMMXU1.A. es.cVal.mag
TENSAO FASE 23 IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P229.LD0.VPPMMXU1.PPV.phsBC.cVal.mag
TENSAO FASE 31 IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P229.LD0.VPPMMXU1.PPV.phsCA.cVal.mag
TENSAO HOMOPOLAR IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P229.RESV_1.RESVMMXU1.PhV. es.cVal.mag
POTENCIA ACTIVA IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To W.mag
POTENCIA REACTIVA IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To VA .mag
FACTOR POTENCIA IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To PF.mag
SOMATORIO I^2 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
RESIST DEFEITO (Ohms) IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.SCFL_1.SCEFRFLO1.Fl LoopR.mag
REACT DEFEITO (Ohms) IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.SCFL_1.SCEFRFLO1.Fl LoopX.mag
DISJ Nº MANOBRAS Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
Tabela A.20: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Medida
Função GE
CORRENTE L1IEC61850_MMXU1MXAphsAcValmag
CORRENTE FASE L2 L1IEC61850_MMXU1MXAphsBcValmag
CORRENTE FASE L3 L1IEC61850_MMXU1MXAphsCcValmag
CORRENTE HOMOP Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
TENSAO FASE 23 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
TENSAO FASE 31 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
TENSAO HOMOPOLAR Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
POTENCIA ACTIVA L1IEC61850_MMXU1MXTo Wmag
POTENCIA REACTIVA L1IEC61850_MMXU1MXTo VA mag
FACTOR POTENCIA L1IEC61850_MMXU1MXTo PFmag
SOMATORIO I^2 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
RESIST DEFEITO (Ohms) Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REACT DEFEITO (Ohms) Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
DISJ Nº MANOBRAS L1IEC61850_XCBR1ST OpCn $s Val
A.3 Nós Lógicos pa a Comandos 97
A.3 Nós Lógicos pa a Comandos
Tabela A.21: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Comando
Função Siemens
DISJ ESTADO CMD MT12_L01CTRL$ESTADOGAPC1$CO$SPCSO
DISJ CMD MT12_L01CTRL$DISJCSWI1$CO$Pos
DESL+REP FREQ 1 ESC CMD MT12_L01CTRL$ESC1GAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP FREQ 2 ESC CMD MT12_L01CTRL$ESC2GAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP FREQ DESL CMD MT12_L01CTRL$FDESLGAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP FREQ DESL+REP CMD MT12_L01CTRL$F_REPGAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP FREQ PROG CMD MT12_L01CTRL$F_PROGGAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP TENS PROG CMD MT12_L01CTRL$U_PROGGAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP TENS DESL+REP CMD MT12_L01CTRL$U_REPGAPC1$CO$SPCSO:0
DESL+REP TENS DESL CMD MT12_L01CTRL$UDESLGAPC1$CO$SPCSO:0
FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD MT12_L01CTRL$REL_ESGAPC1$CO$SPCSO:0
FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD MT12_L01CTRL$REL_FSGAPC1$CO$SPCSO:0
PROGRAMA RELIG L1 CMD MT12_L01CTRL$REL_1LGAPC1$CO$SPCSO:0
PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD MT12_L01CTRL$REL_2LGAPC1$CO$SPCSO
PROGRAMA RELIG RR CMD MT12_L01CTRL$REL_RGAPC1$CO$SPCSO
PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD MT12_L01CTRL$REL_RLGAPC2$CO$SPCSO
PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD MT12_L01CTRL$RELRLLGAPC1$CO$SPCSO
EST PROT TERRA RESIST S MT12_L01CTRL$PTRGAPC10$CO$SPCSO:0
EST PROT TERRA RESIST FS MT12_L01CTRL$PTRGAPC11$CO$SPCSO:0
REGIME EXPLORACAO A CMD MT12_L01CTRL$REEAGAPC1$CO$SPCSO
REGIME EXPLORACAO B CMD MT12_L01CTRL$REEBGAPC1$CO$SPCSO
REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD MT12_L01CTRL$RNEGAPC1$CO$SPCSO:2
REGIME NEUTRO Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
98 Nós Lógicos pa a unções de IED’s
Tabela A.22: Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Comando
Função EFACEC
DISJ ESTADO CMD SPGGIO1$ST$SPCSO4$s Val
DISJ CMD XCBR1$ST$Pos$s Val
DESL+REP FREQ 1 ESC CMD ROPM1$SP$GenModIn1$se Val
DESL+REP FREQ 2 ESC CMD ROPM1$SP$GenModIn1$se Val
DESL+REP FREQ DESL CMD P o ocolo VM
DESL+REP FREQ DESL+REP CMD P o ocolo VM
DESL+REP FREQ PROG CMD P o ocolo VM
DESL+REP TENS PROG CMD P o ocolo VM
DESL+REP TENS DESL+REP CMD P o ocolo VM
DESL+REP TENS DESL CMD P o ocolo VM
FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD SPGGIO3$ST$SPCSO3$s Val
FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD SPGGIO3$ST$SPCSO3$s Val
PROGRAMA RELIG L1 CMD P o ocolo VM
PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD P o ocolo VM
PROGRAMA RELIG RR CMD P o ocolo VM
PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD P o ocolo VM
PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD P o ocolo VM
EST PROT TERRA RESIST S SPGGIO2$ST$SPCSO7$s Val
EST PROT TERRA RESIST FS SPGGIO2$ST$SPCSO8$s Val
REGIME EXPLORACAO A CMD SPGGIO3$ST$SPCSO10$s Val
REGIME EXPLORACAO B CMD SPGGIO3$ST$SPCSO11$s Val
REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD SPGGIO3$ST$SPCSO12$s Val
REGIME NEUTRO SPGGIO2$ST$SPCSO9$s Val
A.3 Nós Lógicos pa a Comandos 99
Tabela A.23: Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Comando
Função ABB
DISJ ESTADO CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO1.DPCSO.s Val
DISJ CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P225.LD0.GNRLCSWI1.Pos.s Val
DESL+REP FREQ 1 ESC CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P228.LD0.VSGGIO9.DPCSO.s Val
DESL+REP FREQ 2 ESC CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P228.LD0.VSGGIO9.DPCSO.s Val
DESL+REP FREQ DESL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
DESL+REP FREQ DESL+REP CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
DESL+REP FREQ PROG CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO8.DPCSO.s Val
DESL+REP TENS PROG CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO5.DPCSO.s Val
DESL+REP TENS DESL+REP CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
DESL+REP TENS DESL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO2.DPCSO.s Val
FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO2.DPCSO.s Val
PROGRAMA RELIG L1 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROGRAMA RELIG RR CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
EST PROT TERRA RESIST S IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO10.DPCSO.s Val
EST PROT TERRA RESIST FS IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.VSGGIO10.DPCSO.s Val
REGIME EXPLORACAO A CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME EXPLORACAO B CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850
REGIME NEUTRO IEC61850_Subne wo k2.
REF630_P226.LD0.SPGGIO17.Ind.s Val
100 Nós Lógicos pa a unções de IED’s
Tabela A.24: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Comando
Função GE
DISJ ESTADO CMD P214F650/e eGGIO1ST Ind113$s Val
DISJ CMD P214F650/XCBR1COPos_1
DESL+REP FREQ ESCALAO P214F650/e eGGIO1ST Ind48$s Val
DESL+REP FREQ 1 ESC CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS050$s Val
DESL+REP FREQ 2 ESC CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS051$s Val
DESL+REP FREQ DESL CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS037$s Val
DESL+REP FREQ DESL+REP CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS036$s Val
DESL+REP FREQ PROG CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS038$s Val
DESL+REP TENS PROG CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS033$s Val
DESL+REP TENS DESL+REP CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS035$s Val
DESL+REP TENS DESL CMD P214F650/e eGGIO1ST Ind48$s Val
FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD P214F650/e eGGIO1STInd56$s Val
FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD P214F650/e eGGIO1STInd56$s Val
PROGRAMA RELIG Não eco e a p o ocolo IEC61850
PROGRAMA RELIG L1 CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS040$s Val
PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS041$s Val
PROGRAMA RELIG RR CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS039$s Val
PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS042$s Val
PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS043$s Val
EST PROT TERRA RESIST S Não eco e a p o ocolo IEC61850
EST PROT TERRA RESIST FS Não eco e a p o ocolo IEC61850
REGIME EXPLORACAO A CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val
REGIME EXPLORACAO B CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val
REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val
REGIME NEUTRO P214F650/e eGGIO1ST Ind122$s Val
Anexo B
Resul ados dos ensaios com IEDScou
B.1 Ensaios às sinalizações
Tabela B.1: Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED da
E acec
Sinalização E acec Validado (Sim ou,Não)
BLOCO DISJUNTOR DPGGIO1$ST$DPCSO1$s Val S
CIRCUITO COMANDO DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO5$s Val S
DESL FREQUENCIA DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO1$s Val N
DESL TENSAO DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO9$s Val N
DISJ CC FORCA MOTRIZ SPGGIO2$ST$SPCSO10$s Val S
DISJ EM REE SPGGIO3$ST$SPCSO9$s Val S
DISJ ENERGIA CORTADA SPGGIO2$ST$SPCSO11$s Val N
DISJ PERM DESLIGAR XCBR1$ST$BlkOpn$s Val S
DISJ PERM LIGAR XCBR1$ST$BlkCls$s Val S
DISJUNTOR XCBR1$ST$Pos$s Val S
MOLAS DISJUNTOR SCBR1$ST$Sp Loos$s Val N
ESTADO PAINEL ROPM1$ST$Ts ModOu $s Val N
DISJ FALHA PROT RBRF1$ST$OpEx$gene al N
MODO FUNCION PAINEL ROPM1$ST$LRModOu $s Val N
DESL+REP FREQ ESCALAO SPGGIO1$ST$SPCSO3$s Val S
DESL+REP FREQ: PROG Não se e i ica -
DESL+REP TENSAO PROG Não se e i ica -
101
108 REFERÊNCIAS
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