scieee Open visual document viewer

Definição de requisitos necessários à interoperabilidade entre IED´s na rede elétrica de distribuição

Gonçalo Cruz Marques da Silva

Full text

FACULDADE DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE DO PORTO De inição de Requisi os Necessá ios à In e ope abilidade en e IED’s na Rede Elé ica de Dis ibuição Gonçalo C uz Ma ques da Sil a VERSÃO FINAL Mes ado In eg ado em Engenha ia Ele o écnica e de Compu ado es O ien ado : P o esso Dou o Hélde Lei e Co-o ien ado : Engenhei o Da id Lima Julho de 2015 © Gonçalo C uz Ma ques da Sil a, 2015 ~PORTO c UD FACULDADE DE ENGENHARIA 1 L. UNWEPSIDADEDOPORIO DO EM ENGENHARIA o E COMPUTADORES A Disse ação in i ulada “De inição de Requisi as Necessá ios à In e ope abilidade en e IED’s na Rede Elé ica de Dis ibuição” oi ap o ada em p o as ealizadas em 17-07-2015 o jú i / P esiden e P o esso Dou o Gáudio Domingos Ma ins Mon ei o P o esso Auxilia do Depa amen o de Engenha ia Ele o écnica e de Compu ado es da Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o ~ P o esso Dou o Sé gio Augus o Pi es Lei âo P o esso Auxilia do Depa amen o de Engenha ias da Escola de Ciências e Tecnologias da Uni e sidade de T ás-os-Mon es e Al o Dou o P o esso Dou o Helde Filipe Dua e Lei e P o esso Auxilia do Depa amen o de Engenha ia Ele o écnica e de Compu ado es da Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o O au o decla a que a p esen e disse ação (ou ela ó io de p oje o) é da sua exclusi a au o ia e oi esc i a sem qualque apoio ex e no não explici amen e au o izado. Os esul ados, ideias, pa ág a os, ou ou os ex a os omados de ou inspi ados em abalhos de ou os au o es, e demais e e ências bibliog á icas usadas, são co e amen e ci ados. c~ g~ ~L i19 o~ Au o - Gonçalo C uz Ma ques da Sil a Faculdade de Engenha ia da Uni e sidade do Po o Resumo Com a e olução dos Sis emas de Au omação de Subes ações, êm su gido no as ecnologias de comunicação que assegu am uma maio iabilidade do Sis ema Elé ico de Ene gia e, conse- quen emen e, qualidade no o necimen o de ene gia aos consumido es inais. A no ma IEC 61850 é exemplo dessa e olução, em que o seu g ande obje i o consis e na ga an ia de in e ope abilidade en e disposi i os de di e en es ab ican es numa Subes ação, essencialmen e, pela no malização das edes de comunicação e espe i os equipamen os. Sendo que ainda não oi plenamen e ob ida a in e ope abilidade, é âmbi o des a disse ação a de inição de equisi os necessá ios à in e ope a- bilidade en e IED’s na ede Elé ica de Dis ibuição po uguesa. Es a disse ação ap esen a os ensaios de uncionamen o e con o midade com no ma IEC 61850, especi icados na mesma. Alguns des es ensaios e am já ealizados an es da aplicação da no ma IEC 61850, sendo ago a adap ados às no as necessidades. São ainda ap esen ados pos- si eis es es de in e ope abilidade a ealiza . Es es úl imos não são especi icados na no ma, mas e elam-se de g ande impo ância na ob enção da in e ope abilidade en e equipamen os de di e- en es ab ican es, dado que os es es de con o midade de inidos apenas es am um equipamen o de o ma singula e não o sis ema global. Is o signi ica que um equipamen o ap o ado em es- es de con o midade, pode não es a ap o a ope a com ou os equipamen os. São ap esen adas e amen as de es e à no ma IEC 61850, como OMICRON e RTDS echnologies. Com a iden i icação de alguns en a es à in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican- es, pela análise da implemen ação ei a pelos di e en es o necedo es das Subes ações do Ope- ado da Rede de Dis ibuição po uguesa (EDP Dis ibuição), é ap esen ada uma solução pa a no malização dos desc i i os de sinais, segundo a no ma IEC 61850, u ilizados pa a e ei os de comunicação e ical e ho izon al nas Subes ações. A disse ação con empla ambém a ealização de ensais às sinalizações de um painel ipo de Média Tensão, em que os IED’s associados aos painéis comunicam po IEC 61850. Es es o am ealizados a a és da e amen a da OMICRON, IEDScou , que pe mi e simulação das comunica- ções e sinais. Nes e abalho é ainda explo ada a possibilidade da aplicação da no ma IEC 61850 em Sis- emas de Alimen ação, ealizando uma no malização semelhan e pa a os sinais u ilizados nes es sis emas. É desc i a a necessidade des a aplicação, bem como os possí eis bene ícios da mesma. Pala as-cha e: In e ope abilidade; No ma IEC 61850; Rede de Comunicação em Subes a- ções; Sis emas de Alimen ação de Co en e Con ínua; Sis emas de p o eção, Comando e Con olo; Tes es de Funcionamen o e Con o midade; Tes es de In e ope abilidade. i ii Abs ac The e olu ion o Subs a ion Au oma ion Sys ems b ough new communica ion echnologies ha ensu e g ea e eliabili y o he Elec ic Powe Sys em and, consequen ly, quali y o ene gy supply o inal consume s. The s anda d IEC 61850 is an example o i , as i s main goal is o gua- an ee in e ope abili y be ween de ices om di e en manu ac u e s in a Subs a ion, essen ially, by he no maliza ion o communica ion ne wo ks and espec i e equipmen . Since in e ope abi- li y has no been ob ained, he de ini ion o equi emen s o in e ope abili y be ween IED’s in Po uguese Elec ical Dis ibu ion Ne wo k is a p ima y objec o his disse a ion. This documen p esen s he ope a ing es s and con o mance es s acco ding wi h he s anda d IEC 61850. Some o hese es s we e al eady pe o med be o e he applica ion o IEC 61850, being now adap ed o i s needs. I also ea u es possible in e ope abili y es s o be pe o med. These a e no speci ied in he s anda d, howe e , hey ha e e ealed o be an impo an asse o achie e he in e ope abili y be ween equipmen om di e en selle s, as speci ied, con o mance es s only es a unique equipmen and no he o e all sys em. A de ice app o ed in con o mance es ing can no be able o ope a e wi h o he equipmen . I also p esen s IEC 61850 es ing ools, as OMICRON and RTDS echnologies. The iden i ica ion o some ba ie s o he in e ope abili y be ween IED’s om di e en selle s, made by he analysis o he implemen a ion made by di e en supplie s o Po uguese Dis ibu ion Sys em Ope a o (EDP Dis ibuição), p esen s a solu ion o he no maliza ion o desc ip i e sig- nals in acco dance wi h he s anda d IEC 61850, used o e ical and ho izon al communica ion pu poses in Subs a ions. This documen also includes pe o mance signal es s o a ypical Medium Vol age Panel, which communica es by IEC 61850. These we e pe o med by OMICRON’s so wa e, IEDScou , which allows he simula ion o communica ions and signals. I also explo es he possibili y o he applica ion o IEC 618550 in Powe Sys ems by pe - o ming a simila no maliza ion o signal used in hese sys ems. The need o his applica ion is desc ibed, as well as i s possible bene i s. Keywo ds: Communica ion Ne wo k in Subs a ions; Di ec Cu en Powe Sys ems; IEC 61850 S anda d; In e ope abili y; In e ope abili y es s; Ope a ion and Con o mance Tes ing; P o- ec ion Sys em, Command and Con ol. iii i Ag adecimen os Ag adeço aos meus o ien ado es, o P o esso Dou o Helde Lei e e o Engenhei o Da id Lima pela disponibiliade e con iança deposi ada, bem como ao Engenhei o Albe o Pin o. A o ien ação ecebida oi uma g ande ajuda na conc e ização do abalho. Ag adeço pela opo unidade que me de am em abalha com eles e na EDP Dis ibuição. Ag adeço ambém a odas as pessoas do Depa amen o de Manu enção de Subes ações da EDP Dis ibuição pela o ma como me acolhe am nes es meses, em especial ao pessoal de Sis emas pela disponibiliade e ajuda no escla ecimen o de dú idas. Con ibui am em mui o pa a es e abalho e pa a a minha o mação. À minha amília, em especial aos meus pais e i mã po me e em apoiado e p opo cionado as condições necessá ias pa a o sucesso na ida académica. Po úl mo, ag adeço a odos os meus amigos que me êm acompanhado em odos os momen os e que pelo companhei ismo demons ado se o na am de g ande impo ância na conc e ização des a e apa. Gonçalo C uz Ma ques da Sil a xii LISTA DE FIGURAS Lis a de Tabelas 4.1 Exemplo de Desc i i os na Base de Dados de uma Subes ação . . . . . . . . . . 54 4.2 Desc i i os u ilizados pa a a unção de Disjun o . . . . . . . . . . . . . . . . . 55 4.3 Desc i i os u ilizados pa a as unções de Máximo de In ensidade, pa a ca ac e ís- icains an âneaede empo............................. 55 4.4 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unçõesdedisjun o ................................. 62 4.5 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções de máximo de in ensidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62 4.6 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unçõesde eligação ................................ 63 4.7 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com ou as unções.................................... 63 4.8 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Medida . . . . . . . 64 4.9 Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Comando . . . . . . 65 5.1 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED daE acec ...................................... 72 6.1 Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Sinalizações . . . . . . . . . . . 79 6.2 Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Medidas . . . . . . . . . . . . . 79 A.1 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções dedisjun o ..................................... 85 A.2 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções demáximodein ensidade ............................. 86 A.3 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções de eligação..................................... 86 A.4 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções ....................................... 87 A.5 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções dedisjun o ..................................... 87 A.6 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções demáximodein ensidade ............................. 88 A.7 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com unções de eligação..................................... 88 A.8 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a Sinalizações elacionadas com ou as un- ções ......................................... 89 A.9 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de disjun o ....................................... 89 xiii xi LISTA DE TABELAS A.10 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de máximodein ensidade ............................... 90 A.11 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com unções de eligação....................................... 90 A.12 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções 91 A.13 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de disjun o ....................................... 92 A.14 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de máximodein ensidade ............................... 93 A.15 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de eligação....................................... 93 A.16 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções 94 A.17 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . 95 A.18 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . 95 A.19 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . 96 A.20 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Medida . . . . . . . . . . . . . 96 A.21 Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Comando . . . . . . . . . . 97 A.22 Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Comando . . . . . . . . . . 98 A.23 Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Comando . . . . . . . . . . . 99 A.24 Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Comando . . . . . . . . . . . . 100 B.1 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED daE acec ...................................... 101 B.2 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED daGE ........................................ 102 B.3 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de máximo de in en- sidade,aoIEDdaE acec.............................. 102 B.4 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de máximo de in en- sidade,aoIEDdaGE................................ 103 B.5 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de eligação, ao IED daE acec ...................................... 103 B.6 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções de eligação, ao IED daGE ........................................ 104 B.7 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com ou as unções, ao IED da E acec........................................ 104 B.8 Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com ou as unções, ao IED da GE 105 Ab e ia u as ACSI Abs ac Communica ion Se ice In e ace AT Al a Tensão CID Con igu ed IED Desc ip ion DEF Documen o No ma i o de Especi icação Funcional de Ma e iais e Apa elhos da EDP Dis ibuição Ene gia DMA Documen o No ma i o de Ca ac e ís icas e Ensaios de Ma e iais e Apa elhos da EDP Dis ibuição Ene gia DUT De ice Unde es EDP Ene gias de po ugal FAT Fac o y Accep ance Tes Gbps Gigabi po segundo GOOSE Gene ic Objec O ien ed Subs a ion E en GPS Global Posi ioning Sys em GSE Gene ic Subs a ion E en GSSE Gene ic Subs a ion S a us E en ICD IED Con igu a ion Desc ip ion IEC The In e na ional Elec o echnical Commission IED In elligen Elec onic De ice IHM In e ace Homem-Máquina IP In e e P o ocol LAN Local A ea Ne wo k LC Logical Connec ion LD Logical De ice LN Logical Node Mbps Megabi po segundo MICS Model Implemen a ion Con o mance S a emen MT Média Tensão MU Me ging Uni PCL Pos o de Comando Local PD Physical De ice PICS P o ocol Implemen a ion Con o mance S a emen PIXIT P o ocol Implemen a ion eX a In o ma ion o Tes ing RLC Rede Local de Comunicação RMS Valo e icaz RTU Remo e Te minal Uni SACC Sis ema de Alimen ação de Co en e Con inua SAS Sis ema de Au omação de Subes ações SAT Si e Accep ance Tes SCADA Supe iso y Con ol and Da a Acquisi ion x x i ABREVIATURAS E SÍMBOLOS SCC Sis ema de Comando e Con olo SCD Subs a ion Con igu a ion Desc ip ion SCL Subs a ion Con igu a ion Language SE Subes ação SEE Sis ema Elé ico de Ene gia SMV Sampled Measu ed Value SP Sis ema de P o eção SPCC Sis ema de P o eção, Comando e Con olo SSD Sys em Speci ica ion Desc ip ion SV Sampled Value SW Swi ch TCP T ansmission Con ol P o ocol TI T ans o mado de Co en e TT T ans o mado de Tensão UC Unidade Cen al URTA Unidade Remo a de Teleação e Au omação Vca Tensão em Co en e Al e nada Vcc Tensão em Co en e Con ínua VLAN Vi ual Local A ea Ne wo k XML eX ensible Ma kup Language Capí ulo 1 In odução Em busca po um comp omisso en e qualidade de se iço, iabilidade, lexibilidade, economia e capacidade de comando e con olo dos equipamen os p imá ios de uma Subes ação na Rede de Dis ibuição, cabe ao Ope ado aplica medidas no sen ido de a ingi es es obje i os. Recen emen e, hou e uma g ande melho ia ao ní el da ecnologia em edes de comunicação que o na possí el a ação dos Sis emas de Au omação numa Subes ação. Reco endo a ecno- logias como E he ne , TCP/IP, edes de al a elocidade e compu ado es de al o desempenho a baixo cus o, ga an em no as capacidades que não exis iam aquando da c iação dos p o ocolos de au omação em Subes ações. Po o ma a i a p o ei o da mode nização ecnológica a Comis- são Ele o écnica In e nacional (IEC, da li e a u a anglo-saxónica: In e na ional Elec o echnical Commission) p oje ou um no o “s anda d” no âmbi o da au omação em Subes ações, denominado IEC 61850. O Ope ado da Rede de Dis ibuição po uguesa, EDP Dis ibuição SA, p ocu a a ingi a in- e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es com a no ma IEC 61850, cujo es ado de desen ol imen o ainda não se encon a plenamen e inalizado/alcançado. Assim, espe a-se uma expansão dos Sis emas de Au omação de Subes ações com base na no ma IEC 61850 po o ma a pad oniza as comunicações ao ní el das Subes ações. Com a aplicação da no ma, p e ende-se que a a qui e u a da ede de comunicação se o ne semelhan e en e di e en es Subes ações, es ando assim ap as a esponde a incompa ibilidades en e equipamen os de di e en es ab ican es. Com a não e i icação da plena in e ope abilidade em Subes ações da esponsabilidade do Ope ado da Rede de Dis ibuição po uguesa, o na-se necessá io especi ica , jun o dos ab i- can es, o que é desejado ao ní el de implemen ação segundo a no ma IEC 61850, pa a que se e i ique coe ência en e os di e en es IED’s. O ac o de a no ma IEC 61850 não de ini es es de in e ope abilidade deixa ao Ope ado a necessidade de explo a possí eis soluções que pe mi am a e i icação da mesma. A pa dos Sis emas de P o eção, Comando e Con olo exis em os Sis emas de Alimen ação, esponsá eis po o nece os di e en es ní eis de ensão necessá ios à ope ação de odos os equi- pamen os do sis ema, bem como assegu a o pleno uncionamen o da Subes ação em caso de alha na ede elé ica ou a a ia de equipamen os. 1 2In odução Assim, é obje i o des a disse ação, in i ulada “De inição de equisi os necessá ios à in e o- pe abilidade en e IED’s na ede Elé ica de Dis ibuição”, jun amen e com a no ma IEC 61850, de ini equisi os necessá ios à in e ope abilidade en e IED’s den o do que é a ealidade da EDP Dis ibuição. Os equisi os de inidos pode ão i a aze pa e de uma lis a com especi icações a se en egue aos ab ican es, no momen o da aquisição de SPCC’s. 1.1 Es u u a da Disse ação A disse ação es á di idida em se e capí ulos. O p imei o ap esen a uma in odução do ema em es udo, bem como a mo i ação e obje i os do abalho desen ol ido. É ainda desc i a a es u- u a da disse ação, esumindo cada um dos capí ulos. O capí ulo dois consis e na e isão de li e a u a sob e as comunicações numa Subes ação de Dis ibuição. É desc i a a ede de comunicação ho izon al e e ical na Subes ação e ap esen ada a necessidade de in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es. É ainda ap esen ada a Linguagem de Con igu ação de Subes ações, bem como a comunicação ho izon al po mensagens GOOSE e o modelo de dados de um IED. O capí ulo é inalizado com a ap esen ação de possí eis bene ícios com a aplicação da no ma IEC 61850 po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição. O capí ulo ês consis e na e isão de li e a u a ela i a a ensaios e es e de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850. É ap esen ada uma in odução aos es es de unci- onamen o numa Subes ação do Ope ado da Rede de Dis ibuição. Seguidamen e, são desc i os os ensaios e es es p opos os na no ma, como Tes es de Ga an ia de Qualidade, Tes es de Con o - midade, Tes es Funcionais e Tes es de Desempenho do Sis ema. Os Tes es de In e ope abilidade, não de inidos na no ma, são ambém ap esen ados. Po im, desc e e-se um Disposi i o de Tes e Uni e sal, bem como e amen as de es e à no ma IEC 61850, da OMICRON e da RTDS echno- logies. O capí ulo qua o consis e na No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850. É ap esen ada uma compa ação dos Nós Lógicos u ilizados a u- almen e pelos o necedo es E acec, Siemens, ABB e GE, que o necem os SPCC’s do Ope ado da Rede de Dis ibuição, EDP Dis ibuição SA. São ap esen ados os Nós Lógicos especi icados na no ma IEC 61850 pa a unções de P o eção, Con olo, Disposi i os Físicos, Sis ema e Segu- ança do Disposi i o, equipamen os p imá ios e Se iços de Sis ema. Nesse mesmo capí ulo, é ap esen ada uma possí el solução pa a a no malização dos Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850. O Capi ulo cinco abo da o so wa e IEDScou da OMICRON pa a ensaios à no ma IEC 61850. É ap esen ada uma in odução ao so wa e, seguida do p ocedimen o e equipamen os u ilizados em ensaios. O capí ulo seis abo da os Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de Dis ibuição e a possí el aplicação da no ma IEC 61850 na comunicação de sinalizações e medidas. É ap esen- ada uma in odução sob e os Sis emas de Alimen ação e as an agens da aplicação da no ma IEC 61850, bem como p opos a a no malização das sinalizações e medidas u ilizadas a ualmen e. 1.1 Es u u a da Disse ação 3 O capí ulo se e, e úl imo, ap esen a as p incipais conclusões, limi ações e con ibuições des e abalho de disse ação. São ambém ap esen adas suges ões de possí eis abalhos u u os. 4In odução Capí ulo 2 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 Nes e Capí ulo se á desc i a a ede de comunicação ho izon al e e ical nas Subes ações da Rede de Dis ibuição em Po ugal (60/30kV ou 60/15kV), espe i a es u u a e a qui e u a, bem como os ní eis uncionais da subes ação. Ap esen a-se a necessidade e os equisi os da in e- ope abilidade en e Disposi i os Ele ónicos In eligen es (IED’s, da li e a u a anglo-saxónica: In elligen Elec onic De ices) numa Subes ação: es ado da a e em 2015. Po úl imo, são ap e- sen ados: Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, do inglês: Subs a ion Con igu a ion Language), Comunicação Ho izon al po mensagens GOOSE (da li e a u a anglo-saxónica: Ge- ne ic Objec O ien ed Subs a ion E en ) e o modelo de dados de um IED. 2.1 Rede de comunicação ho izon al e e ical nas Subes ações: Su- bes ação de Dis ibuição em Po ugal Os Sis emas de Au omação de Subes ações (SAS) são sis emas de supe isão, de ges ão e con olo de sis emas de dis ibuição de ene gia elé ica, compos os po IED’s in e ligados de o ma a pa ilha em in o mação, a a és da Rede Local de Comunicação (RLC), de al a elocidade. Os sis emas au oma izados mais e oluídos u ilizados nas SE’s AT/MT passam pela u ilização de Sis emas de P o eção, Comando e Con olo (SPCC). Os SPCC’s êm indo a so e al e ações cons an es com o deco e dos empos [1] [2]. Nos sis emas clássicos, o ha dwa e esponsá el pelas unções de p o ecção e a isicamen e dis in o do esponsá el pelas uncionalidades de comando e con olo, em que es es eco em a um au ó- ma o, designado po Unidade Remo a de Teleação e Au omação (URTA). Com o desen ol imen o ecnológico, as p o eções passa am a se mic op ocessadas, pe mi indo a que es es dois sis emas ossem inco po adas num mesmo disposi i o (IED), o iginando os SPCC’s. Assim as Subes ações da Rede de Dis ibuição em Po ugal (60/30kV ou 60/15kV) di idem-se segundo o ipo de SPCC, espe i amen e, Clássicas ou Numé icas [3]. 5 12 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 IEDs den o de uma Subes ação, eco endo à Rede de Á ea Local (LAN, da li e a u a anglo- saxónica Local A ea Ne wo k), ainda não oi a ingida uma in e ope abilidade en e IEDs de di e- en es ab ican es, is o é, es es equipamen os ainda não ap esen am a capacidade de comunica em e pa ilha em in o mação en e si em pleno uncionamen o [11]. A no ma IEC 61850 não de- ine es es de in e ope abilidade, a i mando que “ es es de in e ope abilidade global pa a odos os equipamen os não é iá el” [12]. Es ão de inidos apenas es es de con o midade, que não são su icien es pa a a e i icação da in e ope abilidade, apenas passam ao u ilizado algum g au de con iança de que os disposi i os pode ão ope a jun os. A implemen ação da in e ope abilidade en e IED’s den o de uma Subes ação é uma a e a di ícil de conclui a ualmen e, segundo [12], e i ica-se uma ambiguidade p esen e na no ma IEC 61850, que se de ine como um p o ocolo pa a edes de comunicação em Subes ações. A o ma como es á esc i a pe mi e mui a libe dade aos di e en es ab ican es na manei a como desen ol em os seus p odu os. As á ias o mas de implemen ação ao ní el dos Nós Lógicos e espe i os a ibu os, as possí eis di e en es in e p e ações po pa e de cada ab ican e, os di e en es pe is de comunicação e ainda a in luência da a qui e u a da ede de comunicação, são azões que di icul am a in e ope abilidade [12]. Os Nós Lógicos (LNs, da li e a u a anglo-saxónica Logical Nodes), ap esen ados na secção 2.5.1, es ão bem de inidos na no ma bem como os dados e espe i os a ibu os, sendo necessá io pa a a in e ope abilidade a no ma pe mi e a opção po LNs p i ados, dados e GGIOs (Nós Lógicos Gené icos, da li e a u a anglo-saxónica: Gene ic Inpu and Ou pu ) de o ma a aze en e a si uações di íceis de de ini com os modelos já pad onizados [13]. Es a u ilização mais gené ica ob iga a um meno es o ço ao ní el de implemen ação aos ab ican es, mas em con apa ida c ia p oblemas de in e ope abilidade, azendo com que os equipamen os passem pelos es es de con o midade mas não endo a capacidade de in e agi em en e eles. Ao ní el dos Disposi i os Lógicos (LDs, da li e a u a anglo-saxónica Logical De ices) não há qualque ipo de de inição no malizada, ou seja, os ab ican es e u ilizado es dos equipamen os êm o al libe dade nes e aspe o cons u i o, o que, po sua ez, az com que apa eçam no me cado alguns IEDs com apenas um LD e ou os com á ios LDs implemen ados. Um IED ou Disposi i o ísico (PD, da li e a u a anglo-saxónica Physical De ice) ipicamen e compo a á ios LDs, como o de P o eção, Con olo, Medição e Regis o. Po ezes, é ainda de inido um LD gené ico, es as inde inições aca e am p oblemas de in e ope abilidade [12]. A ambiguidade na in e p e ação da no ma pelos ab ican es é um pon o c í ico à in e ope abili- dade. Ap esen a-se como exemplo [12] os ichei os CID (da li e a u a anglo-saxónica: Con igu ed IED Desc ip ion) ou ICD (da li e a u a anglo-saxónica: IED Con igu a ion Desc ip ion), especi- icados na pa e 6 da no ma IEC 61850 [14]. usados pa a oca de in o mação com o con igu ado do sis ema que em sido um indicado de ambiguidade, o iginando a iadas implemen ações em e amen as de con igu ação do sis ema. Um ichei o ICD, segundo a de inição p esen e na no ma, é um ichei o modelo de um IED con endo secções pa a comunicação opcional, capacidades do IED, nome do IED, ipos de LNs e nome da subes ação. Assim não de e á con e qualque ipo de in o mação especí ica necessá ia pa a aplicação. Um ichei o CID em de inido como um ichei o 2.2 A necessidade da in e ope abilidade en e IED’s numa Subes ação: es ado da a e em 201513 que desc e e um IED ins anciado (inse ido) num p oje o especí ico com odas as mensagens pu- blicadas e subsc i as e espe i as in o mações especí icas de con igu ação como o ende eço do IED. A ans e ência de dados associada à comunicação po mensagens GOOSE en e IEDs p e- cisa de ichei os SCL (do ingles: Subs a ion Con igu a ion Language), secção 2.3, com ende eços especí icos de comunicação e mensagens publicadas. Apa ecendo a dú ida sob e qual o ipo de ichei o que de e se u ilizado nesse caso. A ualmen e apa ecem e amen as que apenas acei am um ipo de ichei o e ou as que a é ge am os dois ipos, c iando mais um p oblema à in e ope a- bilidade en e equipamen os de di e en es ab ican es. Es e p oblema pode se esol ido al e ando a ex ensão do a qui o pa a pe mi i acei ação po pa e do con igu ado . A no ma IEC 61850 de ine um pe il de comunicação necessá io à in e ope abilidade, mais uma ez, com a ibu os ob iga ó ios mas com ou os opcionais. Pe mi indo pe is de comunicação implemen ados segundo a mesma, di e en es en e ab ican es, pode le a a que não sejam ope- á eis equipamen os en e si, em pleno. A in e ope abilidade dos IEDs numa Subes ação é ainda a e ada pela a qui e u a da ede de comunicação [12]. Ou a di iculdade à in e ope abilidade é a ligação ísica, a io de cob e, dos IEDs. Dado que cada ab ican e em um módulo de ligações do painel asei o de en adas e saídas di e en e. Se ia bené ico pa a o Ope ado da Rede de Dis ibuição a no malização do aspe o cons u i o des es painéis de I/Os (inpu /ou pu ) de o ma a pe mi i a ácil subs i uição da icha de ligações, e i ando a necessidade aze a eligação io a io e, po ezes, a econ igu ação das posições de en adas e saídas. Nas Figu a 2.6 e Figu a 2.7 e i ica-se as di e enças en e os di e sos ab ican es, enquan o os ab ican es ABB e E acec ap esen am ichas acilmen e amo í eis, a Siemens não. Figu a 2.6: Painéis asei os de IEDS’s, espe i amen e, ab ican e ABB e E acec 14 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 Figu a 2.7: Painel asei o de IED, do ab ican e Siemens As di e en es in e p e ações da No ma IEC 61850, po pa e dos di e en es ab ican es e o ac o de o Ope ado da Rede de Dis ibuição não especi ica equisi os ao ní el de soluções da no ma le a a que, na g ande maio ia dos casos, os equipamen os enham implemen ações p óp ias de cada ab ican e, mesmo que desen ol idos com base na no ma. Assim, não em sido i ado o máximo bene ício da u ilização do p o ocolo, que ao ní el da in e ope abilidade, que na possibilidade de eu ilização de p oje os de engenha ia em di e en es ins alações. Des a o ma, su ge a necessidade da Ope ado a da Rede de Dis ibuição especi ica ao ní el da no ma IEC 61850 jun o dos o necedo es. De ini conc e amen e o que que de cada ab ican e em cada pa âme o do equipamen o, melho ando assim a capacidade de melho a alia as unci- onalidades implemen adas. Es e p ocesso de e á se aplicado passo a passo, demo ando o empo necessá io, pois es á limi ado pela expe iencia na aplicação da no ma, ecnologia disponí el, cus o de in es imen o e complexidade dos sis emas. A aplicação da in e ope abilidade se ia acili ada se os di e en es ab ican es se unissem na busca de uma solução uni o me na u ilização da no ma IEC 61850. Nes a ase, pa a que se consiga um maio ap o ei amen o da no ma é essencial a ea- lização de ensaios labo a o iais que pe mi am a de inição de me odologias de ensaio, pe mi indo e e ua es es de in e ope abilidade. Finalizando, os es es de con o midade, de inidos na no ma IEC 61850 pa e 10 [15] não conseguem po si só ga an i uma in e ope abilidade, pelo simples ac o de que consis em no es e de um único disposi i o con a o sis ema de es es e p ocedimen os p é-con igu ados. Pela impo ância e necessidade dos es es de in e ope abilidade se ão desc i os na secção 3.5. 2.3 Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, Subs a ion Con igu a ion Language) 15 2.3 Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, Subs a ion Con igu a ion Language) A Linguagem de Con igu ação de Subes ações (SCL, da li e a u a anglo-saxónica: Subs a- ion Con igu a ion Language) es á de inida na no ma IEC 61850 pa e 6 [14] com o obje i o de pad oniza os dados ela i os aos IEDs, com o obje i o de a ingi a in e ope abilidade en e os equipamen os e espe i as e amen as de con igu ação. É uma linguagem conside ada de al o ní el, baseada em XML (da li e a u a anglo-saxónica: eX ensible Ma kup Language). Possibili a a desc ição do esquema uni ila da Subes ação, bem como a ede de comunicações, as ins âncias dos LNs e as elações en e os equipamen os da Subes ação. A no ma suge e a u ilização de eg as na o ma ação dos ichei os e c iação de es u u as, po o ma a ga an i uma maio iabilidade na oca de desc ições das uncionalidades dos IEDs e da desc ição do Sis ema de Au omação de Subes ações (SAS). Pe mi indo assim a execução de comunicação bidi ecional en e as e amen as de con igu ação dos IEDs e as e amen as de con igu ação do Sis ema [11]. Es a comunicação possibili a uma con igu ação da Subes ação independen e da con igu ação dos IEDs. P og edindo assim, no sen ido da in e ope abilidade en e os á ios ab ican es, no que diz espei o às espe i as e amen as de con igu ação. A linguagem SCL é cons i uída po á ios ipos de ichei os de dados ela i os às unções do SAS [14]. O SSD (da li e a u a anglo-saxónica: Sys em Speci icacion Desc ip ion) con ém in o - mação sob e a con igu ação e ca ac e ís icas da ede de comunicação, como o diag ama uni ila , as unções alocadas ao diag ama e os dados supo ados. O ICD (da li e a u a anglo-saxónica: IED Capabili y Desc ip ion) ap esen a as ca ac e ís icas e uncionalidades de cada IED, o necidas pelo ab ican e. Quando de inido pa a um p oje o especí ico de uma Subes ação o ichei o passa a CID (da li e a u a anglo-saxónica: Con igu ed IED Desc ip ion), incluindo in o mações do IED, como ende eço e in o mação sob e os LNs, e ainda con igu ações pa a oca de mensagens GO- OSE. Po im, o SCD (da li e a u a anglo-saxónica: Subs a ion Con igu a ion Desc ip ion) jun a os ichei os ICD ou CID com os SSD, de inindo assim a con igu ação comple a da Subes ação, incluindo a ede de comunicação e in o mação sob e a oca de dados. O mé odo simples de implemen ação des a linguagem SCL desc e e-se na Figu a 2.8, com os á ios ipos de ichei os e e amen as de con igu ação do Sis ema e IEDs. 16 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 Figu a 2.8: Relação en e ichei os SCL e e amen as de engenha ia [2] A SCL é po ado a de algumas an agens [9], como a capacidade de pe mi i que a a és de e amen as de desen ol imen o o -line sejam ge ados ichei os necessá ios à con igu ação au- omá ica de IEDs a pa i do p oje o do sis ema, eduzindo o es o ço e cus o de con igu ação. Pe mi e ainda a pa ilha de con igu ações de IEDs en e di e en es o necedo es, de o ma a eli- mina e en uais equí ocos e incoe ências. O clien e pode en ega os p óp ios a qui os SCL aos ab ican es, ga an indo assim a co e a con igu ação dos equipamen os. É ainda possí el, sem qualque ligação à ede, a con igu ação de aplicações IEC 61850. 2.4 A comunicação Ho izon al - Mensagens GOOSE A comunicação ho izon al é p ocessada no “bay le el” da Subes ação, consis indo no modo edi o /subsc i o (da li e a u a anglo-saxónica: Publishe /subsc ibe ) de mensagens. Es as podem se dis ibuídas pela ede de o ma unicas , mul icas ou b oadcas , ou seja, podem se ecebidas po um, á ios ou odos os IEDs [2]. A comunicação a es e ní el não u iliza sinalizações de 2.4 A comunicação Ho izon al - Mensagens GOOSE 17 con i mação de en ega das mensagens, es as são epe idas sucessi amen e en e in e alos de empo na casa dos milissegundos. Nes e sen ido a pa e 8 da no ma IEC 61850 p opõe mensagens GOOSE (da li e a u a anglo- saxónica: Gene ic Objec O ien ed Subs a ion E en ) ca ac e izadas pelo modo edi o /subsc i o . São mensagens compos as pela in o mação que pe mi e conhece um es ado oi modi icado e o ins an e em que oco eu a modi icação. As mensagens GOOSE podem se aplicadas em á ias si uações de lógica, como exemplo: (i) unção de alha de disjun o , (ii) sele i idade lógica, (iii) ans e ência au omá ica de linhas, (i ) ans e ência de ca ga en e ans o mado es no caso de alha num deles, ( ) auxílio à manob a de pa alelismo de ans o mado es, en e ou os [11]. As mensagens GOOSE ca ac e izam-se po e e ua em um mapeamen o di e amen e na ca- mada e he ne , pe mi indo uma o imização na descodi icação de mensagens, o que le a a meno es empos de a amen o e ans e ência. Reco em ainda ao p o ocolo VLAN (da li e a u a anglo- saxónica: Vi ual Local A ea Ne wo k), sob e edes e he ne , po o ma a melho a a segu ança e o desempenho dos esquemas de p o eção. O modelo GSE (da li e a u a anglo-saxónica: Gene ic Sus a ion E en Model) [16], ep esen- ado na Figu a 2.9, de inido na no ma IEC 61850, exempli ica a comunicação ho izon al a a és da oca de mensagens GOOSE. Figu a 2.9: Modelo GSE (Gene ic Subs a ion E en ) [16] 1. O LN PDIS de e a uma alha, o que esul a na decisão de en ia uma mensagem GOOSE. 2. O LN PTRC en ia a mensagem GOOSE que é ecebida pelo disjun o XCBR0. Após a análise da mensagem, o disjun o ab e o In e up o (SW, da li e a u a anglo-saxónica: Swi ch). 18 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 3. A in o mação da mudança de es ado do SW do disjun o de ON pa a OFF é a ualizada e en iada pa a os elés. 4. O LN RREC ecebe a mensagem GOOSE en iada pelo XCBR0. De aco do com a sua con igu ação, o RREC decide pelo echo do SW e en ia a mensagem pa a o XCBR0. 5. O XCBR0 ecebe a mensagem GOOSE inda do RREC e após análise, esul a a decisão de echa o SW do disjun o . O XCBR0 a ualiza a in o mação da mudança do SW do disjun o de OFF pa a ON. 2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED Os modelos de dados ep esen am as unções e a ibu os dos disposi i os ísicos de uma SE. A no ma IEC 61850 de ine e no maliza um modelo de dados o ien ado a obje os, onde os dados são ocados en e unções e sub unções p esen es nos IED’s [2]. Os IED’s ou Disposi i os Físicos (PD, da li e a u a anglo-saxónica: Physical De ice) são com- pos os po ha dwa e eso wa e, es e úl imo co esponde ao conjun o de unções que ca a e izam o seu uncionamen o. As unções eco em a classes de dados e espe i as ins âncias de dados. Num conjun o de unções in e nas de um IED em que oco a oca de in o mação, designa-se po Nó Lógico (LN, da li e a u a anglo-saxónica: Logical Node). Po sua ez, um conjun o de LN’s o igina um Disposi i o Lógico (LD, da li e a u a anglo-saxónica: Logical De ice), con endo o - ganizadamen e odos os dados necessá ios ao cump imen o das uncionalidades designadas. No Disposi i o Físico ou IED encon a-se o LD, esponsá el po gua da odos os dados indispensá- eis à ligação do IED com a ede exis en e. As ins âncias do IED são esponsá eis po a qui a oda a in o mação, da qual dependem as uncionalidades ine en es ao disposi i o. Na Figu a 2.10, ap esen a-se o modelo de um IED segundo a no ma IEC 61850. O modelo segue uma es u u a hie á quica. 2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED 19 Figu a 2.10: Modelo de dados, segundo IEC 61850 [11] 2.5.1 Nós Lógicos As unções de um SAS de em se cons i uídas po LN’s com um único nome, especi icado na no ma IEC 61850. Os LN’s podem se u ilizados po mais do que um LD. Os LD’s são compos os po LN’s que podem in e agi in e namen e e ex e namen e, is o é, pode in e agi ambém com LN’s de ou os PD’s. Es a in e ação é ei a po Ligações Lógicas (LC, da li e a u a anglo-saxónica: Logical Connec ion) alocadas po Ligações Físicas (PC, da li e a u a anglo-saxónica: Physical Connec ion), pe mi indo a oca de dados [8]. Es a in e ação pode se is a na Figu a 2.11. 20 As comunicações numa Subes ação de Dis ibuição: a a ualidade em 2015 Figu a 2.11: In e ação de Nós Lógicos, segundoa pa e 5 da no ma IEC 61850 [8] O Nó Lógico Ze o (LLN0, da li e a u a anglo-saxónica: Logical Node Ze o), ep esen ado na Figu a 2.11, ep esen a os dados comuns do LD. É a a és do LLN0 que são es abelecidos odos os se iços p e is os pela No ma IEC 61850, como po exemplo as mensagens GOOSE [8]. Es es se iços são esponsá eis pela comunicação en e LN’s e, como al, assumem um papel cen al na con igu ação da SE. Cada ab ican e em indo a a ibui uma noção di e en e a es e LLN0. Di e enças es as que o iginam p oblemas de comunicação e con igu ação dos IEDs, p incipalmen e quando se p e ende es abelece comunicação en e IED’s de ab ican es di e en es. Ao ní el da o ganização uncional dos Nós Lógicos, a no ma pe mi e a alocação de unções de o ma li e, supo ando di e en es iloso ias, is o pe mi e que os LN’s sejam alocados em á ios disposi i os ou simplesmen e num único, deixando es a decisão nas mãos dos u ilizado es [11]. A no ma IEC 61850 especi ica uma nomencla u a a se ap esen ada pa a os a ibu os da cada ins ância de um LN, quando se explo a o con eúdo de um IED. Essa especi icação é ei a como desc i o na Figu a 2.12. 2.5 Modelo de Dados de um Disposi i o Físico, IED 21 Figu a 2.12: Exemplo de uma e e enciação pela pa e 7-1 da no ma IEC 61850 [16] Es a no malização de nomencla u a o na-se essencial quando se p ocu a po uma in e ope- abilidade en e IED’s, sob e udo nos casos em que se e i icam IED’s de di e en es ab ican- es. Ve i ica-se a ualmen e algumas di e enças nes a nomencla u a en e ab ican es, o que pode o igina incompa ibilidades na comunicação, pela não in e p e ação de mensagens GOOSE po exemplo. Na pa e 5 da no ma IEC 61850 [8], es ão de inidas e e ências pa a LN’s, dependendo da unção co esponden e. É ap esen ada uma lis a de LN’s, di idida nas secções: LN’s pa a unções de p o eção, LN’s pa a con olo, Disposi i os Físicos, Segu ança do Sis ema e Disposi i o, LN’s elacionados com equipamen os p imá ios e LN’s elacionados com Se iços de Sis ema. Algu- mas in o mações não são e e idas nessa lis agem como um LN especí ico, sendo assim necessá io de ini-las como LN’s gené icos, GGIO, como suge e a no ma. Ve i ica-se que os ab ican es eco em em demasia a es es LN’s GGIO pa a implemen ação de unções, mesmo em casos em que a no ma já especi ica um de e minado LN. Es a o ma de implemen ação dos ab ican es de e-se à simpli icação do p ocesso de desen ol imen o de um equipamen o. Po ou o lado, no caso de econ igu ação ou manu enção, di icul a o abalho de in- e p e ação ao u ilizado , nes e caso Ope ado da Rede de Dis ibuição. Elimina ambém qualque capacidade de con igu ação au omá ica. O clien e, Ope ado da Rede de Dis ibuição, esponsá el pela manu enção das SE’s, pode ap esen a , jun o dos ab ican es, es ições e especi icações no desen ol imen o dos disposi i os, com o obje i o de ga an i um maio cump imen o da no ma. Su ge aqui a necessidade da de ini- ção de uma lis a de equisi os e exigências a ap esen a ao ab ican e, de modo a que os pa âme os e con igu ações da no ma sejam ga an idos com maio igo e e iciência. 28 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 (ii) Ensaios de Tipo Os Ensaios Tipo, apesa de i em de inidos na no ma IEC 61850, já e am an es u ilizados pelo Ope ado da Rede de Dis ibuição nos SPCC’s [18]. Têm o obje i o de e i ica a ap idão de um p odu o, endo em con a as aplicações p e is as pa a o mesmo. Es es ensaios de em se ealizados em equipamen os e i ados do p ocesso de ab ico e consis em na e i icação do p odu o con a os dados écnicos, como capacidade de esis ência mecânico, compa ibilidade ele omagné ica, in luências climá icas, co eção uncional e comple ude [18]. Após uma p imei a ealização, não necessi am de se epe idos, a menos que oco am mudanças na conceção ou no p ocesso de ab ico, que possam al e a as ca a e ís icas dos equipamen os. Os Ensaios de Tipo incluem a ealização dos seguin es ensaios [18]: • Ensaio Visual, que pe mi e a iden i icação de e en uais de ei os de ab ico, disposição dos equipamen os e e i icação da ma cação; • Ve i icação da indelebilidade da ma cação, segundo o especi icado na no ma EN 50298; • Ensaios climá icos: Calo seco, F io e Calo Húmido; • Ensaios Mecânicos: Resis ência à ib ação e ao choque; • Ve i icação dos g aus de p o eção: Índices IP (in óluc os elé icos) e IK (impac os mecâni- cos); • Ensaios dielé icos: Ensaios à onda de choque e à equência indus ial; • Ensaios de imunidade. (iii) Tes es de Con o midade Os es es de Con o midade são à comunicação en e IED’s na Subes ação e incluem a e i ica- ção do p ocedimen o de comunicação segundo a no ma IEC 61850 [17]. Es es es es se ão al os de análise na secção 3.3, seguindo o desc i o e especi icado na pa e 10 da no ma. (i ) Ensaios Sé ie ou de Ro ina (da li e a u a anglo-saxónica: Rou ine es ) Os Ensaios de Sé ie ealizados pa a es e aos SPCC’s, são ambém solici ados e especi icados na no ma IEC 61850 e são da esponsabilidade do o necedo do SPCC. Es es ensaios são e e u- ados de manei a epe i i a sob e p odu os ab icados em sé ie com is a a e i ica que uma dada ab icação sa is az os c i é ios de inidos. Pa a ealização de Ensaios de Sé ie, de e dispo -se da UC, do PCL, dos IED’s, dos pe i é icos e da ede de comunicação local. Os ensaios de sé ie consis em na ealização dos seguin es ensaios de uncionamen o [18]: • ensaio uncional dos SPCC’s, no que espei a ao so wa e ins alado; • ensaio uncional de odos os pe i é icos; • ensaio do p ocessamen o das comunicações; 3.2 Tes es de Ga an ia e Qualidade 29 • e i icação das ca a e ís icas es á icas das en adas logicas e analógicas, bem como saídas logicas, na UC e nos IED’s. É espe ado ainda que seja ensaiada a comunicação en e a UC e o Cen o de Condução. ( ) Ensaios em Fáb ica Os ensaios em áb ica, denominados FAT (da li e a u a anglo-saxónica: Fac o y Accep ance Tes ), são da esponsabilidade dos ab ican es dos equipamen os e são ealizados an es da ins ala- ção na Subes ação e espe i a colocação em se iço. Nos ensaios FAT são es adas e e i icadas as á ias unções de um SPCC. Assim, são ealizados em labo a ó io es es a odos os equipamen os a ins ala , jun amen e com elemen os simulados, nomeadamen e ó gãos de Al a Tensão, compo- nen es do pa que da ins alação [11]. Segundo a pa e 4 da no ma IEC 61850, es es ensaios são opcionais [17]. Nos ensaios FAT são es adas e e i icadas as á ias unções de um SPCC. Os ensaios FAT podem se di ididos em dois ipos, os que e i icam os pa âme os dos SPCC’s e os que en ol em a simulação de condições de uncionamen o, como di e en es empe a u as, choque, ib ações mecânicas ou impulsos elé icos, que p ejudicam o co e o uncionamen o dos equipamen os [19]. Após a conclusão dos ensaios FAT a odos os painéis da Subes ação, os mesmos de em se ligados à ede de ib a ó ica pa a p ocede aos seguin es ensaios, median e o p o ocolo ado ado pelo ab ican e [2]: • Acesso às p o eções e simulação de acesso emo o; • Regis o, a mazenamen o e acesso ao sis ema de Oscilope u bog a ia e localização de de- ei os; • Sis emas de P o eção (p o eção de ba amen o e alha de disjun o ); • Sinalizações pa a o Regis ado C onológico de Acon ecimen os; • Ala mes. ( i) Ensaios no Local de Ins alação Os ensaios no Local de Ins alação, SAT (da li e a u a anglo-saxónica: Si e Accep ance Tes ), di e em-se dos ensaios FAT po se em execu ados no local da ins alação do SPCC, na Subes ação. Es es ensaios seguem ês ases de ensaios [2]: • Ensaios de comissionamen o, desen ol idos pelo ab ican e, consis em na injeção p imá- ia de co en es e ensões, essencialmen e pa a e i icação de con inuidade dos ci cui os e obus ez; • Ensaios SAT, p op iamen e di os, ealizados pelos ab ican es com p esença da en idade eque en e; • Ensaios de colocação em se iço do painel, que de e ão e um p o ocolo especí ico de aco do com a en idade eque en e. Com emplam as e i icações e ações an es da e e i a 30 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 colocação em ensão do painel e e i icações e ações a oma após a colocação em ca ga do painel. Os ensaios de ga an ia de qualidade, de inidos na pa e 4 da no ma IEC61850 [17], e am já ealizados, em es es aos SPCC’s, an es da c iação des a no ma. Signi ica que mesmo com a in odução de um no o pa adigma nas SE’s, mui os aspe os se man êm, ao ní el de ensaios a ealiza . No en an o, pa a além dos ensaios já ealizados, a no ma suge e ensaios especí icos, que não e am ealizados a é ao seu apa ecimen o. Es es se ão abo dados nos pon os seguin es. 3.3 Tes es de Con o midade Com o obje i o de e i ica a con o midade de um de e minado IED, ao ní el da comunicação, com as especi icações e es ições impos as pela no ma IEC 61850, na pa e 10 da mesma [15] es á de inida uma me odologia de es es de con o midade e espe i os equisi os. Esses es es inse em-se nos Tes es de Qualidade, secção 3.2.1, os quais são da esponsabilidade do ab ican e do equipamen o. Sendo uma e i icação e alidação especí ica dos equisi os de comunicação, os es es de con o midade são ce i icados po uma en idade independen e com labo a ó ios ex e nos especia- lizados, al como a KEMA. O ce i icado de con o midade de e á se en egue com o IED [20]. Os es es de con o midade demons am a capacidade do Disposi i o Sob Tes e (DUT, da li e- a u a anglo-saxónica: De ice Unde Tes ) ope a de aco do com o de inido na no ma IEC 61850, exigindo a conside ação das seguin es p oblemá icas [15]: • O p oblema de um es e comple o é a quan idade de cená ios possí eis, pode cob i -se odos os casos no mais de uncionamen o, mas isso pode não se e dade pa a odos os casos de alha. • Não é possí el es a odas as con igu ações do sis ema u ilizando IED’s de di e en es ab i- can es, de endo eco e -se a um modelo no malizado de es es a a és de simulação. O que implica um aco do sob e a con igu ação e p ocedimen os de ensaio, pa a que os esul ados sejam compa í eis e ep odu í eis. • A no ma não pad oniza as unções dos equipamen os de comunicação, não abo dando os modos de alha das unções. No en an o, a exis ência de unções dis ibuídas e o impac o da espos a das unções no luxo de dados no disposi i o, c ia alguma in e dependência. • Dependendo das de inições ap esen adas na no ma, algumas p op iedades do equipamen o de e ão se comp o adas po in o mação e documen os o necidos com o equipamen o. O es e de con o midade de e se pe sonalizado pa a cada DUT, segundo as capacidades iden- i icadas em documen os o necidos pelos ab ican es. Ao se em subme idos equipamen os pa a es e de em se , jun amen e, o necidos os seguin es elemen os [12] [15]: 3.3 Tes es de Con o midade 31 • PICS (da li e a u a anglo-saxónica: P o ocol Implemen a ion Con o mance S a emen ), que co esponde ao esumo das possibilidades de comunicação do IED ou SAS a se es ado (IEC 61850-7-2); • MICS (da li e a u a anglo-saxónica: Model Implemen a ion Con o mance S a emen ), que de alha o pad ão dos elemen os do obje o de dados supo ado pelo IED ou SAS a se es ado; • PIXIT (da li e a u a anglo-saxónica: P o ocol Implemen a ion eX a In o ma ion o Tes- ing), que con ém in o mações especí icas ela i as ao IED ou SAS a se es ado e que es ão o a do âmbi o da No ma; • Documen ação e con olo de e são con o me especi icado em IEC 61850-4. Os es es de con o midade de em cump i de e minados equisi os, que se di idem em duas ca ego ias: Requisi os es á icos, os quais con emplam a e i icação da documen ação que ap e- sen a os ecu sos ob iga ó ios exigidos pela No ma IEC 61850 e especi icados pelo ab ican e e equisi os dinâmicos, que ep esen am o eal es ímulo- espos a do DUT, sendo e i icado se o disposi i o implemen a co e amen e odas as ca ac e ís icas ei indicadas na sua documen ação. Es es de em se de inidos no PICS, se indo os p opósi os de seleção do conjun o de es es ap o- p iado, ga an i que ais ensaios são ealizados e o nece a base pa a a e isão da con o midade. De e se o necido um MICS de alhando os elemen os do modelo de obje os de dados supo - ados pelo sis ema ou disposi i o. O MICS é implemen ado no a qui o SCD, de aco do com a pa e 6 da no ma IEC 61850. O p ocesso de a aliação da con o midade, segundo a no ma IEC 61850 é mos ado na Figu a 3.2. 32 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Figu a 3.2: P ocesso de A aliação de Con o midade, pa e 10 da no ma IEC 61850 [15] No es e de con o midade, apenas um disposi i o de e se subme ido con a um único dis- posi i o de es e. O es e de con o midade especí ico do disposi i o, pa a além de e i ica os elemen os o necidos jun amen e com a o disposi i o a es a , PICS, MICS e PIXIT, consis e na e i icação dos seguin es pon os: • A qui o de con igu ação da SE, SCD, e dos IED’s, ICD ou CID, em Linguagem de Con i- gu ação de Subes ações, SCL, con o me a Pa e 6 da No ma IEC 61850 e e e ido na secção 3.6; • Modelo de dados, o necido pelo ab ican e, con o me as Pa es 7-3 e 7-4 da No ma IEC 61850; • Mapeamen o dos modelos e in e ace de se iços de comunicação abs a a (ACSI) o neci- dos pelo ab ican e, con o me as pa es 7-2, 8-1, 9-1 e 9-2 da IEC 61850. 3.4 Tes es Funcionais 33 A e i icação da con o midade de um disposi i o ansmi e uma maio con iabilidade no mesmo pa a a ob enção da in e ope abilidade quando in eg ado num SAS. No en an o os es es de con o midade não ga an em que os equipamen os ce i icados ealizem odas a unções e se i- ços quando em ope ação com ou os equipamen os, da mesma o ma que não subs i ui a ealização dos ensaios FAT e SAT [12]. A Pa e 10 da IEC 61850 [15] incluí ambém as e i icações a e e ua às e amen as de con- igu ação dos IED’s de cada ab ican e e às e amen as de con igu ação do sis ema. Es es es es são dedicados à e i icação de lei u a, impo ação e expo ação dos ichei os em SCL. Na no ma é ambém especi icado o c i é io de ap o ação de cada es e, classi icando-se da seguin e o ma [15]: •Passed (Ap o ado): quando o DUT cump e cla amen e o especi icado, não sendo de e ados quaisque esul ados in álidos; •Failed (Rep o ado): quando o DUT não cump e pelo menos uma das especi icações, ha- endo pelo menos um esul ado in álido; •Inconclusi e (Inconclusi o): quando não é possí el classi ica de nenhuma das duas o mas an e io es, de endo de e mina -se se a ince eza é p o enien e da No ma IEC 61850, da implemen ação ou dos p ocedimen os de es es u ilizados. A no ma IEC 61850, suge e ainda que os es es de con o midade de em se ealizados an es da in eg ação do SAS no local de ini i o de ope ação, possibili ando assim a de eção de di e en- ças de in e p e ação, e os de so wa e ou o inde ido uncionamen o de alguma uncionalidade implemen ada, a empadamen e [15]. Só após ap o ação nos es es de con o midade, os IED’s es a ão ap os a se em subme idos aos es es uncionais e de in e ope abilidade, secções 3.4 e3.5. 3.4 Tes es Funcionais Os es es de con o midade e i icam a con o midade de um equipamen o com a no ma IEC 61850, mas não a aliam a con o midade com os equisi os uncionais que o u ilizado p e ende pa a o equipamen o inse ido num de e minado SPCC. Os es es uncionais pe mi em e i ica essa con o midade com os equisi os uncionais, is o é, a alia se um equipamen o desempenha as unções p e endidas, nes e caso pelo Ope ado da Rede de Dis ibuição, a EDP Dis ibuição SA, sob di e en es condições de ensaio eais [2] [21]. A ealização dos es es uncionais necessi a de um conjun o de es e adequado, ep esen ado na Figu a 3.3. Es e de e possui a capacidade de simula condições co esponden es aos dados écnicos de ope ação do sis ema sob es e [2]. As e amen as de es e de em se ce i icadas no en io de mensagens, ga an indo uma con o midade com a no ma IEC 61850. Assim, ais e amen as de em se po ado as das seguin es ca ac e ís icas: 34 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 • Implemen ação de odos os se iços e p o ocolos IEC 61850 pa a os quais o DUT de e á se e i icado, além de ex ensões de es es especiais, ais como, a capacidade de en ia mensagens co ompidas, de o ma in encional; • Função de egis o pa a econhece , a mazena e aze playback de odas as espos as do DUT; • Capacidade de sc ip pa a con igu a uma execução au omá ica da ansmissão de mensa- gens de es imulação de es e e e i icação das espos as. Os sc ip s de em inclui es es posi i os (compo amen o co e o de mensagens e espe i as espos as) e es es nega i os (compo amen o não espe ado causado po mensagens e adas); • Capacidade de análise pa a mos a os esul ados co e os e os inespe ados, acili ando a e i icação de p oblemas ou espos as inco e as; • Capacidade de simula , in e p e a , en ia e ecebe mensagens GOOSE en e o equipa- men o de es e e o DUT. Figu a 3.3: Esquema de es e uncional a um IED baseado na no ma IEC 61850 Na Figu a 3.4 é mos ada a con igu ação de es e pa a os ensaios uncionais segundo a no ma IEC 61850. A ligação do IED com o p ocesso é ei a a a és de ligações ísicas, condu o es, en e o DUT e o equipamen o de es e. Uma ligação de ede é u ilizada pa a ans e ência de mensagens do p o ocolo, como sinais en e o IED e os disjun o es ou ou os disposi i os [22]. 3.5 Tes es de In e ope abilidade 35 Figu a 3.4: Ligações ísicas em ensaios uncionais [22] Não sendo p á ico nem possí el es a odas as a iações de cada ipo de mensagem que po- de ia se ocada com odos os demais IED’s de um SAS pa a os se iços e DUT’s, uma ez que o núme o de possibilidades é mui o g ande e c esce exponencialmen e com o núme o de IED’s. O que pode se uma boa si uação de comp omisso é es abelece sc ip s de cená ios de es e que possuam uma al a p obabilidade de ap esen a algum p oblema e que ep esen em as condições mais des a o á eis [22]. 3.5 Tes es de In e ope abilidade Os es es de in e ope abilidade de em se e e uados após a ealização dos es es de con o mi- dade e dos es es uncionais. São necessá ios quando se p e ende a ingi a in e ope abilidade en e IED’s numa SE, pois os es es de con o midade, de inidos na no ma IEC 61850, não e i icam nem ga an em a comunicação en e equipamen os de di e en es ab ican es. Enquan o os es es de con o midade consis em no es e de um único equipamen o, os es es de in e ope abilidade são ealizados com o obje i o de a alia a comunicação en e á ios equipamen os, podendo es es se de di e en es ab ican es. Assim, os es es de con o midade e de in e ope abilidade de em complemen a -se e se ealizados pela o dem ap esen ada [23]. A ualmen e, a no ma IEC 61850 de ine e especi ica, de o ma a no maliza , os LN’s, dados e a ibu os de dados. De ine ainda es es de con o midade e de desempenho do sis ema, no en an o, não especi ica que ipos de ensaios de em se ealizados pa a e i ica a in e ope abilidade en e os disposi i os, sendo um dos a o es que em di icul ado a mig ação pa a SAS com comunicação baseada no p o ocolo IEC 61850 [23]. 36 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Os es es de in e ope abilidade são ealizados pa a de e a qualque p oblema ou po encial p oblema de in e ope abilidade en e unções ou elemen os uncionais in eg ados nos equipamen- os. Pa a a ealização dos es es de in e ope abilidade é necessá io liga à RLC á ios IED’s pa a e e ua ocas de mensagens, segundo a no ma IEC 61850 (po exemplo mensagens GOOSE). O equipamen o de es e de e pe mi i a simulação dessas mensagens ou u iliza um equipamen o já inse ido no SAS pa a ge a as mensagens, es a ul ima é si uação mais ealis a. Se á semp e necessá io uma e amen a, compa í el com a no ma IEC 61850, com capacidade de analisa as mensagens GOOSE ansmi idas [24]. É assim uma an agem pa a depa amen os de manu enção de SE’s que não possuam equipamen os capazes de simula mensagens GOOSE, podendo ealiza os ensaios de in e ope abilidade na mesma [2]. Uma es u u ação ípica de um es e de in e ope abilidade baseia-se na ealização dos seguin es pon os [2]: • Tes e de in e ope abilidade da ede LAN e he ne . Podendo es a se di idida em edes i uais (VLAN, da li e a u a anglo-saxónica: Vi ual Local A ea Ne wo k), com o obje i o de melho a o desempenho. A ealização do es e baseia-se na e i icação da ansmissão de mensagens GOOSE es i as a uma VLAN e assim e i ica a con igu ação e ligações dos swi ches e he ne ; • Tes e de in e ope abilidade do con olado da SE, In e ace Homem-Máquina (IHM), in- cluindo ela ó ios dos conjun os de dados con igu ados, en io de mensagens GOOSE, con- olo de equipamen os de manob a na SE e ans e ência de a qui os de oco ências (en e eles oscilog a ia, ela ó ios de de ei os e egis o sequencial de e en os); • Tes e de in e ope abilidade a cada um dos equipamen os. Consis e na e i icação da eceção das mensagens GOOSE, po pa e de cada IED, en iadas du an e o es e de in e ope abili- dade; • Tes e de in e ope abilidade de ga eway. Es e es e pe mi e e i ica a iações en e os pon os de dados e de con olo expos o pelo p o ocolo IEC 61850 e a in e ace de comunicação pa a o Cen o de Comando e Con olo, com um de e minado p o ocolo; • Tes e de in e ope abilidade das unções de uma Unidade de Painel, um IED. A ealização des e es e pe mi e e i ica o uncionamen o de odas as unções de p o eção de cada ipo de unidade; • Tes e de in e ope abilidade das unções en e Unidades de Painel, en e IED’s. Ve i ica o co e o uncionamen o das unções dis ibuídas de p o eção e au omação; • Tes e de in e ope abilidade das unções en e Unidades de Painel e de P ocesso. Onde são e i icadas as unções de supe isão e con olo. A Figu a 3.5 ep esen a um sis ema pa a es e de in e ope abilidade de á ios IED’s. Inici- almen e, de e mon a -se e con igu a os equipamen os de ede, como swi ches e he ne , ou e s, 3.5 Tes es de In e ope abilidade 37 ga eways e ou os equipamen os associados. As bases de dados da IHM de em se con igu adas, bem como os es an es equipamen os no “s a ion le el”, dando inicio os es es de comunicação [2]. Pe an e a complexidade de um SAS com unções dis ibuídas, suge e-se começa pelas si uações mais simples, como exemplo, pode simula -se um de ei o que en ol a dois ou mais IED’s de p o eção ou con olo e analisa as mensagens ocadas po es es IED’s, incluindo as mensagens e icais pa a a IHM (s a us, ala mes e comandos) e as mensagens ho izon ais (GOOSE ou GSSE). Cada uma das unções dis ibuídas de e se es ada, simulando-se as di e sas si uações que possam oco e . Figu a 3.5: Sis ema pa a es e de in e ope abilidade com á ios IED’s [2] O sis ema es e é compos o po um conjun o de IED’s in e ligados a uma ede LAN, jun a- men e com um simulado de mensagens GOOSE, analisado de p o ocolo, IHM, a mazenamen o, cap u a e isualização dos dados de es e, além de uma on e de con olo e ge ado a dos sinais ana- lógicos. Es á ambém equipado com um equipamen o GPS (da li e a u a anglo-saxónica: Global Posi ion Sys em). Caso algum IED não es eja disponí el du an e o es e de in e ope abilidade, de e se simulado 44 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 • Fe amen a de es e com modelos de ca ga, modelos de con igu ação e modelos de ede, capazes de compa a e a alia os dados do modelo com os esul ados dos es es. No me cado, exis em já equipamen os de es es pa a sis emas baseados na no ma IEC 61850, con endo as uncionalidades desc i as nes a secção. No en an o, as emp esas que em capaci a as suas a uais e amen as de es es com essas uncionalidades em ez de adqui i em no os equipa- men os de ensaios, implicando cus os ele ados. To na-se ú il a adoção de eg as e me odologias de ensaio que pe mi am o uso dos a uais equipamen os. Nas secções 3.8 e3.9 são ap esen adas duas ecnologias exis en es pa a es es em IEC 61850: Fe amen as OMICRON e Fe amen as RTDS Technologies. 3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850 As e amen as OMICRON pa a es es à no ma IEC 61850 consis em na simulação de men- sagens GOOSE em empo eal e na publicação de Valo es Amos ados (SV, da li e a u a anglo- saxónica: Sampled Values) na ede LAN E he ne . A Figu a 3.8 ep esen a o esquema ge al de ensaio numa SE implemen ada segundo a no ma, baseado nas e amen as OMICRON. Figu a 3.8: Modelo ge al de es e segundo a IEC 61850 com as e amen as OMICRON [26] A segui , são ap esen adas as e amen as de es e à no ma IEC 61850, nomeadamen e IEDS- cou , GOOSE con igu a ion, Sampled Values Con igu a ion e SVScou . IEDScou [27] O IEDScou é uma e amen a de so wa e que pe mi e aos écnicos ou engenhei os de p o e- ções, a a és de no as uncionalidades, ap o unda os ensaios a equipamen os baseados na no ma 3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850 45 IEC 61850. Es a e amen a pe mi e a ealização de á ias aplicações em disposi i os segundo a no ma IEC 61850: • Tes es e esolução de P oblemas, pa a a alia o es ado de um IED, manipulação de dados, ou ob e as in o mações necessá ias pa a con igu a o es e com mensagens GOOSE. • Comissionamen o. Ve i ica a disponibilidade e o bom uncionamen o dos IEDs ins alados. As sequências de con olo podem se en iadas pa a o IED e as suas espos as (po exemplo, ela ó ios não solici ados) podem se ecebidas e e i icadas. • Desen ol imen o e p og amação de IED’s. Ve i ica a es u u a e a uncionalidade dos dis- posi i os em desen ol imen o. O IEDScou é uma e amen a aliosa pa a ge a os a qui os de con igu ação do IED, ob iga ó io a pa i de implemen ações p o ó ipo. Fo nece os dados de con igu ação necessá ias pa a a in eg ação de disposi i os em sis emas sem a necessidade de e amen as SCL pe sonalizadas. Os bene ícios que es a e amen a ep esen a pa a o u ilizado baseiam-se nos seguin es pon os [26]: • Funciona com IED’s de qualque ab ican e, compa í eis coma no ma IEC 61850; • Analisa á ios IED’s em simul âneo; • Supo a si uações de es e não planeadas ou imp o isadas, especialmen e du an e o comis- sionamen o e localização de de ei os; • Analisa ichei os SCL e pe mi e a c iação de ichei os pa a disposi i os, sem a necessidade de e amen as adicionais. • Fo nece a uncionalidade de ‘clien e’ pa a p og amado es de IED’s segundo a No ma IEC 61850 (se ido es); • De e a mensagens GOOSE na ede, pe mi indo a sua moni o ização, g a ação do á ego e simulação de mensagens GOOSE. Na Figu a 3.9 es á ep esen ado o ambien e g á ico da e amen a IEDScou , onde se e i ica a possibilidade de isualização do modelo de dados, como os LD’s, os LN’s e os a ibu os de dados. Pe mi e ainda o acompanhamen o do es ado de cada a ibu o a a és de um painel de Moni o ização de A i idade. 46 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Figu a 3.9: Ambien e g á ico do módulo IEDScou GOOSE con igu a ion [26] O módulo de con igu ação GOOSE possibili a a con igu ação do mapeamen o e do conjun o de equipamen os de es e pa a comunicações na RLC da SE, po meio de mensagens GOOSE. Es e módulo pode se inse ido múl iplas ezes em planos de es e pa a au oma icamen e con igu a as ‘ligações’. Pa a acili a a en ada de pa âme os e pa a e i a e os de digi ação, os pa âme os podem se impo ados dos ichei os de con igu ação no o ma o SCL pad onizado. Os equipamen os de es e ope am com s a us de dados em mensagens GOOSE como se ossem ei as ‘ligações’ pa a as en adas e saídas biná ias do equipamen o de es e. A ibu os de dados ecebidos (subsc i os) de mensagens GOOSE azem a ua as en adas biná ias do equipamen o de es e, como po exemplo, sinais de ip ou a anque. Saídas biná ias a i am a ibu os de dados em mensagens GOOSE simuladas (publicadas). Sampled Values (SV) Con igu a ion [26] O módulo de con igu ação SV pe mi e con igu a a ge ação de a é ês Valo es Amos ados (SV) no equipamen o de es e. O módulo o nece os pa âme os de comunicação e pe mi e a saída de alo es amos ados. Pa a acili a a en ada de pa âme os e e i a e os de digi ação, os pa âme os podem se impo ados po ichei os SCL, como no caso an e io . Os equipamen os de es e ge am alo es amos ados de aco do com “O ien ação pa a imple- men ação pa a In e ace Digi al pa a T ans o mado es de Ins umen os usando IEC 61850-9-2”. O conjun o de es e ge a alo es amos ados a uma axa de 80 amos as po ciclo como des inado a aplicações de p o eção e medição. Os alo es amos ados publicados co espondem às ensões analógicas e co en es ge adas nas saídas de ensão e co en e do conjun o de es e. Como os alo es secundá ios ainda es ão 3.8 Fe amen as OMICRON® pa a es es da No ma IEC 61850 47 disponí eis. A escala dos alo es p imá ios ep esen ados pelos alo es amos ados é ei o com as con igu ações de T ans o mado es de Tensão (TT) e T ans o mado es de Co en e (TI) exis en es no obje o de es e. O módulo de con igu ação SV é exempli icado na Figu a 3.10. Figu a 3.10: Módulo de con igu ação SV SVScou [24] Oso wa e OMICRON SVScou o na os alo es amos ados isí eis pa a o engenhei o da subes ação e desen ol edo es de IED’s. Pe mi e es a uma unidade de campo (MU, da li e a u a anglo-saxónica: Me ging Uni ) a a és da compa ação de dois alo es amos ados. Os desen ol- edo es necessi am da medição da p ecisão da sinc onização de empo da MU. A Figu a 3.11 ep esen a o esquema de es e. Figu a 3.11: Esquema de es e de alo es amos ados numa MU A aplicação ecebe os alo es amos ados da MU e ap esen a as o mas de onda das ensões e co en es p imá ias, como se de um osciloscópio se a asse, ep esen ado na Figu a 3.12. Os dados são mos ados em unidades elé icas, de ensão e co en e. Pe mi e ainda a uncionalidade de compa ação de alo es eco endo a um cu so . Os alo es de RMS e ângulos de ase são calculados a pa i dos alo es amos ados e exibidos num diag ama de ases e numa abela de medição. 48 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Figu a 3.12: In e ace da aplicação SVScou , com alo es amos ados de ensão e co en e [26] CMC 850 Package [26] O equipamen o de es e de p o eção CMC 850 da OMICRON, ep esen ado na Figu a 3.13, é dedicado à no ma IEC 61850. Foca-se nos mé odos de comunicação em empo eal, de GOOSE e SV, pa a e e ua a in e ace com os equipamen os a es a . É o necida, jun amen e com a CMC 850, uma unidade de in e ace pa a sinc onização de empo, CMIRIG-B, dada a necessidade des a unção no deco e dos es es, po exemplo na ge ação de alo es amos ados sinc onizados. É ambém o necido um conjun o de e amen as, algumas já abo dadas, como o caso do IEDScou , módulo de con igu ação GOOSE, módulo de con igu ação SV e ainda QuickCMC, S a e Sequen- ce e OMICRON Con ol Cen e . To nando assim o equipamen o p on o a usa pa a es es de GOOSE e SV. O CMC 850 o nece no as unções que são acessí eis a a és de uma in e ace web, simples- men e usando um na egado web: • Recebe alo es amos ados e mos a os dados numa isualização ap oximada a um mul í- me o e osciloscópio; • Calcula aso es a pa i dos alo es amos ados subsc i os; • Sinc oniza pa a a ede, on es de ho á io; • G a a a ep odução de á ico da ede. 3.9 Fe amen as RTDS Technologies® 49 Figu a 3.13: Equipamen o CMC 850 da OMICRON e caixa de in e ace CMIRIG-B [2] 3.9 Fe amen as RTDS Technologies® O Simulado Digi al em Tempo Real (RTDS, da li e a u a anglo-saxónica: Real Time Digi al Simula o ) pe mi e es a disposi i os baseados na no ma de comunicação em SE’s IEC 61850, em malha echada, segundo o esquema ap esen ado na Figu a 3.14. O módulo que pe mi e a ealização de es es às comunicações ia IEC 61850 é o necido pela ca a GTNETx2 (da li e a- u a anglo-saxónica: Giga-T anscei e Ne wo k Communica ion Ca d), con endo os p o ocolos GTNET-SV e GTNET-GSE. Essa ca a é esponsá el po o nece uma ligação de comunicação em empo eal ao simulado ia e he ne [28]. O simulado RTDS con em odas as e amen as e equisi os necessá ios à modelização de uma Subes ação digi al. Segundo a RTDS Technologies, es a ecnologia oi já ligada, com sucesso, a uma g ande gama de disposi i os que ocam men- sagens GOOSE e Valo es Amos ados (SV), como: Schneide Elec ic, Schwei ze Enginee ing, Labo a o ies (SEL), GE, Siemens, ABB, Als om, NARI- elay, A eche, Omic on, Inge eam, ZIV, E acec Au oma ion, Toshiba, XJ e Si ang [29]. 50 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Figu a 3.14: Esquema de ensaio de con o midade com a IEC 61850, u ilizando o simulado RTDS [28] A simulação em malha echada é an ajosa em ace aos ensaios em malha abe a, po pe mi i a simulação da ede elé ica e do sis ema de p o eção num ambien e con olado e em empo eal, pe mi indo eduzi o empo de es es e e uados aos SPCC’s, pela análise comple a do sis ema em ez de a um único equipamen o po ensaio [2]. Os SV, especi icados na pa e 9-2 da no ma IEC 61850, podem se u ilizados pa a aplica sinais de ensão e co en e nos disposi i os em ez de se u iliza co en e e ensão analógica a a és de ampli icado es [28]. Com SV’s de ensões e co en es, ge ados pela ca a GTNET-SV, o elé i á esponde como se es i esse conec ada à ede elé ica. O elé de e a ua na oco ência de um de ei o, o necendo sinais ‘ ip’ e a sinais consecu i os de eligação. Desde que o modelo da ede LAN seja simulado em empo eal, os sinais do elé se ão u ilizados pa a ope a os disjun o es modelizados na simulação. Os modelos dos disjun o es podem inclui o empo de uncionamen o mecânico e o espe i o es ado. Se o equipamen o de p o eção o compa í el com a no ma IEC 61850, os comandos do disjun- o podem se impo ados pa a a simulação, a a és do GTNET-GSE, com supo e pa a mensagens GOOSE e GSSE. A opção de i mwa e pa a es a aplicação pe mi e um máximo de 64 sinais de en adas biná ias e 64 sinais de saídas biná ias pa a se em ocados en e o simulado e a é 8 com- pa í eis com IED’s segundo a No ma IEC 61850. Es á ambém disponí el um edi o de ichei os SCL que pode se usado pa a c ia e edi a a qui os SCL, necessá ios pa a a con igu ação da No ma IEC 61850 [29]. Com o RTDS e o equipamen o de p o eção ligados em malha echada, o equipamen o de p o- eção pode es a sujei o a á ios de ei os e cená ios de ope ação. Cada condição pode se epe ida pa a in es iga possí eis ope ações alhadas ou es a a es abilidade dos equipamen os. As alhas e cená ios de uncionamen o podem se execu ados manualmen e ou em modo au oma izado. 3.10 Conside ações inais 51 3.9.1 Van agens da u ilização de um RTDS em sis emas com a no ma IEC 61850 Sis emas de Au omação de Subes ações baseados na no ma IEC 61850 não podem se es a- dos a a és de simulado es adicionais ligados ele icamen e. Assim, é necessá io eco e -se ao RTDS com in e ace pa a IEC 61850. O RTDS a a és da ca a de comunicação, GTNET, é possí el o nece di e amen e os SV das ensões e co en es eque idas pelo elé du an e os es es, eliminando a necessidade de am- pli icado es de co en e e ensão, no malmen e u ilizados nos es es de simulação. T aduzindo-se na edução do cus o do ensaio, bem como eduz no amanho do sis ema de simulação. Reduz a cabelagem elé ica u ilizada en e os disposi i os de p o eção e o simulado , ace aos ensaios adicionais. As ligações são mui o simpli icadas a a és de uma ligação E he ne , em ez de ios indi iduais [28]. Ao ní el do ba amen o de subes ação, al como suge e a pa e 8 da no ma IEC 61850, o RTDS eco e a mensagens GOOSE, a a és de comunicação pon o-a-pon o en e os disposi i os em es e e o simulado . No amen e, apenas é necessá io uma ligação de comunicação subs i uindo a cabelagem adicional de sinais biná ios dos esquemas de es e [2]. 3.10 Conside ações inais A no ma IEC 61850 ep esen a uma mudança nos Sis emas de Au omação de Subes ações, implica al e ações no desen ol imen o, na especi icação, no acompanhamen o do ab ico, nos es- es, na ope ação e na manu enção. Pa a e i a o máximo bene ício da no ma IEC 61850 e a ingi a in e ope abilidade en e IED’s é necessá io adap a os es es e e uados pelo depa amen o de manu enção de SE’s e in oduzi no as me odologias, bem como eina e especializa as equipas écnicas. Tes es de ga an ia de qualidade, de con o midade e de pe o mance es ão especi icados na no ma IEC 61850, no en an o não há qualque especi icação ao ní el de me odologias pa a es es de in e ope abilidade. A ualmen e, os ab ican es de IED’s apenas êm de aze os seus equipa- men os passa em nos es es de con o midade. No en an o, um equipamen o em con o midade com a no ma não é signi icado de que es eja ap o a comunica com ou o na mesma si uação. Po es a azão, os es es de in e ope abilidade são essenciais e é neles que a indús ia de SAS se de e cen a . A ualmen e, no me cado exis em e amen as de es e à no ma IEC 61850, como as e e idas, das ma cas OMICRON e RTDS ecnhologies. Rep esen am uma g ande ajuda na ealização de ensaios, no sen ido da ob enção da in e ope abilidade. Uma possí el solução passa ia pela espe- ci icação na no ma IEC 61850 de es es de in e ope abilidade, o çando os ab ican es a ap o a os seus equipamen os nos espe i os ensaios. Ou ainda, o Ope ado da Rede de Dis ibuição exi- gi aos ab ican es, aquando da comp a de equipamen os ou soluções comple as de SPCC’s, a ap o ação dos mesmos em es es de in e ope abilidade. 52 Ensaios e es es de uncionamen o numa Subes ação com p o ocolo IEC 61850 Capí ulo 4 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850 Nes e Capi ulo é ap esen ada uma análise compa a i a aos Nós Lógicos u ilizados po di e- en es ab ican es de IED’s em di e en es p oje os de Subes ações do Ope ado da Rede de Dis- ibuição. São ainda ap esen ados os Nós Lógicos especi icados na no ma IEC 61850. Com base nes es pon os, é ap esen ada uma possí el solução pa a no malização dos LN’s usados nos IED’s, segundo a no ma IEC 61850. 4.1 Compa ação dos Nós Lógicos u ilizados a ualmen e pelos ab i- can es E acec, Siemens, ABB e GE nos IED’s u ilizados nas Su- bes ações da EDP Dis ibuição SA A ualmen e, nas Subes ações da esponsabilidade do Depa amen o de Manu enção de Subes- ações da EDP Dis ibuição SA encon am-se, maio i a iamen e, equipamen os de qua o ab ican- es de Sis emas de P o eção, Comando e Con olo (SPCC): E acec, Siemens, ABB e GE. Como é e e ido no Capi ulo 2, na mesma Subes ação não há in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es, a a és do p o ocolo de comunicações da no ma IEC 61850. O Ope ado da Rede de Dis ibuição, a EDP Dis ibuição SA, u iliza na comunicação de si- nalizações, pa a Cen o de Condução, ende eços lógicos associados a desc i i os SCADA. Esses desc i i os são de inidos localmen e na Subes ação e no Despacho. Quando o p o ocolo de co- municação numa Subes ação é o IEC 61850, os desc i i os SCADA (da li e a u a anglo-saxónica: Supe iso y Con ol and Da a Acquisi ion) passam a es a associados a Nós Lógicos (LN’s, sec- ção 2.5.1), de inidos na no ma, pa a e ei os de comunicação Ve ical e Ho izon al. Os desc i i os SCADA es ão no malizados pela EDP e são comuns em odas as Subes ações da sua esponsabili- dade, ap esen ados nas Tabelas 4.4,4.5,4.6,4.7,4.8 e4.9, na secção 4.3 . A í ulo exempli ica i o, 53 60 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850 • SARC, Moni o ização e diagnós ico de a cos; • SPDC, Moni o ização e diagnós ico de desca gas pa ciais. Os ans o mado es u ilizados na aquisição de medidas, T ans o mados de Co en e e T ans- o mado de Tensão são de inidos pelos LN’s, espe i amen e, TCTR e TVTR. Ao ní el dos ans o mado es de po ência es ão designados os seguin es LN’s: • YPTR, T ans o mado de Po encia; • YLTC, Al e ação das Tomadas dos T ans o mado es; • YEFN, Bobina de Pe e sen ou neu alizado de de ei os à e a; • YPSH, ‘Powe Shun ’ pa a con o na e as esis i as em caso de de ei o. Ou os LN’s pa a equipamen os do Sis ema de Po encia são: • ZAXN, Rede Auxilia . LN gené ico pa a oca de in o mação com um ede auxilia ( on es de alimen ação); • ZBAT, Ba e ias. T ansmi e in o mação sob e o es ado das ba e ias e pode se usado pa a con olo de ciclos de ca ga e desca ga; • ZBSH, Isolado . Supe isão de isolado es; • ZCAB, Cabos elé icos. Supe isão de elemen o do sis ema de alimen ação; • ZCAP, Banco de Condensado es. Con olo do luxo de Po encia Rea i a; • ZCON, Con e so AC/DC; • ZGEN, Ge ado . LN gené ico pa a oca de in o mação com ge ado es; • ZGIL, Isolamen o a Gás (GIL da nomencla u a anglo • saxónica: Gas isola ed Line). Mis u a de in o mação dos LN’s SIMS, SARC e SPDC; • ZLIN, Supe isão de Linha Aé ea; • ZMOT, Mo o . LN gené ico pa a ica de in o mação com mo o es; • ZREA, Rea o . Pa a con olo de Fluxo de Po encia Rea i a; • ZRRC, Componen e o a i o. Também pa a con o de Fluxo de Po encia Rea i a; • ZSAR, Pa a • Raios. LN gené ico pa a oca de in o mação com pa a • Raios; 4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 61 • ZTCF, Con olo de i ís o es (con e so de equência). Con e são de equência incluindo con e são AC/DC; • ZTCR, Con olo de i ís o es (componen e ea i a). Con olo de Fluxo de Po encia Rea i a. Exis e ainda o LN GGIO que de ine I/Os gené icos. Pa a de inição de saídas como saídas analógicas ou elés auxilia es que não sejam cobe os pelos LN’s p esen es na no ma. 4.2.6 Nós Lógicos elacionados com Se iços de Sis ema Funções de sis ema como a sinc onização empo al e a supe isão do sis ema são equisi os do SAS e são supo ados na no ma IEC 61850. Os LN’s de inidos pa a al são: • STIM, ‘Tempo Mes e’. LN pa a ga an i um empo sinc onizado ao sis ema; • SSYS, Supe isão de Sis ema. Recolha e p ocessamen o de in o mação pa a supe isão do sis ema; • GTES, Ge ado de es e. LN pa a inicia es es, u ilizando sinais p ocessados, mas e i ando qualque impac o no p ocesso. 4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 A no malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 esul ou na c iação de uma lis a de LN’s pa a cada unção de um IED, nes e caso pa a um painel de Média Tensão. Os LN’s associados a cada unção es a ão ambém associados ao desc i i o SCADA. Es a lis a pode á assim se pa e de um conjun o de equisi os à in e ope abilidade en e IED’s de ab ican es di e en es. Pa a unções de sinalização ap esen a-se a seguin e p opos a, ap esen ada nas Tabelas 4.4,4.5, 4.6 e4.7. De ealça , que os GGIO’s apenas o am u ilizados pa a unções que não apa ecem especi icadas na no ma. 62 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850 Tabela 4.4: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções de disjun o Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 BLOCO DISJUNTOR d siglnnxx-DJBLC GGIO CIRCUITO COMANDO DISJ d siglnnxx-DJFCD GGIO DESL FREQUENCIA DISJ d siglnnxx-DFDDJ PFRQ DESL TENSAO DISJ d siglnnxx-DTDDJ PTUV DISJ CC FORCA MOTRIZ d siglnnxx-QCFMT GGIO DISJ EM REE d siglnnxx-DJREE GGIO DISJ ENERGIA CORTADA d siglnnxx-DJAEG GGIO DISJ PERM DESLIGAR d siglnnxx-DJPDB CILO DISJ PERM LIGAR d siglnnxx-DJPLB CILO DISJUNTOR d siglnnxx-DJEST XCBR MOLAS DISJUNTOR d siglnnxx-DJMOL GGIO ESTADO,PAINEL d siglnnxx-XXPNE GGIO DISJ FALHA PROT d siglnnxx-DJFPR RBRF MODO FUNCION PAINEL d siglnnxx-XXCLD GGIO DESL+REP FREQ ESCALAO d siglnnxx-DFESC GAPC DESL+REP,FREQ: PROG d siglnnxx-DFPRG GAPC DESL+REP TENSAO PROG d sigl55xx-DTPRG GAPC Tabela 4.5: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções de máximo de in ensidade Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 MAX Io>D INST d siglnnxx-PRD1I PIOC MAX Io>D TEMP d siglnnxx-PRD1T PTOC MAX Io> INST UP1 d siglnnxx-PRH1I PIOC MAX Io> TEMP UP1 d siglnnxx-PRH1T PTOC MAX Io> INST UP2 - DIST d siglnnxx-PRH2I PIOC MAX Io> TEMP UP2 - DIST d siglnnxx-PRH2T PTOC MAX I> INST d siglnnxx-PRI1I PIOC MAX I> TEMP d siglnnxx-PRI1T PTOC MAX I> > INST d siglnnxx-PRI2I PIOC MAX I> > TEMP d siglnnxx-PRI2T PTOC MAX I> > > INST d siglnnxx-PRI3I PIOC MAX I> > > TEMP d siglnnxx-PRI3T PTOC 4.3 No malização de Nós Lógicos segundo a no ma IEC 61850 63 Tabela 4.6: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com unções de eligação Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 FUNCAO RELIGACAO d siglnnxx-RLES- RREC FUNCAO RELIGACAO in e onpida d siglnnxx-RLES- RREC RELIGACAO CICLO d siglnnxx-RLCIC RREC RELIGACAO CICLO 1 d siglnnxx-RLCC1 RREC RELIGACAO CICLO 2 d siglnnxx-RLCC2 RREC RELIGACAO CICLO 3 d siglnnxx-RLCC3 RREC RELIGACAO DIJ d siglnnxx-RLDDJ RREC RELIGACAO DISPARO d siglnnxx-RLDDF RREC RELIGACAO L1 d siglnnxx-RLL1A RREC RELIGACAO L1+L2 d siglnnxx-RL12A RREC RELIGACAO RR d siglnnxx-RLRRA RREC RELIGACAO RR+L1 d siglnnxx-RLLRA RREC RELIGACAO RR+L1+L2 d siglnnxx-RLRLL RREC Tabela 4.7: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada Sinalização, elacionada com ou as unções Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 PROT DEFEITO FASE-FASE d siglnnxx-PRDF- GGIO PROT DEFEITO FASE-TERR d siglnnxx-PRDT- GGIO PROT TERRAS RESIST INST d siglnnxx-PRETA GGIO PROT TERRAS RESIST TEMP d siglnnxx-PRETD GGIO REE DISCORDANTE d siglnnxx-XXSRE GGIO REGIME EXPLORACAO d siglnnxx-XXREE GGIO REGIME EXPLORACAO A d siglnnxx-XXREA GGIO REGIME EXPLORACAO B d siglnnxx-XXREB GGIO REGIME EXPLORACAO N d siglnnxx-XXREN GGIO REGIME NEUTRO ISOLADO d siglnnxx-PRXNI GGIO SECCIONADOR TERRA d siglnnxx-T0EST XSWI SINCRONIZACAO UP1 d siglnnxx-U1SIN GGIO SUPERVISAO CIRCUIT DESL d siglnnxx-DJSVD GGIO SUPERVISAO CIRCUIT LIGAR d siglnnxx-DJSVL GGIO ARCO,INTERNO BARR d siglnnxx-PRNA- SARC ARCO,INTERNO CABOS d siglnnxx-PRNCB SARC ARCO,INTERNO DISJ d siglnnxx-PRNDJ SARC COMUNICACAO UP1-BDD d siglnnxx-U1FCH GGIO CONDUTOR DA LINHA PARTIDO d siglnnxx-PRXCP GGIO PRESSAO SF6 N1 d siglnnxx-DJAS6 SIMS PRESSAO SF6 N2 d siglnnxx-DJES6 SIMS 64 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850 Pa a as unções de Medida suge e-se a seguin e u ilização de LN’s, na Tabela 4.8. Tabela 4.8: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Medida Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 CORRENTE d siglnnxx-0II– MMXU CORRENTE FASE L2 d siglnnxx-0IIS- MMXU CORRENTE FASE L3 d siglnnxx-0IIT- MMXU CORRENTE HOMOP d siglnnxx-0IIH- MMXU TENSAO FASE 23 d siglnBRx-0TU– MMXU TENSAO FASE 31 d siglnBRx-0TUST MMXU TENSAO HOMOPOLAR d siglnBRx-0TUTR MMXU POTENCIA ACTIVA d siglnnxx-0IP– MMXU POTENCIA REACTIVA d siglnnxx-0IQ– MMXU FACTOR POTENCIA d siglnTPx-0IFPT MMXU SOMATORIO I^2 d siglnnxx-DJSI2 MMXU RESIST DEFEITO (Ohms) d siglnnxx-PRZRS RFLO REACT DEFEITO (Ohms) d siglnnxx-PRZRA RFLO DISJ Nº MANOBRAS d siglnnxx-DJCTM XCBR Pa a unções de Comando, os LN’s p opos os, segundo o especi icado na no ma IEC 61850, são ap esen ados na Tabela 4.9. 4.4 Conside ações Finais 65 Tabela 4.9: Desc i i os SCADA e solução pa a LN’s de cada unção de Comando Função EDP - SCADA Solução IEC 61850 DISJ,ESTADO CMD d siglnnxx-DJENC XCBR DISJ CMD d siglnnxx-DJEST CSWI DESL+REP FREQ 1 ESC CMD d siglnnxx-DFP22 PFRQ DESL+REP FREQ 2 ESC CMD d siglnnxx-DFP32 PFRQ DESL+REP FREQ DESL CMD d siglnnxx-DFP01 PFRQ DESL+REP FREQ DESL+REP CMD d siglnnxx-DFP02 PFRQ DESL+REP FREQ PROG CMD d siglnnxx-DFP00 PFRQ DESL+REP TENS PROG CMD d siglnnxx-DTP00 GAPC DESL+REP TENS DESL+REP CMD d siglnnxx-DTP02 GAPC DESL+REP TENS DESL CMD d siglnnxx-DTP01 GAPC FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD d siglnnxx-RLES- RREC FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD d siglnnxx-RLFS- RREC PROGRAMA RELIG d siglnnxx-RLP00 RREC PROGRAMA RELIG L1 CMD d siglnnxx-RLP02 RREC PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD d siglnnxx-RLP03 RREC PROGRAMA RELIG RR CMD d siglnnxx-RLP04 RREC PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD d siglnnxx-RLP06 RREC PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD d siglnnxx-RLP07 RREC EST PROT TERRA RESIST S d siglnnxx-PRETB PTEF EST PROT TERRA RESIST FS d siglnnxx-PRETD PTEF REGIME EXPLORACAO A CMD d siglnnxx-XXREA GGIO REGIME EXPLORACAO B CMD d siglnnxx-XXREB GGIO REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD d siglnnxx-XXREN GGIO REGIME NEUTRO d siglnnxx-PRXNI GGIO 4.4 Conside ações Finais A ealização do le an amen o de in o mação ela i a à o ma de implemen ação a ual dos LN’s em IED’s, po pa e dos di e en es o necedo es, pe mi iu a iden i icação de si uações que êm e- sul ado em en a es à in e ope abilidade. Essencialmen e, e i ica-se uma não con o midade en e ab ican es e uma u ilização excessi a de LN’s gené icos (GGIO’s), di icul ando a in e p e ação das unções e desen ol imen os u u os, po pa e das equipas écnicas de manu enção. Com o obje i o da de inição de equisi os à in e ope abilidade en e IED’s oi ap esen ada uma solução pa a a no malização de LN’s segundo a no ma IEC 61850. A jun a a es a lis a que no maliza os LN´s segundo a no ma IEC 61850, se ia ambém in e essan e a no malização ou especi icação dos Disposi i os Lógicos (LD), que consis em em conjun os de LN’s necessá ios ao cump imen o das uncionalidades pa a as quais es ão designados. Pode ia ainda se ei a uma no malização dos a ibu os de dados compõem cada um dos LN’s. Es as medidas se ado adas, pelo Ope ado da Rede de Dis ibuição, pe mi i iam a acele ação no p ocesso de ob enção da in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es. Es as no malizações a iam pa e de uma lis a de equisi os a en ega aos ab ican es de SPCC’s, no momen o da aquisição dos mesmos, uncionando como um complemen o à no ma 66 No malização dos Nós Lógicos pa a desen ol imen o de IED’s segundo a no ma IEC 61850 IEC 61850. Capí ulo 5 Ensaios à no ma IEC 61850 com ecu so à e amen a IEDScou Nes e Capi ulo é ap esen ado o so wa e IEDScou , bem como iden i icadas algumas uncio- nalidades u eis ao Ope ado da Rede de Dis ibuição, ais como a lei u a da in o mação do ichei o SCL do IED (GOOSE, Rela ó ios, Conjun os de Dados e Modelo de Dados), moni o ização de sinalizações em empo eal e ainda a ua sob e dados. São ap esen ados os ensaios ealizados, di ididos em P ocedimen o e Equipamen os e Resul ados ob idos. 5.1 No a in odu ó ia ao IEDScou O IEDScou é um so wa e de es e à no ma IEC 61850 da emp esa OMICRON ( e sec- ção 3.8). A EDP Dis ibuição possui es a e amen a como módulo adicional à mala de ensaios, OMICRON CMC 256, u ilizada em comissionamen o. Com is o, p e ende-se a alia as possí eis an agens da u ilização do IEDScou em ensaios que pe mi am a e i icação de aspe os elaciona- dos com a no ma IEC 61850 e, consequen emen e, a aliação da in e ope abilidade. 5.2 Funcionalidade do IEDScou Numa p imei a ase, de o ma a a alia o po encial da e amen a, ligou-se o so wa e a um IED e p ocedeu-se à e i icação das uncionalidades disponí eis, as quais se ap esen am em seguida e podem se acompanhadas na Figu a 5.1: • 1. O a anque do so wa e pode se ei o de duas o mas, ou pela abe u a de um ichei o do ipo SCL p e iamen e gua dado ou a a és da uncionalidade “Disco e IED”, que a a és de uma ligação e he ne az o download do ichei o SCL associado ao espe i o IED. O IEDScou pe mi e ainda gua da e edi a ichei os SCL. 67 68 Ensaios à no ma IEC 61850 com ecu so à e amen a IEDScou • 2. Após lei u a da in o mação do ichei o SCL do IED, são ap esen ados pelo so wa e qua- o g upos de in o mação disponí eis: GOOSE, Rela ó ios (Repo s), Conjun os de Dados (Da aSe s) e Modelo de Dados (Da a Model). • 3. O Modelo de Dados pe mi e a isualização da o ma de implemen ação do IED po pa e do ab ican e, segundo a no ma IEC 61850, como desc i o na secção 2.5. Ap esen a os Disposi i os Lógicos (LD) e espe i os Nós Lógicos (LN), selecionando um LD é ainda possí el e i ica os a ibu os ou ‘da a objec s’. • 4. O IEDScou possui um Moni o de A i idade (Ac i i y Moni o ) que, quando em modo online com o IED, pe mi e acompanha o es ado dos obje os selecionados. Num caso p á ico de ensaio, sabendo qual o LN de uma de e minada sinalização, pode se ei o o acompanha- men o nes e painel em empo eal. • 5. Pe mi e a ua em ‘da a objec s’, is o é, pe mi e a al e ação dos alo es dos dados de LN’s. Es a uncionalidade pode se usada pa a alida o co e o uncionamen o dos LN’s. Figu a 5.1: In e ace g á ica da e amen a IEDScou Após a e i icação das uncionalidades do so wa e, p ocedeu-se à ealização de ensaios a dois IED’s de di e en es ab ican es. 5.3 P ocedimen o e equipamen os Em labo a ó io, ealizou-se ensaios às sinalizações que são comunicadas a a és da no ma IEC 61850. O sis ema es e u ilizado oi uma simples ligação e he ne , po cabo de ede, en e o 5.3 P ocedimen o e equipamen os 69 IED e o compu ado onde co e o so wa e, IEDScou . Fo am ensaiadas duas unidades, ela i as a painéis de Média Tensão, uma da E acec (S420) e ou a da GE (F650), já e e idas na secção 4.1. Es as unidades o am con igu adas com odas as pa ame izações de p ojec os ecen es de SEs da esponsabilidade da EDP Dis ibuição. Fo am ambém u ilizados os so wa es p óp ios de cada unidade pa a simulação das condições necessá ias aos ensaios, como a al e ação das sinalizações a ensaia , dada a di iculdade de em labo a ó io ec ia um sis ema idên ico com as ligações ísicas e de comunicação en e equipamen os como numa Subes ação. Os so wa es são WinP o 4 (E acec) e Ene Vis a 650 Se up (GE). No en an o, algumas ligações o am ec iadas isicamen e a a és da ba a de bo nes de ligação, como se e i ica na Figu a 5.2. Figu a 5.2: Ambien e de ensaio com IED da E acec Na Figu a 5.3, é ap esen ado o esquema de mon agem ealizado pa a o ensaio às sinalizações do IED da E acec S420. O esquema de ensaio ao IED da GE F650 é equi alen e, mudando apenas o IED a ensaia e o so wa e do ab ican e (Ene Vis a 650 Se up). 76 Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de Dis ibuição Condições de isolamen o, de compa ibilidade ele omagné ica e de segu ança Os módulos de po ência do sis ema de alimen ação de co en e con ínua de em obedece às condições de isolamen o e compa ibilidade ele omagné ica de inidas na no ma EN 61204. De em ambém cump i as no mas aplicá eis sob e segu ança, nomeadamen e, as e e idas na no ma EN 61204 [35]. Condições de alimen ação • Tensão nominal de en ada: 400/230 Vca (3F+N+T); • F equência nominal de en ada: 50 Hz; • Limi es de a iação da ensão nominal de en ada: - 15% a + 10%; • Limi es de a iação da equência nominal de en ada: ± 4%. Os SACC’s des inam-se a alimen a , de o ma pe manen e, odos os ci cui os de co en e con- ínua exis en es na Subes ação e ainda assegu a a ca ga das ba e ias [35]. Esses são cons i uídos pelo a má io alimen ado e pelo a má io de ba e ias. O alimen ado de e con e os seguin es módulos [35]: • 3 módulos e i icado es, 230 Vca/110 Vcc, 20 A, iguais en e si, en ichá eis do ipo swi - ching, de p e e ência digi ais. Em al e na i a pode ão se u ilizados 6 módulos e i icado es, 230 Vca/110 Vcc, 10 A; • 3 módulos con e so es 110 Vcc/48 Vcc, 15 A, iguais en e si, en ichá eis; • 1 módulo de supe isão e con olo, en ichá el com ligação emo a ao cen o de eleges ão da EDP Dis ibuição; • 1 módulo de díodos edu o es, en ichá el, dimensionado pa a a po ência máxima da ca ga. Es e módulo de e á se equipado com con ac o auxilia , pa a que a en a i a de emoção do mesmo não p o oque qualque in e upção do ci cui o de saída (inibição de ope ação do con ac o ); • 1 painel de 230 Vca, compos o po odos os disjun o es ca e desca egado es de sob e ensão; • 1 painel de 110 Vcc, compos o po odos os disjun o es de 110 Vcc; • 1 painel de 48 Vcc, compos o po odos os disjun o es de 48 Vcc. Segundo [35], é ap esen ado na Figu a 6.1 o esquema gené ico da cons i uição do SACC. 6.1 In odução aos Sis emas de Alimen ação de Co en e Con inua 77 Figu a 6.1: Diag ama gené ico da cons i uição do SACC [35] Os módulos e i icado es são ligados em pa alelo en e si e às ba e ias, ga an indo que a ensão nominal de saída seja cons an e e enquad ada nos limi es admissí eis de ensão e equência da ede e do consumo das ca gas, independen emen e das suas a iações. Es es o necem a po ência necessá ia à ca ga de u ilização e à eca ga das ba e ias. A ensão de saída, aplicada à ba e ia em egime lu uan e, é con inuamen e egulada em unção da empe a u a. O egime lu uan e co esponde ao o necimen o de co en e pa a a ca ga, pelo alimen ado , não ha endo débi o de co en e po pa e das ba e ias. A co en e consumida pelas ba e ias nes e egime é des inada a compensa as pe das po Au o desca ga dos elemen os e man e a ca ga comple a das mesmas [35]. Em si uação de alha da ede, a ensão (em co en e al e nada) de en ada se á ap oximada- men e ze o assim como a ensão na saída do e i icado . Nes e cená io a ensão da ba e ia passa a se supe io à ensão na saída do e i icado , assumindo a ca ga e pe mi indo man e a ensão pa a [34]: • Comando de disjun o es e seccionado es; • Alimen ação de sis emas de sinalização; • Alimen ação auxilia de elés e Sis emas de P o eção; • Alimen ação de painéis sinóp icos; • Iluminação de eme gência; • Sis emas de Telecomunicações, • Alimen ação de sis emas de elecon agem. 78 Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de Dis ibuição A ba e ia de acumulado es de e pe mi i a alimen ação das ca gas essenciais du an e o pe íodo de empo su icien e pa a e e ua odas as manob as necessá ias. Es e in e alo de empo em que a ba e ia man ém a ensão mínima po elemen o (no malmen e 90% da ensão nominal), necessá ia ao bom uncionamen o do sis ema, é conhecido como au onomia do g upo de ba e ias [34]. O SACC em um disposi i o de p o eção que e i a a desca ga o al das ba e ias [35]. 6.2 As an agens da aplicação da no ma IEC 61850 nos Sis emas de Alimen ação Os SACC’s, a pa dos SPCC’s, eco em a sinalizações e medidas pa a comunicação com o Cen o de Condução, es a oca de in o mação é ei a po in e médio da Unidade Cen al (UC) da Subes ação. A ualmen e, na EDP Dis ibuição SA, u ilizam-se apenas qua o sinalizações e qua o medidas, pelo ac o de se em sinais ligados a io, en e o alimen ado e a UC, po o ma a colma a a incapacidade de comunicação en e equipamen os de di e en es ab ican es. Também se encon a em implemen ação um sis ema de supe isão écnica (um se ido cen al que comunica di e amen e com os alimen ado es), daí não exis i a necessidade de mais sinalizações/medidas. Como especi icado em [35], as sinalizações de em se as seguin es: • Alimen ado – Módulo de Con olo; • Alimen ado 110 Vcc; • Disj CC Ba e ia; • Isolamen o 110 Vcc. As medidas especi icadas são: • Tensão 110 Vcc; • Tensão 48 Vcc; • Co en e 110 Vcc; • Co en e de ba e ia. Com is o, su gem an agens na in eg ação da no ma IEC 61850 nos Sis emas de Alimen ação, como p o ocolo de comunicação. Es a possí el in eg ação pe mi i ia ao Ope ado da Rede de Dis ibuição aumen a a lis a de sinalizações e medidas, passando es as a se em comunicadas pela Rede Local de Comunicação da Subes ação, não ha endo qualque ipo de limi ação de ido à ele ada elocidade e capacidade da ede. Se ia ambém essencial a no malização dos sinais, segundo a no ma IEC 61850, de o ma a pe mi i a in e ope abilidade en e os equipamen os do SACC e do SPCC, nomeadamen e a UC. Acon ece em mui as Subes ações, a si uação de o SACC não se do mesmo ab ican e do SPCC. A solução passa ia pela u ilização de um IED, associado ao a má io do Sis ema de Alimen ação, que izesse o a amen o da in o mação e comunicasse 6.3 No malização das Sinalizações e Medidas, segundo a no ma IEC 61850 79 com os es an es equipamen os da Subes ação. Em caso de in e ope abilidade plena, não se ia necessá ioum IED pa a con e são. Ou a an agem se ia a u ilização de sinalizações a io e po p o ocolo de comunicação IEC 61850 em simul aneo, o nando o sis ema edundan e, p e enindo si uações de oco ência de alha nas comunicações. 6.3 No malização das Sinalizações e Medidas, segundo a no ma IEC 61850 À semelhança da no malização ap esen ada na secção 4.3, a no malização das sinalizações e medidas do SACC, co esponde à associação de um Nó Lógico, da no ma IEC 61850, ao espe i o desc i i o SCADA, que é u ilizado pa a e ei os de comunicação na Subes ação e pa a Cen o de Condução, de o ma a pe mi i a supe isão e con olo do sis ema po pa e dos Ope ado es da Rede de Dis ibuição, esponsá eis pela manu enção das Subes ações. É ap esen ada, nas Tabelas 6.1 e6.2 uma possí el solução pa a no malização das sinalizações e medidas, exis en es a ualmen e, segundo os LN’s da no ma IEC 61850, ap esen ados na secção 4.2. No u u o, no caso de as sinalizações e medidas se em expandidas, se á semp e necessá io aze uma no malização idên ica. Tabela 6.1: Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Sinalizações Sinalização Desc i i o SCADA IEC 61850 ALIMENTADOR 110Vcc d sigl-ALM-10ALR GGIO DISJ CC BATERIA d sigl-ALM-Q5DBE XCBR ESTADO MODULO CONTROLO d sigl-ALM-ULPSM GGIO ISOLAMENTO 110Vcc d sigl-ALM-10DIS ZBSH Tabela 6.2: Desc i i os SCADA e da no ma IEC 61850 pa a Medidas Medida Desc i i o SCADA IEC 61850 CORRENTE 110Vcc d sigl-ALM-10IBT MMXU CORRENTE BAT d sigl-ALM-BTI– MMXU TENSAO 110Vcc d sigl-ALM-10U– MMXU TENSAO 48Vcc d sigl-ALM-48U– MMXU 6.4 Conside ações inais A impo ância que o SACC ep esen a pa a o uncionamen o do SPCC exige a enção po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição. Nesse sen ido, ap o ei ando a ede de comunicação p esen e numa Subes ação, p opõe-se a u ilização da mesma pa a e ei o de en io de sinais ela i os ao SACC, ap o ei ando a ele ada elocidade e capacidade de ansmissão de in o mação da ede, ace à oca de sinais a io, como é ei a a ualmen e. 80 Aplicação da no ma IEC 61850 em Sis emas de Alimen ação nas Subes ações da Rede de Dis ibuição De o ma a ga an i que es a solução seja u ilizá el em qualque Subes ação, independen- emen e dos o necedo es do SPCC e do SACC, suge e-se a no malização das sinalizações e medidas, segundo a no ma IEC 61850. Es a solução, se ado ada, ep esen a á um aumen o da capacidade de in e ope abilidade en e equipamen os de di e en es ab ican es, nes e caso en e os SPCC’s e os SACC’s. Capí ulo 7 Conclusões e T abalhos Fu u os Nes e Capí ulo são ap esen adas as p incipais conclusões ela i as ao abalho desen ol ido, bem como p opos as de abalhos pa a ealização no u u o. 7.1 Conclusões A ealização des a disse ação pe mi iu e i ica a di iculdade a ual na ob enção da in e ope- abilidade en e IED’s em Subes ações da Rede de dis ibuição, pela ambiguidade p esen e nas especi icações da no ma IEC 61850. Es a ambiguidade em le ado a que di e en es ab ican es de Sis emas de P o eção, Comando e Con olo açam di e en es in e p e ações da no ma, aduzindo- se em di e en es implemen ações nos seus p odu os. Aspe os como as á ias o mas de imple- men ação ao ní el dos Nós Lógicos e espe i os a ibu os, as di e en es in e p e ações po pa e de cada ab ican e, os di e en es pe is de comunicação e a a qui e u a da ede de comunicação co espondem a ualmen e a di iculdades na ob enção da in e ope abilidade. Ve i icou-se que a simples aplicação da no ma não é e icaz, sem que haja um en endimen o en e ab ican es e clien es. Uma possí el solução é a de inição de equisi os à in e ope abilidade en e IED’s, que especi ique aquilo que é p e endido ao ní el da no ma IEC 61850. Es a lis a de equisi os se ia ap esen ada aos ab ican es po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição. Ve i icou-se a necessidade de adap a os es es de uncionamen o a uais a ealiza aos Sis e- mas de p o eção, Comando e Con olo, bem como a in odução de no as me odologias de es es, ace a ealidade p esen e em sis emas baseados na no ma IEC 61850. A ualmen e a no ma es- peci ica e ecomenda es es de uncionamen o e con o midade, que consis em em es a os IED’s indi idualmen e. Com is o, pode acon ece que um equipamen o mesmo que ap o ado em es- es de con o midade não es eja ap o a in e agi com ou os equipamen os, especialmen e se de ab ican es di e en es. Assim, su ge a necessidade de es es de in e ope abilidade, que não es ão p e is os na no ma IEC 61850, mas que se e elam essenciais na ob enção do obje i o da no ma, a in e ope abilidade. A ualmen e exis em no me cado e amen as de es e à no ma IEC 61850, como das ma cas OMICRON e RTDS echnologies, que podem ep esen a uma ajuda impo an e na ealização 81 82 Conclusões e T abalhos Fu u os de es es de in e ope abilidade. Se ia bené ico a in odução de es es de in e ope abilidade na no ma IEC 61850, em que es es ossem de inidos e especi icados ou que o Ope ado da Rede de Dis ibuição exigisse jun o dos ab ican es a ealização desses es es. Ve i icou-se a necessidade de de ini equisi os à in e ope abilidade en e IED’s, nes e segui- men o e e uou-se uma no malização de Nós Lógicos pa a unções dos IED’s, segundo o especi i- cado na no ma IEC 61850. Es a no malização, se ado ada pelo Ope ado da Rede de dis ibuição, a ia pa e de uma lis a de equisi os a en ega aos ab ican es de SPCC’s, no momen o da aquisi- ção dos mesmos. Com a ealização de ensaios às sinalizações, a a és do IEDScou , oi possi el e i ica a di iculdade dos equipamen os comunica em po IEC 61850, o que em sido um aspe o que di icul a a ob enção da in e ope abilidade en e IED’s de di e en es ab ican es. Po úl imo, e i icou-se a impo ância que o Sis ema de Alimen ação ep esen a pa a o uncio- namen o do SPCC, exigindo assim a enção po pa e do Ope ado da Rede de Dis ibuição e nesse sen ido, a aliou-se a possibilidade de aplicação da no ma IEC 61850 pa a e ei os de comunicação de sinais. Tal como se e i ica no SPCC, a ede de comunicação pode ia se u ilizada pa a oca de in o mação ela i a ao es ado do Sis ema de Alimen ação. De o ma a ga an i que es a solu- ção seja u ilizá el em qualque Subes ação, independen emen e dos o necedo es do SPCC e do SACC, suge e-se a no malização das sinalizações e medidas, segundo a no ma IEC 61850. Es a solução, se ado ada, ep esen a á um aumen o da capacidade de in e ope abilidade en e equipa- men os de di e en es ab ican es, nes e caso en e os SPCC’s e os SACC’s. 7.2 T abalhos Fu u os Como possí eis abalhos u u os, no seguimen o do abalho ealizado na no malização dos Nós Lógicos, pode ambém se a u ilização de um núme o p é-de inido e ixo de ins âncias dos nós lógicos. A di e ença en e o núme o de ins âncias p ende-se com a u ilização dos disposi i os lógicos. A ideia é de ini e especi ica aos ab ican es se se eco e a um único disposi i o lógico pa a ag upa os nós lógicos, ou se ag upam os nós lógicos em á ios disposi i os lógicos. Pa a além da no malização dos Nós Lógicos, pode iam se ambém especi icados os a ibu os de dados de cada unção exis en e nos IED’s, sendo que es e se ia um abalho bas an e complexo e ex enso, dado a quan idade de unções exis en es, assim e i ica-se a necessidade de es o ço e comp omisso en e o Ope ado da Rede de Dis ibuição e os ab ican es. A u ilização do so wa e IEDScou , da OMICRON, pe mi iu e i ica as uncionalidades de simulação das unções em comunicação po IEC 61850, is o é, é possí el, pa a um IED, a alia se cada unção es á em con o midade com a no ma ou não. Dada a quan idade de sinalizações, co- mandos e medidas exis en es, o na-se um p ocesso len o de ealiza pa a uma unção de cada ez, nes e sen ido se ia in e essan e desen ol e uma aplicação que, de o ma au omá ica, ealizasse o es e a odas as uncionalidades e izesse o espe i o egis o de e en os. 7.2 T abalhos Fu u os 83 Ou a suges ão de abalho u u o se ia a a aliação da implemen ação do ba amen o de p o- cesso, que em especi icado na no ma IEC 61850, a ní el económico e de bene ício p á ico pa a o Ope ado da Rede de Dis ibuição. No seguimen o da no malização de sinalizações e medidas dos Sis emas de Alimen ação, p opõe-se a c iação de um sis ema es e, em labo a ó io, pa a alidação das mesmas na comu- nicação com a Unidade Cen al. A ideia se á es a a in e ope abilidade en e o SACC e o SPCC de di e en es ab ican es. 84 Conclusões e T abalhos Fu u os Anexo A Nós Lógicos pa a unções de IED’s A.1 Nós Lógicos pa a Sinalizações Tabela A.1: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a Sinalizações elacionadas com unções de disjun o Função Siemens BLOCO DISJUNTOR MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO4:0 CIRCUITO COMANDO DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO10:0 DESL FREQUENCIA DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO32:0 DESL TENSAO DISJ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO31:0 DISJ CC FORCA MOTRIZ MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO6:0 DISJ EM REE MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO29:0 DISJ ENERGIA CORTADA MT12_L01EXT$pdGGIO251$ST$SPCSO18:0 DISJ PERM DESLIGAR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO36:0 DISJ PERM LIGAR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO37:0 DISJUNTOR MT12_L01CTRL$DISJCSWI1$ST$Pos:0 MOLAS DISJUNTOR MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO2:0 ESTADO PAINEL MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO1:0 DISJ FALHA PROT MT12_L01EXT$pdGGIO23$ST$SPCSO63:0 MODO FUNCION PAINEL MT12_L01CTRL$GGIO3$ST$DPCSO3:0 DESL+REP FREQ ESCALAO MT12_L01CTRL$GGIO1$ST$SPCSO33:0 DESL+REP FREQ: PROG MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO3:0 DESL+REP TENSAO PROG MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$DPCSO2:0 85 92 Nós Lógicos pa a unções de IED’s Tabela A.13: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de disjun o Função GE BLOCO DISJUNTOR P214F650/XSWG$ST$Ind3$s Val CIRCUITO COMANDO DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind35$s Val DESL FREQUENCIA DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind51$s Val DESL TENSAO DISJ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind50$s Val DISJ CC FORCA MOTRIZ P214F650/e eGGIO1$ST$Ind15$s Val DISJ EM REE P214F650/e eGGIO1$ST$Ind111$s Val DISJ ENERGIA CORTADA P214F650/e eGGIO1$ST$Ind112$s Val DISJ PERM DESLIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind39$s Val DISJ PERM LIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind38$s Val DISJUNTOR P214F650/XCBR1$ST$Ind1$s Val MOLAS DISJUNTOR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind11$s Val ESTADO PAINEL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind7$s Val DISJ FALHA PROT P214F650/e eGGIO1$ST$Ind114$s Val MODO FUNCION PAINEL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind41$s Val DESL+REP FREQ ESCALAO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind48$s Val DESL+REP FREQ: PROG P214F650/XSWG$ST$Ind5$s Val DESL+REP TENSAO PROG P214F650/XSWG$ST$Ind4$s Val A.1 Nós Lógicos pa a Sinalizações 93 Tabela A.14: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de máximo de in ensidade Função GE MAX Io> D INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind106$s Val MAX Io> D TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind107$s Val MAX Io> INST UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind104$s Val MAX Io> TEMP UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind105$s Val MAX Io> INST UP2 - DIST Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 MAX Io> TEMP UP2 - DIST Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 MAX I> INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind94$s Val MAX I> TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind95$s Val MAX I> > INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind96$s Val MAX I> > TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind97$s Val MAX I> > > INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind98$s Val MAX I> > > TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind99$s Val Tabela A.15: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com unções de eligação Função GE FUNCAO RELIGACAO P214F650/e eGGIO1ST Ind54$s Val FUNCAO RELIGACAO in e onpida P214F650/e eGGIO1$ST$Ind55$s Val FUNCAO RELIGACAO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind56$s Val RELIGACAO CICLO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind57$s Val RELIGACAO CICLO 1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind58$s Val RELIGACAO CICLO 2 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind59$s Val RELIGACAO CICLO 3 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind60$s Val RELIGACAO DIJ Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 RELIGACAO DISPARO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind61$s Val RELIGACAO L1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind64$s Val RELIGACAO L1+L2 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind65$s Val RELIGACAO RR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind63$s Val RELIGACAO RR+L1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind66$s Val 94 Nós Lógicos pa a unções de IED’s Tabela A.16: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a Sinalizações elacionadas com ou as unções Função GE PROT DEFEITO FASE-FASE Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROT DEFEITO FASE-TERR Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROT TERRAS RESIST INST P214F650/e eGGIO1$ST$Ind119$s Val PROT TERRAS RESIST TEMP P214F650/e eGGIO1$ST$Ind120$s Val REE DISCORDANTE P214F650/XSWG$ST$Ind6$s Val REGIME EXPLORACAO P214F650/e eGGIO1STInd121$s Val REGIME EXPLORACAO A Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME EXPLORACAO B Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME EXPLORACAO N Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME NEUTRO ISOLADO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind122$s Val SECCIONADOR TERRA P214F650/XSWG$ST$Ind2$s Val SINCRONIZACAO UP1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind123$s Val SUPERVISAO CIRCUIT DESL P214F650/e eGGIO1$ST$Ind2$s Val SUPERVISAO CIRCUIT LIGAR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind1$s Val ARCO INTERNO BARR P214F650/e eGGIO1$ST$Ind81$s Val ARCO INTERNO CABOS P214F650/e eGGIO1$ST$Ind10$s Val ARCO INTERNO DISJ Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 COMUNICACAO UP1-BDD P214F650/e eGGIO1$ST$Ind89$s Val CONDUTOR DA LINHA PARTIDO P214F650/e eGGIO1$ST$Ind91$s Val PRESSAO SF6 N1 P214F650/e eGGIO1$ST$Ind12$s Val A.2 Nós Lógicos pa a Medidas A.2 Nós Lógicos pa a Medidas 95 Tabela A.17: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Medida Função Siemens CORRENTE MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn1:0 CORRENTE FASE L2 MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn2:0 CORRENTE FASE L3 MT12_L01EXT$pdGGIO76$MX$AnIn3:0 CORRENTE HOMOP MT12_L01EXT$pdGGIO104$MX$AnIn7:0 TENSAO FASE 23 MEAS/MMXU1/PPV TENSAO FASE 31 EXT/pdGGIO79/AnIn1 TENSAO HOMOPOLAR EXT/pdGGIO79/AnIn2 POTENCIA ACTIVA MT12_L01MEAS$MMXU1$MX$To W:1 POTENCIA REACTIVA MT12_L01MEAS$MMXU1$MX$To VA :1 FACTOR POTENCIA EXT/pdGGIO113/AnIn5 SOMATORIO I^2 MT12_L01EXT$pdGGIO2002$ST$ISCSO7:0 RESIST DEFEITO (Ohms) MT12_L01MEAS$Rp imGGIO1$MX$AnIn1:0 REACT DEFEITO (Ohms) MT12_L01MEAS$Xp imGGIO1$MX$AnIn1:0 DISJ Nº MANOBRAS MT12_L01CTRL$GGIO2$ST$ISCSO6:0 Tabela A.18: Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Medida Função EFACEC CORRENTE MMXU1$MX$A$phsA$cVal$mag$ CORRENTE FASE L2 MMXU1$MX$A$phsB$cVal$mag$ CORRENTE FASE L3 MMXU1$MX$A$phsC$cVal$mag$ CORRENTE HOMOP MMXU1$MX$A$neu $cVal$mag$ TENSAO FASE 23 MMXU1$MX$PPV$phsAB$cVal$mag$ TENSAO FASE 31 MMXU1$MX$PPV$phsBC$cVal$mag$ TENSAO HOMOPOLAR MMXU1$MX$PPV$phsCA$cVal$mag$ POTENCIA ACTIVA MMXU1$MX$To W$mag$ POTENCIA REACTIVA MMXU1$MX$To VA $mag$ FACTOR POTENCIA MMXU1$MX$To PF$mag$ SOMATORIO I^2 ANGGIO1$MX$AnIn1$mag$ RESIST DEFEITO (Ohms) RFLO1$MX$Fl Z$cVal$mag$ REACT DEFEITO (Ohms) RFLO1$MX$Fl Z$cVal$mag$ DISJ Nº MANOBRAS XCBR1$ST$OpCn $s Val 96 Nós Lógicos pa a unções de IED’s Tabela A.19: Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Medida Função ABB CORRENTE IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsA.cVal.mag CORRENTE FASE L2 IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsB.cVal.mag CORRENTE FASE L3 IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.CPHMMXU1.A.phsC.cVal.mag CORRENTE HOMOP IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.RESCMMXU1.A. es.cVal.mag TENSAO FASE 23 IEC61850_Subne wo k2. REF630_P229.LD0.VPPMMXU1.PPV.phsBC.cVal.mag TENSAO FASE 31 IEC61850_Subne wo k2. REF630_P229.LD0.VPPMMXU1.PPV.phsCA.cVal.mag TENSAO HOMOPOLAR IEC61850_Subne wo k2. REF630_P229.RESV_1.RESVMMXU1.PhV. es.cVal.mag POTENCIA ACTIVA IEC61850_Subne wo k2. REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To W.mag POTENCIA REACTIVA IEC61850_Subne wo k2. REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To VA .mag FACTOR POTENCIA IEC61850_Subne wo k2. REF630_P230.LD0.PWRMMXU1.To PF.mag SOMATORIO I^2 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 RESIST DEFEITO (Ohms) IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.SCFL_1.SCEFRFLO1.Fl LoopR.mag REACT DEFEITO (Ohms) IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.SCFL_1.SCEFRFLO1.Fl LoopX.mag DISJ Nº MANOBRAS Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 Tabela A.20: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Medida Função GE CORRENTE L1IEC61850_MMXU1MXAphsAcValmag CORRENTE FASE L2 L1IEC61850_MMXU1MXAphsBcValmag CORRENTE FASE L3 L1IEC61850_MMXU1MXAphsCcValmag CORRENTE HOMOP Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 TENSAO FASE 23 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 TENSAO FASE 31 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 TENSAO HOMOPOLAR Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 POTENCIA ACTIVA L1IEC61850_MMXU1MXTo Wmag POTENCIA REACTIVA L1IEC61850_MMXU1MXTo VA mag FACTOR POTENCIA L1IEC61850_MMXU1MXTo PFmag SOMATORIO I^2 Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 RESIST DEFEITO (Ohms) Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REACT DEFEITO (Ohms) Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 DISJ Nº MANOBRAS L1IEC61850_XCBR1ST OpCn $s Val A.3 Nós Lógicos pa a Comandos 97 A.3 Nós Lógicos pa a Comandos Tabela A.21: Nós Lógicos u ilizados pela Siemens pa a unções de Comando Função Siemens DISJ ESTADO CMD MT12_L01CTRL$ESTADOGAPC1$CO$SPCSO DISJ CMD MT12_L01CTRL$DISJCSWI1$CO$Pos DESL+REP FREQ 1 ESC CMD MT12_L01CTRL$ESC1GAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP FREQ 2 ESC CMD MT12_L01CTRL$ESC2GAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP FREQ DESL CMD MT12_L01CTRL$FDESLGAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP FREQ DESL+REP CMD MT12_L01CTRL$F_REPGAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP FREQ PROG CMD MT12_L01CTRL$F_PROGGAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP TENS PROG CMD MT12_L01CTRL$U_PROGGAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP TENS DESL+REP CMD MT12_L01CTRL$U_REPGAPC1$CO$SPCSO:0 DESL+REP TENS DESL CMD MT12_L01CTRL$UDESLGAPC1$CO$SPCSO:0 FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD MT12_L01CTRL$REL_ESGAPC1$CO$SPCSO:0 FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD MT12_L01CTRL$REL_FSGAPC1$CO$SPCSO:0 PROGRAMA RELIG L1 CMD MT12_L01CTRL$REL_1LGAPC1$CO$SPCSO:0 PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD MT12_L01CTRL$REL_2LGAPC1$CO$SPCSO PROGRAMA RELIG RR CMD MT12_L01CTRL$REL_RGAPC1$CO$SPCSO PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD MT12_L01CTRL$REL_RLGAPC2$CO$SPCSO PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD MT12_L01CTRL$RELRLLGAPC1$CO$SPCSO EST PROT TERRA RESIST S MT12_L01CTRL$PTRGAPC10$CO$SPCSO:0 EST PROT TERRA RESIST FS MT12_L01CTRL$PTRGAPC11$CO$SPCSO:0 REGIME EXPLORACAO A CMD MT12_L01CTRL$REEAGAPC1$CO$SPCSO REGIME EXPLORACAO B CMD MT12_L01CTRL$REEBGAPC1$CO$SPCSO REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD MT12_L01CTRL$RNEGAPC1$CO$SPCSO:2 REGIME NEUTRO Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 98 Nós Lógicos pa a unções de IED’s Tabela A.22: Nós Lógicos u ilizados pela E acec pa a unções de Comando Função EFACEC DISJ ESTADO CMD SPGGIO1$ST$SPCSO4$s Val DISJ CMD XCBR1$ST$Pos$s Val DESL+REP FREQ 1 ESC CMD ROPM1$SP$GenModIn1$se Val DESL+REP FREQ 2 ESC CMD ROPM1$SP$GenModIn1$se Val DESL+REP FREQ DESL CMD P o ocolo VM DESL+REP FREQ DESL+REP CMD P o ocolo VM DESL+REP FREQ PROG CMD P o ocolo VM DESL+REP TENS PROG CMD P o ocolo VM DESL+REP TENS DESL+REP CMD P o ocolo VM DESL+REP TENS DESL CMD P o ocolo VM FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD SPGGIO3$ST$SPCSO3$s Val FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD SPGGIO3$ST$SPCSO3$s Val PROGRAMA RELIG L1 CMD P o ocolo VM PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD P o ocolo VM PROGRAMA RELIG RR CMD P o ocolo VM PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD P o ocolo VM PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD P o ocolo VM EST PROT TERRA RESIST S SPGGIO2$ST$SPCSO7$s Val EST PROT TERRA RESIST FS SPGGIO2$ST$SPCSO8$s Val REGIME EXPLORACAO A CMD SPGGIO3$ST$SPCSO10$s Val REGIME EXPLORACAO B CMD SPGGIO3$ST$SPCSO11$s Val REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD SPGGIO3$ST$SPCSO12$s Val REGIME NEUTRO SPGGIO2$ST$SPCSO9$s Val A.3 Nós Lógicos pa a Comandos 99 Tabela A.23: Nós Lógicos u ilizados pela ABB pa a unções de Comando Função ABB DISJ ESTADO CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO1.DPCSO.s Val DISJ CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P225.LD0.GNRLCSWI1.Pos.s Val DESL+REP FREQ 1 ESC CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P228.LD0.VSGGIO9.DPCSO.s Val DESL+REP FREQ 2 ESC CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P228.LD0.VSGGIO9.DPCSO.s Val DESL+REP FREQ DESL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 DESL+REP FREQ DESL+REP CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 DESL+REP FREQ PROG CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO8.DPCSO.s Val DESL+REP TENS PROG CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO5.DPCSO.s Val DESL+REP TENS DESL+REP CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 DESL+REP TENS DESL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO2.DPCSO.s Val FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO2.DPCSO.s Val PROGRAMA RELIG L1 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROGRAMA RELIG RR CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 EST PROT TERRA RESIST S IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO10.DPCSO.s Val EST PROT TERRA RESIST FS IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.VSGGIO10.DPCSO.s Val REGIME EXPLORACAO A CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME EXPLORACAO B CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD Não se e i ica em p o ocolo IEC 61850 REGIME NEUTRO IEC61850_Subne wo k2. REF630_P226.LD0.SPGGIO17.Ind.s Val 100 Nós Lógicos pa a unções de IED’s Tabela A.24: Nós Lógicos u ilizados pela GE pa a unções de Comando Função GE DISJ ESTADO CMD P214F650/e eGGIO1ST Ind113$s Val DISJ CMD P214F650/XCBR1COPos_1 DESL+REP FREQ ESCALAO P214F650/e eGGIO1ST Ind48$s Val DESL+REP FREQ 1 ESC CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS050$s Val DESL+REP FREQ 2 ESC CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS051$s Val DESL+REP FREQ DESL CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS037$s Val DESL+REP FREQ DESL+REP CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS036$s Val DESL+REP FREQ PROG CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS038$s Val DESL+REP TENS PROG CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS033$s Val DESL+REP TENS DESL+REP CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS035$s Val DESL+REP TENS DESL CMD P214F650/e eGGIO1ST Ind48$s Val FUNCAO RELIGACAO EM SERV CMD P214F650/e eGGIO1STInd56$s Val FUNCAO RELIGACAO FORA SERV CMD P214F650/e eGGIO1STInd56$s Val PROGRAMA RELIG Não eco e a p o ocolo IEC61850 PROGRAMA RELIG L1 CMD P214F650/ inGGIO1ST SPCS040$s Val PROGRAMA RELIG L1+L2 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS041$s Val PROGRAMA RELIG RR CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS039$s Val PROGRAMA RELIG RR+L1 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS042$s Val PROGRAMA RELIG RR+L1+L2 CMD P214F650/ inGGIO1STSPCS043$s Val EST PROT TERRA RESIST S Não eco e a p o ocolo IEC61850 EST PROT TERRA RESIST FS Não eco e a p o ocolo IEC61850 REGIME EXPLORACAO A CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val REGIME EXPLORACAO B CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val REGIME EXPLORACAO NORMAL CMD P214F650/XSWGSTInd6$s Val REGIME NEUTRO P214F650/e eGGIO1ST Ind122$s Val Anexo B Resul ados dos ensaios com IEDScou B.1 Ensaios às sinalizações Tabela B.1: Resul ado do es e às sinalizações elacionadas com unções do disjun o , ao IED da E acec Sinalização E acec Validado (Sim ou,Não) BLOCO DISJUNTOR DPGGIO1$ST$DPCSO1$s Val S CIRCUITO COMANDO DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO5$s Val S DESL FREQUENCIA DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO1$s Val N DESL TENSAO DISJ SPGGIO1$ST$SPCSO9$s Val N DISJ CC FORCA MOTRIZ SPGGIO2$ST$SPCSO10$s Val S DISJ EM REE SPGGIO3$ST$SPCSO9$s Val S DISJ ENERGIA CORTADA SPGGIO2$ST$SPCSO11$s Val N DISJ PERM DESLIGAR XCBR1$ST$BlkOpn$s Val S DISJ PERM LIGAR XCBR1$ST$BlkCls$s Val S DISJUNTOR XCBR1$ST$Pos$s Val S MOLAS DISJUNTOR SCBR1$ST$Sp Loos$s Val N ESTADO PAINEL ROPM1$ST$Ts ModOu $s Val N DISJ FALHA PROT RBRF1$ST$OpEx$gene al N MODO FUNCION PAINEL ROPM1$ST$LRModOu $s Val N DESL+REP FREQ ESCALAO SPGGIO1$ST$SPCSO3$s Val S DESL+REP FREQ: PROG Não se e i ica - DESL+REP TENSAO PROG Não se e i ica - 101 108 REFERÊNCIAS [13] G. Sen e . IEC61850 - Is i wo h he ouble? 19 h In e na ional Con e ence on Elec ici y Dis ibu ion (CIRED 2007), Viena, Aus ia, 2007. [14] In e na ional S anda d. IEC 61850-6: Con igu a ion Desc ip ion Language o Communica- ion in Elec ical Subs a ions Rela ed o IEDs. IEC, Fi s Edi ion, 2004. [15] In e na ional S anda d. IEC 61850-10: Con o mance Tes ing. IEC, Fi s Edi ion, 2005. [16] In e na ional S anda d. IEC 61850-7-1: Basic communica ion s uc u e o subs a ion and eede equipmen – P inciples and models. IEC, Fi s Edi ion, 2003. [17] In e na ional S anda d. IEC 61850-4: Sys em and p ojec managemen . IEC, Fi s Edi ion, 2002. [18] EDP Dis ibuição Ene gia e SA. “Ins alações AT e MT. Subes ações de Dis ibuição: Sis e- mas de P o eção, Comando e Con olo Numé ico (SPCC) - Ca ac e ís icas e ensaios - DMA- C13-501/N”, 2007. URL: "h p://www.edpdis ibuicao.p ". [19] J. M. Ge s e E. J. Holmes. P o ec ion o Elec ici y Dis ibu ion Ne wo ks, 3ª ed., London, Uni ed Kingdom: The Ins i u ion o Elec ical Enginee s. 2011. [20] E. Ud en; W. S abbing e D. Dolezilek. Iec 61850: Role o con o mance es ing in success ul in eg a ion. Em 19 h In e na ional Con e ence on Elec ici y Dis ibu ion (CIRED 2007), Vienna, Aus ia. 2007. [21] EDP Dis ibuição Ene gia e “Subes ações de Dis ibuição AT/MT. SA. Sis emas de P o eção, Comando e Con olo Numé ico (SPCC) - P o ocolo de Ensaios Funcionais”, ATOM. 2009. [22] M. Paulino. “Tes es de Con o midade em Relés Mul i uncionais baseados na IEC 61850”. em VIII Seminá io Técnico de P o eção e Con ole (STPC), Rio de Janei o, B asil, 2005. [23] Jian-Cheng Tan, V. G een, e J. Ciu o. Tes ing iec 61850 based mul i- endo subs a ion au oma ion sys ems o in e ope abili y. Em Powe Sys ems Con e ence and Exposi ion, 2009. PSCE ’09. IEEE/PES, páginas 1–5, Ma ch 2009. [24] M. Paulino e A. Pe ei a e I. Siquei a, “Di e izes pa a Ensaios de In e ope abilidade e Tes es Funcionais em Relés Mul i uncionais Baseados na No ma IEC61850”, em IX Seminá io Técnico de P o eção e Con ole (STPC), Minas Ge ais, B asil, 2008. [25] A. Sou o, G. Guiei o, J. Kie u , e L. Ab eu e S. Ca alho, “Tes es de Desempenho e In e ope abilidade u ilizando a No ma IEC 61850”, em 13º Seminá io de Au omação de P ocesso, São Paulo, B asil, 2009. [26] OMICRON. Tes ing Solu ions o P o ec ion and Measu emen Sys ems - P oduc Ca alog. Disponí el em: h p://www.omic on.a -> P oduc s -> P o ec ion Tes ing -> De elopmen & P oduc ion -> CMC + Tes Uni e se -> Li e a u e -> CM-Line Ca alog. [27] OMICRON. IEDScou - Ve sa ile so wa e ool o wo king wi h IEC 61850 de ices. Dis- poní el em: h p://www.omic on.a -> P oduc s -> All P oduc s -> Seconda y Tes ing & Calib a ion -> IEDScou -> Li e a u e -> IEDscou B ochu e. [28] R. Ku el, D. Ouelle e, e P. Fo sy h. Real ime simula ion and es ing using iec 61850. Em Mode n Elec ic Powe Sys ems (MEPS), 2010 P oceedings o he In e na ional Symposium, páginas 1–8, Sep 2010. REFERÊNCIAS 109 [29] RTDS Technologies Inc. “ ds echnologies: The wo ld s anda d o eal ime digi al powe sys em simula ion”, 2015. URL: "h p://www. ds.com". [30] Siemens. O e cu en P o ec ion/7SJ64. Siemens SIP · Edi ion No. 7. [31] E acec. TPU S420. Unidade Te minal de P o ecção e Con olo de Saídas. EDIÇÃO 1 – REV. 1.7, MAIO 2010. [32] ABB. Feede P o ec ion and Con ol REF630. Applica ion Manual. Documen ID: 1MRS756510. Issued: 2014-11-28. Re ision: E. P oduc e sion:1.3. [33] GE. F650 - Feede P o ec ion and Bay Con olle Sys. 090819 - V9. [34] F. Oli ei a. Desen ol imen o e Implemen ação de Me odologias de Manu enção, Cen adas na Fiabilidade (RCM), aplicada a Sis emas de Alimen ação da Rede Nacional de Dis ibui- ção (RND). Ins i u o Supe io de Engenha ia do Po o (ISEP), Po o, 2014. [35] EDP Dis ibuição Ene gia e SA. Ins alações AT e MT. Subes ações de Dis ibuição: Sis emas de alimen ação de co en e con ínua 110/48 Vcc com ba e ias do ipo alcalino - DMA-C13- 510/N, 2012. URL: h p://www.edpdis ibuicao.p .