Estratégia CRM multicanal em empresas de atuação B2B (Caso de Estudo: ZODIAC POOL CARE).
Full text
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
(Caso de Es udo: ZODIAC POOL CARE)
Má io Albe o Fe nandes Sil a
Disse ação de Mes ado em Ges ão Come cial
O ien ado :
P o . Vasco Viana
Faculdade de Economia da Uni e sidade do Po o
Se emb o de 2014
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
iii
“P es a a enção aos eus pensamen os, pois eles se o na ão pala as;
P es a a enção as uas pala as, pois elas se o na ão a os;
P es a a enção aos eus a os, pois eles se o na ão hábi os;
P es a a enção aos eus hábi os, pois eles se o na ão eu ca ác e ;
P es a a enção ao eu ca ác e , pois ele é o eu des ino.”
Talmud
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
No a Bibliog á ica
Má io Albe o Fe nandes Sil a é na u al da Maia e nasceu no dia 4 de Fe e ei o de
1981, é sol ei o e um a icionado pela ae onáu ica ci il.
Tem um pe cu so académico, essencialmen e como abalhado es udan e, onde se
licenciou em Engenha ia Ci il pela Faculdade de Ciências e ecnologia da Uni e sidade
Fe nando Pessoa, em 2010.
Em 2011 inalizou a pós-g aduação de écnico supe io de higiene e segu ança no
abalho, no CICCOPN – Cen o de Fo mação P o issional da Indús ia da Cons ução
Ci il e Ob as Públicas do No e.
No mesmo ano, ing essou no mes ado de ges ão come cial onde concluiu as unidades
cu icula es em dezemb o de 2013, p opõe-se ago a, a a és da de esa pública des a
disse ação ob e o g au de mes e em Ges ão Come cial.
O pe cu so p o issional iniciou-se em 1996 com di e en es unções, endo em 2001 e a é
a p esen e da a dado início a uma ca ei a p o issional em emp esas mul inacionais, nos
seguin es p oje os:
2001, Responsá el écnico de gabine e de p oje o na emp esa Cepex Po ugal, Lda;
2005, Sales Manage na emp esa Cepex Po ugal, Lda
2008, P oduc Manage na emp esa Fluid a Po ugal, Lda
2010, A ea Business Manage na emp esa Zodiac Pool Ca e Eu ope
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Ag adecimen os
Chegado a es a g ande e apa da minha ida académica, são mui as as pessoas que
me ecem o meu ag adecimen o pelo apoio na conc e ização des e ão impo an e
obje i o.
Gos a ia de ag adece , em p imei o luga , á minha amília que semp e me incen i ou e
apoiou nes e p oje o pessoal, com comp eensão, pala as de alen o e es imulo.
Ag adece à Zodiac Pool Ca e Ibé ica e a odos os colabo ado es que con ibuí am pa a
que ealiza-se es e es udo.
Não que o deixa de ag adece a odas as pessoas que me apoia am nes e p oje o, aos
docen es en ol idos e, a odos aqueles, que me acompanha am nes e pe cu so
académico.
Gos a a de ag adece a odos os meus amigos pela o ça, comp eensão e amizade que
semp e demons a am, em especial ao meu amigo Luís San os pela pa ilha de
conhecimen os, acompanhamen o e apoio em al u as pa icula men e di íceis.
Em especial, gos a ia de ag adece à minha companhei a, Ma ia João, po odo o apoio,
po me aze ac edi a que se ia capaz de conc e iza es e p oje o pessoal, quando po
ezes acha a que não. Pelo ca inho, paciência e pelas inde e minadas ezes me dize :
”Dá o eu melho . A mais, não és ob igado!”
A odos o meu mui o ob igado!
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Resumo
As elações come ciais obse adas, no início do século passado, basea am-se no
a endimen o pe sonalizado, em que cada clien e e a ecebido pessoalmen e pelo dono da
loja, que po sua ez conhecia a clien ela e as suas p incipais necessidades.
Quase um século depois, com a chegada da In e ne , há um p ocesso de eap oximação
en e emp esas e clien es, eis que as on ei as geog á icas começa am a desapa ece , as
emp esas locais começa am a a ua e conco e mundialmen e a a és da web, o
me cado ap esen ou-se mais compe i i o e os clien es conquis a am maio pode de
escolha e o na am-se mais olá eis.
Nes e con ex o de g andes massas, su ge o CRM (Cus ome Rela ionship Managemen )
con emplando um conjun o de es a égias que pe meiam oda a o ganização, como po
exemplo, a e isão dos p ocessos de negócios, a mudança da cul u a com o oco no
clien e, na au omação dos se iços de ma ke ing, endas e a endimen o, a
disponibilização de mul icanais de con ac o com o clien e e a in eg ação das bases de
dados com os canais disponí eis.
As es a égias de CRM, com base na e isão dos p ocessos de negócios, na mudança da
cul u a o ganizacional e na in aes u u a ecnológica, p econizam o es abelecimen o de
elações indi idualizadas com uma dimensão signi ica i a de clien es. Nes e sen ido,
es a disse ação, enciona ap o unda os conhecimen os sob e in luência da es a égia
CRM mul icanal em con ex o B2B na idelização e sa is ação do clien e num caso
p á ico.
Pa a o e ei o, eco eu-se à elabo ação de 12 en e is as a colabo ado es de di e en es
depa amen os da emp esa em es udo, que ep esen am a amos a a es uda , ado ando-se
assim, um modelo de in es igação quali a i o do ipo explo a ó io.
Os esul ados da in es igação e elam, que o clien e é um dos p incipais a o es que
mo i a o desencadeamen o do p ocesso de adoção das es a égias de CRM mul icanal,
com is a à idelização do clien e, a a és da u ilização de di e en es ecnologias
disponí eis, conside adas indispensá eis. Es a es a égia o ien a a c iação de alo pa a
os in e enien es, sendo subsequen e à sa is ação o al e idelização do clien e.
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Índice de g á icos
G á ico 1 - Fa u ação po ipo de clien e ........................................................................ 21
G á ico 2 - Exemplo de es udo de me cado ealizado .................................................... 23
G á ico 3 - P e e ência dos consumido es na in o mação consul ada ............................ 46
G á ico 4 - Reação do consumido an es da comp a ...................................................... 47
G á ico 5 - Conhecimen o suge ido de ma cas ............................................................... 47
G á ico 6 - Desencadeado da comp a ............................................................................ 48
G á ico 7 - Se iços o e ecidos po emp esas conco en es ........................................... 48
G á ico 8 - Ações do p o issional especializado ao consumido .................................... 49
G á ico 9 - P e e ência pela Ma ca ................................................................................. 50
G á ico 10 - Qualidade da elação com o clien e em 2011 ............................................. 55
G á ico 11 - Qualidade da elação com o clien e em 2012 ............................................. 55
G á ico 12 - Qualidade da elação com o clien e em 2013 ............................................. 55
G á ico 13 - Qualidade da elação com o clien e em 2014 ............................................. 55
G á ico 14 - Qualidade da elação come cial s Po encial de clien e – 2011 a 2014 ... 55
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Índice de Figu as
Figu a 1 - Cons ução do bloco base do CRM .................................................................. 5
Figu a 2- Es ágios do CRM .............................................................................................. 6
Figu a 3 – Fa o es cha e no desen ol imen o da es a égia CRM mul icanal ............... 10
Figu a 4 - Esquema gené ico de Mul icanal ................................................................... 13
Figu a 5 - Re e encial Teó ico ........................................................................................ 16
Figu a 6- Cadeia de come cialização dos p odu os Zodiac ............................................ 21
Figu a 7 - O ganog ama Ibé ico ..................................................................................... 22
Figu a 8 - Cadeia logís ica .............................................................................................. 24
Figu a 9 - Sis emas de in o mação ................................................................................. 27
Figu a 10 - Opo unidade c iada no sales o ce ............................................................... 28
Figu a 11 – Websi e e edes sociais ................................................................................ 30
Figu a 12 - P ocesso ope acional nos se iços de call-cen e ........................................ 32
Figu a 13- U ilização do MS Access nos planos de ação dos clien es ........................... 33
Figu a 14 - Planeamen o das ações ................................................................................. 33
Figu a 15 - His ó ico do clien e ...................................................................................... 34
Figu a 16 - Comp omisso como pa cei o de negócio ..................................................... 35
Figu a 17 - Fe amen as de Ma ke ing no clien e ........................................................... 36
Figu a 18 – Analise SWOT e da conco ência ............................................................... 37
Figu a 19 - Rela ó io ipo de isi a ao clien e ................................................................. 37
Figu a 20 - Analise de endas ......................................................................................... 38
Figu a 21 - Tipo de in o mação dos clien es po enciais ................................................. 40
Figu a 22 - Qualidade da elação com o clien e ............................................................. 42
Figu a 23 - Ques ioná io " ipo"....................................................................................... 45
Figu a 24- Pa imónio do clien e .................................................................................... 53
Figu a 25 - ciclo do Cus ome se ice ............................................................................ 56
Figu a 26 - P ocesso de enda " ipo" .............................................................................. 64
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Ab e ia u as e Siglas
B2B Business- o-business
c . Con e i
CRM Cus ome Rela ionship Managemen (CRM)
e.g. Ab e ia u a da exp essão la ina "exempli g a ia", que signi ica “po
exemplo”
e al. Ab e ia u a da exp essão la ina “E alli”, que signi ica “e ou os”
FEP Faculdade de Economia do Po o
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CAPÍTULO I - In odução
Nas úl imas décadas, o p ocesso de globalização em pe mi ido o apa ecimen o de
no as opo unidades mas ambém de no as ameaças. A in eg ação mundial das
emp esas e o desen ol imen o das ecnologias de in o mação de am o igem a um no o
cená io compe i i o. A ecnologia e os seus e ei os subsequen es desencadea am um
p ocesso de ap oximação da g ande maio ia das emp esas a me cados consumido es
nunca an es pe mi ido, possibili ando que emp esas locais e egionais compe issem num
me cado abe o, con o me e ela Bogmann (2000).
Mais do que nunca, os negócios es ão subo dinados a o ças de pode o çando ou
impelindo a mudança, como: globalização, a mudança de eg as, a usão de emp esas,
en e ou os. Essas mudanças acompanham-nos há algum empo, con udo a ualmen e
exis e mudanças signi ica i as como o e-business, a In e ne , o e-mail, os Websi es e o
comé cio ele ónico que são as g andes no idades la en es e que es ão a impulsiona
mudanças ligadas à es a égia do negócio (B own, 2001).
De aco do com Peppe s e Roge s (2001) é p eciso es a p epa ado pa a compe i em
empo eal, ans e indo o oco nos p odu os e se iços pa a o oco nos clien es, e endo
e edi ecionando os p ocessos in e nos e ex e nos que po enciem o es ei amen o nas
elações com o clien e. Nes e con ex o, su gem as es a égias CRM como
di e enciado as, que isam o na as emp esas p og essi amen e mais p óximas e
iden i icadas com os seus me1ho es clien es e consequen emen e, mais compe i i as
a a és de um conjun o de es a égias, p ocessos, mudanças cul u ais e ecu sos
ecnológicos na busca dos me1ho es esul ados.
Nas úl imas décadas as emp esas pa iam de uma si uação de come cialização de
p odu os e se iços po meio de ansações, compo ando-se como se es i essem
cons an emen e num modelo de aquisição de clien es, p ocu ando e ê-los e/ou man e-
los idelizados. A ualmen e, es amos a es abelece um diálogo com o clien e, pa a
en ende e an ecipa as suas necessidades indi iduais e maximiza o alo desse
elacionamen o, is o a a -se de uma es a égia CRM, con o me de ende B own (2001).
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A Es a égia Mul icanal es á alinhada com o p ocesso de in eg ação da es a égia CRM,
po que po encia os esul ados da es a égia de negócios e dos p ocessos de c iação de
alo , pa a os clien es. Podemos de ini , mul icanal como um p ocesso de execução de
á ias a e as, execu adas po di e en es pessoas den o ou o a da emp esa, no on -
o ice, back-o ice ou pla a o mas disponí eis, an o de o ma dinâmica como es á ica,
di ecionadas ao clien e.
G eenbe g (2001) e e e que embo a a p ese ação da idelidade do clien e enha sido
um p incípio das endas desde o início da his ó ia da humanidade, a es a égia CRM
cons i ui um eno me a anço pa a a c iação de um sis ema que possibili a os meios pa a
ideliza o clien e, c iando alo .
Pa a Payne e F ow (2005) o p ocesso de c iação de alo ans o ma os esul ados do
desen ol imen o es a égico, em mecanismos que pe mi am ex ai e en ega alo ao
clien e a a és de an agens que aumen em a o e a e a en ega de bene ícios sob a
o ma de uma p opos a de alo . Segundo Bu le (2000) a p opos a de alo é ei a pa a
os clien es, e é pa icula men e impo an e de ini se ela se á sob e os p ocessos,
p odu os/ma ca, p eço, se iços, comunicação ou sob e as pessoas.
Po ou o lado, a compe i i idade exis en e, ob iga, segundo Shuai, Su, e Yang (2007),
ao p ocesso de omada de decisão ápido e es a egicamen e bem de inido, sendo que a
implemen ação de uma es a égia CRM mul icanal o na-se uma e amen a que c ia á
condições pa a o ganiza e cen aliza oda a in o mação disponí el sob e os clien es,
susce í el a consul a ao ní el ope acional, mas p incipalmen e como apoio na decisão.
Segundo a in es igação de Swi (2001), é suge ido que a conquis a de um no o clien e
pode ia cus a cinco ezes mais que p ese a um clien e já exis en e. O au o obse a,
que a pe da de um clien e ep esen a a não ealização de uma sé ie de negócios u u os,
conside ando que um bom clien e an igo, es á di e amen e elacionado com uma sé ie
de a o es posi i os bila e ais na elação come cial, en e eles a ele ação dos ní eis de
con iança e sa is ação.
Ainda de aco do com Swi (2001), di e sos segmen os do me cado indicam que os
clien es an igos endem a não in e ompe acilmen e as elações com um o necedo e
são mais ece i os a no os p odu os e/ou se iços o e ecidos. Além disso, quan o mais
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an igo o clien e o , maio a p obabilidade de que o mesmo possa ecomenda a emp esa
(Swi , 2001).
Des a o ma, p ospe a a-se a necessá io de desen ol e e man e elações i mes,
indi idualizadas e du adou as com os clien es. Nesse con ex o, a adoção de uma
es a égia CRM mul icanal baseada numa adequada in aes u u a ecnológica com is a
a sa is aze e ideliza clien es, assume uma impo ância eno ada no mundo
con empo âneo.
Es e abalho em assim, como obje i o, ap esen a a a és de um caso de es udo o
desen ol imen o de uma pesquisa quali a i a do ipo explo a ó io, no qual se es uda á a
implemen ação de uma es a égia CRM – Cus ome Rela ionship Managemen em
emp esas de a uação Business- o-Business (B2B).
No con ex o des e abalho, p ocu am-se explo a as seguin es ques ões de in es igação:
• Explo a e analisa , as an agens da es a égia CRM mul icanal de emp esas
com a uação B2B.
• Comp eende como a es a égia CRM mul icanal, pe mi e a a aliação e/ou
idelização de clien es a uais e/ou po enciais.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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4. Enquad amen o es a égico do Mul icanal
Di e sos au o es po enciam uma mudança na abo dagem massi a ao me cado que
passa á, po uma abo dagem indi idualizada e pe sonalizada. Es a abo dagem pe mi e
explo a ou os canais de con a o com o clien e, como as endas ele ónicas pela
in e ne ou ia ele ónica (call-cen e ), pe mi indo um ní el mais ab angen e pa a o
clien e (Peppe s e Roge s, 2001).
Em esumo, o p ocesso de desen ol imen o da es a égia CRM mul icanal en ol e uma
a aliação de alhada da es a égia de negócio e no desen ol imen o de uma es a égia
ap op iado pa a o clien e. Isso de e o nece à emp esa uma pla a o ma mais cla a sob e
o que desen ol e e implemen a nas suas a i idades de CRM (Payne e F ow, 2005).
A es a égia do CRM Mul icanal, segundo Payne e F ow (2005), em cinco a o es
cha e, sendo eles: (i) o p ocesso de desen ol imen o es a égico; (ii) o p ocesso de
c iação de alo ; (iii) o p ocesso de in eg ação mul icanal; (i ) o p ocesso de ges ão de
in o mação; e ( ) o p ocesso de a aliação de pe o mance, e i ica-se na Figu a 3, a
impo ância des es a o es e a o ma como se in e ligam em oda a es a égia CRM.
Fon e: Payne e F ow (2005, p. 171)
A es a égia do negócio de e se conside ado em p imei o luga pa a de e mina como a
es a égia pa a o clien e de e á se desen ol ida mas ambém de e e olui ao longo do
empo e molda -se ao me cado e ao clien e. O p ocesso de es a égia de negócio pode
Figu a 3 – Fa o es cha e no desen ol imen o da es a égia CRM mul icanal
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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começa com uma abo dagem ou a iculação da isão da emp esa, especialmen e no que
se e e e à es a égia CRM. A análise do me cado de e se p econizada po abo dagens
mais con empo âneas pa a inclui os conco en es e demais in e enien es, des a o ma
es uda , como se in e agem, podendo se medido o es ado de ma u ação do uso das
ecnologias de in o mação disponí eis (Da idson, 2002).
Apesa da es a égia CRM exigi uma abo dagem uncional c uzada po oda a emp esa,
quando di e en es depa amen os es ão en ol idos no desen ol imen o de es a égia
global, de em p es a especial a enção à in eg ação no con ex o CRM, da e en e
mul icanal (Rubin, 1997).
O p ocesso de c iação de alo endo já sido de alhado no Capi ulo II, no pon o 2,
me ece se e o çado, es a p opos a de alo e á de es a alinhada com a segmen ação
dos clien es po c i é ios de inidos na es a égia da emp esa que i á ansmi i -se
di e amen e ao p ocesso de in eg ação mul icanal.
Segundo Payne e F ow (2005), o p ocesso de in eg ação mul icanal é sem dú ida um
dos p ocessos mais impo an es na es a égia CRM, po que une os esul ados da
es a égia de negócios e p ocessos de c iação de alo que são aduzidos em a i idades
de alo ac escen ado pa a os clien es.
A in eg ação mul icanal ag ega um modelo de canal híb ido, di idido em con ac os
ísicos e i uais (F iedman e Fu ey 1999; Mo ia y e Mo an 1990), que en ol e á ios
canais. Os con ac os ísicos são: a o ça de endas, pon os de enda, pa cei os de
negócios; os con ac os i uais como lojas on-line, websi es, enda po e-mail, adio,
ele isão e o apoio ele ónico que pode, ge a endas ou apenas acompanhamen o.
A ualmen e são di e sos os canais pelo qual a emp esa pode in e agi com o clien e.
Segundo, Rosenbloom (2007), a u ilização da es a égia mul icanal pode se ap o ei ada
em sine gia com pa cei os de negócio, pe mi indo a p ocu a da e icácia e e iciência.
Numa es a égia mul icanal bem desen ol ida é possí el baixa os cus os de
dis ibuição, pois exis em ou os canais disponí eis pa a sa is aze a necessidade do
clien e. Quando se p ocu am pa cei os de negócio que p es am se iços ex e nos, de e-
se assegu a a coope ação e pa ilha de obje i os a longo p azo.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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O obje i o p incipal da es a égia CRM é es a cen ado no clien e, ele de e á e uma
boa expe iência com cada canal, pa a que a c iação de alo seja alcançada num
con ex o mul icanal. Es a a aliação de e á se um p ocesso ab angen e pa a ga an i
que os obje i os es a égicos da emp esa são alcançados (Payne e F ow, 2005).
Com o p ocesso de in eg ação da es a égia CRM mul icanal, exis e di e sas
in o mações an o dos clien es, como dos pa cei os de negócio, do me cado, de
conco en es e in o mações dos pon os de con ac o en e odos os in e enien es, oda a
ges ão des a in o mação, a ualmen e, é ei a em eposi ó io de dados den o das
ecnologias de in o mação, que o nece de o ma ans e sal a odos os in e enien es a
in o mação necessá ia mas ambém pe mi i medi a a i idade do negócio pa a uma
melho analise do p ocesso de a aliação de desempenho (G eenbe g 2001).
Es e g ande núme o de canais pode c ia algumas opo unidades de melho amen o no
elacionamen o com os clien es, pa a isso de e ha e um cuidado edob ado na sua
implemen ação. Com o amadu ecimen o dos canais de in e ne no âmbi o B2B e pe an e
um comp ado mais exige no p eço e mais sensí el ao se iço p es ado, conduz as
emp esas à mudança de canais, p ocu ando an agens compe i i as e ecu sos com
capacidades dinâmicas pa a acompanha as ans o mações exis en es no me cado
(Wilson e Daniel, 2006).
Ve i ica-se que o mul icanal são odos os pon os de con ac o en e a emp esa e o clien e,
não apenas pa a a ealização de endas, mas sim numa es a égia que es á aliada ao
CRM que pe mi e a idelização e sa is ação do clien e.
No âmbi o de a uação B2B, e i ica-se, (c . Figu a 4), de uma o ma ab angen e e
gené ica, os pon os de con ac o possí eis com um clien e e á ios in e enien es no
me cado. Do pon o de is a come cial pode se a a és da o ça de endas, das lojas
ísicas ou on-line, Mailing ou a a és de call-cen e . Do pon o de is a do “Cus ome
Se ice” pode se a a és dos SAT-Se iço de apoio écnico, Call-cen e ou Mailing.
Do pon o de is a dos á ios in e enien es exis en es no me cado, pode á se com o
consumido , conco en e, o necedo ou ou os clien es. Do pon o de is a do
Ma ke ing, se ão odos os meios de comunicação como a in e ne , edes sociais,
ele isão, ádio, publicidade es á ica, imp ensa, em o ma de pa ocínio, mas ambém
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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den o dos pon os de enda (lojas ísicas) a a és de ma e iais como exposi o es,
olhe os e me chandising, exis e ambém a possibilidade de ha e pessoas que
p omo em o p odu o ou o demons am. Do pon o de is a dos se iços p es ados ao
clien e, de e se incluído nes e p ocesso, os se iços de supo e inancei o e supo e
logís ico, pois odos con ibuem pa a a sa is ação do clien e.
Como se e i ica, exis em di e sos canais a explo a com um clien e, e es es quando
es ão in eg ados numa única isão e obje i o, p opo ciona a es a égia CRM mul icanal.
A es a égia mul icanal ai pe mi i que as in o mações ge adas em cada con ac o com o
clien e sejam in eg adas e a mazenadas, dessa o ma se á possí el aça o pe il do
clien e analisando odas as suas in e ações com a emp esa. Bons mecanismos de cap u a
e o ganização de dados ão pe mi i di eciona melho as o e as, e en os e ainda
acompanha os clien es a a és de p ocessos de a aliação.
CLIENTE
TIPO: A / B / C
ou p ospe o
Fo necedo
Ma ca do
p odu o
Consumido
SAC - Se iço
de apoio
Clien e
• Vendas -
elema ke ing
• Escla ecimen os
• Reclamações
SAT - Se iço
de apoio
écnico
• O icinas
• epa ado es
• Vendas
Publicidade
•Es à ica
•Moppy's
•TV / Ràdio
•P ess
•Pa ocinio
In e ne
•Websi e
•Webs o e
Mailing
•Vendas
•Con i es
•P omoções
•In o mação
Me chandising
• Animação do
pon o de enda
• Ma e iais
gene icos
• B indes
Se iços
ex e nos:
•Demons ado
•P omo o
Fo ça de
endas
Lojas isicas
Supo e
Financei o
e logis ico
Conco encia
Figu a
4
-
Esq
uema gené ico de Mul icanal
Fon e: Elabo ado pelo au o
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
15
CAPÍTULO III - Me odologia
Um dos p incipais obje i os e e idos na in odução, oi descob i como as
componen es da es a égia CRM mul icanal são e e i amen e desen ol idos em
o ganizações que alcança am o sucesso na implemen ação dessa es a égia.
Pa a isso, i emos nes e abalho desen ol e uma pesquisa de me odologia Quali a i a
com uma dimensão empí ica explo a ó ia, a a és de en e is as. Es as en e is as
anonimas pe mi em e ela o en endimen o sob e a es a égia CRM mul icanal
p a icado na emp esa em odos os depa amen os e des a o ma ecolhe as in o mações
necessá ias pa a es e es udo.
Uma ez que sou colabo ado da emp esa analisada no caso de es udo, não sou um
elemen o neu o nes a in es igação mas não iz pa e dos en e is ados, algumas
in o mações complemen a es as en e is as são in o mações in o mais que enho acesso
ais como ap esen ações de euniões, ela ó ios, acesso p i ilegiado a pla a o ma
in o má ica Sales o ce.com e ou as que azem pa e da o gânica de uncionamen o
diá io da emp esa. In o mações es a égicas, a iden i icação dos en e is ados e ma é ias
do o o in e no da emp esa no qual enho de e sigiloso, são ocul adas e não são
analisadas nem expos as ao po meno an o de o ma di e a ou indi e a, pa a não
in e e i com ques ões de é ica e de con idencialidade p o issional.
1. P ocedimen os
O ecu so à análise de con eúdo com o obje i o de i a pa ido de um ma e ial di o
“quali a i o” é equen emen e necessá io (Ba din, 1979).
Os esul ados ob idos após a ealização do esc u ínio e da codi icação ( equências
absolu as ou ela i as) cons i uem os dados “b u os”, que podem se analisados no
Anexo 2.
O obje i o se á es abelece uma co espondência en e o ní el empí ico e o eó ico, de
modo a assegu a que o co po de hipó eses é e i icado pelos dados do ex o.
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2. In es igação
Es a in es igação sob e a es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
(Business- o-Business) oi ealizada com base no mé odo “es udo de caso”, es e mé odo
p ocu a esponde a ques ões do ipo, “como?” e “po quê?”. De aco do com a
classi icação de Yin (1993), que ca ego iza o es udo de caso, em ês ipos (desc i i o,
explo a ó io e explana ó io), es a análise enquad a-se nos e mos do es udo de caso
explo a ó io.
A Figu a 5, ap esen a odas as e apas seguidas ao longo des a in es igação, sendo que se
iniciou com a de inição da ques ão de in es igação, de seguida oi e e uada a ecolha e
a amen o de e e ências. A ase seguin e e e e-se à elabo ação do es udo de caso,
culminando a ese com a elabo ação das conclusões.
Figu a 5 - Re e encial Teó ico
Fon e: Elabo ado pelo au o
Na ase de planeamen o oi de inida a o ma como a in es igação se ia desen ol ida,
a a és da seleção da emp esa e pessoas a colabo a , do mé odo a u iliza e da c iação
do guião de en e is a. A emp esa oi selecionada com base na aplicabilidade di e o no
dia-a-dia labo al do Mul icanal da es a égia CRM.
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No que diz espei o à seleção do mé odo de ecolha de dados a u iliza na ase seguin e,
es a ecaiu sob e a ealização de en e is as p esenciais aos colabo ado es, di e o es e
adminis ado es da emp esa, o obje i o oi encon a uma amos agem en e á ios
depa amen os de á ios ní eis hie á quico.
Após solici ação de 20 en e is as en e di e sos depa amen os como a Adminis ação
da emp esa, Come cial, Supply chain, Ma ke ing e Se iço a clien e (Cus ome se ice),
oi possí el ealiza mos 13, sendo elas dis ibuídas:
• Adminis ação da emp esa – 2 en e is as
• Depa amen o Come cial – 7 en e is as
• Depa amen o Supply chain – 1 en e is a
• Depa amen o Ma ke ing – 1 en e is a
• Depa amen o Se iço a clien e (Cus ome Se ice) – 2 en e is as
Com o in ui o de uni o miza os esul ados inais da in es igação, oi elabo ado, na ase
de planeamen o, um guião de en e is a que i esse em con a o obje i o da ese, que
es á ap esen ado no (c . Anexo 1).
A ecolha de dados p i ilegiou ca ac e ís icas quali a i as, ou seja, com especial a enção
pa a os p ocessos.
Na ase de análise dos dados oi u ilizado o so wa e NVIVO 10, es e so wa e supo a
mé odos de pesquisa quali a i os que pe mi iu euni , o ganiza e aze a análise dos
con eúdos das en e is as, medi a sis ema ização da in o mação exis en e e com is o e
maio iabilidade nas conclusões.
A maio di iculdade encon ada, p endeu-se ao ac o de cada en e is ado e um
en endimen o di e en e em elação a algumas pe gun as, is o de e-se ao ac o do
amadu ecimen o dos colabo ado es no ema da es a égia CRM, não se uni o me.
Foi p imo dial o es udo das en e is as pa a sen i como cada colabo ado ,
independen emen e do seu ní el hie á quico, ê a implemen ação da es a égia CRM na
emp esa, e le a a conclusões concisas.
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CAPÍTULO IV - Resul ados
Es udo de Caso - ZODIAC POOL CARE IBÉRICA
A Zodiac oi undada em Pa is no ano 1896, o concei o inicial oi c iado po Mau ice
Malle onde desen ol eu p odu os usando uma abo dagem ino ado a.
Inicialmen e, ap ou o nome "Socié é F ançaise de Ballons Di igeables e d'A ia ion
Zodiac", ocou o seu negócio no sec o do anspo e aé eo numa al u a em que as
a enções ge ais se cen a am na p omoção do au omó el. Em 1909, nasceu o p imei o
apa elho oado Zodiac, com o nome Zodiac I a apesa da mo e de Mau ice Malle , em
1926. A pa i de en ão a Zodiac e olui ao i mo do p og esso ecnológico e na comp a
de pa en es e de emp esas de al o po encial.
A ualmen e a Zodiac Pool Ca e é ge ido pelo Fundo de in es imen o Ca lyle, que oi
undada em 1987 e em sede em Washing on D.C. e ope a em 4 g andes á eas de
negócio: Aquisição de emp esas, Ges ão de a i os, Es a égias de me cado e ges ão de
undos. A sua a u ação supe a os 150 mil milhões de eu os.
A di isão das Piscinas, designada a ualmen e po Zodiac Pool Ca e em uma a u ação
de 400 milhões €, mais de 700 pa en es de p odu os a i as e ce ca de 1100 uncioná ios,
210 nas endas, 90 em in es igação e desen ol imen o, 60 no Ma ke ing e 135 no
apoio ao clien e, o negócio assen a na conceção, ab ico e come cialização de
equipamen os ino ado es pa a a piscina: Clima ização, a amen o da água, limpeza e
bombagem/ il ação.
Tem um o al de 8 áb icas sendo que ês es ão si uação em F ança, e as es an es,
dis ibuídas pela Alemanha, China, Aus ália, A ica do Sul e Es ados Unidos da
Amé ica.
A Zodiac Pool Ca e Eu ope (come cial), a u a ce ca de 110 milhões de eu os com
iliais em F ança, Espanha, Po ugal, I ália, Alemanha e Reino Unido.
A Zodiac en ou no me cado Po uguês em 2010, a ualmen e em Po ugal a u a ce ca
de 1,5 M€, sendo que es á ligada di e amen e à Zodiac Pool Ca e Ibé ica que no
me cado Espanhol em uma a u ação que ul apassa os 8M€.
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• Ga an e a assis ência écnica de pós- enda em casa do consumido no p azo
máximo de 48h em equipamen os de clima ização, de ido ao amanho e peso
dos equipamen os, mas ambém po se em p odu os ixos ine en es as
ins alações da piscina. Nos equipamen os de a amen o da água e de limpeza,
assegu a um se iço pós- enda que inclui o le an amen o e en ega dos p odu os
em casa do consumido .
• Disponibilidade de um call-cen e e um e-mail pa a escla ecimen o de dú idas
come ciais, pedido de in o mações, eclamações, solici ação de assis ências
écnicas. Es e se iço é p es ado po uma emp esa ex e na e moni o izado pela
Zodiac, es e se iço es á disponí el pa a clien e e consumido es.
Além dos meios abo dados a Zodiac em como linha de o ien ação, p opo ciona ao
clien e e ao consumido , o p eço do p odu o compe i i o e ajus ado ao me cado em
elação as suas especi icações e ca ac e ís icas.
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1. Tecnologias e sis emas de in o mação
Com a implemen ação da es a égia CRM, oi p io i á io delinea uma isão a longo
p azo dos sis emas de in o mação pa a melho ag ega as pessoas, p ocedimen os e
equipamen os que ecolhem, p ocessa, a mazena e dis ibui in o mações (Tu ban,
McLean e We he be, 1999).
Des e modo uma das componen es incidiu na u ilização de ecnologias de in o mações
que são um supo e ecnológico dos sis emas de in o mação e consis e num conjun o
compos o po p ocessos cogni i os (so wa es) e ma e iais (ha dwa e) necessá ios pa a
a ecolha, p ocessamen o, memo ização e dis ibuição da in o mação (Tu ban e al.,
1999).
Os dados disponí eis ans o mam-se em in o mações que pos e io men e
p opo cionam conhecimen o. Os dados são desc ições elemen a es de obje os, e en os,
a i idades ou ansações que são egis ados, classi icados e gua dados. A In o mação
não é mais que dados o ganizados de o ma a p opo ciona em sen ido e alo ao ece o ,
enquan o o conhecimen o ad ém dos dados e da in o mação o ganizada e p ocessadas
de o ma a ansmi i em uma maio comp eensão, expe iência e ap endizagem
acumulada, aplicada a um p oblema ou a i idade (Raine , 2007).
No desen ol imen o da es a égia CRM, oi u ilizado como so wa e base de apoio à
es a égia CRM, o sales o ce.com, p opo cionando um a mazenamen o on-line, segu o,
e sá il e acessí el a oda a o ganização como se pode e i ica na Figu a 9.
Figu a 9 - Sis emas de in o mação
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Supply
Chain
Call
-
cen e
Pos o de
assis ência écnica
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A Zodiac u iliza ou os so wa e´s que se apoiam no sales o ce, eles pe mi em a ges ão
ope a i a e o apoio come cial ao clien e e consumido . A ualmen e o sales o ce cob e
na o alidade a ges ão do clien e, odos os in e aces e pla a o mas in o má icas são
in e ligadas a a és do sales o ce onde pe mi e uma consul a e uma isão global do
clien e.
“GESTA” é um so wa e in e no de ges ão de incidências de assis ência écnica, ele oi
desen ol ido pa a ajuda as emp esas ex e nas de assis ência écnica a segui em um
p ocedimen o uni e sal de diagnós ico e egis o de a a ias, es e so wa e abalha
di e amen e com o Sales o ce.
“BILPIS” é um so wa e on-line de dimensionamen o é mico, disponí el a odos os
clien es a a és de um acesso ese ado no websi e da zodiac, es a e amen a do pon o
de is a come cial p opo ciona uma an agem compe i i a na p esc ição dos p odu os
pois em ca ac e ís icas e in o mações únicas inexis en es no me cado, o “BILPIS”
supo a a decisão écnica de aco do com as necessidades do consumido pode-se
analisa no Anexo 3. Es e so wa e em ligação di e a com o sales o ce, c iando
opo unidades de negócio, designado como “caso”, e ag egado ao his ó ico de cada
clien e (c . Figu a 10), pe mi indo moni o iza a axa de sucesso e de acompanhamen o
do início ao im do negócio. Es a pla a o ma em especial ele ância pois supo a o
apoio écnico de inido na p opos a de alo dada ao clien e.
Figu a 10 - Opo unidade c iada no sales o ce
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
“WEBSITE” Os consumido es e clien es podem consul a as úl imas no idades,
ca ac e ís icas do p odu o, p incipais an agens e conselhos. Jun o de cada p odu o es á
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disponí el o manual do u ilizado e a b ochu a come cial, es a pla a o ma é ú il pa a
supo a as pesquisas ei as pelos consumido es, na sequência des a escolha ou in e esse
exis e uma lis a dos e endedo es au o izados na enda dos p odu os Zodiac é nes a
lis a que os clien es pa cei os (ZP) êm um maio ele o e no o iedade. O websi e
pe mi e ambém ao consumido o egis o on-line dos p odu os e po sua ez da inicio
ao pe íodo de ga an ia, exis em pon ualmen e campanhas come ciais de pe íodos mais
ala gados de ga an ia em p odu os egis ados on-line, des a o ma pe mi e aumen a a
base de dados exis en es dos consumido es, es es dados ans o mam-se em in o mação
quando ag egados no sales o ce ao his ó ico do clien e que e e uou a enda do p odu o.
O “Websi e” é ambém a pla a o ma u ilizada pa a que os clien es, enham acesso à á ea
es i a que lhes pe mi e usa em as demais pla a o mas disponí eis como o “MEDIA
CENTER”, “BILPIS”, “EZSALES” e “CARE CENTER”.
Podendo as edes sociais es a em inse idas no uni e so dos sis emas de in o mação,
pois exis em luxos de in o mação de en ada e de saída com um p ocessamen o
in e média da in o mação que é moni o izada e pe mi e conclui a in e ação do público
em ge al e a ma ca, analisando os con eúdos disponibilizados e pe cebendo quais
aqueles que mais in e esse despe a a um possí el in e essado nos p odu os. A ualmen e
a Zodiac es a p esen a nas edes sociais a a és do Facebook, You ube e wi e (c .
Figu a 11), sendo u ilizado como meio de comunicação com os consumido ,
disponibiliza no You ube ilmes come ciais de cada um dos p odu os, em ambém
disponí el no you ube um canal designado “P o esso Zodiac” onde são
disponibilizados egula men e pequenos ilmes com in o mações gené icas de boas
p a icas da u ilização da piscina e que em nada es ão associados a p odu os Zodiac, mas
com o obje i o de sensibiliza os p op ie á ios e u ilizado es de piscinas pa a cuidados a
e egula men e.
A página do Facebook e Twi e , pe mi e ambém uma maio ap oximação, com odos
os in e enien es do me cado e simpa izan es da ma ca, os con eúdos disponibilizados
são mui o he e ogéneos, que ai desde uma cu iosidade elacionada com as piscinas,
passando po uma no ícia ou anúncio de um p odu o a é a ap esen ação de uma
campanha que es eja di ecionada pa a o consumido .
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Fon e: Elabo ado do websi e e edes sociais da Zodiac
“MEDIA CENTER” é uma biblio eca on-line de acesso es i o apenas a clien es. Es e
so wa e disponibiliza documen os écnicos, come ciais, módulos de o mação, o os,
ídeos e ichas de p ocedimen o de anomalias écnicas dos p odu os, es a e amen a é
especialmen e ú il quando se a a de p odu os an igos, descon inuados ou p o enien es
de ou os países. Es e so wa e supo ado na ecnologia da in o mação que é a in e ne ,
pe mi e um acesso 24h po dia, Exis e um o al de 8 ipos de documen os dis in os em
9 idiomas e e e en es a mais de 300 p odu os.
“EZSALES” é uma e amen a on-line de acesso es i o que nes e momen o se
encon a em ase de es es. Os clien es selecionados pa a es a a pla a o ma o am do
me cado Espanhol e odos Zodiac P emium que ap esen a am ca ac e ís icas
o ganizacionais melho adas e à on ade nas ecnologias de in o mação. No malmen e
os clien es azem os seus pedidos de ma e ial po e-mail, com es a pla a o ma, os
clien es pode ão execu a a sua o dem de pedido di e amen e no so wa e que po sua
ez se á ansmi ida di e amen e à Zodiac. As p incipais an agens des a pla a o ma
são: O clien e e maio au onomia e acesso à disponibilidade do p odu o e em caso de
não exis i s ock é ap esen ada a da a es imada pa a a sua en ega, Diminuição da
in e enção humana o imizando os p ocessos, edução do empo dispensado à execução
manual des e pedido, minimização de e os e o imização dos cus os.
Figu a 11 – Websi e e edes sociais
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“Ca e Cen e ” es e so wa e on-line de acesso es i o a clien es, se e pa a a consul a
do es ado de uma assis ência écnica solici ada po ele. Es e so wa e abalha de o ma
di e a com o “GESTA”.
Pa a a Zodiac, os sis emas de in o mação, aliados as TI ( ecnologias da in o mação)
de em su gi como acili ado as do abalho pe mi indo uma maio en abilidade e
e iciência na espos a ao clien e e consumido . Na implemen ação da es a égia de CRM
oi necessá io uma al e ação da cul u a in e na e dos mé odos de abalho. A a és das
en e is as pe cebe-se que os colabo ado es da Zodiac quan o mais u ilizam as
e amen as disponí eis, melho a ingiam os obje i os da es a égia CRM e a p opos a
de alo ap esen ada ao clien e.
Na Figu a 12, os se iços de apoio ao clien e e consumido , desde o con ac o do
consumido ou clien e a é ao escla ecimen o da sua eclamação, solici ação de
assis ência écnica e pedido de in o mações ge ais. Es e p ocesso pe mi e uma isão
global dos di e en es depa amen os e a sua in e ligação, cul i ando a es a égia CRM
Mul icanal assen e no apoio ecnológico do sales o ce (SF). Quando um consumido ou
um clien e en a em con ac o com o call-cen e , é iden i icada a ques ão, e con o me o
luxog ama ap esen ado na Figu a 12, o ope ado segue um guião p é-es abelecido, dou
como exemplo um consumido que solici a um pedido de escla ecimen o sob e
p odu os, o ope ado iden i ica se é u ilizado do p odu o ou não, caso seja já u ilizado ,
en a iden i ica a emp esa que lhe endeu o p odu o e encaminha-o pa a esse pon o de
enda, caso seja um clien e po encial é encaminhado pa a o clien e pa cei o (ZP) da sua
á ea de esidência. Todo es e p ocesso ica egis ado no sales o ce.
No caso de ha e uma solici ação de assis ência écnica de p odu o, o ope ado segue
um guião e solici a ao consumido /clien e alguns dados po ele one pa a que possa
ab i no sales o ce um no o “caso”, de seguida en ia um e-mail ao consumido /clien e a
solici a alguns dados ela i os ao p odu o, a a ia e ela i o à comp a do p odu o.
Quando o consumido ou clien e en ia os dados necessá ios exis e uma o dem in e na
execu ada a emp esa que assegu a os anspo es das me cado ias pa a ecolhe o
p odu o na mo ada indicada. Nes e momen o o pos o de assis ência écnica, já ecebeu a
in o mação que i á ecebe um de e minado p odu o com uma de e minada a a ia. O
p odu o depois de epa ado segue o p ocedimen o in e so a é ao consumido /clien e,
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uma semana depois é en iado po e-mail um ques ioná io de sa is ação do se iço
p es ado, como se pode e i ica no Anexo 13.
Figu a 12 - P ocesso ope acional nos se iços de call-cen e
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
No apoio a a i idade come cial, além do sales o ce, é u ilizado o so wa e do Mic oso
o ice Access, es e so wa e é u ilizado apenas pa a desen ol e os planos de ação
anuais dos clien es, no so wa e Access é ca egado uma base de dados ex aído do
sales o ce, e e en e à a i idade come cial dos úl imos dois anos, pois é a base pa a
elabo ação do plano do ano seguin e. Na Figu a 13, e i ica-se que são analisadas as
in o mações ge ais do clien e e dos seus o necedo es, o po encial, o ní el da qualidade
da elação, ca ego ia de descon o, ipo de clien e, as comp as ei as á Zodiac nos úl imos
dois anos onde se analisa po amílias de p odu os os di e enciais, De ine-se os
obje i os, a pla a o ma de abalho que esul a dos ac os cons a ados da si uação a ual
do clien e, es e obje i o é explo ado na Figu a 18, e as medidas como o mações
especi icas écnicas ou come ciais, e en os, campanhas, ambém são explo adas na
Figu a 14, pa a esul a em sucesso, o plano de ação desen ol ido pa a o clien e.
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Figu a 13- U ilização do MS Access nos planos de ação dos clien es
Fon e: Elabo ado pelo MS Access da Zodiac
Figu a 14 - Planeamen o das ações
Fon e: Elabo ado pelo MS Access da Zodiac
Como oi analisado a Zodiac abalha á ias e en es dos sis emas de in o mação, nas
en e is as ealizados oi pe cebido que os u ilizado es alo ização mui o a u ilização
das ecnologias da in o mação como supo e do sis ema de in o mação.
Es a alo ização é pe cebida quando ansmi em ní eis de con iança no a mazenamen o
e p ocessamen o da in o mação que é ecolhida e que se ans o ma em p ocessos que
melho am a elação com o clien e e a sua sa is ação com a Zodiac.
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2. Obje i os em implemen a a Es a égia CRM
O p incipal obje i o da implemen ação da es a égia CRM é alcança a p opos a de
alo de inida na isão a Zodiac, um dos meios mais acili ado es é o acesso ácil e
ápido da in o mação disponí el sob e os clien es, que pode se alcançada po odos os
colabo ado es da emp esa, is o acili a e agiliza o abalho diá io indi idual na consul a
das in o mações, podemos e na Figu a 15.
Figu a 15 - His ó ico do clien e
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce da Zodiac
Quando as o ganizações p ocu am ní eis de e iciência ele ados, le a a uma maio
exigência in e na pa a esol e os p oblemas sem bu oc acias, e-mails excessi os ou
euniões excessi as. Po ou o lado, e uma ez que os delegados come ciais são o os o
da emp esa jun o do clien e, mui as ezes em iagem e o a do esc i ó io, de e á ha e
e amen as que disponibilizam a in o mação on-line e à dis ancia pa a que possa se
consul á el a qualque momen o e da uma espos a ápida ao clien e.
Nas en e is as en ende-se ou o dos obje i os da implemen ação da es a égia CRM,
oi a cen alidade da in o mação ine en e ao clien e, que é a mazenada e gua dada de
o ma segu a, que pe mi e, em caso de mudança dos ecu sos humanos, os no os
elemen os enham acesso a ní el de in o mação, mui o ap oximado ao que inha o
elemen o an e io e des a o ma a in eg ação é mais ápida e a p obabilidade de se
pe de in o mação é eduzida, ha endo semp e pe das de in o mações empí icas, mas
espe a-se que não enha ele ância no negócio. Es e acesso à in o mação cen alizada,
ambém conduz pa a um no o mé odo de abalho.
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Um dos obje i os da implemen ação da es a égia CRM, que es á alinhada com a
p opos a de alo e consis e em se a ma ca e pa cei o de negócio p e e ido pa a o
clien e. Ve i icamos na Figu a 16. Es e obje i o é pe cebido nas en e is as, quando
assumem es e comp omisso ocado no clien e.
Figu a 16 - Comp omisso como pa cei o de negócio
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Ou o aspe o abo dado nas en e is a ela i amen e aos obje i os da implemen ação da
es a égia CRM, es á elacionado com o conhecimen o do me cado em que a Zodiac
a ua, e um bom ní el de in o mação sob e os conco en es, p eços, ca ac e ís icas
écnicas e axa de pene ação das ma cas jun o de cada clien e, seja ele po encial ou
a ual, ajuda a melho a a es a égia come cial e a encon a os pon os de in e esse en e
os in e enien es seja em p odu os, condições come ciais e/ou ações de ma ke ing.
Es e conhecimen o do me cado passa á ias ases, a p imei a consis e na análise
compe i i a, onde são elabo ados mapas compa a i os de ca ac e ís icas, p eços,
an agens e des an agens dos di e sos p odu os de ou as ma cas, (c . Anexo 4).
Depois des a análise é enquad ada na ealidade do clien e pa a se pe cebe quais as
ma cas ou p odu os que são uma ameaça nos clien es e analisa as mo i ações pa a que
isso acon eça. A ase seguin e é de ini um plano de ação pa a e e e es a endência e
p opo ciona a p e e ência e no o iedade aos p odu os Zodiac. Es a in o mação é
dispos a nas in o mações do clien e onde se pode e i ica um exemplo na Figu a 17.
Caso exis a a cons a ação que a Zodiac es á a pe de compe i i idade em elação a
ou as ma cas ou de e minado p odu o, são omadas medidas pa a mi iga esse
acon ecimen o e a Zodiac p ocu a jun o dos depa amen os de In es igação e
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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Quando se u iliza uma es a égia CRM, o oco no clien e é uma p io idade e a
mono o ização da sua a i idade a a és de compa a i os, en e emp esas (c . Tabela 1)
pe mi e uma a aliação da e olução come cial que es á elacionada com a sa is ação do
clien e. Quando se em um clien e idelizado e po alguma azão exis i uma diminuição
da sua sa is ação, ica e le ido ambém, nega i amen e no olume de a u ação.
Tabela 1 - Semelhança de pe il
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
A a aliação dos clien es é com base nos seguin es pa âme os: núme o de gamas
come cializadas, a implemen ação de no as gamas, se espei a os p eços ecomendados
pela Zodiac, qual a pe cen agem de p odu os que p esc e e da ma ca Zodiac, qual o
ní el de sa is ação do se iço ao clien e e nes e pon o es á incluído a assis ência pós-
enda, qual o ní el de exposição no pon o de enda, qual o en ol imen o do clien e nas
p omoções e ações de ma ke ing p opos as, qual o ní el de in o mação sob e as ou as
ma cas/conco en es, qual o pe il de negociado e qual o ní el de en ol imen o nas
o mações écnicas. Cada um des es pa âme os em um alo ponde ado e a a és de
uma equação é de inida a classi icação inal que ai de 0 (ze o) a 100%. Onde 0%
(ze o) indica que não exis e in o mação disponí el ou a sa is ação é mui o baixa e 100%
é um clien e o almen e in eg ado e sa is ei o (c . Figu a 22).
Figu a 22 - Qualidade da elação com o clien e
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Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
A Zodiac ao implemen a a es a égia CRM c ia um oco no clien e, es e oco pe mi e
iden i ica , di e encia , in e agi e pe sonaliza a sua a uação pa a melho sa is aze as
suas necessidades a a és da p opos a de alo .
Es e ní el de qualidade da elação come cial pode se con on ada e analisada en e
emp esas jun amen e com qualque ou o c i é io que seja con enien e.
Na Tabela 2, podemos e i ica o ní el de qualidade da elação come cial em elação é
sua zona geog á ica, ipo de descon o, alo de endas e classi icação de clien e.
Pe cebe-se as assime ias exis en es e a o ma como nos ajudam a conclui que os
clien es de descon o A, em uma maio qualidade na elação come cial em elação a
ou os clien es.
Tabela 2 - Compa a i o de clien e
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
Em alguns clien es o ní el de a u ação é assen e em odas as linhas de p odu os,
nou os casos, o ní el de a u ação pode se assen e apenas em 1, 2 ou 3 linhas de
p odu os que aduz em ní eis de po encial di e en es. Es a análise pode se e i icada
na Tabela 3 - Compa a i o de endas po linhas de p odu os, na análise de endas po
linhas de p odu o, que sus en a a es a égia CRM na omada de decisões com o al oco
no clien e uma ez que exis e uma elação di e a en e a maio sa is ação dos clien es
nos que comp am mais a iedade, podendo-se en ende que a Zodiac molda a sua
a uação à necessidade do clien e.
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Tabela 3 - Compa a i o de endas po linhas de p odu os
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
Quando exis e um p oblema com um clien e seja ele écnico ou come cial é dispensado
mui o empo pa a o pe cebe e esol e , is o p opõe um in es imen o g ande de
ecu sos, A medição quali a i a ap esen ada na Tabela 4, é ei a egula men e pa a e e
os aspe os écnicos exis en es e moni o iza a sua esolução. Es e aspe o es á
elacionado com a p opos a de alo que ap esen amos ao clien e uma ez que a
iabilidade dos p odu os é um pon o c í ico na sa is ação do clien e.
Tabela 4 - Acompanhamen o écnico
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Um dos mé odos p a icados pela Zodiac é o en io de ques ioná ios de sa is ação ge ais
ou pe sonalizados (c . Figu a 23 - Ques ioná io " ipo"), e ecebe a opinião dos clien es
e compila a in o mação pa a melho a os p ocessos.
Os ques ioná ios pe sonalizados são u ilizados em emas que me ecem uma maio
a enção. A Zodiac sabe, que em caso de não se p es ado um bom se iço de assis ência
écnica, ha e á de imedia o uma insa is ação do clien e ou consumido , po es a azão,
semp e que um p odu o ai pa a epa ação, uma semana depois o clien e ou consumido
ecebe um inqué i o de sa is ação em elação aos se iços p es ados, e des a o ma
podemos melho a cada ez mais e minimiza as eclamações.
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Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
Figu a 23 - Ques ioná io " ipo"
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4. Sucessos da es a égia CRM.
C iação da p opos a de alo
Os sucessos iden i icados, aliadas as an agens da es a égia CRM, le am a uma c iação
de alo jun o do clien e e da o ganização. A p opos a de alo pa a a Zodiac assen a no
oco ao clien e pa a aze c esce o me cado, aumen a a no o iedade da ma ca e a
Ino ação que le e à sua sa is ação, a a és da animação do pon o de enda, apoio
come cial, pa ilha de e amen as que apoiem o negócio, o mação con inua, call-cen e
e assis ência écnica e icaz.
Quando se analisa a azão pela qual a Zodiac ap esen a es a p opos a de alo , es a
assen a em es udos di e os ao me cado que az pa e os clien es a uais, mas ambém a
emp esas ele an es que são clien es po enciais, mas que po alguma azão ainda não
es á a abalha a ma ca Zodiac. Po ou o lado, são ealizados es udos de me cado, em
2009 o es udo ei o oi sob e o consumido , p o issional e ab ican e ealizado pela
Ma ke ing AAD e em 2012 oi ealizado um es udo pela GFK sob e os hábi os de
consumo.
O oco no clien e pa a aze c esce o me cado é uma necessidade eme gen e, uma ez
que segundo os es udos indica am que 56% dos consumido es seguem os conselhos
ealizados no pon o de enda, (c . G á ico 3), p incipalmen e no aconselhamen o dos
p o issionais especializados, (c . G á ico 4).
G á ico 3 - P e e ência dos consumido es na in o mação consul ada
Fon e: Elabo ado pela GFK, es udo de me cado 2012
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G á ico 4 - Reação do consumido an es da comp a
Fon e: Elabo ado pela GFK, es udo de me cado 2012
O aumen o da no o iedade da ma ca é ei a com o apoio dos clien es, pois pa ilham os
seus pon os de enda, sejam lojas ou exposições, pa a que a Zodiac possa es a
ep esen ada a a és dos seus p odu os de exposição e/ou demons ação, olhe os
come ciais e e amen as de ma ke ing que p opo cionem um bom escla ecimen o ao
consumido . De salien a que a ualmen e a Zodiac em 3 ma cas que es ão ap esen adas
ao me cado são elas: ZODIAC que é a ma ca gene alis a, a ma ca POLARIS que
ep esen a os aspi ado es de impulsão e a ma ca BARACUDA que ep esen a os
aspi ado es hid áulicos, segundo o es udo da GFK em 2012, apon a pa a um
conhecimen o des as 3 ma cas no me cado de o ma ele an e, (c . G á ico 5).
G á ico 5 - Conhecimen o suge ido de ma cas
Fon e: Elabo ado pela GFK, es udo de me cado 2012
Uma ez que os consumido es êm uma p e e ência pelos p o issionais especializados
no es udo da GFK, quando oi ques ionada as azões que desencadeiam a comp a, a
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ecomendação do p o issional em um maio ele o com 48% dos mo i os, (c . G á ico
6).
G á ico 6 - Desencadeado da comp a
Fon e: Elabo ado pela GFK, es udo de me cado 2012
A animação do pon o de enda, apoio come cial, pa ilha de e amen as que apoiem o
negócio, o mação con inua, call-cen e e assis ência écnica e icaz, o am os mo i os
compe i i os encon ados como alha a ab ican es e dis ibuido es de ma cas no
me cado, (c . G á ico 7).
G á ico 7 - Se iços o e ecidos po emp esas conco en es
Fon e: Elabo ado pela Ma ke AAD, es udo de me cado 2009
Foi ambém pe cebido que os p o issionais especializados, poucas ações êm com o
consumido e dessa o ma oi uma mais- alia encon ada, a Zodiac apoia os clien es a
aze ações conjun as, (c . G á ico 8).
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Fon e: Elabo ado pela Ma ke AAD, es udo de me cado 2009
As emp esas que a uam no me cado das piscinas, espe am da Zodiac um se iço de
qualidade an o ao ní el logís ico, come cial e pós- enda mas ambém um p odu o que
sa is aça a necessidade do clien e com uma boa elação qualidade-p eço, is o oi
en endido do es udo de me cado ealizado, (c . G á ico 9).
G á ico 8 - Ações do p o issional especializado ao consumido
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G á ico 9 - P e e ência pela Ma ca
Fon e: Elabo ado pela GFK, es udo de me cado 2012
É possí el, a a és do conhecimen o que a Zodiac em sob e o clien e e o me cado,
o na -se um a o di e enciado e compe i i o que p opo ciona um melho planeamen o
das a i idades que ajudem a aze ac esce o me cado p opo cionando um maio
in e esse e p e e ência pela ma ca po pa e dos consumido es na ho a de aquisição dos
p odu os.
A Zodiac é econhecida no sec o pelo seu espi i o ans o mado em odas as ace as:
poli icas come ciais, ações de ma ke ing, desen ol imen o e lançamen o de no os
p odu os com pad ões de qualidade ele ados que sejam iá eis, du adou os, e icien es e
pensados pa a sa is aze em as necessidades do consumido . O in es imen o em
in es igação e desen ol imen o da Zodiac (c . Anexo 5), em 2011 oi de 6 Milhões de
Eu os. Es e in es imen o em no os p odu os, em e mos médios, ep esen a odos os
anos, ce ca de 40% das endas ealizadas. De Salien a que a Zodiac em ce ca de 12
gamas de p odu os e em 2011, lançou ou subs i ui 5, em 2012 o am 7, em 2013 o am
4 e em 2014 um o al de 7 gamas. Todos os anos os clien es c iam um g ande
espec a i a sob e os no os lançamen os enca ando-os como no os desa ios come ciais.
As emp esas que melho en endem o clien e e se moldam a um me cado ão sazonal
com ní eis de se iço ó imos, ans o mam o negócio em pa ce ias sólidas com os
clien es que alo izam soluções ápidas e in o mações imedia as sob e o es ado das
encomendas, exis ência de s ocks, acesso a a u as, acessibilidade ápida a
documen ação écnica, e conhecimen o dos ní eis de p eços p a icados no me cado.
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5. Van agens da es a égia CRM mul icanal
O mul icanal, consis e num conjun o de meios que se complemen am com o obje i o de
chega e/ou in e agi com o clien e. Os canais possí eis se ão odos os meios a a és
dos quais, as emp esas e clien es comunicam en e si. Podem a ua on-line ou o line e
assumi unções di e en es no âmbi o da elação emp esa/clien e.
No âmbi o da es a égia CRM, a es a égia Mul icanal em uma ele ância c escen e no
posicionamen o da ma ca no me cado, pois o na-se mais di ecionado e a o e a mais
adequada às expec a i as do clien e, e-mail, ca a, ca álogos, edes sociais, aplicações
in o má icas ou meios de comunicação são alguns dos canais u ilizados pela Zodiac
pa a alcança e en ol e os a uais e po enciais clien es.
Com uma abo dagem mul icanal ocada no clien e, a Zodiac p e ende ap oxima -se do
consumido a a és da sa is ação do clien e, mas pa a que possa i a p o ei o de o ma
e icaz des a abo dagem múl ipla, é indispensá el que os á ios depa amen os es ejam
con enien emen e in eg ados e uncionem sob a mesma base de in o mação que es á
expos a no sales o ce.
Segundo a análise das en e is as, a es a égia CRM mul icanal ap esen a as seguin es
an agens:
• Aumen o das endas, que ep esen a a habilidade de acede a segmen os de
me cado que an e io men e e am pouco abalhados pelos clien es,
p incipalmen e no que diz espei o a equipamen o de cuidado de piscina.
Ac esce ainda o ac o das expe iências de comp a po pa e de um consumido
sa is ei o que e o ça as elações induzem a ecomendações e u u as comp as.
• Aumen o da sa is ação, os en e is ados a i mam que a elação dos clien es que
in eg am elacionamen os p óximos com a Zodiac esul am numa expe iência de
se iço posi i a, uni o me e de maio sa is ação.
• Redução nos cus os, A exis ência de uma es a égia CRM mul icanal o e ece
e amen as aos clien es com acesso mais acili ado e ba a o. Po ou o lado,
e le e-se uma edução de cus os pa a a emp esa uma ez que exis e uma
o imização dos ecu sos humanos de ido à au oma ização dos p ocessos.
• Redução do isco do negócio, A Zodiac não es á apenas dependen e de um
colabo ado pa a dispo da in o mação necessá ia à omada de decisão e des a
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Ou a análise é ei a, é sob e a qualidade das chamadas, no que conce ne ao empo de
espe a, chamadas abandonadas, empos de espe a pa a se a endida compa ando com as
médias mensais e anuais. Como pe cebemos an e io men e exis e um núme o
signi ica i o de chamadas que se elacionam com a assis ência écnica e eclamações,
des e modo o es ado de espi i o das pessoas que es ão nes a si uação não é de plena
sa is ação, po essa azão Zodiac p ocu a minimiza ou con e e esse es ado de
espi i o, pa a isso p ocu a que o clien e não espe e pa a ob e a espos a e solução ao
seu p oblema. U ilizando o exemplo an e io do mês de Maio e analisando a a i idade
do call-cen e do dia 16 ao dia 31, e i ica-se na Tabela 6, das 984 chamadas ecebidas
apenas 909 o am a endidas, exis indo 7,5% das chamadas que o am abandonadas que
se p esume e sido de ido ao empo de espe a pa a o seu a endimen o. Pe cebe-se que a
maio axa de abandono acon eceu nos dias 29 (14,52%), dia 20 (11,36%) e dia 28
(11,20%), com es a mono o ização, p ocu a-se jun o da emp esa ex e na que p es a o
se iço encon a a azão pelo qual acon eceu e desen ol e ações pa a melho ias
u u as.
Tabela 5 - Tipo de chamada
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Como se pe cebe, a assis ência écnica é um dos pon os c í icos que a e am di e amen e
a sa is ação do clien e, cada assis ência écnica ica egis ada his ó ico do clien e, (c .
Tabela 7), onde é possí el sabe as causas das epa ações e medi o empo de epa ação,
desde que oi le an ado o p odu o a é que oi en egue. Es a ase em especial u ilidade,
pois apos a-se na o mação dos clien es pa a minimiza as eclamações ou soluciona
pequenas epa ações imedia amen e.
Associa e elaciona a sa is ação do clien e com a e iciência ope acional, pe mi e
adqui i an agem compe i i a e dis anciamen o da conco ência pa a ga an i e pe mi i
encon a , anga ia e man e clien es en á eis e au ónomos na ges ão do seu negócio.
Tabela 7 - Casos po clien e
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
Tabela 6 - Análise de empos de a endimen o do call-cen e
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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6.2. Supply Chain
O depa amen o Supply Chain é iden i icado como um dos depa amen os que em
melho ias signi ica i as a aze no ní el de implemen ação mul icanal da es a égia
CRM, azendo com que a ede de abas ecimen o ambém con e com in o mações
de alhadas e p ecisas ace ca do clien e.
Essas in o mações de alhadas e p ecisas azem com que a eposição dos p odu os e
se iços logís icos, sejam cada ez mais e icien es. Po ou o lado, é necessá io
equilib a a elação do cus o de s ock com a alha de s ock e deixa o clien e insa is ei o,
pois clien es sa is ei os melho am os esul ados come ciais. Conclui-se que não bas a a
ges ão do luxo de p odu o, é necessá io ge i e in eg a o luxo de p ocu a do clien e.
A suges ão p o e ida pelos en e is ados que suge em uma melho p e isão de comp as,
baseada nos his ó icos de comp a dos clien es, e minimiza as alhas de s ock exis en es
que esul am mui as ezes em demo as injus i icá eis na en ega dos p odu os e que
a e a nega i amen e a elação com o clien e.
No es o ço pa a ga an i o p ocesso de idelização dos clien es, os esul ados da
emp esa melho am quan o mais dados ele an es i e mos sob e o seu his ó ico de
comp as e quan o mais es es dados o em abalhados e ans o mados em in o mação e
conhecimen o den o da o ganização, melho é a elação do clien e com a emp esa.
Do pon o de is a da o ganização, es e depa amen o dispõem de mecanismos que
ala ancam a es a égia CRM Mul icanal, um deles é a a aliação dos empos de
p epa ação das encomenda, onde analisa-se o empo desde da en ada da encomenda a é
a sua expedição como pode se analisado no Anexo 12, onde indica o núme o de
pedidos diá ios e a média de expedição nesse mesmo dia ou nos dias seguin es,
pe cebendo des a o ma, o desempenho do a mazém uma ez que se a a de uma
emp esa ex e na. Com es a análise a Zodiac pode melho a o empo de espos a desde a
colocação da encomenda a é a sua en ega, e des a o ma sa is aze melho a
necessidade do clien e e ganha compe i i idade com as emp esas conco en es.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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6.3. Financei o
O ní el de implemen ação no depa amen o Financei o pode ecebe melho ias na
o ganização das cob anças e no egis o do his ó ico do clien e e e o ça a iangulação
Clien e-comp ado -pagado .
A ualmen e es e depa amen o em mui o con ac o ele ónico com o clien e, uma ez
que es ão cons an emen e a ence a u as, es es con ac os pode iam se ans o mados
em ações de idelização ou p omocional ao mesmo empo que azem a cob ança de uma
a u a. Exis e uma iloso ia expos a aos colabo ado es que a am es e ema que assen a
em a a em o clien e da manei a como eles p óp ios gos a iam de se a ados.
Dado ao ipo de emp esas que são clien es, a g ande maio ia em como esponsá el dos
pagamen os o p óp io p op ie á io da emp esa ou alguém mui o p óximo do dono que
em uma g ande in luência na sa is ação do clien e em elação à Zodiac. Os clien es
sabem que a Zodiac é exigen e ao ní el de cob anças, po ou o lado não exis e o
choque do con ac o ele ónico nes e ema sensí el, pois os ele onemas são ha moniosos
e pe sonalizados com o obje i o cla o de c ia um comp omisso em elação à da a de
pagamen o. Es e alinhamen o de in e esses que inicia no p incípio da Zodiac p es a um
bom se iço mas exige ambém ao clien e o comp imen o da sua pa e na cadeia de
come cialização, p imo dial ao bom elacionamen o en e o clien e e a Zodiac.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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6.4. Ma ke ing
Exis em di e sas o mas de a ingi um público-al o, no caso da Zodiac o seu obje i o
nas ações de ma ke ing é o consumido e o p esc i o que pode se um clien e a i o ou
um clien e po encial.
Como já oi abo dado nou o capí ulo a p esença nas edes sociais é um dos meios pa a
chega ao público-al o e pode di ulga , escu a e in e agi .
Do pon o de is a da Es a égia CRM mul icanal es a in e ação pode se ala gada e
ap o undada, os en e is ados iden i icam algumas o mas de explo a o almen e a
quan idade de in o mação que se ecolhe.
A ualmen e, não a alia a pe ceção dum u ilizado de piscina, em elação aos p odu os
Zodiac, mesmo não sendo um u ilizado , com es a a aliação pode -se-ia e uma no a
on e de in o mação das necessidades do consumido .
A es a égia CRM inclui o p ocesso do ma ke ing elacional, os en e is ados subme em
a necessidade do depa amen o de ma ke ing a ua de o ma iden i ica , segmen a e
in e agi com os clien es ou consumido es a a és de campanhas p omocionais ou
in o ma i as de o ma pe sonalizada, u ilizando o sales o ce.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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6.5. Depa amen o Come cial
O p ocesso de enda em di e sas ami icações, odas êm como obje i o se em
au omá icas e menos dependen es, na Figu a 26 é ap esen ado um exemplo de uma
enda onde o clien e es á apoiado nas pla a o mas in o má icas disponibilizadas pela
Zodiac.
Pa a a Zodiac o oco nos p ocessos é mais impo an e que a ecnologia que os supo a,
po ou o lado, conscien e que a ecnologia acili a e a icula, disponibiliza ao clien e
pla a o mas que acompanham as di e en es azes do p ocesso de come cialização de
p odu os e a sua a iculação.
Quando o consumido consul a o “websi e” da Zodiac e escolhe um p odu o, pode á
consul a a ede de clien es que come cializam os p odu os em ques ão, es e é um
ca ão-de- isi a pa a os clien es, sendo uma o ma de omen a o negócio.
Ao escolhe a emp esa, pode á en a em con ac o com ela e ap esen a a sua
necessidade. Quando essa necessidade é passí el de um dimensionamen o écnico o
clien e u iliza a e amen a “bilpis”, des e modo ap esen a ao consumido um
aconselhamen o especí ico e baseado em documen ação écnica que pode á se e i ada
de ou a pla a o ma exis en e que é o “media cen e ”, des a o ma escla ece o almen e
o consumido e apoia-lo na decisão de comp a. Es a ase é especialmen e impo an e
pois queb a a indecisão do consumido em elação a ma ca ou modelo do p odu o pois
ica com uma solução adap ada a sua necessidade. Pa a o clien e, apoia -se nes as
e amen as que a Zodiac disponibiliza pe mi e que enha mais c edibilidade no
negócio.
Caso a enda seja e e i ada, e o clien e não enha em s ock o e e ido p odu o, a
encomenda a Zodiac se á ei a a a és da pla a o ma de encomenda “Ezsales”, nes a
pla a o ma o clien e ecebe de imedia o a con i mação do seu pedido mas ambém o
p azo de en ega, es a ase é ú il pois, pode á planea melho a ins alação desse
equipamen o e ma ca com o consumido com a da a que melho o con ie .
Depois do p odu o ins alado e/ou endido o consumido pode á a i a a ga an ia do
mesmo a a és do “Websi e” e des a o ma da início ao pe íodo de ga an ia po pa e
do ab ican e.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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Todo es e p ocesso, incu e con iança ao consumido , agiliza o abalho do clien e e
des a o ma se a ingido o obje i o da Zodiac em c ia alo no clien e.
Figu a 26 - P ocesso de enda " ipo"
Fon e: Elabo ado pelo au o
Na análise das en e is as, é en endido que exis e uma melho ia con ínua na
implemen ação da es a égia CRM no depa amen o come cial, de e á ha e um es o ço
ex a po pa e de alguns colabo ado es em omen a em mais es a es a égia jun o do
clien e e po sua ez da em mais u ilização aos sis emas de in o mação passando de
uma u ilização básica pa a a ançada.
Consumido • Websi e
Clien e • BILPI - c iada a opo unidade
Zodiac • MEDIA CENTER- ecolha de in o mação ecnica e
come cial.
Clien e • Fecha negócio com o
consumido
Zodiac • EZSALES -
encomenda
do p odu o
Consumido • Regis o do
p odu o no
websi e
Zodiac
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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CAPÍTULO V - Conclusões e Implicações
1. Conclusões
Es e es udo conside ou as ca ac e ís icas da pesquisa e o pe il dos en e is ados,
exe cendo opção pelos meios de con ac o pessoal, con o me p e is o na me odologia.
Rela i amen e ao plano amos al p ocu ou-se, p io i a iamen e en e is a o maio
núme o possí el de esponsá eis da emp esa, seguidamen e en e is a am-se os
ep esen an es dos ní eis ope acionais, cujo pon o de con e gência consis ia no
aba1ho di e o com ques ões ela i as ao CRM. Com o deco e dos aba1hos,
cons a ou-se que uma maio u ilização das e amen as disponí eis, melho a e en ol e a
es a égia CRM, ainda que os conhecimen os eó icos sob e o ema ossem dispe sos e
mui as ezes canalisado pa a so wa es de apoio.
Como esul ado, á ias en e is as o necidas po ope acionais e le i am pouco
con eúdo, po ou o lado, as en e is as ealizadas aos esponsá eis da emp esa
demons a am um conhecimen o escla ecido à ce ca do ema, bem como os obje i os do
mesmo a longo p azo.
Como apoio às en e is as, oi necessá io aze um le an amen o exaus i o das a as das
euniões da emp esa en e os á ios depa amen os, al como as espe i as
ap esen ações das euniões, além des a in o mação oi impo an e in es iga den o da
pla a o ma Sales o ce.com odas as in o mações elacionadas com os clien es, sob e as
assis ências écnicas (casos), sob e a ges ão dos p odu os (pa imónio), e i ica os
ela ó ios anuais de medição da qualidade de elacionamen o dos clien es, in es iga os
p ocedimen os em elação as opo unidades de negocio c iadas pelo clien e, analisa
den o do MS access os planos de ação dos p incipais clien es e os planos de mi igação
dos p oblemas diagnos icados, e i ica os ela ó ios écnicos sob e as incidências
iden i icadas nos p odu os e as espe i as co eções, analisando documen os di e sos de
apoio pa a in eg a e consolida o con eúdo ecolhido das en e is as e pode conclui a
e i icação das ques ões le an adas nes e es udo.
Com base na isão dos en e is ados, conclui-se que o clien e é um dos p incipais
a o es que mo i a o desencadeamen o do p ocesso de adoção das es a égias de CRM.
O obje i o de maio compe i i idade combina com um conjun o de ou as azões, ais
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
66
como, a sa is ação do clien e em oda a a i idade, o aumen o da pa icipação no
me cado e o olume de endas, o aumen o de luc o, a consolidação da ma ca e a
aquisição de no os clien es po enciais.
É consis en e a pe ceção que a adoção do CRM oco eu como eação a alguma
“ameaça” po encial, ou seja, uma ez que a Zodiac é uma emp esa mui o especializada
e com poucas linhas de p odu o, não consegue esponde ao clien e sa is azendo a
o alidade das suas necessidades, al a o o na-a mais ulne á el e expos a ao isco da
conco ência de ma cas gene alis as, azão pela qual, a adoção da es a égia CRM.
Nes e sen ido, de e ponde a -se a ques ão cul u al da emp esa, que den o da
o ganização en ol e e eco e ao CRM, desen ol endo ações de planeamen o a longo
p azo, que con as em com di e en es inicia i as exis en es no me cado que, apa en am
se ea i as ou momen âneas. Po al a o, a Zodiac deu especial a enção à análise do
me cado e da conco ência.
De modo ge al, a pesquisa não ealça a os que des aquem o aspe o da edução dos
cus os ope acionais de o ma signi ica i a, mesmo que enha sido abo dado po á ios
en e is ados, suge indo uma o imização de ecu sos humanos e de meios ope acionais
como um dos p incipais obje i os es a égicos e mo i ado es pa a a adoção de uma
es a égia CRM em con ex o mul icanal.
A idelização do clien e, embo a conside ada como um obje i o a se alcançado a médio
e longo p azo, ap esen a-se nes e es udo como um dos mais ele an es obje i os a se em
a ingidos. O clien e idelizado comp a mais, endo a sua manu enção um cus o meno ,
pa icipa na di ulgação da ma ca e ainda é menos sensí el ao p eço, sendo des a o ma
a p opos a de alo mais pe cebida pelo clien e.
Cons a a-se, que ao consegui ideliza melho os clien es de al o po encial eduz-se a
possibilidade da conco ência os pe suadi . Es e a o, combinado com a capacidade de
conquis a clien es po enciais, p e isi elmen e pe mi i á à emp esa aumen a a sua co a
de me cado, o alecendo a p esença da ma ca jun o do consumido , aumen ando
endas, ob endo melho es esul ados em e mos de en abilidade e de sa is ação do
clien e a a és do p ocesso de segmen ação. Des a o ma, pode-se in e i que a
idelização do clien e ep esen a um impo an e a o de mo i ação na adoção da
es a égia CRM.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
67
Em esul ado do que oi pesquisado, en endemos que a ecnologia de e se conside ada
como mais uma componen e indispensá el pa a o imiza e auxilia a complexa
eng enagem que compõe a es a égia CRM. A ecnologia de e es a alinhada aos
obje i os es a égicos, mas po si só não de e se conside ada su icien e pa a ga an i a
execução dos obje i os da emp esa. Pa a al, é necessá io que a emp esa edi ecione a
sua cul u a o ganizacional, ocalizando-se no clien e, edesenhando os p ocessos de
negócios, in es indo em o mação e no en ol imen o dos seus colabo ado es. Tal como
oi pe cebido nas en e is as ealizadas, exis e uma g ande mobilização e sensibilidade
a es e ema, colma ando mui as ezes a sob e alo ização da u ilização das ecnologias
da in o mação como supo e à es a égia CRM mul icanal, p incipalmen e no que
conce ne ao sales o ce e à pe ceção dos ní eis de con iança no a mazenamen o e
p ocessamen o da in o mação ecolhida e que pos e io men e, é “ ans o mada” em
p ocessos de melho ia na elação com o clien e.
Os esul ados alcançados na implemen ação da es a égia CRM mul icanal, na opinião
dos en e is ados, o am condizen es com o planeamen o inicialmen e p e is o,
melho ia da pe o mance dos p ocessos de a endimen o ao clien e, na ges ão da sua
in o mação e sa is ação pe an e a ma ca e a emp esa.
À luz desse es udo, pode-se cons a a que os en e is ados apesa de não ap esen a em
obje i amen e os esul ados elacionados à es a égia CRM mul icanal, o am unânimes
em demons a con icções posi i as no que espei a à in luência da es a égia CRM
mul icanal em p ol da p opos a de alo pa a com o clien e.
En ende-se que o CRM é uma es a égia de negócios que apon a pa a a c iação de alo
no elacionamen o com o clien e, en a izando a necessidade de en endimen o e
an ecipação às necessidades indi iduais do clien e. Po ou o lado, con igu a-se a
idelização como o esul ado de um elacionamen o onde o clien e pe cebe os alo es
a a és dos bene ícios ob idos, que ão ao encon o das suas necessidades. Es a
es a égia delineia a c iação de alo pa a a Zodiac, clien e e consumido , assen ando na
sa is ação o al do consumido e dos clien es que lhe pe mi em c esce o me cado,
aumen ando a no o iedade da ma ca.
Es a es a égia pe mi e desen ol e e melho a ês p incípios o ganizacionais, endo
eles: (i) ajuda na omada de decisão; (ii) aumen o da p odu i idade; e (iii) melho ia na
ges ão de se iços.
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Anexos I - Ques ioná io guia pa a en e is as
ealizadas:
1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a
a emp esa?
Anexo 1 - Ques ioná io do Inqué i o
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77
Anexos II - T ansc ições comple as das en e is as
En e is a 1
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. É uma o ma de pode ao clien e es a no cen o da emp esa. Toda a emp esa pode
sabe o es ado, si uação da con a desse clien e.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Que odos os depa amen os saibam os es o ços que se es ão a ealiza com esse
clien e.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. U ilizando. Quan o mais se u iliza mais endimen o se pode e i a .
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Po o clien e no cen o da emp esa. Que oda a emp esa com um simples click possa
sabe a si uação/es ado e es o ços que se le a a cabo com os clien es.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Como inha di o an es, u ilizando o CRM é uma melho o ma de a alia o clien e.
Todas as ações come ciais / Se iço écnico / P omoções, es ão lá.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. Aqui alo da minha p óp ia expe iência. Faz dois anos que saiu da emp esa um
delegado e eu assumi a zona dele, g aças ao CRM sabia a si uação/es ado de cada
clien e e que ações se ealiza am com o clien e e o espe i o esul ado.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. Toda a emp esa pode a ende um clien e a qualque momen o e sabe a sua si uação.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
78
R8. Eu di ia que plenamen e não es á. Como eu disse, quan o mais se u iliza mais
endimen o se em. O CRM em que se alimen ado cons an emen e senão não se e.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. É a o ma de começa a abalha logo desde o início com um clien e. E desde o
início coloca-lo no cen o da emp esa.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. O seguimen o cons an e. Tendo as ichas de cada clien e a ualizada, a esses
clien es se pode manda as p omoções / Ações e não se pe de in o mação.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Mui o impo an e, mas não é mui o u ilizado.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. Nos comen á ios de cada icha de clien e do CRM, designada como “Con a”,
epo a-se odo o ipo de in o mações sob e a conco ência e in o mações ge ais do
me cado, na qual é mui o ú il na ho a de se sabe com quem e como abalha o clien e.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. Sabe com quem e como abalha o clien e. No caso de se oca de Delegado
come cial sabemos odo sob e ele.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. Decisões es a égicas da emp esa.
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79
En e is a 2
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. As an agens são: Sí io comum pa a coloca a in o mação dos clien es na emp esa,
a ualização e consul a de in o mação com di e en es e en es, u ilização de es a ís icas
ex aídas da p óp ia e amen a de CRM.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Fundamen almen e que o clien e é o cen o da emp esa e desde di e en es
depa amen os pode-se compa a a in o mação. Assim emos acesso po pa e de odos
a in o mação o necida dos di e en es depa amen os e assim es á se semp e a ualizada
ao dia.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Pode-se a alia como uma es a égia de ido ao uso pelos u ilizado es de odos os
depa amen os e pelo ní el de in o mação inculada a cada clien e.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Facilidade do acesso a in o mação e é uma e amen a ans e sal a oda a emp esa
que es á cen ada no clien e.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Valo izo-a posi i amen e ansmi ido o po encial da e amen a que é o CRM.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. O p incipal êxi o é engloba p o ocolos uni o mizados den o da emp esa,
o ganização como canal de in o mação comum.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. O ganização, minimiza empo nas consul as de in o mação e ges ão, en iquecendo
o abalho dos colegas de ou os depa amen os.
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. Penso que sim, es á 90%, mas pode-se e olui mais.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. Ob enção de dados de in e esse com o passa do empo, a consul a de his ó icos e
suas isi as, ações e pós- enda.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Le a o con olo das suas ações com o clien e, no idades den o do pe il de
clien e e os ela ó ios de isi as.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. O uso de in o mação ex e na em sido alimen ado po pa e dos delegados
undamen almen e.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. Pon ualmen e, dependendo da elação que se enha com o clien e em ques ão.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e)
R13. No conhecimen o sob e que se em sob e o me cado, como um odo.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. O conhecimen o é a base pa a o sucesso.
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En e is a 3
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Toda a in o mação ica g a ada e é possí el acede po oda a emp esa em qualque
luga . Também e p opo ciona que seja mais o ganizado ob endo melho planeamen o.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Mui as ações são in e depa amen ais e des a o ma cada um dos depa amen os
pode assumi a sua a e a coo denadamen e com a es a égia global da emp esa e po
sua ez com os ou os depa amen os.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Todo o so wa e em como missão acili a as a e as, o nando possí el uma se ie
de obje i os e me as de o ma ápida e lexí el. O CRM pe mi e a ges ão
in e depa amen al das a e as come ciais, ma ke ing e pós- enda do clien e. Es a
in o mação pe mi e de ini melho as es a égias da emp esa.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Te oda a in o mação disponí el e conhece a ealidade do me cado pa a oma as
melho es decisões.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. A ualmen e az pa e do ADN da Zodiac da sua o ma de abalha .
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. P opo ciona o abalho em equipa que é um dos alo es mais impo an es da Zodiac
pois pe mi e a pa ilha de in o mação e oda a gen e abalho num único sen ido.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. Te acesso a oda a in o mação do me cado.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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R8. Pode-se semp e melho a algumas aplicabilidades da es a égia CRM e aumen a a
ou os depa amen os de o ma mais in ensa como na Logís ica e Con abilidade.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. Te conhecimen o de odas as ações p e iamen e, ealizadas com o clien e.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Tem-se conhecimen o do his ó ico pa a e i a cai nos mesmos e os e pode
c uza a in o mação e p opo ciona a minimização de e os e uma e olução mais ápida.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Toda a in o mação é pa ilhada endo como base cada con a de clien e e e mos
acesso a in o mações da conco ência, possí eis ameaças, no os p odu os, no as
campanhas, no a es a égia e condições.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. In oduz-se odos os dados que se conside am ele an es e ambém dados de
emp esas conco en es.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. Toda a in o mação ansmi e a aje ó ia do clien e e ajuda a ge i melho o clien e
e com is o oma mos as decisões adequadas.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. U iliza no as ecnologias pa a pode in oduzi o máximo de in o mação de uma
o ma ácil e mais ápida possí el.
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En e is a 4
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Dispo de um egis o esc i o da in o mação do clien e ao longo do empo,
independen emen e das ocas de pessoas que man ém a elação come cial ou de apoio
com o clien e.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Melho coo denação en e os depa amen os e apidez no apoio ao clien e caso cada
depa amen o inclua a in o mação ele an e que diz espei o ao clien e.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Quando o que se in oduz no so wa e não é a in o mação que in e essa a cada
depa amen o pa a o seu uncionamen o, com ilhas de in o mação não in e ligadas, mas
sim que se cen a nas necessidades do clien e, como podemos aze chega a in o mação
pa a um melho apoio a esse clien e e quando nos pe gun amos que in o mação
necessi amos pa a da um melho se iço ao clien e.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. A Zodiac em uma es u u a de ecu sos humanos eduzida e os delegados não
abalham a pa i do esc i ó io e as ezes à o a i idade, a exis ência do CRM pe mi e
um seguimen o de abalho pa a os delegados que não se pe de caso algum deles deixe a
emp esa e que po sua ez os delegados dispõem da in o mação ealizada po odos os
depa amen os.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Embo a semp e é mais cus oso, po al a de empo, in oduzi os ela ó ios de
isi as come ciais, econheço que é uma e amen a in e essan e pa a se pe cebe a
e olução de um clien e, ecupe a a elação come cial dos clien es mais an igos ou
menos a i os a a és do his ó ico e com is o conhece melho a an iguidade dos úl imos
ela ó ios come ciais. Ou a e amen a mui o ú il pa a mim é o seguimen o das endas
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B
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En e is a 6
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Te oda a in o mação cen alizada e on-line dos clien es
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Todos os depa amen os pode em acede ans e salmen e à in o mação de um
clien e independen emen e de qual a sua á ea de abalho.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Na medida que exis em p ocessos que o am o imizados em elação a si uação
an e io à sua implemen ação.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Te o clien e no cen o da emp esa. Todos os depa amen os podem acede a
in o mação on-line.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Mui o posi i a, pois exis em p ocessos que se pode em o imiza em especial no
“Cus ome Se ice” no qual pe mi e ealiza um seguimen o dos clien es de o ma
indi idualizada.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. In o mação, seguimen o pe sonalizado e desen ol imen o do negócio clien e a
clien e.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. In o mação pa ilhada
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. Ainda há p ocessos po desen ol e como po exemplo o seguimen o das con as
co en es dos clien es e di idas.
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Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9.Pode desen ol e uma es a égia con o me o his ó ico de clien es com um pe il
come cial pa ecido.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Desen ol imen o de uma es a égia adequada pa a cada clien e sabendo an ecipa
e sa is aze as suas necessidades em cada momen o e assim c ia alo pa a o negócio.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Fal a desen ol e uma análise cen alizada da in o mação sob e os conco en es e
ou os in e enien es no me cado.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. É in o mação undamen al que a ualmen e não se analisa e que de íamos
cen aliza pa a pode mos analisa o me cado no global.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. Fundamen al, a pa i da p ospeção se pode ab i assim o clien e no CRM e pode
desen ol e oda a in o mação cen alizada a pa i dai.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. Uma es a égia de seguimen o sob e o uso do CRM em odos os depa amen os da
emp esa.
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En e is a 7
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Um CRM inaliza sendo uma pla a o ma a que oda a emp esa em acesso e i ando
um sem im de documen os e se cen aliza oda a in o mação em um único sis ema.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Dispo de um só sis ema onde se em oda a in o mação e se pode acede a ela sem
necessidade de consegui a a és de e cei os.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Em e uma pla a o ma onde es á oda a in o mação do clien e e como consequência
o clien e ica como cen o das a enções na emp esa e não só do depa amen o come cial
mas sim de odos.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. O obje i o oi semp e e uma única pla a o ma de in o mação e assegu a que a
in o mação es á a ualizada ao dia e nunca se pe de nem é p op iedade de um
depa amen o mas sim da emp esa no seu odo.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. O CRM de e se pa e da a i idade diá ia quando alamos com um clien e e de udo
que gi a ao edo dele.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. É um sis ema cómodo, ácil de ex ai a in o mação que pe mi e medi impo an es
pa âme os e ácios e mais a de oma decisões impo an es apoiada nas in o mações
ob ida.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. Qualque pessoa da emp esa pode acede a in o mação do clien e com o qual o
clien e sen e semp e que é uma peça cha e pa a a nossa emp esa.
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Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. Ainda não es á em pleno endimen o.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. Pode e a in o mação de alhada dos clien es po enciais, núme o de isi as e as
ações que se az com eles.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. A a és do CRM, conheces além da sua a i idade num depa amen o especí ico
mas sim de odos os depa amen os, o Depa amen o come cial pode e as incidências
de pós- enda e medi os iscos nesse clien e.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Não é um campo que es eja desen ol ido, apenas se em acesso a in o mação
inse ida nos ela ó ios de a i idade.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. A in o mação do me cado é i al pa a o desen ol imen o da es a égia, mas nes e
caso não es a especi icamen e desen ol ido no CRM.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. Quan o mais in o mação i e mos na emp esa sob e os clien es, sejam eles
p ospe os ou clien es exis en es maio es p obabilidades de êxi o emos. Se não i e mos
in o mação mais di ícil é de ideliza . T adicionalmen e os clien es são do depa amen o
come cial, mas o CRM ompeu com essa isão e passou-os a se de oda a emp esa.
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Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. É impo an e o CRM se algo i o e que o neça in o mação, de o ma
bidi ecional, se é ú il, se man em i o e a ualizado. Só assim se á uma e amen a de
análise que pode da linhas de a uação pa a uma decisão na es a égia a longo p azo.
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En e is a 8
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Te oda a in o mação dos clien es cen alizada.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Pa ilha a in o mação
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Toda a emp esa de o ma global e in e nacional u iliza o CRM com o obje i o cla o
de e oda a in o mação a mazenada e disponí el, logo é uma es a égia, o so wa e é a
e amen a.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Colabo ação en e depa amen os e coloca o clien e no cen o de oda a in e ação.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Fundamen al pa a o abalho do dia-a-dia, u ilizo o CRM pa a aze a ecolha de
in o mação mas ambém in odução de dados al como con olo.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. O p incipal sucesso oi a mobilização de oda a emp esa sob e a sua isão e missão.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. Um melho conhecimen o do clien e e pode a ua sob e a sua necessidade.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. Não, al am á ios depa amen os abalha em de o ma con ínua, al como Supply
Chain e pa e inancei a.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
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R9. Pe mi e e uma base de dados das emp esas exis en es no me cado, caso exis a
in e esse ou não de as abalha .
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. In o mação das endas e com is o pode oma decisões sob e o c escimen o da
a u ação po amílias de p odu os.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Penso que é mui o impo an e, mas nes e momen o não se a ua especi icamen e
nessa á ea.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. É mui o ele an e, u ilizo a e amen a pa a moni o iza as emp esas ou sou cing
que azem abalho de assis ência écnica pa a a Zodiac, al como os pos os de
assis ência écnica.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. É ex emamen e ele an e, moni o iza mos um aje o comple o do clien e e
pe cebe em que ní el de idelização e sa is ação es á o clien e.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. O p incipal p incípio de ges o é a omada de decisão que em impac o na es a égia
a média e longo p azo da emp esa.
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Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Obedece uma cul u a do clien e no cen o da emp esa e oda a emp esa compa ilha
com a mesma in o mação sob e ele.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. As decisões no passam apenas a a és da o ça de endas mas sim po odos os
depa amen os que cuidam di e amen e do clien e. An es da implemen ação des a
es a égia oda a in o mação inha apenas a a és da o ça de endas.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Sim o clien e es á no cen o da emp esa e exis e uma mudança na cul u a de
abalho e po an o con e e-se numa es a égia.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Melho a a elação com os nossos clien es podendo esponde e a ende melho a
qualque solici ação da pa e deles, assim como se p oac i o na ges ão dos po enciais
clien es ou ações p omocionais massi as sob e a base de dados.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5.É uma o ma de abalha o almen e in eg ada em nosso dia a dia. Todos os
depa amen os u ilizam como um sis ema in e no de ope ações com os clien es.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6.Clien es idelizados, aumen o de ações, seguimen o de p ocessos, con olo e
a aliação dos p ocessos, con olo da sa is ação do clien e, con olo dos cus os, análise
da ges ão come cial, p ocu a de no os clien es.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
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R7.Pode ob e in o mações ins an âneas dos clien es po qualque pessoa den o da
emp esa den o das pe missões es abelecidas p e iamen e no CRM e o e ece um al o
alo ac escido ao conhece semp e o clien e.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. 90%, a implemen ação da es a égia CRM é um abalho con inuo que es á semp e
em cons an e c escimen o.
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. O e ece uma ca ei a de possí eis clien es que podem se abalhados a qualque
momen o den o da es a égia come cial da emp esa.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Vendas c uzadas (c oss seeling), a endimen o pe sonalizado, seguimen o pós
enda, pesquisas de sa is ação pe manen e.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Nes e momen o apenas é possí el a a és dos ela ó ios dos delegados come ciais
nas suas isi as come ciais aos clien es.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. Ainda não es á in eg ado a 100% mas u iliza-se a ecolha de dados ei a no
me cado pelos delegados come ciais nas suas isi as aos clien es, epo ando as ações
ei as pelas emp esas conco en es. As in o mações sob e as p omoções e condições de
enda assim como dos p odu os de e ados no me cado. Es a in o mação é de ex ema
impo ância.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
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R13. Cada ano exis e um aumen o de no os clien es e no as emp esas no me cado, com
es a e amen a possibili a a idelização dos clien es exis en es.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. Penso que somos mui o conscien es das an agens e das eno mes an agens
compe i i as em u iliza es a es a égia, cada dia que passa aumen amos e melho amos a
sua u ilização.
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En e is a 12
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. É um sis ema eu opeu que pe mi e a homogeneização de c i é ios en e as
di e en es iliais. Alem disso ou es a in e ligado com o ERP pe mi e usa a pla a o ma
e as bases de dados de o ma comum.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. Concei o de Base de dados únicos. Tudo passa po um único sí io e qualque
modi icação a e a de igual o ma a in o mação exis en e pe mi indo a odos essa lei u a.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Po que em de o ma implíci a uma manei a de pensa , de o ganiza o abalho, o
empo, uma manei a de pensa semelhan e semp e desde o pon o de is a do clien e.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Dispo de uma e amen a po en e pa a egis a e abalha o consumido inal.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. 70%, no depa amen o de ma ke ing ainda é possí el aze uma maio dinamização
des a e amen a, possibili ando uma in eg ação o al com o websi e, media cen e e
bilpis.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. Te uma base de dados com a qual se possa usu ui de e amen as de ma ke ing
di e o pa a o consumido inal.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. Implemen a uma es a égia mais o denada, coe en e e desde o pon o de is a do
consumido inal.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
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R8. Sim na sua g ande maio ia, 80%
Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. P eenche campos de in o mação compa á eis e compa í eis pa a se pode e i a
ela ó ios e conclusões simples do me cado no seu odo.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Comunicação mais ágil e di e a. Pode-se medi a idelidade dos clien es mas
ambém o Ma ke sha e da ma ca no me cado ais como os p odu os e sus a
conco ência.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Acho um aspe o mui o in e essan e, mas não consigo enquad a es a in o mação
ex e na no depa amen o de ma ke ing.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. Não enho pe cebido que se aça em excesso. To na-se mui o ú il na in o mação
ca egada pelos delegados come ciais.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. Um acompanhamen o con ínuo do clien e pe mi indo aze mais e melho po ele.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. Pa a mim o mais impo an e, sem dú ida é seja compa í el e bidi ecional com
odas as e amen as in o má icas que u ilizamos como o ERP, WEB, EDI e com is o
p o ege o concei o de uni o midade da in o mação e da base de dados única.
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En e is a 13
Q1. No seu en ende quais as an agens de u iliza o CRM?
R1. Pe mi e e um con olo e seguimen o exaus i o do compo amen o dos clien es
in e nos e ex e nos.
Q2. Quais as an agens de exis i em á ios depa amen os a u iliza em a pla a o ma
CRM?
R2. In o mação pa ilhada, conhecimen o o al do clien e a odos os ní eis.
Q3. Como se consegue a alia que não se a a apenas de uma u ilização de so wa e
mas sim de uma es a égia cen ada no clien e?
R3. Com o eedback do clien e e a espos a as suas necessidades.
Q4. No seu in ende qual oi o obje i o da emp esa a implemen a o CRM?
R4. Te o clien e no cen o da nossa es a égia, pa ilhando oda a in o mação e odos os
aspe os ele an es não apenas nas endas.
Q5. Como a alia que a u ilização do CRM no dia-a-dia?
R5. Mui o impo an e pa a o u u o da emp esa.
Q6. Consegue-me a alia quais os p incipais sucessos da es a égia CRM?
R6. Pla a o ma ágil e de ácil uso acessí el a pa i de odas as pla a o mas mó eis e
ixas a pa i de qualque pon o do mundo.
Q7. Qual é a c iação de alo ob ida na es a égia CRM?
R7. A sa is ação o al do clien e.
Q8. No seu en ende já es á o almen e implemen ada po oda a emp esa?
R8. Não, apenas em 50%, no Supply Chain pode ha e a anços signi ica i os como o
as eamen o de odos os núme os de sé ie dos p odu os mas ambém pe cebe melho a
endência de comp a do me cado e a sua sazonalidade.
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Q9. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM na p ospeção de no os
clien es?
R9. Coo denação o al no seguimen o das ações a oma com o clien e.
Q10. Na sua opinião quais as an agens de u iliza o CRM pa a ideliza os clien es
exis en es? De que o ma consegue medi es es esul ados?
R10. Faze um seguimen o da sua aje ó ia como clien e.
Q11. Como a alia a u ilização de in o mação ex e na a emp esa no CRM?
R11. Posi i a mas não es á implemen ada.
Q12. U ilizam in o mações ex e nas à emp esa no CRM? Que ipo de in o mação
(Emp esas conco en es, in o mações gené icas do me cado, in o mação de
o necedo es)? Que impo ância dá a es a in o mação?
R12. Não u ilizo es e ipo de in o mação.
Q13. Que impac o em, es a in eg ação na P ospeção, inicialização e idelização do
clien e?
R13. O conhecimen o con ínuo do clien e.
Q14. Há algum p incípio de ges ão ele an e pa a uma melho in eg ação do CRM?
Ajuda de alguma o ma a de ini uma melho es a égia a médio e longo p azo pa a a
emp esa?
R14. A omada de decisão.
Anexo 2 - T ansc ição comple a dos inqué i os
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Anexos III
Es udo é mico do Bilpis
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
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Anexo 3 - Es udo é mico do Bilpis
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
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Análise compe i i a de p odu os
Anexo 4- Análise compe i i a de p odu os
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
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In es imen o em In es igação e desen ol imen o
Anexo 5- In es imen o em In es igação e desen ol imen o
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
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Valo es, Missão e Visão da Zodiac
Anexo 6 - Valo es Cha e da Zodiac
Fon e: Elabo ado pela Zodiac
Anexo 7 - Missão e Visão da Zodiac
Fon e: Elabo ado pelo sales o ce, Zodiac
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123
Má io Albe o Fe nandes da Sil a
11974096
912 363 237
ma io.a. .sil[email p o ec ed]om
120430002
30 de Se emb o de 2014
Ges ão come cial
Es a égia CRM mul icanal em emp esas de a uação B2B (business- o-business)
P o . Vasco Viana
30-09-2014