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Sexo, comorbilidades e autovigilância e adesão terapêutica: Associação com a qualidade de vida geral e específica em diabéticos hipertensos

Sepúlveda, Eduardo,Martins-Rocha, Benedita,Poínhos, Rui,Fernandes, Gonçalo,Constante, Miguel,Freitas, Paula,Magalhães, Ângela,Neves, Celestino,Arteiro, Cristina,Carvalho, Davide

Abstract

[resumo]

Full text

38 ID Resumo : 39 SEXO, COMORBILIDADES, E AUTOVIGILÂNCIA E ADESÃO TERAPÊUTICA: ASSOCIAÇÃO COM A QUALIDADE DE VIDA GERAL E ESPECÍFICA EM DIABÉTICOS HIPERTENSOS Edua do Sepúl eda (1), Benedi a Ma ins-Rocha (1), Rui Poínhos (1,2), Gonçalo Fe nandes (1), Miguel Cons an e (3), Paula F ei as (4), Ângela Magalhães (4), Celes ino Ne es (4), C is ina A ei o (2,4), Da ide Ca alho (4) Ins i uição : 1 – APAD – Associação de P e enção e Apoio à Diabe es (Po o); 2 – Uni e sidade do Po o, Faculdade de Ciências da Nu ição e Alimen ação; 3 – Ins i u e o Psychia y, King´s College London; 4 – Se iço de Endoc inologia, Hospi al de S. João Email : edusepul edamou [email protected] In odução: A hipe ensão a e ial (HTA) é um p oblema de saúde mui o equen e nos doen es com Diabe es Melli us (DM), pa icula men e na diabe es ipo 2 (DM2), cuja p esença implica ambém um subs ancial aumen o do isco ca dio ascula , e pode despe a ou acele a as lesões mic o ascula es e mac o ascula es da DM. Objec i os: Relaciona a pe cepção da qualidade de ida (PQV) ge al e especí ica em diabé icos hipe ensos com o sexo, complicações mic o ascula es ( e inopa ia, ne opa ia e neu opa ia) e mac o ascula es (doenças ca dio ascula es [DCV] e doença a e ial pe i é ica [DAP]), núme o de complicações c ónicas, e moni o ização e adesão e apêu ica (cuidados com a alimen ação, inges ão de ca é, p á ica de exe cício ísico egula mode ado, e con olo de p essão a e ial). Ma e ial e Mé odos: En e is a am-se 48 diabé icos hipe ensos da Consul a de Endoc inologia (83,3% DM2; 54,2% mulhe es; idade média de 60,0 anos, DP=13,4). Relacionou-se a PQV ge al a a és do Medical Ou comes S udy Sho Fo m 36 ( SF-36: unção ísica [FF], desempenho ísico [DF], do co po al [DC], saúde ge al [SG], i alidade [VT], unção social [FS], desempenho emocional [DE] e saúde men al [SM]), e a PQV especí ica pa a a DM a a és do Diabe es Heal h P o ile (DHP: ensão psicológica [TP], ba ei as à ac i idade [BA] e alimen ação desinibida [AD]) – em unção do sexo, complicações c ónicas, e moni o ização e e apêu ica da DM. U ilizou-se o es e de s uden pa a compa a médias de amos as independen es, e o g au de associação en e pa es de a iá eis oi medido a a és do coe icien e de co elação de Spea man. Resul ados: Os diabé icos hipe ensos do sexo masculino êm melho PQV em e mos de DC e VT do que as mulhe es. Os diabé icos hipe ensos sem neu opa ia ap esen am PQV signi ica i amen e supe io nas dimensões FF, DC, VT, FS, DE e SM do SF-36 e em odas as dimensões do DHP do que os diabé icos hipe ensos com neu opa ia. Os diabé icos hipe ensos sem DCV êm uma melho SG em elação aos diabé icos hipe ensos com DCV. Os diabé icos hipe ensos sem DAP êm melho PQV nas dimensões DC e SG do SF-36 do que os que êm DAP. Os diabé icos hipe ensos que êm cuidados com a alimen ação ap esen am uma melho PQV em e mos de FF, DC e AD em elação aos que não inham os e e idos cuidados. Os diabé icos hipe ensos que p a icam exe cício ísico ap esen am melho FF, DF e S M em elação aos que não o azem. Ve i icou-se uma associação en e maio inges ão de ca é e pio DC, e en e maio núme o de complicações c ónicas da DM e pio FF, DC, SG, VT, SM e TP. Conclusões: Salien a-se a m elho PQV em diabé icos hipe ensos homens, sem neu opa ia, sem mac oangiopa ias, com cuidados com a al imen ação, e que p a icam exe cício ísico egula mode ado. Nos diabé icos hipe ensos e i ica-se que a inges ão de ca é e o núme o de complicações a dias es ão associados a pio PQV. COMUNICAÇÕES ORAIS | ORAL SESSION Sex a-Fei a, 10 FEV | 08h00 Mode ado es | Chai pe sons: An ónio Ja a, É o a e Paulo Pessanha, Po o Sala Nep uno