Relatório estágio profissional
Abstract
Relatório final do estágio profissionalizante do 6.º ano
Full text
Relatório Final de Estágio Estágio Profissionalizante Renata Cristina Bordeira Costa dos Santos Carriço Mestrado Integrado em Medicina Faculdade de Ciências Médicas │ Nova Medical School Universidade Nova de Lisboa Regente: Prof. Doutor Rui Maio Orientadora: Dr.ª Raquel Maia Ano Letivo 2022/2023 │ 30 de Junho de 2023
Success is not final, failure is not fatal: It is the courage to continue that counts. Winston Churchill
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante i Renata Carriço │ 2014442 AGRADECIMENTOS Chegar a este momento não teria sido possível sem o apoio de várias pessoas que me acompanharam ao longo deste curso. Em primeiro lugar gostaria de agradecer à minha orientadora, a Dra. Raquel Maia, pelos conselhos e orientação que permitiram a realização deste relatório. Aos professores e tutores com quem tanto aprendi ao longo deste curso, gostaria também de deixar uma nota de agradecimento. Em particular, gostaria de referir quatro tutores que mais marcaram o meu percurso, pelo exemplo de profissionalismo para com doentes e familiares, para com colegas e outros profissionais de saúde, pela forma como que me acolheram e orientaram, e pelas oportunidades de aprendizagem e ensinamentos transmitidos: Prof. Doutor Guedes da Silva, Dr.ª Filomena Sousa, Dr. Guilherme Mendes e Dr.ª Ana Sofia Sequeira. Agradeço também aos doentes, por serem o meio de aprendizagem mais importante. Gostaria de agradecer aos meus amigos e família, sem os quais não teria chegado a este momento. À memória dos meus avós e do meu pai, pelo que me transmitiram em vida, influenciaram quem sou hoje e o meu gosto por Biologia e Medicina. A todos os meus amigos do Porto, Lisboa (e Portalegre) e aos amigos e família na Grécia, que me apoiaram nesta decisão e estiveram presentes neste caminho. Aos meus colegas de curso, com quem a partilha destes anos gerou amizades para a vida, e em especial à minha mãe, que acompanhou todo o meu percurso com apoio incondicional. Finalmente, quero agradecer ao Panos, que esteve ao meu lado praticamente desde o início desta jornada, ajudando-me a erguer sempre que caí, incentivando-me sempre que senti desalento, e partilhando comigo todas as alegrias e tristezas que este curso me deu, com muita paciência e amor.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante ii Renata Carriço │ 2014442
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante iii Renata Carriço │ 2014442 INDICE AGRADECIMENTOS ............................................................................................................................................ i LISTA DE ABREVIATURAS ................................................................................................................................. iv I. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS ........................................................................................................................... 1 II. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ....................................................................................................................... 1 1. ESTÁGIO DE CIRURGIA GERAL .................................................................................................................... 1 2. ESTÁGIO DE MEDICINA INTERNA ............................................................................................................... 2 3. ESTÁGIO DE SAÚDE MENTAL ...................................................................................................................... 3 4. ESTÁGIO DE MEDICINA GERAL E FAMILIAR ................................................................................................ 4 5. ESTÁGIO DE PEDIATRIA .............................................................................................................................. 4 6. ESTÁGIO DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA ................................................................................................ 5 III. ELEMENTOS VALORATIVOS ......................................................................................................................... 5 IV. REFLEXÃO CRÍTICA ....................................................................................................................................... 6 V. ANEXOS .......................................................................................................................................................... i Objetivos e estratégias ................................................................................................................................ i Cronograma dos estágios parcelares ......................................................................................................... ii Trabalhos realizados no estágio profissionalizante.................................................................................... ii Casuística dos doentes observados durante os estágios parcelares ........................................................ iii Elementos valorativos - comprovativos .................................................................................................... iv Avaliação dos estágios e autoavaliação ................................................................................................... xii
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante iv Renata Carriço │ 2014442 LISTA DE ABREVIATURAS ADC – Adenocarcinoma AVC – Acidente Vascular Cerebral CCR – Cancro Colorretal CG – Cirurgia Geral CHC – Carcinoma hepatocelular CPRE - Colangiopancreatografia Retrógada Endoscópica CSP – Cuidados de Saúde Primários DCV – Doença Cardiovascular DM1 – Diabetes mellitus tipo 1 DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica DRC – Doença Renal Crónica DRGE – Doença do Refluxo Gastroesofágico EDA – Endoscopia Digestiva Alta FCM – Faculdade de Ciências Médicas GO – Ginecologia e Obstetrícia HBA – Hospital Beatriz Ângelo HDE – Hospital de Dona Estefânia HEM – Hospital de Egas Moniz HTA – Hipertensão Arterial HUA – Hemorragia Uterina Anómala IC – Insuficiência Cardíaca ITP – Indução do Trabalho de Parto ITU – Infeção do Trato Urinário MGF – Medicina Geral e Familiar MI – Medicina Interna MIM – Mestrado Integrado em Medicina NMS – Nova Medical School OMA – Otite Média Aguda PAC – Pneumonia Adquirida na Comunidade PAG – Perturbação de Ansiedade Generalizada PD – Perturbação Depressiva PEE – Perturbação do Espectro da Esquizofrenia
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante v Renata Carriço │ 2014442 POC – Perturbação Obsessiva-Compulsiva PP – Perturbação de Personalidade PSNF – Perturbação de Sintomas Neurológicos Funcionais RCF – Restrição do Crescimento Fetal RM – Ressonância Magnética SM – Saúde Mental SU – Serviço de Urgência TEP – Tromboembolismo Pulmonar TVP – Trombose Venosa Profunda UC – Unidade Curricular UCSP – Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados UNL – Universidade Nova de Lisboa
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante 7 Renata Carriço │ 2014442 tempo para esse estudo, pela elevada carga horária do estágio e o trabalho moroso na realização do DEO. Dada a importância deste estágio na nossa formação, este poderia ser um pouco mais longo, por exemplo com a duração de um mês e meio, e com menor carga horária semanal, de modo a permitir-nos estudar mais e ter mais tempo para sedimentar os conhecimentos que vamos adquirindo nesse período. Em SM, Pediatria e CG o estágio foi mais observacional. Creio que em SM faz sentido que assim seja, uma vez que ao longo do MIM temos pouco contacto com a especialidade e, como alunos, estamos pouco capacitados para dirigir consultas em autonomia parcial nesta área. É importante observar as técnicas utilizadas pelos tutores com os doentes, mas também seria interessante poder dirigir uma consulta no final do estágio, na presença do tutor, para treino destas capacidades. Importante é também o contacto com o internamento, pelo tipo de patologias e pela oportunidade de entrevistar o doente, sendo essencial a colheita da história clínica. Esta experiência permitiu-me entrevistar uma doente, pondo em prática as técnicas de entrevista e conhecimentos adquiridos na UC de Psiquiatria e no estágio de SM. Considero também que o excelente acompanhamento pela tutora e o contacto com as principais patologias psiquiátricas foram essenciais para a minha aprendizagem. Em Pediatria, faria sentido termos uma participação mais ativa, e menos observacional. Apesar disso, ocasionalmente no internamento pude colher história clínica, realizar o EO, escrever o diário clínico e notas de entrada, reforçando a experiência prévia em MI. Além de MGF, Pediatria foi o estágio em que mais interagi com familiares dos doentes, permitindo aperfeiçoar as minhas técnicas de comunicação com a criança doente e a família. A grande diversidade de patologias observadas foi também uma mais valia neste estágio. A vivência no SU foi muito enriquecedora, permitindo-me contactar com diversas patologias de carácter urgente nas várias especialidades, das quais destaco GO, MI, Pediatria e SM. Neste contexto, principalmente em GO e MI, pude observar doentes em contexto agudo, treinar a anamnese dirigida, estruturar mentalmente a investigação inicial, considerando as hipóteses diagnósticas, discutir a terapêutica a instituir e eventual necessidade de internamento. Em CG, devido à organização dos recursos no HBA, a vivência no SU foi limitada ao BO, mas seria benéfico integrar as equipas de admissão de doentes, para trabalhar a abordagem ao doente crítico e diagnóstico diferencial de patologias cirúrgicas urgentes. Relativamente ao treino de procedimentos práticos, tive várias oportunidades de o fazer: avaliação dos sinais vitais em MI, MGF e Pediatria, gasimetrias em MI, exame ginecológico, colpocitologia e auscultação fetal em MGF e GO, ecografia obstétrica em GO, excisão de quisto sebáceo e sutura em CG. Pelo meu gosto pessoal por cirurgia, tinha expectativas de treinar mais vezes a técnica asséptica, técnicas de pequena cirurgia, e participar em cirurgias nos estágios de CG e GO. Apesar de serem estágios observacionais, assisti a cirurgias bastante interessantes. Infelizmente, não tive oportunidade de participar em nenhuma, ao contrário de outros colegas. Em CG o rácio tutor:aluno de 1:3 dificulta esta participação, e condiciona a própria visualização das cirurgias, sendo permitido apenas dois alunos no BO. Em GO, apesar do rácio tutor:aluno ser
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante 8 Renata Carriço │ 2014442 1:1, na prática o espaço era partilhado com alunos de outros tutores e IFE, pelo que muitas vezes o rácio acabava por ser 1:2-3. A participação mais prática em CG e GO foi muito condicionada pela falta de recursos humanos no hospital. No entanto, penso que deveria ser assegurada igualdade de oportunidades aos alunos em detrimento dos condicionamentos dos locais de estágio. Tive mais oportunidades em CG no 3º ano, no meu primeiro contacto com a prática clínica. Talvez por isso, esperava o mesmo no 6º ano, onde esta prática seria ainda mais importante e produtiva, agora com mais conhecimentos e experiência, sendo o último ano que temos antes de iniciar a prática clínica de forma autónoma. Como pontos positivos de CG realço o curso TEAM e a simulação de procedimentos, fundamentais na nossa formação, assim como o acompanhamento pelo tutor, a sua disponibilidade para esclarecer dúvidas e apoio na realização do trabalho final. Destaco também o estágio opcional em Gastroenterologia integrado no estágio de CG, que me permitiu contactar com duas das minhas especialidades favoritas e complementares, sendo interessante ver a abordagem de cada uma às mesmas patologias. Vi várias valências da especialidade e técnicas endoscópicas, sendo uma boa aprendizagem, mas também teria sido interessante treinar algumas técnicas mais simples. Paralelamente ao MIM, a experiência adquirida em investigação e na publicação de artigos científicos foram uma mais valia na minha formação como futura médica, por várias razões: 1) desenvolver o espírito crítico e raciocínio prático tão necessários a um médico; 2) reforçar a capacidade de síntese e de elaboração de um trabalho baseado em evidência científica para a sua publicação; 3) incutir o hábito de constante atualização de conhecimentos suportados por evidência científica, sendo a Biologia e a Medicina áreas de aprendizagem contínua; 4) conhecer de forma mais aprofundada ciências básicas e relacionar e valorizar a importância de alterações moleculares e celulares no desenvolvimento de determinadas doenças e respetivas manifestações clínicas e; 5) reforçar o comportamento ético pautado pela honestidade, essencial tanto em investigação como na prática clínica. As comunicações orais e a experiência como docente contribuíram para melhorar as minhas capacidades de exposição oral e didáticas. Desenvolvi maior capacidade de organização para conciliar estas atividades extracurriculares com aulas, estágios e estudo, o que me ajudou durante este ano a conciliar os estágios com o estudo para a Prova Nacional de Acesso e outras atividades. O estágio CEMEF em Gastroenterologia foi um bom complemento ao estágio profissionalizante, pelo contacto com uma maior variedade de técnicas e patologias nesta área em que tenho particular interesse, e treino de algumas técnicas, algo que não aconteceu durante o MIM, em que os estágios de Gastroenterologia foram mais observacionais. As diversas conferências a que assisti durante este ano letivo contribuíram para reforçar e expandir os meus conhecimentos científicos, clínicos, diagnósticos e terapêuticos. De um modo geral, posso concluir que atingi os principais objetivos a que me tinha proposto no início do ano letivo. Por tudo o que mencionei, considero que este estágio profissionalizante foi um período de aprendizagem extremamente enriquecedor e fundamental para o meu futuro desempenho como médica.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante i Renata Carriço │ 2014442 V. ANEXOS Objetivos e estratégias Tabela 1. Estratégias pessoais de aprendizagem utilizadas no cumprimento de cada objetivo. Objetivos Estratégias 1. Colheita da anamnese e realização do EO dirigido às principais hipóteses diagnósticas; - Observar o EO realizado pelo tutor durante a consulta, participando ativamente quando oportuno; - Consultar a bibliografia para construir o meu próprio EO dirigido às queixas do doente. 2. Reconhecer as patologias mais prevalentes e de maior gravidade, e respetivos diagnósticos diferenciais; - Rever os principais diagnósticos diferenciais a considerar para os sinais e sintomas do doente; - Discutir com o tutor as hipóteses diagnósticas mais prováveis em cada caso avaliado; - Frequentar o SU nas várias especialidades, sempre que possível. 3. Requisitar os exames complementares de diagnóstico adequados e saber interpretá-los; - Rever os exames complementares de diagnóstico mais utilizados consoante a sintomatologia; - Discutir com o tutor os critérios para o pedido de exames complementares e procurar interpretar os mesmos de forma autónoma. 4. Delinear um plano terapêutico apropriado a cada doente, tendo em conta a sua opinião e contexto biopsicossocial, em autonomia parcial; - Rever conteúdos teóricos relativos à terapêutica adequada a cada patologia; - Observar a terapêutica instituída pelo tutor em cada caso e propôr terapêuticas em autonomia parcial; - Rever para cada medicamento os respetivos efeitos adversos; - Apresentar propostas terapêuticas ao doente tendo em conta o seu contexto biopsicossocial e a sua participação na decisão do plano terapêutico. 5. Familiarizar-me com as diversas plataformas eletrónicas utilizadas a nível hospitalar e CSP; - Treinar a utilização de plataformas eletrónicas, tanto a nível hospitalar como nos CSP, como o SClínico ou a PEM. 6. Adquirir e aplicar estratégias de promoção de saúde e prevenção de doença; - Rever “Nunes, J., Azeredo, J. e Basílio, N. (2022) Modificação de comportamentos em saúde.” e NOCs da DGS relativamente a medidas de prevenção e diminuição de risco de doença, para as patologias mais prevalentes; - Observar as técnicas utilizadas pelos tutores e aplicá-las na interação com o doente; - Promover a literacia em saúde, transmitindo informação adequada relativamente à patologia e a medidas para um estilo de vida saudável. 7. Aperfeiçoar a capacidade de comunicação com o doente e respetiva família, colegas e outros profissionais, e de trabalho em equipa; - Treinar a comunicação com o utente/família mostrando empatia e respeito; - Observar a abordagem multidisciplinar e em equipa dos profissionais de saúde, colaborando ativamente na prestação de cuidados aos utentes. 8. Aplicar os princípios fundamentais da ética médica na prática clínica; - Rever os conteúdos lecionados na UC de Medicina e Sociedade do 3º ano do MIM. - Observar a conduta ética dos tutores e procurar aplicar os mesmos princípios na interação com o doente. 9. Reforçar capacidades de autoaprendizagem e atualização constante dos conhecimentos; - Rever a bibliografia sobre as diversas patologias, conciliando o estudo diário para a Prova Nacional de Acesso com o estágio profissionalizante; - Conhecer e aplicar adequadamente os recursos disponíveis em plataformas de constante atualização como o UpToDate, Dynamed, AMBOSS ou Pubmed. 10. Treinar a técnica assética e procedimentos práticos: medição de sinais vitais, auscultação fetal, Gasimetria, punção venosa e arterial, exame ginecológico, colpocitologia, suturas, algaliação, treino da técnica assética, participação em cirurgias. - Procurar executar estes procedimentos sempre que haja oportunidade; - Procurar participar em cirurgias sempre que possível, em CG e GO.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante ii Renata Carriço │ 2014442 Cronograma dos estágios parcelares Tabela 2. Calendário de atividades desenvolvidas durante o estágio de Ginecologia e Obstetrícia. Estágio parcelar Data Local Tutoria Cirurgia Geral 05/09/2022 – 28/10/2022 HBA Dr. Pedro Amado Medicina Interna 31/10/2022 – 06/01/2023 HEM Dr.ª Inês Cruz Saúde Mental 16/01/2023 – 10/02/2023 HEM Dr.ª Ana Sofia Sequeira Medicina Geral e Familiar 13/02/2023 – 10/03/2023 UCSP Cascais Dr. Guilherme Mendes Pediatria 13/03/2023 – 14/04/2023 HDE Dr.ª Ana Margarida Garcia Ginecologia e Obstetrícia 17/04/2023 – 12/05/2023 HBA Dr.ª Ana Figueiredo HBA – Hospital Beatriz Ângelo; HDE – Hospital de Dona Estefânia; HEM – Hospital de Egas Moniz; UCSP – Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados. Trabalhos realizados no estágio profissionalizante Tabela 3. Trabalhos realizados em cada estágio parcelar. Estágio parcelar Trabalho/Título Autoria Cirurgia Geral Seminário: Lesão da Via Biliar Principal Ana Catarina Ferreira, Maria Inês Araújo, Renata Carriço Medicina Interna Seminário: O Doente com Demência Catarina Ferreira, Maria Inês Araújo, Renata Carriço Saúde Mental História Clínica Renata Carriço, Teresa Lopes Medicina Geral e Familiar Caso Clínico Renata Carriço Pediatria Seminário: Meningite Bacteriana Ana Daniela Berhanu, Catarina Dias, Renata Carriço, Sara Torres Ginecologia e Obstetrícia Journal Club: Premature Ovarian Insufficiency Beatriz Luciano, Renata Carriço, Sarah Ramtula
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante iii Renata Carriço │ 2014442 Casuística dos doentes observados durante os estágios parcelares Tabela 4. Utentes observados em cada estágio parcelar. Estágio parcelar Local Nº de utentes observados Principais diagnósticos/Procedimentos Cirurgia Geral Consulta externa 62 Cirurgia (49): hérnia inguinal/incisional, quisto hepático, CCR, CHC Gastroenterologia (13): pólipos gástricos/intestinais, gastrite crónica, proctite ulcerosa, DRGE Bloco operatório/SU 20 Segmentectomia hepática, hemicolectomia, colecistectomia, apendicectomia Bloco de exames Gastroenterologia 23 EDA, colonoscopia total, retossigmoidoscopia, CPRE, biópsia gástrica/cólica/retal/transesofágica, polipectomia, mucosectomia, remoção de cálculos biliares, laqueação elástica de varizes esofágicas Medicina Interna Consulta externa 6 Fibrilhação auricular, HTA, TEP, TVP Internamento 23 AVC, DCV, infeção respiratória aguda, insuficiência respiratória, DRC agudizada, síndrome demencial, SCA SU 17 Amigdalite aguda, dispneia, dor precordial, DPOC descompensada, IC descompensada, PAC, AVC Saúde Mental Consulta externa 46 PAG, PD, POC, PP, PSNF, síndrome demencial SU 15 PAB, PAS, PD, PEE, PP, SCA Medicina Geral e Familiar Consulta externa 185 HTA, diabetes não insulino-dependente, infeção respiratória aguda, queixas musculo-esqueléticas Pediatria Consulta externa 21 Infecciologia (14): status após: bronquiolite, celulite, meningite, PAC, tuberculose, sépsis Imunoalergologia (7): asma, dermatite seborreica, rinite alérgica Internamento 37 Pneumonia, sépsis, meningite, encefalite, celulite, artrite sética SU 35 Amigdalite/OMA, bronquiolite, escarlatina, gastroenterite, PAC Ginecologia e Obstetrícia Consulta Ginecologia 33 Pólipos endometriais, endometriose, fibroadenoma, HUA, condilomas, ADC endométrio, carcinoma da mama Consulta/exames Obstetrícia 34 Ecografia obstétrica (8): gestação 1º/2º/3º trimestre Consultas (26): diabetes gestacional, HTA, hipotiroidismo, gravidez de termo, risco de pré-eclâmpsia, RCF; IVG SU 53 HUA, ITU, candidíase, vaginose bacteriana, gravidez não evolutiva, gravidez ectópica e pré-eclâmpsia Bloco operatório/partos 22 Partos: eutócico, distócico fórceps/ventosa, cesariana Cirurgias: histeroscopia, histerectomia e salpingectomia por laparotomia e laparoscopia Internamento 12 Puerpério, indução do trabalho de parto ADC – Adenocarcinoma; AVC – Acidente Vascular Cerebral; CCR – Cancro Colorretal; CHC – Carcinoma hepatocelular; CPRE - Colangiopancreatografia Retrógada Endoscópica; DCV – Doença Cardiovascular; DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica; DRC – Doença Renal Crónica; DRGE – Doença do Refluxo Gastroesofágico; EDA – Endoscopia Digestiva Alta; HUA – Hemorragia Uterina Anómala; HTA – Hipertensão Arterial; IC – Insuficiência Cardíaca; IVG – Interrupção Voluntária da Gravidez; OMA – otite média aguda; PAC – Pneumonia Adquirida na Comunidade; PAB – Perturbação Afetiva Bipolar; PAG - Perturbação de Ansiedade Generalizada; PAS – Perturbação de Abuso de Substâncias; PD – Perturbação Depressiva; PEE – Perturbação do Espectro da Esquizofrenia; POC – Perturbação Obsessiva-Compulsiva; PP – Perturbação de Personalidade; PSNF – Perturbação de Sintomas Neurológicos Funcionais; RCF – restrição do crescimento fetal; SCA – Síndrome Confusional Aguda; TEP – Tromboembolismo Pulmonar; TVP – Trombose Venosa Profunda.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante iv Renata Carriço │ 2014442 Elementos valorativos - comprovativos Figura 1. Comprovativo de participação no curso TEAM no âmbito do Estágio Parcelar em Cirurgia Geral, Lisboa, 2022. Figura 2. Comprovativo de participação no Webinar “Há Conversa no CHLO”, 2023.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante v Renata Carriço │ 2014442 Figura 3. Artigos em coautoria publicados durante a frequência do MIM.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante vi Renata Carriço │ 2014442 Figura 4. Comunicação oral no encontro Development in Action – DiA series da Sociedade Portuguesa de Biologia do Desenvolvimento, Faro, 2018. Figura 5. Convite para comunicação oral no congresso da European Society of Human Genetics, Copenhaga, 2017.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante vii Renata Carriço │ 2014442 Figura 6. Comprovativo de atividade docente na UC Opcional de Metodologias de Investigação Translacional, 2021 e 2022.
Relatório Final de Estágio │ Estágio Profissionalizante viii Renata Carriço │ 2014442 Figura 7. Comprovativo de atividade docente no módulo de Biologia do Desenvolvimento do Programa Doutoral GABBA, Universidade do Porto, 2018.