Estudo da validade de um manual fotográfico de quantificação de porções alimentares
Abstract
[resumo]
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revista APNEP | Volume VIII - n.º 1 - abril 2014 | pag | 100 APNEP Associação Portuguesa de Nutrição Entérica e Parentérica COMUNICAÇÕES ORAIS CO.23 (VWXGRGDYDOLGDGHGHXPPDQXDOIRWRJUiÀFR GHTXDQWLÀFDomRGHSRUo}HVDOLPHQWDUHV André Almeida17HUHVD$PDUDO1,2 1 - Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da UP | Mestrado Nutrição Clínica 2 - Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da UP Correspondência: andr[email protected] INTRODUÇÃO: Existem métodos de avaliação do consumo alimentar que apresentam algumas limitações. Será necessário o desenvolvimento de novas ferramentas que contribuam para a minimização dos erros e o aumento da QSFDJTÍPDPNPPTNBOVBJTGPUPHSÈmDPTEFRVBOUJmDBÎÍPEF porções alimentares. Como o único existente em Portugal EBUBEFKVTUJmDBTFBTVBBUVBMJ[BÎÍP Objetivo: Estudar a validade e conhecer a viabilidade e BQMJDBCJMJEBEFEFVNNBOVBMEFRVBOUJmDBÎÍPEFBMJNFOUPT desenvolvido no âmbito deste estudo. MÉTODOS: A investigação decorreu entre dezembro de 2012 e janeiro de 2013 e realizou-se numa unidade alimentar de fornecimento de refeições. Para elaboração EP ÈMCVN GPUPHSÈmDP QFTBSBNTF PT BMJNFOUPT FN USÐT QPSÎÜFT EJGFSFOUFT F FGFUVBSBN TF GPUPHSBmBT EF BMJNFOUPT F GPUPHSBmBT EF VUFOTÓMJPT EF DP[JOIB Para o estudo da sua validade recrutou-se uma amostra de conveniência constituída por 132 participantes desta unidade onde decorreu a recolha de informação, com idades compreendidas entre os 20 e os 69 anos. Selecionaram-se BMJNFOUPTFGPSBNSFBMJ[BEBTFTUJNBUJWBTEFQPSÎÜFT DPNSFDVSTPBGPUPHSBmBTEBTQPSÎÜFTEPTWÈSJPTBMJNFOUPT previamente pesadas. Os intervenientes foram questionados acerca da quantidade de alimento que iriam consumir, recorrendo à escolha da porção através da observação das imagens no computador. Após o término da refeição o excedente alimentar era individualmente pesado, por forma a avaliar-se a quantidade que cada indivíduo consumiu. RESULTADOS: As correlações entre a quantidade de alimento SFMBUBEPFDPOTVNJEPGPSBNGPSUFTQBSBEPTJUFOTDPN um valor de r > 0,8. Para 10 alimentos, a associação entre a quantidade de alimento relatado e consumido apresentou valores de r entre 0,6 e 0,8. Contudo, para cinco itens os resultados foram negativos, sendo recomendável um estudo adicional da sua validade. Não foram observadas diferenças TJHOJmDBUJWBTFOUSFBRVBOUJEBEFSFMBUBEBFDPOTVNJEBFOUSF indivíduos em função do sexo, idade e IMC. CONCLUSÕES: Considerando os nossos resultados, as GPUPHSBmBT EBT QPSÎÜFT BMJNFOUBSFT QBSFDFN EFNPOTUSBS ser um método auxiliar de consumo alimentar viável para a RVBOUJmDBÎÍPEBNBJPSJBEPTBMJNFOUPT&NCPSBTFUFOIBN PCUJEP SFTVMUBEPT OFHBUJWPT FTUF NBOVBM EF RVBOUJmDBÎÍP alimentar é válido para estimar a ingestão alimentar de portugueses. Para estes alimentos, serão necessários mais estudos de validação adicionais. Com a conclusão do EFTFOWPMWJNFOUP EP NBOVBM EF RVBOUJmDBÎÍP BMJNFOUBS F o processo de validação para grande parte dos alimentos analisados, perspetiva-se, que esta ferramenta seja muito útil FJNQPSUBOUFQBSBBRVBOUJmDBÎÍPEPUBNBOIPEBTQPSÎÜFT alimentares. CO.24 Caracterização da ingestão alimentar e composição corporal em atletas de elite Solange de Almeida Fernandes Centro Desportivo Nacional do Jamor | Departamento de Nutrição Correspondência: solange-malveir[email protected] OBJETIVO: Avaliar a ingestão alimentar e as características antropométricas e da composição corporal de Triatletas da Seleção Nacional de Juniores e Sub-23 comparando-as com as guidelines. MÉTODOS: Estudo descritivo com uma amostra de conveniência de 8 atletas de um Centro de Alto Rendimento. Foram submetidos a variadas medições, nomeadamente o peso e altura, através da utilização do estadiómetro vertical SECA Hamburg, Germany e da Tanita BC – 418 MA¥, e a composição corporal pelo Akern BIA 101 Body Impedance Analyzer™. Foi realizado o preenchimento de registos alimentares durante 20 dias consecutivos e posterior interpretação e análise no Food Processor™. As variáveis em estudo foram: peso, massa gorda, massa muscular, massa celular, metabolismo basal, macro e micronutrientes ingeridos e o aporte energético destes atletas. Resultados: Amostra de 8 triatletas da Seleção Nacional, 6 do género masculino e 2 do feminino, sendo a média de idades de 19 ± 1,669. O HÏOFSPNBTDVMJOPUJOIBFNNÏEJBVNQFTPEF,H BMUVSBEFDNNBTTBNVTDVMBSEF ,HF,HEFNBTTBHPSEB"TBUMFUBTUJOIBNFN NÏEJB,HEFQFTPBMUVSBEFDN B.BTTB.VTDVMBSDPSSFTQPOEJBB,HFNBTTB HPSEBEF,H3FMBUJWBNFOUFËJOHFTUÍPBMJNFOUBS dos atletas masculinos estes tiveram uma ingestão média EFLDBMEJBTFOEPFN)JESBUPTEF $BSCPOPEF-ÓQJEPTFEF1SPUFÓOBT As triatletas ingeriram em média 2147 ± 129 Kcal/dia, sendo FN)JESBUPTEF$BSCPOPFN-ÓQJEPT e 17 ± 1,6 % em Proteínas. Conclusões: Relativamente á composição corporal dos triatletas do género masculino, estes encontravam-se com o peso e altura acima dos valores mencionados na literatura, ao contrário da percentagem de massa gorda. Por outro lado, o género feminino encontravaTFDPNPQFTPFBBMUVSBBCBJYPEPWFSJmDBEPOBMJUFSBUVSBF com a quantidade em percentagem de massa gorda superior. Analisando a ingestão alimentar dos triatletas de ambos os géneros, percebemos que estes ingerem valores de hidratos de carbono e de lípidos dentro das recomendações para atletas de endurance, ao contrário do que podemos concluir da ingestão de proteínas que se encontrava aumentada.