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Uma primeira aproximação do corpus dos Diálogos Portugueses dos séculos XVI-XVII

Vargas Díaz-Toledo, Aurelio

Abstract

Neste trabalho procuramos estabelecer, de maneira provisória, uma primeira aproximação do génerodos diálogos portugueses, que, entre manuscritos e impressos, está formado por um corpus de mais de cemtextos diferentes. Sobre cada um deles, inserimos um conjunto de dados mínimos que servem tanto paraclassificá-lo dentro deste género literário quanto para contextualizá-lo: Autor, Título, Data de composição,Enunciação, Interlocutores, Matéria, Difusão manuscrita e impressa, e os seus respectivos exemplares, Outrasedições, Edições modernas e uma Bibliografia mínima.

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CRITICÓN, 117, 2013, pp. 65-130. Uma primeira aproximação do corpus dos Diálogos Portugueses dos séculos xvi-xvii Aurelio Vargas Díaz-Toledo University College Dublin1 Um dos maiores problemas que enfrentam todos aqueles que pretendem aproximarse do estudo dos diálogos portugueses escritos durante os séculos xvi-xvii, tem a ver com a ausência de um corpus definido e definitivo que reúna este importante género literário, se bem que seja verdade que nos últimos anos têm aparecido trabalhos que trataram de resolver esta situação. Entre eles, vale a pena destacar os de Roger Friedlein2 e Teresa Nascimento3, cujos excelentes resultados serviram para assentar as bases no que às características do género se refere4. 1 Trabalho realizado no marco do Projeto de Investigação MICINN/MINECO FFI2009-08070. Gostaríamos de deixar público testemunho do nosso agradecimento para aquelas pessoas que nos ajudaram, de um ou de outro modo na realização deste artigo: a Isabel Almeida, Lurdes Correia Fernandes, Zulmira Santos, Pedro Álvarez Cifuentes, Lênia Márcia de Mongelli, Armando Martins, Marcelino de Castro e Ana Isabel López-Salazar, por nos terem fornecido vários dados sobre algumas obras, e, muito especialmente, a Ana Vian Herrero, tanto pelas suas sábias recomendações quanto pela sua infinita paciência. NDLR. Criticón publica hoy, de manera totalmente excepcional, un artículo redactado en lengua portuguesa, y lo hace por mor de la comunidad lingüística y autorial propia de la España del Siglo de Oro. También excepcional es, en este trabajo, la no aplicación estricta de las normas de la revista, por seguir este estudio las pautas del gran proyecto en el que se inscribe: la Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico (DIALOGYCA BDDH), dirigido por las profesoras Ana Vian Herrero y Consolación Baranda Leturio. 2 Roger Friedlein, «Dialoge der Renaissance in Portugal (1525-1595). Mit einem Ausblick in das 17. Jahrhundert» [Textkorpus], em El diálogo renacentista em la Península Ibérica/ Der Renaissancedialog auf der Iberischen Halbinsel, ed. Roger Friedlein, Stuttgart, Steiner Verlag, 2005, págs. 97-140; 141-146. 3 Maria Teresa Nascimento, «Modelos clássicos no Diálogo Quinhentista Português», em Actas do IV Congresso Internacional da Associação Portuguesa de Literatura Comparada (www.evora.net/abalca/ comparada: 2004); e em especial O diálogo na literatura portuguesa. Renascimento e Manierismo, Coimbra, Centro Interuniversitário de Estudos Camonianos da Universidade de Coimbra-Gráfica de Coimbra Lda., 2011. 4 Tanto em Friedlein quanto em Nascimento, é possível analisar as características do género dialógico. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 6 6 Não obstante, ainda existem lacunas em torno da delimitação do grupo de textos que integram este género literário, umas lacunas que, na medida do possível, nos dispomos a preencher, mediante o presente trabalho. Para isso, vamos ocupar-nos, não só dos diálogos portugueses difundidos de forma impressa, mas também dos que circularam em cópias manuscritas e que, na maioria dos casos, quase não foram estudados pelos investigadores. A novidade deste trabalho radica, portanto, no estabelecimento do corpus deste género, atendendo às suas duas principais vias de difusão, a impressa e a manuscrita. Os limites cronológicos que nos fixámos foram o de 1525, ano da publicação do Dialogus circa quasdam questiones in medicina, do doutor Dionísio, e o de 1700, data da impressão da Satisfaçam de agravos e confusam de vingativos, do jesuíta João de Fonseca. No respeitante à classificação dos diálogos, decidimos englobá-los em quatro grandes apartados. Em primeiro lugar, tratamos aqueles diálogos compostos em língua latina, por escritores portugueses. Em segundo, ocupamo-nos dos textos escritos em português por autores portugueses; enquanto que o terceiro e quarto blocos estão dedicados aos diálogos anónimos, compostos em português, e aos diálogos desaparecidos, mas de que se tem persistente consciência na actualidade, respectivamente. Em relação a esta última secção, é preciso assinalar que pode ser que alguns destes textos sejam posteriores ao ano 1700 ou que não pertençam ao género dialógico propriamente dito. Apesar disso, decidimos inseri-los de maneira provisória, à espera que futuras investigações nos permitam eliminar dúvidas sobre a sua pertença ou não a este grupo. Fora deste elenco ficam, por exemplo, aqueles diálogos escritos em latim, por autores espanhóis. Tal é o caso do Duarum virginum colloquium de vita aulica et privata5, da toledana Luísa Sigeia. De igual modo, decidimos prescindir dos diálogos redigidos originalmente em castelhano, por autores portugueses, como o Diálogo espiritual de Jorge de Montemor6, e dos diálogos de tradição medieval, que conheceram uma nova vida impressa durante o século xvi, como, por exemplo, o Tratado notável de uma prática que um Lavrador teve com um Rei de Pérsia, atribuído a um tal de Códio Rufo, que se compôs e difundiu de maneira manuscrita nos meados do século xv e que foi impresso em Coimbra, por João de Barreira, em 15607. Por último, também permaneceram à margem deste estudo, por um lado, os diálogos portugueses traduzidos de obras espanholas e grecolatinas, e, por outro, aqueles textos elaborados em forma de diálogo que, pelas suas características próprias, pertencem ao género dramático, ora ao teatro, ora à écloga8. Entre os primeiros encontram-se obras como o Diálogo de Plutarco em o qual trata como se deve refrear a ira, o Diálogo de Platão em lingoagem, 5 Obra também conhecida como Dialogus de differentia vitae rusticae et urbanae o Colloquium havitum apud villam inter Flamminia Romanam et Blesillam Senensem. 6 Existe edição moderna de María Dolores Esteva de Llobet, publicada em Kassel, pela editorial Reichenberger, 1998. 7 Do manuscrito, existe um exemplar na Biblioteca Nacional de Lisboa (Fundo Alcobacence, Alc. 297, fóls. 69-77), enquanto que, do impresso, só sobreviveu um exemplar, também na mesma instituição, sob a cota Res. 2179 P. 8 Sobre este modo de expressão literária resulta interessante o trabalho de Neil T. Miller: «O aparecimento do diálogo dramático na poesia medieval peninsular», em Neil T. Miller (ed.), Obras de Henrique da Mota (As origens do Teatro Ibérico), Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1982, págs. 63-121. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 6 7 vulgarmente chamado do Cárcere, ou os diálogos de Luciano sobre distintas divindades latinas9. No que diz ao segundo grupo, acham-se textos como a Prática de oito figuras10, de António Ribeiro Chiado, a Prática de três pastores11, de António da Estrela, ou o anônimo Diálogo em verso acerca da Junta de Thomar12, onde se utiliza o modo dialógico como técnica de expressão literária. Por outro lado, dentro de cada obra incorporámos um conjunto de informações básicas para a sua rápida contextualização, seguindo de muito perto as pautas estabelecidas no projeto da Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico (DIALOGYCA BDDH), dirigido pelas professoras Ana Vian Herrero e Consolación Baranda Leturio13. Quanto à arrumação formal do corpus, em primeiro lugar, encabeçando o diálogo, aparece em negrito, e entre parênteses quadrados, o número de ordem de cada diálogo para facilitar a posterior citação de quem se refira a este catálogo. De seguida, aparece também em negrito o Ano de sua composição, com o fim de que se possa estabelecer uma fácil pesquisa por data. Depois figuram os dados bibliográficos propriamente ditos que se dividem em dois blocos, um relativo a aspetos internos da obra, e um outro relacionado com as suas características externas. Em relação ao primeiro, caso se conheçam, incluem-se os seguintes dados: o Autor do diálogo (1), com a sua data de nascimento e morte entre parênteses, se conhecida, 9 Entre eles, destacam o Diálogo de Luciano, de Neptuno e Vulcano em lingoagem portuguesa, o Diálogo do mesmo sobre o nascimento de Minerva, o Diálogo do mesmo em que entrão Júpiter, Esculápio e Hércules, sobre a [Prefferência], o Diálogo do mesmo de Marte e Mercúrio sobre as [barafias] de Júpiter, o Diálogo do mesmo entre Júpiter e o Sal sobre a reprehenção que Júpiter dá no sal por ele ter [giado o coche duru Rapos], o Diálogo do mesmo de Apolo e Mercúrio sobre a [pregunta] que Apolo fora Mercúrio por não conhecer Cástor e Pólux, e o Diálogo do mesmo de Polifemo e Neptuno. Tanto estes diálogos de Luciano quanto o de Platão aparecem documentados na obra de António Lourenço Caminha, Catálogo alfabético de todos os manuscriptos que possuo, Biblioteca Nacional de Lisboa, ms. 13347, fól. 10. Contudo, o de Plutarco está tomado da Biblioteca Lusitana de João Franco Barreto, exemplar da Biblioteca Nacional de Lisboa, B 1216, vol. VI, fól. 1015v. 10 Existe uma edição impressa em Lisboa, por Germão Galharde, em torno do 1536, cujo único exemplar está custodiado na Biblioteca Nacional de Lisboa sob a cota Res. 218//11 V (http://purl.pt/6958). 11 Desta obra, fizeram-se duas edições: uma em Lisboa, supostamente por Matheus Pinheiro (1601?) [Exemplares: Lisboa. Nacional, R. 21850//15 P. (http://purl.pt/1356); L. 31568 V.; Lisboa. Nacional, Res. 974//5 P), uma outra, em Lisboa, ainda por António Álvares em 1626; e uma última, também em Lisboa, Domingos Carneiro, 1659 [Exemplares: Coimbra. Biblioteca Geral, V.T.-15-6-13). 12 Deste texto, composto no 23 de junho de 1629, só existe um testemunho manuscrito na Biblioteca Nacional de Lisboa, com cota: caixa 29, nº 48. 13 Este projeto, cuja origem remonta ao ano 2005 (com ajudas 2006), deu-se a conhecer através dos seguintes trabalhos: Eleonora Arrigoni, Consolación Baranda, Mercedes Fernández Valladares e Ana Vian Herrero, «Una nueva biblioteca digital UCM: DIALOGYCA BDDH (“Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico”)», em Pecia Complutense, Boletín de la Biblioteca Histórica de la Universidad Complutense de Madrid, 6 (10) (2009) (http://www.ucm.es/BUCM/foa/pecia/num10/Articulos/Una%20nueva%20biblioteca 10.htm); e em Eleonora Arrigoni, Consolación Baranda Leturio, Mercedes Fernández Valladares e Ana Vian Herrero, «Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico», em Estudios sobre la Edad Media, el Renacimiento e la temprana modernidad, coord. por Jimena Gamba Corradine e Francisco Bautista Pérez, San Millán de la Cogolla & Salamanca, Instituto Biblioteca Hispánica del CiLengua & Sociedad de Estudios Medievales y Renacentistas & Seminario de Estudios Medievales y Renacentistas, 2010, págs. 449-458. Actualmente, esta biblioteca digital está acessível em linha: http://www.ucm.es/info/dialogycabddh/ [data de consulta: 13 de julho de 2012]. O nosso trabalho neste projeto, ao qual temos pertencido desde as suas origens, consistiu no estudo dos diálogos escritos em língua portuguesa. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 6 8 assim como o seu ofício ou cargo declarado, sem esquecer as Variantes do nome do autor (1.1), que tantas confusões criam aos investigadores na hora de realizar pesquisas na rede. Em seguida, aparece o Título do diálogo (2) em português e as suas distintas Variantes (2.1), tanto ortográficas como de conteúdo. Depois, há espaço para a Data de composição (3), onde temos em conta, quando assim o requer, as distintas fases de redação de cada um dos componentes da obra. Ato contínuo, indicamos se a Enunciação (4) do diálogo é direta ou indireta, ou ambas ao mesmo tempo. No seguinte passo, atendemos a um aspeto tão importante como são os Interlocutores (5), o seu número assim como os seus nomes e profissões ou as suas designações genéricas. O caso é que, como se poderá comprovar, em muitas ocasiões o género dialógico prescinde de uma individualização das personagens, designando-os ora sob a sua pertença a um grupo religioso (Turco/ Cristão, Mestre/ Discípulo, Doutor/ Teólogo, Filósofo/ Penitente/ Teólogo, Teólogo/ Ermitão, Sacerdote/ Ministro), ora a uma classe social (Fidalgo/ Escudeiro, Cavaleiro/ Doutor, Regateira/ Moço da estribaria, Fidalgo/ Desembargador/ Despachador/ Soldado), ora a uma relação familiar (Pai/ Filho). Ainda assim, também figuram, em menor medida, isso sim, interlocutores de natureza alegórica (Matemática/ Filosofia, Tempo/ Vontade/ Entendimento/ Ração, Evangelho/ Talmud, Mentira/ Discreção, Verdade/ Fama, Alma/ Carne), com nome e apelidos reais (Miguel da Silva/ Jorge Coelho/ João Rodrigues de Sá de Meneses, André de Resende/ Luís Peres/ Inácio de Moraes, Jerónimo Osório/ António Agustín/ Jean Matal, Francisco de Holanda/ Miguel Anjo/ Brás Pereira, Francisco Manuel de Melo/ Francisco de Quevedo), ou com nomes fictícios (Maximus/ Verissimus, Ribeiro/ Coelho, Petrónio/ Falêncio, Anselmo/ Marcelo/ Eusébio, Brandônio/ Alviano, Marcelino/ Diodoro, Aurélio/ Cláudio/ Leonardo). No último grupo, faz-se jus à Matéria (6) de que se ocupam os diálogos, onde se aprecia uma preferência pelos temas religiosos (Hagiografia, Moral, Catecismos, Manuais de confissão, Doutrinal, Fé, Conversão dos índios, Antijudaísmo, Morte), linguísticos (Gramática latina, Superioridade do português sobre o castelhano, Língua brasílica) e científicos (Medicina, Matemática, Navegação, Meteorologia, Astrologia, Geografia). Mas também há espaço para a História (História do Brasil, História de Viseu, Topografia insular), a Arte (Tratado de pintura), a Crítica social e de costumes (Contra a presença portuguesa na Índia, Luta de classes), ou a educação de príncipes (Doutrinal). No que diz respeito às características externas, tratam-se os seguintes aspectos: antes de mais, a indicação de a obra ter desfrutado ou não de Difusão manuscrita (7). Em caso afirmativo, procede-se à inclusão de todos os Exemplares (7.1) de que se tem conhecimento, através dos distintos repertórios bibliográficos. O mesmo acontece com a Difusão impressa (8), mas aqui indicando os Dados editoriais (8.1), antes de passarmos à relação de Exemplares (8.1.1) e de Outras edições (8.1.2). Temos de dizer que neste particular tratámos de ser bastante exaustivos quanto à procura de exemplares nas principais bibliotecas do mundo, com especial ênfase nas peninsulares e nas nacionais de Londres, Paris e Roma, embora seja muito provável que, em alguns casos, o número de testemunhos possa aumentar se se consultarem, por exemplo, bibliotecas de carácter privado, e não só. Para facilitar a consulta e o estudo dos diálogos, acrescentámos duas secções dedicadas tanto às Edições modernas (8.2) quanto a uma Bibliografia mínima D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 6 9 (9), com alguns dos trabalhos mais relevantes e actuais que podem servir para guiar os iniciados na Matéria. Por outro lado, dentro do quarto bloco dedicado aos diálogos desaparecidos, como é lógico, devido à falta de dados em questão, decidimos incluir só a informação relativa à Autoria, quando se sabe, o Título completo, a Data de composição, uns Comentários, caso disponhamos de mais dados, e a Fonte donde procede a referência, que, na maioria dos casos, é ora a Biblioteca Lusitana, de João Franco Barreto, ora a de Diogo Barbosa Machado. Portanto, o modelo completo dos dados inseridos no presente catálogo é o seguinte, advertindo também que, quando não existe documentação sobre um determinado campo, decidimos eliminá-lo para não alongar excessivamente o artigo: 1. Autor. 1.1. Variantes do nome do autor. 2. Título. 2.1. Variantes do título. 3. Data de composição. 4. Enunciação. 5. Interlocutores. 6. Matéria. 7. Difusão manuscrita. 7.1. Exemplares. 8. Difusão impressa. 8.1. Dados editoriais. 8.1.1. Localização de exemplares. 8.1.2. Outras edições. 8.2. Edições modernas. 9. Bibliografia mínima. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 7 0 DIÁLOGOS ESCRITOS POR AUTORES PORTUGUESES EM LATIM [1] 1525 1. Autor. Dionísio, doctor. 1.1. Variantes do nome do autor. Dionysius Areopagita. 2. Título. Dialogus circa quasdam questiones in medicina. 2.1. Variantes do título. Diálogo sobre algumas questões de Medicina. 3. Data de composição. 1525. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Tomás (médico), Tesalus (médico). 6. Matéria. Medicina. Sustração de sangue. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Germão Galharde, 1525. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 6038 P (Digitalizado: http://purl.pt/15307/1/). 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Roger Friedlein, «Dialoge der Renaissance in Portugal (1525-1595). Mit einem Ausblick in das 17. Jahrhundert» [Textkorpus], em El diálogo renacentista em la Península Ibérica/ Der Renaissancedialog auf der Iberischen Halbinsel, ed. Roger Friedlein, Stuttgart, Steiner Verlag, 2005, págs. 97-140; 141-146. [2] 1527-1537 1. Autor. João Rodrigues de Sá de Meneses (1486?-1579), poeta e erudito. 1.1. Variantes do nome do autor. João Rodrigues de Sá de Menezes. João Rodrigues de Sá e Meneses. Iohannes Rodericus Saa. 2. Título. De platano liber. 2.1. Variantes do título. De platano. Liber de platano. Eruta a latebris et in lucem producta Platanus. Ostentumque eam apud nostrates hodie reperiri, deque ea innibi nonnulla (O plátano arrancado das trevas e trazido à luz. Mostra-se que existe entre nós alguma coisa mais a seu respeito) 3. Data de composição. Primeira redação: 1527 (dedicado a Luís Teixeira); Segunda redação: 1537 (dedicado ao cardeal-infante D. Henrique). 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Miguel da Silva (bispo de Viseu) e o Autor. Jorge Coelho. 6. Matéria. Ciência. Sobre o plátano, árbol. Caducidade da vida. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Évora, Biblioteca Pública, CXII/1-27. Madrid, Real Biblioteca, II/652 (4); MC/244. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de Roger Friedlein and Angelika Lozar, Die Platane/ Liber de platano (1537), München, Wilhem Fink, 2008. Ed. de Ana María S. Tarrío, Paisagem e erudição no humanismo português: João Rodrigues de Sá de Menezes, De Platano (1527-1537), Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 2009, págs. 220-301. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 7 1 9. Bibliografia mínima. Américo da Costa Ramalho, «A introdução do Humanismo em Portugal», em Hvmanitas, Coimbra, 23-24 (1971-72), págs. 435-452. Américo da Costa Ramalho, «Cataldo e Rodrigues de Sá de Meneses», em Estudos sobre o século XVI, Paris, 1980, págs. 53-75. José da Silva Terra, João Rodrigues de Sá de Meneses et l´humanisme portugais, Tese de dout., Paris, Univ. Sorbonne, 1984, 5 vols. Luís Fardilha, «João Rodrigues de Sá de Meneses na corte de D. Manuel», em Revista da Faculdade de Letras, Línguas e Literaturas, Porto, XX, I, 2003, págs. 305-316. Ana María S. Tarrío, «Notas sobre a biblioteca do fidalgo quinhentista J. R. de Meneses», em Euphrosyne, 23 (2005), págs. 167-186. Ana María S. Tarrío, «Meneses, João Rodrigues de Sá de», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 587-588. [3] 1535 1. Autor. Máximo de Sousa (?-1544, 6 de outubro), gramático. 1.1. Variantes do nome do autor. Maximus de Sousa. 2. Título. Institutiones tum lucide, tum compendiose latinarum literar[um] tradite dialogo candidis ac vere pijs cenobitis sancte crucis. 3. Data de composição. 1535. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Maximus e Verissimus. 6. Matéria. Gramática latina. Latim. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Conimbriga, Apud coenobium diue crucis [Santa Cruz], 1535. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral, R-3-11 (Digitalizado: https://bdigital.sib.uc.pt/bg6/UCBG-R-3-11a/globalItems.html); Res. 2296. Lisboa, Nacional, Res. 263 V (Microfilme: 6274). 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Telmo Verdelho, As origens da Gramaticografia e da Lexicografia Latino-Portuguesas, Aveiro, INIC, 1995. Eustaquio Sánchez Salor, De las “elegancias” a las “causas” de las lenguas: retórica e gramática do humanismo, Palmyrenus. Col. de Textos e Estudios Humanísticos, Serie Estudios, Alcañiz, Instituto de Estudios Humanísticos; Madrid, Ediciones do Laberinto; Madrid, Consejo Superior de Investigaciones Científicas; Cádiz, Universidad, Servicio de Publicaciones, Cáceres, Universidad de Extremadura, Servicio de Publicaciones; Zaragoza, Universidad, Servicio de Publicaciones; Teruel, Instituto de Estudios Turolenses, 2002. Rogelio Ponce de León Romeo, «El tratamiento do infinitivo flexionado em los tratados gramaticales latino-portugueses renacentistas», em Boletín de la Sociedad Española de Historiografía Lingüística, 4 (2004), págs. 53-64. [4] 1549 1. Autor. Diogo de Sá, matemático. 1.1. Variantes do nome do autor. Jacobo a Saa. 2. Título. De navigatione libri tres quibus Mathematicae disciplina explicantur. 2.1. Variantes do título. De navigatione libri tres. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 7 2 3. Data de composição. 1549. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Matemática e Filosofia. 6. Matéria. Ciência Matemática. Com exemplos lógicos, físicos e matemáticos para a sua demostração. Tratado de hidrogafia. Navegação. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Parisis, Ex officina Reginaldi Caldeij & Claudij eius filij, 1549. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Universitaria, R-24-15; R-2416 (Digitalizado: http://bdigital.sib.uc.pt/bg5/UCBG-R-24-16/UCBG-R-24-16_item1/ index.html). Évora, Biblioteca Pública, sec. xvi, 273; Res. 720 [Gab. E. 7-C. 3, nº 30 [720]). Lisboa, Ajuda, 50-VIII-32. Lisboa, Nacional, Res. 1193 P; Res. 1194 P; D.S. XVI-20. Lisboa, Pal. Foz XVI-20. Londres, British Library 1607/894; 534.b.1(2). Madrid, Academia de la Historia, 3/7345. Madrid, Nacional, R-29382. Paris, Nationale, V. 23090; Paris, Mazarine, 30235. Porto, Biblioteca Pública, Y1-1-76. Biblioteca da Faculdade de Ciências da Universidade, FCUP 4-65-2-36-152 (Digitalizado: http://www.fc.up.pt/fa/index.php?p=nav&f=books.0217.W_0217_00000 #faimg). Roma, Biblioteca Nazionale, 34.5.C.15(2). Sevilla, Universidad, A Res. 31/6/09; 1368 (Digitalizado: http://bvpb.mcu.es/es/consulta/registro.cmd?id=452408); 1369. Vaticano, Plat. V. 2075; Vaticano. Barb. N.XI.27. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Joaquim Bensaúde, L´astronomie nautique au Portugal à l´époque des grandes découvertes, Bern, Akademische Buchhandlung, 1912. Luís de Albuquerque, «Pedro Nunes e Diogo de Sá», em Memórias da Academia das Ciências de Lisboa, Classe de Ciências, t. XXI, 1976-1977, págs. 339-357 (Reimpresso em Actas das VIII Jornadas Luso-Espanholas de Matemática, vol. IV, Universidade de Coimbra, 1981, págs. 9-31 e em As Navegações e a sua projecção na ciência e na cultura, Lisboa, Gradiva, 1987, págs. 57-79). Trad. de Luís de Albuquerque, texto policopiado não publicado. Bernardo Machado Mota, O estatuto da Matemática em Portugal nos séculos XVI e XVII, Lisboa, Universidade, Faculdade de Letras, Departamento de Estudos Clássicos, 2008. [5] 1549 1. Autor. Jerónimo Osório (1514?-1580), bispo de Silves (Algarve). 1.1. Variantes do nome do autor. Hieronymus Osorius. 2. Título. De gloria libri quinque. 2.1. Variantes do título. Tratado de gloria. 3. Data de composição. 1549. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. O Autor, António Agustín (jurista) e Jean Matal (jurista). 6. Matéria. Religião. Sobre as distintas classes de glória. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Coimbra, Francisco Correa, 1549. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 7 3 8.1.1. Localização de exemplares. Braga, Biblioteca Pública; Coimbra, Biblioteca Universitária, R-3-1; R-3-2. (Digitalizado: http://almamater.uc.pt/wrapper.asp?t= Hieronymi+Osorij+De+gloria+libri+V&d=http%3A%2F%2Fbdigital%2Esib%2Euc%2 Ept%2Fbg6%2FUCBG%2DR%2D3%2D2%2FglobalItems%2Ehtml). Évora, Biblioteca Pública, sec. xvi, 6162. Lisboa, Academia das Ciências, 11-334-7. Lisboa, Nacional, Res. 1966 P; Res. 2038 P. Madrid, Histórica Complutense, BH DER 2309(1) (Digitalizado em Google books). Porto, Biblioteca Pública. Santiago de Compostela, Biblioteca Universitária, 2428. Vila Viçosa, Paço Ducal, Res. 136 Adq. 8.1.2. Outras edições. ¶Florencia, Apud Laurentium Torrentinum, 1552 [Exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 2637 P. Londres, British Library, 29.b.15(1). Paris, Bibliothèque Nationale, E. 367(1); E. 368(1). Vila Viçosa, Paço Ducal, Res. 166]. ¶Compluti, Andreas de Angulo, 1568 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 2547 P. Madrid, Histórica Complutense, BH FLL 16397 (Digitalizado em Google books)]. ¶Basileae, Petrus Pernam, 1571 [Exemplares: Londres, British Library, G.2230(2)]. ¶Compluti, Ioannes Gratianus, 1572 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 1478 P; Res. 2546 P; Tr. 1374 P; Évora, Biblioteca Pública, séc. xvi, 2407. Londres, British Library, 527.d.9]. ¶Basileae, Petrus Perna, 1573 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 10512 P. Paris, Bibliothèque Nationale, D. 46630. Londres, British Library 522.c.4; C.69.b.13]. ¶Coloniae, Ludovicus Alectorius & Haer. J. Soteris, 1576 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 4252 P; SA. 3665 P]. ¶Basileae, Petrus Perna, 1576 [Exemplares: Lisboa, Nacional, SA. 3666 P; 5231 P; 5666 P]. ¶Bilbao, Mathias Mares, 1578 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 1454 P; Res. 2581 P. Madrid, Biblioteca Nacional, R. 8794; R. 15358; R. 18388]. ¶Londini (1), H. Middleton, 1580 [Exemplares: Londres, British Library, 8403.de.5]. ¶Londini (2), H. Middleton, 1580. ¶Londini (3), H. Middleton, 1580. ¶Coloniae, Gosuinus Cholinus, 1583 [Exemplares: Lisboa, Nacional, SC 1177 P]. ¶Basileae, Officina Pernea, 1584 [Exemplares: Madrid, Histórica Complutense, BH FLL 3063 (Digitalizado em Google books). Paris, Nationale, D. 46631; Res. E. 521]. ¶Londini, Ricardus Field, 1589. ¶Antuerpiae, Martinus Nutius, 1595 [Exemplares: Paris, Bibliothèque Nationale, 8º E. 996]. ¶Coloniae, Gosuinus Cholinus, 1595 [Exemplares: Lisboa, Nacional, SA 3669 P. Londres, British Library, 522.a.5]. ¶Antwerpi, H. Aertssens, 1635 [Exemplares: Londres, British Library, 8404.a.56]. 8.3. Edições modernas. Ed. de João Manuel Nunes Torrão: D. Jerónimo Osório e o tratado “De gloria”. I. Estudo. II. Edição crítica, Universidade de Coimbra, 1991. João Manuel Nunes Torrão, D. Jerónimo Osório. Tratado De Gloria (Da Glória), Lisboa, Edições Colibri, 2006. 9. Bibliografia mínima. Aubrey Bell, O Humanista D. Jerónimo Osório, Trad. de A. Dória, Coimbra, 1933. Luís de Matos, Les Portugais à l´Université de Paris, Coimbra, 1950. Sebastião Tavares de Pinho, «Poética e poesia em D. Jerónimo Osório», em Humanitas, 35-36 (1983-1984), págs. 221-270. Ana Thereza Basilio Vieira, O “De Gloria”, livro I, de Jerônimo Osório, Rio de Janeiro, UFRJ, Faculdade de Letras, 1999. Thomas F. Earle, «Portuguese scholarship in Oxford in the early modern period: the case of Jeronimo Osório (Hieronymus Osorius)», em Bulletin of Spanish Studies, vol. 81, Issue 7-8, Nov. 2004, págs. 1039-1049. Jerónimo Osório, Tratado da Glória, trad. e notas de A. Guimarães Pinto, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2005. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 8 0 140. Teresa Gonçalves Castro e Natália Albino Pires, «Ropicapnefma revisitada nos alvores do século xxi: questões editoriais», em Da Letra ao Imaginário. Em homenagem à Professora Irene Freire Nunes. Actas do Colóquio Internacional, Lisboa, CEIL. No prelo. [12] Ante 1539 1. Autor. Francisco de Moraes (1500?-1572?), cortesão. 1.1. Variantes do nome do autor. Francisco de Morais. 2. Título. Diálogo de um Cavaleiro e um Doutor acerca da preferência das armas às letras ou das letras às armas. 2.1. Variantes do título. Diálogo segundo. Interlocutores: Cavaleiro e Doutor. Colóquio do Cavaleiro e Doutor. 3. Data de composição. A. 1539. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Cavaleiro e um Doutor. 6. Matéria. Armas e letras. Crítica de costumes. Crítica social. Ofícios. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, Coleção Pombalina, cód. 147, fóls. 298r-300r. Lisboa. Nacional, cód. 3563, fóls. 1-4v. Vila Viçosa. Paço Ducal, PDVV-BDMII Ms. LXXXI, fóls. 13-18. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, Manoel Carvalho, 1624 (fóls. 17r-27r). 8.1.1. Localização de exemplares. Londres, British Library, 12331.a.21 (no: C.63.d.12). Lisboa, Nacional, Res. 354 (2) (Digitalizado: http://purl.pt/14873). Rio de Janeiro, Nacional, 28,5,14. 8.2. Edições modernas. Diálogos de Francisco de Moraes, Lisboa, na Officina de Simão Thaddeo Ferreira [Tomo II: António Gomes], 1786, págs. 7-23. Diálogos de Francisco de Moraes, em Obras de Francisco de Moraes, Lisboa, Biblioteca Portuguesa, 1852, Tomo III, págs. 21-30. Geraldo de Ulhoa Cintra: Diálogo entre hum fidalgo e hum escudeiro, em Obras completas de Francisco de Moraes, São Paulo, Editora Anchieta, Biblioteca de Clássicos para todos, 1949, vol. III, págs. 379-386. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo entre um cavaleiro e um doutor, de Francisco de Moraes», em Revista de Filologia Românica. No prelo. 9. Bibliografia mínima. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo entre um fidalgo e um escudeiro», em Dialogyca BDDH: Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico, Universidad Complutense de Madrid, BDDH18 [online: http://iump.ucm.es/ DialogycaBDDH/ [30-06-2010]. Isabel Almeida, «Francisco de Morais», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 607-613. Ana Sofia Laranjinha, «O Diálogo Segundo de Francisco de Moraes, ou como vencer um debate com armas alheias. Contributo para uma nova proposta de datação», em Da Letra ao Imaginário. Em homenagem à Professora Irene Freire Nunes. Actas do Colóquio Internacional, Lisboa, CEIL. No prelo. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 8 1 [13] 1540 1. Autor. João de Barros ( 1496-1570), historiador e gramático. 1.1. Variantes do nome do autor. 2. Título. Diálogo da Viciosa Vergonha. 3. Data de composição. 1540. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um pai e seu filho António. 6. Matéria. Filosofia natural. Moral. Doutrinal. Didáctica. Viciosa vergonha. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Évora. Manizola, Manuscritos, caixote nº 17: cód. 12; Évora. Manizola, Manuscritos, caixote nº 17: cód. 242 (miscelânea). 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Olyssipone, apud Lodouicum Rotorigiu[m], 1540, aos 12 de janeiro. 8.1.1. Localização de exemplares. Áustria, Nacional, 31.J.116. Lisboa, Ajuda, 50/VIII/46. Lisboa, Nacional, Res. 5658//2P. (F. 7145; Digitalizado: http://purl.pt/12147/4/); Madrid, Real Biblioteca, IX/7882. Rio de Janeiro, Nacional. 8.2. Edições modernas. Ed. de Lisboa, Officina de Joze da Silva Nazareth, 1785, em Compilaçam de varias obras do insigne portuguez Joam de Barros, págs. 239-269. Ed. de Maria Leonor Carvalhão Buescu, em João de Barros, Gramática da Língua Portuguesa, gramática, diálogo em louvor da língua portuguesa, diálogo da viciosa vergonha, Lisboa, Faculdade de Letras, 1971, págs. 177-234. 9. Bibliografia mínima. C. R. Boxer, «Grammatical and Didactic Works», em João de Barros. Portuguese Humanist and Historian of Asia, Nova Delhi, Xavier Center of Historical Research, 1980, págs. 82-96. Américo da Costa Ramalho, «João de Barros e Erasmo: a propósito da Viciosa Vergonha», em Para a História do Humanismo em Portugal, I. Coimbra, INIC, 1998, págs. 198-204. Jorge Alves Osório, «Plutarco revisitado por João de Barros», em Ágora. Estudos Clássicos em Debate, n. 3 (2001), págs. 139-155. [14] 1540 1. Autor. João de Barros ( 1496-1570), historiador e gramático. 2. Título. Diálogo em Louvor da Nossa Linguagem. 3. Data de composição. 1540. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um pai e seu filho. 6. Matéria. Louvor da língua portuguesa. Dignificação do português, face ao latim e ao castellano. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Évora, Manizola, Manuscritos, caixote nº 17: cód. 242 (miscelânea) (trata-se de uma cópia manuscrita da edição de 1540). 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Luís Rodrigues, 1540, aos 12 de Janeiro. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Ajuda, 50/VIII/46. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 8 2 8.2. Edições modernas. Ed. de Lisboa, Officina de Joze da Silva Nazareth, 1785, em Compilaçam de varias obras do insigne portuguez Joam de Barros, págs. 207-237. Ed. de Luciano Pereira da Silva, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1917. Ed. de Luciana Stegagno Picchio, João de Barros, Diálogo em louvor da nossa linguagem. Lettura critica dell´edizione do 1540 con una introduzione su la questione della lingua in Portogallo, Modena, 1959. Ed. de Maria Leonor Carvalhão Buescu, em João de Barros, Gramática da Língua Portuguesa, gramática, diálogo em louvor da língua portuguesa, diálogo da viciosa vergonha, Lisboa, Faculdade de Letras, 1971, págs. 156-175. Ed. facsímil de Sheila Moure Hue (ed.), em Diálogo em defesa e louvor da Língua Portuguesa, Rio de Janeiro, 7 Letras, 2007. 9. Bibliografia mínima. José Martins Garcia, As ideias linguísticas em Portugal no séc. XVI, Diss. de Licenciatura em Fil. Românica, Lisboa, Faculdade de Letras, 1969. Maria Leonor Carvalhão Buescu, «Dois ortografistas portugueses do séc. xvi», em Boletim de Filologia, Lisboa, 1971. Maria Leonor Carvalhão Buescu, Gramáticos portugueses do século XVI, Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1978. C. R. Boxer, «Grammatical and Didactic Works», em João de Barros. Portuguese Humanist and Historian of Asia, Nova Delhi, Xavier Center of Historical Research, 1980, págs. 82-96. Toro Maruyama, Keyword in context index of the “Grammatica da lingua portuguesa” (1540) by João de Barros, Nagoya, Department of Japonese Studies Nanzan University, 2002. Carolina Pereira Vicente, Dois Diálogos no Renascimento Português: João de Barros e Gândavo, Diss. de Mestrado em Letras Vernáculas, apresentada à Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008. [15] 1540 1. Autor. João de Barros ( 1496-1570), historiador e gramático. 2. Título. Diálogo de Preceitos Morais com prática deles, em modo de jogo. 3. Data de composição. 1540. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. O Autor e seus filhos António e Catherina. 6. Matéria. Moral. Doutrinal. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Luís Rodrigues, 1540, 27 de março. (Olissipone, Apud Lodovicum Rotorigiu[m]). 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 5658/3P. (Microfilme: F.7145; Digitalizado: http://purl.pt/12149); Rio de Janeiro, Nacional, W001, 003, 004; MF: OR-281(7); or819265 (http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_obrasraras/ or819265/or819265.pdf). Rouen, Bibliothèque Municipale, Mt. M 8384. 8.1.2. Outras edições. Lisboa, Joam de Barreira, 1563, 20 de Agosto [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 261 V. (Microfilme: 1396); Res. 262 V. (Microfilme: 7063; Digitalizado: http://purl.pt/15189/2)]. 8.2. Edições modernas. Lisboa, na Off. de Jozé da Silva Nazareth, 1785 (Existe uma versão manuscrita desta edição de 1786 em: Lisboa. Nacional, Mss. 22, nº 6). Ed. do Visconde de Azevedo, em Compilação de varias obras do insigne portuguez João de D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 8 3 Barros, Porto, Casa do Visconde de Azevedo, 1869, págs. 311-386. Lisboa, Biblioteca Nacional, 1981 (fac-símile da ed. de 1563). Lisboa, Apenas Livros, 2008. 9. Bibliografia mínima. José Fernandes da Silva, «L´édition princeps du Diálogo de preceitos moraes de João de Barros», Sep. Bulletin Études Portugais, nouvelle série, t. 30 (1969), págs. 77-87. Roger Friedlein, «Le hasard dans la philosophie morale. Un jeu de plateau de João de Barros: Diálogo sobre Preceitos Morais (1540)», em Marie-Douce Demonet (org.), Hasard et Providence XIVe-XVIIe siècles. Actes du cinquantenaire de la fondation du CESR et XLIXe Colloque International d´études Humanistes-Tours, 3-9 juillet 2006, Tours, Centre d´Études Supérieures de la Renaissance, 2007, págs. 1-22. Roger Friedlein, «L’atzar en la filosofia moral. Un joc de tauler lul·lista de João de Barros: Diálogo sobre Preceitos Morais (1540)», em Studia Lulliana 47 (2007), págs. 117-139. [16] 1541-1543 1. Autor. Francisco de Moraes (1500?-1572?), cortesão. 1.1. Variantes do nome do autor. Francisco de Morais. 2. Título. Diálogo de um Fidalgo e um Escudeiro no qual se mostra a sem-razão da altiveza daquele para com este. 2.1. Variantes do título. Diálogo entre um fidalgo e um escudeiro. Diálogo entre hum fidalgo e um escudeiro. Colóquio entre um fidalgo e um escudeiro. 3. Data de composição. 1541-1543. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um fidalgo e um escudeiro. 6. Matéria. Crítica social. Estamentos. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa. Nacional, Col. Pombalina, cód. 147, fóls. 294r-298r. Lisboa. Nacional, cód. 3563, fóls. 47r-52v. Vila Viçosa. Paço Ducal, PDVV-BDMII Ms. LXXXI, fóls. 4-13. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, Manoel Carvalho, 1624 (fóls. 1r-16v). 8.1.1. Localização de exemplares. Londres, British Library, 12331.a.21 (C.63.d.12). Lisboa, Nacional, Res. 354 (2) (Digitalizado: http://purl.pt/14873). Rio de Janeiro, Nacional, 28,5,14. 8.2. Edições modernas. Diálogos de Francisco de Moraes, Lisboa, na Officina de Simão Thaddeo Ferreira [Tomo II: António Gomes], 178, págs. 7-23. Diálogos de Francisco de Moraes, em Obras de Francisco de Moraes, Lisboa, Biblioteca Portuguesa, 1852, Tomo III, págs. 7-20. Geraldo de Ulhoa Cintra, Diálogo entre hum fidalgo e hum escudeiro, em Obras completas de Francisco de Moraes, São Paulo, Editora Anchieta, Biblioteca de Clássicos para todos, 1949, vol. III, págs. 367-378. Ed. de António Sérgio, em Prosa doutrinal de Autores Portugueses, Lisboa, Portugália, s.d. (1967), págs. 71-83. Hermano José Saraiva, Diálogo entre um Fidalgo e um Escudeiro, em A vida ignorada de Camões (Apéndice). Lisboa. Publicações Europa-América, Abril. 1978, págs. 365-371. Elze Maria H. Vonk Matias, «O Diálogo Primeiro de Francisco de Moraes», em Revista da Faculdade de Letras de Lisboa, IV série nº 3, 1979-80 (1981), págs. 501-519. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo entre um fidalgo e um A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 8 4 escudeiro, de Francisco de Moraes», em eHumanista. Journal of Iberian Studies, 22 (2012). No prelo. 9. Bibliografia mínima. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo entre um cavaleiro e um doutor», em Dialogyca BDDH: Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico, Universidad Complutense de Madrid, BDDH3 [online: http://iump.ucm.es/ DialogycaBDDH/ [30-06-2010]. Isabel Almeida, «Francisco de Morais», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 607-613. Margarida Santos Alpalhão, «Em torno da censura da obra de Francisco de Moraes: a propósito do seu Diálogo Primeiro», em Da Letra ao Imaginário. Em homenagem à Professora Irene Freire Nunes. Actas do Colóquio Internacional, Lisboa, CEIL. No prelo. [17] 1542-1543 1. Autor. João de Barros ( 1496-1570), historiador e gramático. 2. Título. Diálogo Evangélico sobre os Artigos da Fé contra o Talmud dos Judéus. 3. Data de composição. 1542-1543. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. O Evangelho e o Talmud. 6. Matéria. Religião. Cristianismo e Judaísmo. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Biblioteca da E. S. Passos Manuel (nº 6266). Évora, Pública, Cód. CXIII/2.18. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de Israel Salvator Révah, Lisboa, Studium, 1950. 9. Bibliografia mínima. A. Ribeiro dos Santos, Ensayo de huma Bibliotheca Lusitana Anti-Rabbinica, em Memorias de Litteratura Portugueza, 1806, T. VII, pág. 373. Américo da Costa Ramalho, «O Diálogo Evangélico sobre os Artigos da Fé contra o Talmud dos Judéus, de João de Barros», em Études Portugaises, 1975, págs. 51-97. C. R. Boxer, «Panegyrical and Polemical Works, 1533-44», em João de Barros. Portuguese Humanist and Historian of Asia, Nova Delhi, Xavier Center of Historical Research, 1980, págs. 65-81. [18] Circa 1545 1. Autor. Francisco de Moraes (1500?-1572?), cortesão. 1.1. Variantes do nome do autor. Francisco de Morais. 2. Título. Diálogo em estilo jocoso de amores de uma regateira com um moço da estribeira. 2.1. Variantes do título. Diálogo terceiro. Interlocutores: hua Regateira e hum Moço da estribeira. 3. Data de composição. P. 1545. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Moço da estribeira e uma Regateira. 6. Matéria. Amor. Crítica de costumes. Estamentos. 7. Difusão manuscrita. Sim. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 8 5 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, Coleção Pombalina, cód. 147, fóls. 300r-302r. Vila Viçosa, Paço Ducal, PDVV-BDMII Ms. LXXXI, fóls. 18-22. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, Manoel Carvalho, 1624 (fóls. 27v-33r).. 8.1.1. Localização de exemplares. Londres, British Library, 12331.a.21 (não: C.63.d.12). Lisboa, Nacional, Res. 354 (2) (Digitalizado: http://purl.pt/14873). Rio de Janeiro, Nacional, 28,5,14. 8.2. Edições modernas. Diálogos de Francisco de Moraes, Lisboa, na Officina de Simão Thaddeo Ferreira. [Tomo II: António Gomes], 1786, págs. 7-23. Diálogos de Francisco de Moraes, em Obras de Francisco de Moraes, Lisboa, Biblioteca Portuguesa, 1852, Tomo III, 30-35. Geraldo de Ulhoa Cintra, Diálogo entre uma regateira e um moço da estribeira , em Obras completas de Francisco de Moraes, São Paulo, Editora Anchieta, Biblioteca de Clássicos para todos, 1949, vol. III, 387-391. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo em estilo jocoso entre uma regateira e um moço da estribeira, de Francisco de Moraes», em… No prelo. 9. Bibliografia mínima. Aurelio Vargas Díaz-Toledo, «Diálogo em estilo jocoso entre uma regateira e um moço da estribeira», em Dialogyca BDDH: Biblioteca Digital de Diálogo Hispánico, Universidad Complutense de Madrid, BDDH19 [online: http://iump.ucm.es/DialogycaBDDH/ [30-06-2010]. Isabel Almeida, «Francisco de Morais», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 607-613. Isabel de Barros Dias, «O Diálogo Terceiro de Francisco de Moraes: paródia de costumes e censura», em Da Letra ao Imaginário. Em homenagem à Professora Irene Freire Nunes. Actas do Colóquio Internacional, Lisboa, CEIL. No prelo. [19] 1545-1548 1. Autor. João de Castro? (1500-1548), militar, governador e vice-rei da Índia. 1.1. Variantes do nome do autor. Atribui-se também a André de Avelar. 2. Título. Tratado da Esfera por Perguntas e Respostas. A modo de diálogo. 2.1. Variantes do título. Tratado da Esphera. 3. Data de composição. 1545-1548. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Mestre e um Discípulo. 6. Matéria. Astronomia náutica. Matemática. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, cód.2062; Madrid, Nacional, ms.1140, fól. 193v. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de A. Fontoura da Costa, Tratado da Sphaera, da Geografia, Notação Famosa, Informação sobre Maluco, Lisboa, Agência Geral das Colônias, 1940. Ed. de Armando Cortesão e Luís de Albuquerque, em João de Castro, Obras completas, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1968, págs. 15-108. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 8 6 9. Bibliografia mínima. Joaquim Bensaúde, L´astronomie nautique au Portugal à l´époque des grandes découvertes, Bern, Akademische BuchhandlunG, 1912. Luís de Albuquerque, «D. João de Castro. Os Descobrimentos e o Progresso Científico em Portugal no século xvi», em Bol. da Ac. Int. da Cul. Port., nº 1, Lisboa, 1966, págs. 91108. Luís de Albuquerque, Ciência e Experiência nos Descobrimentos Portugueses, Lisboa, 1983. Luís Filipe Barreto, «O problema do conhecimento na Sphera de D. João de Castro», em Prelo, nº1, Lisboa, 1983, págs. 25-34; Luís Filipe Barreto, «O Tratado da Esfera de D. João de Castro», em Cultura, História e Filosofia, vol. III, Lisboa, 1984, págs. 227-292. Luís Filipe Barreto, Caminhos do saber no renascimento português, Lisboa, 1986. A. Teixeira da Mota, «D. João de Castro Navegador e Hidrógrafo», em Anais do Clube Militar Naval, Maio-Junho, 1948, págs. 301-361. A. Teixeira da Mota, Evolução dos Roteiros Portugueses durante o século XVI, Coimbra, 1968. Walmir Thomazi Cardoso, Conceitos e fontes do “Tratado da Esfera” em forma de diálogo atribuído a João de Castro, São Paulo, Educ/ FAPESP, 2004. [20] 1545-1548 1. Autor. João de Castro (1500-1548), militar, governador e vice-rei da Índia. 2. Título. Da Geografia por modo de Diálogo. 2.1. Variantes do título. Da Geografia. 3. Data de composição. 1545-1548. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Mestre e um Discípulo. 6. Matéria. Geografia. Cosmografia. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Madrid, Nacional, ms. 1140, fól. 135-140v. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de A. Fontoura da Costa, Tratado da Sphaera, da Geografia, Notação Famosa, Informação sobre Maluco, Lisboa, Agência Geral das Colônias, 1940. Ed. de Armando Cortesão e Luís de Albuquerque, em João de Castro, Obras completas, Lisboa, Academia Internacional da Cultura Portuguesa, 1968, págs. 109-114. 9. Bibliografia mínima. Luís de Albuquerque, «D. João de Castro. Os Descobrimentos e o Progresso Científico em Portugal no século xvi», em Bol. da Ac. Int. da Cul. Port., nº 1, Lisboa, 1966, págs. 91-108. Luís de Albuquerque, Ciência e Experiência nos Descobrimentos Portugueses, Lisboa, 1983. Luís Filipe Barreto, Caminhos do saber no renascimento português, Lisboa, 1986. [21] 1548 1. Autor. Francisco de Holanda (1517-1584), pintor. 1.1. Variantes do nome do autor. Francisco de Hollanda. 2. Título. Diálogos em Roma (4 diálogos). 2.1. Variantes do título. Da pintura antiga. 3. Data de composição. Entre o 18 de fevereiro de 1548 e o 18 de outubro de 1548. 4. Enunciação. Direta e indireta. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 8 7 5. Interlocutores. Diálogo 1: Francisco de Holanda. Miguel Anjo. Vittoria Colonna. Lattanzio Tolomei. Padre Ambrósio de Siena. Diálogo 2: Francisco de Holanda. Miguel Anjo. Vittoria Colonna. Lattanzio Tolomei. Diálogo 3: Francisco de Holanda. Miguel Anjo. Lattanzio Tolomei. Diogo Zapata. Diálogo 4: Francisco de Holanda. Júlio de Macedônia. Valerio de Vicenza. Messer Camilo. Um Cavaleiro romano. 6. Matéria. Arte. Pintura. Escultura. Letras. Poesia. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Academia das Ciências, cópia de 1790 de Monsenhor José Joaquim Ferreira Gordo. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de Joaquim de Vasconcellos, em A Vida Moderna (Semanário do Porto), nº 5, ano XII (1890). Ed. de Joaquim de Vasconcellos, em Renascença Portuguesa, tomo VII, Porto, 1896. Ed. de Joaquim de Vasconcellos, em Quellenschriften für Kunstgeschichte und Kunsttechnik, vol. IX, Viena, 1899. Ed. de Joaquim de Vasconcellos, em Renascença Portuguesa, tomo 18, Porto, 1918. Ed. de Joaquim de Vasconcellos, Porto, Renascença Portuguesa, 1930. Ed. de Manuel Mendes, Lisboa, Sá da Costa, 1955. Ed. de Anjo González García, Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1984, págs. 217-377. Ed. de José da Felicidade Alves, Lisboa, Livros Horizonte, 1984. 9. Bibliografia mínima. Jorge Segurado, Francisco d´Ollanda: da sua Vida e Obras: Arquitecto da Renascença ao Serviço de D. João III. Pintor, Desenhador, Escritor, Humanista, Lisboa, Excelsior, 1970. Sylvie Deswarte, «Contribution à la connaissance de Francisco de Holanda», em Arquivos do Centro Cultural Português, VII, Paris, 1973, págs. 421-429. José Stichini Vilela, Francisco de Holanda: Vida, Pensamento e Obra, Lisboa, ICALP, 1982. António Matos Reis, Francisco de Holanda. Introdução ao estudo da sua obra, Guimarães, Companhia Editora do Minho, Barcelos, 1985. Raphael Fonseca, «Francisco de Holanda: uma revisão historiográfica», em RHHA, 15, 2009, págs. 29-50. [22] 1549 1. Autor. Francisco de Holanda (1517-1584), pintor. 1.1. Variantes do nome do autor. Francisco de Hollanda. 2. Título. Do tirar polo natural. 2.1. Variantes do título. Da pintura antiga. 3. Data de composição. 3 de janeiro de 1549. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Brás Pereira (fidalgo amigo do autor, natural do Porto), e Fernando (autor). 6. Matéria. Arte. Pintura. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Academia das Ciências, cópia de 1790 de Monsenhor José Joaquim Ferreira Gordo. 8. Difusão impressa. Não. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 8 8 8.2. Edições modernas. Ed. de Joaquim de Vasconcellos, em A Vida Moderna (Semanário do Porto), nº 10-19, ano XII (20 oct. 1892-22 dic. 1892). Ed. de José da Felicidade Alves, Lisboa, Livros Horizonte, 1984. 9. Bibliografia mínima. Jorge Segurado, Francisco d´Ollanda: da sua Vida e Obras: Arquitecto da Renascença ao Serviço de D. João III. Pintor, Desenhador, Escritor, Humanista, Lisboa, Excelsior, 1970. Sylvie Deswarte-Rosa, «Contribution à la connaissance de Francisco de Holanda», em Arquivos do Centro Cultural Português, VII, Paris, 1973, págs. 421-429. José Stichini Vilela, Francisco de Holanda: Vida, Pensamento e Obra, Lisboa, ICALP, 1982. António Matos Reis, Francisco de Holanda. Introdução ao estudo da sua obra, Guimarães, Companhia Editora do Minho, Barcelos, 1985. Sylvie Deswarte-Rosa, Idéias e imagens em Portugal na época dos descobrimentos, Lisboa, Editor Difel, 1992. Francisco de Holanda, do sacar por el natural, según la traducción de Manuel Denis (1563), Ed. de John B. Bury, Madrid, Ediciones Akal, 2008. Raphael Fonseca, Francisco de Holanda: Do tirar pelo natural e a retratística, Diss. de Mestrado, IFCHU-UNICAMP, Universidade Estadual de Campina, 2010. [23] 1553 1. Autor. Samuel Usque, judeu. 2. Título. Consolação às Tribulações de Israel. 3. Data de composição. 1553. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Icabo, Numeo e Zicareo, pastores. 6. Matéria. Didático. Diálogo pastoril ficcionado. Consolação dos judeus portugueses. Messianismo. Judaísmo. Catecismo judaico para uso de cristãos-novos. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Ferrara, Abraham ben Usque, 5313 (i.e. 1553). 8.1.1. Localização de exemplares. Reggio Emilia, Biblioteca Capitolare, IT\ICCU\CERE\040072; Londres, British Library, C.111.bb-9. Paris, Bibliothèque Nationale, A-6598; Tolbiac, D1 Rez de Jardin-Magasin. 8.2. Edições modernas. Ed. de Joaquim Mendes dos Remédios, Coimbra, Amado, 1906-1908. Ed. de Haim Yerushalaimi e José V. de Pina Martins, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1989. 9. Bibliografia mínima. Jesusa Pires Ferreira, «Samuel Usque e a Consolaçam», em Língua e Literatura, S. Paulo, A. 5 (5), 1976, págs. 159-167. Lúcia Liba, «Ficções e Contradições da Identidade na Consolação às Tribulações de Israel de Samuel Usque», em Arquivos do Centro Cultural Calouste Gulbenkian (33), Lisboa-Paris, 1994, págs. 39-135. Rodrigues de Castro, Samuel Usque e o seu contributo para a versão portuguesa da Bíblia, Braga, Livraria A. I. Braga, 2000. [24] 1556 1. Autor. Jorge Ferreira de Vasconcelos (1501/15-1585), escrivão da Casa da Índia e jurista. 2. Título. Diálogo da Parvoice representado entre dous amigos, Ribeiro e Coelho. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 8 9 2.1. Variantes do título. Diálogo da parvoíce. 3. Data de composição. 1556. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Ribeiro e Coelho. 6. Matéria. Locura. Crítica de costumbres. Religião. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, cód. 7641, fóls. 68-68v. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Isabel Almeida, «Morreram primeiro que nascessem. A propósito de livros perdidos: o caso do Diálogo da parvoíce, de Jorge Ferreira de Vasconcelos», em Românica 13 (2004), págs. 53-90. 9. Bibliografia mínima. João Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, Biblioteca Nacional de Lisboa, manuscrito B 1206-1211, vol. IV, fóls. 673v-674v. Nicolás Antonio, Biblioteca Hispana Nova, Madrid, Joaquín Ibarra, 1783-1788, I, pág. 538. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. II, págs. 805-806. Carlos da Silva Tarouca, Catálogo dos Manuscritos da Biblioteca dos duques de Cadaval, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1950, vol. 1. Jean Subirats, Jorge Ferreira de Vasconcelos. Visages de son œuvre et de son temps, Coimbra, Por Ordem da Universidade, 1982. 2 vols. Jean Subirats, «“Parvo” et “Parvoice” chez Jorge Ferreira de Vasconcelos», em Arquivos do Centro Cultural Português, Paris, Fundação Calouste Gulbenkian, vol. 23 (1987), págs. 585-604. Diogo Ramada Curto, «Os louvores da Parvoíce», em Península. Revista de Estudos Ibéricos [Humaniores Litterae. Cultura e Literatura nos séculos XV-XVIII], nº 1 (2004), págs. 191199. Isabel Almeida, «Morreram primeiro que nascessem. A propósito de livros perdidos: o caso do Diálogo da parvoíce, de Jorge Ferreira de Vasconcelos», em Românica, nº 13 (2004), págs. 53-90. [25] 1557 1. Autor. João Soares (1507-1572), natural do Porto e bispo de Coimbra. 1.1. Variantes do nome do autor. Joannes Suarez. João Soarez. 2. Título. Confessionário ou Interrogatório Breve para os Confessores perguntarem aos penitentes. 2.1. Variantes do título. Interrogatório Brevíssimo pera todos os Confessores perguntarem aos penitentes (Segundo a segunda edição). Crê-se que esta obra tem como antecedente o Confessionário Romano ou Arte de confissam breve muito proveitosa assi pera o confessor como pera o penitente (Coimbra, João de Barreira, 1553/54), um de cujos exemplares se acha em Évora, Biblioteca Pública, Gab. E. 6-C. 1 nº 48 (231). 3. Data de composição. 1557. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Confessor e Penitente. 6. Matéria. Manual de confissão. Doutrinal. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Coimbra, João de Barreira, 1557. 8.1.1. Localização de exemplares. Évora, Biblioteca Pública. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 9 6 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, André de Burgos, 1566. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res 1692 P. (F. 6271; Digitalizado: http://purl.pt/23137/2/). 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Roger Friedlein, «Dialoge der Renaissance in Portugal (1525-1595). Mit einem Ausblick in das 17. Jahrhundert» [Textkorpus], em El diálogo renacentista em la Península Ibérica/ Der Renaissancedialog auf der Iberischen Halbinsel, ed. Roger Friedlein, Stuttgart, Steiner Verlag, 2005, págs. 97-140; 141-146. Maria Teresa Nascimento, «Ecos das Invasões Napoleónicas na produção literária portuguesa em diálogo», em Revista da Faculdade de Letras. História, Porto, III série, vol. 10 (2009), págs. 29-35. [34] Circa 1568 1. Autor. Fr. Álvaro de Torres, religioso. 1.1. Variantes do nome do autor. Fr. Álvaro da Torre. Atribuído erroneamente a Gaspar de Leão. 2. Título. Diálogo Espiritual. Colóquio espiritual do modo de achar a Deos de um Religioso com um Peregrino. 2.1. Variantes do título. Colloquio de hum relligioso com hum peregrino, onde lhe ensina como e onde ha de achar a Deos. 3. Data de composição. Circa 1568. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um religioso e um perigrino. 6. Matéria. Religião. Modo de achar a Deus. Catequese. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Marcos Borges, 1568, aos 20 dias do mês de setembro (Trata-se de uma segunda edição. Mandado imprimir por D. Gaspar de Leão, primeiro arcebispo de Goa). 8.1.1. Localização de exemplares. Londres, British Library, C.62.aa.16. 8.2. Edições modernas. Ed. de Cândido dos Santos, Porto, Instituto de Alta Cultura, 1974. Re-edição fac-símile de Luís Fernando de Carvalho, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1983. 9. Bibliografia mínima. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. I, pág. 115. British Museum, General Catalogue of Printed Books to 1955, Compact Edition, vol. 7, pág. 235. [35] 1573 1. Autor. Gaspar de Leão (?-1576), primeiro arcebispo de Goa. 1.1. Variantes do nome do autor. Segundo Franco Barreto, o autor é Gaspar dos Reis. 2. Título. Desengano de Perdidos feito para glória de Deus e consolação dos novamente convertidos, fracos na fé e para proveito dos que querem deixar os pecados e seguir as virtudes e o caminha da perfeição do amor divino. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 9 7 2.1. Variantes do título. Livro chamado Desengano de perdidos. Doutrina de Princípios e Fundamentos da Cristandade. Diálogo entre hum religiozo e hum peregrino. Dezengano de perdidos entre hum cristão e hum turco. 3. Data de composição. 1573. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um cristão e um turco, ambos perigrinos. 6. Matéria. Religião. Conversão. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Goa, João de Endem, 1573. 8.1.1. Localização de exemplares. Não localizados. 8.2. Edições modernas. Ed. de Eugenio Asensio, Coimbra, Universidade, 1958. 9. Bibliografia mínima. João Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, Mediados do s. xvii, Exemplar da Biblioteca Nacional de Lisboa, B 1211, vol. I, pág. 143r-143v. Valdo d´Arienzo, «La missione di um mistico: Dom Gaspar de Leão primo arcivescovo di Goa», em Studi e Ricerche sull´Oriente Cristiano, Fasc. 1 e 2, anno X e XI (1987), págs. 19-36 e págs. 113-135. Ricardo Ventura, D. Gaspar de Leão e o Desengano de Perdidos: estudo histórico-cultural, Lisboa, s.n., 2005. [36] 1574 1. Autor. Pero de Magalhães de Gândavo (?-1579), gramático. 2. Título. Diálogo em defensão da Língua Portuguesa. 3. Data de composição. 1574. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Petrónio (português) e Falêncio (castelhano). 6. Matéria. Língua portuguesa. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, António Gonçalvez, 1574 (Publicado junto das Regras que ensinam a maneira de escrever). 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 4336 P. (Microfilme: 1345; Digitalizado: http://purl.pt/12144). 8.1.2. Outras edições. ¶Lisboa, Belchior Rodríguez, 1590, vende-se em casa de João d´Ocanha [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 298//3 V. (Microfilme: 5048; Digitalizado: http://purl.pt/15208); Res. 297//3 V. (Microfilme: 5048; Digitalizado: http://purl.pt/15206). Londres, British Library, c.31.h.40 [2,3]). ¶Lisboa, Alexandre Siqueira, 1592, à custa de João de Ocanha. 8.2. Edições modernas. Ed. de Rolf Nagel, em Aufsätze zur Portugiesischen Kulturgeschichte, 9, 1969. Ed. de Maria Leonor Carvalhão Buescu, em Regras que ensinam a maneira de escrever e a ortografia da Língua Portuguesa. Com o diálogo que adiante se segue em defensão da mesma língua, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1981. 9. Bibliografia mínima. Maria Leonor Carvalhão Buescu, «Dois ortografistas portugueses do séc. xvi», em Boletim de Filologia, Lisboa, 1971. Maria Leonor Carvalhão Buescu, Gramáticos portugueses do século XVI, Lisboa, Instituto de Cultura Portuguesa, 1978. Guilherme Gomes da Silveira d’Avila, Pero de Magalhães de A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 9 8 Gândavo: autor da primeira obra sobre a ortografia da língua portuguesa e da primeira história do Brasil, Recife, Ed. Universitária UPFE, 2009. [37] 1580/1612 1. Autor. Diogo do Couto (1542-1616), historiador. 2. Título. O soldado prático. 2.1. Variantes do título. O primeiro soldado prático. O segundo soldado prático. Observações sobre as principaes causas da decadência na Asia. 3. Data de composição. Entre 1563-1611. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um fidalgo que fora Governador da Índia (Vice-rei), um desembargador, um despachador de Portugal e um soldado velho da Índia. 6. Matéria. Crítica política e de costumes. Império português na Índia. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Academia das Ciências, A-1572. Nacional, cód. 463 (Parcialmente autógrafo). Évora, Biblioteca Pública. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Ed. de António Caetano do Amaral, Lisboa, na Off. da Academia das Ciências de Lisboa, 1790 (publicado com o título de Observações sobre as principais causa da decadência dos Portugueses na Índia). Ed. de Manuel Rodrigues Lapa, Lisboa, Sá da Costa, 1937 (Reimpressa em multidão de ocasiões). Ed. de Reis Brasil, Lisboa, Publicações Europa-América, 1988. Ed. de António Coimbra Martins, Diogo do Couto. O Primeiro Soldado Prático, Lisboa, Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses, 2001. Ed. de Ana Maria García Martín, Coimbra, Angelus-Novus, Centro de Literatura Portuguesa da Universidade, 2009. 9. Bibliografia mínima. Manuel Severim de Faria, «Vida de Diogo do Couto», em Discursos varios políticos, Évora, Manuel de Carvalho, 1624. António Coimbra Martins, «Sobre a génese da obra de Couto. Uma carta inédita», em Arquivos do Centro Cultural Português, vol. 8 (1974), págs. 295-317. A. Farinha de Carvalho, Diogo do Couto, O [segundo] soldado prático e a Índia, Lisboa, Vewga, 1979. George Davison Winius, The black legend of portuguese India. Diogo do Couto, his contemporaries and the Soldado prático, Nova-Deli, Concept Publishing Company, 1985. Trad. Port. de Ana Barradas, A lenda negra da Índia portuguesa, Lisboa, Antígona, 1994. [38] Circa 1580-1590 1. Autor. Gaspar Frutuoso (1522-1591), padre e historiador. 2. Título. Saudades da Terra. 3. Data de composição. Circa 1580-1590. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. A Verdade, a Fama. 6. Matéria. Topografia insular. História. História insular. 7. Difusão manuscrita. Sim. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 9 9 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, cód. 305. Ponta Delgada, Biblioteca e Archivo (Parcialmente autógrafo). 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Os seis livros que formam a obra completa de Gaspar Frutuoso foram publicados de forma individualizada: Livro Segundo, ed. Álvaro Rodrigues de Azevedo, Funchal, Typ. Funchalense, 1873 (reeditado em duas ocasiões: uma por Damião Peres, Porto, 1926 e uma outra pelo Instituto Cultural de Ponta Delgada, 1968; alguns fragmentos foram publicados no Archivo dos Açores, 1876, e na Revista da Faculdade de Letras do Porto, 1920. Em 1922 viram a luz o Livro Terceiro (reeditado em 1983, e o Quarto, que foi publicado de novo em três volumes em 197781-85; em 1939 saiu o Livro Primeiro em Ponta Delgada. O Livro Sexto foi publicado em 1963, no Instituto Cultural de Ponta Delgada, sob a direção de João Bernardo de Oliveira Rodrigues, sendo reeditado em 1978 e 1998; em 1964 acabou-se de se imprimir no Instituto Cultural de Ponta Delgada o Livro Quinto (reeditado em 1983), por J. de Almeida Pavão. Ed. em seis volumes do Instituto Cultural de Ponta Delgada, 2005. 9. Bibliografia mínima. Rodrigo Rodrigues, «Notícia Biográfica do Dr. Gaspar Frutuoso», em Livro Terceiro das Saudades da Terra, 1923 (Publicado mais tarde no Instituto Cultural de Ponta Delgada, Ponta Delgada, 1991, com notas de João Bernardo de Oliveira Rodrigues). Mário Paulo Martins Viana (dir.), Centro de Estudos Gaspar Frutuoso, Universidade dos Açores (http://gasparfrutuoso.wordpress.com/). [39] 1589 1. Autor. Fr. Amador Arrais (ca. 1530-1600), bispo de Portalegre, e Jerónimo Arrais. 1.1. Variantes do nome do autor. Amador Arraiz, Amador Arraes, Hierónimo Arraiz. 2. Título. Diálogos (7 diálogos). 3. Data de composição. 1581. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Diálogo 1: Antiocho (doente) e Apolónio (médico). Diálogo 2: Antiocho (doente) e Herculano (fidalgo). Diálogo 3: Antiocho (doente) e Aureliano (cavaleiro). Diálogo 4: Antiocho (doente) e Calidónio (padre teólogo). Diálogo 5: Antiocho (doente) e Sabiniano (pregador). Diálogo 6: Antiocho (doente) e Salónio (doutor). Diálogo 7: Antiocho (doente) e Olímpio (religioso). 6. Matéria. Medicina. Judaísmo. Povo Lusitano. Educação de príncipes. Consolação da morte. Cristianismo. Virgem. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Coimbra, em casa de António Mariz, 1589. 8.1.1. Localização de exemplares. Évora, Biblioteca Pública, séc. xvi (C. 3, d. nº 12), 3307; Res. 150 (Gab. E. 5). Lisboa, Academia das Ciencias, 11/765/16. Nacional, Res. 224 V.; Res. 225 V.; Res. 2878 V; Res. 4213 V. Coimbra, Biblioteca Geral, R-44-26 c.2. (Digitalizado: http://almamater.uc.pt/wrapper.asp?t=Dialogos&d=http%3A%2F%2Fb digital%2Esib%2Euc%2Ept%2Fbg6%2FUCBG%2DR%2D44%2D26%2FglobalItems %2Ehtml); R-44-26(a) c.3; 4 A-2-22-24. Vila Viçosa, Paço Ducal, 502; Res. 9. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 100 8.1.2. Outras edições. ¶Coimbra, Diogo Gomes Loureiro, 1604 [Exemplares: Coimbra, Biblioteca Geral, J.F.-44-6-4; S.P.-Ae-9-14 c.2. Lisboa, Ajuda, 50-XIV-2; 50XIII-32; 50-XIV-1. Lisboa, Nacional, Res. 2732 V.; Res. 378 V.; Res. 1190 V.; Res. 3036 V.; Res. 4137 V.]. 8.2. Edições modernas. Lisboa, Typ. Rollandiana de 1846. Ed. de M. Lopes de Almeida, Porto, Lello & Irmão, 1974. 9. Bibliografia mínima. Alcides Soares e Fernando Campos, Prosadores religiosos do século XVI, Coimbra, Casa do Castelo Editora, 1950. Bertran de Margerie, «Les dialogues éthiques et theologiques de dom frei Amador Arrais (1530-1600)», em Didaskalia, Revista da Faculdade de Teologia de Lisboa, fasc. 2, vol. XXI (1991). Aníbal Pinto de Castro, «D. Frei Amador Arrais ou a Cultura de um Humanista ao serviço da acção pastoral de um Bispo tridentino», em A cidade (Nova série), nº 7 (1992). José Maria Tapadinhas Lança, Diálogos do Doutor Jerónimo Arraiz e de Dom Frei Amador Arraiz através da História e da Literatura Portuguesa. 4º Centenário da Morte de Dom Frei Amador Arraiz, Lisboa, Sá da Costa, 2001. [40] 1594 1. Autor. Pedro de Mariz (1562-69?-1615), bibliotecário e historiador. 1.1. Variantes do nome do autor. Pedro de Maris. 2. Título. Diálogos de Vária História (5 diálogos). 3. Data de composição. 1594. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Um estudante português versado em história e filosofia, e um perigrino italiano. 6. Matéria. Encómio. Glória do passado português. Expansão portuguesa. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Coimbra, na Oficina de António de Mariz, 1594. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 54 P (F. 4460; F.R. 303) (Digitalizado: http://purl.pt/22932). Londres, British Library, C.62.a.32. Madrid, Nacional, R. 29417. Mejanes, Aix-en-Provence. Rio de Janeiro, Nacional, W1,1,16; W1,1,16A; W1,1,16B; 277,1,9. Vila Viçosa, Paço Ducal, Res. 17 Adq. Washington, Library of Congress, 4DP Port. 295. 8.1.2. Outras edições. ¶Coimbra, na Oficina de António de Mariz, 1597 [Exemplares: Coimbra, Universidad, Faculdade de Letras, G-B-IX-A-2. Lisboa, Nacional, Res. 69 V.; Res. 972 P. (Digitalizado: http://purl.pt/23031). Academia das Ciências, 11/42/21. Madrid, Nacional, R. 14276. Oxford, Bodleian Library, 4º M22 Art. Paris, Nationale. Rio de Janeiro, Nacional, 22,2,11; W1,1,16C; W1,1,17. Salamanca, Universitaria. São Paulo, Universidade, Faculdade de Educação. Valencia, Biblioteca Histórica, Z-5/208; Z-8/213]. ¶Coimbra, na Oficina de António de Mariz, 1598 [Exemplares: Coimbra, Biblioteca Geral, R-3-5; V.T. 18-7-28; V.T.18-7-29 (Digitalizado: http://almamater.uc.pt/wrapper.asp?t=Di%E1logos+de+v%E1ria+hist% F3ria&d=http%3A%2F%2Fbdigital%2Esib%2Euc%2Ept%2Fbg2%2FUCBG%2DVT %2D18%2D7%2D29%2FINC%5FUCBG%2DVT%2D18%2D7%2D29%5Fitem1% 2Findex%2Ehtml). Lisboa, Academia das Ciências, 11/42/21. Nacional, Res. 69 V (F. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 101 5984); Res. 70 V. Londres, Welcome Library, 4065. Mejanes, Aix-en-Provence. Paris, Nationale. Rio de Janeiro, Nacional, OR W1,1,17. Versailles, Municipale]. ¶Coimbra, na Oficina de António de Mariz, 1599, a 8 dias de Abril [Exemplares: Vila Viçosa, Paço Ducal, 595. Madrid, Biblioteca Histórica de Valdecilla, BH DER 2120; BH FLL Res. 1045]. ¶Lisboa, Oficina de M. da Silva, 1649 [Exemplares: París, Nationale). ¶Lisboa, Oficina de António Craesbeeck de Mello, 1672 [Exemplares: Madrid, Biblioteca Histórica de Valdecilla, BH FLL 33875]. ¶Lisboa, Oficina de António Craesbeeck de Mello, 1674 (Acrescentada por António Craesbeeck de Mello te a vida do senhor Rey Dom Joam o IV) [Exemplares: Lisboa, Ajuda, 15-VII-20. Nacional, Res. 4325 V. Universidade Católica João Paulo II, SARD-4343. Vila Viçosa, Paço Ducal, 839. Londres, British Library, 1060.c.11]. 8.2. Edições modernas. Ed. de Fr. Francisco Xavier dos Serafins Pitarra, Lisboa, Na Oficina de Manoel da Silva, 1749-1758, 2 vols. Ed. de Fr. Francisco Xavier dos Serafins Pitarra, Na Officina de Joseph Filippe, Lisboa, 1758, 2 vols. Lisboa, Na Impressão Régia, 1806, 2 vols. 9. Bibliografia mínima. J. M. Teixeira Carvalho, «Pedro de Mariz e a Livraria da Universidade de Coimbra», em Boletim Bibliográfico da Biblioteca da Universidade de Coimbra, 1 (1914), págs. 389-398. Virgínia Rau e Jorge Borges de Macedo, «Da biografia e Obra de Pedro de Mariz», em Pedro de Mariz, História da vida, Milagres e Canonização do Bemaventurado S. Hyacintho da Ordem dos Pregadores, Lisboa, Instituto de Alta Cultura/ Centro de Estudos Históricos, 1965, págs. 7-23. A. Saraiva de Carvalho, «O biógrafo de Camões Pedro de Mariz e os seus Diálogos de Vária História», Separata da Revista Gil Vicente, vol. XXIV (1973). Isabel Almeida, «Mariz, Pedro de», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 572-577. [41] Post 1596 1. Autor. Manoel de Campos, canónigo. 2. Título. Desengano de atrevidos. Diálogo. 2.1. Variantes do título. Diálogo chamado Dezengano de Atreuidos e suave modo de falar verdade. 3. Data de composição. Posterior a 1596, data da queima da sé de Faro pelos ingleses, mencionado no texto. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Amaral e Mendo (Mem Roiz), religiosos. 6. Matéria. Crítica política. Crítica religiosa (contra o bispo Jerónimo Osório?). Ociosidade. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, Caixa 8, nº 33. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. João Soares de Brito, Theatrum Lusitaniae Litterarum, sive Bibliotheca Scriptorum omnium Lusitanorum, Conimbricae, Typis Academicis, 1655, lit. E, n. 25. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. III, págs. 211-212. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 102 [42] 1602 1. Autor. P. João Rebelo (1542-1602), jesuíta. 2. Título. História dos Milagres do Rosário da Virgem Nossa Senhora (Libro I: LXIV diálogos; Libro II: XXV diálogos; Libro III: VII diálogos). 2.1. Variantes do título. História dos Milagres do Rosário. 3. Data de composição. 1602. 4. Enunciação. Indireta e direta. 5. Interlocutores. I, 1: Anselmo, Heitor, Fidalgo; I, 2: Anselmo, Marcelo e Religioso; I, 3: Anselmo, Marcelo, Eusébio, Soldado; I, 4: Anselmo, Marcelo, Eusébio, Capitán César; I, 5: Anselmo, Marcelo, D. Feliciano; I, 6: Anselmo, Marcelo, Guillelmo, Capitão; I, 7: Anselmo, Marcelo, Teófilo; I, 8: Eusébio, Pastor; I, 9: Anselmo, Amón; I, 10: Marcelo e Demétrio; I, 11: Anselmo, Crissanto; I, 12: Anselmo, Olímpio; I, 13: Eusébio, Pastor; I, 14: Anselmo, Bruno; I, 15: Anselmo, Marcelo, Pompeyo; I, 16: Anselmo, Marcelo, Constantino; I, 17: Anselmo, Antonino; I, 18: Anselmo, Marcelo, Eusébio; I, 19: Anselmo, Marcelo, Eusébio; I, 20: Marcelo, Claudiano; I, 21: Anselmo, Martiano; I, 22: Anselmo, Marcelo, Valério; I, 23: Marcelo, Eusébio, Medoro, Pertinaz; I, 24: Eusébio, Creso; I, 25: Anselmo, Aurélio; I, 26: Anselmo, Mariana; I, 27: Marcelo; I, 28: Anselmo, Taciano; I, 29: Eusébio, Torquato; I, 30: Eusébio, Magiana; I, 31: Marcelo, Marta, Musa; I, 32: Eusébio, Iocundo; I, 33: Anselmo, Pastor; I, 34: Anselmo, Pompeyo; I, 35: Anselmo; I, 36: Eusébio; I, 37: Anselmo, Tertuliano; I, 38: Anselmo, Tertuliano; I, 39: Marcelo; I, 40: Anselmo, Arsénio; I, 41: Anselmo; I, 42: Anselmo, Cláudia; I, 43: Marcelo, Paulo; I, 44: Eusébio, Mariana; I, 45: Anselmo, Pedro; I, 46: Cornélio, Anselmo; I, 47: Marcelo, Martial; I, 48: Anselmo, Cornélio; I, 49: Marcelo, Cornélio; I, 50: Eusébio; I, 51: Eusébio; I, 52: Anselmo, Dídimo; I, 53: Anselmo, Constâncio; I, 54: Eusébio; I, 55: Marcelo; I, 56: Marcelo, Romano; I, 57: Anselmo, Alberto; I, 59: Marcelo, Albano; I, 60: Marcelo; I, 61: Anselmo, Mendúria; I, 62: Eusébio; I, 63: Anselmo, Valério; I, 64. Libro II: II, 1: Anselmo, Marcelo, Eusébio, Ferrante; II, 2: Anselmo, Augusto; II, 3: Anselmo, Tarquino; II, 4: Anselmo, Marcelo, Eusébio; II, 5: Marcelo, Madalena; II, 6; II, 7: Anselmo, Craso; II, 8: Anselmo, Cirilo; II, 9: Anselmo, Basílio; II, 10: Marcelo, Eulógio; II, 11: Eusébio, Lázaro; II, 12: Anselmo, Madalena; II, 13: Marcelo, Diodoro; II, 1: Eusébio, Crematino; II, 15: Anselmo, Marcelino; II, 16: Anselmo, Faustino; II, 17: Anselmo, Macedónio; II, 18: Eusébio, Discípulo; II, 19: Marcelo, Boetio; II, 20: Anselmo, Plauto; II, 21: Marcelo, Eulália; II, 22: Marcelo, Leóntio; II, 23: Marcelo, Severino; II, 24: Anselmo, Eulálio; II, 25: Anselmo, Parténio. Libro III: III, 1: Anselmo, Marcelo, Crescêncio; III, 2: Anselmo, Crescêncio; III, 3: Anselmo, Crescêncio, Marfeo; III, 4: Marcelo, Silvano; III, 5: Eusébio, Clemente; III, 6: Marcelo, Germano; III, 7: Marcelo, Valério. 6. Matéria. Religião. Virgem Maria. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, M. de Lyra, 1602. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 1168 P.; H.G. 2587 P. 8.1.2. Outras edições. ¶ [S.l.], M. de Lyra, 1608 [Exemplares: Lisboa, Nacional, H.G. 4803 P.; H.G. 5353 P]. ¶Lisboa, Francisco de Lyra, 1610 (Perdida?). ¶Lisboa, D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 103 Imp. Jorge Rodrigues, 1614 [Exemplares: Lisboa, Nacional, R. 24615 P]. ¶Lisboa, Pedro Craesbeeck, 1617, vende-se em casa de Belchior Pereira, livreiro [Exemplares: Lisboa, Nacional, R. 22298 P. Coimbra, Biblioteca Geral (Joanina), 1-(d)-5-7]. ¶Évora, Manoel Carvalho, 1619 (Perdida?). ¶Évora, Manoel Carvalho, 1629 [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 3734 P]. ¶Lisboa, António Álvarez, 1639 [Exemplares: Lisboa, Nacional, R. 9847 P.]. ¶Lisboa, António Craesbeeck de Mello, 1669 [Exemplares: Lisboa, Nacional, H.G. 6262 V.; H.G. 11743 P.; R. 28751 P]. ¶Lisboa, Na off. de João Galram, 1676 (Leva acrescentada a Benção da Rosa) [Exemplares: Lisboa, Nacional, H.G: 5575 P.]. ¶Lisboa, Na off. de João Galram, 1691 (Leva acrescentada a Benção do Rosário e da Rosa) [Exemplares: Lisboa, Nacional, H.G. 6261 V.; H.G. 11744 P.]. 8.2. Edições modernas. Coimbra, Off. Joseph Antunes Lasieva, 1727 [Exemplares: Lisboa, Nacional, R. 26734 P.). 9. Bibliografia mínima. Ivo C. de Sousa, «Algumas hipóteses de investigação quantitativa acerca da Bibliografia Cronológica da Literatura de Espiritualidade em Portugal (1501-1700)», em Actas do Congresso Internacional Bartolomeu Dias e a sua Época, Porto, 1989, vol. V, págs. 115-138. Maria de Lurdes Correia Fernandes, «Recordar os “santos vivos”: leituras e práticas devotas nas primeiras décadas do século xvii português», em Via Spiritus, I (1994), págs. 133-155. Maria Teresa Nascimento, «História dos Milagres do Rosário: diálogo e narração, algumas confluências», em Actas do V Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas, Oxford-Coimbra, 1998, Tomo II, págs. 1105-1112. [43] 1608 1. Autor. Luís Mendes de Vasconcelos (ca. 1542-1623), militar, governador de Angola e capitão-mor de várias armadas. 2. Título. Diálogo do sítio de Lisboa (2 diálogos). 2.1. Variantes do título. Diálogo do sítio de Lisboa, sua grandeza, povoação e comercio. Do sítio de Lisboa: Diálogos. 3. Data de composição. 1608. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Soldado, um Político e um Filósofo. 6. Matéria. Conquista da Índia. Crítica da colonização portuguesa na Índia. Cidade de Lisboa. Elógio de Lisboa e suas qualidades. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Luis Estupiñán, 1608. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, Res. 2427; Res. 4955 P.; H.G. 5351 P.; H.G. 11886 P. Londres, British Library, 1198.a.11. Madrid, Nacional, 2/3479; 3-30874. Aix-en-Provence, B. Méjanes, C. 2050. Paris, Nationale, 8-OY-14. 8.2. Edições modernas. Lisboa, Na off. Patr. de Francisco Luiz Ameno, 1786. Lisboa, Na Imprensa Regia, 1803. Antologia do texto incluída na obra Antologia dos economistas portugueses. Século XVII. Obras em português, de António Sérgio, Lisboa, Oficinas Gráficas da Biblioteca Nacional, 1924. Reeditada em Lisboa, Livraria Sá da Costa Editora, 1974. Ed. de José da Felicidade Alves, Lisboa, Horizonte, 1990. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 104 9. Bibliografia mínima. Moses Bensabat Amzalak, Luís Mendes de Vasconcelos e o seu livro do Sítio de Lisboa, s.n., Lisboa, Tipografia Municipal, 1932. António Soares Amora, «Doutrina política, económica e social na Literatura Portuguesa», em Dicionário de Literatura, Dir. Jacinto do Prado Coelho, Porto, Liv. Figueirinhas, 1983, 3ª ed. José da Felicidade Alves, «Introdução», em Luís Mendes de Vasconcelos, Do sítio de Lisboa: Diálogos, Lisboa, Horizonte, 1990, págs. 9-16. [44] Circa 1610 1. Autor. Vasco Mousinho de Quevedo e Castelo Branco (ca. 1570-ca. 1619). 2. Título. Diálogos de vária doutrina ilustrados com emblemas. 2.1. Variantes do título. Diálogos de vária doctrina illustrados com emblemmas. 3. Data de composição. Circa 1610. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Boécio e Jerónimo. 6. Matéria. Emblemas. Filosofia. Teologia. Moral. Religião. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, Cadaval, cód. 13167 (Microfilme: F.R. 562). 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. M. da Fonseca, «Os manuscritos da Casa de Cadaval», Boletim da Sociedade de Bibliófilos Barbosa Machado, Lisboa, Ano III, 1915, BAD 1565 V. p. 26: cód. 13167 (Microfilme: F.R. 562), 86 fóls. Catálogo da Colecçao de Códices. COD. 12888-13292, Introd., catal. e índices de Teresa A. S. Duarte Ferreira, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1999, p. 100-101. Isabel Almeida, «“Fina prata”: os Diálogos de varia doutrina illustrados com emblemmas, de Vasco Mousinho de Quevedo», em Românica 9 (2000), págs. 77-88. Rubem Amaral Jr., Emblemática lusitana e os emblemas de Vasco Mousinho de Castelbranco, Lisboa, Centro de História da Universidade, 2005. Luís Gomes, «Vasco Mousinho de Quevedo Castelo Branco: Emblems in Portuguese», em Mosaics of Meaning Studies in Portuguese Emblematics, Luís Gomes (ed.), Glasgow, Glasgow Emblem Studies, vol. 13 (2008), págs. 41-64. Luís Gomes, «Emblemática nos sonetos religiosos de Vasco Mousinho de Quevedo Castelo Branco», em Emblemática e religión em la Península Ibérica (Siglo de Oro), Ignacio Arellano e Ana Martínez Pereira (eds.), Madrid & Frankfurt, Iberoamericana & Vervuert, 2010, págs. 209-226. Mafalda Ferin Cunha, «Quevedo (Castelbranco), Vasco Mousinho», em Vítor Aguiar e Silva (coord.), Dicionário de Luís de Camões, Lisboa, Editorial Caminho, 2011, págs. 717-719. [45] 1611 1. Autor. António Carvalho de Parada (1595-1655), teólogo e bibliotecário. 2. Título. Diálogos sobre a vida e morte do muito religioso sacerdote Bartholameu da Costa, thezoureiro mor da Sé de Lisboa (15 diálogos). 3. Data de composição. 1611. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. um Teólogo e um Ermitaño. 6. Matéria. Biografia devota. Vida de Bartolomeu da Costa. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 105 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Pedro Craesbeeck, 1611. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Ajuda, 30-V-21; 95-II-30; Nacional, Res. 67 V.; Res. 68 V.; Res. 874 P.; Res. 1201 P. 8.1.2. Outras edições. Lisboa, Pedro Craesbeeck, 1643. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. João Soares de Brito, Theatrum Lusitaniae Litterarum, sive Bibliotheca Scriptorum omnium Lusitanorum, Conimbricae, Typis Academicis, 1655, lit. n. 59. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. I, pág. 234. [46] 1618 1. Autor. P. António de Araújo (1566-1632). 1.1. Variantes do nome do autor. António Araújo. António Aragam. 2. Título. Catecismo na Língua Brasílica, no qual se contém a suma da Doutrina Cristã (…) composto a modo de Diálogos. 2.1. Variantes do título. Doutrina cristã. 3. Data de composição. 1618. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Mestre e Discípulo. 6. Matéria. Língua brasileira. Doutrinal. Cristianismo. Catecismo. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, Pedro Craesbeeck, 1618, à custa dos Padres do Brasil. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 244 P.; Res. 245 P. (Microfilme: F. 6909); Res. 305 V. (Microfilme: F. 6351; Digitalizado: http://purl.pt/22940/2/). 8.1.2. Outras edições. ¶Lisboa, na Oficina de Miguel Deslandes, 1686 (Perdida?). ¶Lisboa, na Oficina de Miguel Deslandes, 1686 (Emendado pelo P. Bertholameu de Leam) [Exemplares: Lisboa, Nacional, Res. 246 P. (Microfilme: F. 2381; Digitalizado: http://purl.pt/14250/2/]). 8.2. Edições modernas. Ed. facsimilar de A. Lemos Barbosa, Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica, 1952. 9. Bibliografia mínima. Manuel Ricardo Trelles, «Catecismos em guaraní», em Revista de la Biblioteca Pública, Buenos Aires, 1882, t. IV. A. Lemos Barbosa, em Padre António de Araújo, Catecismo na Língua Brasílica, ed. facsimilar da primeira edição (1618), Rio de Janeiro, Pontifícia Universidade Católica, 1952, págs. ix-xvii. [47] Circa 1618 1. Autor. Ambrósio Fernandes Brandão (ou Bento Teixeira Pinto). 2. Título. Diálogos das Grandezas do Brasil (6 diálogos). 3. Data de composição. Circa 1618. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Brandônio (o próprio autor?) e Alviano (Nuno Álvares?). A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 112 5. Interlocutores. Abadesa (Mariana), Vicaria (Mestre de novícias), Leonarda, Jacinta, Febrónia, Eufrázia, Alexandra, Maurícia, Metildes, Macrina, Sabina, Fabrina, Cláudia, Urbana, Camila, Macária, Feliciana, Marcela, Erena, Izidora, Cristina, Philomena, e uma novícia. 6. Matéria. Religião. História. Fundação do Convento da Madre de Deus. Religiosas Descalças. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, ms. 12979 (F. R. 1136); cód. 10998. Museu Nacional de Arte Antiga, Res. 26879. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Joaquim Ferreira dos Santos, Notícia sobre a fundação do Mosteiro e Igreja da Madre Deus, Lisboa, Tipografia de G. M. Martins, 1867. Teresa Leitão de Barros, «Convento e Igreja da Madre de Deus», em Guia de Portugal Artístico, Lisboa, 1935, vol. III. [58] 1642 1. Autor. Manoel Monteiro de Campos, presbítero. 2. Título. Academia nos montes e conversaçoens de homens nobres (15 diálogos). 3. Data de composição. 1642. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Elmano, Montesino e Campesio; Hortênsio (médico) e Faustino (religioso); quatro jogadores; Tritemio. 6. Matéria. Nobreza. Costumes sociais. Corte. Doutrinal. Modelos de príncipes. Didáctico. Moral. Menospreço de corte. Louvor de aldeia. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, António Álvares?, 1642. 8.1.1. Localização de exemplares. Évora, Biblioteca Pública, séc. xvi, Res. 356 (Gab. E.6-C.3 nº 13). Lisboa. Nacional, Res. 4880 P. Londres, British Library, 12352.cc.14. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Manuel José Gonçalves Pereira, A Academia nos montes e conversaçones de homens nobres. A obra e o seu contexto histórico e literário, Braga, edições da APPACDM Distrital de Braga, 1995. Zulmira C. Santos, «Lei “política”, lei “cristã”: as formas da conciliação em Academia nos montes e conversaçones de homens nobres (1642), de Manoel Monteiro de Campos», em Península. Revista de Estudos Ibéricos, nº 1 (2004), págs. 307-318. [59] Circa 1657 1. Autor. Francisco Manuel de Melo (1608-1666), político e militar. 2. Título. Apólogos Dialogais (4 diálogos completos e um incompleto). 2.1. Variantes do título. Apólogos dialogaes. 3. Data de composição. Circa 1657. 4. Enunciação. Direta. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 113 5. Interlocutores. Os Relógios Falantes: Relógio de cidade e Relógio de campo. A Visita das Fontes: Fonte velha da praça, Fonte nova do Terreiro do Paço, a estátua de Apolo e o centinela que guarda a Fonte. O Escritório Avarento: um português fino, um doblão castelhano, um cruzado moderno e um vintém navarro. O Hospital das Letras: o Autor, Justo Lípsio, Trajano Bocalino e Francisco de Quevedo. A Feira dos Anexins: incompleto. 6. Matéria. Crítica social. Crítica de costumes. Literatura. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral da Universidade, ms. 338 (4 apólogos); ms. 342 (só Os Relógios falantes); ms. 207 (só O Escritório Avarento); ms. 342 (só A visita das fontes). Évora, Biblioteca Pública, cód. CXXX/1-17 (só Os Relógios falantes). Lisboa, Ajuda, cód. 50-I-51 (autógrafo de A visita das fontes); ms. 51-V-38 (só Os Relógios falantes). Nacional, ms. 8577 (4 apólogos); ms. 3673 (4 apólogos); ms. 3546 (4 apólogos). Muge, Cadaval, ms. 1007 (só Hospital das letras). Porto, Biblioteca Municipal, ms. 751 (só Os Relógios falantes). ¶ 8. Difusão impressa. Não. 8.1.1. Localização de exemplares. 8.2. Edições modernas. Lisboa, na off. de Mathias Pereira da Silva e Joam Antunes Pedrozo, 1721. Ed. de Alexandre Herculano, Lisboa, Escriptorio, 1900, 3 vols. Ed. de Fernando Nery, Rio de Janeiro, A. J. Castilho-Editor, 1920. Ed. de José Pereira Tavares, Lisboa, Sá da Costa, 1956, 2 vols. Apólogos Dialogais, vol. I: Os relógios falantes. A visita das Fontes, ed. de Pedro Serra, Braga, Angelus Novus, 1998. Apólogos Dialogais, vol. II: O Escritório Avarento. O Hospital das Letras, ed. de Pedro Serra, Braga, Angelus Novus, 1999. 9. Bibliografia mínima. Edgar Prestage, D. Francisco Manuel de Melo. Esboço biográfico, Coimbra, Imprensa da Universidade, 1914. B. N. Teensma, Don Francisco Manuel de Melo (1608-1666). Inventário general de sus ideas, Groningen, Fa. Wm. Veenstra, 1966. Antonio Bernat Vistarini, Francisco Manuel de Melo (1608-1666). Textos e contextos do barroco peninsular, Palma, Universitat de les Illes Balears, 1992. Marta Teixeira Anacleto, Sara Augusto, Zulmira Santos (coords.), D. Francisco Manuel de Melo e o Barroco Peninsular, Coimbra, Imprensa da Universidade de Coimbra-Ediciones Universidad de Salamanca, 2010. [60] 1685 1. Autor. P. António Pimenta (1620-1700), presbítero segrar. 1.1. Variantes do nome do autor. António Lessa. Seudónimo: Manuel Gonçalves da Costa. 2. Título. Colóquio jocoso entre hum estudante e hum pastor em que se declarão os nomes e efeitos dos Planetas e Signos celestes com o prognóstico do ano de 1686. 2.1. Variantes do título. Colloquio jocoso entre hum Estudante e hum pastor, em que se declaram os nomes, effeitos dos Planetas e signos celestes, com o prognóstico do anno de 1686. 3. Data de composição. 1685. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Um estudante e um pastor. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 114 6. Matéria. Astronomia. Pronóstico. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Coimbra, José Ferreira, 1685. 8.1.1. Localização de exemplares. Não localizados. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. IV, pág. 688. [61] 1688 1. Autor. P. M. João da Fonseca (1632-1701), padre. 2. Título. Escola da doutrina cristam, em que se ensina o que hé obrigado a saber o Cristam, ordenada por modo de diálogo entre dous estudantes hum filózofo por nome Marcelino et outro theólogo por nome Diodoro. 3. Data de composição. 1688. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Dois estudantes: Marcelino (filósofo) e Diodoro (Teólogo). 6. Matéria. Religião. Doutrinal. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, na Oficina da Universidade, 1688. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral, J.F.37-5-23; 4 A-3-127; 4 A-19-5-8; 3-(6)-15-14. Lisboa, Nacional, R. 2119 P.; R. 26017 P.; R. 2565 P.; R. 2566 P.; R. 80 V.; R. 23313 P.; R. 26017 P.; R. 2566 P. Madrid, Biblioteca Complutense, FLL 8916. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Nuno Marques Pereira, Compêndio narrativo do peregrino da América, Rio de Janeiro, Academia Brasileira das Letras, 1988. [62] 1690 1. Autor. André Rodrigues de Matos (1638-1698), escritor. 2. Título. Diálogo fúnebre entre o Reyno de Portugal e o rio Tejo glossando o famoso Soneto Fermoso Tejo meu quão diferente? Em sentimento do golpe mais cruel, em que a Parca e o Outono huma cortou. 3. Data de composição. 1690. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. O Reino de Portugal e o rio Tajo. 6. Matéria. Tristeza. Tragédia. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Lisboa, na off. de Miguel Deslandes, 1690. 8.1.1. Localização de exemplares. Lisboa, Nacional, Res. 4324 P. (Microfilme: F. 7611). Lisboa, Arquivo Nacional Torre do Tombo. 8.2. Edições modernas. Não há. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 115 9. Bibliografia mínima. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. I, pág. 171. Catalogue des livres imprimés de la Bibliothèque du Roy, Belles Lettres, Paris, À l´imprimerie royal, 1750, tome 1, pág. 588. [63] 1693 1. Autor. Nuno Barreto Fuzeiro (?-1702). 1.1. Variantes do nome do autor. Nuno Barreto Fuseiro. 2. Título. Pratica entre Heraclito e Democrito. 2.1. Variantes do título. Prática entre Heráclito e Demócrito. 3. Data de composição. 1693. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Heráclito e Demócrito. 6. Matéria. Amor. Ofícios. Lugares. Justiça. Honra. Cobiça. Amor próprio. Amizade. Amor da pátria. Ciúmes. Ausência. Ingratidão. Desengano. Mudança. Fim do amor. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Roma, Joam Jaime Komarek Bohemio ao Anjo Custodio, 1693. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral (Joanina), 1-7-2-22 (cota antiga 1-5-17-175). Lisboa, Nacional, Res. 224 P.; L. 8497 P. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Diogo Barbosa Machado, Bibliotheca Lusitana, Coimbra, Atlântida Editora, 1965, vol. IV, pág. 619. Inocêncio Francisco da Silva, Dicionário Bibliografico Portuguez, Lisboa, Imprensa Nacional, 1858-94, VI, 312. Bento José Sousa Farinha, Sumário da Biblioteca Lusitana, Lisboa, Of. de António Gomez, 1788, vol. 4, pág. 234. P. Francisco José Freire, Reflexões sobre a língua portuguesa, Lisboa, Typographia da Sociedade Propagadora dos Conhecimentos Uteis, 1842. Sampaio Bruno, Portuenses illustres, Oporto, Magalhães e Moniz, 1908, vol. III, pág. 159. [64] 1700 1. Autor. P. M. João da Fonseca (1632-1701), jesuíta. 2. Título. Satisfaçam de agravos e confusam de vingativos por modo de diálogo entre hum hermitam & hum soldado. Dividido em dois tratados com exemplos & histórias notáveis em confirmaçam do que praticam. 3. Data de composição. 1700. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Um ermitão e um soldado. 6. Matéria. Doutrinal. Costumes. Ars moriendi. Morte. Religião. Perdão. 7. Difusão manuscrita. Não. 8. Difusão impressa. Sim. 8.1. Dados editoriais. Évora, Oficina da Universidade, 1700. 8.1.1. Localização de exemplares. Coimbra, Biblioteca Geral (Joanina), 4 A-19-1-14; 2-17-17-6; J.F. 37-5-24. Lisboa, Nacional, L. 9926 V.; R. 13924 V.; Res. 3722 P.; Res. 2900 P. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 116 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Robert Picard, «Contribution à l´étude du P. João da Fonseca», em Révue d´Ascétique et Mystique, Tome XLII, 1, nº 165 (1966). João Carlos G. Serafim, «A ideia da Quotidio Morior as Artes Moriendi jesuítas da Idade ModernaA Satisfaçam de Agravos do Padre João da Fonseca, S. J.», em Via Spiritus 15 (2008), págs. 35-52. DIÁLOGOS ANÓNIMOS ESCRITOS EM PORTUGUÊS [65] 1600 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogos da fé católica em os quaes se declaram a mor parte dos mistérios d´ela. 2.1. Variantes do título. Dialogos da fee catholica em os quais se declaraõ a mor parte dos misterios della. 3. Data de composição. 1600. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Félix Solitário e João Matense (teólogo cristão), fundadores da Ordem da S. Trindade de Redenção de Cativos. Um Teólogo cristão, um Filósofo natural e um Penitente. 6. Matéria. Criação do mundo. Natureza dos Anjos. Criação do Homem. Paraíso Terreal. Encarnação. Louvores da Virgem. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, cód. 6180, fóls. 73-149v. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. José António Moniz, Inventário [da] secção XIII: manuscriptos, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1896. [66] 1600? 1. Autor. Anónimo (Fco. Valésio Covarrubiano?). 2. Título. Livro da Sagrada Philosophia. 2.1. Variantes do título. Ex Fr.co Valesio Covarrubiano Livro da Sagrada Philosophia. Vaí divído em díalogos. 3. Data de composição. 1600? 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. Um teólogo cristão, um filósofo natural e um penitente. 6. Matéria. Sagrada Filosofia. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, cód. 6180, fóls. 1-67. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. José António Moniz, Inventário [da] secção XIII: manuscriptos, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1896. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 117 [67] Sem data 1. Autor. Anónimo (Feita por um devoto contemplativo). 2. Título. Prática da Alma com a Carne, muito Proveitosa para todo fiel Cristão. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Enunciação. Direta e indireta. 5. Interlocutores. A Alma e a Carne. 6. Matéria. Religião. Doutrinal. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Évora, Biblioteca Pública, Res. 302; Gab. E. 6-C. 2 nº 46 (302). 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. Inocêncio Francisco da Silva, Dicionário Bibliografico Portuguez, Lisboa, Imprensa Nacional, 1858-94, Tomo XVII, pág. 1216. [68] Sem data 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo entre mestre e discípulo sobre várias passagens e personagens do Antigo Testamento. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Um Mestre e seu discípulo. 6. Matéria. Religião. Antigo Testamento. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Lisboa, Nacional, Caixa 22, nº 56, fóls. 1-4. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. 9. Bibliografia mínima. José António Moniz, Inventário [da] secção XIII: manuscriptos, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1896. [69] Sem data 1. Autor. Anónimo utopiense. 2. Título. Diálogo encoberto egrégio. 2.1. Variantes do título. Diálogo portugués com a história do pasteleiro de Sevilha. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Enunciação. Direta. 5. Interlocutores. Aurélio. Cláudio. Leonardo. 6. Matéria. Sebastianismo. Reis de Portugal. Legitimidade do reino de Portugal. 7. Difusão manuscrita. Sim. 7.1. Exemplares. Coimbra, Biblioteca da Universidade, Ms. 1194 (Dedicado al conde de Cantanhede). Lisboa, Nacional, cód. 125; cód. 132 (A-3-58) (216 fóls.); Caixa. 16, nº 39, págs. 42-70. 8. Difusão impressa. Não. 8.2. Edições modernas. Não há. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 118 9. Bibliografia mínima. Catálogo de manuscritos (códices 1081 a 1311), por J. da Providência Costa, Coimbra, Biblioteca da Universidade, Boletim da Biblioteca da Universidade (Suplemento ao vol. XII), 1935). DIÁLOGOS ESCRITOS EM PORTUGUÊS DESAPARECIDOS [70] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo entre dous soldados sobre este nome ventagem. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Manuscrito da Biblioteca Severina. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. VI, fól. 1010r. [71] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo sobre a preferência do Bautista ao Evangelista. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Manuscrito da Biblioteca Severina. Interlocutores: Gracián, Fonsana e Belisa. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. VI, fól. 1010r. [72] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo sobre a preferência do Bautista ao Evangelista. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Manuscrito da Biblioteca Severina. Interlocutores: um Bautista e um Evangelista. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. VI, fól. 1010r. [73] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo largo e erudito sobre as obrigações dos bispos que calidades deuem ter e como hão-de gastar suas rendas. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Manuscrito da Biblioteca Severina. Interlocutores: um comendador e um bispo. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. VI, fól. 1012r. [74] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Prática e fala que hum lavrador das ribeiras do Danúbio fes aos senadores de Roma, o qual se vinha a queixar das tiranias que os mesmos romanos uzarao em sua terra. 3. Data de composição. Não se sabe. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 119 4. Comentários. Manuscrito da Biblioteca Severina. Talvez se trate de uma tradução do Villano do Danubio, de Guevara, que não entraria dentro do género dialógico. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. VI, fól. 1015r. [75] 1. Autor. Anónimo. 2. Título. Diálogo de hum Rei da Índia com hum soldado de cousas necessárias para ela. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Matéria: Política. 5. Fonte. Almeida, Memória, cód. 625, fól. 25v. [76] 1. Autor. Fr. Agostinho da Graça (António Pereira Marramaque). 2. Título. Tardes de Entre Douro e Minho. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. De difusão manuscrita. Conservava-se na Biblioteca do Cardeal de Sousa. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. I, pág. 348. [77] 1. Autor. António Pereira da Fonseca. 2. Título. Poderes de amor em geral. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Sobre o amor. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. I, fóls. 143r-143v. [78] 1. Autor. António Pereira Marramaque. 2. Título. Diálogo entre o galo e outro animal sobre aquele verso do Salmo Lex Domini immaculata; no qual deo alguns erros por falar largamente contra o Papa, Comendas, e Estado Monacal. Nele persuadia ser útil que a Bíblia andasse vertida em Português. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. De difusão manuscrita. Conservava-se na Biblioteca do Cardeal de Sousa. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. I, pág. 348. [79] 1. Autor. Antónia de Rojas. 2. Título. Alívio de tristes. Obra fabulosa dividida em 4 partes em forma de Diálogo ornado de todo género de figuras retóricas, agudeza de pensamentos e variedade de sentenças, entre as quaes estão muitos versos portugueses e castelhanos de diversos metros. 3. Data de composição. Não se sabe. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 120 4. Comentários. Miscelânea histórica e literária. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [80] 1. Autor. António de Brito Correa (1600-?). 2. Título. Colóquio entre dois compadres sobre a matéria do Sargento-mor e outras cousas tocantes e necessárias ao bem comum. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Dedicada ao Excmo. Sr. D. Affonso Furtado de Mendoça Arcebispo de Lisboa, e Governador deste reino de Portugal. Difundida de maneira manuscrita, em tamanho fólio. Conservava-se na Biblioteca do Marqués de Valença. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, pag. 601. [81] 1. Autor. António de Brito Correa (Cascaes, 1600-). 2. Título. Colóquio entre dois caminhantes, hum Soldado e outro bombardeiro, acerca das regras que se devem para se disparar scientíficamente a Artilharia. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Difundida de maneira manuscrita, em tamanho 4º. Conservava-se na Biblioteca Real e estava dedicada ao Duque D. Teodósio. Interlocutores: um soldado e um bombardeiro. Matéria: ciência de artilharia. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [82] 1. Autor. António Pinto. 2. Título. Diálogo moral sobre o Psalmo 50 Miserere mei Deus. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Interlocutores: Santo Agostinho e Plato. Matéria: debate religioso. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [83] 1. Autor. António da Silva. 2. Título. Diálogo entre dous caçadores qual tempo he o melhor para a caça, se o Verão, se o Inverno? 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Difundido de maneira manuscrita. Constava de cinco folhas. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [84] 1. Autor. Fr. António Soares. 2. Título. Tratado em forma de diálogo entre Ulisseo e Valério sobre ser o tempo prezente melhor que o passado. 3. Data de composição. Não se sabe. D I Á L O G O S P O R T U G U E S E S D O S S É C U L O S X V I -X V I I 121 4. Comentários. Interlocutores: Ulisseo e Valério. Temática: Filosofia natural e moral. Difundido de maneira manuscrita. Conservava-se no Arquivo do Mosteiro de S. Pedro de Cardena. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [85] 1. Autor. Balthasar Estaço (1570-?). 2. Título. Diálogo chamado Governo de Deos com as almas, e concórdia entre os Doutores modernos feita com a mente de Santo Agostinho sobre o auxílio suficiente e eficaz da graça Divina. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Dedicado a Santo Agostinho. Difundido de maneira manuscrita. Interlocutores: Flamínio (teólogo) e Feliciano (jurista). Conservava-se na Biblioteca do Convento dos Carmelitas Descalços da cidade de Évora. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [86] 1. Autor. Balthasar Estaço (1570-?). 2. Título. Diálogos dos auxílios da graça. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Difundido de maneira manuscrita. 5. Fonte. Franco Barreto, Bibliotheca Lusitana, vol. I, fóls. 143r-143v. [87] 1. Autor. Bernarda Ferreira de Lacerda (1595-1644). 2. Título. Diálogos diversos. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Difundidos de manera manuscrita. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. I, pág. 514. [88] 1. Autor. Fr. Christóvão de Lisboa (1583-1652). 2. Título. Diálogo do justo e devido sentimento nas adversidades humanas. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Interlocutores: Vaeriço e Pontónio. Difundido de maneira manuscrita. Conservava-se na Biblioteca do Conde de Vimieiro, que foi do irmão de Cristóvão de Lisboa, isto é, Manuel Severim de Faria. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. [89] 1. Autor. Cristóvao da Costa. 2. Título. Tres diálogos clericales. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Desconhece-se o conteúdo do texto, embora, segundo o título, parecia ter um carácter religioso. A U R E L I O V A R G A S D Í A Z -T O L E D O Criticón, 117, 2013 128 [122] 1. Autor. Vasco Fernandes Frade. 2. Título. Diálogos da vida solitária. 3. Data de composição. Não se sabe. 4. Comentários. Difundido de maneira manuscrita. 5. Fonte. Machado, Bibliotheca Lusitana, 1965, vol. IV, págs. 686-687. Bibliografia geral Academia das Ciências de Lisboa, Livros quinhentistas espanhóis da Bibliotecas da Academia das Ciências de Lisboa. Introd. de José V. de Pina Martins; nota preliminar, bibliografia e catalogação por Helena Garcia Gil, Lisboa, Academia das Ciências de Lisboa, 1989. Almeida, Francisco de, Memória de alguns Autores da História de Portugal, e suas conquistas, Biblioteca Nacional de Lisboa, cód. 625; cód. 910. Anselmo, António, Os códices alcobacenses da Biblioteca Nacional. I Códices Portugueses, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1926a. Anselmo, António, Bibliografia das obras impressas no século XVI, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1926b. Antonio, Nicolás, Bibliotheca Hispana Nova sive Hispanorum scriptorium qui ab anno MD ad MDCLXXXIV floruere notitia, Nunc primum prodit recognita emendata aucta ab ipso auctore, Matriti, Apud Joachimum de Ibarra-Apud viduam et heredes Joachimi de Ibarra, 1783-88. 2 vols. Arouca, João Frederico de Gusmão C., Bibliografia das obras impressas em Portugal no século XVII. Letras A-C, Lisboa, Biblioteca Nacional, 2001. 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Essai pionnier pour cataloguer, de façon provisoire, le corpus des dialogues portugais du Siècle d’or, corpus formé de plus de cent textes différents. Chaque fiche est constituée, à des fins de classification et de contextualisation de chaque texte, des éléments suivants: Auteur, Titre, Date de composition, Énonciation, Interlocuteurs, Sujet, Diffusion manuscrite et imprimée, avec leurs exemplaires respectifs, Autres éditions, Éditions modernes, Bibliographie de base. Summary. In this paper we establish a provisional, a first approach to the Portuguese Dialogues, that, between manuscripts and printed, is made up of a corpus of over one hundred different texts. On each one, we insert a minimum data set which serve both to classify it within this literary genre and to contextualize it: Author, Title, Date of composition, Enunciation, Actors, Matter, Handwritten and printed diffusion and their copies, Other editions, Modern editions and a Minimal bibliography. Resumo. Neste trabalho procuramos estabelecer, de maneira provisória, uma primeira aproximação do género dos diálogos portugueses, que, entre manuscritos e impressos, está formado por um corpus de mais de cem textos diferentes. Sobre cada um deles, inserimos um conjunto de dados mínimos que servem tanto para classificá-lo dentro deste género literário quanto para contextualizá-lo: Autor, Título, Data de composição, Enunciação, Interlocutores, Matéria, Difusão manuscrita e impressa, e os seus respectivos exemplares, Outras edições, Edições modernas e uma Bibliografia mínima. Palabras clave. Catálogo. Corpus diálogos portugueses. Género dialógico.