A influência de dessensibilizantes dentinários na resistência às forças de cisalhamento de vários adesivos
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! II ! ! A INFLUÊNCIA DE DESSENSIBILIZANTES DENTINÁRIOS NA RESISTÊNCIA ÀS FORÇAS DE CISALHAMENTO DE VÁRIOS ADESIVOS ! ! ! Monografia de Investigação Médico Dentária apresentada na Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre ! ! Joana Freitas Lima de Melo e Vasconcelos ! ! ! ! ORIENTADOR Prof. Doutor César Fernando Coelho Leal da Silva Professor Associado com Agregação da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto CO-ORIENTADOR Prof. Doutor João Ricardo Cardoso Ferreira Assistente Convidado da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade do Porto ! ! ! ! Porto, 20 de Julho de 2015
III AGRADECIMENTOS Ao meu Orientador, Professor Doutor César Leal da Silva, principal impulsionador deste projecto, por todo o tempo, por todo o apoio e disponibilidade total e pela calma nos momentos de maior preocupação. Ao meu Coorientador, Professor Doutor João Ferreira, pelo apoio, dedicação e total disponibilidade na partilha do seu conhecimento científico. Ao Prof. Doutor António Magalhães por toda a dedicação e cedência das instalações e utilização dos equipamentos do seu departamento de Engenharia Mecânica do ISEP. À PEC Nordeste – Indústria de Produtos Pecuários do Norte, S.A., pela ajuda na obtenção dos Incisivos Bovinos, preciosos para a elaboração deste trabalho de investigação, e em especial à Dra. Diana Silva por todas a disponibilidade e dedicação para a agilização do processo. Ao Professor Doutor José António Pereira, pela preciosa dedicação e ajuda na elaboração na análise estatística. À Dra. Ana Mota, pela simpatia e disponibilidade na cedencia dos equipamentos no laboratório de antomia dentária. Ao Prof. Doutor Américo Afonso pela cedência das instalações e equipamentos do departamento de Anatomia Dentária da FMDUP pelo qual é responsável. À D. Fernanda, por toda a disponibilidade demonstrada para os trabalhos realizados nas instalações da pré-clínica. Aos meus Pais, por me terem ensinado a ser persistente e a lidar com os sacrifícios, pelo apoio emocional e dedicação de toda uma vida e em especial à ninha mãe por viver este processo de forma tão intensa quanto eu. Aos meus amigos, por todo o apoio e partilha de todo o tipo de momentos, e em especial à Rita Santos Silva e à Vitória Marques pela suporte incondicional nos meus momentos de desespero.
IV LISTA DE ABREVIATURAS 10-MDP 10-Metacriloiloxidecil dihidrogenofosfato % Percentagem Bis-GMA Bisfenol A glicidil metacrilato cm Centímetro cos(α) cosseno d diametro GDMA Glicol dimetacrilato HEMA 2-hidroxietil metacrilato HDDMA dimetacrilato de hexanodiol mm Milímetro MPa Megapascal N Newton PEGDMA Polietilenoglicol dimetacrilato PENTA Penta-acrilatomonofosfato pH Potencial hidrogeniónico SBS Resistência adesiva ao cisalhamento (shear bond strength) UDMA Dimetacrilato de uretano UV Ultravioleta
V ÍNDICE ÍNDICE'DE'TABELAS'......................................................................................................................'VI! ÍNDICE'DE'GRÁFICOS'..................................................................................................................'VII! ÍNDICE'DE'EQUAÇÕES'................................................................................................................'VIII! ÍNDICE'DE'FIGURAS'.......................................................................................................................'IX! RESUMO'..............................................................................................................................................'2! PALAVRAS<CHAVE'...........................................................................................................................'3! ABSTRACT'..........................................................................................................................................'4! KEYWORDS'........................................................................................................................................'5! INTRODUÇÃO'....................................................................................................................................'6! HIPERSENSIBILIDADE!DENTÁRIA!E!ADESÃO!AOS!TECIDOS!DENTÁRIOS!.................................................!6! OBJECTIVOS!........................................................................................................................................................!8! HIPÓTESES!..........................................................................................................................................................!8! MATERIAL'E'MÉTODOS'..................................................................................................................'9! RESULTADOS'..................................................................................................................................'15! DISCUSSÃO'......................................................................................................................................'18! CONCLUSÕES'..................................................................................................................................'24! REFERÊNCIAS'BIBLIOGRÁFICAS'..............................................................................................'25! ANEXOS'............................................................................................................................................'28! ANEXO!A!9!AUTORIZAÇÃO!DA!DGAV!PARA!A!RECOLA!DE!SUBPRODUTOS!..........................................!28! ANEXO!B!9!COMPOSIÇÃO!QUÍMICA!DOS!MATERIAIS!UTILIZADOS!NO!ESTUDO!....................................!30! ANEXO!C!9!PROTOCOLOS!DE!APLICAÇÃO!DOS!DESSENSIBILIZANTES!SEGUNDO!OS!!FABRICANTES!.!31! ANEXO!D!9!PROTOCOLOS!DE!APLICAÇÃO!DOS!ADESIVOS!SEGUNDO!OS!!FABRICANTES!.....................!32! ANEXO!F!9!DECLARAÇÃO!DO!ORIENTADOR!..............................................................................................!34! ANEXO!G!–!DECLARAÇÃO!DA!AUTORIA!DO!TRABALHO!...........................................................................!35! ! !
VI ! ÍNDICE DE TABELAS TABELA'I'..........................................................................................................................................'15! TABELA'II'........................................................................................................................................'15! TABELA'III'.......................................................................................................................................'15! TABELA'IV'.......................................................................................................................................'16! TABELA'V'.........................................................................................................................................'16! ! '!
VII ÍNDICE DE GRÁFICOS GRÁFICO'1'.......................................................................................................................................'17!
VIII ÍNDICE DE EQUAÇÕES EQUAÇÃO''1'....................................................................................................................................'14!
IX ÍNDICE DE FIGURAS FIGURA'1'.............................................................................................................................................'9! FIGURA'2'..........................................................................................................................................'10! FIGURA'3'..........................................................................................................................................'11! FIGURA'4'..........................................................................................................................................'11! FIGURA'5'..........................................................................................................................................'11! FIGURA'6'..........................................................................................................................................'12' FIGURA'7'..........................................................................................................................................'13! FIGURA'8'..........................................................................................................................................'19! !
! 2 RESUMO INTRODUÇÃO: Durante a preparação dentária e após a remoção do esmalte, milhares de túbulos dentinários ficam expostos, aumentando o risco potencial de lesão pulpar. Este tipo de lesões estão, normalmente, associadas à temperatura e pressão exercidas durante a rotação dos elementos de corte ou à composição química dos compostos adesivos que são agressivos para o tecido pular. A sensibilidade após a preparação dentária poderá ser eliminada com a realização de um pré-tratamento da dentina - aplicação de dessensibilizantes. Vários estudos referem o impacto da oclusão dos túbulos dentinários na força adesiva de uma restauração. Isto poderá ocorrer devido a diferentes propriedades adesivas como a elevada percentagem de fluoreto ou ao baixo pH que pode promover interações químicas com o dessensibilizante. OBJETIVO: O objetivo do presente estudo foi avaliar e comparar a capacidade adesiva e a resistência às forças de cisalhamento de três sistemas adesivos diferentes [One Coat 7 Universal (Colténe), Futurabond U (Voco), Clearfill SE BOND 2 (kuraray)], após a aplicação de dois agentes dessensibilizantes distintos e de um grupo placebo [Telio CS (Ivoclar/Vivadent), Biflouride 12, (Voco), Placebo (control group)]. O grupo placebo não teve qualquer tratamento dessensibilizante, servindo, unicamente, de grupo controlo. MATERIAIS E METODOS: Foi realizado um estudo comparativo, recorrendo a uma máquina de ensaios universal, de forma a ser possível testar a resistência às forças de cisalhamento de três sistemas adesivos diferentes. A análise estatística foi feita com recurso à ANOVA “one-way” seguida do teste post-hoc HSD de Tukey com um α=0,05 RESULTADOS: O primeiro quadro apresenta a ANOVA one-way com a “Soma dos Quadrados” e o “Quadrado Médio” para o “Entre Grupos” e “Nos Grupos”. Com uma probabilidade de erro de 5% podemos concluir que não existem diferenças significativas na resistência adesiva dos 3 sistemas utilizados após a aplicação de dessensibilizantes. DISCUSSÃO: Neste estudo os resultados obtidos tambem não foram estatisticamente significativos em nenhum dos grupos estudados, no entanto, os seus
9 Neste estudo foram utilizados 90 amostras de dentes bovinos, segundo os critérios de inclusão estipulados: dentes íntegros, sem fraturas; dentes não cariados; ápice com formação completa. Os dentes foram recolhidos nas intalações da PEC Nordest com a aprovação da Direcção Geral de Alimentação e Veterinária (Anexo 1) Os dentes foram limpos com o auxílio de um sindesmótomo, removendo todos os restos de tecido periodontal. Os dentes foram conservados num reservatório com água destilada a uma temperature de 23 +/- 2ºC. Para o desgaste das superfícies dentárias recorreu-se ao laboratório de Anatomia Dentária no qual se utilizou uma polidora Dap-8 da Struer com uma lixa de água 3M 734, um abrasivo com suporte de papel e mineral carbureto de silício, de grão P500. O desgaste foi realizado respeitando a inclinação do dente até à exposição de uma de camada dentina superior a 5mm. MATERIAL E MÉTODOS Figura 1 - Desgaste da superficie dentária na polidora.
10 Realizou-se a confeção de 90 blocos cilíndricos de resina composta a partir de um modelo predefinido em silicone com 5 mm de diâmetro e 3 mm de espessura. Aplicou-se o material no interior do modelo exercendo pressão, com cuidado para diminuir a incorporação de bolhas e falhas na estrutura. Segundo as instruções do fabricante o material pode ser fotopolimerizado com aparelhos de fotopolimerização convencionais. Quando utilizada uma fonte de luz LED com uma intensidade de luz de no mínimo 500 mW / cm2, o tempo de presa é de 20 s para as cores A1, A2, A3, A3.5, A4, B1, B2, B3, C2, D3, BL, Incisal, GA3.25 e de 40 s para as cores OA1, OA2, OA3, OA3.5, GA5. A fotopolimerização deverá ser realizada mantendo a fonte de luz o mais próxima possível da superfície da restauração. Por os blocos apresentarem uma espessura superior a 2 mm , ultrapassando as recomendações do fabricante, e por o silicone selecionado ter reduzida translucidez, aplicou-se o protocolo de polimerização de 40 s, apesar de a cor selecionada ter sido o A2. Fez-se a divisão dos espécimens em 3 grupos de 30 elementos e aplicação dos agentes dessensibilizantes conforme as instruções do fabricante (Anexo 3), sendo que um dos grupos foi destinado para o grupo placebo. Figura 2 - Confecção dos blocos de resina composta
11 Figura 3 - Aplicação dos dessensibilizantes Figura 4 - Aplicação dos adesivos
12 Dividiu-se cada um dos grupos anteriormente selecionados em 4 grupos iguais e aplicou-se os 3 sistemas de adesivos segundo as instruções do fabricante (Anexo 2). A fotopolimerização foi aplicada exercendo pressão sobre o bloco de resina, para que esta aderisse à estrutura dentária. Procedeu-se à inclusão das 90 peças dentárias em blocos de gesso com 2cm de largura. Os dentes foram incubados de forma a que o longo eixo do dente ficasse perpendicular à base do bloco. Figura 5Fotopolimerização com os bloco de resina Figura 6 - Incubação das peças dentárias em gesso
13 As amostras foram enviadas para o departamento de mecânica do ISEP (Instituto Superior de Engenharia do Porto) para testar forças de resistência adesiva ao cisalhamento na máquina de ensaios universal de precisão electromecanica, modelo AGS-X 300 kN floor da SHIMADZU. Figura 7 - Testes de resistência às forças de cisalhamento na máquina de ensaios universal
14 Aos resultados obtidos, considerando o angulo da inclinação da superfície com a com a placa de teste de 25º (valor médio obtido na medição das preparações), aplicou-se a fórmula abaixo apresentada de modo a obter a resistência à força de cisalhamento dos diferentes elementos. Para avaliar as resistências às forças de cisalhamento dos diferentes adesivos após a aplicação de dessensibilizantes recorreu-se à ANOVA “one-way” seguida do teste post-hoc HSD de Tukey. Esta análise foi aplicada aos três tipos de tratamento propostos para este estudo (aplicação de Telio CS desensitizer, de Bifluorid 10 e sem qualquer tipo de tratamento). A análise estatística foi efectuada com o software SPSS ( SPSS for Mac, versão 23.0, SPSS Inc. Chicago IL) com α=0,005. Consideraram-se estatisticamente significativos os efeitos cujo p-value foi inferior ou igual a 0,05 (p≤ 0,05) ! ! 𝑆𝐵𝑆 = 4×!𝐹×cos 𝛼 𝜋×𝑑! ! Equação 1Resistência adesiva às forças de cisalhamento considerando o angulo da inclinação da superfície
15 RESULTADOS Nas tabela 1, 2 e 3 estão descritas as características estatísticas dos diferentes grupos, incluído as respectivas médias, desvios-padrão, valores mínimos e valores máximos, para uma dada amostra (N). Na tabela IV é possivel observar a comparação das médias dos diferentes grupos através da análise de variância com a ANOVA one-way. Tabela I - Estatística descritiva One Coat Bond 7 Universal (OT, OB e OP) Tabela III - Estatística descritiva Futurabond U (FT, FB e FP) Tabela III - Estatística descritiva Clearfil SE Bond 2 (CT, CB e CP)
16 O primeiro quadro apresenta a ANOVA one-way com a “Soma dos Quadrados” e o “Quadrado Médio” para o “Entre Grupos” e “Nos Grupos”. Com uma probabilidade de erro de 5% podemos concluir que não existem diferenças significativas na resistência à adesão dos 3 diferentes adesivos com a aplicação de dessensibilizantes. Tabela V - Descrição dos grupos e respetivas abreviaturas Abreviatur a Adesivo Tratamento dessensibilizante. OT One Coat Bond 7 Universal Telio CS Desensitizer OB One Coat Bond 7 Universal Bifluorid 10 OP One Coat Bond 7 Universal Placebo FT Futurabond U Telio CS Desensitizer FB Futurabond U Bifluorid 10 FP Futurabond U Placebo CT Clearfil Se Bond 2 Telio CS Desensitizer CB Clearfil Se Bond 2 Bifluorid 10 CP Clearfil Se Bond 2 Placebo Tabela IV Teste paramétrico para compara populações: ANOVA de um Factor (one-way)
17 O grupo CP foi o que apresentou valores de resistência às forças de cisalhamento mais altos, contrariamente ao grupo OB que teve os resultados mais baixos. Todos as comparações entre grupos apresentaram um p-value superior a 0,05, não existindo diferenças significativas. Após a aplicação do Teste post-hoc de Tukey (Anexo 5) o resultado da comparação paramétrica para o dessensibilizante Telio CS Desensitizer foi de p=0,828 entre os grupos OT e FT , de p=0,092 entre OT e CT e de p=0,264 entre CT e FT. Relativamente aos grupos em que foi aplicado o Biflourid 10, obteve-se um p=0,098 para os grupos OB e FB, um p=0,64 para os grupos OB e CB e um p=0,681 para os grupos CB e FB. No grupo Placebo, a comparação entre adesivos foi de p=0,99 para os grupos OP e FP, de p=0,74 nos grupos OP e CP e p=0,97 nos grupos CP e FP. Gráfico 1Gráfico de representação comparativa dos valores médios de resistência adesica às forças de cisalhamento obtidos para os diferentes grupos 7,103! 6,031! 8,411! 6,361! 5,937! 8,195! 9,121! 7,269! 11,849! Telio!CS!Desensitizer! BiUluorid!10! Placebo! Resistência'adesiva' One!Coat!Bond!7!Universal! Futurabond!ClearUil!SE!Bond!2! ClearUil!SE!Bond!2!
18 DISCUSSÃO Durante a realização de restaurações extensas é importante ter em atenção o risco de lesão pulpar indireta. A profundidade da cavidade, a localização da margem e a estrutura dentária sã, remanescente, são fatores importantes a ter em conta para um bom prognóstico. Para evitar choques termomecânicos tem sido recomendado o selamento dos túbulos dentinários logo após a realização da preparação cavitária, com a aplicação de vernizes, soluções bactericidas, prata e/ou nitrato de potássio. (5) Actualmente, os agentes dessenssibilizantes são compostos principalmente por HEMA/glutaraldeído, oxalate e flouretos e a sua utilização está recomendada após a preparação dentária por reduzirem a hipersensibilidade dentária.(2, 9) O glutaraldeído reage com com o soro de albumina no fluido dentário e causa coagulação das proteínas dentro dos túbulos dentinários. É um composto capaz de efectuar a ligação entre os grupos amina de duas proteínas diferentes. (10) (9) Na bioquímica é bem conhecido o facto de os solventes orgânicos serem utilizados como indutores para a precipitação de proteínas. A acetona, o etanol e o polietilenoglicol são os compostos usados na maioria das situações. Se grandes quantidades de polietilenoglicol forem adicionadas às soluções proteicas, a solubilidade das proteínas vai diminuir e estas irão depositar-seEste mesmo mecanismo ocorre com o polietilenoglicol dimetacrilato que vai aumentar a precipitação das proteínas plasmáticas no interior dos túbulos dentários. (11) Vários estudos demonstram que o glutaraldeído reduz a permeabilidade dos túbulos dentinários. A combinação do polietilenoglicol dimetacrilato (responsável pela precipitação de proteinas aumentando a sua concentração e disponibilidade no local) com o glutaraldeído (que estabelece relações convalentes estáveis entre proteínas, formando correntes que vão encerrar os túbulos dentinários) reduz a permeabilidade e a incidência de sensibilidade dentária. (10) (9) O fluoreto de sódio é altamente solúvel e providencia uma rápida libertação de iões de fluoreto, que são convertidos em fluoreto de cálcio na superfície dentária suportando a remineralização. O fluoreto de cálcio, pouco solúvel, existente no verniz, aumenta a sua retenção na superfície dentária. Isto garante a fluoridação a longo prazo. A coação dos dois compostos na formação e deposição de fluoreto de
25 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Arisu HD, Dalkihc E, Uctasli MB. Effect of desensitizing agents on the microtensile bond strength of a two-step self-etch adhesive to dentin. Operative dentistry. 2011;36(2):153-61. 2. Knight NN, Lie T, Clark SM, Adams DF. Hypersensitive dentin: testing of procedures for mechanical and chemical obliteration of dentinal tubuli. Journal of periodontology. 1993;64(5):366-73. 3. Stawarczyk B, Hartmann R, Hartmann L, Roos M, Ozcan M, Sailer I, et al. The effect of dentin desensitizer on shear bond strength of conventional and selfadhesive resin luting cements after aging. Operative dentistry. 2011;36(5):492-501. 4. Pires-de-Souza Fde C, de Marco FF, Casemiro LA, Panzeri H. Desensitizing bioactive agents improves bond strength of indirect resin-cemented restorations: preliminary results. Journal of applied oral science : revista FOB. 2007;15(2):120-6. 5. Bhatia S, Krishnaswamy MM. Effect of two different dentin desensitizers on shear bond strength of two different bonding agents to dentin: an in vitro study. Indian journal of dental research : official publication of Indian Society for Dental Research. 2012;23(6):703-8. 6. Silva e Souza MH, Jr., Carneiro KG, Lobato MF, Silva e Souza Pde A, de Goes MF. Adhesive systems: important aspects related to their composition and clinical use. Journal of applied oral science : revista FOB. 2010;18(3):207-14. 7. Pei D, Liu S, Huang C, Du X, Yang H, Wang Y, et al. Effect of pretreatment with calcium-containing desensitizer on the dentine bonding of mild self-etch adhesives. European journal of oral sciences. 2013;121(3 Pt 1):204-10. 8. Acar O, Tuncer D, Yuzugullu B, Celik C. The effect of dentin desensitizers and Nd:YAG laser pre-treatment on microtensile bond strength of self-adhesive resin cement to dentin. The journal of advanced prosthodontics. 2014;6(2):88-95. 9. Wemes JC, Purdell-Lewis D, Jongebloed W, Vaalburg W. Diffusion of carbon-14-labeled formocresol and glutaraldehyde in tooth structures. Oral surgery, oral medicine, and oral pathology. 1982;54(3):341-6.
26 10. Ingham KC. Precipitation of proteins with polyethylene glycol. Methods in enzymology. 1990;182:301-6. 11. Cardoso MV, de Almeida Neves A, Mine A, Coutinho E, Van Landuyt K, De Munck J, et al. Current aspects on bonding effectiveness and stability in adhesive dentistry. Australian dental journal. 2011;56 Suppl 1:31-44. 12. Van Landuyt KL, Mine A, De Munck J, Jaecques S, Peumans M, Lambrechts P, et al. Are one-step adhesives easier to use and better performing? Multifactorial assessment of contemporary one-step self-etching adhesives. The journal of adhesive dentistry. 2009;11(3):175-90. 13. Abdalla AI, Garcia-Godoy F. Morphological characterization of single bottle adhesives and vital dentin interface. American journal of dentistry. 2002;15(1):31-4. 14. Braga RR, Meira JB, Boaro LC, Xavier TA. Adhesion to tooth structure: a critical review of "macro" test methods. Dental materials : official publication of the Academy of Dental Materials. 2010;26(2):e38-49. 15. Peumans M, Kanumilli P, De Munck J, Van Landuyt K, Lambrechts P, Van Meerbeek B. Clinical effectiveness of contemporary adhesives: a systematic review of current clinical trials. Dental materials : official publication of the Academy of Dental Materials. 2005;21(9):864-81. 16. Mobarak EH, El-Badrawy W, Pashley DH, Jamjoom H. Effect of pretest storage conditions of extracted teeth on their dentin bond strengths. The Journal of prosthetic dentistry. 2010;104(2):92-7. 17. ISO/TS. ISO/TS 11405 Dental materials - Testing of adhesion to tooth structure. International Organization for Standardization/Technical Specification. 2003. 18. Soderholm KJ, Guelmann M, Bimstein E. Shear bond strength of one 4th and two 7th generation bonding agents when used by operators with different bonding experience. The journal of adhesive dentistry. 2005;7(1):57-64. 19. Sano H, Kanemura N, Burrow MF, Inai N, Yamada T, Tagami J. Effect of operator variability on dentin adhesion: students vs. dentists. Dental materials journal. 1998;17(1):51-8. 20. Maroco J. Análise Estatística com utilização do SPSS. 3ª ed: Edições Sílabo.
27 21. Waidyasekera PG, Nikaido T, Weerasinghe DD, Tagami J. Bonding of acidetch and self-etch adhesives to human fluorosed dentine. Journal of dentistry. 2007;35(12):915-22 22. Jacques P, Hebling J. Effect of dentin conditioners on the microtensile bond strength of a conventional and a self-etching primer adhesive system. Dental materials : official publication of the Academy of Dental Materials. 2005;21(2):103-9. 23. Matsui N, Takagaki T, Sadr A, Ikeda M, Ichinose S, Nikaido T, et al. The role of MDP in a bonding resin of a two-step self-etching adhesive system. Dental materials journal. 2015;34(2):227-33. 24. Ritter AV, Swift EJ, Jr., Yamauchi M. Effects of phosphoric acid and glutaraldehyde-HEMA on dentin collagen. European journal of oral sciences. 2001;109(5):348-53.
28 ANEXOS !! ANEXO A - Autorização da DGAV para a recola de subprodutos ' ' De: Ana Patrícia Oliveira Novais Ribeiro <apri[email protected]>! Assunto: RE: Recolha de subprodutos! Data: 27 de Abril de 2015 às 14:22:33 WEST! Para: Joana Freitas Lima de Melo e Vasconcelos <[email protected]>! Cc: Fernanda Maria Fernandes Martins Inácio Santos <[email protected]>, José Maria Correia <[email protected]>, "[email protected]" <[email protected]>, "[email protected]" <[email protected]>, António Luís Barreiros Costa Silva Duarte <asduart[email protected]>! Boa!tarde, ! No!email!infra,!onde!se!lê!”!Faculdade!de!Farmácia”!deve!ler8se!Faculdade!de!Medicina!Dentária. Peço!desculpa!pelo!lapso. ! Com$os$melhores$cumprimentos. $ Ana$Patrícia$Novais Direção!Geral!de!Alimentação!e!Veterinária Direção!de!Serviços!de!Alimentação!e!Veterinária!da!Região!Norte Rua!Franca,!nº!534!–!S.!Torcato!8!48008875!Guimarães T:!(+351)!253559171!!Fax:!(+351)!253559161 !! ! De: Ana Patrícia Oliveira Novais Ribeiro Enviada: segunda-feira, 27 de Abril de 2015 12:48 Para: 'Joana Freitas Lima de Melo e Vasconcelos' Cc: Fernanda Maria Fernandes Martins Inácio Santos; José Maria Correia (jmcorr[email protected]); pecnor[email protected]; [email protected] Assunto: RE: Recolha de subprodutos Boa!tarde, Encarrega8me!o!Senhor!Diretor!de!Serviços!do!Norte,!Dr.!Alfredo!Sobral,!de!informar!o!seguinte: Em!resposta!ao!V.!e8mail!de!2015/04/27,!relativamente!ao!pedido!de!autorização!que!nos!foi!formulado!para!a! cedência!de!subprodutos!animais!de!categoria!1!do!estabelecimentos!de!abate!PEC!Nordeste!sito!em!Penafiel,! nomeadamente,!20!cabeças!de!bovino,!para!utilização!para!fins!de!investigação/didácticos,!informa8se!V.ª!Ex.ª! que!ao!abrigo!do!disposto!no!Artigo!17.º!do!Regulamento!(CE)!nº1069/2009!de!21!de!Outubro,!é!autorizada!a! utilização!de!subprodutos!animais!de!Categoria!1,!destinados!a!fins!didácticos/investigação,!pela!Faculdade!de! Farmácia!da!Universidade!do!Porto,!desde!que,!para!garante!do!controlo!dos!riscos!para!a!saúde!pública!e!animal,! sejam!cumpridas!as!seguintes!condições: !
29 ! • O!transporte!das!amostras!para!fins!de!investigação!do!local!de!origem!para!o!destino!final,!deve!ser! acompanhado!da!Guia!de!Acompanhamento!de!Subprodutos!(modelo!376/DGV),!a!qual!deve!ser!conservada! em!arquivo!por!todos!os!intervenientes!no!processo,!por!um!período!mínimo!de!dois!anos. • O!transporte!até!ao!destino!final!deve!ser!efetuado!em!veículo!ou!contentor!identificado!para!o!efeito. • O!utilizador!das!amostras!para!fins!de!investigação!deve!tomar!todas!as!medidas!necessárias!para!evitar!a! propagação!de!doenças!transmissíveis!aos!seres!humanos!ou!aos!animais,!durante!o!manuseamento!das! matérias!sob!a!sua!responsabilidade,!sobretudo!através!da!aplicação!de!boas!práticas!de!laboratório. • É!proibida!qualquer!utilização!subsequente!das!amostras!com!fins!didáticos,!para!outros!fins!que!não!o!exame! no!âmbito!de!atividades!de!formação. • O!utilizador!deve!proceder!a!um!registo!datado!das!quantidades!dos!subprodutos!enviados!para!eliminação! após!a!sua!utilização. • É!proibida!qualquer!utilização!subsequente!dos!subprodutos!animais!para!outros!fins,!que!não!o!exame!no! âmbito!de!atividades!de!investigação. • Obrigação!de!eliminar!os!subprodutos!animais!ou!produtos!derivados!com!segurança!ou!de!os!reexpedir!para!o! local!de!origem!se!for!o!caso.!! • O!utilizador!deve!proceder!a!um!registo!datado!dos!subprodutos!animais!utilizados,!que!deve!especificar!a! descrição!das!matérias,!espécie!animal,!categoria,!quantidade,!data,!local!de!origem,!nome!do!expedidor,! nome!do!utilizador!e!método!de!eliminação!das!amostras!e!de!quaisquer!produtos!derivados. ! Mais!se!informa!que,!nos!termos!do!disposto!na!alínea!a),!nº!1!do!Artigo!23º!do!supracitado!regulamento,!foi! atribuído!à!Faculdade!de!Farmácia!da!Universidade!do!Porto!como!utilizador!de!subprodutos!animais,!o!número! de!registo!N.15.061.UDER. ! Com$os$melhores$cumprimentos. $ Ana$Patrícia$Novais Direção!Geral!de!Alimentação!e!Veterinária Direção!de!Serviços!de!Alimentação!e!Veterinária!da!Região!Norte Rua!Franca,!nº!534!–!S.!Torcato!8!48008875!Guimarães T:!(+351)!253559171!!Fax:!(+351)!253559161 ! !
30 ANEXO B - Composição química dos materiais utilizados no estudo ' ' Marca Fabricante Protocolo do Fabricante Bifluorid 10 VOCO GmbH Anton-Flettner-Str. 1-3 D-27472 Cuxhaven • Etilacetato • Nitrato de celulose com alcool • Propionato isopentil • Floureto de sódio • Oleo de cravo Telio CS Desensitizer Ivoclar Vivadent AG Bendererstrasse 2 FL-9494 Schaan • Glicoldimetacrilato de polietileno • Glutaraldeído Futurabond U VOCO GmbH Anton-Flettner-Str. 1-3 D-27472 Cuxhaven • Bisfenol A glicidil metacrilato (BIS-GMA) • Metacrilato de 2-hidroxietileno (HEMA) • Dimetacrilato de hexanodiol (HDDMA) • Monomero adesivo acidico • Uretanodimetacrilato (UDMA) • Ácidos silícicos pirogénicos • Catalisador One Coat 7 Universal Coltène/Whaledent AG Feldwiesenstrasse 20 CH-9450 Altstätten • Uretano dimetacrilato (UDMA) • Metacrilato de 2-hidroxietileno (HEMA) • Fotoiniciadores • Água CLEARFIL SE BOND 2 Kuraray Noritake Inc. 1621 Sakazu, Kurashiki, Okayama 7100801, Japan Primer: • 10Metacriloiloxidecil Dihidrogenofosfato (MDP) • 2-hidroxietil metacrilato (HEMA) • Dimetacrilato alifático hidrofílica • Dl-canforquinona • Água Adesivo: • 10-Metacriloiloxidecil dihidrogenofosfato (MDP) • Bisfenol A glicidil metacrilato (BIS-GMA) • 2-hidroxietil metacrilato (HEMA) • Dimetacrilato alifático hidrofóbico • Dl-canforquinona • Iniciadores • Aceleradores • Sílica silanatada coloidal
31 ANEXO C - Protocolos de aplicação dos dessensibilizantes segundo os fabricantes ' Marca Fabricante Protocolo do Fabricante Bifluorid 10 VOCO GmbH Anton-Flettner-Str. 1-3 D-27472 Cuxhaven • Limpar e secar bem as superfícies a serem tratadas • Remova uma SingleDose pelo picotado e volte o lado impresso para cima. • Perfure através da folha com a escova de aplicação descartável. • Amplie a abertura e humedeça o pincel através de movimentos circulares. Telio CS Desensitizer Ivoclar Vivadent AG Bendererstrasse 2 FL-9494 Schaan • Limpar e secar as superficies para aplicação • Aplicar o Telio CS Desensitizer na dentina • pincelar o material sobre a dentina, durante 10 segundos, com um adequado instrumento (pincel, aplicador). • De modo cuidadoso, dispersar o excesso de material com jato de ar, até conseguir uma camada fina, e secar. • Não desidratar a dentina..
32 ANEXO D - Protocolos de aplicação dos adesivos segundo os fabricantes Marca Fabricante Protocolo do Fabricante Futurabond U VOCO GmbH Anton-Flettner-Str. 1-3 D-27472 Cuxhaven • Ativação da Futurabond U SingleDose • Aplicar o adesivo uniformemente em todas as superfícies da cavidade e friccionar 20 s com a escova de aplicação • Aplicar jato de ar seco e isento de óleo durante pelo menos 5 s para remover o solvente. • Polimerizar a camada de adesivo com um aparelho de fotopolimerização convencional durante 10 s (lâmpada LED com uma intensidade deluz>500mW/cm2). One Coat 7 Universal Coltène/Whaledent AG Feldwiesenstrasse 20 CH-9450 Altstätten • Abrir a dose única imediatamente antes da utilização. • Quebrar o bloqueio de segurança. • Esfregar o ONE COAT 7 UNIVERSAL na cavidade com uma escova de aplicação descartável durante 20 s. • Secar suavemente com ar comprimido isento de óleo durante 5 s. • Fotopolimerizar durante 10 s (unidade de polimerização de halogéneo ou LED com intensidade de luz >800 mW/cm2). Com uma intensidade de luz menor, a fotopolimerização é, consequentemente, prolongada. CLEARFIL SE BOND 2 Kuraray Noritake Inc. 1621 Sakazu, Kurashiki, Okayama 7100801, Japan Primer: • Aplicar o primer em toda as superficies da cavidade com uma escova de aplicaçao. • Esperar por 20 segundos • Secar a cavidade por mais de 5 segundos Adesivo: • Aplicar o adesino por todas as superficies da cavidade com uma escova de aplicação. • Criar uma uma camada uniforme com o ar de modo suave • Fotopolimerizar com luz led azul >800 mW/cm2 por 10 segundos.
33 ANEXO E - Teste Post-hoc de Tukey
34 ANEXO F - Declaração do Orientador