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Repositórios temáticos U.Porto: manual de procedimentos para a criação de Bibliotecas Digitais em DSpace

Barroso, Isabel,Azevedo, Marta

Abstract

Este manual tem como objectivo ilustrar de uma forma sistemática os procedimentos necessários para desenvolver e implementar bibliotecas digitais temáticas com recurso à plataforma DSpace na U. Porto. A construção de bibliotecas digitais temáticas teve como pressupostos a especificidade das colecções e respectivo público-alvo, a reutilização de meta-informação já validada em sistemas de informação paralelos, a consistência da descrição entre sistemas, a preservação dos documentos através da disponibilização de objectos digitais associados às descrições e a replicabilidade dos procedimentos estabelecidos na construção dos protótipos.

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Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 1 Universidade do Porto Repositórios Temáticos U. Porto Manual de Procedimentos para a criação de Bibliotecas Digitais em DSpace Isabel Barroso e Marta Azevedo Revisão e Prefácio Cristina Ribeiro Porto 2010 Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 2 Ficha técnica Título: Repositórios Temáticos U. Porto: manual de procedimentos para a criação de Bibliotecas Digitais em DSpace Autores: Isabel Barroso (Faculdade de Belas-Artes do Porto), Marta Azevedo (Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto) Revisão Científica: Cristina Ribeiro (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto-DEI/INESC-Porto) Outubro de 2010, 1.ª edição Universidade do Porto ISBN: 978-989-8265-45-6 Este manual resulta de um trabalho elaborado em colaboração com a Universidade Digital da U.Porto e com a equipa responsável pelo desenvolvimento do SIGARRA. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 3 Prefácio A gestão da informação numa instituição com a dimensão e a diversidade da Universidade do Porto é um desafio com muitas facetas. Nas suas unidades orgânicas a Universidade tem bibliotecas dedicadas à gestão dos materiais científicos e técnicos de apoio à sua actividade e arquivos que organizam e gerem a memória da instituição. Por outro lado a Universidade tem também um património muito rico, que tem vindo a ser exposto de diversas formas por iniciativa de unidades internas ou de instituições de interface. A integração da Universidade do Porto na comunidade científica nacional levou à sua participação no RCAAP, o Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, integrando a produção dos seus investigadores num repositório em que colabora uma parte significativa das instituições de ensino superior e de investigação nacionais. Os serviços de informação de uma universidade de grande dimensão são essenciais tanto para o apoio às suas actividades de ensino e de investigação como para a visibilidade da Universidade no exterior. Temos neste momento, com as iniciativas lançadas por bibliotecas, arquivos e centros de investigação, com a informação cada vez mais complexa disponibilizada nos sítios web das instituições e com a crescente acessibilidade à produção científica de outras universidades, um panorama em que se torna necessário fornecer aos investigadores roteiros para a informação existente e visões especializadas por áreas de investigação. Para os investigadores da Universidade do Porto este roteiro ainda não está traçado. As ferramentas postas à nossa disposição são poderosas, mas em muitos casos receia-se que, a cada nova ferramenta, a informação já existente não seja integrada, que se perca descrição pormenorizada, que caminhemos no sentido de mais informação de menor qualidade e que seja cada vez mais difícil ao investigador comum ter um mapa claro dos recursos disponíveis. Quando a Isabel Barroso e a Marta Azevedo me contactaram para que as orientasse nos trabalhos de dissertação do Mestrado em Ciência da Informação não previa que estes trabalhos viessem a ter a complexidade de realização e a riqueza de pormenor a que chegaram. A motivação para as propostas vinha do próprio local de trabalho de cada uma. A Isabel Barroso, bibliotecária na Faculdade de Belas-Artes, tinha como motivação permitir o acesso da comunidade de Belas-Artes a um património que incluía biblioteca e arquivo, tendo muito claras as necessidades de informação frequentemente transmitidas pelos seus utilizadores. A Marta Azevedo, bibliotecária na Faculdade de Ciências da Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 4 Nutrição e da Alimentação, estava à data a colaborar na preparação da homenagem da Universidade do Porto ao Doutor Emílio Peres, tendo em mão uma colecção única das suas obras. Cada uma olhou para o seu problema como um caso para o uso dos conceitos de Bibliotecas Digitais, e os trabalhos começaram a desenvolver-se nas suas vertentes conceptuais e tecnológicas. Como qualquer trabalho que se integra numa realidade complexa e tem objectivos ambiciosos, estes projectos requereram imaginação, talento e muita persistência. Os resultados estão disponíveis para serem apreciados, mas quero destacar dois aspectos em que estes trabalhos são dignos de nota. O primeiro é a determinação de usarem a informação existente nos sistemas de informação das unidades orgânicas respectivas. O segundo é o de adoptarem como infra-estrutura técnica a plataforma DSpace usada pelo Repositório Aberto da Universidade do Porto. Em qualquer dos casos, fazer um trabalho de "demonstração", totalmente sob o controlo das estudantes, teria permitido fugir a múltiplas pequenas dificuldades, imprevistos, compromissos. Não teria decerto permitido à Isabel Barroso e à Marta Azevedo ganhar a grande sensibilidade para os problemas das colecções heterogéneas e do serviço aos utilizadores que neste momento lhes reconheço. Este "Manual de Procedimentos" é a forma de a Isabel Barroso e a Marta Azevedo porem ao serviço da comunidade a sua experiência na construção de bibliotecas digitais na Universidade do Porto. O capital que acumularam de conhecimento dos diversos sistemas de informação da universidade é aqui posto generosamente à disposição dos que se vejam confrontados com problemas semelhantes. O material aqui presente permite que o trabalho realizado e já visível no chamado "Repositório Temático", que contou com o interesse e apoio da Universidade, visível na colaboração estabelecida com a Universidade Digital, possa produzir novas colecções. Espera-se que este guia torne mais fácil o caminho a percorrer por outros em tarefas que podem consumir muito tempo. Espera-se também que uma maior facilidade em expor novas colecções contribua de forma positiva para o roteiro da informação da Universidade do Porto. Cristina Ribeiro Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 5 Sumário Executivo Motivação e enquadramento O património científico e cultural da Universidade do Porto (U.Porto) é representado em sistemas e serviços de informação distintos na Universidade e, no momento presente, não é possível realizar uma pesquisa sistemática e transversal. A preservação do acervo da U.Porto e o acesso à informação de valor urgem os Serviços de Informação e Documentação nas várias unidades da U.Porto a procurarem sinergias na forma de equipas multidisciplinares para a criação e desenvolvimento de repositórios ou bibliotecas digitais, enquanto iniciativas de interesse comum e replicáveis pela colectividade. Procedeu-se à construção de dois protótipos de bibliotecas digitais temáticas com recurso à plataforma DSpace da Universidade do Porto: a BD Arte da FBAUP e a BD Alimentação e Nutrição Humana da FCNAUP. Estes protótipos nascem da necessidade de representar colecções especializadas, caracterizadas por materiais de natureza e suporte distintos e destinadas a públicos alvo definidos. Objectivo Este manual tem como objectivo ilustrar de uma forma sistemática os procedimentos necessários para desenvolver e implementar bibliotecas digitais temáticas com recurso à plataforma DSpace na U. Porto. Metodologia A construção de bibliotecas digitais temáticas teve como pressupostos a especificidade das colecções e respectivo público-alvo, a reutilização de meta-informação já validada em sistemas de informação paralelos, a consistência da descrição entre sistemas, a preservação dos documentos através da disponibilização de objectos digitais associados às descrições e a replicabilidade dos procedimentos estabelecidos na construção dos protótipos. De forma ilustrativa, abordam-se as principais operações inerentes à contrução e desenvolvimento de bibliotecas digitais temáticas na plataforma Dspace da Universidade do Porto: • Organização das colecções • Normalização da meta-informação • Depósito de documentos Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 6 • Integração de meta-informação proveniente de sistemas distintos – ALEPH, SIGARRA, INARTE. • Personalização da interface de pesquisa – formatos de visualização, índices de pesquisa e classificadores, formatos de preservação e condições de acesso aos objectos digitais. Principais resultados O manual apresenta exemplos práticos relativos a: • Colecções DSpace organizadas de forma distinta; • Recomendações para descrição e análise documental da colecção em depósito (exemplo documentos de Arquivo, gravuras); • Mapeamento de meta-informação entre sistemas distintos e procedimentos para reutilização da meta-informação proveniente de sistemas distintos para DSpace (exemplo ALEPH, SIGARRA, INARTE); • Procedimentos para personalizar a plataforma DSpace em uso na U.Porto (exemplo formatos de visualização, índices de pesquisa); • Recomendações para editar e disponibilizar objectos digitais de natureza heterogénea (exemplo documentos de texto, imagem, áudio e vídeo). Conclusões e propostas de desenvolvimento futuro A personalização da interface em uso do DSpace e a adaptação dos procedimentos existentes para transferência de registos bibliográficos entre sistemas permitiram adequar a plataforma às necessidades das bibliotecas digitais temáticas, nomeadamente a representação de documentos de natureza distinta e a pesquisa e recuperação de informação especializada, sendo que algumas das recomendações de melhoria foram já incorporadas no Repositório Aberto da U.Porto. Sugerem-se algumas propostas de trabalho futuro como por exemplo: a disponibilização de cópias de visualização de ficheiros vídeo, áudio, multimédia e documentos electrónicos estruturados em streaming ou a incorporação de funcionalidades da Web 2.0, tais como comentar, enviar a um amigo, para uma configuração interactiva da interface de pesquisa e visualização. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 7 Sumário  UPrefácioU ................................................................................................... 3 USumário ExecutivoU ..................................................................................... 5 ULista de ilustrações e de tabelasU .................................................................. 9 UIntroduçãoU ............................................................................................. 11 U1.UUPlataforma DSpaceU .......................................................................... 13 U2.UUEstrutura das colecçõesU .................................................................... 15 U2.1.UUComunidadesU ............................................................................ 15 U2.2.UUSub-comunidadesU ...................................................................... 16 U2.3.UUSub-sub-comunidadesU ................................................................ 16 U2.4.UUColecçõesU ................................................................................. 16 U2.5.UURegistosU ................................................................................... 17 U3.UUNormalização na descrição bibliográficaU .............................................. 18 U3.1.UUISAD (G) – Norma Internacional de Descrição ArquivísticaU ............... 18 U3.2.UURPC – Regras Portuguesas de CatalogaçãoU .................................... 19 U3.3.UUUNIMARC – Formato bibliográficoU ................................................. 20 U3.4.UUDC - Dublin CoreU ....................................................................... 21 U3.5.UULOM - Learning Object Metadata Standard do IEEEU ......................... 21 U4.UUDepósito de documentosU .................................................................. 28 U4.1.UUIntrodução de dados pré-definidosU ............................................... 28 U4.2.UUMapeamento de colecçõesU ........................................................... 28 U4.3.UUCaso de estudo: documentos de ArquivoU ....................................... 29 U4.3.1.UUUnidades de descrição relacionadaU .......................................... 31 U4.3.2.UULigação do documento à sérieU ................................................ 32 U4.3.3.UULigação da série ao documento / peçaU ..................................... 32 U5.UUIntegração de meta-informação no DSpaceU ......................................... 33 U5.1.UUProcedimento ALEPH> DSpaceU ..................................................... 34 U5.2.UUProcedimento SIGARRA> DSpaceU ................................................. 44 U5.3.UUProcedimento INARTE> DSpaceU ................................................... 51 U6.UUInterface de pesquisaU ...................................................................... 54 Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 8 U6.1.UUFormatos de visualizaçãoU ............................................................ 54 U6.2.UUIndices e classificadoresU ............................................................. 57 U6.3.UUDigitalização e formato dos documentosU ....................................... 60 U6.4.UUCondições de acessoU .................................................................. 64 U7.UUDesenvolvimentos futurosU ................................................................ 66 U7.1.UUWorkflow e política de acessoU ...................................................... 66 U7.2.UUMeta-informação e qualidade dos dadosU ........................................ 66 U7.3.UUAlojamento de objectos digitaisU ................................................... 67 U7.4.UUInterface de pesquisa e interacção com o utilizadorU ........................ 67 U8.UUReferências BibliográficasU ................................................................. 69 UAnexosU .................................................................................................. 71 Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 9 Lista de ilustrações e de tabelas Índice de Figuras Fig. 1 Estrutura da colecção BDArt Fig. 2 Estrutura da colecção BDNut Fig. 3 Comunidades no repositório Fig. 4 Comunidades organizadas por serviços Fig. 5 Comunidade organizadas por áreas funcionais Fig. 6 Sub-sub-comunidades da comunidade Arquivo Fig. 7 Colecções organizadas por tipologias Fig. 8 Colecções organizadas por categorias Fig. 9 Estrutura de um Registo Fig. 10 Arquivo – Ligação entre documentos recebidos por acumulação Fig. 11 Arquivo – Ligação à série Fig. 12 Arquivo – Ligação ao documento / peça Fig. 13 Mapeamento de registos para várias colecções Fig. 14 Exemplo de XML Dublin Core gerado pelo procedimento SIGARRA Fig. 15 Exemplo de um registo retirado do InArte Web Fig. 16 XML Dublin Core gerado para documentos de Museu Fig. 17 Índice – pesquisa avançada – português e inglês Fig. 18 Formatos de visualização e condições de acesso Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 16 2.2. Sub-comunidades As sub-comunidades podem corresponder a serviços (Fig. 4) ou áreas funcionais dos diferentes contextos de produção e uso da informação (Fig. 5). 2.3. Sub-sub-comunidades Relativamente ao Arquivo e tendo em conta as características inerentes à sua estrutura orgânico-funcional, considerou-se que seria importante manter, pelo menos, uma estrutura artificial. Não com o desígnio de reflectir a estrutura do arquivo, mas de beneficiar o utilizador através da visualização imediata de 3 sub-sub-comunidades, correspondendo aos fundos que o compõem. Para uma melhor orientação do utilizador, propõe-se a inserção das datas de produção nos nomes das sub-sub-comunidades de acordo com a informação constante do inventário de cada serviço. 2.4. Colecções As colecções apresentam-se organizadas por tipologias (Fig. 7) e categorias (Fig. 8) FIG. 4 – Comunidades organizadas por serviços FIG. 5 – Comunidades organizadas por áreas funcionais FIG. 6 – Sub-sub-comunidades da comunidade Arquivo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 17 2.5. Registos Cada registo exibe a posição em que se encontra na estrutura da Biblioteca Digital, bem como um identificador persistente para referenciar o registo. A navegação no conteúdo permite aceder a outros registos com a mesma entrada de autor, assunto e tipo de documento. O link “Aparece nas colecções” dá acesso ainda aos registos integrados em cada colecção. FIG. 7 – Colecções organizadas por tipologias FIG. 8 - Colecções organizadas por categorias FIG. 9 – Estrutura de um registo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 18 3. Normalização na descrição bibliográfica Dada a diversidade de documentos, procedemos a um levantamento dos padrões e normas de metadados para gestão documental. A partir deste estudo definimos a informação a preencher em cada zona de descrição (documentos de arquivo) e zona de catalogação (bibliografia) de forma integrada constituindo um núcleo de metadados a incorporar na biblioteca digital já em formato Dublin Core. Para o efeito foram consideradas as seguintes normas: 3.1. ISAD (G) – Norma Internacional de Descrição Arquivística A Norma Internacional de Descrição Arquivística ISAD (G) foi o nosso principal ponto de referência para o tratamento da documentação do arquivo. Para procedermos à descrição dos documentos de arquivo utilizamos como ferramenta de consulta as normas arquivísticas ISAD (G), complementando com o manual “Orientações para a descrição arquivística”, onde procedemos à extracção e consequente identificação dos campos comummente utilizados. Paralelamente, consultamos os manuais de utilizador dos programas de tratamento arquivístico GISA13 - Gestão Integrada de Sistemas de Arquivo e DigitArq - Produção, Conversão e Gestão de Conteúdos Digitais de Arquivo, para7percebermos a forma como as zonas de tratamento arquivístico foram previstas e organizadas, em sistemas informáticos especialmente desenhados para este tipo de material. De acordo com as normas arquivísticas a descrição da documentação deve seguir as seguintes regras: Regra geral a descrição deve ser sempre feita do geral para o particular de forma a representar o contexto e a estrutura hierárquica do fundo e das partes que o compõem; O organismo é descrito no seu todo subdividindo-se em várias unidades de descrição (secção, sub-secção, etc.). É necessário prever as ligações entre descrições de forma a tornar visível a posição que ocupa na hierarquia. (PORTUGAL. DIRECÇÃO GERAL DE ARQUIVOS. PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO, 2007, p. 20). De acordo com as normas podemos identificar 7 zonas na descrição arquivística: (Orientações para a descrição arquivística, p. 20) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 19 1 – Zona de identificação (código de referência, título, datas, nível de descrição; dimensão e suporte); 2 – Zona do contexto (Nome do produtor, história administrativa/biográfica/familiar, história custodial e arquivística, fonte imediata de aquisição ou transferência); 3 – Zona do conteúdo e estrutura (âmbito e conteúdo, avaliação, selecção e eliminação, ingressos adicionais, sistema de organização); 4 – Zona das condições de acesso e utilização (condições de acesso, condições de reprodução, idioma/escrita, características físicas e requisitos técnicos, instrumentos de descrição); 5 – Zona da documentação associada (existência e localização de originais, existência e localização de cópias, unidades de descrição relacionadas, nota de publicação); 6 – Zona das notas; 7 – Zona do controlo da descrição (nota do arquivista, regras ou convenções, data da descrição). Dos 26 elementos existentes apenas 6 são essenciais na transferência internacional de informação. 3.2. RPC – Regras Portuguesas de Catalogação O tratamento documental de bibliografia segue os princípios preconizados nas Regras Portuguesas de Catalogação prevendo o preenchimento de 8 zonas: 1 – Zona do título e menção de responsabilidade (título próprio, indicação geral da natureza do documento, título paralelo, informação de outro título e menções de responsabilidade) 2 – Zona da edição (menção da edição, menção paralela da edição, menções de responsabilidade) 3 – Zona da numeração (só para publicações periódicas) 4 – Zona do pé de imprensa (lugar de edição / distribuição, nome do editor, data da edição; lugar de impressão, nome do impressor, data de impressão) 5 – Zona da colação (paginação e/ou número de volumes, menção da ilustração, dimensões, material acompanhante) 6 – Zona da colecção (título próprio, ISSN, número do volume) 7 – Zona das notas (notas gerais, notas específicas) 8 – ISBN/ISSN (International Standard Book Number/ International Standard Serial Number) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 20 3.3. UNIMARC – Formato bibliográfico Os documentos bibliográficos são catalogados de acordo com as regras portuguesas de catalogação para tratamento de monografias, periódicos e material não livro. Informaticamente, essas regras são aplicadas através da codificação dos metadados para a linguagem UNIMARC – formato para catalogação de registos bibliográficos legíveis por computador permitindo, desta forma, a transferência de registos a nível local, nacional e internacional de acordo com a norma ISO 2709. A estrutura do Unimarc prevê 4 designadores de conteúdo: - ETIQUETA – Constituída por três caracteres numéricos que distinguem o campo. - INDICADOR DE CAMPO – Constituído por caracteres numéricos ou alfabéticos que fornecem informação adicional. - IDENTIFICAÇÃO DE SUBCAMPO – É constituído por dois caracteres para identificação de subcampos individuais dentro de um campo variável. O primeiro delimitador é sempre igual (^) e o segundo pode ser numérico ou alfabético (a, 4). -SUBCAMPO – A mais pequena unidade de informação definida dentro de um campo. Ex. 200 |Título|1 ^aWassily Kandinsky^e<a >revolution in painting O formato UNIMARC encontra-se dividido em 9 Blocos dos quais destacamos os campos principais de preenchimento: 0 Bloco de Identificação (Identificador do registo, ISBN, ISSN) 1 Bloco de Informação Codificada (dados gerais de processamento: língua, país, campos de dados codificados específicos de cada tipo de documento) 2 Bloco de Informação Descritiva (título e menção de responsabilidade, menção da Edição, numeração (publicação em série), publicação, descrição física, colecção) 3 Bloco de Notas (notas gerais, notas específicas) 4 Bloco de Entradas Relacionadas (relações entre documentos: nível do conjunto, nível de parte, suplementos, fusões) 5 Bloco de Títulos Relacionados (título uniforme, título da capa) 6 Bloco de Assuntos (entradas de assunto pessoa física, colectividade, nome comum, nome geográfico, classificação decimal universal (CDU)) 7 Bloco de Responsabilidade Intelectual (entradas de responsabilidades autor principal, secundário, entradas de responsabilidades colectivas principais e secundárias) 8 Bloco de Uso Internacional (fonte de origem, URL) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 21 9 Bloco de Uso Nacional (cota) 3.4. DC - Dublin Core O Dublin Core é um modelo de metadados da responsabilidade da DCMI (Dublin Core Metadata Initiative), que inclui um conjunto de 15 elementos de metadados para catalogação ou descrição de objectos. Os elementos não obedecem a uma inserção rígida e podem ser repetidos sempre que necessário, permitindo ao utilizador flexibilidade na introdução da informação. O DC fomenta a interoperabilidade de metadados para descrição de recursos utilizando a sintaxe XML, estabelecida na norma, e que permite mapeamentos sistemáticos de outras normas com sintaxe XML, como é o caso do formato MARC. O DC simples contém apenas 15 elementos para descrição e o qualificado inclui mais três elementos (Audiência, Proveniência e Detentor de Direitos) e os qualificadores que permitem refinar a semântica dos elementos, ou seja para um âmbito mais restrito. O DC permite a criação de novos elementos e reconhece vários tipos de materiais, desde bases de dados a imagens, vídeos, multimédia suportando vários formatos. (The Dublin Core: a simple content description model for electronic resources). Os metadados podem ser utilizados para armazenarem informação dos objectos digitais mas também para transferirem informação entre vários clientes. 3.5. LOM - Learning Object Metadata Standard do IEEE A IEEE 1484.12.1 – 2002 Standard for Learning Object Metadata (LOM) é uma norma de descrição internacionalmente reconhecida para descrever recursos educativos e materiais de divulgação produzidos no âmbito do ensino e aprendizagem formal e de extensão comunitária. Salienta-se como atributos mais expressivos deste tipo de material os atributos pedagógicos (exemplo: audiência, nível de ensino, método de ensinoaprendizagem). O material pedagógico-didáctico e de divulgação é essencialmente constituído por:diapositivos de aulas e de comunicações apresentadas em encontros científicos, cursos e sessões de educação alimentar, apontamentos diversos, guias, manuais, panfletos, jogos, entre outros, programas de televisão, programas de rádio, artigos publicados em revistas e jornais de divulgação, recortes de imprensa, e na Web. Estes Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 22 recursos foram descritos em DC tendo em conta a correspondência entre a norma LOM e os campos Dublin Core (ver Tabela 1) TABELA 1 – CORRESPONDÊNCIA ENTRE A NORMA LOM E OS CAMPOS DUBLIN CORE LOM Dublin Core Descrição 5.5: Educational. Intended end user role dc.audience Audiência 5.6:Educational.Context 5.7:Educational.TypicalAgeRange. 5.8: Educational.Difficulty dc.audience.educationLevel Nível de educação 2.3.2:LifeCycle.Contribute.Entity when 2.3.1:LifeCycle.Contribute.Role has a value of "Author". dc.contributor.author Autor/Produtor 2.3.2:LifeCycle.Contribute.Entity with the type of contribution specified in 2.3.1:LifeCycle.Contribute.Role. dc.contributor.other Outras contribuições 2.3.3:LifeCycle.Contribute.Date when 2.3.1:LifeCycle.Contribute.Role has a value of "Publisher". dc.date Data 1.4:General.Description dc.description.* Descrição/Notas gerais 4.1:Technical.Format dc.format.* Descrição física 1.1.2:General.Identifier.Entry dc.identifier.* Identificador 5.1:Educational. Interactivity Type 5.3:Educational. Interactivity Level 5.4:Educational. Semantic Density dc.instructionalMethod Método de ensinoaprendizagem 1.3:General.Language dc.language.iso Idioma ISO 2.3.2:LifeCycle.Contribute.Entity when 2.3.1:LifeCycle.Contribute.Role has a value of "Publisher". dc.publisher Editor 7.2.2:Relation.Resource.Description dc.relation.* Registos relacionados 6.3:Rights.Description dc.rights Condições de acesso 7.2:Relation.Resource when the value of 7.1:Relation.Kind is "IsBasedOn". dc.source.* Ligação ao registo do objecto analógico (ligação ao catálogo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 23 ALEPH) 1.5:General.Keyword or 9:Classification with 9.1:Classification.Purpose equals "Discipline" or "Idea". dc.subject Assunto e palavraschave 1.2:General.Title dc.title.* Título 5.2:Educational.LearningResourceType dc.type Tipo de documento Tabela única de campos para todos os sistemas Produziu-se uma tabela única, com todos os campos previstos, para todos os tipos de documentos, tendo em conta as designações atribuídas previamente pelos sistemas de informação. A maioria dos campos enquadram-se no formato Dublin Core, sendo possível a recuperação da informação pelo menos, dos dados mais importantes. As linhas a cinza marcam os campos sem correspondência no DSpace. Apesar de alguns serem específicos de cada sistema, supõe-se que na generalidade é possível introduzir a informação mais relevante para efeitos de pesquisa. Salienta-se que a tradução dos campos Dublin Core foi elaborada de forma a ser extensível a todas as comunidades. Repositórios temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 24 TABELA 2 – CAMPOS UTILIZADOS NOS VÁRIOS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO1F 2 2 Tabela ordenada pelos elementos do formato Dublin Core 3 Engloba os registos bibliográficos bem como os documentos icónicos Campos existentes nos vários sistemas (ALEPH, INARTE); Campos previstos na Norma ISAD (G); Campos seleccionados em Dublin Core; Descrição no DSpace BIBLIOTECA (ALEPH)2F 3 (Exportação) ARQUIVO ISAD (G) (Manual) MUSEU (INARTE) (Exportação) SIGARRA (Exportação) DUBLIN CORE (Campos) DSPACE (Tradução) Notas relativas a potenciais utilizadores dc.audience Audiência Orientadores dc.contributor.adviser Orientador Responsabilidade principal Nome dos Produtores Autorias Autores dc.contributor.author Autor/Produtor Responsabilidade secundária Outras contribuições Editor, Prefaciador, Revisor técnico, Tradutor dc.contributor.other Outras contribuições Cronologia dc.coverage.temporal Âmbito cronológico Data de descrição dc.date.created Data de descrição Publicação, distribuição Data de produção Ano dc.date.issued Data Data de alteração dc.date.modified Data de alteração Notas Nível de descrição; Notas Notas [Notas] dc.description Descrição Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 25 4 Este campo foi inserido posteriormente pois não fazia parte do mapeamento Resumo ou sumário Âmbito e conteúdo Resumo dc.description.abstract Resumo Descrição física Dimensão e suporte da unidade de descrição (Quantidade, volume ou extensão) Técnicas dc.format Descrição física Características dos recursos electrónicos; Dimensões do livro antigo Medidas dc.format.extent Dimensões ou duração Nota de intervenção Características físicas e requisitos técnicos dc.format.medium Características físicas e requisitos técnicos Código de referência Número de inventário dc.identifier Identificador ISBN ISBN dc.identifier.isbn ISBN ISSN ISSN dc.identifier.issn ISSN Cota Cota dc.identifier.other Localização física Notas relativas a acesso por assunto dc.intructionalMethod Método de ensino Língua do documento Idioma/escrita Língua3F 4 dc.language.iso Língua Data de acumulação dc.periodOfTime Data de acumulação História biográfica/ administrativa / custodial Historial dc.provenance Histórico do documento Publicação ou distribuição Editora, cidade dc.publisher Editor Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 32 capítulos, em Biblioteca. Optou-se por esta tradução, que por analogia se associa ao campo “Ligação ao catálogo”, mantendo-se desta forma uniformidade na apresentação da informação. (ver Anexo 4 b) 4.3.2. Ligação do documento à série Todas as séries que possuem documentos associados estão interligadas, dando a possibilidade ao utilizador de navegar entre registos subordinados e subordinantes. Procedeu-se da mesma forma colocando o título da série no campo dc.relation.ispartofseries e o título do documento/peça no campo dc.relation.isreferencedby, seguido da ligação ao URL do documento, colocado no campo dc.relation.uri. (ver Anexo 4d) 4.3.3. Ligação da série ao documento / peça Considerou-se que a melhor forma de garantir o acesso aos documentos seria colocar apenas o URL quando se trata de informação reduzida, como é o caso das ligações por acumulação ou ligações do documento à série. Tratando-se de ligações da série aos documentos, o que envolve a apresentação de um maior volume de informação e, tendo em conta que todos os documentos deverão possuir objecto digital associado, considerou-se que a melhor solução seria disponibilizar um ficheiro compactado com todos os documentos, dando a possibilidade ao utilizador de descarregar todos os ficheiros ou aceder às ligações através de um único link, persistente, para a lista de documentos associados, neste caso processos individuais de alunos existentes na Biblioteca Digital. (ver Anexo 4 e) FIG. 11 – ARQUIVO – Ligação à série Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 33 Exemplo – Os processos de aluno têm uma entrada por tipologia, neste caso concreto Processo individual aluno. Na pesquisa o utilizador tem a possibilidade de aceder a um link que remete para uma lista com todos os processos inseridos até ao momento (exemplo: “ Processos individuais associados”). Sempre que se insere um processo a lista é actualizada automaticamente, garantindo ao utilizador o acesso a uma lista ordenada alfabeticamente, por tipo de documento “Processo individual de aluno”, com os links directos aos respectivos registos. O utilizador Tem ainda a possibilidade de descarregar todos objectos digitais dos processos inseridos até ao momento em ficheiro compactado. 5. Integração de meta-informação no DSpace A estratégia de integração de meta-informação consiste na reutilização de metainformação já validada em sistemas distintos existentes na UP e tem como objectivo garantir a qualidade e consistência da descrição, evitando a duplicação de informação e de procedimentos. A operacionalização da estratégia de integração passa, em primeiro lugar, pela reutilização de procedimentos de exportação/importação entre sistemas já existentes na U.Porto no âmbito do repositório institucional e consequente adaptação às necessidades específicas das bibliotecas digitais. Os procedimentos de exportação/importação de registos entre o ALEPH (catálogo bibliográfico) e o DSpace e entre o SIGARRA (módulo de publicações) e o DSpace foram configurados de acordo com as necessidades de meta-informação de bibliotecas digitais temáticas. O primeiro tem por base a conversão de dados em linguagem UNIMARC para Dublin Core e o segundo consiste na formulação de interrogações de pesquisa ao sistema e apresentação de resultados em Dublin Core. FIG. 12 – ARQUIVO – Ligação ao documento / peça Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 34 5.1. Procedimento ALEPH> DSpace O procedimento ALEPH> DSpace tem como finalidade implementar a inserção automática de registos no DSpace com recurso a metadados criados no ALEPH e consiste em três etapas: 1. Exportação de metadados do ALEPH, em linguagem UNIMARC; 2. Conversão dos dados exportados para linguagem Dublin Core; 3. Introdução dos metadados convertidos no DSpace. 1. Exportação de metadados do ALEPH, em linguagem UNIMARC 1.1. Selecção dos campos a mapear de UNIMARC para Dublin Core Para exportar as descrições bibliográficas já inseridas no ALEPH, associadas ao objecto digital que se pretende inserir no DSpace, é necessário proceder, em primeiro lugar à selecção dos campos a preencher na catalogação UNIMARC e estabelecer a sua correspondência para Dublin Core. TABELA 4 – Campos a mapear de UNIMARC para DUBLIN CORE Campos para exportação automática UNIMARC DUBLIN CORE DESCRIÇÃO DO CAMPO BLOCO 0 010 ^a Udc.identifier.isbn ISBN 011 ^a Udc.identifier.issn ISSN BLOCO 1 101^a Udc.language.iso Língua do documento BLOCO 2 200 ^aed Udc.title Título do documento 207 ^a dc.description Numeração (periódicos) 210 ^aceg Udc.publisher Publicação, impressão 210 ^dh Udc.date.issued Data da publicação ou impressão 215 ^a Udc.format Volume do documento 215 ^d Udc.format.extent Dimensões do documento 230 ^a Udc.format.extent Características do documento Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 35 electrónico BLOCO 3 300^a Udc. description Notas Gerais 303 ^a Udc. description Notas relativas a informação descritiva 304 ^a Udc.title.alternative Título original 305 ^a dc.description Notas referentes à edição e história bibliográfica da publicação 307 ^a Udc.description 0BNotas relativas a descrição física 310 ^a Udc.rights 1BNotas relativas a encadernação e modalidades de aquisição 311 ^a dc.description Notas relativas a campos de entradas relacionadas 313 ^a dc.InstructionalMetho d Notas relativas a acesso por assunto 316 ^a Udc.description Notas: Relativas ao exemplar em presença 317 ^a Udc.description Notas: Relativas à proveniência do exemplar 318 ^a Udc.format.medium Notas: Estado de conservação do documento (aplicável ao documento antigo e arquivo) 327 ^a Udc.description Notas: Conteúdo 328 ^a Udc.description Notas: Dissertação 330 ^a Udc.description.abstrac t Notas: Resumo ou sumário 333 ^a Udc.audience Notas: Potenciais utilizadores 345 ^c Udc.type Tipo de documento BLOCO 4 421 ^adptvxy Udc.relation.haspart Suplemento 430 ^adptvxy Udc.relation.replaces Continua 440 ^adptvxy Udc.relation.isreplacedb y Continuado por 451^adptvxy Udc.relation.hasformat Outra edição no mesmo suporte 461 ^adptvxy Udc.relation.ispartof Nível de conjunto 463 ^adptvxy Udc.relation.haspart Nível de parte BLOCO 5 518^a Udc.title.alternative Actualização da grafia 545^a Udc.collection Código da colecção Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 36 BLOCO 6 600, 601 ^abcdefghxyz Udc.subject Assunto, palavras-chave Existem estes subcampos todos 606, 607 ^axyz dc.subject Assunto, palavras-chave 610^a dc.subject.other Termos de indexação não controlados BLOCO 7 700, 701, 710, 711, ^abcdefg4 Udc.contributor.author Autor principal 702, 712 ^abcdfg4 Udc.contributor.other Autor secundário 702 ^abcdfg4727 Udc.contributor.adviser Orientador BLOCO 8 856 ^u Udc.file.location Localização e acesso local DUBLIN CORE CAMPOS DE PREENCHIMENTO AUTOMÁTICO dc.identifier.uri ID Sistema Udc.date accessioned Data de depósito Udc.description.prov enance Histórico do objecto Udc.date.available Data de divulgação 001 1 dc.source.uri Ligação ao catálogo Notas: Os campos dc.collection e dc.file.location não estão previstos no DC versão qualificada, são necessários para mapear os registos exportados (e objectos digitais, quando aplicável) para as respectivas colecções no DSpace. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 37 1.2. Atribuição de códigos às colecções no DSpace TABELA 5 – CÓDIGOS DAS COLECÇÕES As comunidades no DSpace possuem em geral várias colecções. Para que os conteúdos sejam inseridos na respectiva colecção, deve ser atribuído um código a cada colecção (exemplo Tabela 5). 1.3. Introdução do código identificativo da colecção e da tipologia documental em campos UNIMARC Utilizou-se o campo 545 (título da secção) do UNIMARC para inserção dos códigos em cada colecção para se poder recuperar os registos através da pesquisa utilizando os comandos CCL (Common Language Search). O campo 345 ^c (tipo de documento) foi preenchido para indicar o tipo de documento de cada registo. O ALEPH permite a alteração de informação em bloco pelo que é possível, através de um único comando, proceder à inserção do código em todos os registos seleccionados. 1.3.1. Introdução do campo 545 Sugere-se utilizar os procedimentos descritos para realizar alterações globais de registos: a) Pesquisar utilizando comando CCL dos documentos a alterar Nome da Colecção Código Catálogos de exposições CAT.BIB Folhetos de exposições FOL.BIB Livros LIV.BIB Postais POS.BIB Revistas REV.BIB Teses e dissertações académicas TED.BIB Vídeos VID.BIB Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 38 b) Gestor de tarefas Verifica-se, a partir do histórico, que foram recuperados 6 documentos. c) Alteração dos documentos de forma global Proceder da mesma forma para as restantes colecções Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 39 d) Visualização dos documentos alterados globalmente no gestor de tarefas 1.3.2. Introdução do campo 345 Para que fique associado a cada registo a sua tipologia documental, insira de forma global, no campo 345 ^c, a indicação do tipo de documento (exemplo, livro). Exemplo de um registo. 1.3.3. Etapas para a exportação de metadados em XML Para se proceder à exportação dos metadados do ALEPH para importação no DSpace é necessário criar um ficheiro em formato MARCXML de acordo com os passos seguintes: a) Pesquisa dos documentos a exportar b) Exportação dos registos com o procedimento de ALEPH c) No gestor de tarefas copie o ficheiro TXT com os registos pesquisados, seleccionando o formato de impressão XML. Exemplo 1. Faça a pesquisa por colecção ou de forma global: Instrução de pesquisa (exemplo) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 40 WTI=POS.BIB OR WTI=CAT.BIB OR WTI=FOL.BIB OR WTI=TED.BIB OR WTI=VID.BIB OR WTI=REV.BIB OR WTI=LIV.BIB AND WSUB=FBAUP 2. No módulo de catalogação seleccione Retrieve records using CCL command – ret-03 3. Insira a expressão de pesquisa por colecção ou global 4. Download machine readable records – print 003 5. Seleccione o formato MARCXML Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 41 6. No gestor de tarefas entre na base administrativa, seleccione o formato de visualização XML. Guarde o documento TXT com codificação UTF-8 (leitura de caracteres com acentuação) 2. Conversão dos dados exportados para linguagem Dublin Core Serão importados para o DSpace os registos e metadados por colecção. Para os documentos que ainda não têm objecto digital associado (apenas um ficheiro vazio) será necessário proceder à sua associação manual. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 48 publicação) Artigos científicos e Artigos em Actas (campo relativo à Uindexação da publicaçãoU, antecedido pela expressão “Indexado em:”) Capítulos ou (Partes) de Livros (campos relativos ao Utítulo do livroU, Upáginas inicialU e Ufinal do capítulo;U informação antecedida pela expressão “Publicado em:”) Tese (campo relativo ao tipo de tese) Artigos científicos e Artigos em Actas (ex: Indexado em: ISI Web of Science) Capítulos ou (Partes) de Livros (ex: Publicado em: Food for the ageing population, p. 128-149) Tese (ex. Tese de doutoramento) Resumo em português e em inglês dc.description.abstract Resumo ISBN dc.identifier.isbn ISBN ISSN dc.identifier.issn ISSN Editora / Cidade dc.publisher Editor (ex. Porto: FCNAUP) Título da Revista, Livro, Conferência Artigos científicos, Artigos em Actas e Capítulos de Livros (campos relativos ao UTítulo da Revista Ue o UISSNU, para os artigos, o UTítulo do LivroU e o UISBNU, para os capítulos e artigos em actas) dc.relation.ispartof Revista/Livro Artigos científicos, Artigos em Actas e Capítulos de Livros (ex: Nutrition Bulletin, ISSN 14719827) Acesso dc.rights Condições de acesso (ex. Universidade) Palavra-chave dc.subject Assunto Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 49 Título Livros de Actas (os campos relativos ao Ulocal e data da conferênciaU) dc.title Título Livros de Actas (ex: Culinary Arts and Sciences VI. Global, National and Local Perspectives, Stavanger, Noruega, 23 a 27 de Junho de 2008) Tipo de documento (tabela própria) dc.type Tipo de documento Ficheiro dc.file.location Ligação ao objecto 3. Interrogações de pesquisa Identificadas as necessidades de correspondência entre os campos SIGARRA e os campos Dublin Core em uso no DSpace (bibliotecas digitais), procedeu-se à formulação de interrogações de pesquisa para serem aplicadas à base de dados das publicações da Unidade Orgânica inseridas no SIGARRA. Exemplo da BDNut: publicações validadas da autoria de Maria Daniel Vaz de Almeida, com objecto digital associado. Exemplo da BDArt: publicações validadas da autoria de Maria José Goulão, de acesso restrito, com objecto digital associado. Anexa-se o PL/SQL utilizado para fazer a interrogação apresentada no exemplo da BDNut, com a ressalva de que o código ilustra uma solução utilizada na versão de desenvolvimento (ver Anexo 9 c). A aplicação de interrogações de pesquisa à base de dados das publicações SIGARRA gera um XML Dublin Core com os resultados obtidos. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 50 4. Importação do XML Dublin Core no DSpace (bibliotecas digitais): O ficheiro XML Dublin Core gerado pelas interrogações de pesquisa deve ser remetido à equipa de Universidade Digital, sendo que o processo de importação consiste na criação de um bundle de importação para cada objecto digital repartindo o ficheiro XML Dublin Core enviado pelos respectivos directórios criados de acordo com o ID local do SIGARRA que se encontra no dc.file.location (atributo: <dcvalue element="file"qualifier="location">(…)?p_id=$id</dcvalue>). Neste momento, os bundles são importados sem bitstreams (objectos digitais) associados devido a restrições de acesso que esperamos ver contornadas através da parametrização do acesso pelo servidor DSpace ao download dos ficheiros do SIGARRA em acesso restrito. No entanto, o dc.file.location é mantido para cada objecto de forma a permitir localizar os bitstreams no SIGARRA, assegurando a ligação ao registo de origem. A exportação/importação incremental é feita através da interrogação do servidor DSpace ao servidor SIGARRA sobre a existência de alguma publicação inserida após a data da <dublin_coreschema="dc"> <dcvalueelement="contributor"qualifier="author">Rodrigues,Sara</dcvalue> <dcvalueelement="contributor"qualifier="author">Franchini,Bela</dcvalue> <dcvalueelement="contributor"qualifier="author">Graça,Pedro</dcvalue> <dcvalueelement="contributor"qualifier="author">Almeida,MariaDanielVaz de</dcvalue> <dcvalueelement="title"qualifier="none">Anewfoodguidefortheportuguese population:developmentandtechnicalconsiderations</dcvalue> <dcvalueelement="collection"qualifier="none">ART.CIENT</dcvalue> <dcvalueelement="type"qualifier="none">Artigo</dcvalue> <dcvalueelement="description"qualifier="none">PublicaçãoInternacional</dcvalue> <dcvalueelement="description"qualifier="none">Indexadoem:ISIWebof Science</dcvalue> <dcvalueelement="description"qualifier="none">Publicadoem:JournalofNutrition EducationandBehaviour,vol.38,n.º3,p.189‐195</dcvalue> <dcvalueelement="subject"qualifier="none">CiênciasdaSaúde</dcvalue> <dcvalueelement="date"qualifier="issued">2006</dcvalue> <dcvalueelement="description"qualifier="abstract">Themethodologicalapproachused forthedevelopmentofanewfoodguideforthePortuguesepopulation(…)</dcvalue> <dcvalueelement="format"qualifier="none">6p.</dcvalue> <dcvalueelement="relation"qualifier="ispartof">JournalofNutritionEducationand Behaviour,ISSN1499‐4046</dcvalue> <dcvalueelement="file" qualifier="location">http://SIGARRA.up.pt/fcnaup/publs_web.show_publ_file?p_id=4821< /dcvalue> <dcvalueelement="rights"qualifier="none">Acessorestrito(U.Porto)</dcvalue> </dublin_core> FIG. 14 – Exemplo de XML DUBLIN CORE gerado pelo procedimento SIGARRA Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 51 última interrogação, sendo que o SIGARRA gera um procedimento Web para o servidor DSpace. A exportação/importação incremental funciona através de um web service disponibilizado pelo SIGARRA. Este Web service aceita como parâmetro uma data retornando uma lista de publicações que foram inseridas ou alteradas desde essa mesma data, que serão objecto de importação no DSpace. 5.3. Procedimento INARTE> DSpace O procedimento para a exportação de objectos de InArte para Dspace ainda não está totalmente definido, pelo que se optou por proceder à identificação dos campos normalmente disponibilizados no sistema de informação InArte e mapeá-los para Dublin Core. Passos para a exportação dos registos de InArte para DSpace: 1. Mapear os campos de InArte Web para Dublin Core 2. Gerar o XML como o exemplo da Fig. 16 3. Criar pastas com os objectos digitais associados ao registo Após análise dos registos inseridos no InArte Web foram seleccionados os principais campos a mapear para Dublin Core. (note-se que outros campos podem ser adicionados). Exemplo de um registo retirado do INARTE da colecção existente no Museu da FBAUP FIG. 15 – Exemplo de um registo retirado do InArte Web Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 52 1. Mapear os campos de InArte para Dublin Core Muito embora ainda não esteja completamente definido o processo de exportação, listam-se os principais campos a mapear de acordo com a seguinte tabela: TABELA 8 – Correspondência dos campos InArte para DUBLIN CORE 7 Cronologia – “campo utilizado para registar acontecimentos, datas, etc., que compõem a história e percurso do objecto antes e após o seu carácter cronológico. (Manual In Arte Premium, p. 61). 8 Designações – “introdução de dados relativos a outras designações que não a existente na informação genérica de cada objecto”. Por exemplo, nomes de acordo com a localização geográfica, designações de carácter científico, etc. Ex. Modelo Nú; Moeda Romana (Manual In Arte Premium, p. 63). Campos IN ARTE Campos Dublin Core Tradução DSpace Nº Inventário dc. identifier Identificador Designação dc.title Título Título dc.title Título Historial dc.provenance Histórico do documento Notas dc.description Descrição Autorias dc.contributor.author Autor/Produtor Cronologia6F 7 dc.coverage.temporal Âmbito cronológico Designações7F 8 dc.subject Assunto Proprietários dc.rights.holder Detentor de copyright Técnicas dc.format Descrição física Medidas dc.format.extent Dimensões ou duração Objecto digital dc.source.uri Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 53 2. Gerar o XML como o exemplo Algumas notas e questões em aberto Inseriu-se manualmente os elementos dc.language.iso (língua), dc.source.uri (ligação ao catalogo), dc.date.issued (data), dc.type (tipo de documento) e dc.rights para condições de acesso. Conta-se poder mapear todos os elementos automaticamente num futuro próximo. 3. Criar pastas com os objectos digitais associados ao registo Para cada registo deve ser criada uma pasta com os respectivos ficheiros associados. FIG. 16 – XML DUBLIN CORE gerado para objectos de museu Repositórios temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 54 6. Interface de pesquisa 6.1. Formatos de visualização Os formatos de visualização (browse layout) podem ser alterados a partir do ficheiro DSpace.cfg da pasta config do DSpace. Ex. #webui.itemlist.columns = dc.date.issued (date), dc.title, dc.contributor.author. Podem ser incluídos os campos Data, Titulo, Autor. O formato tabular (vista de resultados) apresenta por omissão três colunas referentes à Data de Publicação, Título e Autor, sendo que apenas o título contém uma ligação de acesso directo ao documento. O formato aceita elementos simples (dc.title), com qualificador (dc.date.issued) ou com asterisco (dc.contributor.author.*). Para este último, o programa lista todas as entradas por autor com todos os qualificadores do elemento contributor. Ex. Contributor.adviser; contributor.editor; contributor.other. Os elementos podem ser categorizados no sistema de três formas: Date: o elemento vai ser indexado como um objecto data Title: o elemento vai ser interpretado como título o que produz um link directo para o documento Text: o elemento vai ser interpretado apenas como texto Por exemplo, para os documentos antigos que apresentam datas interrogadas o conteúdo do campo data deve ser categorizado como text para que esta seja interpretada e visível nos formatos de vista de resultados e simples. Formato Tabular (vista de resultados) Tendo em conta a multiplicidade de tipologias inseridas nas várias Bibliotecas Digitais, considerou-se que seria importante para o utilizador, quando faz uma pesquisa, ter acesso imediato na vista de resultados ao tipo de documentos existentes, por exemplo, sobre um determinado autor (dc.contributor.author) ou assunto (dc.subject) e paralelamente, navegar entre documentos da mesma tipologia (dc.type). Nesse pressuposto, definiu-se estes elementos para serem interpretados pelo sistema como o título que produz uma ligação directa para o documento. (ver Anexo 3 a). Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 55 Formato de visualização simples Na impossibilidade de desenvolver um formato intermédio, nomeadamente que se aproximasse do formato ISBD, com informação menos detalhada, optou-se por incluir todos os campos considerados essenciais para uma melhor compreensão da informação, registada no formato de visualização simples na língua portuguesa e inglesa (ver Tabela 9). Todas as ligações pré-definidas têm por objectivo que o utilizador possa navegar internamente no sistema (através dos índices existentes entre documentos cujo assunto, autor ou tipo de documento seja idêntico ou através de ligação a documentos (handle do sistema)), e externamente através da ligação ao catálogo bibliográfico, neste caso do sistema ALEPH, dando a possibilidade ao utilizador de obter mais informação. Note-se que, para a versão inglesa, foram apenas traduzidos os elementos seleccionados do formato de visualização simples. (ver Anexo 3 b) TABELA 9 – FORMATO DE VISUALIZAÇÃO SIMPLES (PORTUGUÊS E INGLÊS) Português Inglês Dublin Core UAutor / Produtor Author (s) dc.contributor.author UContribuição Contributor (s) dc.contributor.other UOrientador Thesis Adviser dc.contributor.adviser Título Title dc.title Outro Título Alternative title dc.title.alternative Editor Publisher dc.publisher Data Issue date dc.date.issued Data de acumulação Date of accrual dc.periodOfTime Sumário Table of contents dc.description.tableofcontents Resumo Abstract dc.description.abstract Descrição Description dc.description Histórico do documento Provenance dc.provenance UAssunto Subject dc.subject * 8F 9 ISBN ISBN dc.identifier.ISBN 9 Apresenta todos os campos de assunto preenchidos no registo. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 56 ISSN ISSN dc.identifier.ISSN Identificador Identifier dc.identifier Localização física Call number dc.identifier.other Audiência Audience dc.audience Nível de ensino Education Level dc.audience.educationLevel Método de ensino Education Method dc.instructionalMethod Condições de acesso Rights dc.rights ULigação ao Catálogo Catalogue link dc.source.uri 9F 10 Informação relacionada Related information dc.relation Documento original Original document dc.relation.isformatof Documento publicado Document published dc.relation.hasformat Revista / Livro Magazine/Journal/Book dc.relation.ispartof Artigo/Capítulo/Suplemento Article/Chapter/Supplement dc.relation.haspart Série Series dc.relation.ispartofseries Documento/Peça Document/ Piece dc.relation.isreferencedby Título anterior10F 11 Former title dc.relation.replaces Título posterior11F 12 New title dc.relation.isreplacedby Edição anterior Former edition dc.relation.isversionof Nova edição New edition dc.relation.hasversion ULigação ao Documento Document link dc.relation.uri UTipo de documento Document type dc.type 10 O link bidireccional criado no campo “Ligação ao Catálogo” (dc.source.uri) permite ao utilizador navegar do registo bibliográfico do sistema ALEPH para a Biblioteca Digital e vice-versa. Desta forma, se o utilizador pretender obter informação bibliográfica mais detalhada pode aceder ao link que remete para o catálogo. 11 Continua 12 Continuado por Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 57 Formato completo O formato completo engloba todos os campos em que foi inserida a meta-informação apresentando-se sem hiperligações. (ver Anexo 3 c). 6.2. Indices e classificadores TABELA 10 – ÍNDICES PRÉ-DEFINIDOS PELO SISTEMA DSPACE O DSpace admite a inserção de novos índices e classificadores na plataforma, no entanto as alterações têm que ser feitas a dois níveis, internamente e externamente, através da modificação dos dados, na interface de pesquisa. Por omissão, a plataforma DSpace disponibiliza 9 índices para a pesquisa avançada, que permite a pesquisa em todo o repositório ou restringe apenas a uma comunidade. Sempre que se procede a alterações no sistema, é necessário reindexá-lo, caso contrário as actualizações não são reconhecidas12F 13. Os índices que contêm um asterisco (*) à frente do elemento efectuam uma pesquisa em todos os qualificadores do elemento (por exemplo no elemento dc.subject consideram o qualificador other, classification). No que diz respeito aos classificadores o DSpace apresenta por omissão os seguintes itens: Comunidades & Colecções; Data de publicação13F 14; Autor; Título e Assunto. 13 Todo o trabalho de alteração dos índices, classificadores e formatos de visualização foram realizados em conjunto com a Universidade Digital. 14 Por uma questão de uniformização e porque nem todas as datas se referem a documentos publicados, como é o caso do livro antigo e arquivo, optou-se por colocar apenas o termo Data para o classificador. search.index.1 = any:keyword* search.index.2 = abstract:dc.description.abstract search.index.3 = series:dc.relation.ispartofseries search.index.4 = author:dc.contributor.* search.index.5 = title:dc.title.* search.index.6 = keyword:dc.subject.* search.index.7 = language:dc.language.iso search.index.8 = sponsor:dc.description.sponsorship search.index.9 = identifier:dc.identifier.other Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 64 6.4. Condições de acesso Salienta-se a título de exemplo a política adoptada pela Biblioteca Digital de Arte e pela Biblioteca Digital de Nutrição, relativamente aos critérios de acesso ao objecto digital. BDArt - Biblioteca Digital de Arte Nenhum documento se encontra restrito à impressão. Os utilizadores poderão imprimir todos os documentos em acesso público, bem como os que contêm marca d’água. Arquivo e livro antigo Todos os documentos de arquivo, em formato PDF, contêm marca d’ água com rotação 30%, 20% de opacidade e cor cinza escuro, com o nome da Instituição. Todos os objectos foram compactados para reduzir o tamanho dos ficheiros. O processo foi idêntico para os livros antigos e reservados. Salvaguardam-se os livros só com imagens, que tiveram o mesmo tratamento que os documentos em formato JPG (marca d’ água alinhada no fim da página ou no topo de forma a não interferir com a imagem). (ver Anexo 8 c) Material não-livro Relativamente a objectos de imagem tais como postais, cartazes e gravuras foi disponibilizada uma cópia pública comprimida e redimensionada para caber numa janela de 1024 x 768 pixéis (formato JPG). Apenas as gravuras têm marca d’ água alinhada à TIFF JPEG (1TIFF) PDF (> 1TIFF) TXT DOC PDF Có p ia p rivada Có p ia p ública FIG. 18 – FORMATOS DE PRESERVAÇÃO E CONDIÇÕES DE ACESSO Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 65 direita, na sua maioria, e no topo, de forma a não interferir com a imagem (ver Anexo 8 d). Todos os objectos digitais foram devidamente legendados para que o utilizador perceba, de imediato, se tem acesso ou não ao ficheiro. Através da informação introduzida no campo Condições de acesso, o utilizador poderá obter, ainda, informação sobre as restrições aplicadas a cada objecto (apenas para os documentos inseridos manualmente, os restantes, apresentam o texto cópia pública ou cópia privada na descrição do objecto). BDNutBiblioteca Digital de Nutrição A política de acesso aos documentos pertencentes à BDNut é definida pelas condições de acesso atribuídas pelos seus autores, no módulo de publicações SIGARRA, ou pelo gestor de informação para o caso do Fundo Documental Dr. Peres, na BDNut. A disponibilização dos objectos digitais é realizada de acordo com os níveis de acesso a seguir explicitados: Acesso livre – publicações de acesso público são as publicações disponíveis em plataformas de Open Access e as publicações cujas editoras permitem o auto-arquivo sem restrição de acesso; Acesso restrito (U.Porto) – publicações com acesso restrito à U.Porto são as publicações subscritas electronicamente pela U.Porto e as publicações cujas editoras permitem o arquivo em repositórios institucionais; Nota: nos casos em que o autor é o detentor da propriedade intelectual da obra (ex: trabalhos académicos, relatórios, etc), as publicações podem ser disponibilizadas online mediante a autorização do autor e de acordo com o nível de acesso definido por este. Nos restantes casos, a tomada de decisão deve ser informada pela consulta do contrato estabelecido com o autor, pela leitura das “Instruções aos Autores” fornecidas pelas editoras e revistas e pela consulta de sites especializados (ex: o Projecto SHERPA/Romeo classifica as editoras e as revistas por tipo de acesso disponibilizado Uhttp://www.sherpa.ac.uk/romeo.phpU). O nível de acesso é representado através de um vocabulário controlado e é de preenchimento obrigatório no campo dc.rights. As obras em acesso livre e os documentos devidamente autorizados serão disponibilizados em acesso público, a produção intelectual protegida pela respectiva Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 66 legislação em vigor ficará em acesso restrito, sendo que todas as obras depositadas na BDNut se encontram abrangidas pela Licença Pública Creative Commons, em uso nos Repositórios da U.Porto14F 15 e defendida pela Política de Acesso Livre (Open Access) da U.Porto (Universidade do Porto 2008b). O acesso aos objectos digitais em acesso restrito é feito mediante autenticação SIGARRA, utilizando as credenciais de rede wireless e-U já existentes. 7. Desenvolvimentos futuros Sugerem-se algumas funcionalidades consideradas de interesse para incorporação futura na interface de desenvolvimento das bibliotecas digitais temáticas em DSpace. 7.1. Workflow e política de acesso Workflow – equacionar a constituição de um grupo de trabalho na U.Porto para desenvolvimento das bibliotecas digitais. Autenticação SIGARRA - estabelecer níveis de acesso aos objectos digitais que apresentem restrições de acesso público através da autenticação já existente no sistema de informação SIGARRA da U.Porto. 7.2. Meta-informação e qualidade dos dados Meta-informação no SIGARRA - O XML Dublin Core gerado pelo procedimento SIGARRA> DSpace apresenta algumas omissões, facilmente contornáveis com a criação de novos campos específicos Sigarra, como, por exemplo, um campo de descrição da língua do documento, ou um campo de descrição da designação específica do tipo do documento (Artigo científico, Artigo de divulgação). No entanto, a descrição do assunto do documento no SIGARRA coloca-nos algumas questões na representação intelectual dos documentos, uma vez que implica a utilização de vocabulários controlados usados para a descrição de documentação científica europeia (CORDIS), o que pode colidir com a descrição por assuntos de documentação específica da área das ciências da saúde e considerada mais adequada para os documentos de uma biblioteca digital temática. 15 Creative Commons Portugal 2.5., http://creativecommons.org/international/pt/, consulta a 2009.05. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 67 Nestes casos, seria necessário criar novos campos para descrever a informação e não contemplar os campos SIGARRA relativos à área científica e palavras-chave para efeitos de exportação da meta-informação. 7.3. Alojamento de objectos digitais Streaming – Recomenda-se que a UPorto disponibilize as cópias de visualização de ficheiros vídeo, áudio, multimédia e documentos electrónicos estruturados em streaming. 7.4. Interface de pesquisa e interacção com o utilizador UPesquisa e navegação Versão multilingue – Tradução da interface de pesquisa para outras línguas para além das línguas já previstas (português e inglês) como por exemplo, o espanhol e o francês. Pesquisa simples e operadores booleanos – Utilização do operador booleano AND para relacionar dois termos na pesquisa simples, neste momento a pesquisa recorre ao operador OR para relacionar dois termos na pesquisa simples. Pesquisa avançada – aplicação de limites à pesquisa por tipo de documento, colecção/comunidade, data e intervalo temporal. Navegação entre registos – através de uma hiperligação utilizando o elemento dc.relation Vista de resultados tabular - Introdução do thumbnail e da comunidade/colecção a qual pertence o registo na vista tabular de resultados. Vista de resultados em formato simples - na lista de resultados, introdução da possibilidade de transição de registos em formato simples. Ordenação dos resultados de pesquisa – ordenação dos resultados obtidos por título, autor, tipo de documento e data. Ordenação dos resultados de navegação (classificadores) - ordenação dos resultados obtidos por título, autor, tipo de documento e data; classificador data – introdução de índice cronológico para permitir a navegação por data. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 68 UOpções de design e ergonomia Apresentação das funcionalidades de pesquisa simples e avançada no topo da página de cada comunidade para além do que já existe ao nível do repositório de todas as comunidades. UInformação e apoio ao utilizador Tutoriais – Criação de tutoriais de pesquisa e navegação nas colecções. Manipulação dos resultados e Interactividade - incorporação de icones para guardar pesquisas no cesto, enviar por e-mail, imprimir o resultado da pesquisa ou guardar num ficheiro, comentar os registos, criar alertas de pesquisas; RSS; Facebook; Twitter, entre outros. Informação estatística - apresentação de informação estatística sobre o acesso e download de um dado objecto digital associado a um determinado registo e ordenação dos resultados por indicadores de acesso e download. Software de gestão de referências bibliográficas - Exportação de referências bibliográficas com recurso a sistemas de gestão de referências (ex:EndNote). SFX – disponilização de uma ferramenta de interligação entre recursos e serviços de bibliotecas: serviço de contexto cujo objectivo é disponibilizar o conjunto de funcionalidades e mais-valias em relação a um determinado artigo/periódico pesquisado. Algumas recomendações finais A construção de bibliotecas digitais temáticas na U.Porto deve ser enquadrada na arquitectura dos sistemas de informação da Universidade, quer na transferência de registos e meta-informação já validados, quer no alojamento e disponibilização da colecção digital numa plataforma comum e deve procurar representar a natureza singular e heterogénea do património científico, cultural e artítico da U.Porto e contribuir para a sua preservação e divulgação. Os procedimentos apresentados neste manual resultam de condicionalismos actuais e podem a qualquer altura ser reformulados em harmonia com as opções estratégicas da Universidade. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 69 8. Referências Bibliográficas Azevedo, Marta Rita Gil Marques de - Biblioteca Digital de Alimentação e Nutrição Humana. Porto: [FEUP], 2009. Tese de Mestrado. Barroso, Isabel Maria e Silva - BDArt - Biblioteca Digital de Arte : Arquivo e Biblioteca : a integração de fundos de diferentes proveniências numa infraestrutura de repositório. Porto : [FEUP], 2009. Tese de Mestrado. Vol. 1: 148 p; Vol. 2: Anexos: 177 p. Barroso, Isabel; Azevedo, Marta; Ribeiro, Cristina - Thematic digital libraries at the University of Porto: metadata integration over a repository infrastructure. Research and Advanced Technology for Digital Libraries, 13th European Conference, 2009. CT 113 - Comissão Técnica Portuguesa de Normalização de Terminologia InformáticaGlossário de termos de Informática, 2008. Disponível em WWW: <Uwww.instinformatica.pt/ct113/port.htm>U. DSpace. Disponível em WWW:URL Uhttp://www.dspace.orgU Dublin Core Metadata Initiative: usageguide, 2005. Disponível em WWW: <Uhttp://dublincore.org/documents/usageguide/>U. IFLA - Manual UNIMARC: formato bibliográfico. coord. da trad. e rev. téc. Rosa Maria Galvão, Margarida Pedreiro Lopes; introd. Maria Inês Cordeiro. Lisboa: Biblioteca Nacional de Portugal, 2008. 910 p. (Publicações técnicas). ISAD(G): General International Standard Archival Description. 2nd edition. Disponível em WWW: URL Uhttp://www.ica.org/en/node/30000U. Learning Object Metadata/IEEE. [Consult. em 2009.5]. Disponível WWW:URL Uhttp://ltsc.ieee.org/wg12/U. LOC MARCTODC CROSS XSL. [Consult. em 2009.05]. Disponível em WWW: URL Uhttp://www.loc.gov/standards/marcxml/xslt/MARC21slimUtils.xslU. Permanent UNIMARC Committee. UNIMARC/Dublin Core Mapping. Disponível em WWW:URL Uhttp://www.unimarc.net/dubin-core-map.htmlU. Portugal. Direcção Geral de Arquivos. Programa de Normalização da Descrição em Arquivo; Grupo de Trabalho de Normalização da Descrição em ArquivoOrientações para a descrição arquivística. Lisboa: DGARQ, 2007. ISBN 978-972-8107-91-8. Reimão, Rute; Cruz, Maria JoãoInventário do Arquivo da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto: 1836-1957. Porto: FBAUP, 2000. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 70 Smith, MacKenzie [et al.]- DSpace: an open source dynamic digital repository. D-Lib Magazine. Vol. 9 n.º 1 (2003). Sottomayor, José Carlos, concepção e redacção - Regras de catalogação: descrição e acesso de recursos bibliográficos nas bibliotecas de Língua Portuguesa. Lisboa: B.A.D., 2008. Weibel, Stuart - The Dublin Core: a simple content description model for electronic resources. Bulletin of the American Society for Information Science. (Oct/Nov 1997). Disponível em WWW:URL Uhttp://findarticles.com/p/articles/mi_qa3633/is_199710/ai_n8767908/U. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 71 Anexos Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 72 1. Folhas de recolha a) Documentos de arquivo 1. Exemplo de um registo preenchido b) Material gráfico (gravuras e cartazes) 2. Workflow (depósito de documentos) a) Dados pré-definidos 3. Formatos de visualização a) Formato de vista de resultados b) Formato simples c) Formato completo 4. Formato de visualização simples – Arquivo (bilingue) a) Navegação entre registos com os mesmos produtores b) Ligação entre registos recebidos por acumulação c) Registo inserido ao nível da série d) Ligação do documento à série e) Ligação da série ao documento / peça 5. Formato de visualização simples – Biblioteca (bilingue) a) Livro, Catálogo, Revista b) Ligação entre revista / artigo / suplemento c) Material não-livro 6. Formato de visualização simples – Museu (bilingue) 7. Arquivo – Quadro de classificação – html 8. Formatos de Preservação e Condições de acesso a) BDNut - Documentos de texto (marca d’água) b) BDNut - Documentos de imagem (marca d’água) c) BDArt - Documentos de texto (marca d’água) d) BDArt - Documentos de imagem (marca d’água) 9. Formatos de Metadados a) Dublin Core qualificado (bilingue) b) XSL – Extensible Stylesheet Language c) PL/SQL Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 73 1. Folhas de Recolha a) Documentos de Arquivo DUBLIN CORE ISAD (G) DSPACE DESCRIÇÃO dc.identifier (Código de referência) IDENTIFICADOR dc.identifier.other COTA dc.title TÍTULO (atribuído, paralelo, formal, controlado) TÍTULO dc.title.alternative OUTRO TÍTULO dc.contributor.aut hor Nome dos produtores AUTOR/PRODUT OR dc.contributor.ot her CONTRIBUIÇÃO dc.periodOfTime Data de acumulação DATA DE ACUMULAÇÃO dc.date.issued Data de produção DATA dc.date.modified Data de alteração DATA DE ALTERAÇÃO dc.provenance História biográfica/admini strativa/ custodial HISTÓRICO DO DOCUMENTO dc.description Nível de descrição DESCRIÇÃO Nível: Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 80 2. Workflow (depósito de documentos) Passo 1 – depositar na colecção Passo 2 – Descrever o registo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 81 Passo 3 – Descrever o registo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 82 Passo 4 – Carregar o ficheiro Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 83 Passo 5 – Verificar depósito Passo 6 – Aceitar a licença Passo 7 – Validar o registo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 84 2 a. Dados pré-definidos Criar uma nova colecção com dados pré-definidos Passo 1 e 2 – descrever a colecção Passo 3 – Definir as permissões para depósito Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 85 Passo 4 – Inserir os dados pré-definidos Passo 5 - Editar a colecção Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 86 3. Formatos de visualização (bilingue) a) Formato tabular de vista de resultados Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 87 b) Formato simples Exemplo de registo exportado do ALEPH (Manuscrito) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 88 Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 89 Exemplo de registo catalogado no DSpace (Recurso Educativo/Divulgação) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 96 4. Formatos de visualização simples – Arquivo (bilingue) a) Navegação entre registos com os mesmos produtores Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 97 b) Ligação entre registos recebidos por acumulação Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 98 Unidades de descrição relacionadas Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 99 Unidades de descrição relacionadas Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 100 c) Registo inserido ao nível da série Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 101 Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 102 d) Ligação do documento à série Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 103 e) Ligação da série ao documento / peça Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 104 Lista de processos – link persistente http://repositorio.up.pt/dsdev2/jspui/browse?type=type&value=Processo+ind ividual+aluno Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 105 5. Formato de visualização simples – Biblioteca a) Livro / Catálogo / Revista Livro Catálogo Revista Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 112 8. Formatos de preservação e condições de acesso a) BDNut - Documentos de texto Exemplo Artigo de Jornal Exemplo de texto processado manualmente Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 113 b) BDNut - Documentos de imagem Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 114 c) BDArt – Documentos de texto Livro antigo Exemplo Arquivo Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 115 d) BDArt - Documentos de imagem Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 116 9. Formatos de metadados a) Dublin Core qualificado N. º Tradução Campo Descrição 1 Contribuição Udc.contributorU A person, organization, or service responsible for the content of the resource. Catch-all for unspecified contributors. 2 Orientador Udc.contributor.advisorU Use primarily for thesis advisor. 3 Autor / Produtor Udc.contributor.authorU 4 Editor literário Udc.contributor.editorU 5 Ilustrador Udc.contributor.illustratorU 6 Contribuição Udc.contributor.otherU 7 Âmbito geográfico Udc.coverage.spatialU Spatial characteristics of content. 8 Âmbito cronológico Udc.coverage.temporalU Temporal characteristics of content. 9 Udc.creatorU Do not use; only for harvested metadata. 10 Data Udc.dateU Use qualified form if possible. 11 Data de depósito Udc.date.accessionedU Date DSpace takes possession of item. 12 Data de divulgação Udc.date.availableU Date or date range item became available to the public. 13 Data de copyright Udc.date.copyrightU Date of copyright. 14 Data de descrição Udc.date.createdU Date of creation or manufacture of intellectual content if different from date.issued. 15 Data Udc.date.issuedU Date of publication or distribution. 16 Data de submissão Udc.date.submittedU Recommend for theses/dissertations. 17 Identificador Udc.identifierU Catch-all for unambiguous identifiers not defined by qualified form; use identifier. Other for a known identifier common to a local collection instead of unqualified form. 18 Citação Udc.identifier.citationU Human-readable, standard bibliographic citation of nonDSpace format of this item 19 Udc.identifier.govdocU A government document number 20 ISBN Udc.identifier.isbnU International Standard Book Number 21 ISSN Udc.identifier.issnU International Standard Serial Number 22 SICI Udc.identifier.siciU Serial Item and Contribution Identifier 23 ISMN Udc.identifier.ismnU International Standard Music Number 24 Localização física Udc.identifier.otherU A known identifier type common to a local collection. 25 Ligação n.º sistema Udc.identifier.uriU Uniform Resource Identifier 26 Descrição Udc.descriptionU Catch-all for any description not Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 117 defined by qualifiers. 27 Resumo Udc.description.abstractU Abstract or summary. 28 Histórico do objecto Udc.description.provenanceU The history of custody of the item since its creation, including any changes successive custodians made to it. 29 Patrocinador Udc.description.sponsorshipU Information about sponsoring agencies, individuals, or contractual arrangements for the item. 30 Udc.description.statementof responsibilityU To preserve statement of responsibility from MARC records. 31 Sumário Udc.description.tableofconte ntsU A table of contents for a given item. 32 ID Descrição Udc.description.uriU Uniform Resource Identifier pointing to description of this item. 33 Descrição física Udc.formatU Catch-all for any format information not defined by qualifiers. 34 Dimensões ou duração Udc.format.extentU Size or duration. 35 Características físicas e requisitos técnicos Udc.format.mediumU Physical medium. 36 Tipo de ficheiro MIME Udc.format.mimetypeU Registered MIME type identifiers. 37 Idioma/Escrita Udc.languageU Catch-all for non-ISO forms of the language of the item, accommodating harvested values. 38 Língua Udc.language.isoU Current ISO standard for language of intellectual content, including country codes (e.g. "en_US"). 39 Editor Udc.publisherU Entity responsible for publication, distribution, or imprint. 40 Informação relacionada Udc.relationU Catch-all for references to other related items. 41 Documento original Udc.relation.isformatofU References additional physical form. 42 Revista / Livro Udc.relation.ispartofU References physically or logically containing item. 43 Série Udc.relation.ispartofseriesU Series name and number within that series, if available. 44 Artigo/Capítulo/Suple mento Udc.relation.haspartU References physically or logically contained item. 45 Edição anterior Udc.relation.isversionofU References earlier version. 46 Nova edição Udc.relation.hasversionU References later version. 47 Baseado em Udc.relation.isbasedonU References source. 48 Documento/Peça Udc.relation.isreferencedbyU Pointed to by referenced resource. 49 Requisito Udc.relation.requiresU Referenced resource is required to support function, delivery, or coherence of item. 50 Título anterior (continua) Udc.relation.replacesU References preceeding item. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 118 51 Título posterior (continuado por) Udc.relation.isreplacedbyU References succeeding item. 52 Ligação ao documento Udc.relation.uriU References Uniform Resource Identifier for related item. 53 Condições de acesso Udc.rightsU Terms governing use and reproduction. 54 Ligação para as condições de acesso Udc.rights.uriU References terms governing use and reproduction. 55 Udc.sourceU Do not use; only for harvested metadata. 56 Ligação ao Catálogo Udc.source.uriU Do not use; only for harvested metadata. 57 Assunto Udc.subjectU Uncontrolled index term. 58 Classificação Udc.subject.classificationU Catch-all for value from local classification system; global classification systems will receive specific qualifier 59 Classificação DDD Udc.subject.ddcU Dewey Decimal Classification Number 60 Classificação LCC Udc.subject.lccU Library of Congress Classification Number 61 Classificação LCSH Udc.subject.lcshU Library of Congress Subject Headings 62 Classificação MESH Udc.subject.meshU MEdical Subject Headings 63 Vocabulário Udc.subject.otherU Local controlled vocabulary; global vocabularies will receive specific qualifier. 64 Título Udc.titleU Title statement/title proper. 65 Outro Título Udc.title.alternativeU Varying (or substitute) form of title proper appearing in item, e.g. abbreviation or translation 66 Tipo de documento Udc.typeU Nature or genre of content. 67 Udc.date.updatedU The last time the item was updated via the SWORD interface 68 Estado de revisão do documento Udc.description.versionU The Peer Reviewed status of an item 69 Udc.identifier.slugU a uri supplied via the sword slug header, as a suggested uri for the item 70 Udc.language.rfc3066U the rfc3066 form of the language for the item 71 Detentor de copyright Udc.rights.holderU The owner of the copyright 72 Arbitragem científica dc.peerreviewed Arbitragem cientifica 73 Versão publicada Udc.relation.publisherversio nU Versão publicada 74 Estado da publicação Udc.publicationstatuspublish edU Estado da publicação 75 Audiência Udc.Uaudience Audience: A class of entity for whom the resource is intended or useful. 76 Nível de educação dc.audience.educationLeve l Education Level: A class of entity, defined in terms of progression through an educational or training context, for which the described resource is intended. Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 119 77 Data de alteração dc.date.modified Date Modified: Date on which the resource was changed 78 Método de ensino dc.instructionalMethod Method of Instruction: A process, used to engender knowledge, attitudes and skills, that the described resource is designed to support 79 Documento publicado dc.relation.hasFormat A related resource that is substantially the same as the pre-existing described resource, but in another format. 80 Histórico do documento dc.provenance A statement of any changes in ownership and custody of the resource since its creation that is significant for its authenticity, integrity, and interpretation. 81 Data de acumulação dc.periodofTime An interval of time that is named or defined by its start and end dates Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 120 b) XSL – Extensible Stylesheet Language Transformação do ficheiro MARCXML em XML Dublin Core <?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?> <xsl:stylesheet version="1.0" xmlns:marc="http://www.loc.gov/MARC21/slim" xmlns:xsl="http://www.w3.org/1999/XSL/Transform" exclude-result-prefixes="marc"> <!--<xsl:import href="http://www.loc.gov/standards/marcxml/xslt/MARC21slimUtils.xsl"/>--> <xsl:output method="xml" encoding="UTF-8" indent="yes"/> <xsl:template match="/"> <xsl:if test="marc:collection"> <dcCollection> <xsl:for-each select="marc:collection"> <xsl:for-each select="marc:record"> <dublin_core schema="dc"> <xsl:apply-templates select="."/> </dublin_core> </xsl:for-each> </xsl:for-each> </dcCollection> </xsl:if> </xsl:template> <xsl:template match="marc:record"> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=001]/marc:subfield[@code='1']"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 121 <dcvalue element="source" qualifier="uri"> <xsl:text>http://catalogo.up.pt/F?func=findb&find_code=SYS&request=</xsl:text><xsl:value-of select="."/> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:variable name="leader" select="marc:leader"/> <xsl:variable name="leader6" select="substring($leader,7,1)"/> <xsl:variable name="leader7" select="substring($leader,8,1)"/> <xsl:variable name="controlField008" select="marc:controlfield[@tag=008]"/> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=200]"> <dcvalue element="title" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">aed</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimiter">:</xsl:withparam> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=700]|marc:datafield[@tag=710]|marc:datafield[@tag=701 ]|marc:datafield[@tag=711]"> <dcvalue element="contributor" qualifier="author"> <xsl:call-template name="subfieldSelect700"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 128 <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> <xsl:if test="marc:subfield[@code='x' or @code='y' or @code='z']"> <xsl:text>--</xsl:text> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">xyz</xsl:with-param> <xsl:with-param name="delimeter">--</xsl:with-param> </xsl:call-template> </xsl:if> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=610]"> <dcvalue element="subject" qualifier="other"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=333]"> <dcvalue element="audience" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 129 <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=300]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=303]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=304]"> <dcvalue element="title" qualifier="alternative"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 130 </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=305]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=307]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=310]"> <dcvalue element="rights" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 131 <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=311]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=313]"> <dcvalue element="instructionalMethod" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=316]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=317]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 132 <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=318]"> <dcvalue element="format" qualifier="medium"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=327]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=328]"> <dcvalue element="description" qualifier="none"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 133 </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=330]"> <dcvalue element="description" qualifier="abstract"> <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=461]"> <dcvalue element="relation" qualifier="ispartof"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">atvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=430]"> <dcvalue element="relation" qualifier="haspart"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 134 <xsl:with-param name="codes">atvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=421]"> <dcvalue element="relation" qualifier="haspart"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">atvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=440]"> <dcvalue element="relation" qualifier="haspart"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">atvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 135 </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=451]"> <dcvalue element="relation" qualifier="hasformat"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">atvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=463]"> <dcvalue element="relation" qualifier="ispartof"> <xsl:call-template name="subfieldSelect200"> <xsl:with-param name="codes">aatvdpxy</xsl:withparam> <xsl:with-param name="delimeter">, </xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=518]"> <dcvalue element="title" qualifier="alternative"> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 136 <xsl:call-template name="subfieldSelect"> <xsl:with-param name="codes">a</xsl:with-param> </xsl:call-template> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=010]"> <dcvalue element="identifier" qualifier="isbn"> <xsl:text>URN:ISBN:</xsl:text> <xsl:value-of select="marc:subfield[@code='a']"/> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=011]"> <dcvalue element="identifier" qualifier="issn"> <xsl:text>URN:ISSN:</xsl:text> <xsl:value-of select="marc:subfield[@code='a']"/> </dcvalue> </xsl:for-each> <xsl:for-each select="marc:datafield[@tag=856]/marc:subfield[@code='u']"> <dcvalue element="file" qualifier="location"> <xsl:value-of select="."/> </dcvalue> </xsl:for-each> </xsl:template> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 137 <xsl:template name="subfieldSelect200"> <xsl:param name="codes">abcdefghijklmnopqrstuvwxyz</xsl:param> <xsl:param name="delimeter"> : </xsl:param> <xsl:variable name="str"> <xsl:for-each select="marc:subfield"> <xsl:if test="contains($codes, @code)"> <xsl:value-of select="text()" /> <xsl:value-of select="$delimeter" /> </xsl:if> </xsl:for-each> </xsl:variable> <xsl:value-of select="substring($str,1,string-length($str)-string-length($delimeter))" /> </xsl:template> <xsl:template name="subfieldSelect700"> <xsl:param name="codes">abcdefghijklmnopqrstuvwxyz</xsl:param> <xsl:param name="delimeter">, </xsl:param> <xsl:variable name="str"> <xsl:for-each select="marc:subfield"> <xsl:if test="contains($codes, @code)"> <xsl:value-of select="text()" /> <xsl:value-of select="$delimeter" /> </xsl:if> Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 144 || '</dcvalue>' || CHR (10); elsif lrt_temp_acta.origem = 'N' then l_texto := l_texto || '<dcvalue element="description" qualifier="none">' || dc_encode ( 'Publicação Nacional' ) || '</dcvalue>' || CHR (10); end if; end if; IF lrt_temp_acta.titulo IS NOT NULL THEN IF lrt_temp.tipo = 'Cap.Liv' THEN l_texto := l_texto || '<dcvalue element="description" qualifier="none">' || dc_encode ( 'Publicado em: ' || lrt_temp_acta.titulo || ', p. ' || lrt_temp.pagini || ' - ' || lrt_temp.pagfim ) || '</dcvalue>' || CHR (10); ELSE lrt_temp_acta.titulo := 'Publicado em: ' || lrt_temp_acta.titulo; IF lrt_temp_acta.liv_conf_local IS NOT NULL THEN lrt_temp_acta.titulo := lrt_temp_acta.titulo || ', ' || lrt_temp_acta.liv_conf_local; END IF; IF lrt_temp_acta.liv_conf_data IS NOT NULL THEN lrt_temp_acta.titulo := lrt_temp_acta.titulo || ', ' || lrt_temp_acta.liv_conf_data; END IF; IF lrt_temp.pagini IS NOT NULL THEN lrt_temp_acta.titulo := lrt_temp_acta.titulo || ', p. ' || lrt_temp.pagini || ' - ' Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 145 || lrt_temp.pagfim; END IF; l_texto := l_texto || '<dcvalue element="description" qualifier="none">' || dc_encode (lrt_temp_acta.titulo) || '</dcvalue>' || CHR (10); END IF; END IF; IF lrt_temp.rev_nome IS NOT NULL THEN lrt_temp.rev_nome := 'Publicado em: ' || lrt_temp.rev_nome; IF lrt_temp.ex_volume IS NOT NULL THEN lrt_temp.rev_nome := lrt_temp.rev_nome || ', ' || lrt_temp.ex_volume; END IF; IF lrt_temp.ex_numero IS NOT NULL THEN lrt_temp.rev_nome := lrt_temp.rev_nome || ', ' || lrt_temp.ex_numero; END IF; IF lrt_temp.pagini IS NOT NULL THEN lrt_temp.rev_nome := lrt_temp.rev_nome || ', p.' || lrt_temp.pagini || ' - ' || lrt_temp.pagfim; END IF; l_texto := l_texto || '<dcvalue element="description" qualifier="none">' || dc_encode (lrt_temp.rev_nome) || '</dcvalue>' || CHR (10); END IF; l_texto := l_texto || '<dcvalue element="subject" qualifier="none">' || REPLACE (REPLACE (publs_util.get_areas (p_id), '<b>', NULL), '</b>', NULL ) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 146 || '</dcvalue>' || CHR (10) || '<dcvalue element="date" qualifier="issued">' || lrt_temp.ano || '</dcvalue>' || CHR (10) || '<dcvalue element="description" qualifier="abstract">' || dc_encode (lrt_temp.resumo) || '</dcvalue>' || CHR (10) || '<dcvalue element="description" qualifier="abstract">' || dc_encode (lrt_temp.abstract) || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); IF lrt_temp.liv_isbn IS NOT NULL THEN l_texto := '<dcvalue element="identifier" qualifier="isbn">' || dc_encode (lrt_temp.liv_isbn) || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF lrt_temp.rev_issn IS NOT NULL THEN l_texto := '<dcvalue element="identifier" qualifier="issn">' || dc_encode (lrt_temp.rev_issn) || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF lrt_temp.livro_id IS NOT NULL THEN l_texto := '<dcvalue element="relation" qualifier="ispartof">' || dc_encode (publs_util.get_livro_nome (lrt_temp.livro_id))||','||lrt_temp_acta.liv_isbn || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF lrt_temp.rev_nome IS NOT NULL THEN l_texto := '<dcvalue element="relation" qualifier="ispartof">' || dc_encode ( lrt_temp.rev_nome||','||lrt_temp.rev_issn) || '</dcvalue>' Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 147 || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF lrt_temp_acta.editora IS NOT NULL OR lrt_temp.editora IS NOT NULL THEN lrt_editora := publs_util.get_editora (NVL (lrt_temp.editora, lrt_temp_acta.editora ) ); IF lrt_editora.cidade IS NOT NULL THEN lrt_editora.nome := lrt_editora.cidade||': '||lrt_editora.nome; END IF; l_texto := '<dcvalue element="publisher" qualifier="none">' || dc_encode (lrt_editora.nome) || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF lrt_temp.inst_id IS NOT NULL THEN lrt_inst := inst_util.get_instituicao (lrt_temp.inst_id); IF lrt_inst.cidade IS NOT NULL THEN lrt_inst.nome := lrt_inst.nome || ', ' || lrt_inst.cidade; END IF; l_texto := '<dcvalue element="publisher" qualifier="none">' || dc_encode (lrt_inst.nome) || '</dcvalue>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; IF publs_util.is_publ_file (p_id) AND pb_file THEN l_texto := '<dcvalue element="file" qualifier="location">http://' || gessi_util.maquina || gessi_util.address_base || '/publs_web.show_publ_file?p_id=' || p_id || '</dcvalue>' Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 148 || CHR (10); l_texto := l_texto || '<dcvalue element="file" qualifier="extension">' || publs_util.get_publ_file_type (p_id) || '</dcvalue>' || CHR (10); DECLARE lv_access VARCHAR2 (50); BEGIN SELECT file_access INTO lv_access FROM todos_pubs_file WHERE ID = p_id AND ROWNUM = 1; l_texto := l_texto || '<dcvalue element="rights" qualifier="none">' || dc_encode (gessi_dominios_util.get_dominio_meaning ('PUBL_FILE_ACCESS', lv_access ) ) || '</dcvalue>' || CHR (10); END; DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); END IF; l_texto := '</dublin_core>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); DBMS_LOB.CLOSE (l_return); RETURN l_return; EXCEPTION WHEN OTHERS THEN webp.p (DBMS_UTILITY.format_error_backtrace); RAISE; END get_xml_recorset; BEGIN DBMS_LOB.createtemporary (l_return, TRUE); DBMS_LOB.OPEN (l_return, DBMS_LOB.lob_readwrite); l_texto := '<?xml version="1.0" encoding="iso-8859-1" standalone="no"?>' || CHR (10) || '<!DOCTYPE dublin_core [' || CHR (10) || '<!ENTITY % HTMLlat1 PUBLIC "-//W3C//ENTITIES Latin 1 for XHTML//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml-lat1.ent">' || CHR (10) Repositórios Temáticos U. Porto: Manual de Procedimentos Página 149 || '%HTMLlat1;' || CHR (10) || ']>' || CHR (10) || '<dcCollection>' || CHR (10); DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); FOR rec IN (SELECT DISTINCT pub_id FROM todos_pubs_file f, todos_pubs p WHERE p.autor_cod = '222800' AND f.ID = p.pub_id AND f.file_access IS NOT NULL /*ADVICE(472): Elements in the SELECT list (either columns or expressions) are not qualified by a table/view name [403] */ ) LOOP DBMS_LOB.append (l_return, get_xml_recorset (rec.pub_id)); END LOOP; l_texto := '</dcCollection>'; DBMS_LOB.writeappend (l_return, LENGTH (l_texto), l_texto); DBMS_LOB.CLOSE (l_return); web.escreve_clob (l_return); EXCEPTION WHEN OTHERS THEN webp.p (DBMS_UTILITY.format_error_backtrace); END fcnaup_xml;