Reflexo (s) do Porto: Processo para a Produção de um Guia do Azulejo na Cidade
Full text
Nisa Pereira Félix da Rocha
Materiais realiz ados na Pr odução de Refle xo(s) do
Porto: Proces so de Produ ção de um Guia do Azulejo na
Cidade
(Parte II)
Relatório de Estágio realizado no âmbito do Mestrado em História da Arte
Portuguesa, orientada pela Pro fe ssor a Doutora Lúcia Maria Cardoso Rosas
e coorientada pela Doutora Maria Augusta Marques Pires Martins (BMCM P)
Faculdade de Letras da Universidade do Porto
Setembro de 2015
Índice
2
Índice
Tabelas dos Locais ............................................................................................ 3
Fichas de Inventário dos Conjuntos Az ulejares ................................................ 50
Fichas de Inventário dos Conjuntos Az ulejares – Ruas ................................ . 901
Ficha de Inventário das Fábricas de Cerâmica ............................................ 1463
Artistas ......................................................................................................... 1527
Recolha de Informações .............................................................................. 1533
Onde Comer, Dormir e Comprar ............................................................... 1534
Museus da Cidade .................................................................................... 1540
Contactos .................................................................................................. 1543
Tabelas dos Locai s
3
Tabelas do s Locais
Tab elas dos Locais
4
Tabela 1: Registo de Locais, Morada e Freguesia(s)
Local
Morada
Freguesia
A Brasileira
Rua d e Sá d a Bandeira, nº 71
Santo Ildefonso
A Pérola do Bolhão
Rua Formosa, nº 279
Santo Ildefonso
Academia Contemporânea do Espetáculo
Praça do Coronel P acheco,
nº 1
Cedofeita
Antiga Mercearia António Manuel Gomes
Rua de General Silveira, nº34
Cedofeita
Antigo Restaurante Commercial
Rua do Infante D. He nrique,
nº 77- 79
S. Nicolau
Avenida da Boavista
Cedofeita
Massarelos
Lordelo do Ouro
Ramalde
Aldoar
Nevogilde
Avenida de Camilo
Bonfim
Avenida de França
Cedofeita
Avenida de Montevideu
Nevogilde
Avenida Rodrigues de Freitas
Bonfim
Avenida do Brasil
Nevogilde
Avenida dos Combatentes da Grande Guerra
Bonfim
Paranhos
Bazar dos Três Vinténs
Rua de Cedofeita, nº 88- 96
Cedofeita
Biblioteca Pública Municipal do Porto
Av. de Rodrigues de Freitas
Bonfim
Café Aviz
Rua de Avis, nº 27
Vitória
Café Bom Gosto 1
Rua de Alexandre Braga
Santo Ildefonso
Café Convívio
Rua do Arq uitecto M arques
da Silva, nº 303
Massarelos
Café Novo
Rua da Lapa, nº 4
Cedofeita
Café Santarém
Rua de Alexandre Braga
Santo Ildefonso
Cafetaria Sical
Praça de Dona Fili pa de
Lencastre, nº 29
Vitória
Campo dos Mártires da Pátria
Vitória
Capela das Almas de Santa Catari na
Rua de Santa Catari na, nº
428
Santo Ildefonso
Capela de Nossa Senhora da Boa Hora de
Fradelos
Rua de Guedes de A z evedo,
nº 50
Santo Ildefonso
Capela de Nossa Senhora da Saúde
Rua do Heroísmo
Campanhã
Capela de Nossa Senhora do Socorro
Rua de Antero de Quental
Cedofeita
Capela de Nossa Senhora dos Anjos
Rua dos Bragas, nº 321
Cedofeita
Capela de Santa Catarina e Senhora dos Anj os
Travessa de Luís Cruz
Lordelo do Ouro
Capela de S. Crispim e S. Crispiniano
Rua de Santos Pousada
Bonfim
Capela de S. Roque da Lameira
Rua de S. Roque da Lameira
Campanhã
Tab elas dos Locais
5
Capela do Senhor da Boa Nova
Rua de D. Manuel II
Massarelos
Casa da Música
Avenida da Boavista, nº 604 -
610
Cedofeita
Casa do Despacho da Ordem Terceira de S.
Francisco
Rua do Infante D. Henriq ue
S. Nicolau
Casa do Despacho da Veneráv el Ordem
Terceira do Carmo
Rua do Carmo
Vitória
Cemitério de Paranhos
Rua do Dr. Manuel Pereir a da
Silva
Paranhos
Companhia de Seguros Tranquilidade
Rua D. Manuel II, nº 290
Massarelos
Companhia União de Crédito Popular
Praça de Carlos Alberto
Vitória
Depósito de Materiais da Fabrica das Devesas
Rua de José Falcão
Vitória
Depósito de Sola e Cabedaes Adriano Vieira da
Silva Lima & C.ª
Rua do Ateneu Comerci al do
Porto, nº 45
Santo Ildefonso
Ermida de S. Miguel-o-Anjo
Rua do Passeio Alegre
Foz do Douro
Escola do Comércio do Porto
Rua do Rosário, nº 174
Cedofeita
Estação de Metro do Bolhão
Rua de Fernandes Tomás
Santo Ildefonso
Estação de S. Bento
Avenida de Do m Afonso
Henriques
Sé
Fonte das Oliveir as
Largo de Alberto Pimentel
Cedofeita
Fonte de Villar
Rua de Vilar e Beco de S.
Macário
Massarelos
Grande Bazar do Porto
Rua de S anta Catarina, nº 198
Santo Ildefonso
Hotel Infante Sagres
Praça D. Filipa de L encastre,
nº 62
Vitória
Hotel Peninsular
Rua de Sá da Bandeira, nº 21
Santo Ildefonso
Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Rua do Carmo
Vitória
Igreja da Trindade
Rua da Trindade, nº 115
Santo Ildefonso
Igreja de Campanhã
Rua do Falcão
Campanhã
Igreja de Nossa Senhora da Areosa
Rua da Igreja da Are osa, nº
91
Paranhos
Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Praça do Marquês, nº 111
Bonfim
Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Rua de S. Bento da Vitória
Vitória
Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorr o
Rua do Dr. Alves de Veig a
Santo Ildefonso
Igreja de Nossa Senhora do Terço e Caridade
Rua de Cimo de Vila, nº 19
Sé
Igreja de S. João Novo
Largo de S. João Novo
Miragaia
Igreja de S. José das Taipas
Travessa das Taipas
Vitória
Igreja de S. Martinho de Lordelo do Ouro
Rua das Condominhas
Lordelo do Ouro
Igreja de S. Nicolau
Rua do Infante D. Henrique,
nº 93
S. Nicolau
Igreja de S. Pedro de Mirag aia
Largo d e S. Pedro de Miragaia
Miragaia
Igreja de Santo António dos Congregados
Praça de Almeida Garrett
Sé
Igreja de Santo Ildefonso
Praça da Batalha
Santo Ildefonso
Igreja do Corpo Santo de Massarelos
Largo do Adro
Massarelos
Igreja do Mirante
Praça do Coronel Pacheco, nº
23
Cedofeita
Igreja dos Carmelitas
Rua do Carmo
Vitória
Igreja e Colégio de Nossa Senhora da
Esperança
Av. de Rodrigues de Freitas
Bonfim
Tab elas dos Locais
6
Igreja e Colégio de S. Lourenço
Largo do Dr. Pedro Vitorino
Sé
Igreja e Convento de Santa Clara
Largo do 1º de D ezembro
Sé
Igreja e Santa Casa da Misericórdia do Porto
Rua das Flores, nº 15
Vitória
Igreja Lusitana do Redentor
Rua do Visconde de Bóbeda,
nº 54
Bonfim
Igreja Nova de Ramalde
Rua da Igreja de Ramalde
Ramalde
Igreja Paroquial de Aldoar
Rua da Vilarinha
Aldoar
Igreja Paroquial de Paranhos
Rua da Igreja
Paranhos
Igreja Velha de Ramalde
Alameda de Aquilino Ribeiro
Ramalde
Igreja Velha do Carvalhido
Praça do Exército Libertador
Cedofeita
Jardim Botânico
Rua do Campo Alegre, nº
1191
Massarelos
Jornal de Notícias
Rua de Gonçalo Cristóv ão, nº
195
Santo Ildefonso
Largo de Alberto Pimentel
Cedofeita
Largo dos Lóios
Sé
Lavabos do Passeio Aleg re
Rua do Passeio Alegre
Foz do Douro
Metalúrgica Landolt
Avenida de Camilo
Bonfim
Museu Nacional de So ares dos Reis
Rua de D. Manuel II
Massarelos
Núcleo Arquitetónico da Sé do Porto
Terreiro da Sé
Sé
Padaria Flor do Paraíso
Rua do Paraíso, nº 276
Santo Ildefonso
Padaria Independente
Rua de Adol fo Casais
Monteiro, nº 117- 137
Massarelos
Padaria Palmeira
Rua de Costa Cabral, nº 757
Paranhos
Padaria Ribermel
Rua de S. João, nº 66
S. Nicolau
Painéis do Largo Alexandre Sá Pinto
Largo Alexandre Sá Pinto
Cedofeita
Painéis do Mercado do Bolhão
Rua Formosa
Santo Ildefonso
Painel à Cidade
Túnel da Ribeira
S. Nicolau
Painel da Oliva
Avenida D. Afonso Henriq ues
Sé
Painel da União Vinícola Abastecedora
Largo da Estação
Campanhã
Painel do Porto
Rua de António Carneiro
Bonfim
Painel dos Albergues Noturnos do Porto
Rua dos Mártires da
Liberdade, nº 237
Cedofeita
Painel O Melhor Café é o da Brasileira
Rua do Dr. Ricardo Jorge
Cedofeita
Palacete dos Viscondes de Balsemão
Praça de Carlos Alberto, nº 71
Vitória
Palacete Pinto Leite
Rua da Maternidade, nº 3-9
Massarelos
Palácio Atlântico
Praça de Dom João I
Santo Ildefonso
Palácio de Cristal
Rua de D. Manuel II
Massarelos
Papelaria Araújo e Sobrinho
Largo de S. Domingos, nº 50
S. Nicolau
Placas Toponímicas
Praça de Carlos Alberto
Vitória
Praça de Liége
Foz do Douro
Praça do Exército L ibe rtador
Foz do Douro
Quiosques
Zona dos Aliados
Santo Ildefonso
Residencial do Castelo de Santa Catarina
Rua de Santa Catarina, nº
1347
Santo Ildefonso
Restaurante Abadia do Porto
Rua do Ateneu Comerci al do
Porto, nº 22- 24
Santo Ildefonso
Ribeira Negra
Túnel da Ribeira
S. Nicolau
Tab elas dos Locais
7
Rua Campo do Rou
Massarelos
Rua Conde de Vizela
Vitória
Rua da Alegria
Santo Ildefonso
Bonfim
Paranhos
Rua da Assunção
Vitória
Rua da Conceição
Cedofeita
Rua da Constituição
Bonfim
Cedofeita
Paranhos
Santo Ildefonso
Rua da Fábrica
Vitória
Rua da Firmeza
Santo Ildefonso
Rua da Flora
Massarelos
Rua da Galeria de Paris
Santo Ildefonso
Rua da Prelada
Cedofeita
Rua da Restauração
Massarelos
Rua das Flores
Sé
Rua das Oliveiras
Vitória
Rua das Taipas
Vitória
S. Nicolau
Miragaia
Ruas das Virtudes
Miragaia
Rua de Adolfo Casais Monteiro
Cedofeita
Rua de Agramonte
Massarelos
Rua de Alexandre Braga
Santo Ildefonso
Rua de Antero de Quental
Cedofeita
Rua de António Cardoso
Lordelo do Ouro
Rua de António Carneiro
Bonfim
Rua de Belomonte
Miragaia
S. Nicolau
Rua de Camões
Santo Ildefonso
Rua de Cândido dos Reis
Vitória
Rua de Carlos Malheiro Dias
Bonfim
Rua de Cedofeita
Cedofeita
Vitória
Rua de Cha v es de Oliv eira
Campanhã
Rua de Cima do Muro
S. Nicolau
Rua de Costa Cabral
Paranhos
Rua de D. João IV
Bonfim
Rua de D. Manuel II
Massarelos
Rua de Diu
Foz do Douro
Rua de Faria de Guimarães
Santo Ildefonso
Paranhos
Rua de Fernandes Tomás
Santo Ildefonso
Rua de Ferreira Borges
S. Nicolau
Rua de Gonçalo Cristóvão
Santo Ildefonso
Rua de Guilherme Braga
Massarelos
Tab elas dos Locais
8
Rua de Honório Lima
Paranhos
Rua de José Falcão
Vitória
Rua de La Couture
Bonfim
Rua de Miguel Bombarda
Cedofeita
Rua de Mouzinho da Sil veira
Sé
S. Nicolau
Rua de Nossa Senhora de Fátima
Cedofeita
Rua de Oliveira Monteiro
Cedofeita
Rua de Pinto Bessa
Campanhã
Bonfim
Rua de S. Bento da Vitóri a
Vitória
Rua de S. Miguel
Vitória
Rua de S. Roque da Lameira
Campanhã
Rua de Sá da Bandeira
Santo Ildefonso
Rua de Santa Catarina
Santo Ildefonso
Rua de Santa Teresa
Vitória
Rua de Santos Pousada
Bonfim
Rua de Silva Tapada
Paranhos
Rua de Sousa Pinto
Paranhos
Rua de Sousa Viterbo
S. Nicolau
Rua de Tomás Gonzag a
Miragaia
Rua do Almada
Cedofeita
Santo Ildefonso
Vitória
Rua do Bonfim
Bonfim
Rua do Bonjardim
Santo Ildefonso
Rua do Campo dos Mártires da Pátria
Miragaia
Rua do Campo Lindo
Paranhos
Rua do Carvalhido
Cedofeita
Rua do Clube Fluvial Portuense
S. Nicolau
Rua do Dr. Alves de Veig a
Santo Ildefonso
Rua do Dr. Barbosa de Castro
Vitória
Rua do Dr. José de Figueiredo
Lordelo do Ouro
Rua do Dr. Sousa Rosa
Nevogilde
Rua do Duque de Saldanha
Bonfim
Rua do Farol
Foz do Douro
Rua do Freixo
Campanhã
Rua do Heroísmo
Campanhã
Rua do Infante D. Henriq ue
S. Nicolau
Rua do Morgado de Mateus
Bonfim
Rua do Passeio Alegre
Foz do Douro
Rua do Teatro
Foz do Douro
Rua do Vilar
Massarelos
Rua do Visconde de Bóbeda
Bonfim
Rua dos Caldeireiros
Vitória
Rua dos Clérigos
Vitória
Rua dos Mártires da Liberdade
Cedofeita
Tab elas dos Locais
9
Sinagoga do Porto
Rua de Guerra Junqueiro, nº
340
Massarelos
Travessa de Coronel Pacheco
Cedofeita
Travessa de Luís Cruz
Foz do Douro
Union des Assurances de Paris
Rua de Santa Catarina
Santo Ildefonso
Tab elas dos Locais
16
Tabela 3: Horário dos Locais
Legenda:
Horário:
Semana: Manhã (M) | Tarde ( T) | Noite (N)
Fim- de -Semana: Manhã (M) | Tarde ( T) | Noite (N)
Feriado: Manhã (M) | Tarde (T) | Noite (N)
Tab elas dos Locais
17
Local
Horário
Semana
Fim- de -Semana
Feriado
M
T
N
M
T
N
M
T
N
A Brasileira
A Pérola do Bolhão
Academia
Contemporânea do
Espetáculo
Antiga Mercearia
A. M. Gomes
Antigo Restaurante
Commercial
Avenida da
Boavista
Avenida de Camilo
Avenida de França
Avenida de
Montevideu
Avenida Rodrig ues
de Freitas
Avenida do Brasil
Avenida dos
Combatentes da
Grande Guerra
Bazar dos Três
Vinténs
Biblioteca P ública
Municipal do Porto
10:00-18:00 ( Ver., Seg-
Sex)
10:00-18: 00 (Inv., Seg)
9:00 -19:3 0 (Inv., Ter -Sex)
10:00-18:00 (V er.,
Sábado)
Café Aviz
7:30 -24:0 0 (Seg-Qua)
7:30 -1:00 (Q ui)
7:30 -2:00 ( Sex)
7:30 -2:00 ( Sáb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Café Bom Gosto 1
7:30 -19:3 0 (Seg-Sex)
7:30 -19:3 0 (Sáb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Café Convívio
Café Novo
7:30 -19:3 0 (Seg-Sex)
7:30 -19:3 0 (Sáb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Café Santarém
7:30 -19:3 0 (Seg-Sex)
7:30 -19:3 0 (Sáb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Cafetaria Sical
7:30 -19:3 0 (Seg-Sex)
8:00 -12:3 0 (Sáb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Campo dos
Mártires da Pátria
Capela das Al mas
de Santa Catarina
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
7:30 -13:0 0/15:30-1 9:00
(Seg, Ter) (I)
7:30 -19:0 0 (Qua-Sex ) (I)
7:30 -13:0 0/15:30-19:0 0
(Sáb) (I)
7:30 -13:0 0/18:00-19:0 0
(Dom) (I)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Tab elas dos Locais
18
Capela de Nossa
Senhora da Boa
Hora de Fradelos
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
7:30 -12:0 0/17:00-1 9:30
(Seg-Sex) (I)
9:30 -12:0 0 (Sáb) (I)
10:00-12:00 (Dom ) (I)
10:00-12:00 (Re ligiosos) (I)
Capela de Nossa
Senhora da Saúde
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
8:00 -12:3 0/16:30-2 0:00
(Seg-Sex) (I)
8:00 -12:3 0/16:30-20:0 0
(Sáb) (I)
7:45 -12:3 0 (Dom ) (I)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Capela de Nossa
Senhora do
Socorro
Capela de Nossa
Senhora dos Anjos
Capela d e S anta
Catarina e Senhora
dos Anjos
Capela de S.
Crispim e S.
Crispiniano
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
---
---
--
---
---
--
---
---
--
Capela de S.
Roque da Lameira
18:30-20: 00 (Seg-Sex)
18:30-20:00 (S áb)
9:30 -10:3 0 (Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Capela d o Senhor
da Boa Nova
Casa da Música
10:00-19: 00 (Seg-Sex)
10:00-19:00 (S áb)
10:00-18:00 (Dom )
10:00-18:00
Casa do Despacho
da Ordem Terceira
de S. Francisco
nov -fev: 09: 00-17:30
m ar- out: 09:00 -19 :00
jul, ago, set: 09: 00-20:00
Casa do Despacho
da Venerável
Ordem Terceira do
Carmo
Horário da Igrej a:
8:00 -12:0 0/13:00-1 8:00
(Seg, Qua)
9:00 -18:0 0 (Ter, Q ui)
9:00 -1 7:00 (Sex)
Horário da Igrej a:
9:00 -16:0 0 (Sáb)
9:00 -13:3 0 (Dom )
Horário da Igrej a:
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Cemitério de
Paranhos
9h30 -16h 30
8h00 - 17h00
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Companhia de
Seguros
Tranquilidade
Companhia União
de Crédito Popular
Depósito de
Materiais da
Fabrica das
Devesas
Depósito de Sola e
Cabedaes A driano
Vieira d a Silva Lima
& C.ª
Ermida de S.
Miguel-o-Anjo
Tab elas dos Locais
19
Escola do
Comércio do Porto
Estação de Metro
do Bolhão
6:00 -1:00
Estação de S.
Bento
5:00 -1:00
Fonte das Oliveir as
Fonte de Villar
Grande Bazar do
Porto
Hotel Infante
Sagres
Hotel Peninsular
Igreja d a Ordem
Terceira do Carmo
Igreja da Trindade
Igreja de
Campanhã
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
8:30/10:30 (M issas de
Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de Nossa
Senhora da Areosa
8:00 (Missa)
19:30 (Missa)
8 :00/19:30 (Missas de
Sáb)
8:00/10:00/12:0 0/19:00
(Missas de Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de Nossa
Senhora da
Conceição
8:00/10:00/19:1 5 (Missas)
8:30/10:30/12:0 0/19:00
(Missas)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de Nossa
Senhora da Vitória
(E)
(E)
9:00 -12:0 0/16:00-1 9:30
(T er-Sex) (I)
9:00 -12:0 0/14:30-17:0 0
(Sáb) (I)
9:00 -11:3 0 (Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de Nossa
Senhora do
Perpétuo Socorro
Igreja de Nossa
Senhora do Terço e
Caridade
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
---
---
--
---
---
--
---
---
--
Igreja de S. João
Novo
8:00 -11:0 0715:00- 17:00
16:30-18:30 (S áb)
8:00 -10:0 0 (Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de S. José
das Taipas
Igreja de S.
Martinho de
Lordelo do Ouro
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
9:00 -11:0 0/17:00-1 9:00
(Seg-Sex) (I)
9:00 -11:0 0/17:00-19:0 0
(Sáb) (I)
9:00 -12:3 0/18:00-20:0 0
(Dom) (I)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de S. Nicolau
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
9:00 -12:0 0/16:00-2 0:00
(Seg, Qua-S ex) (I)
9:00 -12:0 0/16:00-20:0 0
(Sáb) (I)
9:00 -11:0 0 (Dom ) (I)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
Tab elas dos Locais
20
Igreja de S. Pedro
de Miragaia
15:30-19: 00 (Ter- Sex)
Encerra à Segun da
15:30-19:00 (S áb)
10:00-11:30 (Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja de Santo
António dos
Congregados
Igreja de Santo
Ildefonso
Igreja do Corpo
Santo de
Massarelos
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
19:00-20: 00 (Ter) (I)
Encerrado os res tantes
dias
15:00-20:00 (S áb ) (I)
Encerra ao Dom ingo
Igreja do Mirante
Igreja dos
Carmelitas
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
7:30 -19:0 0 (I)
9:00 -18:4 5 (Sáb-Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja e Colé gio de
Nossa Senhora da
Esperança
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
8:00 -1 2:00 (Ter -Sex)
8:00 -12:0 0 (Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja e Colé gio de
S. Lourenço
10:00-19: 00 (Ter- Sex)
Encerrado à Segunda
10:00-19:00 (S áb)
Encerrado ao Domingo
Encerrado
Igreja e Convento
de Santa Clara
9:30 -1 2:00
15:30-18: 00
15:00-18:00 (S áb)
10:00-11:00 (Dom )
Encerrado
Igreja e Santa Casa
da Misericórdia do
Porto
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
9:00 -12:0 0 (SCM) (T er-
Sex)
08:00-12:00/1 4:30-17: 30
(Igreja) (T er- Sex)
9:00 -12:0 0 (SCM)
08.00-12.00/1 4.30-17.30
(Igreja)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja Lusitana do
Redentor
Igreja Nova de
Ramalde
Igreja Paroquial de
Aldoar
Igreja Paroquial de
Paranhos
8:30/19:00 (M issas)
8:30/19:00 (Sáb)
8:30/11:00/19:0 0
(Dom)
(Missas)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Igreja Velha de
Ramalde
---
---
--
---
---
--
---
---
--
Igreja Velha do
Carvalhido
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
(E)
18:00 (Missas)
8:30/10:00/12:0 0/18:00
(Missas)
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Jardim Botânico
9:00 -1 7:00
10:00-18:00
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Jornal de Notícias
Largo d e Alberto
Pimentel
Largo dos Lóios
Lavabos do
Passeio Alegre
---
---
--
---
---
--
---
---
--
Tab elas dos Locais
21
Metalúrgica
Landolt
Museu Nacional de
Soares dos Re is
14:00-18h00 (T er)
10:00-18: 00 (Qua-Sex)
Encerra à Segun da
10:00-18:00 (S áb-Dom )
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Núcleo
arquitetónico d a Sé
do Porto
Igreja – H. de Verão:
9:00 -12:3 0/14:30-1 9:00
Igreja – H. de Inverno:
9:00 -12:3 0/14:30-1 8:00
Claustros – H. de Verão:
9:00 -12:1 5/14:30-1 8:30
Claustros – H. de Inverno:
9:00 -12:1 5/14:30-1 7:30
Igreja – H. de Verão:
9:00 -12:3 0/14:30-19:0 0
Igreja – H. de Inverno:
9:00 -12:3 0/14:30-18:0 0
Claustros – H. de Verão:
9:00 -12:1 5/14:30-18:3 0
Claustros – H. de Inverno:
9:00 -12:1 5/14:30-17:3 0
Encerrados ao D om
(manhã)
Igreja – H. de Verão:
9:00 -12:3 0/14:30-19:0 0
Igreja – H. de Inverno:
9:00 -12:3 0/14:30-18:0 0
Claustros – H. de Verão:
14:30-18:30
Claustros – H. de Inverno:
14:30-17:30
Padaria Flor do
Paraíso
Padaria
Independente
Padaria Palmeira
Padaria Ribermel
Painéis do Largo
Alexandre Sá Pinto
Painéis do
Mercado d o Bolhão
07:00-17: 00
07:00-13:00 (S áb)
Encerra ao Dom ingo
Horários:
Semana e Fim - de -Sem ana
Painel à Cidade
Painel da Oliva
Painel da União
Vinícola
Abastecedora
Painel do Porto
Painel dos
Albergues
Noturnos do Porto
Painel O Melhor
Café é o da
Brasileira
Palacete dos
Viscondes de
Balsemão
9.00 -1 7.30
12:30-14:00/1 5:00-20:00
Encerra ao Dom ingo
Palacete Pinto
Leite
9:00 -1 7:30
Palácio Atlântico
Palácio de Cristal
abr -set: 8: 00-21:00
out -m ar: 8:00-19:00
Papelaria Araújo e
Sobrinho
Placas
Toponímicas
Praça de Carlos
Alberto
Tab elas dos Locais
22
Praça de Liége
Praça do Exército
Libertador
Quiosques
Residencial do
Castelo de Santa
Catarina
07:00-00:00 (I)
Restaurante
Abadia do Porto
Rua da Alegria
Rua da Assunção
Rua da Conceição
Rua da
Constituição
Rua da Fábrica
Rua da Firmeza
Rua da Flora
Rua da G aleria de
Paris
Rua da Prelada
Rua da
Restauração
Rua das Flores
Rua das Oliveiras
Rua das Taipas
Ruas das Virtudes
Rua de Adolfo
Casais Monteiro
Rua de Agramonte
Rua de A lex andre
Braga
Rua de Antero de
Quental
Rua de António
Cardoso
Rua de António
Carneiro
Rua de Belomonte
Rua de Camões
Rua de Cândido
dos Reis
Rua de Carlos
Malheiro Dias
Rua de Cedofeita
Rua de Chaves de
Oliveir a
Rua de Cima do
Muro
Tab elas dos Locais
23
Rua de Costa
Cabral
Rua de D. João IV
Rua de D. Manuel
II
Rua de Diu
Rua de Faria de
Guimarães
Rua de Fernandes
Tomás
Rua de Ferreira
Borges
Rua de Gonçalo
Cristóvão
Rua de Gu ilh erme
Braga
Rua de Honório
Lima
Rua de José
Falcão
Rua de La Couture
Rua de Miguel
Bombarda
Rua de Mouz inho
da Silveira
Rua de Nossa
Senhora de Fátima
Rua de Oliveira
Monteiro
Rua de Pinto Bessa
Rua de S. Bento
da Vitória
Rua de S. Miguel
Rua de S. Roque
da Lameira
Rua de Sá da
Bandeira
Rua de Santa
Catarina
Rua de Santa
Teresa
Rua de Santos
Pousada
Rua de Silva
Tapada
Rua de Sousa
Pinto
Rua de So usa
Viterbo
Tab elas dos Locais
24
Rua de Tomás
Gonzaga
Rua do Almada
Rua do Bonfim
Rua do Bonjardim
Rua do Campo dos
Mártires da Pátria
Rua do Campo
Lindo
Rua do Carvalhido
Rua do Clube
Fluvial Portuense
Rua do Dr. Alves
de Veiga
Rua de Santos
Pousada
Rua do Dr.
Barbosa de Castro
Rua do Dr. José de
Figueiredo
Rua do Dr. Sousa
Rosa
Rua do Duque de
Saldanha
Rua do farol
Rua do Freixo
Rua do Heroísmo
Rua do Infante D.
Henrique
Rua do Morgado
de Mateus
Rua do Passeio
Alegre
Rua do Teatro
Rua do Vilar
Rua do Visconde
de Bóbeda
Rua dos
Caldeireiros
Rua dos Clérigos
Rua dos Mártires
da Liberdade
Sinagoga do Porto
9:30 -12:3 0/14:30-1 7:30
9:30 -12:3 0/14:30-17:3 0
(Dom)
Encerra ao Sába do
Feriados J udaicos:
Encerrado
Travessa de
Coronel Pacheco
Travessa de Luís
Cruz
Tab elas dos Locais
25
Union des
Assurances de
Paris
Tab elas dos Locais
32
Tabela 5: Monumentos/Espaços Culturais, Restauração, Alojamento e
Comércio
Legenda:
Monumentos/Espaços Culturais:
Abundantes (Até 1km) (A)
Limitados (+ de 1km) (L)
Inexistentes (+ de 2km) (I)
Restauração:
Abundante (Até 1km) (A)
Limitado (+ de 1km) (L)
Inexistente (+ de 2km) (I)
Alojamento:
Abundante (Até 1km) (A)
Limitado (+ de 1km) (L)
Inexistente (+ de 2km) (I)
Comércio:
Abundante (Até 1km) (A)
Limitado (+ de 1km) (L)
Inexistente (+ de 2km) (I)
Tab elas dos Locais
33
Local
Monumentos/
Espaços
Culturais
Restauração
A lojamento
Comércio
A
L
I
A
L
I
A
L
I
A
L
I
A Brasileira
A Pérola do Bolhão
Academia Contemporânea do
Espetáculo
Antiga Mercearia António Manuel
Gomes
Antigo Restaurante Commercial
Avenida da Boavista
Avenida de Camilo
Avenida de França
Avenida Montevideu
Avenida de Rodrigues de Freitas
Avenida do Brasil
Avenida dos Combatentes da
Grande Guerra
Bazar dos Três Vinténs
Biblioteca Pública Mun icipal do
Porto
Café Aviz
Café Bom Gosto 1
Café Convívio
Café Novo
Café Santarém
Cafetaria Sical
Campo dos Mártires da Pátria
Capela das Almas de Santa
Catarina
Capela de Nossa Senhora da Boa
Hora de Fradelos
Capela da Senhora da Saúde
Capela d e Nossa Sen hora do
Socorro
Capela de Nossa Senhora dos
Anjos
Capela de Santa Catarina e
Senhora dos Anjos
Capela de S. Crispim e S.
Crispiniano
Capela de S. Roque da Lameira
Capela do Senhor da Boa Nova
Casa da Música
Casa do Despac ho da Ordem
Terceira de S. Francisco
Casa do Despacho da Venerável
Ordem Terceira do Carmo
Tab elas dos Locais
34
Cemitério de Paranhos
Companhia de Seguros
Tranquilidade
Companhia União de Crédit o
Popular
Depósito de Materiais da Fábrica
de Cerâmica das Devesas
Depósito de Sola e
Cabedae s Adriano Vieira da Silva
Lima e C.ª
Ermida de S. Miguel-o-Anjo
Escola do Comércio do Porto
Estação de Metro do Bolhão
Estação de S. Bento
Fonte das Oliveir as
Fonte de Villar
Grande Bazar do Porto
Hotel Infante Sagres
Hotel Peninsular
Igreja da Ordem Terceira do
Carmo
Igreja da Trindade
Igreja da V enerável Irm andade de
Nossa Senho ra do Terço e
Caridade
Igreja de Campanhã
Igreja de Nossa Senhora da
Areosa
Igreja de Nossa Senhora da
Conceição
Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Igreja de Nossa Senhora do
Perpétuo Socorro
Igreja de Nossa Senhora do Terço
e Caridade
Igreja de S. João Novo
Igreja de S. José da s Taipas
Igreja de S. Martinho de Lordelo do
Ouro
Igreja de S. Nicolau
Igreja de S. Pedro de Miragaia
Igreja de San to António do s
Congregados
Igreja de Santo Ildefonso
Igreja do Corpo Santo de
Massarelos
Igreja do Mirante
Igreja dos Carmelitas
Tab elas dos Locais
35
Igreja e Colégio de Nossa Senhora
da Esperança
Igreja e Colégio de S. Lourenço
Igreja e Convento de Santa Clara
Igreja e Sa nta Casa da Misericórdia
do Porto
Igreja Lusitana do Redentor
Igreja Nova de Ramalde
Igreja Paroquial de Aldoar
Igreja Paroquial de Paranhos
Igreja Velha de Ramalde
Igreja Velha do Carvalhido
Jardim Botânico
Jornal de Notícias
Largo de Alberto Pimentel
Largo dos Lóios
Lavabos do Passeio Aleg re
Metalúrgica Landolt
Museu Nacional de Soares dos
Reis
Núcleo arquitetónico da Sé do
Porto
Padaria Flor do Paraíso
Padaria Independente
Padaria Palmeira
Padaria Ribermel
Painéis do Largo Alexandre Sá
Pinto
Painéis do Mercado do Bolhão
Painel à Cidade
Painel da Oliva
Painel da União Vinícola
Abastecedora
Painel do Porto
Painel do s Albergues Noturnos do
Porto
Painel O Melhor Café é o da
Brasileira
Palacete dos Viscondes de
Balsemão
Palacete Pinto Leite
Palácio Atlântico
Palácio de Cristal
Papelaria Araújo e Sobrinho
Placas Toponímicas
Praça de Carlos Alberto
Praça de Liége
Praça do Exército Libertador
Quiosques
Tab elas dos Locais
36
Residencial do Castelo d e Santa
Catarina
Restaurante Abadia do Porto
Ribeira Negra
Rua Campo do Rou
Rua Conde de Vizela
Rua da Alegria
Rua da Assunção
Rua da Conceição
Rua da Constituição
Rua da Fábrica
Rua da Firmeza
Rua da Flora
Rua da Galeria de Paris
Rua da Prelada
Rua da Restauração
Rua das Flores
Rua das Oliveiras
Rua das Taipas
Ruas das Virtudes
Rua de Adolfo C asais Monteiro
Rua de Agramonte
Rua de Alexandre Braga
Rua de Antero de Quental
Rua de António Cardoso
Rua de António Carneiro
Rua de Belomonte
Rua de Camões
Rua de Cândido dos Reis
Rua de Carlos Malheiro Dias
Rua de Cedofeita
Rua de Chaves de Oliv eira
Rua de Cima do Muro
Rua de Costa Cab ral
Rua de D. João IV
Rua de D. Manuel II
Rua de Diu
Rua de Faria de Guimarães
Rua de Fernandes Tomás
Rua de Ferreira Borges
Rua de Gonçalo Cristóvão
Rua de Guilherme Braga
Rua de Honório Lima
Rua de José Falcão
Rua de La Couture
Rua de Miguel Bombarda
Rua de Mouzinho da Sil veira
Rua de Nossa Senhora de Fátima
Tab elas dos Locais
37
Rua de Oliveira Monteiro
Rua de Pinto Bessa
Rua de S. Bento da Vitóri a
Rua de S. Miguel
Rua de S. R oque da Lameira
Rua de Sá da Bandeira
Rua de Santa Teresa
Rua de Santo s Pousada
Rua de Silva Tapada
Rua de Sousa Pinto
Rua de Sousa Viterbo
Rua de Tomás Gonzag a
Rua do Almada
Rua do Bonfim
Rua do Bonjardim
Rua do Campo dos Mártires da
Pátria
Rua do Campo Lindo
Rua do Carvalhido
Rua do Clube Fluvial Portuense
Rua do Dr. Alves de Veig a
Rua do Dr. Barbosa de Castro
Rua do Dr. José de Figueiredo
Rua do Dr. Sousa Rosa
Rua do Duque de Saldanha
Rua do Farol
Rua do Freixo
Rua do Heroísmo
Rua do Infante D. Hen riq ue
Rua do Morgado de Mateus
Rua do Passeio Alegre
Rua do Teatro
Rua do Vilar
Rua do Visconde de Bobeda
Rua dos Calde ireiros
Rua dos Clérigos
Rua dos Mártires da Liberdade
Sinagoga do Porto
Travessa de Coronel Pacheco
Travessa de Luís Cruz
Union des Assurances de Paris
Tab elas dos Locais – Tabela Final
38
Tabela Final
1
1
O Horário tem e m conta o Conjunto Azulejar que se destaca. Se a superf ície azulejada for de m aiores dim ensões no exterior ent ão é es se Conjunto Azulejar
que se tem em conta, e vice -versa.
Local
Localização
Acessibilidade
Visita /
Visibilida de
Horário
Preçário
Monumentos /
Esp. Culturais
Restauração
Alojamento
Comércio
CH
B
P
A
C
M
A
P
F/P
I
D/I
S
FS
F
G
P
A
L
I
A
L
I
A
L
I
A
L
I
€
€€
€€€
A Brasileira
)
A Pérola do Bolhão
)
Academia
Contemporânea do
Espetáculo
)
Antiga Mercearia
António Manuel
Gomes
)
Antigo Restaurante
Commercial
)
Avenida da Boavista
Avenida de Camilo
Avenida de França
)
Avenida Montevideu
)
Avenida de Rodrigues
de Freitas
)
Avenida do Brasil
Tab elas dos Locais – Tabela Final
39
Avenida dos
Combatentes da
Grande Guerra
Bazar dos Três
Vinténs
Biblioteca Pública
Municipal do Porto
Café Aviz
Café Bom Gosto 1
Café Convívio
Café Novo
Café Santarém
Cafetaria Sical
Campo dos Mártires
da Pátria
Capela das Almas de
Santa Catarina
Capela de Nossa
Senhora da B oa Hora
de Fradelos
Capela da Senhora da
Saúde
Capela de Nossa
Senhora do Socorro
Capela de Nossa
Senhora dos Anjos
Capela de Santa
Catarina e Senhora
dos Anjos
Tab elas dos Locais – Tabela Final
40
Capela de S. Crispim
e S. Crispiniano
Capela de S. Roque
da Lameira
Capela do Senhor da
Boa Nova
Casa da Música
Casa do Despacho da
Ordem Terceira de S.
Francisco
Casa do Despacho da
Venerável Ordem
Terceira do Carmo
-
-
-
-
Cemitério de
Paranhos
Companhia de
Seguros
Tranquilidade
Companhia União de
Crédito Popular
Depósito de Mate riais
da Fábrica de
Cerâmica das
Devesas
Depósito de S ola e
Cabedaes Adriano
Vieira da Silv a Lima e
C.ª
Ermida de S . Miguel-
o-Anjo
Tab elas dos Locais – Tabela Final
41
Escola d o Comércio
do Porto
Estação de Metro do
Bolhão
Estação de S. Bento
Fonte das Oliveir as
Fonte de Villar
Grande Bazar do
Porto
Hotel Infante Sagres
Hotel Peninsular
Igreja da Ordem
Terceira do Carmo
Igreja da Trindade
Igreja de Campanhã
Igreja de Nossa
Senhora da Areosa
Igreja de Nossa
Senhora da
Conceição
Igreja de Nossa
Senhora da Vitória
Igreja de Nossa
Senhora d o Perpétuo
Socorro
Igreja de Nossa
Senhora do T erço e
Caridade
Igreja de S. Jo ão Novo
Tab elas dos Locais – Tabela Final
48
Rua do Clube Fluvial
Portuense
Rua do Dr. Alves d e
Veiga
Rua do Dr. Ba rbosa
de Castro
Rua do Dr . Jo sé de
Figueiredo
Rua do Dr . Sousa
Rosa
Rua do Duque de
Saldanha
Rua do Farol
Rua do Freixo
Rua do Heroísmo
Rua do Infante D.
Henrique
Rua do Morgado de
Mateus
Rua do P asseio
Alegre
Rua do Teatro
Rua do Vilar
Rua do Visconde de
Bobeda
Rua dos Calde ireiros
Rua dos Clérigos
Rua d os Mártires da
Liberdade
Sinagoga do Porto
Tab elas dos Locais – Tabela Final
49
Travessa d e Coronel
Pacheco
Travessa d e Luís Cruz
Union des Assu rances
de Paris
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
50
Fichas de Inven tário dos Conjun tos A zulejar es
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
51
2
DIAS, Marin a T avares; M ARQUES, Mário Morais – Po rto Des aparecido . Lisboa : Q uim era, 2002.
ISBN 972-58 9- 091 -4, pp . 173, 175-1 76.
Edifíci o 2
Designação do Edifício: A Brasileira
Tipo de Edifício: ( A ntigo) Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: R ua de Sá da Bandeira, nº 71
Coordenadas GPS: 41°08'59.7"N 8°36'26.2"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
Quando abriu portas a 4 d e Maio d e 1 903, ‘ A B raz ileira ’ , propôs algo que revolucionou o
mercado no Porto. Aqui vendia -se café a p eso, de lotes especiais, diretamente importados
do Brasil, oferecendo de forma g ratuita uma c hávena a cada cliente . Melhor forma de
publicidade não havia, f acto provado pela grande af luência de apreciadores d e ca fé a o nº
71 da Rua de Sá d a Bandeira. Além desta, eram div ersos os c artazes e p ainéis espalhados
pela cidade, restando um na Rua do Dr. Ricardo Jorge onde se po de ler O Melhor Café é o
da Bra z ileira .
Fundada por Adria no Telles , A Brasileira teve u m jornal próp ri a, mais u m meio de
propaganda para q ue o público reconhecesse os produtos d este estabelecimento, e
reconhecendo -o como um legí timo sucessor dos cafés tradicionais d o P orto. Este
quinzenário tev e uma v ida demais de t rês d écadas, passan do a ac ompanhar os
frequentadores da casa. Os se us artigos f alav am sobre os b ene fícios e hábitos do consumo
de café, possuía anúncios para f ornecedor es e clientes e ainda u m espaço dedicado à
poesia, que tinha como tema este pro duto.
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
52
3
CÂMARA MUNICIPAL DO PORT O – Pela Cidade do Porto: Des coberta da cidade atrav és de
uma visita aos m urais cerâmicos . Porto: CMP, 2002. I SBN 978 -8022- 23 -9, pp. 29- 30.
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painel d’ A Brasileira
Localização do Conjunto Azulej ar: Exterior
Datação do Conjunto Azulej ar: 1965
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Cecíl ia e Sousa
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: n . 1937
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações s obre o Autor: Cecília de Sousa na sceu em
Lisboa em 1937 e f r eq uento u, a p artir de 1950, o curso de
Cerâmica na Escola António Arroio. Trabalhou n o atelier de
Manuel Cargaleiro, na Fábrica de Cerâmica Viúva La mego, e
colaborou com artistas como Eduardo Leite. A sua projeção
deu -se com a V Exposição d e Cerâmica Moderna, em 1957,
onde obteve o Prémio Manu el da Cost a Brioso. A partir d e 1958
começou a d esenv olver a tividades com de coradores de
interiores e, simultaneamente, ia expondo individualmente. Em
1968 vai para Angola ensinar Desenho, permanecendo em
África até 1974 e, n o regresso a Portugal, para em Itália, Franç a
e Inglaterra, países onde acabou por ex por 3 .
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Cerâmica Figurativa
Cores do Conjunto Azulejar: Policromo [Destaca -se o: Verde | Azul | Branco]
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
A temática deste painel relaciona -se com o café, estando de acordo com o seu destinatário,
A Brasileira , um e stabelecimento de v enda de ste produto. São visív eis m áscaras tribais,
assumindo u ma relação com os p aíses de pr odução e extração do caf é. Além diss o, estão
representados grãos de café em diversos tamanhos e elementos decorativos geométricos
que permitem a separação destes dois elementos principais.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
53
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 1: Lo calização do Painel Figurativo d’ A
Brasileira.
Figura 2: Painel Figurativo d’ A Brasileira.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
54
4
S IPA – Teatro de Sá da Bande ira [em linha]. Forte de Sacavém: SIPA. [Consu lt. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=10736 >. PORT O X XI – Teatro
de Sá d a Bandeira [ em linha]. Porto: Turism o do Porto. [Co nsult. 7 Abr. 2015]. Disponível na
Internet <URL http://www.p ortoxxi.com /cultura/ver_edificio. php?id=116 >.
Ponto de
Interesse 4
Designação do Ponto de Interesse: Teatro de Sá da Bandeira
Tipologia do Ponto de Interesse: Teatro | Sala de Espetáculo
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua de Sá da Bandeira, nº8
Coordenadas GPS: 41°08 '49.7"N 8° 36'31.9"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
O Teatro de Sá da Bandeira é repleto de história. Em 1855 é inaugurado como Tea tro
Circo, sendo um a construção em madeira, mandado construir por D. José T oudon Ferrer
Catalon para a sua co mpanhia equestre. Em 1867 foi construído o edifício que chegou até
aos nossos d i as e que até 1 910 era ch am ado de T eatro do Príncipe Real. Foi aqui a
primeira apresentação, na cidade do Animatógrafo e também, em 1896, a ap res entação
dos primeiros f ilmes realizados por um po rtug uês, Aurélio da Paz dos Reis (1 862 -1931).
Em Outubro de 1 910 é troca do o nome de Teatro do Príncipe Real pelo de Teatro de Sá
da Bandeira . Foi um dos prime iros, se não o primeiro, teatro do Po rto a usa r ilum inação
elétrica em vez da iluminação a gás.
Informações úteis: -----
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
55
5
SIPA – A Péro la do Bolh ão [em linha]. Forte de Sacavém: SIPA. [C onsult. 24 Abr. 2 015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=20170 >.
Edifíci o 5
Designação do Edifício: A Pérola do Bolhão
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: R ua Formosa, nº 279
Coordenadas GPS: 41°08'54.2"N 8°36'24.1"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do E dif ício: -----
Breve descrição do Edifício:
Construído no início do século X X, é um ed i fício de planta longitudinal e retangular. Tem
uma volumetria de caráter vertical e f achada principal voltada a Norte. O primeiro piso, que
corresponde à loja A P érola do Bolhão , fundada p or António Rodrig ues Reis em 1917,
além da decoração em az ulejo, ap r esenta a sua frontaria em ferro fundido.
Fotografias do Edifício :
Figura 3: A Pérola do Bolhão.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
56
Conjunto
Azulej ar 6
Designação: Revestimento Ex terior d’ A Pérola do Bolh ão
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: 1917
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: P aulino Gonçalves [?]
Nome da Oficina/Fábrica: Fábri ca do Carvalhinho
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1840[?]- 1970’s
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: Situada na Quinta da
Fraga, no P orto, a Fábrica do Carvalhinho f oi fu ndada, em
1840[?] , por Tomá s Nunes da Cunha e An tónio Monteiro
Cantarino. Foi das primeiras fábricas a produzir azulejo em
grande escala de sti nado a o revestimento de superfícies
parietais, aprese ntando motivos de padrão e de figura avulsa.
Utilizav a uma policromia v ariada e produziu, d este a d écada de
40 do século XIX, azulejos de estamp ilha. Só a partir de 1906,
sob a direção d e A. N. Dias de Freitas e Filhos, é que os seus
produtos começaram a ser m arcados. Em 1923 passa para as
margens de Vila Nova de Gaia e e ncerra a s su a s instalações
em 1974 depois de um período de agreg ação com a Fá brica de
Sacavém. Dos seus artistas destacam -se Carlos Bran c o e
Paulino Gonçalves 7 .
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar:
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Com a s ua riquez a iconográfica e o c olorido da composição, a Pé rola do Bolhão tornou-s e
um ex-libris comercial da cidade d o Porto. Tod a a sua e strutura de madeira é pintada em
tom pérola e assenta num embasamento de mármore rosa, destacando-se o vão central
da po rta ladeado por do is p ainéis de azulejo onde estão rep resentadas duas figuras
femininas ornamentadas à m oda oriental. A da esquerda segura um ramo de f lor de chá e
a d a direita um ramo com bagas de ca fé . Estas lembram as f iguras de convite setecentistas
e cumprem igual dever, ou seja, convidam à e ntrada no esta beleci mento e à compra dos
produtos anunciados. Os três frontões curv ilíneo s que r ematam a estrutura foram também
preenchidos com azulejo. O espaço central foi utiliz ado para a colocação da designaçã o
do estabelecimento, A Pérola do Bolhão , sendo os dos extremos uti lizados para a
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
57
divulg ação dos do is produtos da especialidade, Chá e Café . Para terminar, chama -se a
atenção para o nome da fábrica e a data d e execução deste conjunto, que se enco ntra na
zona inferior do painel da direita. Aqui po demos visualizar a designação F. ca do
Carvalhinho -P orto e o ano de 1917 . Mesmo não contendo a assinatu ra de um autor,
podemos apontar o nome de P aulino G onçalves co mo o executa nte do conjunto, isto
devido ao tipo de cercaduras e arra njos florais que são apresentados 8 .
Fotografias do Conjunto A zulejar:
6
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense . Lisboa: I napa, 2001, p. 171.
7
INSTIT UTO DO EMPREGO E FORMAÇÃO P ROFISSIONA L – As Idades do Az ul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa . L isboa: IEFP, 1998. IS BN 972-7 32-453-0, p. 108.
8
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense , p. 171.
Figura 4: Pormenor do Reve stimento d’ A Pérola d o
Bolhão.
Figura 5: Pormenor do Reve stimento d’ A Pérola do
Bolhão.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
64
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 17 : Pai nel Figurativo da Academia
Contemporânea do Espetáculo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
65
12
SI PA – Fonte dos Leões [em linha]. Fort e de Sac avém: SIPA. [Consult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=3969 >.
Ponto de
Interesse 12
Designação do Ponto de Interesse: F onte dos Leões
Tipologia do Ponto de Interesse: Fonte
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça Gomes Teixeira
Coordenadas GPS: 41°08 '49.2"N 8° 36'56.5"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A construção da Fonte dos Leões iniciou-se em sete mbro de 1885. No ano seguinte, em
dezembro, já jorrava água. A sua c onstrução deve -se à empresa parisiense Compagnie
Générale des Eaux pour l'Etranger . É uma f onte que assenta e m quatro leõ es, co m asa s,
sentados em cada extremo e int ercalados por colunas. A encimar es te grupo escultóric o
encontram-se d uas taças, em bron z e pintado, so brepostas e escalonadas. O tanque é
em granito e octogonal, com bordos arredondados e paredes ondula das. A ta ça inferior,
de onde jorra a água, é percorrida por um friso em alto -relevo e com elementos
vegetalistas, interrompido apenas pelas cornetas que permitem a circulação da ág ua.
Informações úteis: -----
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
66
Edifíci o
Designação do Edifício: Antiga Mercearia António Manuel Gomes
Tipo de Edifício: Edifício | Antigo Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: C edofeita
Lugar/Rua: R ua de General Silv eira, nº34
Coordenadas GPS: 41°09'03.0"N 8°36'52.6"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
Edifício de trê s pisos sendo o do rés - do -chão d estinado ao e stab elecimento comercial,
neste caso, uma mercearia.
Fotografias do Edifício :
Figura 18 : Vista Geral da Antiga
M erceari a António Manuel Go mes.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
67
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior da Anti ga Mercearia António M anuel Gomes
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal [Rés- do -Chão]
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar:
Pintura Semi-Industrial | Azulejo Figurativo
Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulej ar: Policromo [Destacam-se o: Azul | Amarelo | Branco | Verde
| Ocre | Vermelho | Rosa]
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Sobre os vãos foi aplicado um friso composto p or az ulejos de padrão. O pad rão é composto
por um módulo de quatro azulejos em que a forma do elemento c entral, fo r mada por dois
motivos, se aprox ima à de u m c oração. Ao c entro deste, e em p osição invertida, fo i pintado
um outro motivo que relem bra um leque. Nos dois azulejos infe rior es foi ainda pintado um
semicírculo, elemento de união entre todos os exemplares que con stituem este friso.
Deste friso pe nde m, em ca da um dos extremos da fachada, um medalhão com um motivo
floral ao cen tr o e emoldur ado po r ornatos de inspiração rococó. Dele suspendem arranjos
florais composto por div ersos tipos d e flores que se distinguem pelas cores utiliz adas.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 19 : Revestimento do Edifício.
Figura 20 : Pormenor do Revestimento do Edifício.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
68
Figura 21 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Figura 22 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Figura 23 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Figura 24 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
69
Figura 25 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Figura 26 : Pormenor do Revestimento
do Edifício.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
70
13
CAFÉ PROGRE SSO – Café Progresso . [em linha]. Porto: Caf é Progress o. [C onsult. 23 Mar.
2015]. Disponíve l na Internet <URL http://www.cafepro gresso.net/ >.
Ponto de
Interesse 13
Designação do Ponto de Interesse: C afé Progresso
Tipologia do Ponto de Interesse: Café
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Rua do Actor João Guedes, nº5
Coordenadas GPS: 41°08 '52.7"N 8° 36'55.1"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Situado na Rua Actor João Guedes, o Ca fé Progresso é, a s eguir ao Piolho , aquele que
se mantém em f uncionamento há mais tempo. Em tempos antigos era conhecido como
o Café dos Professores , enquanto o Piolho era o dos estudantes. Conseguiu manter o
aspeto dos velhos botequins, escapando às renovações que outros caf és sofreram
durante a década de 1930.
Foi na última década do século XIX, precisamente a 24 de Setembro de 1899, que o Café
Progresso abriu portas. E ncontra-se desde 1919 no atual edifício, e à é poca era
conhecido como Bote quim Progresso , e foi apenas em 1963 que recebeu a classi ficação
de café [1- 07 -1963]. D urante os anos 2003 -2005 foi profundamente remodel ado para se
adaptar a novas necessidades, c omemorando e m 2014 o 115º aniversário.
Informações úteis:
Horário:
7:00 -1 9:00
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
71
14
SIPA – Edifício na Rua d o I nfante D. Henrique, nº 77 a 79 [em linh a]. Forte de Sacavém : SIP A.
[Consult. 24 Abr. 201 5]. Disp onível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5568 >.
Edifíci o 14
Designação do Edifício: Antigo Restaurante Comm ercial
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: S. Nicolau
Lugar/Rua: R ua do Infante D. Henrique, nº 7 7 - 79
Coordenadas GPS: 41°08'27.2"N 8°36'53.4"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
Fundado em 1894, o Restaurante Commercia l fo i uma iniciativa do mestre de c ozinha
espanhol Manuel Recarey Antelo e pretendia servir com requinte e boa mesa os homens
de n egócio d a cidade. Na d écada de 60 do sécu lo XX p ertence à soci edade Mira, esta
gerida p or Fernando Maia, industrial e f ina nceiro que transforma e ste estabelecimento
numa pastelaria e casa de chá, introduzindo ainda um pub na cave. Segundo o testemunho
de alguns portugueses por aqui passaram várias personalidades do m undo da política, das
letras e das artes. Tendo como e specialidade, enquanto restaurante, o “bife à inglesa”,
acabaria por encerrar no s anos 7 0 d o século XX. Em 1982 o arquiteto António Men éres
elaborou um projeto para a sua remodelação e h oje encontra -se ab erto como P izz e ria
Mamm a Nost ra . Arquitetura civil que conjuga o estilo n eoclássico e Arte Nova, quer a nível
arquitetónico, quer decorativo. O espaço que co rresp onde ao estabelecimento, tanto o
antigo, como o novo, inse re-se no rés- do -chão de um edifício d e seis pisos. A f achada
principal, voltada a norte, apresenta uma devanture em fe rro fundido, estrutura que é
ladeada po r painéis de azulejo f igurativ o o nde se destacam os e lementos f lorais de
inspiração Arte Nova.
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
72
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior do Anti go Restaurante Commercial
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conj unto A zule jar: Policromo [Destacam-se o: Verde | Rosa | Vermelho |
Castanho]
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
O conjunto en v olve a fach ada do rés - do -chão do prédio o nde esteve sediado o An tigo
Restaurante Commercial . Os motivos, ao gosto A rte Nov a, estão localizados nos seu s
extremos e apresentam motiv os florais onde se destacam os cravos, em várias fases de
crescimento, e uma grande diversi dade d e folhas. Os m otivos começam a desenvolver -se
a partir de um element o estiliz ado, composto por m a rosa e uma folha, e sã o sobrepostos
por uma espécie de sanefa o nde esta f lor se repe te três vezes. Este elemento aparece
suspenso numa pequena barra com os e x tremos cúbicos e o s elementos pendentes
assemelham-se a folhas que são envolvidas por fitas.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 27 : Localização do Rev estimento d o Antigo
Restaurante Commercial.
Figura 28 : Po rmenor do Revestimento do Antigo
Restaurante Commercial.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
73
Figura 29 : Pormenor do Rev e stimento
do Antigo Restaurante Commercial.
Figura 30 : Pormenor do Rev e stimento
do Antigo Restaurante Commercial.
Figura 31 : Pormenor do Rev e stimento
do Antigo Restaurante Commercial.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
80
por arcaria em granito onde, cada arco de volta per feito, é enquadrado por pilares de
granito. A sua fa cha da principal, voltada a Oeste, desenvolv e -se em d ois pisos e
mezanino, sendo o telhado também aproveitado. No p rimeiro registo é rasgada por
dezasseis janelas d e guilhotina e pe lo portal principal, envolvido p or uma mo ldura d e
granito. No segundo r egisto o s v ãos f oram reduzidos a m etade e são de sacada, com
portas de d uas f olhas e b andeira, além de s erem encimados po r u ma cornija e protegidas
por guarda em ferro forjado. Sobre e st as, correspondendo ao mezanino, foram rasgadas
mais oito pe que nas janelas de d uas f olhas e, já no telhado e em mansarda, sete o utro s
vãos. Qu anto ao seu int erior, é composto por salas distintas, onde se distribuem os
serviços d a atual B ibli oteca Pública Municipal, e às quais se acedem através de
escadarias de granito.
Fotografias do Edifício :
Figura 34 : Interior da BMPM .
Figura 35 : Interior da BMPM .
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
81
Conjunto
Azulej ar
1
Designação: Painéis do Mosteiro de S. Bento de Av é -Maria
Localização do Conjunto A zule jar: Claustro e Átrio da Biblioteca Pública Municipal do
Porto
Datação do Conjunto Azulej ar: Séculos XVII-XVIII
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar:
Pintura Manual | Azulejo Fig urativo
Pintura Manual | Azulejo de Figura Avulsa
Cores do Conjunto Azulejar:
Azulejo Figurativ o: Azul | B ranco
Azulejo de Figura Avulsa: Azul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Primeiro e Segundo Paine l: Nes tes dois p ainéis f oram represent adas duas da mas
vestidas com tra jes da época, ou seja, dos séculos XVII-XVIII, e o nde se destaca m
as compridas mangas dos v estidos. En contra m -se enquadradas por duas colunas e
em cima de um pedestal. Ambas seguram nu ma das mãos um pequeno arranjo
floral.
Terceiro P ainel : À semelhança dos dois pa inéis ant eriores, est e te rceiro painel
ostenta um rapaz enquadrado por duas colunas e sobre um pedestal. Esta f igura
apresenta -se seminua apenas com um tecido, idêntico ao dos vestidos d as
mulheres, que lhe cobre apenas a zona das ancas. Segura uma cornucópia
recheada de peras e com uma ramada sinuosa que lhe enquadra a cabeça. Neste
painel foram também p intadas duas flores de cada lado da pe rso nagem, da ndo a
ideia de que caem de uma zona superior.
Quarto e Quinto Painel: Numa linguagem muito semelhante aos anterior es, estes
dois painéis têm representadas albarrad as. Deste s vasos, sobre pedestais, sa em
diversos tipos de f lores que preenchem todo o painel. Também sobre o pedesta l, e
ladeando o vaso, foram pintados dois pássaros, estes colocados c omo sendo
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
82
espelho u m do outro. E m ambos os painé is foi aplicado um friso, ex ibindo motivos f lorais,
quer na zona superior, quer na inferior.
Sexto Pa inel : Ostenta apenas motivos florais, e nquadrando -se no movimento da
«tulipomania» ho landesa, isto porque as tulipas represe ntam 50% dos elementos
representados.
Sétimo Painel: Este painel é igual ao s Quarto e Quinto, tendo sido co locad o no
Átrio da BPMP, ao invés do Claustro.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 36 : Painel Figurativo.
Figura 37 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
83
Figura 38 : Painel Figurativo.
Figura 40 : Painel Figurativo.
Figura 39 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 41 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
84
Figura 42 : Painel Figurativo.
Figura 44 : Painel Figurativo.
Figura 43 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 45 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
85
Figura 46 : Painel de Figura A vulsa.
Figura 48 : Painel Figurativo.
Figura 47 : Pormenor de Figura Avulsa.
Figura 49 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
86
Conjunto
Azulej ar
2
Designação: Painel do Convento de Grijó
Localização do Conjunto Azulej ar: Claustro da Biblioteca Pública Municipal do Porto
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XVII
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: Ama r elo | Azul | Verde | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Este pa in el é fo rmado po r pa drão geométrico, destacando -se as forma s circulares e o s
elementos polilobados. Estes s ão enquadrados p or dois f risos, o su perior com motivos
entrançados, o inferior com motivos em estilo ferronnerie .
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 50 : Padrão
Painel.
Figura 51 : Friso do Painel.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
87
19
MARTINS, Faus to Sanche s – Azulejaria Portuense . Lis boa: Inapa, 2001, pp. 67 -69.
Conjunto
Azulej ar
3 19
Designação: Painéis do Mosteiro de S. Bento da Vitória
Localização do Conjunto A zulejar: Átrio da Biblioteca Pública Municipal do Porto
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XVIII
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar:
Pintura Manual | Azulejo de Figura Avulsa
Pintura Manual | Azulejo Fig urativo
Cores do Conjunto Azulejar:
Azulejo de Figura Avulsa: Azul | Branco
Pintura Ma nual | Azulej o Figurativ o: Polícromo [Destac a -se o Azul | Roxo Manganês
| Verde | Amarelo]
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Primeiro P ainel : Este painel é constituído por d iv ersas cab eças huma nas
representadas de perfil, muitas delas representadas com uma flor n a boca.
Segundo, Terceiro e Quarto Painel: É atrav és do s relato res do triénio de 1662 -
1665 que te mos a confirmação de que o refeitório do Moste iro d e S. Bento d a V it ória
era azulejado. Em m eados do século XVIII este mesmo refeitório foi substituído por
um novo. O E stado de 1758 -176 1 avança com a af irmação prepararãose e se
aparelharão as paredes do mesm o refeytorio para se assentar nella s o novo az ulejo
que se esta faz endo. O que resta deste revestimento são três painéis que se
encontram hoje no á trio de entrada da Biblioteca Pública Municipal. No que resp eita
ao rev estimento da coz inha, sabe -s e que est a fo i azulejada no triéni o d e 1777 -1780,
sendo abade Frei Manuel José do Rosário.
Seguindo a tra dição, os pa inéis do refeitório de São Bento da Vit ória representam a v ida d e
S. Bento, reforçando o amb iente espiritual. No primeiro painel a cena representada, é a do
Corvo e do Pão Envenenado , episódio emblemático da hagiografia deste santo. Esta cena
segue os modelos de g ravuras da época
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
88
apresentando a penas algumas di ferenças, por exemplo n a posição da mesa,
habitualmente em forma de U. A qui, os m onges se nta m -se em redor de uma mesa
retangular e diante de um prato de peixe, ú nica ca rne consentida. Ao mesmo t empo, u m
corvo, junto a S . Bento , assinalado po r um resplendor na cabeça, saltita diante de um p ão
com o bico aberto e as asa s soltas, ta l c omo descreve o texto de Gregório Magno. Observa -
se aqui outra disparidade no facto do a rtista não ter representado a cena num ambiente
interior mas si m numa paisagem. Este mo tiv o central é envolvido p or uma mold ura dupl a
que se desen v olve a partir do concheado da ba se e terminando e m v olutas que abrigam
um querub i m. A p rim eira moldu ra, em tom amarelo, é acomp anha da por outra exterior em
roxo de manganês, co m o motivo de «as as d e m orcego». A ladear esta estrutura central
surgem dois ramos de f lores com um laço à v olta dos toros, remetendo para i magem de
duas cornucópias, e ainda, rematando a c omposição, folhas d e parra que ressalt am sobr e
um f undo marmoread o. Por todas a s su as qualidades, co mo o rigor do desenho e
composição e o intens o cromatismo, este painel é atribuído a um mestre do período rococó.
No segundo painel a cena represent ada passa-se numa paisagem povoada por árv ores.
Aqui S . Bento e ncon tra -se sentado junto a uma gruta, e junto dele quatro outras
personagens, em pé, levam-lhe cestas de pão. A julgar pelas su as vestes, p ensámos que
sejam pastores. Assim sendo, só p oderá ser a representação de uma d as idas dos
habitantes d as aldeias que se e ncontravam perto d o ermitério de S . Bento es perando q ue,
em troca d e alimento f ísico, o santo lhes desse a limento espiritual. A mo l duro é igual à
anterior mostrando que estes dois painéis faziam parte do mesmo conjunto.
No terceiro painel foi r epresentada uma espécie de albarrada em qu e o vaso é constituído
por concheados de linguagem rocaille . Estes concheados são em tud o semelhantes às
molduras dos painéis anterior, quer na fo r ma, quer nas cores u tiliz adas. L ade ando o
pedestal on de se encontra o arranjo f l oral, estendendo -se atra vés das suas forma s
sinuosas a té aos ex tremos do painel, encontram -se dois querubins. E stes, representados
em espelho, seguram uma ramada de pe reir a onde estão ainda quatro peras, e fo r am
pintados a azul e branco, excetuando as asas, pintadas a dourado.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
89
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 52 : Painel de Figura A vulsa.
Figura 53 : Padrão do
Painel de Figura Avulsa.
Figura 54 : Po rmenor do
Padrão do Painel de
Figura Avulsa.
Figura 55 : Painel Figurativo.
Figura 56 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
96
Figura 73 : Painel Figurativo.
Figura 74 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 75 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 77 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 76 : Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
97
Figura 78 : Painel Figurativo.
Figura 79 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 80 : Friso do Painel
Figurativo.
Figura 81 : Painel Figurativo.
Figura 82 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 83 : Friso do Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
98
Figura 84 : Painel Figurativo.
Figura 85 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 86 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 87 : Painel Figurativo.
Figura 88 : Padrão do
Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
99
Figura 91 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 90 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 89 : Painel Figurativo.
Figura 94 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 93 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 92 : Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
100
Figura 97 : Friso do Painel Figurativo.
Figura 96 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 95 : Painel Figurativo.
Figura 100: Friso do Painel Figurativo.
Figura 99 : Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 98 : Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
101
Conjunto
Azulej ar
6
Designação: Painéis do Convento de Santa Cl ara de Vila do Conde
Localização do Conj unto Azulejar: Claustro da Biblioteca Pública Municipal do Porto
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XVII
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar:
Azul | Amarelo | Ocre | Branco
Azul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O conjunto é formado por q uatro painéis, dois deles apresentando a s cores Azul, Amarelo,
Ocre e Branco, e os outros dois apenas Azul e Bran co. Um dos painéis policromo s ,
aproximando-se aos ante riores, tem um f ri so superior com motiv os en trançados e um
inferior que se adeq ua ao padrão. Um segund o painel apresent a o padrão ig ual a o anterior
mas o f riso inferior é c omposto por cabeças de anjos enquadradas por as as. Dos painéis a
azul e branco só um deles tem f riso, este i nferior e seguindo ta mbém a linguagem do
padrão. Ambos s ão compostos p or motivos vegetalistas que se aproximam ao desenho d e
flores.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
102
Fot ografias do Conjunto Azulejar:
Figura 103: Friso do Painel Figurativo.
Figura 102: Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 101: Painel Figurativo.
Figura 104: Painel Figurativo.
Figura 106: Friso do Painel Figurativo.
Figura 105: Padrão do
Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
103
Figura 107: Painel Figurativo.
Figura 108: Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 111: Friso do Painel Figurativo.
Figura 110: Padrão do
Painel Figurativo.
Figura 109: Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
104
22
INST ITUTO DO EMPREG O E F ORMAÇÃO PROFIS SIONAL – As Idades do A zul – formas e
memórias da azulej aria portuguesa , p. 97. INST ITUTO PORTUG UÊS DE MUSEUS – Normas
de Inv entário: Cerâmica, Cerâm ica de Rev estimento , pp. 44-45. Figura 10 disponível em
INSTIT UTO PORTUG UÊS DE MUS EUS – Museu Nac ional do Azulejo. Rot eiro , p. 59.
Conjunto
Azulej ar
7
Designação: Painel de Azulejo Enxaquetado
Localização do Conjunto Azulej ar: Átrio de Acesso à Escadaria às Salas da BPMP
Datação do Conjunto Azulej ar: Séculos XVI-XVII [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Técnica de Enxaquetado
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O E nxaq uetado resulta do agrupamento de azulejos com duas cores em alternância, com
dimensões e formas geométricas variáv eis, sep arados po r faixas reta ngulares, a s ta rjas ,
que são pintadas em cores lisas. Foi utiliz ado desde o século X VI até meados do XVII para
revestir superfícies par ietais. Do Enxaquetado deriva o Enxaquetad o Co mpósito, onde o s
azulejos brancos interiores são substituídos por azulejos decora dos 22 .
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 112: Pormenor do Pa inel
Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
105
Conjunto
Azulej ar
8
Designação: Revestimento Az ulejar da Escadaria de Acesso às Salas da BPMP
Localização do Conjunto Azulej ar: Escadaria de Acesso às Salas da BPMP
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: ------
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Amarelo | Preto | Roxo | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Azulejo de padrão q ue se aprox ima à linguagem dos motivos pombalinos. Destacam -se os
motivos florais e as ferronnerie s. É percorrido por um friso que apresenta os m esmos
elementos e cores do padrão.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 113: Pormenor da Reves timento d a
Es c a d a ri a .
Figura 114: Padrão do
Revestimento.
Figura 115: Friso do Revestimento.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
112
25
CAFÉ RESTAURANT E GUAR ANY – Gu arany Caf é Restaurante . [em l inha]. Porto: Guaran y
Café Restaura nte. [Consult. 23 Mar. 201 5]. Disponível na I nternet < URL
http://www.caf eguaran y .com / >.
Ponto de
Interesse 25
Designação do Ponto de Interesse: C afé Guarany
Tipologia do Ponto de Interesse: Café
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Avenida dos Aliados
Coordenadas GPS: 41°08 '52.2"N 8° 36'41.0"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
É na década de 1 920 que ab re m os p rimeiros caf és na Avenida dos Aliados. De to dos,
incluindo o Café Aveni da , o Café Spo rt e o Monum ental Café , a penas o Café Guarany
se m antém abe rt o n os no ssos dias. É a 29 de Janeiro d e 19 33 que abre portas, segundo
o projeto d e Rogério de Azevedo e com relevos em má r more do escu ltor Henrique
Moreira. À época um d os cafés mais modernos do pa ís, possuindo sist emas de
ventilação e refrigeração nunca antes vistos em Portugal. Mesmo n ão po ss uindo bilhares,
que na altura era moda, tinha uma orquestra que atuava à tarde e à noite.
O se u interior tropical invoca o Brasil do sécul o XX, e o seu papel como primeiro p rodut or
mundial de café. Aqui pode ver -se o famoso alto-relevo d e Henrique Moreira,
representando um ín dio, relembrando os seus congéneres da América Meridional.
Situado na Avenida dos Aliados, o Guarany desde cedo definiu o seu g énero de
frequência, uma clientela de intelectuais e ho mens de negócio.
Em 2003, após o ê x ito da rec uperação d o Café Majestic , a mes ma gerência d ecidiu
abraçar o Café Guarany e proceder da mesma fo rma, d evolv endo -lhe a sua primitiva
essência. Assim, neste projeto foram pondera das a tradição e a q ualidade, restaurando -
se m esas e cadeiras, candeeiros, os m ármores e a nda o s ornamentos de aço e cobre,
respeitando ao máximo o o rig inal. De fo rma a providenciar ao espaço uma dinâmica m ais
cultural, f oram incorporados d ois painéis d a p intora Graça Morais, designados Os
Senhoras da A m azónia , seguindo a t emática do l ocal. Nestas obras, em acrí lico e p astel
sobre tela, foi represen tada a Tribo Guarany , as suas ativ idades diárias, os instrumentos
que utilizam e ainda os seus desejos.
Informações úteis:
Horário:
9:00 -0 0:00
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
113
Edifíci o
Designação do Edifício: Café Bom Gosto 1
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: R ua de Alexandre Braga
Coordenadas GPS: 41°08'55.9"N 8°36'25.1"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
114
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painel do Mercado do Bolhão no Café Bom Gosto 1
Localização do Conjunto Azulej ar: Interior
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Fran cisco Cunha
Nome da Oficina/Fábrica: R2 W
Cronologia do Aut or: S éculo XX
Cronologia da Oficina/Fábrica: Século XX
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A R2W está sediada na
cidade do Porto e localiz a-se na Rua d e Fernandes Tomás, nº
63.
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Neste painel foi representado o Mercado do Bolhão no ano de 1923, m ostrando como se
organizavam então os diferentes estabelecimentos. Além da arquitetura, retrata tamb ém
diferentes personagen s que povoavam diariamente est e espaç o. Num primeiro plan o
veem-se duas crianças e, ao longo do painel, d istribuem -se sobr etudo diferentes figuras
femininas, ostentando m uitas delas adereços que utilizav am para car regar o s produtos que
aqui compravam.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 126: Painel Figurativo do Café Bom Gosto 1.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
115
26
SIPA – Teatr o Rivoli [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [Consult. 24 Abr. 2015]. Disponí vel
na Internet <URL http:// www.monum entos.pt/Site/APP_PagesUs er/SIPA.aspx? id=10745 >.
Ponto de
Interesse 26
Designação do Ponto de Interesse: Teatro Riv oli
Tipologia do Ponto de Interesse: Teatro | Sala de Espetáculo
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça de D. João I e Rua do Doutor
Magalhães Lemos
Coordenadas GPS: 41°08 '51.6"N 8° 36'34.5"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Inaugurado e m 1 913 c om a designação d e Teatro Nacio nal, só em 19 32 se pa ss aria a
chamar de Teatro Rivoli. Obra de Júlio Brito e Pedro Ramalho passou por diversas
remodelações, que lhe limitaram as di mensões. Tem o seu a pogeu d urante a d écada de
1960 e, durante as décadas seguintes, a sua program ação, de fraca qualidade, leva a
que o edi fício ca ia num estado de cad ente. É comprado pela Câmara Municipal do Port o
e em 1994 inicia -se a sua requali ficaçã o, sofrendo uma profunda remodelação. É
inaugurado a 16 d e Outubro de 1997, assistindo -se à sua revitalização atra v és de
modernas infraestruturas e novos espaços.
Informações úteis: -----
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
116
Edifíci o
Designação do Edifício: Café Convív io
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: M assarelos
Lugar/Rua: R ua do Arquitecto Marques da Silv a, nº 303
Coordenadas GPS: 41°09'16.0"N 8°37'51.2"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
117
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painel do Café Convívio
Localização do Conjunto Azulej ar: Exterior
Datação do Conjunto Azulej ar: 1990
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: R. Ca mpos
Nome da Oficina/Fábrica: Arte Portuguesa – Fernando
Manuel
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulej ar: Po licro mo [Destaca-se o: Amarelo | Verde | Laranja | Branco]
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Na parte superior dest e painel fo i rep resentado um cozinheiro com o respe tivo traje, ou
seja, com um grande barrete branco e avental. À sua f rente uma panela e diversos
alimentos, desde legumes, aos peixes e lagosta. Na parte inferior, e funcionando como
uma espécie de silhar, uma paisagem campestre onde dominam os g irassóis.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 127 : Painel Fi gurativo d o Caf é
Convívio.
Figura 128: Pormenor do Painel Figurativo
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
118
27
SIPA – M onument o aos Her óis da G uerra Peninsu lar [em linha]. Forte de S acavém : SIPA.
[Consult. 2 4 Abr. 2015]. Disp onível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5466 >.
Ponto de
Interesse 27
Designação do Ponto de Interesse: M onumento aos Heróis da Guerra Peninsular
Tipologia do Ponto de Interesse: Monumento
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça Mouzinho de Albuquerque
Coordenadas GPS: 41°09 '29.4"N 8° 37'45.0"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
O Mon umento aos Heróis da Gue rra P eninsu lar co ntou com a colaboração do arquiteto
José M arques da S ilv a e do e scultor Alves de Sousa, send o executado pela Co operativa
dos Pedreiros e pela Fundição do B olhão . Inaugurado em 195 1 alude à Guerra
Peninsular, travada entre 1 807 e 1814, unindo -se os portugueses aos e s panhóis e
ingleses contra os f ran ceses.
Na b ase a ss enta um grupo escultórico onde estão representadas cenas d e guerra
envolvendo civis. A E ste f oi representada uma mulher a segurar a bandeira nacional na
mão direita e a empunhar uma espada na e squerda, e a Oeste uma mulher com uma
criança. Deste conjunt o ergue-se u ma coluna de granito sobrepost a por u m l eão sobre
uma águia, simbolizando a v itória nacion al sobre o Império d e Napoleão. Na coluna
encontram-se também soldados e cenas das g uerras napoleónicas em relevo.
Informações úteis: -----
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
119
Edifíci o
Designação do Edifício: Café Novo
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: C edofeita
Lugar/Rua: R ua da Lapa, nº 4
Coordenadas GPS: 41°09'19.5"N 8°36'48.6"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
120
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painéis sobre o Porto no Café Nov o
Localização do Conjunto Azulej ar: Interior
Datação do Conjunto Azulej ar:
Painel 1: 1999
Painel 2: 2000
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: R. Ca mpos
Nome da Oficina/Fábrica: Arte Portuguesa – Fernando
Manuel
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Painel 1: O primeiro painel apresenta maiores dimensões que o o utro e situa - se do
lado esquerdo da porta de entrada. Nele está representada uma vista da cidade d o
Porto do sé c ulo XIX, visto ainda existir a Ponte Pênsil, única traves sia até então
entre a s duas margens- Veem-se ainda, a lém do casario, desta c a-se a Torre dos
Clérigos e o conjunto da Sé, assim como div ersos barcos rebelos.
Painel 2: Este segundo painel, mais recente e de menores dimensões, apresenta
uma vista da margem d e Vila Nova de Ga i a e retrata os afazeres do quotidiano,
como o de sc arregar das pipas do Vinho do Porto dos barcos rebelos. S ão diversas
as p ersonagens que povoam o p rimeiro plano, estando num segundo representados
os ditos barcos e, em toda a extensão do plano de fundo, a cidade do Porto.
Fichas de Inventári o dos Con juntos Azulejare s
121
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 129: Painel Figurativo do Café Novo.
Figura 130: Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 131: Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 132: Painel Figurativo.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
128
31
MART INS, F austo S anches – Azulejaria Portue nse , p. 182. INSTIT UTO POR TUG UÊS DOS
MUSEUS – Jú lio Resende: Obra Cerâmica . Lisb oa: IPM, 1998. IS BN 972- 8137974, pp . 28, 77.
32
INST ITUTO DO EMPREG O E FORMAÇÃO PROF ISSIONA L – As Idades do Az ul – f ormas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 78.
Conjunto
Azulej ar 31
Designação: Painéis da Cafetaria Sical
Localização do Conjunto Azulej ar: Interior
Datação do Conjunto Azulej ar: 1963-1964
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Jú lio Resende
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: 1 917-2011
Cronologia da Oficina/Fábrica: Oficina da Tijomel
Informações s obre o A utor: Júlio Resende nasceu no Po rto,
a 23 de Outubro de 1 917, desenvolv endo na cidade a sua
atividade a rtí stica e de docente na E sc ola Superior de Belas
Artes. Apesar d e sempre se ter considerado pintor e
desenhador, des de 1958 qu e re aliz ou trab alhos em cer âmica,
obras r epresentativ as da cerâmica parietal naciona l do séc ulo
XX . Com obra de Norte a Sul d e Portugal, são a quelas situadas
na cidade do P orto que se evidenciam, sendo prova disso o
extenso painel d a Ribeira Neg ra e o da Est ação de Metro d o
Bolhão. Salientando a sua importância, o Museu N acional do
Azulejo realizou, em 1998, uma e x posição retrospetiva da sua
obra cerâmica. Faleceu a 21 de Setembro de 2011 32 .
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A Fábrica de Cerâmic a
Tijomel sediou -se nas Cax arias, em Ourém.
Técnica do Conjunto A z ule jar: Tijolo Vidrado | Cerâmica Figurativa
Cores do Conjunto Azulejar: Po licromos [Destacam-se o: Azul | Am arelo | Verde |
Castanho]
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Os dois painéis rev estem as p aredes laterais e represent am a história do c afé, indo desd e
a sua plantação, à sua colheita, distribuição e consumo, este já trans fo rmad o em bebida.
Integram letterings publicitários da empresa, de s enrolando -se a na rrativa d esde os locais
longínquos de onde é extraí do o caf é, co m fauna e flora próprias, até à intimidade do
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
129
33
Im agens disponíve is em INSTIT UTO PORTUGUÊS DOS MUS EUS – Jú lio R esende: Obra
Cerâmica , p. 28.
balcão, surgindo assim dentro e fora do paine l .
Fotografias do Conjunto A zulejar 33 :
Figura 137: Painel Figurativo da Cafetaria Sical.
Figura 138: Painel Figurativo da Cafetaria Sical.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
130
34
SI PA – Avenida dos A liados [em linha]. Forte de S acavém: SIPA. [Consult . 2 4 Abr. 2 015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=20305 >.
Ponto de
Interesse 34
Designação do Ponto de Interesse: Avenida dos Aliados
Tipologia do Ponto de Interesse: Avenida | Praça
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Avenida dos Aliados
Coordenadas GPS: 41°08 '54.3"N 8° 36'40.3"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Em 1889 houve uma proposta de Carlos Pezarat para a criação de uma ligação entre a
Praça da Trindade e a Praça de D. P edro. Fican do este p rojeto sem efeito, em 1913 Barry
Parker (1867 -1 947), arq uiteto e urbanista inglês, foi convidado pa ra elaborar uma outra
proposta de lig ação entre as duas praça s. O p lano é ap rovad o, pela Câma ra Mun icipal,
em 1915 e sofre a lgu mas alte rações p or parte do arquiteto Marq ues da Silva (1869 -
19 47), responsável pelas obras. No ano seg uinte começa as obras de abertura da
avenida, começando pela demolição dos antigos Paços do Concelho, do Bairro do s
Laranjais e de ruas como a do Laranjal e a de D. Pe dro IV . Recebe o nome de Avenida
das Nações Aliad as, em homenagem à vitória aliada da 1ª Guerra Mun dial. Em 2005,
com o processo de abertura do me tro, a av enida f icar parcialmente destruída, sendo
recuperada pelos arquitetos Siz a Vieira e Souto de Mou ra .
Informações úteis: -----
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
131
35
SIPA – Capela das Almas de S anta Catarina [em linha]. Forte de S acavém : SIPA. [C onsult. 24
Abr. 2015]. Disponível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5472 >.
Edifíci o 35
Designação do Edifício: Capela das Almas de Santa Catarina
Tipo de Edifício: C apela
Localização do
Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso | Bonfim
Lugar/Rua: R ua de Santa Catarina, nº 426- 428
Coordenadas GPS: 41°08'59.9"N 8°36'19.6"W
Cronologia do Edifício: S éculo XVIII
Classificação d o Edifíc io: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
É durante o p onti fício de Pio VI, precisamente no ano de 1795, que se faz referência à
Irmandade d as A l mas. Arquitetura n eoclássica e de planta retangular, é org anizada em nave
única e capela-mor. As fa chadas são circunscritas por cantaria de granito e tot almente
revestidas a azulejo histo riado, a presentando episódios da vida de São Francisco de Assis
e Santa Catarina. A fachada principa l é rematada por um frontão triangular onde, no tímpano,
se encontram as arm as d e São Fr ancisco e San ta Cat arina. A porta principal, com frontão
interrompido, é encimada po r um janelão rematado com um frontão curv o e com um vitral
representando as A lmas. A to rre sine ira, a do ssada à f achada principal, é robusta, rematada
por b al austrada e coberta por co ruc héu. É composta por d ois registos, o prime iro com a porta
de acesso ao interior, e o segundo marcado pelas sineiras.
Interiormente a Capela das Almas de Santa Catarina é também azulejada. Aqui foram
colocados painéis alusiv os à s Alm as, a S. Francisco e a Santa Catarina, a ssim como um
rodapé em azulejo de p adrão azul e branco. Tanto a nave como a capela - m or têm a bóbad a
de luneta com rele v os e stucados, e todos o s altares f oram executados em linguage m
neoclássica. O órgão é datável do século XIX e atribuído a J osé Joaquim Fonseca .
Esta capela sofreu alg umas interv enções ao lon go do tempo, salien tando em 1801 a su a
remodelação e ampliação, modificando o estilo orig inal, em 1 815 a pintura do painel do
retábulo-mor p or Joaquim Rafael e, em 1929 o rev estimento das fach adas com a z ulejo s
executados na Fábrica Viúva Lamego pelo pintor Eduardo Leite .
Conjunto azulejar: Em 1982 os azulejos da fachada sul f oram restaurados. Em 2 000 todo o
conjunto azulejar, quer o exterior, quer o interior, f oi alvo de tratame nto. Desta f orma ,
procedeu-se à limpez a superficial d e vidrados e contornos, à remoçã o de alguns exemplares
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
132
e de arg amassas fendilhadas, à limpeza de arg amassa s velhas, à aplicação de pesticidas,
como à dessalinização, co nsolidações pontuais e preenchimento dos esp aços das juntas com
argamassas tradicionais 36 .
Fotografias do Edifício:
36
SI PA – Cap ela das Almas de Sant a Cat arina [em l inha]. Forte de Sacavém: SIPA. [C onsult. 24
Abr. 2015]. Disponível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA. aspx?id=5 472 >.
Figura 139: Capela das Almas de Santa Catarina.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
133
37
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense , pp. 118-12 5.
38
CÂMARA MUNICIPAL DO PORT O – Pela Cidad e do Porto: Descoberta da cidad e através de
uma visita aos m urais cerâmicos . Porto: CMP, 2002. I SBN 978 -8022- 23 -9, p. 30.
39
INST ITUTO DO EMPREG O E FORMAÇÃO PROF ISSIONA L – As Idades do Az ul – f ormas e
memórias da azulejaria portuguesa , p. 109. C ÂMARA MUNICI PAL DE LISBO A – Fábr ica de
Cerâmica Viúva Lamego [ em linha]. Lisboa: CML. [Consult. 29 Jun. 2015]. Disponível na Internet
<URL http://www.cm -lisboa.pt/eq uipam entos/equipamento/info/f abrica - de -cer amica -viuv a-
lamego >. IN STIT U TO DO EMPREGO E FO RMAÇÃO PRO FISSIONAL – As Idades do Azul –
formas e me mórias da a zulejaria portuguesa , p. 1 09.
Conjunto
Azulej ar
1 37
Designação: Revestimento Ex terior da Capela das Almas de Santa Catarina
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal e Fachada Lateral Sul
Datação do Conjunto Azulej ar: 1929
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: E duardo Leite
Nome da Oficina/Fábrica: Viúva Lameg o
Cronologia do Aut or: 1 902- [?]
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1849
Informações sobre o Autor: Eduardo Leite na sceu em Sintra
a 27 de Outub ro de 19 02. Formou -se na Escola de Belas Art es
de Lisb oa, t endo sido aqui que estudou a s técnicas da pintura
em azulejo, e nsinadas p or Alves de Sá. Na década de 2 0 viaja
até Paris, cidade onde co nsolidou os seus estudos. No regresso
é incumbido de gerir a Fábrica de Cerâmica Viúva Lamego,
sendo o r esponsável pela sua reputação e l evada no seio dos
centros de produção do país 38 .
Informações sobr e a Oficina/Fábrica: A F ábrica d e C erâmica
Viúva Lamego foi fundada, em 1849, p or An tónio da Costa
Lamego, c omeçando a produção de a z ulejos a partir da década
de 60 do século XIX, e riv alizando assim com a Fabrica de
Sacavém. Os nome s que se e v idenciam são o d e Eduardo
Leite, ex ecutando aqui o rev estimento da Ca pela das Al mas do
Porto, Pereira Cão, Jorge Barradas, Manuel Cargaleiro e
Querubim L apa. O edif í cio da sua sede é hoje um Imóv el de
Interesse Público e a su a f rontaria é totalmente rev estida a
azulejo figurativo da autoria de Ferreira das Tabuletas 39 .
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
134
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Revestimento em linguagem reviv alista neobarroca que resultou do consenso entre o a rtista
e a irmandade. A composição foi articulada de fo r ma a conceber u m conjunto unitário ent re
as cenas representadas nas d uas facha da s. Assim, a pa rtir dos vãos o artista dividiu
longitudinalmente e em planos sobrepostos toda a superfície: um rodapé, dois registos
principais e um ático, adaptando -se as representações aos elementos a rquitetónicos ,
principalmente aos vãos correspondentes às janelas.
No rodapé, fu ncionando si multaneamente de e stereóbato, apoia -se toda a composição
arquitetónica f ictícia, assim como inclu i diversos m edalhões e cartelas que p ossue m
elementos si mbólicos relacionados com os desenv olvidos nas c enas. Os r egistos pri ncipais
merecem destaque pelo seu tratamento e emolduramentos, nos quais se percebe a
influência do m estre Alves de Sá . Eduard o Le it e criou a qui p ri morosos exemplares d e
arquitetura fingida e ri cos elementos decorativos, onde p redomina m grinaldas, folhas de
acanto, enrolamentos de volutas e outros, p reenchendo até as áreas n eu tras com cartelas
e med alhões legendados. Aliando à sua quali dade de b om de s enhador, Eduardo L eite j unta
a sua a ptidã o de a g uarelista no tratamento d as nuvens dos rom pimentos e glória,
conseguindo criar vários planos.
Centrando-nos ag ora na análise individu al das cenas, esta torna -se compreensível visto a
maioria e star legendada. A iconografia d esta capela gira e m torno d os interv eniente s e no
seu processo histórico:
Santa Catarina: Referê ncia à primitiva capela em madeira;
São Francisco de Assis e Almas: E v ocação à Irm andade das Almas e Chagas de São
Francisco, transferida do Mosteiro de Santa Clara para a Capela d e Santa Catarina;
Eucaristia: Lembrança d a conc essão do Lausperene que o Papa Pio VII fez em 1804;
Pretende-se c om esta escolha realçar a s uperintendência da Irmandade da s Almas e
Chagas de São Francisco.
Fachada Principal:
Registo Superior Esquerdo:
Legenda ALMAS E CHAGAS DE S. FRANCISCO , do is elementos que lhe estão
associados, o primeiro no co ntext o te mático do Purgatório, sendo um dos santos qu e
acompanhava a Virgem quando procedeu ao derramar do leite s obre a s Almas para
lhes aliviar o sofrim ento, o segundo, d evido às chagas que recebeu. O artista
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
135
representa assi m estes dois elementos inserindo - os n o mesmo registo onde se
distinguem, num apont amento superior, um momento alusivo à Estig matização, e um
episódio re ferente às Alma s d o Purgatório, na pa rte inferior, e o nde são acentuadas
as labaredas.
Registo Superior Dir eito:
Legenda S. CATA RIN A e é rep resent ada uma Custódia sustentada por dois anjos
ajoelhados. Esta pe ç a representa o sa cramen to da Eucaristia e é circundada por raios
e pela legenda BENDITO E LOUVADO SEJA O SA NTÍSSIMO SACRAMENTO DA
EUCARISTIA , m otivo inspirado no painel do coro al to do Mosteiro de Santa Clara,
datado do século XVII.
Registo Inferior Esquerdo:
Estigmatiz ação de S. F rancisco , onde S. Fr ancisco é rep resentado no monte A lv erne,
no momento em qu e tem uma v isão com Cristo crucificado elevado no céu. Das
chagas d e Cristo sa em cinco raios luminosos que vão marcar a impressão das chagas
de Cristo no corpo do santo, procedendo -se assi m à prime ira estigmatização da
História. No ú lti mo plano surge o peque no convento de Alverne, onde S. Francisco
orava e se penitenciava.
Regi sto Infe rior Dir eito:
Coroação de S anta Catarina . Nota-se o conheci mento d o a rtista no q ue refere às
diversas f ontes literárias e visuais que abor dam esta temática, apresentando Sa nta
Catarina a ser coroada pela Virg em e pelo Menino, ao mesmo temp o que um coro de
anjos d errama uma c huva de f lores. Dada a importância da santa, fo ram ainda
incorporados os seus atributos: a c oroa d as v irgens, a espada, a r oda d as nav alhas e
a palma do martírio, repetidos em outras cen as como símbolos identificativos.
Fachada Lateral:
A Vitória de Santa Catarina É -lhe anunciada por um Anjo : Nesta cena Santa
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
136
Catarina a ss ume um plano central estando em pé, a o contrário d as outras
personagens que a rodeiam que, de v ido à situação se afastam. Os anjos rodeiam a
santa e um dele s anun cia-lhe assim a sua vitória.
A Discussão de Santa Catarina : Sant a Catari na é representada numa a titude firme e
serena, com o livro aberto e consciente de que detém a verdade, contrastando com
a atitude do imperador e dos seus doutores e filósofos. Nesta imagem, a habitual
pomba simbolizando o Espirito Santo fo i s ubstituída por Cristo, fo nte de força e
inspiração da santa, e o pintor abre janelas que p ermitem d ar con t inuidade à cena,
imitando os mestres renascentistas e flamengos.
Santa Cat arina suplici ada : Aqui o artista optou por não incluir o motivo mais f reque nte
neste episódio, a roda de n avalhas , escolhe ndo o momento que antecede a
decapitação da santa. Deu p apel de destaque ao imperador que, em v ez de um dos
algozes, avança e aponta o f io da espada ao pescoço de Santa Catarina , a qual
permanece de mãos postas à espe ra do desenlace . Reali zada a decapitação, o corpo
da santa é levado e sepultado por d ois anjos no monte S i nai, visíveis n a zona celeste.
Num medalhão sobre a cena foi representada Santa Catarina.
S. Fran cisco de Assis /Cr isto d esde da Cruz para abra çar S. Francisco : Sob a legenda
foi representada uma cena em que S. Francisco é a braçado por Cristo que se
desprende da cruz . Pode dizer -se que segue a composição da Deposição da Cruz
pois as personagens habituais estão p resent es, Maria Madalena, a Virgem, S. João
Evangelista e Nicodemo, sendo Jos é de Arim ateia aqui substituído por S. Francisco.
S. Francisco prega em presen ça de Honório III : Nesta cena, pa ra a sua
representação, Ed uardo Leite recorreu ao s f rescos pintados por Giotto n a Basílica
Superior de Assis, e co pia assim a figura do Papa, alterando o contexto local, e
completando a cena com um rompimento de céu de f or ma a int roduz ir Cristo redentor
e a Virgem, aqui coroada com dozes estrelas. Este painel foi escolhido por Eduardo
Leite para receber a s ua a ssinatura, visív el n um pedaço de papel caído no chão jun to
ao canto inferior direito.
O jacto milagroso de um a fo nte : Este é um tema narrado na Vida Se gunda , de Tomás
de Celano, e que narra a ida de S. Francisco a um a fonte que a m isericórdia de Cristo
fe z brotar auxiliando um camponês desfalecido. Eduardo Leite limit ou -se a
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
137
copiar, mais uma v ez, uma das criações de Giotto. Nu m m edalhão sobre a cena fo i
representado S. Francisco.
Morte de S. Francisco d e Assis : Último g rande episódio d este co njunto e que tin ha
obrigatoriamente de fazer parte de qualquer ciclo f ra nciscano. Nas exéquias de S.
Francisco, o pintor recorre mais uma vez à s criações de Giotto, de sta vez à quelas
que se encontram na Capela Bardi da Igreja de Santa Croce, em Flore nça. Num
medalhão sobre a cena foi representada a subida ao céu de São Francisco.
S. Fr ancisco de Assis L evado pelos A njos : Após ter f alecido, S. Fr ancisco é lev ado
por diversos anjos. E ncimando esta cena encontra -se uma outra onde S . Francisco
está perante Cristo, m ostrando que chegou a o céu e que se prostrou aos p és do
Salvador.
Resumindo 40 :
Episódios da V ida de Santa Catarina : Coroação de Santa Catarina; A Discussão de S ant a
Catarina [com os sábios d e Alexandria]; A Vitória de Santa Catarina É-lhe anunciada por um
Anjo; Santa Catarina supliciada ;
Episódios da Vid a de S. Francisco : Estigmatiz ação de S. Francisco; Cristo solta-se da Cru z
para abraçar S. Francisco; S. Fran cisco prega em p resença de Honório III; O jacto milagroso
de uma fonte; A morte de S. Francisco; S. Francisco levado pelos Anjos;
Todos estes episódios têm uma du pla missão, perpetuar a histó ria do edifício, ao mesmo
tempo que divulg a os polos d evocionais d a irmandade. A m ensagem transmitida prende -se
com a história da salvação, quando são destacadas a s Chagas de S ão Francisco, com a
lembrança aos v ivos das sua s ob rig ações perante os que já partiram, p ercetív el na cen a
das Laba redas do Pu rgatório , e ainda com o convite p ara a participação n o banquete
eucarístico e a consequente adoração de Cristo.
Curiosidade : Santa Catarina, Santa Margarida e Santa Bárbara formavam a tríade das
Virgens Cap itais. Esta san ta é a protetora de to das as profissões que incluem uma roda,
atributo do seu m artíri o, como é o caso dos moleiros, costureiras, navegantes e f iandeira s,
atraindo assim um grande número de devotos 41 .
40
BRO CHADO, Alexa ndrino – Capela das Almas: Um a jói a da Azulejaria Portug uesa . Porto:
Livraria Telos , 1985, pp. 32, 37.
41
Ibidem , p. 24.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
144
Figura 164: Símbolos de S. Francisco.
Figura 163: Pormenor d a Coroação d e
Santa Catarina .
Figura 162: Coroação de Santa
Catarina .
Figura 165: Símbolos de Sant a Catarina.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
145
Figura 166 : Legenda A Vitória de Santa Catarina é-
lhe anunciada por um An jo .
Figura 167 : A Vitória de Santa C atarina é-lhe
anunciada por um Anjo .
Figura 168 : Pormenor de A Vitória d e S anta Catarina
é-lhe anunciada por um A njo .
Figura 169: A discussão de Santa Catarina .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
146
Figura 170 : Pormenor de A discussão d e San ta
Catarina .
Figura 171 : Legenda A discussão de S anta Catarina .
Figura 172 : Pormenor de A discussão d e San ta
Catarina .
Figura 173 : Pormenor de A discussão de Santa
Catarina .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
147
Figura 174: Santa Ca tarin a é supliciada .
Figura 175 : Pormenor de Santa Catarina é
supliciada .
Figura 176: Legenda Santa Catarina é supliciada .
Figura 177 : Pormenor de Santa Catarina é
supliciada .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
148
Figura 178: Legenda S. Franc isco D’ Assis .
Figura 179 : Cristo desce da Cru z para abra çar S.
Francisco .
Figura 180 : Pormenor de Cris to desce da Cruz p ara
abraçar S. Francisco .
Figura 181 : S. Francisco prega em
presença de Honório III .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
149
Figura 182: Po rmenor de S. Fra ncisco pr ega em
presença de Ho nório III .
Figura 183 : Legenda de S. Francisco prega em
presença de Honório III .
Figura 184: O jacto milagroso de uma fonte .
Figura 185: Po rmenor de O jacto milagroso d e um a
fonte .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
150
Figura 186: Legenda de O jacto milagroso de uma
fonte .
Figura 187 : Pormenor de O jacto
milagroso de uma fonte .
Figura 188: M orte de S. Francisco .
Figura 189: Pormenor da Morte de S. Franci sco .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
151
Figura 190: Legenda M orte de S. Francisco .
Figura 191: Pormenor da Morte de S. Franci sco .
Figura 192: S. Francisco perante
Cristo .
Figura 193: Pormenor de S. Francisco perante Cristo .
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
152
Figura 194: S. Francisco levado pelos
anjos .
Figura 195: Pormenor de S. Francisco levado pelos
anjos .
Figura 196 : Lege nda d e S. Francisco levado pelo s
anjos .
Figura 197 : Pormenor do Revestimento da Fachada
Lateral.
Fichas de Inventári o dos Conju ntos Azulejares
153
Figura 198: Pormenor do
Revestimento da Fachada Lateral.
Figura 199: Pormenor do
Revestimento da Fachada Lateral.
Figura 200: Pormenor do
Revestimento da Fachada Lateral.
Figura 201: Pormenor do
Revestimento da Fachada Lateral.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
256
91
AMORI M, Sandra Ar aújo – Contributos para o Estudo do Azulejo Publicitário. Revista da
Faculdade de Letras . Porto : FLUP, 2003. I Série, vol.2 , p. 792.
Figura 386: Porm enor do Painel da Companhia
União de Crédito Popular.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
257
92
SI PA – Fonte dos Leões [em linha]. Fort e de Sac avém: SIPA. [Consult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=3969 >.
Ponto de
Interesse 92
Designação do Ponto de Interesse: F onte dos Leões
Tipologia do Ponto de Interesse: Fonte
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça Gomes Teixeira
Coordenadas GPS: 41°08 '49.2"N 8° 36'56.5"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A construção da Fonte dos Leões iniciou-se em sete mbro de 1885. No ano seguinte, em
dezembro, já jorrava água. A sua c onstrução deve -se à empresa parisiense Compagnie
Générale des Eaux pour l'Etranger . É uma f onte que assenta e m quatro leõ es, co m asa s,
sentados em cada extremo e int ercalados por colunas. A encimar es te grupo escultóric o
encontram-se d uas taças, em bron z e pintado, so brepostas e escalonadas. O tanque é
em granito e octogonal, com bordos arredondados e paredes ondula das. A ta ça inferior,
de onde jorra a água, é percorrida por um friso em alto -relevo e com elementos
vegetalistas, interrompido apenas pelas cornetas que permitem a circulação da ág ua.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
258
93
SI PA – Depósito de Materiais da F ábrica d as Deves as [em l inha]. Forte de Sac avém: S IPA.
[Consult. 2 4 Abr. 2015]. Disp onível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=55 18 >.
Edifíci o 93
Designação do Edifício : Depósito de Materiais da Fábrica das Devesas e Palacete Neo -
Mourisco de A. A. da Costa
Tipo de Edifício: Edifício | Palacete
Localização do Edifício
Freguesia: Vitória
Lugar/Rua: Rua da Conce ição nº 65-67 | Rua de José
Falcão, nº 199
Coordenadas GPS: 41°08'58.9"N 8°36'51.0"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: Monumento de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
A constru ção do Depósito de Materiais da Fábrica d as Devesas iniciou -se quase quatro
décadas depois da f undação da Fábrica de Cerâ mica das Devesa s por António Almeida
da Costa. Assim, de pois de pedida a licença para a sua ed i ficação, come çou a ser
contruído e m 1901 e, n os anos 6 0, é adquir ido p ela Firma UNITECA. Este edi fício, da da a
importância da fábri ca de cerâmica, e sendo o Po rto um centro de comércio, respondia à
necessidade de armazenamento do s mat eriais, funcionando simultaneamente como
mostruário, possibilitando a comercialização, e habita ç ão. Devido a os e lementos
decorativos que integram a fachada, aos quais foi implementada g rande riqueza e rig or,
muitos autores atribuem-na a José Joaquim Teixeira Lopes.
O edifício apresenta planta em L e as dependências distribuem -se por dois corpos, de dois
pisos e águas furtadas, un i dos por um pátio . Uma d as fachadas volta-se para Rua d e José
Falcão enqu anto a outra para a Rua da Conceição. A pri meira apresenta, ao ní vel do 1º
piso, quatro janelas em arco de volta perfeita e , no p iso superior, d uplas janelas d e sacada
e com arco de ferradura. Além do s vãos de iluminação, a porta d a entrada, igualmente em
arco de volta perfeita e, sobre e sta u ma janela com varanda que conjug a um arco em ogiva
com ou tro em fe rrad ura. Para rematar e sta fachada foi aplicada um a platibanda com
merlões d enteados e onde, no centro e n os cunhais, f oram colocados vasos também em
cerâmica. O s eu revestimento é f eito através de azulejos lisos, de p adrão e de grande s
placas cerâmicas relevadas e que adaptam a o recorte dos vãos.
A fachada da Rua da Conceição é, a nív el estrutural, muito sem elhante à anteri or. Ao
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
259
centro foi rasgada uma porta com bandeira, d o lado direito outra s duas portas, de perfil
mais reduzido, e do la do esquerdo um portão. No pis o superior qu atro vãos de ilu minação
ladeiam o central. São janelas de peitoril e em arc o de volta perfeita que ladeiam, a pa r, a
de sa c ada. É, tal como a outra frontaria, revestida a azulejo. Aqui são lisos e f igurativos
em tons de azul, branco e amarelo destacand o -se a imitação de elementos arq uitetónicos
como o s ba l aústres sob as jan elas de p eitoril. Esta é também rematada por uma platibanda
composta por merlões q uadran gulares v azados.
No interior do corpo d a Rua de J osé Falcão destaca -se um c orredor central com uma s ala
de cada lado. No piso supe rior um grande salão desenvolv e -se ao longo da fachada e
sustenta-se a través de quatro colunas metálicas, além das suas paredes revestidas a
estantes envidraçadas. Esta divisão corresponde ao antigo S alão de Exposições das
Devesas e por e ssa me s ma razão fo i d ecorado c om estuques e painéis de a z ulej o
figurativo com referência à fábrica. Em todo o edifício foram aplicado s materiais produz idos
na d ita fábrica, exemplo disso são o rev estimento dos pavimentos, lambris e das
escadarias. O d a Rua da Conceição tem a estrutura de uma h abitação tradicional co m
corredor central, hall e escadaria rev estidos a azulejo. No piso térr eo tem um extenso
espaço su s tentado por colunas d e ferro fundido e o pátio, que interliga os dois e difícios, é
contornado por uma varanda que permite a criação de uma galeria de exposiç ão.
Fotografias do Edifício:
Figura 387 : Vista Geral do D epósito de M ateriais da
Fábrica das Devesas.
Figura 388 : Vista Geral do Palacete Neo -Mourisco
de A. A. Costa.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
260
Conjunto
Azulej ar
1
Designação: Revestimento Exterior do Depósito de Materiais da Fábrica das Devesas e
Palacete Neo-Mourisco de A. A. da Costa
Localização do Conjunto A zule jar: Exterior do Depósito de Ma teriais da Fá brica das
Devesas
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: T eixeira Lopes, Pai [?]
Nome da Oficina/Fábrica: Fábri ca das Devesas
Cronologia do Aut or: 1 837-1918
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1865-1920
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A F ábrica Cerâ mica e
de Fu ndação das Devesas f oi f undada, em 1865, por Antóni o
Almeida da Cost a. A sua p rodução centrou -se em materiais de
construção e e lementos decorativos em cerâmica pa ra
interiores e exteriores, muitas das peças da au tori a de José
Teixeira Lopes, diretor da f ábrica desde 1909. Além dos
azulejos artísticos destinados a encomendas particulares
destacam -se, competindo com os da Fábrica de Massarelos, os
azulejos de relevo. A Fábrica das Devesas en cerrou em 1 920,
sendo à altura da da maior importânci a aos materiais de
construção. Hoje é ainda possível ver di versos painéis de
azulejos colocados n o muro da antig a fábrica, assim co mo
diversas dependências pertencentes ao bairro dos operários 94 .
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O rev estimento azuleja r do Depósito de M ater iais da Fábrica das Dev esas é co mposto p or
vários elem entos decorativ os. Superiormente é percorrido p or um f riso que apre s enta
motivos florais e, sob este, rasgam-se cinco janelas enquadradas p or molduras bastan te
recordas e com elementos concheados. No seu centro, e encimando os vãos, foram
representados bustos, um deles p ertencendo a Luís de Camões, tendo na cabeça a t í pic a
coroa de louros e estando acompanhado de liv ros, e ou tro a Marte, deus das Artes e
representado com p incéis e uma pa leta. Sob as jan elas foi aplicada uma platibanda em
trompe l’ oeil , f ingindo assim os elementos ar quitetónicos. No rés-do chão cinco painéis
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
261
ladeiam os portões e a s portas. Neles f igura diversas p ersonagens mitológicas, tendo sido
representadas sereias e faunos, este últi mo pintando uma tela, clara ilusão à Pintura.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
94
INST ITUTO DO EMPREG O E FORMAÇÃO PROF ISSIONA L – As Idades do Az ul – f ormas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 109.
Figura 390 : Pai néis Figurativos do Depósito de
M ateriai s da Fábrica das Deve sas.
Figura 389: Vista Geral do Depós ito de M ateriais da
Fábrica das Devesas.
Figura 391 : Pormenor d os Painéis
Figurativos D epósito de M a teriais da
Fábrica das Devesas.
Figura 3 92: Pormenor dos Pai néis Figurativos
Depósito de Materiais da Fábrica das Deve sas.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
262
Fi gu ra: Po rm e n o r d o P a i n e l F i g u ra ti v o
d a Ca s a n º
Figura 393: Porme nor dos Painéis F igurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Devesas.
Figura 394: Porm enor dos Painé is Figurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Deve sas.
Figura 395: Porme nor dos Painéis F igurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Devesas.
Figura 396: Porm enor dos Painé is Figurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Deve sas.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
263
Figura 399: Pa inel Figurativo do
Depósito d e Materiais da Fábrica das
Dev e s a s .
Figura 397: Porme nor dos Painéis F igurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Deve sas.
Figura 398: Porme nor dos Painéis F igurativos do
Depósito de Materiais da Fábrica das Devesas.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
264
Figura 400: Pa inel Figurativo do
Depósito d e Materiais da Fábrica das
Dev e s a s .
Figura 401: Pa inel Figurativo do
Depósito d e Materiais da Fábrica das
Dev e s a s .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
265
Figura 402: Pa inel Figurativo do
Depósito d e Materiais da Fábrica das
Dev e s a s .
Figura 403: Pa inel Figurativo do
Depósito d e Materiais da Fábrica das
Dev e s a s .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
272
97
AMORI M, Sandra Ar aújo – Contributos para o Estudo do Azulejo Publicitário. Revista da
Faculdade de Letras . Porto : FLUP, 2003. I Série, vol.2 , p. 791.
Figura 414 : Pormenor do Painel d o Depósito d e So la
e Cabedaes.
Figura 415 : Pormenor do Painel d o Depósito d e So la
e Cabedaes.
Figura 416 : Pormenor do Painel d o Depósito d e So la
e Cabedaes.
Figura 417 : Pormenor do Painel d o Depósito d e So la
e Cabedaes.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
273
98
DIAS, Mar ina Tavares; MARQUE S, Mário Morais – Porto Des aparecido. Lisbo a: Qu imera,
2002. ISBN 972- 589 -0 91-4, p. 169.
Ponto de
Interesse 98
Designação do Ponto de Interesse: C afé Imperial
Tipologia do Ponto de Interesse: Café
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça da Liberdade
Coordenadas GPS: 41°08 '47.9"N 8° 36'39.3"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
O último café a abrir na Avenida do s Aliados fo i o Café Imperial . Inaugurado a 27 de Maio
de 1936, é projeto dos a rquitetos Ernesto Korrodi (1889 -1944) e do seu filho Ernesto
Camilo (1905-1985). No seu interior, e como acontece na maioria destes
estabelecimentos, existe um vitral que fa z alusão ao cultiv o, transporte, transformação e
consumo do café. À data de abertura, o interior p ossuía um a banca para venda de jornais,
outra para a venda d e ca fé a p eso e ainda, a o fu ndo, um bar c om teto de cristal, lugar
utilizado para as tert úlias. O essencial do seu interior e e x ter ior mantém -se até á
atualidade. Contudo, hoje em dia o Café Im perial é m ais conhecido como sendo o
McDonald’s dos Aliados, instalado neste edi fício desde 1995.
Informações úteis: ----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
274
99
Ermida d e São Miguel-o- Anjo [ em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [C onsult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=3862 >.
Edifíci o 99
Designação do Edifício: Ermida de S. Miguel-o-Anjo
Tipo de Edifício: Ermida
Localização do Edifício
Freguesia: F oz do Douro
Lugar/Rua: R ua do Passeio Alegre
Coordenadas GPS : 41°08'54.6"N 8°40'15.3" W
Cronologia do Edifício: S éculos XV-X IX
Classificação do Edifício: Monumento Nacional
Breve descrição do Edifício:
Em 1528 o Bispo de Viseu, D. Mig uel da Sil va, edi fica a capel a d e S. Miguel-o-Anjo, assim
como colocar um fa rol na respetiv a to rre do temp l o, funcionando como avisador lum i noso
à naveg ação. A constr ução da capela termina e m 1538, man tendo -se com a s suas fun ções
primitivas até aos inícios do século XIX, data em que passa a funcion ar como sala de
conferências dos pilotos da Barra do Douro. Em 1841 é construído um edifício anexo à
ermida, dotado também de t orre, p ara que aí se instale a Guarda Fiscal. Durante o século
XX a Ermida d e S. Miguel-o-Anjo passa a sala de reuniões do agrupamento da Foz do
Douro do Corpo Nacio nal de E scutas. Com planta interior octogonal é um e x emplar único
no p aís e dos mais antigos da Europa. Na parede exterior voltada ao rio encontra -s e a
seguinte inscrição : Miguel da Silva, B is po El e ito de Viseu, fês esta torre pa ra governo da
entrada dos navios e deu e consignou ca m pos comprados com o seu dinheiro pa ra que,
do res petivo rendimento, se acendessem da torre fogos p erpetuam ente. Ano M. D. XXVIII .
Fotografias do Edifício :
Figura 418 : Ermida de S. Miguel -o-
An j o .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
275
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior da Ermida de S. Miguel -o-Anjo
Localização do Conjunto Azulej ar: Torre
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do A utor: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Azulejos de padrão composto por elementos geométricos.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 420: Padrão do
Revestimento da Ermida
de S. Miguel-o -A njo.
Figura 4 19: Revestim ento Ex terior da
Ermida de S. Miguel-o-Anjo.
Figura 421: Friso do Revestimento da
Ermida de S. Miguel-o-Anjo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
276
100
SIP A – Forte d e São Joã o Baptista [ em linha]. Fort e de Sacavém : SIPA . [C onsult. 24 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5543 >.
Ponto de
Interesse 100
Designação do Ponto de Interesse: F orte de S. João Baptista
Tipologia do Ponto de Interesse: Fortaleza
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Esplanada do Castelo
Coordenadas GPS: 4 1°08'56.2"N 8°40'26.8"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
No século IX foi constr uída uma peque na ermida n o local onde f oi edi ficada a Fortaleza
de S. João B aptista, tendo sido encontrados vestígios sob a sua estrutura. A ermida foi
doada, em 1145, a D. Afo nso Henriques e D . Mafalda e , em 1176, ao Mosteiro de Santo
Tirso. E ntre 1527 e 1546 a er mida medieval é demolida, mas assumindo à altura a
função d e igreja paroquial da f regu esia d e S . João da Foz. Cede lugar à construção
renascentista levada a cabo por D. Miguel d a Silva , e com traça d e Francesco de
Cremona, e que era composta p or igreja e outro ed i fício ao qual se adicionou um palácio
abacial. Em 1571 Fra ncisco Sá de Menez es, único Con de de Mato sinhos, é nomeado
capitão da fortaleza, sofrendo estas obras até 1578. Em 164 2 é enviado a o Po rt o o
engenheiro-mo r Cha rl es Lassart, com o intuito de fazer o levantamento das obras
necessárias à defesa da b arra do Douro, reali zando para ta l um pro jeto de ampliação e
reforço da dita forti ficação. Estas obras f icam a carg o de Fr ei Joã o Turriano e i niciam -se
entre 1646 e 16 53 levando à destruição d e grande p arte do templo e da s outras
dependências religiosas. Assim, a nave passou a ser o p átio de armas, o nártex
transforma-se em prisão e cav alariças e a torre norte dá lugar a uma latrin a. A igreja é
totalmente demolida e m 1 648 abandonando os relig iosos o espaço f ortificado. Entre
1790 e 1804 houve uma tentativ a de r eestruturação do forte, segund o planos d e
Reinaldo Oudinot, mas devido à falta de recur sos ec onómicos não av ançou. Em 1796 o
mesmo Oudinot projeta um portal neoclássico com ponte levad iça, substituindo a
primitiva porta, mas o trabalho ficou incompleto. No f inal d o s éculo X IX sofre algumas
obras e, em 1941, é ocupado pelo Serviço de T ransmissões M ilitares, posto q ue
abandona o ed i fício em 1961. Em 1987 iniciam -se as obras de recupe r ação d o
monumento e realizam-se trabalhos arqueológicos n o interior do Forte de S. João
Baptista.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
277
Edifíci o
Designação do Edifício: Escola de Comércio do Porto
Tipo de Edifício: Escola
Localização do Edifício
Freguesia: C edofeita
Lugar/Rua: Rua do Rosário, nº 174
Coordenadas GPS: 41°09'01.0"N 8°37'15.1"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Figura 422 : Vista Geral da Escola de
Comércio do Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
278
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior da Escola de Comércio do Porto
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: 1994
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: F. G onçalves
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Este conjun t o azulejar é f ormado por uma diversidade de elementos decorativ os. Este s,
estendendo-se po r toda a extensão da f achada n um claro horror ao vaz io, são f estões,
concheados e a rranj os f lorais p endentes e suspensos por laços que en quadram e
sobrepõem todos o s vãos do edifício. Compõe ainda este conjunto um friso in fe rior. É
constituído por elementos vegetalistas e volutas.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 423 : Vista Geral da Escola de
Comércio do Porto.
Figura 424: Po rmenor do Painel
Figurativo da Escola de Comérc io do
Po rto .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
279
Figura 425: Pormenor do Paine l
Figurativo da Escola de Comércio do
Porto.
Figura 426: Pormenor do Painel
Figurativo da Escola de Comércio do
Porto.
Figura 427: Pormenor do Painel
Figurativo da Escola de Comérc io do
Porto.
Figura 428: Pormenor do Painel
Figurativo da Escola de Comércio do
Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
280
Figura 429: Pormenor do Painel Figura tiv o da Escola
de Comércio do Porto.
Figura 430: Pormenor do Painel Figura tiv o da Escola
de Comércio do Porto.
Figura 431: Pormenor do Painel Figura tiv o da Escola
de Comércio do Porto.
Figura 432: Pormenor do Painel Figura tiv o da Escola
de Comércio do Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
281
101
SIPA – Hospital de Santo A ntónio [em linha]. Forte de S acavém: SIPA. [Consult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5417 >.
Ponto de
Interesse 101
Designação do Ponto de Interesse: H ospital de Santo António
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício | Hospital
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Ru a do Profe ssor José Vicente de
Carvalho
Coordenadas GPS: 4 1°08'50.0"N 8°37'05.0" W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Entre 1 766 e 1767 a San ta Casa da Misericórdia do Porto decidiu construir um novo
edifício para o seu hospital, encomendando o projeto ao arquiteto i nglês John Carr. A
primeira pedra é lançada em 1770, sendo o corpo sul o primeiro a ser c oncluído e a
receber doentes em 1799 . As Invasões Francesas fazem com que as obras estagnem,
estando o hospital pr onto apenas em 1824. Nas décadas d e 70 do s éculo XX é
construído um novo corpo a sul do edifício já e xistente, correspondendo a um nov o bloco
hospitalar.
O edifício apresenta planta em U e a fa c hada principal é dividida em cinco corpos. O
central é mais saliente que os restantes e tem ao centro um pórtico f ormado por seis
colunas dóricas que suportam o entablamento e o tímpano. Superiormente é rematado
por uma b alaustrada e nos cantos su rg em torr eões. As janelas do andar nobre d i ferem
da d os outros pois são decoradas com colunas e pilastras rematas por um arco de v olta
inteira. Nos corpos laterais, simétricos, têm no andar nobre um recuo que co rrespon de
às trê s janelas centrais. A fren te desse recu o é fo rmada por um pórtico e quatro colunas
análogas à do corpo ce ntral. Estes sustentam entablamentos com balaustrada e, ao
centro, foram c olocadas, d o lado esquerdo, a imagem de Galeno e, do lado direito , a de
Esculápio. As restantes fachadas são de co mposição mais simples comparada c om a
monumentalidade da pri ncipal.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
288
Alçado Este:
Episódios de teor etno gráfico, religioso e paisagí stico do Minh o e do Douro 112 :
Procissão de Nossa Senhora dos Remédios [Lame go]
A Promessa
A Fonte Milagrosa
A Vindima de Enforcado
Trasfega no Rio Douro
A Ceifa
Az enhas d o Rio Douro
Romaria de S. Torcato [Guimarães]
As Assadeiras de Castanhas
A Feira do Gado
Alçado Oeste:
Episódios de teor alegórico 113 :
Quatro Estações: Primavera Verão, Outono e In verno [Portas Centr ais]
Comércio, Belas-Artes, Literatura [Portas do Lado Sul]
Música, Agricultura, Indústria [Portas do Lado Norte]
Circundando todo o vestíbulo f oi aplicado um friso com a Ev olução do s Transportes
Terrestres . Aqui estão representados cronolog icamente 114 :
Alçado Este:
Carruca, Pilentum e Quadriga da Época Rom ana
Transportes da Época Visigótica
Transportes das Inc ursões Bárbaras
Transportes Árabes
Alçado Norte:
Transportes do Perí odo da Fundação da Nacionalidade à Restauração
112
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense , p. 102.
113
Idem .
114
Idem .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
289
Alçado Oeste:
Carruagens do Século XIII
Liteira com gelosia
Coches, Berlindas, Seges, Carroçõe s e Malaposta do Renasciment o a o Século XIX
Primeiro comboio a fazer a ligação entre Porto e Braga no Século XIX .
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 434: Torneio de Arcos de Valdevez da Esta ção de S. Bento.
Figura 435: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 436: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
290
Figura 438: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 437 : Egas Mon iz a presentando -se c om
mulher e f ilhos ao Rei de Leão da Esta ção de S.
Bento.
Figura 439: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
291
Figura 440: Entrada de D. Jo ão I e D. Filipa de Lencastre na cidade do Porto da Estação de S. Bento.
Figura 441: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 442: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
29 2
Figura 443: Tomada de Ceuta da E stação de S.
Bento.
Figura 444: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 446: Procissã o de Nos sa Senhora dos
Remédios [Lamego].
Figura 445: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
293
Figura 447: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 448: A Promessa .
Figura 449: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 450: A Fonte Milagrosa .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
294
Figura 451: Pormenor do Painel Figu rativo.
Figura 452: A Vindima do Enforcado .
Figura 453: Pormenor do Painel Fi gurativo.
Figura 454: Trasfega no Rio Douro .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
295
Figura 455: Pormenor do Painel Figu rativo.
Figura 456: A Ceifa .
Figura 457: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 458: Az enhas d o Rio Douro .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
296
Figura 459: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 460: Romaria de S. Tor cato [Guimarães].
Figura 462: As As sadeiras de
Castanhas .
Figura 461: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
297
Figura 463: Pormenor do Painel Fig urativo.
Figura 464: A Feira de Gado .
Figura 465: Pormenor do Painel Fig urativo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
304
Figura 490 : Po rmenor do Painel Figurativo d a
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 491 Pormenor do Pa inel Fi gurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 493 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 492 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
305
Figura 494 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 495 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 496 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 47 : Porm enor do Paine l Fig urativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
306
Figura 498 : Pormenor do Painel Figurativo da
Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 499: Pormen or do Padrão utilizado no Painel
Figurativo da Evolução dos Transportes Terrestres .
Figura 500: Porm enor do Revestimento
Interior da Estação de S. Bento.
Figura 5 01: Porm enor do Revestimento
Interior da Estação de S. Bento.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
307
115
COUT O, Júl io – O Porto em 7 Dias: u ma visita guiada à cidade . Porto: Edições U topia, 1989,
p. 28. SIPA – Fonte de São Miguel o Anjo [em l inha]. Forte de Sacavém : SIPA. [Consult. 24 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=215 >.
Ponto de
Interesse 115
Designação do Ponto de Interesse: F onte de S. Miguel
Tipologia do Ponto de Interesse: Fonte
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Terreiro da Sé
Coordenadas GPS: 41°08 '33.3"N 8° 36'42.3"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Junto à Sé e à Rua de D. Hugo e rg ue -se a Fonte de S. Miguel o Anjo, construída durante
a 2ª metade do s éculo X VIII, junto ao local do demolido Arco da Vandoma, tendo sido
depois transferida pa ra o loc al atual. Crê -se q ue terá sid o u ma e ncomenda dos cónegos
da S é por n ele estar pr esente S. M iguel, ma rc a de p osse d o C abido. Nest a f onte p ode m
ver-se um ba ix o-relevo , em pedra de Ançã, e rep resentando S. Miguel segurando a
espada e um escudo e nquanto calca o demónio, e também, no topo da coluna, uma
imagem do mesmo santo. Ap onta-se como a utor deste conjunto Nicolau Nasoni.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
308
Edifíci o
Designação do Edifício: Estação de Metro do Bolhão
Tipo de Edifício: Estação de Metro
Localização do Edifício
Freguesia: Sa nto Ildefonso
Lugar/Rua: R ua de Fernandes Tomás
Coordenadas GPS: 41°08'59.8"N 8°36'18.9"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
309
116
INS TIT UTO DO EMPREGO E FOR MAÇÃO PROFISSIONAL – As Idades do Azul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 78.
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painel do Mercado do Bolhão na Estação de Metro d o Bolhão
Localização do Conjunto Azulej ar: Interior
Datação do Conjunto Azulej ar: 2006
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Jú lio Resende
Nome da Oficina/Fábrica: ----
Cronologia do A utor: 1917-2011
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações s obre o A u tor: Júlio Resende nasce u no P orto,
a 23 de Outubro de 19 17, desenvolv endo na cida de a sua
atividade artística e de d ocent e na Escola Superior de Belas
Artes. Apesar d e s empre se ter considerado pint or e
desenhador, de s de 1958 que realizou trabalhos em ce r âmica,
obras representativ as d a cerâmica pa riet al nacional do sécul o
XX . Com ob ra de Norte a Sul de Portugal, são a quelas situadas
na cidade do Porto que se evidenci am, sendo prova disso o
extenso painel da Ribeira Negra e o da Estação de Metro do
Bolhão. S alientando a sua importância, o Museu Nacional do
Azulejo rea liz ou, em 1998, uma expos ição retrospetiva da sua
obra cerâmica. Faleceu a 21 de Setembr o de 2011 116 .
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Amarelo | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O pai nel de J úlio Res ende sobre o Mercado do Bo lhão, na Estaçã o d e Metro hom ónima,
retrata a d iv ersidade de negócios que se congregam naquele espaço de comércio. Assim
foram re presentadas f ig uras femininas v en dendo os seus pro dutos, como legu mes, peixes
ou f lor es co locad os nas respetivas bancas, alg o que o artista ta mbém captou. O painel está
assinado e datado.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
310
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 5 02: Painel Figurativo da Estação de Metro
do Bolhão.
Figura 5 03: Paine l Figurativo d a Estação de M etro
do Bolhão.
Figura 504 : Pormenor do Pain el Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Figura 505 : Pormenor do Pain el Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
311
Figura 506 : Pormenor do Pain el Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Figura 507 : Pormenor do Pain el Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Figura 508 : Pormenor do Pain el Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Figura 509 : Pormenor do Painel Figurativo da
Estação de Metro do Bolhão.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
312
117
T URISMO DE PORT UGAL [Dir.] – Roteiros Turístic os do Patrim ónio Mundial no Norte de
Portugal: Porto . Lisboa: Im prensa Nacional -Casa da Moeda, 2012. ISBN 978 -97 2- 27 -2134-9, p.
99. SIPA – Câmara Municipal do Porto [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [Cons ult. 24 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=19997 >.
Ponto de
Interesse 117
Designação do Ponto de Interesse: C âmara Municipal do Porto
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça General Humberto Delgado
Coordenadas GPS: 4 1°09'00.4"N 8°36'38 .8 "W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Situados no eixo su perior da Avenida dos Aliados, os Paço s do Conc elho são um projeto
da au tori a do arq uiteto Antó nio Correia da Silva, arquiteto cama rári o desde 19 11, mas
também de Carlos Ra mos (1897-1969), responsá v el p or algumas alteraçõ es. Começada
a construir em 1920, a Câmara Municipal do Porto só em 1957 foi concluída e
inaugurada. O seu edifício asse melha -se em m uito a os pa lácios co munais do Norte de
França e da Flandres dev ido à sua robustez granítica e a centuado ecletismo. No exterior
destaca-se o torreão com 70m de altura e no i nterior o s frescos e x pressionistas do pintor
Dórdio Gomes (1890-1976).
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
313
118
SIPA – F onte das Ol iveiras [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [ Consult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5547 >.
Edifíci o 118
Designação do Edifício: Fonte das Oliveiras
Tipo de Edifício: F onte
Localização do Edifício
Freguesia: C edofeita
Lugar/Rua: Largo de Alberto Pimentel
Coordenadas GPS: 41°09'01.6"N 8°36'52.7"W
Cronologia do Edifício:
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Municipal
Breve descrição do Edifício:
A primitiv a Fonte das Oliv eiras foi construída no lado este da Rua das Oliveiras, em 1718,
possuindo apena s uma bica. Em 1866 a fonte é tra nsferida p ara o loca l atual, estando o
edifício onde se e ncon tra já construído. Esta de cisão f oi tomada pela Câmara Municipa l
do Porto por necessidade de desafogar o trânsito no local anterior. Com a nova localização
são-lhe a diciona das mais dua s bicas e continua a receber água p rov eniente de Paranho s
e Salgueiros. A Fo nte das Oliveiras era a res ponsável pe lo abaste ci mento do Hospital da
Venerável Ordem Terceira do Carmo e foi alvo de restauro em 1941 .
O edifício onde a Fonte das Oliveiras se encontra in serida apresen ta planta trapezoidal e
volumetria simples de caráter vertical. A f achada sul volta -se para o largo de Alberto
Pimentel e é rev estida a azulejo industri al de padrão az ul e branc o. Apresenta três pa nos,
o centra l enquadrado por pilastras e os laterais por cunhais apilastrados. O central
apresenta ainda quatr o registos, enquanto os laterais apenas três , def inindo -se todos eles
através de friso em cantaria. Nos panos lat erais foram rasg adas alt as portas ao nível do
primeiro registo e, nos restan tes registos, abertos g randes vão de iluminação, sendo os do
terceiro protegido p or guardas d e ferro. O imóv el é rematado por um cornija encimada por
platibanda de granit o e vaz ada por balaustrad a. É no primeiro registo d o corpo central q ue
se encontra adossada a f onte. Esta apresenta aparelho regular e espalda r delim it ado por
pilastras d e pedra f endida e rematado po r cornija. No centro desta c a -se uma larg a p ilastra
onde, na p arte superi or, se encontra uma almofada saliente com a inscrição Fonte das
Oliveiras e, inferiormente, uma ou tra que diz Restaurada em 1941 . Na p arte inferior da
pilastra foi ad icionada uma bica formada por u m golfinho dentro de u ma concha. As duas
outras bicas, t ambém em cobr e, são e m forma de flores e sit uam -se nas z onas laterais do
espaldar, ao qual foi adossado um tanque semicircular.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
320
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Fi gu ra: Cap e l a
Figura 515: Fonte de Viilar.
Figura 518: Padrão do
Revestimento da Fon te
de Villar.
Figura 516 : Po rmenor do
Revestimento da Fonte de Viilar.
Figura 517: Pormenor do Revestimento da Fonte de
Viilar.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
321
122
SIPA – Qu inta da Macieiri nha [em linha]. Fort e de S acavém: SI PA. [Consu lt. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5501 >.
Ponto de
Interesse 122
Designação do Ponto de Interesse: Quinta da Macieirinha
Tipologia do Ponto de Interesse: Museu
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua de Entrequintas, nº 220
Coordenadas GPS: 4 1°08'52.0"N 8°37'41.9" W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A construção da Quint a da Macieirinha da ta do século XVIII, perte ncendo, a partir de
1849, a An tónio Ferrei ra Pinto B asto. Esta personagem, recebeu nesta s ins talações o
exilado Rei da Sarden ha e Príncipe de Piemonte, Carlos Albe rt o, avô d a Rainha D. Maria
Pia. Este monarca viveu aqui após abdicar d o trono a favor de Vítor M anuel II, seu f ilho.
Em 1972 deixa de ter função residencial e tra nsforma -se no Museu Romântico.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
322
Edifíci o
Designação do Edifício: Grande Bazar do Porto
Tipo de Edifício: Estabelecimento Comercial
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: R ua de Santa Catarina, nº 198
Coordenadas GPS: 41°08'52.5"N 8°36'23.0"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
Edifício de quatro pisos sendo o do rés - do -chão destin ado ao esta belecimento comercial,
neste caso, uma loja de brinquedos.
Fotografias do Edifício :
Figura 519 : Vista Geral do Grande
Bazar do Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
323
123
M ARTINS, Fa usto Sanches – Azulejaria Portuense , p p. 171-1 74. A MORIM, Sandra Araújo –
Contributos para o Estu do do Azulejo Publicitário. Rev ista da Faculdade de Letras . Porto: F LUP,
2003. I Série, vol.2, pp. 794 - 795.
124
INS TIT UTO DO EMPREGO E FOR MAÇÃO PROFISSIONAL – As Idades do Azul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 108.
Conjunto
Azulej ar 123
Designação: Revestimento Exterior do Grande Baz a r do Porto
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: 1918
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Fábrica do Carv alhinho
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1840- 1970’s
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Ofic ina/Fábrica: Situ ada na Qu inta da
Fraga, n o Porto, a Fábrica do Carvalhinho foi f undada, entre
os anos 20 e 40 do s éculo X IX, por Tomás Nunes da Cunha e
António Monteiro Cantarino. Foi da s primeiras fábricas a
produzir azulejo em gran de e scala destinado ao revestimento
de super fícies parietais, ap resent ando motivos de p adrão e de
figura avulsa. Utilizava uma policromia variada e p roduz iu,
deste a década de 40 do século XIX , azulejos de estampilha.
Só a p artir de 1906, sob a direção d e A. N. Dias de Freitas e
Filhos, é que os seus prod utos começaram a ser marcados.
Em 1923 passa para as margens de Vila Nova de Gaia e
encerra as suas instalações em 1974 depois de um período de
agregação com a Fábri ca de Sacav ém. Dos seus artistas
destac am -se Carlos Branco e Paulino Gonçal v es 124 .
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto A zule jar: Policromo [Predomina o: Azul | Ocre | Amarelo | Rosa |
Verde | Castanho | Branco]
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Como consequê ncia do predomínio dos vãos de peitoril neste edi fício, a publicidade par a
este estabe leci mento teve de ocu par o único p ano intercalar que o imóvel possuía. A
composição assente sobre azulejos bran cos, foi executada, tal co m o nos indica a
assinatura no ca nto inferior esquerdo, pela Fábrica do Carv alhinho. É realçado o nome
do proprietário L uiz So ares , em letras capitais e desenhadas em negativo so bre um fundo
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
324
rosa bem ao centro do paine l, e a ladeá -lo foram representad as crianças. Do lado esquerdo
duas crianças b rincam alegres sobre um carri nho e são acompanhadas pe la leg enda Casa
de Novidades , enquanto no lad o direito u ma crianç a brinca se ntada co m dados
encastelados que fo r mam o nome da loja Grande B az ar do Porto . Es tes elemen tos
figurativos, que pretendiam atrair ao ba zar as crianças, sã o completados com uma espécie
de cercadura que e nvolv e o nome de Luiz Soares , esta guarnecida com motivos flora is e
cabeças de crianças com laços azuis.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 5 20: Vista Geral do Grande
Bazar do Porto.
Figura 521 : Painel Figurativo do Grande Bazar do
Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
325
Figura 523 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 522 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 524 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 525 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
326
Figura 526 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 527 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 528 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Figura 529 : Pormenor do Pa inel Figurativo do Grande
Bazar do Porto.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
327
125
MAJE STIC CAFÉ – Majestic Café . [em linha]. Port o: Majestic Café. [Consu lt. 23 Mar. 2015].
Disponível na I nternet <URL http://www.c afem ajestic.com / >.
Ponto de
Interesse 125
Designação do Ponto de Interesse: C afé Majestic
Tipologia do Ponto de Interesse: Café
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua Santa Catarina, nº 112
Coordenadas GPS: 41°08 '50.0"N 8° 36'23.7"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
O Café Majestic f oi inaugurado a 17 de Dez embro de 1921. Conhecido como Elite à
altura, a sua decoração luxuriante d e tendência Arte Nova valeu -lhe à atualidade o 6º
lugar no To p 1 0 dos M ais Belos Cafés do Mu ndo . E mbora a sua abertura t enha sid o um
sucesso, o seu nome dava -lhe uma aura monárquica, não condizendo com o ambient e
republicano e burguês da época. Assim, fo ra m o glamour e a elite cultural parisienses,
principais referências para a cultura portuense de e ntão, que determinaram o novo nome
– Majestic . Nos anos 60, devido à diminuiçã o das m anifestações c ultural em P ortugal ,
entra num declínio len to e contínuo. Em 1 992 a sua nova gerência decide restaurá -lo,
adaptando -o às exig ên cias modernas. Reabre a 15 de julho de 1994.
O e di fício da a utoria de João Queiroz, com in fluência da obra de Marques da Silva, é um
dos mais belos exemplos da Art e Nov a n o Po rto. A sua f achada de mármore é marcada
por elegantes portadas por um f rontão que coroa a composição co m as iniciais d o
estabelecimento. Este é ladeado pela figura de duas crianças que con v idam à entrada.
No int erior os pormenores d ecorativos, como grand es espelho s e esculturas em e st uque,
e a simetria curvilínea das m olduras de ma deira que ca ptam o olhar e con ferem ao
espaço um gosto o nd ulante e sensual. Com todos este s pormenores o Café Maj estic
emana um a atm osfera de luxo, requinte e bem- estar . Para co mprovar a sua ex celência,
além dos div ersos prém ios que acumu la, recebeu também p ersonalidades que
marcaram a histó ria do país, destacando -se o aviador e alm irante Gago Cou tinho, a atriz
Beatriz Costa, o escritor José Régio e ainda Júlio Rese nde.
Informações úteis:
Horário:
Segunda a Sábado: 9:30-24:00
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
328
126
SIP A – Hotel Infante Sagr es [em linha]. F orte d e S acavém : SIPA. [Consult . 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=23944 >.
Edifíci o 126
Designação do Edifício: Hotel Infante Sagres
Tipo de Edifício: H otel
Localização do Edifício
Freguesia: Vitória
Lugar/Rua: Praça D. Filipa de Lencastre, nº 62
Coordenadas GPS: 41°08'52.5"N 8°36'45.3"W
Cronologia do Edifício: 1945
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
O projeto do Hotel Infante Sagres data de 1945, sendo seu autor o arquiteto Rogério de
Azev edo. A sua co nstrução iniciou -se em 1951, iniciativa do comendador Delfim Ferreira.
É um hotel de luxo que combina a tendência neobarroca com o estilo contemporâneo .
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
329
127
MARTINS, Faus to Sanches – Azulejar ia Portuense , 2 001, p. 182. INST ITUTO PORT UGUÊS
DOS MUS EUS – Júlio Res ende: Obra C erâmica , pp. 42, 82.
128
INS TIT UTO DO EMPREGO E FOR MAÇÃO PROFISSIONAL – As Idades do Azul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 78.
Conjunto
Azulej ar 127
Designação: Painel Grande Árvore
Localização do Conjunto Azulej ar: Interior
Datação do Conjunto Azulej ar: 1973
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Jú lio Resende
Nome da Oficina/Fábrica: Oficina do A utor
Cronologia do Aut or: 1 917-2011
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações s obr e o A utor: Júlio Rese nde nasceu no Porto,
a 23 de Outubro de 1917, d esenv olvendo n a cidade a sua
atividade a rtí stica e de docente na Escola S uperior de Belas
Artes. Apesar d e sempre se ter considerado pintor e
desenhador, desde 1958 qu e rea lizou trabalhos em c erâmica,
obras r epresentativ as da cerâmica parietal naciona l do s éculo
XX . Com obra de Norte a Sul de Portugal, são aquelas situadas
na cidade do Porto que se evidenciam, se ndo p rov a disso o
extenso painel d a Ribeira Neg ra e o da Estaçã o de Metro do
Bolhão. Salientando a sua importância, o Museu Nacional do
Azulejo realizou, em 1998, uma e x posição retrospetiva da sua
obra cerâmica. Faleceu a 21 de Setembr o de 2011 128 .
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Faiança Figurativa
Cores do Conjunto Azulejar:
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O painel d’ A Grande Árvore foi o primeiro a ser produzido na o ficina de Júlio Res ende. É
uma obra onde o autor explora a matéria e a t écnica e uma das poucas onde o autor não
representa f iguras humanas recorrendo, no e ntrando, ao motivo maior – a terra. O pa i nel
é marcado por ritmo s abstratos repetidos e interrompidos apenas po r pequenos frisos ou
linhas que sugerem form as vegetais. Devido a diversas obras no edifício o painel foi
remetido para uma zona mais interior que nã o permite uma visualização que o favoreça.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
336
Figura 537: Pormenor dos Painéis Figurativos.
Figura 536: Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 538: Pormenor dos Painéis Figurativos.
Figura 539: Pormenor dos Painéis Figurativos.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
337
Figura 540: Pormenor d os Pa inéis Figurativos.
Figura 541: Pormenor dos Painéis Figurativos.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
338
Conjunto
Azulej ar
2
Designação: Revestimento Exterior do Hotel Peninsular
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual [?] | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: Verde | Ocre | Castanho | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
No exterior do edi fico do Hotel Peninsular foram ap licados cinco painéis azulejares que tê
representados festões com mo tiv os florais. Estes fazem a separação e ntre a s janelas do
segundo e terceiro piso e adaptam -se ao seu recorte.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 542: Vista Geral do Hote l
Peninsular.
Figura 543: Pa inel Figurativo do
Revestimento Exterior do Hot el
Peninsular.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
339
Figura 544 : Painel Figurativo do Revestimento
Exterior do Hotel Peninsular.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
340
134
SIPA – Igreja e Torr e dos Clér igos [ em linha]. Forte de Saca vém: SIPA. [C onsult. 24 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5522 >.
Ponto de
Interesse 134
Designação do Ponto de Interesse: Igreja e Torre dos Clérigos
Tipologia do Ponto de Interesse: Igreja | Torre
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua dos Clérig os
Coordenadas GPS: 4 1°08'44.4"N 8°36'52 .7 "W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A Irm andade dos Clérigos Pobres de Nossa Senhora da Misericórdia f oi criada p ela
junção de religiosos das confrarias de S. Filipe de Nery e de S. Paulo. Em 1731 é decido
construir um edifício para o culto, sendo aprovada a planta ap res entada po r Nicola u
Nasoni. Os trabalhos têm início em 1732, com a cerimónia da colocação da primeira
pedra a 2 de junho. A Irmandade v ai introduzindo alterações à planta p rimitiv a, decidindo
em 1 746 a construção de uma ún ica torre. Dois an os depois é celebrada a prime ira
missa. Em 1750 a Irma ndade t oma a decisão de construir um edifício pa ra se instalar,
iniciando -se a sua edificação e a da torre da igreja em 1753, obras que terminam em
1758.
A igreja é co mposta por na v e única e elíptica, capela -mor reta ngular, sacristia, ca sa do
despacho e torre quadrada. A torr e é em cantaria aparelhada e os alçados laterais sã o
rebocados e ritmados por pilastras. O f rontispício é div idido em dois registos separados
por cornija e em três corpos separados por pilastras. A Casa do Despacho tem três pisos
e mezanino superior co m fenestração regul ar. A Torre tem 75 metro s de altu ra e é
dividida em se is registos divididos por cornijas. O interior é rit mado por pilastras
coríntias, co m quatro cap elas colaterais com retábulos e sanefas de talha dourada,
acompanhadas de quatro p ortas encimadas po r tribu nas com varandas trabalhadas e
dois púlpitos. O a rco t riunfal é encimado po r sanefa e m talha dour ada e a ca pela -mor
tem um cadeiral em amb os os lados e encimados por órgãos, cobertura e m abóbada de
cruzaria e retábulo com t rono de mármore.
Informações úteis:
Horário:
Todos os dias: 9:00 -19 :00
Preçário:
3€ (Bilhete Torre)
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
341
135
SIPA – Igre ja do Carmo [em linha]. Forte d e Sacavém : SIPA. [Consult. 24 Abr. 20 15].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5521 >.
Edifíci o 135
Designação do Edifício: Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Vitória
Lugar/Rua: R ua do Carmo
Coordenadas GPS: 41°08'50.8"N 8°36'58.9"W
Cronologia do Edifício: 1756 -1907
Classificação d o Edifíc io: Monumento Nacional
Breve descrição do Edifício:
A primeira pedra da Ig reja do Carmo foi l ançada em 1756 por D. João Ferreir a da Silva,
governador a postólico da Diocese d o Porto. Entre 1764 e 1765 são executadas, pa ra a
fachada principal, as esculturas dos Evangelistas, e o templo ab re ao culto em 1768,
embora estivesse ainda por concluir. Em 1769 che gam de Itália as imagens d e jasp e
destinadas à Sala das Sessões e, em 1771, são executadas as esculturas e altares das
capelas laterais. Em 1773 Fra ncisco Pereira Campanhã rea liz a o desenho para o retábulo -
mor. Só em 1788 são mandadas edificar a Sacristia e Casa do Despacho. O órgão atual,
situado no coro -alto, foi executa do por Peter Conache & C. em 1880. No início do século
XX , em 191 2, a f achada lateral é revestida a azulejo figurativo, con junto executado por
Carlos Branco segundo desenho de Silvestre Silvestri.
O te mplo, desenvolvido em planta lon gitudinal, tem na v e e cape l a -mor retangulares, assim
como sacristia e casa do despacho. A fachada principal, voltada a sul, é em cantaria e
divide-se em três registos a través de cornijas decoradas. No primeiro e ncontra-se o porta l
central, de v erga reta, ladeado por nichos d e frontão ondulado e albergando as imagens
de Santo Elias e Santo Eliseu. A encimá -lo foi colocada a inscrição SANCTAE ANNAE
PRIMIS A JOANNE SILVIO FERRERIO / TANGETINO EPISCOPO JACTIS
FUNDAMENTIS / CARMELI TERTARIORUM COETUS DICAVIT / A N.MDCCLV / GLORIA
LIBANI ET DECOR C ARMELI . No centro do segundo registo abre -se um nicho entre
pilastras caneladas e sob re balaustrada ondulada, sendo envidraçando e contendo a
imagem d e Santa Ana. So bre este um óculo redondo e e m frontão tria ngular que interrompe
a cornija. O terceiro reg isto assume -se como coroamento da fa chada e é compost o por
frontão com tímpano ritmado por pilastras decoradas com festões,
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
342
ostentando no seu centro as armas dos Carmelitas Descalços. Rematando este conjunto
encontram-se as i magens dos Evangelistas e uma cruz. A fachada lateral apresenta
embasamento em ca nt aria, é coroada p or platibanda e ritmada po r pilastras. Aqui rasgam -
se dois portais e diversas janelas de vergas decoradas, conjugan do - se com o revestimento
azulejar. O interior é também ritmado por pilastras de ordem compósita e as suas se is
capelas laterais têm retábulos em ta lha e são encimados por tribunas com ba laustrada. Dois
púlpitos entre elas são igualmente em talh a dourada e sobrepostos por sanefa. O arco
triunfal é enquadrado por duplas pilastras que suportam um f ront ão interr ompido co m o
brasão da ordem. O teto é em abóbada de berço e sobre c ornija saliente. Já a capela -mor é
coberta por abóbada de berço com pintu ras decorativas e ladeada por ca deir as encimados
por tribunas com balaustrada e sanefa de talha, além do retábulo - mor, estrutura também em
talha dourada.
Fotografias do Edifício:
Figura 545: Igreja da Ordem Terceira do Carmo .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
343
136
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense , pp. 90-93.
137
CÂMARA MUNICIPAL DO PORTO – Pe la Cidade do Porto: Descoberta da ci dade através de
uma visita aos m urais cerâmicos , p. 36.
Conjunto
Azulej ar
1 136
Designação: Revestimento Exterior da Igreja da Ordem Terceira do Carmo
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Oriental
Datação do Conjunto Azulej ar: 1910-1912
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: S ilv estre S ilv estri
Nome do Executante: Carlos Branco
Nome da Oficina/Fábrica: Fábricas do Senhor d’Além e da
Torrinha
Cronologia do Aut or: S éculos XIX- XX
Cronologia do Executante: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica/Executante:
Informações sobre o A u tor: Silvestre Silvestri e ra um pintor
italiano que viv eu entre os sé culos XIX e XX. Fez a sua
formação junto dos mestres Domen ic o Bruschi e Do menico
Morelli. Vem para Portug al para realizar a maioria da sua
produção na cidade do Porto , cidade em que p articipou em
diversas exposições. Das suas intervenções destacam -se as
decorativas em arquiteturas religiosas, ao nível da pint ur a mural
e da azulejaria, sendo a sua obra maior na Igreja do Carmo 137 .
Informações sobre o Executante: ---- -
Informações sobre a Oficina/Fábrica:
Fábrica do Senhor d’Além: Instalada em Vi la Nova de
Gaia, nas ruínas do Hospí cio d os Carmelitas d o Senhor
d’Além, junto ao Douro e em frente à zona da Corticeira,
a Fábrica do Senhor d’Além terá surgido a nte s de 1861,
por iniciat iv a de Antóni o e Manuel Rodrigues dos Santos.
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Na realização deste conjunto azulejar participaram vários intervenientes, desde logo, o
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
344
autor dos c artões para a sua execução, o italiano Silv estre Silv estri, do qual se desconhec e
o desenho original para o revestimento em questão. Há também o nome de Carlos Branco,
artista que executou o s referidos azulejos na Fábrica do Senhor d ’Além, mas que não
respeitou totalmente o risco do mestre italiano. Este conjunto assenta num soco de granito
e é rematado por um enta blament o e ático o culado. O a lçado é articulado atr avés de
pilastras de ordem to sc ana e e nquadra o s vãos que iluminam a na v e, capela -mor e sacristia.
A grande profusão de janelas, de vários tamanhos e configurações, de v erá ter estado na
origem da d i ficuldade da composição. Dessa forma, nos entrepanos, de taman ho reduzido,
os motivos red uzem-se a gri naldas e fe s tões que serv em de enquadra mento a el ementos
heráldicos e cartelas, numa linguagem que se aproxima à utilizada nos e lementos de granito
da fachada principal. Já o registo principal dispõe-se em três registos horizontais:
Registo Inf erior: Rodap é constituído por grinaldas, concheados e anjos qu e
circundam escudos heráldicos e cartelas;
Registo Cen tral: Numa planície, onde se d istingue uma á rv ore frondosa, observa -se
uma concentração numerosa de figuras;
Registo Su perior: É de finido o p erfil de uma montanha e o m ovimento descendente
de f ig uras o rienta-se em direção a um persona ge m que parece sair do int erior do
templo, assinalado por uma escalinata elevada. Esta c ena é intercetada por um vão,
o que o rig ina um hiato e como não temos co nhecimento do desenho original d e
Silvestri, desco nhece-se a o rig inal distribuição da composição , sendo inconclusivo
determinar se se r á uma lacuna. A utores com o Fausto San ches Mar tins, apontam ao
trabalho de Carlos Branco o defeit o no desenho, a imperfeição da mode l ação e a
distorção no tratamento das anatomias.
Centramo-nos agora na leitura iconográfica do registo principal. Iniciando a descrição pela
ação que ocorre n a parte sup erior, o Episódio da Aparição da Virgem Maria a São Simão
Stock . Este acontecimento oco rreu a 16 de Julho de 1 251, e ao 1 6º prior -geral da Ordem
dos Car melitas fo ram dirigidas pela Virgem as seg uintes palavras: « Rece be, m eu filho, este
escapulário, que será o distintivo da tua Ordem e, a lém disso, será par a ti e para os teus
irmãos uma salvaguarda nos perigos, um sinal de predestinação e um penho r de paz
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
345
e d e eterna aliança entre mim e vós. Qu em mo rrer com este háb ito será p reservado do fogo
eterno ». Numa cartela no canto inferior esquerdo aparece esta f rase transcrita em latim: IN
QUO QUIS MORIENS AETERNUM NON PATIE TUR INCENDIUM . Esta cena é ainda
acompanhada p or duas legenda s: CARMELO , remetendo para a colina sagrada que,
segundo a tradição, s erv iu d e refú gio a Elias e Eliseu, seu discípu lo. Na segunda legen da
lê -se: MEAE CONFRATERNITATIS SIGNUM afirmando que o escapulário será d istintiv o da
nova fam í lia carmelitana. Ainda aqui, perpendicular à figura de São Simão St ock, se
visualiza o escudo heráldico do Papa João XX II, identificado pela legenda JOANNES XXII .
A justificação para esta utiliz ação prende -se com a aparição d a Virgem a João XXII,
sessenta anos de pois d e aparecer a São Sim ão Stock, e reco mendando -lhe a Ord em dos
Carmelitas e prom etendo que livraria do Purgató rio as almas d os fiéis que ti verem usado o
seu esc apulário. Perto do ce ntro surgem trê s frades car melitas q ue i mpõem o esc apulário a
grande número de seguidores, d iv ulgando assim a Conf raria do Escapulário que depressa
se p opulariz ou, s endo recebido po r reis, papas, bis pos, nobres e pl ebeu s, t odos eles
representados neste painel.
A mensagem iconográfica é completada por um conjunto de brasõe s associados, direta ou
indiretamente, à Ordem Carmelita:
Brasão do Pa pa Pio X, com o leão de São Marcos, ala do e n imbado a ouro,
segurando com as pa tas o livro a berto com a inscrição: Pax Tibi Marce Evange list a
meus (Que a Pa z este contigo Marcos, meu Evangelista) a sua utilização deve-se
sobretudo ao facto de este ser o pontífice reinante no período da e x ecução do
revestimento;
Brasão de D. António José de Sousa Barros o, Bispo do Porto em 1910, e onde se
visualiza as insígnias episcopais da mitra: báculo e cordões com doz e borlas. São
ainda representados um pelicano com os filh otes e cinco leões rompantes, símbolos
da profunda caridade do prelado;
Sobre o frontão da porta e no re mate dos panos, fo ram representados trê s escudos da
Ordem dos Carmelitas em cujo centro de contempla uma cruz patente ladeada p or duas
estrelas, e na sua base, formando um monte, uma terceira estrela. No m uro da sacristia
foram pintadas as armas nacionais e da cidade, incluindo -se no remate duas cartelas que
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
352
Figura 566 : Pormenor do Revestimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Figura 568 : Pormenor do Revestimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Figura 567 : Pormenor do Rev estimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Figura 569 : Pormenor do Rev estimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
353
Figura 570 : Pormenor do Revestimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Figura 571 : Pormenor do Rev estimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Figura 572 : Pormenor do Revestimento Ex terior da
Igreja da Ordem Terceira do Carmo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
354
138
MARTINS, Fausto Sanch es – Azulejaria Portuense , p p. 81- 85. Não nos f oi possíve l, dura nte
a elaboraç ão deste r elatór io, ter acesso a es te co njunto, m uito em b ora tenham os tentado
fotograf á-lo.
Conjunto
Azulej ar
2 138
Designação: Revestimento Interior d a Casa do Des pacho da V eneráv el Ordem Terceira
do Carmo
Localização do Conjunt o A zulejar: Igreja da Ordem T erceira do Carmo (Cas a do
Despacho)
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do A utor: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/ Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Amarelo | Verde | Roxo Manganês | Rosa
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Um silhar de azulejos neoclássicos percorre toda a superfície da sa la, abrangendo quer os
panos das p aredes, quer as reentrâncias dos vãos. Três grandes painéis envolvem o
retábulo dedicado a Nossa Senhora do Carmo, e que co rres pondem a os seus panos
laterais e f ronteiros, formando conjunto com ou tros dezassete de pequena s dimensões,
convertendo-se num dos núcleos mais significativ os d e azulejaria neoclássica em Portugal.
O silhar a presenta um roda pé p intado a roxo-ma nganês conform e a técnica de esponjado.
O m otivo cen tral é rodeado por u ma cercadura a marela, emo ldurad a p or sua v ez por u m
friso de «sombrinhas» fechadas, constituindo este motivo decorativ o um a n ovidade em
relação à restante az ulejaria neoclássica . S egue contudo os ide ais da gramática
neoclássica no que diz respeito à utiliz ação d e f iguras geométricas, neste caso o cone,
motivo frequente em grav uras da é poca.
O elemento central marca o ritmo da composi ção. É composto por dois ren ques de folhas
de acanto, que brotam d o seu centro, e de onde parte m f inas ramagens e dois caulículos
que se rv em de u nião, à d ireita e à esquerd a, atrav és de arab escos. No seu centro encontra -
se um pássaro de p er fil, com as asas apanhadas, se gura ndo no bico uma grinalda de
flores. Do ce ntro da cercadura pen de um d ossel de plumas policromadas, rem etendo par a
o motivo das ditas «sombrinhas».
Num outro painel, um motivo filiforme env olve o centro e serve de suporte a dois
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
355
pássaros, colocados também em perfil, como era comum na épo c a neoclássica, realçando
o aspeto linear d as figuras. Do bico destes pássaros pendem colares d e contas, outro motivo
muito presente n a azul ejaria e faian ça d este período. Nos painéis das janelas a decoração
é idêntica, predo minando o amarelo e o v erde, em diferentes tonali dades, combinados com
tons de rosa, roxo-manganês e azul.
Não é atribu ída nenhuma a utoria a estes p ainéis, contudo, d evido à acentuada implantação
da corr ente neoclássica n esta cidade , em finais do século X VIII, levou muito s estudiosos da
área a cr er que ex istiam muitos ou tros. Estes , como inúmeros ou tros conjuntos d os séculos
XVII e XVIII existentes nos mosteiros e conventos, tiveram igual destino: a condenação ao
perjúrio com a Extinção das Ordens.
Fotografias do Conj unto A zulejar 139 :
139
Im agens retirada de MAR TINS, Fausto Sanch es – Azulejaria Port uense , pp . 83- 85.
Figura 574: Po rmenor do Revestimento Interior da
Casa do Despacho da Venerável Ordem Terceira do
Carmo.
Figura 573 : Porm eno r d o
Revestimento In terior da Casa do
Despacho d a Venerável Ordem
Terceira do Carmo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
356
140
SIPA – Reitoria da U niversidade do P orto [em linha]. F orte de Sacavém: SIPA. [Consult. 2 4
Abr. 2015]. Disponível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=20015 >.
Ponto de
Interesse 140
Designação do Ponto de Interesse: R eitoria e Museu Universitário
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício | Museu
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: P r aça de Gomes Teixeir a
Coordenadas GPS: 4 1°08'47.7"N 8°36'58.5" W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A história do edi fício o nde h oje est á instala da a Reitoria d a Universidade do Porto e o
Museu Universitário começa em 1620 com o p ortuens e Baltazar Gu edes, mostrando
intenções para a criação de uma instituição ligada á educação infantil. Su rg e então a
Roda dos Expostos e posteriormente o Colé gio dos Órfãos e nele foram lecionadas a
Aula de Náutica e de Desenho e Debuxo. Já no século XIX é instalada no edifício a
Academia Po litécnica e, posteriormente a Faculdade de Ci ências. Desd e 2006 que
agrupa os serviços da Univ ersidade do Porto e o Museu de História Natural.
A n ív el arquitetónico é u m edifício d e planta retangular e d e disposição horiz ontal. Tem
três pisos e mezanino, e co mpondo o alçad o p rincipal e posterior o s vestí bulos e dois
pátios inte riores . A fachada principal é composta por três pa nos, onde o central é ma is
destacado. Acede-se ao interior através dos pó rticos tendo -se acesso a um imponente
átrio donde parte a escadaria que dá acesso ao resto do edifício.
Informações úteis:
Horário:
Segunda a Sexta: 10:00-12 :00 | 14:00-16:30
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
357
141
SI PA – Igreja da Trind ade [em linh a]. F orte de Sacavém : SIPA. [Consu lt. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5483 >.
Edifíci o 141
Designação do Edifício: Igreja da Trindade
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: Largo da Trindade
Coordenadas GPS: 41°09'03.7"N 8°36'37.0"W
Cronologia do Edifício: S éculo XIX
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
A Orde m terceira da Santíssima Trin dade foi fundada e m 1755 pela Bula do papa B ento
XIV e na sequência da extinção da Ordem de S. Domingos. A sua primitiva inst alação foi
na Capela de S. Crispi m passando, em 1781, p ara a Capela de Nossa Senhora da Batalha
e, em 1786 para a Igr eja do Senhor do Calvário. Só em 1802 são adquiridos os terrenos
para a construção da igreja atua l, cuja primeira pedra f oi coloc ada em 1803. No ano
seguinte foi edi ficada um a capela provisória junto à igreja em co nstrução, templo que f oi
benzido nesse m esmo an o. A Igreja da Trindade tem p rojeto d a autoria do a rquiteto Carlos
Luís Ferreira da Cruz Ama ra nte. Em 1815 inicia -se a con strução do Hospital e, em 1818,
João Francisco Guimarães é nomeado a rquiteto, quer do templo, quer do hosp it a l, e
também o m estre pedr eiro João d a Silv a Sardinha. Em 1840 procede -se ao tapamento do
arco cruz eiro p ara se proceder à celebração do culto na nave, e tam bém à construção da
abóbada da nave em tijolo, ob ra do me stre Thomé Alv es Rodrigues de Oliveira. Em 1841
a igreja é aberta ao culto após a b ênção d a nav e, dando -se a transl adação do Santíssimo
Sacramento que se encontrava na capela provisória. No ano seguinte era of erecido o altar -
mor e o s acrário por D. Rita Carolina Braga da Costa Lima e, entre 1846 e 1848, assiste -
se á conclusão da fachada e da to rre, e à bênção dos sinos pelo Bispo do Porto D.
Jerónimo da Costa Rebelo. Em 1850 dá -se a encomenda das imagens dos padroeiros da
ordem ao escultor João A lb ertino de Azevedo, esculturas que foram colocadas n esse
mesmo ano no f r ontispício. Só em 1852 se começa a edificação da capela -mor e é
inaugurado o hospital. Em 1884 é decidido construir a lanterna do cruz eiro, obra que juntou
os en ge nheiros José de Macedo Araújo Júnior e Luciano S. Carvalho e mestre pedre iro
José Geral do d a Sil va Sardinha, e que f icou concluída em 1887. F inalmente, em 1892 é
terminada e benzida a capela - mor, recebendo em 1899 os cadeirais prov enientes do
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
358
Mosteiro de S. Bento de Avé-Maria, Na década d e 60 do século XX fo i colocado um no vo
altar-mor, com projeto do Padre Américo Francisco Alv es e do arquiteto Luís Cunha.
A Igreja da Trindade desenvolv e -se em planta longitudina l, com nárte x, n ave ú nica, capela -
mor pro funda, cúpula so bre o cruzeiro e transepto p r olongado n o lado do Evangelh o por
uma capela o c togonal. A fachada principa l é em cantaria de g ranito e desenvolv e -se em
dois andares, separados por entablamento com tríglifos, e em três panos divididos por
pilastras toscanas no piso té rreo e jón icas no segundo, sendo o pano central p rol o ngado
pela torre sineira. O andar inferior é composto por três portais de arco pleno, com portão
de duas folhas e bandeira em f erro forjado, permitindo o a ceso ao nártex. Na bandeira do
portal central fo i gravada a inscri ção SOLI DEO HONOR ET GLORIA em letras douradas
e en ci mada pela insígnia da Santíssima T rin dade. Sobre este portal está a inda, inserido
numa ca rtel a oval, o brasão da o rd em. O segundo piso é composto por três v ão de
iluminação, tendo ao centro uma janela de sa cada com balaustrada jón ica e f ront ão
triangular, e lateralmente duas janelas em ar co p leno, pa ra peito saliente e encimadas por
frontão curvo. So bre e ste registo u m frontão curvo e acrotério rec uado com b al austres e
estátuas de S. João de Matha e São Félix de Valois.
A torre sineira desenvolv e-se no alinhamento deste frontão e apresenta planta
quadrangular. Num primeiro regista apresenta relógio circular com nu meração romana e,
num registo superior, remate e m entablamento com óvulos e uma ventana de arco p len o
em cada fa c hada. Esta torre é rematada em pirâmide com uma esfera e cruz em me tal, e
ainda decorada com volutas na base.
As f achadas laterais são reboca das e rasga das p or quatro janelas no corpo da nave e três
no da c apela-m or. O nárte x que ante c ede a entrada principal tem o teto tripartido em
abóbadas e uma porta axial em arco de volta perfeita. Esta é ladeada por duas janelas n o
frontispício e o utras duas nas paredes laterais, todas em arco de volta perfeita e com vitrais
geométricos no interi or. O interior é coberto por a bób ada de berço, cúpula sobre o cruzeiro
e abóbada octogonal, prolon gad a por lanternim circular e rematado por cúpula sobre a
capela do transepto. As paredes da nave e do transepto são pintadas a branco enquanto
as da capela-mor são revestidas a m ármore r osa . O coro-alto é em laje plana e com guarda
em talha dourada, albergando um nicho central de volta per feita o ó rgão de tubos com
caixa em ta lha d ourada. As paredes da nave são divididas em d ois registos, através de um
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
359
friso, apresentando o registo superior uma ja nela de s acada em c ada tra mo, v arandim e
guardas em talha d ou rada. São diversos os altares presentes neste templo. Do lado da
Epístola s ão dedicados ao Sagrado Coração de Maria, a Nossa Se nhora das Dores e
Nossa Sen hora da C onceição, e do la do do E v angelho a Santa Teresinha, S. J osé e
Sagrado Coração de Jesus. Entre o s pares d e pilastras, do lado d a Ep ístola, encontram -
se mísulas com as imagens d e Nossa Senh ora dos Remédios, Santo António e Menino
Jesus de Praga e, do lado do Ev angelho, de S. Judas Tadeu, S. Fr ancisco Xavier e Sa nta
Rita. Ao lado da capel a -mor, també m em mísulas, encontram -se a s imagens de S. Félix
de Valois e de S. João de Matha.
Também as paredes do transepto são divididas em dois andares por f riso. No inferior foram
rasgadas portas de omb reira e, n o su perior, jane las de s acada seme lhant es às d a nave.
O teto é em ab óbada de berço com janela de penetra ç ão em arco abatido. No lado da
Epístola o s nichos inferiores são ocupados pelas imagens de Santa Inês e Santa Catarina,
e os n ichos su periores por S. Mateus e S. Lucas Evangelistas. Ao centro um retábulo em
talha dourada e com invocação a Nossa Senhora de Fátima. No lado do Evangelho os
nichos inferiores são dedicados a S. João e S . Pedro, e os superiore s a S. João e S. Marcos
Ev angeli stas. O braço d o tran s epto é prolongado por uma capela de planta octogonal.
Coberta por uma abóbada octogonal tem la nterna circular dividida em quatro panos por
pilastras compósitas. Os dois pa nos maiore s da capela têm um arco cego de volta p erfeit a
com porta de ombreiras sobreposta po r janel a de sacada e respetiva varanda. O retábulo
em talha dourada é dedicado à Santíssima Trindade.
Na capela-mor fo ra m co locados dois cadeirais, de duas bancadas e sem espalda r, uma
mesa de altar com frontal onde num alto-relevo foi representado Cristo e ntroniz ado e
ladeado pelos Apó s tolos. A ladear o altar -mor uma porta de ombreiras é encimada por
duas janelas de sa c ada sob repost as. O retábulo -mor tem u m sotobanco em mármore rosa
e com duas po rt as em talha dourada. As c olunas são compósitas, com a b ase do fuste
percorrida por folhas de acant o e estriado. O nicho é e m arco de vol ta per feita e decorad o
com enrolamentos vegetalistas e cabeças aladas nos capitéis e no fecho do arco, tendo a
tela que o ocupa representado o Batismo de Cristo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
360
Fotografias do Edifício:
Figura 575: Igreja da Trindade.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
361
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior da Igreja da Trindade
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: Az ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
O revestimento da fachada principal d a Igreja da Trindade é composto por e lemento s
azulejares f or mados por p equenos losangos com um m otiv o f loral cen tral. As cores dos
losangos intercalam -s e, tal como a forma dos motivos f lorais. En volvendo as janelas foi
ainda aplicado um friso com azulejos re tang ulares e relevados.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 576 : Revestimento Exterior da Ig r eja da
Trindade.
Figura 577: Padrão do
Revestimento da Igreja
da Trindade.
Figura 578: Friso do Revestimento da
Igreja da Trind ade.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
368
Figura 590: Padrão do
Revestimento da I greja
de Campan hã.
Figura 588 : Porm enor do Revestimento Exterior da
Igreja de Campanhã.
Figura 589 : Pormenor do Revestimento Ex terior da
Igreja de Campanhã.
Figura 591 : Friso do Revestim ento da
Igreja de Campanhã.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
369
146
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igrejas azulejadas , pp. 80 - 82.
Conjunto
Azulej ar
2 146
Designação: Revestimento Interior da Igreja de Campanhã
Localização do Conjunto Azulej ar: Nave
Datação do Conjunto Azulej ar: 1714 [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual [?] | Azulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Segundo Alexandrino Broch ado os azulejos que se encontram no interior da Igreja de
Campanhã datam de 1714, datando a ssi m da sua fundação. A nós pa rece -nos mais um
exemplar do século XIX e produ z ido já na técn ica semi-industrial.
Os a z ulejos apresentam motivos g eométricos e f lorais e, o f ri so que os enquadra,
elementos que se assemelham a pergaminhos.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
370
Ponto de
Interesse
Designação do Ponto de Interesse: -----
Tipologia do Ponto de Interesse:
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua:
Coordenadas GPS:
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Informações úteis:
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
371
147
NOSSA SENHOR A DA AREOS A – Paróquia Nª. S ra . Da Areosa [em linha]. Porto: Paróquia
da Areosa. [Con sult. 2 4 Abr. 20 15]. D isponível na I nternet <UR L http://paro quia-
areosa.weeb ly .c om/igreja.htm l >.
Edifíci o 147
Designação do Edifício: Igreja de Nossa Senhora da Areosa
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Paranhos
Lugar/Rua: R ua da Igreja da Areosa, nº91
Coordenadas GPS: 41°10'32.8"N 8°35'15.8"W
Cronologia do Edifício: 1981 -1985
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
A Igreja da Areosa apresenta a fo rma de uma tenda, solução arquitetónica que pe rmite
expressar a ideia do Povo Peregrino e Itinerante.
Fotografias do Edifício :
Figura 592: Igreja de Nossa Senhora da Areosa.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
372
Conjunto
Azulej ar
Designação: Painel Exterior da Igreja de Nossa Senhora da Areosa
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Década de 80 do Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Inserido na fachada e num espaço de forma trian gular, no painel da Igreja da Areosa foi
representada Nossa Senhora e Cr isto, ainda em cria nça, rodeados por dois a nj os que lhes
prestam adoração.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 593: Igreja de Nossa Senhora da Areosa.
Figura 594 : Painel Exterior da Ig reja de Nossa
Senhora da Areosa.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
373
Figura 595: Po rmenor do Painel
Exterior da Igreja de Nossa Senhora da
Are o s a .
Figura 596: Po rmenor do Painel
Exterior da Igreja de Nossa Senhora da
Are o s a .
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
374
Ponto de
Interesse
Designação do Ponto de Interesse: -----
Tipologia do Ponto de Interesse: -----
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: -----
Coordenadas GPS: -----
Breve descrição do Ponto de Interesse: -----
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
375
148
SIPA – Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Conceiç ão [ em linha]. Forte de Sac avém: SIPA.
[Consult. 2 4 Abr. 2015]. Disp onível na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5574 >.
Edifíci o 148
Designação do Edifício: Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Marq uês)
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Bonfim
Lugar/Rua: Praça do Marquês, nº 111
Coordenadas GPS: 41°09'40.1"N 8°36'17.7"W
Cronologia do Edifício: 1947
Classificação d o Edifíc io: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
Em 1 927 é criada a Paróquia da S enhora da Conceição, po r provisão do e D. Antóni o
Barbosa Leão. Passada se nsiv elmente uma década, em 1938, f oi be nzida a primeira p edra
da Igreja de Nossa Senhora d a Conceição, consagrada em 1947 a 8 de dezembro. No
atual ad ro do templo existia a Capela de S. Joaquim, demolida em 1 951 para criar o amplo
espaço que precede a igreja. Só em 1998 é que o órgão de tubos foi ina ugurado. O autor
do p roj eto inicial foi o monge beneditino Paulo Bellot, contribuindo para a construção do
edifício, além do seu projetista, figuras como Rogério de Azev edo e Carlos Neves. A igre ja
apresenta planta retan gular alongada, se ndo composta por três naves e, na sua fa chada,
por duas torres.
A fachada principal é orientada a Este, em cantaria lavrada e com empena triangular. É
enquadrada por duas torr es, a mais alta com 56 metros, a mais baixa com 31. As torres,
uma de formato octo go nal, outra quadrangular, têm ambas co bertura de granito e de f orma
piramidal. Na prime ira, com mostradores de relógio, t êm aberturas parcialmente fechadas
de forma a pr oteger os sinos e pro pagar o seu so m. De cada vértice do octógon o
despontam pináculos e arcos botantes, sendo encimada po r uma cruz. A outra torre é
rematada por um corpo o ctogonal e apresenta varandim . A f ro ntaria é ainda co mposta por
três portas de a c esso ao int erior, ladeadas por co ntrafortes, e quatro im agens de Santo
António, S. João de Deus, Beato Nuno Álvares Pereira e S. João de Brito, cada u ma com
2,5 metros de altura. Quanto às portas, de co ntorno cu rvo, são encimadas por postigos
com vidros h ialinos pelo exterior e ama relos no interior. Sobrepondo -se à empena um alto-
relevo com a re presen tação d a Imaculada C onceição, ladeada p or dois anjos e m a titude
de adoração.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
376
O int erior é precedido de nártex, divisão que p ermite o a cesso às naves, às torres si neiras,
coro-alto, oratóri o de S anta Rita e b atistério. As n aves enc ontram -se se paradas entre si por
colunas d e se cção octogonal e que orig inam a rcos alon gados e v azados. Os tetos d esta s
são abobadados e separados por vig as c om recortes circulares côn cavos. Nas n aves
laterais desenvolvem -se dez capelas com a pa rede central decotada com azulejo com
episódios de devoção à Virgem Mari a, estes ladeados por vitrais também f igurativos.
Elevadas sobre um deg rau têm pav imento em m ármore preto e, na parte superior dos seus
arcos, foram colocados pa inéis referentes as p assag ens da Via S acra. Logo à entrada, do
lado esqu erdo, en c ontra-se também a c apela batismal, com p lanta octogonal, e que ostenta
nas suas pareces frescos e vitrais alusivos ao batismo.
O cruzeiro p or sua vez acolhe uma pintura a fresco com a Coroação d a Virgem como Rainha
dos Céus. O arco triunfal, entre a a bside e as naves, é pro fusamente decorado. No interior,
dentro d e quadros, foram pint ados motivo s que se relacional com a Paixão de Cristo. Aqui
construíram-se também, num só b loco de pedra de Ançã, dois púlpitos, existindo po r trás de
cada um deles uma porta que dá acesso ao deambu latório. Ao c entro fo i colocado u m trono
com cinco degraus em mármo res e com adornos em b ronz e, conjunto que é ladeado por
duas portas que dão acesso à sacristia. No coro alto, sobre o ná rtex , f oi aplicado um órgão
de tubos.
Fotografias do Edifício:
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
377
149
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igrejas azulejadas , pp. 73- 75.
150
INS TIT UTO DO EMPREGO E FOR MAÇÃO PROFISSIONAL – As Idades do Azul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 108.
Conjunto
Azulej ar 149
Designação: Rev estimento In terior da Igreja de Nossa Senhora d a Con ceição (Marquês)
Localização do Conjunto Azulej ar: Capelas das Naves Laterais
Datação do Conjunto Azulej ar: 1947
Nome do Pintor: D uarte Menez es
Nome da Oficina/Fábrica: Fábri ca do Carvalhinho
Cronologia do Pintor: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1840[?]- 1970’s
Informações sobre o Pintor: -----
Informações s obr e a Oficina/Fábrica: Situada na Quinta da
Fraga, no Porto, a Fábrica do Carvalhinho f oi fundada, em
1840[?], por Tomás Nunes da Cunha e António Monteiro
Cantarino. Foi das primeiras fá bricas a produz ir azulejo em
grande escala destinado a o revestimento de super fícies
parietais, apresentand o motivos de padrão e de f igura avulsa.
Utilizav a u ma policromia variada e produziu, deste a d écad a
de 40 do sé cul o XIX, azulejos de e stampilha. S ó a partir de
1906, sob a dir eção de A. N. Dias de Freitas e Filhos, é que os
seus p rodutos começaram a s er ma rca dos. Em 1923 passa
para as margens de Vila Nova d e Ga ia e e ncerra a s suas
instalações em 1 974 d epois de u m perí odo de agregação c om
a Fábrica de Sacavém. Dos seus a rtist as destacam -se Carlos
Branco e Paulino Gonçalv es 150 .
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
São dez os painéis que se enc ontram no interior da Igreja de Nossa Senhor a da
Conceição, número ig ual ao das capelas que lhes servem de enquadramento. Nestes
painéis encontram -se expostos diversos f ragmentos de histórias e episódios que se
relacionam com a devoção nacional à Virgem Maria.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
384
Figura 612: Pormenor do Oitavo
Painel.
Figura 611: Oitavo Painel.
Figura 613: Nono Painel.
Figura 614: Pormenor do Nono Painel.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
385
Figura 615: Décimo Painel.
Figura 616 : Porm enor do Décimo
Painel.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
386
Ponto de
Interesse
Designação do Ponto de Interesse: -----
Tipologia do Ponto de Interesse: -----
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: -----
Coordenadas GPS: -----
Breve descrição do Ponto de Interesse: -----
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
387
152
SIPA – Igreja de Nos sa Se nhora da Vitória [em linha]. Forte de Saca vém: SIPA. [Consult. 24
Abr. 2015]. Disponí vel na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5484 >.
Edifíci o 152
Designação do Edifício: Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Vitória
Lugar/Rua: R ua de S. Bento da Vitória
Coordenadas GPS: 41°08'34.9"N 8°37'03.1"W
Cronologia do Edifício: 1756/1766 -1769
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
A paróquia Senhora da Vitória foi criada em 1583 no pontificado de D. Frei Marcos de
Lisboa. A atual igreja foi man dada construir p elo Bispo D. Frei António de Sousa entre
1756 e 1766, acabando as suas obras em 1769. Durante o Cerco do Porto, entre os anos
de 1832 e 1833, o te mplo sofre diversos danos, o que leva à transfer ência da paróquia
para a Igreja de S. Bento da Vitória. Em 1852 a igreja é reco nstruída, sofren do um incêndio
em 18 71 que destruiu o Retábulo de Nossa Senhora da Vitória mas que não afetou a
estrutura arquitetónica.
De planta longitudinal, a Igreja de Noss a Senhora da V it ória é con s tituí da po r nave -única,
capela-mor e torre sineira a dossada a e sta ú ltima, e aind a dois corpos retangulares nos
lados sul e norte. A fachada principal está orientada a Oeste, é em cantaria, e enquadrada
por pilastras duplas tosca nas. Este conjunto é rematado por um f rontão triangular com
tímpano onde, no centro, foi aplicado o símbolo do Sol. O portal é ladeado por colunas
coríntias e encimado p or frontão curvo interrompido pela pedra de armas dos Souza e
Arronches. S obre es te co njunto um j a nelão re tangular lade ado por dois nichos e nci mados
por f rontões interrompidos com volutas e forma concheada no centro. A torre é
quadrangular, com par edes de cant aria aparente, desenvolv endo em v ários reg istos, com
cobertura d e granito em a bóbad a de aresta e encimada por piná cu lo piram idal. Sobre as
sineiras um entablamento decorado com cí rculos e que serve de suporte a fo garéus nas
esquinas.
No interior as paredes da nave e capela -mor são em ca ntaria. Na primeira f oram aplicados
dois púlpitos, um de cada lado, com guarda em talha dourada e assentes em m ísulas de
granito. Cada um deles é ladeado por dois alta res em talha rococó e rematados por
sanefas neoclássicas, elemento que se repet e nos vãos das super fícies murárias. O teto
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
388
é em abóbada d e canhão e estucado. O arco cruzeiro é de volta perfeita e assenta em
pilastras coríntias, s obrepondo -se a estas uma sanefa barroca em talha d ourada. O teto
da capela-mor é igualmente estucado e decorado com grinaldas. É iluminado po r dois vãos
curvos e as paredes apresentam duas porta s rematadas por frontões triangulares. Entre
as portas foi colocado um cadeiral. O retábulo -mor, obra d e Francisco P ereira Campanhã
é, como os restantes, em talha dourada e enq uadra uma tela alusiva a Nossa Senhora da
Vitória pintada por João Glama Stoberle. No coro -baixo, do lado do Evangelho, insere -se
o batistério revestido a azulejo de padrão a zul e branco. Aqui, a pi a batismal é encimada
por uma tela pintada e que alude ao batismo. O coro -alto assenta num arco abatido e t em
balaustrada em ferro, a lém do órg ão pintado co m re mates e t alha dourada. A Sacristia é
ampla e tem um lamb r im de azulejos de padrão a z ul, branco e amarelo. O te to é també m
estucado e al berga u m retábulo e m talha dourada que se julg a te r pertencido à primi tiv a
Capela de Nossa Senhora da Vitória.
Fotografias do Edifício:
Figura 617: Interior da Igreja de Nos sa Senhora da
Vitoria.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
389
Conjunto
Azulej ar
1
Designação: Revestimento Interior da Igreja de Nossa Senhora d a Vitória
Localização do Conjunto Azulej ar: Capela Batismal
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O revestimento é formado por a z ulejos de p adrão e enquadrado por um friso co m motivos
florais. Ambos são em azul e branco e uma v ariante muito comum e utilizada na ci d ade d o
Porto.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 618 : Revestimento Interior da
Igreja de Nossa Senhora da Vitória.
Figura 619 : Revestimento Interior da
Igreja de Nossa Senhora da Vitória.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
390
Figura 620: Padrão do
Revestimento Interior d a
Igreja de Nossa Senhora
da Vitória.
Figura 621: Fris o do Revestim ento Interior
da Igreja de Nossa Senhora da Vitória.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
391
Conjunto
Azulej ar
2
Designação: Revestimento Exterior da Igreja de Nossa Senhora da Vitória
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Lateral
Datação do Conjunto A zulejar: Século XX [?]
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O revestimento é formado por azulejos de padrão a z ul e branco.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 622: Reves timento Exterior da Ig reja de
Nossa Senhora da Vitória.
Figura 623: Padrão do
Revestimento Ex terior
da Igreja de Nossa
Senhora da Vitória.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
392
153
S IPA – Tribunal da Relação e Cade ia do P orto [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [Consu lt.
24 Abr. 2015]. D isponível na Intern et <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5460 >.
Ponto de
Interesse 153
Designação do Ponto de Interesse: C adeia da Relação | CPF
Tipologia do Ponto de Interesse: Museu | Imóvel
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: C ampo dos Mártires da Pátria
Coordenadas GPS: 4 1°08'41.4"N 8°36'58.0" W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A Relação do Porto foi cri ada durante o reinado de D. Filipe II e ntre 1583 e 1 603. Neste
último ano manda c onstruir um edi fício de forma a instalá -la, escolhendo o Campo d o
Olival. Concluído em 1608, t erá sido ati ngid o por um fogo em 1 630, sendo reconstruído
na 2 ª metade do século XVII. Desta reedi ficação result aria o ed i fício do Tribunal da
Relação e Cadeia. Em 1 750 crê -se que f oi alvo de remodelações segundo uma p lant a
de Nasoni, algo que não está comprovado, pois, em 17 65 seria iniciada a construção de
um novo Tribunal da Relação e Cadeia. Este ed i fício, com planta de Eu génio dos Santos
Carvalhos, esta v a concluído em 1796. A Cadeia do Tribunal da Relação funcionou como
tal desde o sé culo XVII a té 1974, ano em que as suas funções foram transferidas para
a Cad eia de C ustóias. Em 1989 é entregue ao a rquiteto Humberto Vieira um proje to com
o objetivo de recuperar e remodelar este e difí cio, cujas obras se iniciaram em 1991. Em
1997 começa a transferência do Centro Po rtug u ês de Fotografia, instalação que term i na
em 2001.
Informações úteis:
Horário (CPF):
Terça a Sexta: 10:00-13:00
Sábados, Domingos e Feriados: 16:00 -19:00
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
393
154
Inf orm ações retirados d e BALCÃO VIRTUAL – Patri mónio Na Fre gues ia de Santo I ldefonso
[em l inha]. P orto: C MP. [Consult. 24 Abr. 2015]. Disponível na Internet <URL
http://balcaovirtual .cm -
porto.pt/PT/c ultura/patrim oniocultural/patrim onioarquit etonico/atividades projetos/jornad as%20e
uropeias%20do% 20patrim onio/Docum ents/Folheto_S anto%20Ildefonso.pdf >.
Edifíci o 154
Designação do Edifício: Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: R ua do Dr. Alv es de Veiga
Coordenadas GPS: 41°08'58.1"N 8°36'11.5"W
Cronologia do Edifício: 1951 -1953
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
A Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro pertence aos miss ionários redentoristas
que, por sua vez, fazem parte da Cong regação do Santíssimo Redentor. Esta fo i fundada
por Santo Afonso Maria de Ligório em 1732 na cidade de Nápoles. São assim dev otos de
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro e chegam a Portugal em 1903, estando no Porto
desde meados do século XX . O templo é da autoria de Fernando Tudela e apresenta u m
fresco de Dório Gomes no arco cruzeiro. No ex terior fora colocados azulejos de re levo,
da autoria de Fernando Fernandes, e outros de Rui Matos.
Fotografias do Edifício :
Figura 624: Igreja de Nossa Senh ora do Perpétuo
Socorro.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
400
um espaldar com grin alda de f lores e rematado por um fron tão contracurvado. Na to rre ,
num plano mais recuado, foi construída a porta que permite o acesso ao coro e sinos ,
apresentando um trat amento i dêntico ao do porta l principal. Robert Smith atribu i e sta
fachada da igreja a Nicolau Nasoni pela estrutura e linguagem dec orativa utilizadas. A
fachada posterior apresenta uma construção com a l pendre e adossada à capela - mor,
enquanto as laterais estão vol tadas pa ra as d iv isões do hospital. No interior o subcoro é
revestido a azulejo relevado amarelo e bran co e, no coro alto, três janelões com painéis
de vitral coloridos da auto ria do mestre Antunes. Também n a nave foi aplicado a z ulejo
igual ao do subcoro, estendendo-se até à cor nija de apoio do t eto. De cada um d os seus
lados fo ram colocados do is retábulos em talha e um púlpito. O teto é a bobadado e
estucado tendo três tramos separados por arcos to rais de secção elíptica. No arco
cruzeiro foi aplicada uma sanefa em ta lha dourada de estilo rococó, na capela -mor u m
lambrim de azulejo b ranco e tribunas de madeira, e ainda um grande m edalhão estucado.
O retábulo-mor é rococó e nas traseiras d a capela -mor encontra-se a sacristia,
dependência com o teto em madeira pintado e revestida a azulejo azul e branco.
Fotografias do Edifício:
Figura 637 : Igreja de Nossa Se nhora
do Terço e Caridade.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
401
157
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igrejas azulejadas , p. 33.
Conjunto
Azulej ar
1 157
Designação: Rev estimento Exterior da Igreja e do Hospital de Nos sa Senhora do Terço e
Caridade
Localização do Conjunto Azulej ar: Fachada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX | Século XX
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do A utor: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
O e x terior da Igreja de Nossa Senhora do Terço e Carida de e do Ho spital, estão rev estidos
a azulejo de padrão azul e branco de motiv o floral.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Figura 638: Igre ja de Nossa Se nhora
do Terço e Caridade.
Figura 639 : Pormenor da Igreja de N ossa Senhora
do Terço e Caridade.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
402
Figura 640: Porme nor da I greja de
Nossa Senhora do Terço e Caridade.
Figura 641: Padrão do
Revestimento da Igreja e
do Hospital de Nossa
Senhora d o Terço e
Caridade.
Figura 642: Padrão do
Revestimento da I greja
de Nos sa S enhora do
Terço e Caridade.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
403
158
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igrejas azulejadas , p. 33.
Conjunto
Azulej ar
2 158
Designação: Revestimento Interior da Igreja de Nossa Senhora d o Terço e Caridade
Localização do Conjunto Azulej ar: Nave da Igreja
Datação do Conjunto Azulej ar: Século XIX | Século XX
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: Desco nhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desco nhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A u tor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Semi-Indu strial | Az ulejo de Padrão e Relev ado
Cores do Conjunto Azulejar: Ama r elo | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
Toda a nave da Igreja de Nossa Senhora do Terço e Carida de está revestida a azulejo
relevado amarelo e branco . Estes az ulejos, com o motiv o branco em fundo amar elo, s ão
iguais aos utiliz ados na Ca pela -Mor da Igreja da Misericórdia, das Igrejas d e Noss a
Senhora da Esperança e de S. Nicolau, assim como e m inúmeros prédios novecentistas
da cidade.
Fotografias do Conjunto A zulejar:
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
404
159
T URISMO DE PORT UGAL [Dir.] – Roteiros Turístic os do Patrim ónio Mundial no Norte de
Portugal: Porto . Lisboa: Im prensa Nacional -Casa da Moeda, 2012. ISBN 978 -97 2- 27 -2134-9, p.
48. CO UTO, Júlio – O Porto em 7 Dias: uma visita guiada à cid ade . P orto: E dições Utopi a, 1989,
pp. 18-19. SI PA – Teatro Nacional de Sã o J oão [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [ Co nsult.
24 Abr. 2015]. D isponível na Intern et <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5524 >.
Ponto de
Interesse 159
Designação do Ponto de Interesse: Teatro Nacional de S. João
Tipologia do Ponto de Interesse: Teatro | Sala de Espetáculo
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça d a Batalha e Rua Augusto
Rosa
Coordenadas GPS: 4 1°08'42.0"N 8°36'26.7" W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Entre 1796 e 1798, no local onde hoje de encontra o Teatro Nacional de Sã o João, foi
edificado um outro, projetado pe l o ita liano Vicente Mazzoneschi, com a desig nação de
Teatro d o Prí ncipe, em homenage m a D. João VI, à altura Príncipe Reg ente. Em Abril
de 1908 o teatro sof re um grande incêndio ma s, d esde logo, é promovida uma nova
edificação. E m 1918 o e difício está concluído segundo o projet o d o a rq uiteto Marques
da Silva (186 9-1947) , send o inaugurado em 1920 com a repres entação d’ A i da de
Giuseppe Verdi. A sua fa chada apresenta quatro esculturas representando a Bondade,
a Dor, o Ódio e o Amor e, no seu interior, predomina o e stilo da arquitetura parisiense
da época. Neste edi fício reú nem -se obras de grandes a rtistas nacionais como os
estuques de António Ba ganha (Pa i), as esculturas de Diogo de Macedo Sousa Caldas,
Henrique Moreira e Joaquim Gonçalves da S ilv a e aind a, as pinturas de Acá cio Lino e
José de Brito.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
405
160
SIPA – Igreja e Convent o de Sã o J oão N ovo [em linha]. Forte de Saca vém: SIPA. [Cons ult.
24 Abr. 2015]. D isponível na Intern et <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/APP_Pag esUser/SIPA.aspx ?id=5560 >. PATRIMÓNIO
CULTURAL – Igr e ja e Mos teiro de São J oão N ovo [ em linha]. L isboa: DG PC. [Consult. 2 4 Abr.
2015]. Di sponí vel na Internet <URL http:// www.patrim oniocultural.pt/pt/patrim onio/patrimonio -
imovel/pesqu isa- do -pa trimonio/classif icado- ou - em -vias - de -classif icacao/geral/view/5556634/ >.
Edifíci o 160
Designação do Edifício: Igreja de S. João Novo
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Mirag aia
Lugar/Rua: Largo de S. João Novo
Coordenadas GPS: 41°08'31.6"N 8°37'03.9"W
Cronologia do Edifício: S éculos XVI-XVIII
Classificação d o Edifíc io: Imóvel de Interesse Pú blico
Breve descrição do Edifício:
Em 15 83 o B ispo D. F rei Marcos d e Lisboa i n stitui a f reguesia de S . João de Belomonte,
tendo esta sede na ermida de S. Joã o Baptista. Este templo é cedido a os eremitas de Santo
Agostinho q ue o reformam. A igreja f oi considerada pouco a propriada para as f unçõe s
conventuais e então, entre 1672 e 1681 desenvolv em -se as obras da capela - mor e da nave ,
sendo os trabalhos dirigidos por Frei Manuel da Trindade. É também e l aborada, entre 1678
e 1 681, a talha do trono d o Santís simo , assim como diversas po rtas e j anelas, e o
revestimento azulejar. E m 1683 as coberturas até a o cruzeiro estã o termin adas mas ,
apenas em 17 26 se a lcança a fa chada, de s enhada entre 1700 e 1703 por autor
desconhecido. Apenas em 1779 s ão acabadas as torre s, dando-se os trabalhos por
terminados. De 17 41 da tam os azulejos aplicados n a Capela de Santa Rita d e Cássis,
assinados po r Bartolomeu Antunes, enquanto o retábulo -mor foi executado em 1775 por
encomenda do Bispo D. António de Sousa, sendo o seu painel c entral, alusivo à Visão de
Santo Agostinho, pintado por João Glama. Após a extinção d as Ordens, o convento fica
devoluto mas, em 1863, é aí instalado o Tribunal Criminal e Correcional do Porto.
Evocando S. João de Sahagun o u S. João Fa c undo, o núcleo de S . João Nov o é constituído
por igreja, d e n ave única, transepto inscrito e capela -mor, por áreas co nventuais e pelo
claustro quadrang ular. A f achada principal do te mplo está o rientada a Norte e divide -se em
três níveis. No prime iro, o portal em v erga reta e f ront ão trian gula r é lade ado por duplas
colunas dóricas. A encimar este conjunto um f rontão, ta mbém triangular, int errompido e
com um coração a travessado por setas, símbolo da Ordem, no seu centro. A ladea r o portal
foram rasgado s dois jane lões gradeados e encimad os por f rontões cu rv os. No segundo
registo cinco aberturas entre cada piastra, sendo as das extremidades encimadas por
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
406
frontões tri angulares e a do centro apresenta u ma águia bifronte, atributo de Santo
Agostinho. A l adear o jane lão central, duas janelas encima por dois falsos óculos
decorados por volutas e conchas. No último ní vel, nas extremidades laterais, erguem -se
as torres sineiras, elementos que enquadram num nív el superior três f ro ntões curv os e
interrompidos. Destes, o central e ma is alto, tem uma cruz, enquanto os laterai s
apresentam pináculos.
O interi or é ma rcado p elo coro-alto, co m balaustrada de madeira e c adeiral de uma só f ila,
além d o órgão de tubos do lado do Ev angelho. A nave, seguindo plano maneirista, é
ladeada por quatro capelas intercomunica ntes, duas e m cada um dos seus lados ,
abobadadas em caix otões d e granito e enci madas po r sanefas de talha e tribunas. Na
transição da na ve pa r a o transepto f oram colocados dois púlpito s co baldaquino em talha
dourada e e ncimados por nicho com imagem. Já no tran s epto, nos seus topos e paredes
laterais f oram colocados retábulos. O arco triunfal tem en tabla mento em granito e u ma
frontaleira em talha dourada. Ta nto a nav e como o tra nsepto sã o percorridos por um
entablamento com m odilhões e ambos têm cobertura em abóbada de caix otões de granito .
A cape l a-mor, igualmente com abóbada em ca ix otões, ostenta um retábulo em talha
dourada de estilo joanino. Tem , lateralmente, quatro p ort ais, do is com frontões
semicirculares e os outros interrompidos, dando ace sso à sa crist ia e para a s salas da
Confraria. Exibem legendas e el ementos rel acionados com a Virgem, Santo António e S.
Patrício.
Relativamente ao conv ento, ap res enta claustro em três pisos, o s dois p rimeiros co m
arcadas, de arcos plenos e a batidos respe ti vamente. O terceiro é f echado e apresent a
janelas de guilhotina de moldu ra ca nelada e almofada interior. No centro do claustro foi
aplicada uma fonte com tanque octogonal e com bicas e m f orma d e g olfinhos. As alas dos
dois primeiros p isos sã o percorridas por lambrim de azulejo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
407
Fotografias do Edifício:
Figura 643: Igreja de S. João Novo.
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
408
161
MARTINS, Fausto San che s – Azulejar ia Portuense , pp. 60-64. BROCHADO , A lexandrino – O
Porto e as suas I grejas azu lejadas , p. 3 0.
Conjunto
Azulej ar 161
Designação: Revestimento da Capela de Santa Rita da Igreja de S. João Novo
Localização do Conjunto Azulej ar: Capela de Santa Rita [Nave]
Datação do Conjunto Azulej ar: 1741
A utor(es)/Fábri ca(s)
Nome do Aut or: B artolomeu Antunes
Nome da Oficina/Fábrica: Oficina de Bartol omeu Antunes
Cronologia do Aut or: 1 688-1753
Cronologia da Oficina/Fábrica: Séculos XVI-XVII
Informações sobre o Autor: Bartolomeu Antunes nasceu em
1688, na freguesia dos Anjos e faleceu em 17 53.
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A Oficina de
Bartolomeu Antunes situava -se na Calçada do Monte, no
Bairro das Olarias (Lisboa).
Técnica do Conjunto A z ule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A z ul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zulejar:
A Capela de Santa Rita, que o cupa o primeiro vão do lado Evangelho da Igreja de S. João
Novo, possui do s pain éis azulejares ded icad os a esta santa O primeiro, situado no lado
esquerdo, representa o Êxtase de S anta Rita , momento em que recebe um espinho n a
testa e , do lado direito a En trada de Santa Rita p ara o Convento . Sobre a Beata Rita de
Cássia, sabe-se que foi beatificada a 22 de Julho de 1 628 e canoniz ada apenas a 2 4 de
Maio de 1900.
O co njunto azulejar ocupa o s dois muros laterais da capela e eviden cia-se pelo facto de
estar datado, assinado e indicar o loca l onde foi fa bricado. A a ssinat ura é d e Bartolomeu
Antunes, nascido em 1688, mestre azulejador que possuía of ici na própria na Calçada do
Monte, no Bair ro das Olari as. O primeiro de sa fio com que se deparou Bartolomeu Antunes
foi com a e x iguidade do espaço disponív el para a composição. O a rtist a resolveu o
problema procedendo à articulação das composições em dois nív eis:
Na zona inferior paralela às portas: estrutura elevada até à altu ra das verg as e
sanefas;
Na z ona su peri or, sobre a s verg as e sanefas: dois motivos historiad os;
Fichas de Inv entár io dos Con juntos A zulejares
409
Estas sã o envolvidas p or um e nquadramento arquitetónico, em trompe l ’ oe il , o nde se
visualizam enrolamentos de volutas, decora dos com grinaldas e anjos, e ainda, na parte
superior, por um entablamento que acompa nha o mo v imento do entablamento granítico
onde a ss enta a a bóbada da capela. Na p arte cen tral destes enquadramentos arqu itetónicos
existem cartelas d ecoradas c om m áscaras, c oncheados e volutas. No painel d a esquerd a
pode ler-se na cartela:
B meu Antunes
A fes en Lx a nas
Olarias no ano de 1741
No lado direito encontra-se o painel intitulado por Fa usto Martins co mo E ntrada da Bem-
Aventurada Rita no Con vento do s Agosti nhos d e Cássia, acom panha da de São João
Baptista, Santo Agostinho e São Nicolau Tole ntino . Após ter f icado v iúva, Rita, nascida perto
de Cássia, decidiu ingressar no Conv ento de Sa nta Maria Madalena de Cássia, d a Ordem
Agostiniana, sendo-lhe recusada a entrada, por três vezes, devido à sua co ndição. Não
desistindo intensificou as sua s orações até ao dia em que v iu o seu Ba uttista y advertindo
que por acenos a convidava a seguirlhe os passos, deixou a casa, y te rr a , resignad a nas
direcções da Providen cia divina […] v endo -s e assistida dos tres Santo s seus advogados,
porque nosso modo, achou -se de ntro do seu convento 162 .
A imagem d e S. João Novo representa este excerto do texto de F rei Jo sé de S. António,
biógrafo de Rita. E ste frei diz-nos também que Rita tomou o h ábito e professou a Regra de
Santo Agostinho, entregando -se à vida de penitência e to rnando - se devota da Paixão de
Cristo, d evoção que ex plica a cena do lado esquerdo. Esta cena decorre no interior de um
coro conventual, onde se de s taca a grade através da qu al as religiosas assistiam às
cerimónias da igreja. O espaço é articulado por uma a rquitet ura cláss ica onde se concentra,
na zona central e elev ado sobre um e strado, um grupo de f reiras em atitude d e oraçã o. O
episódio in titulado, nov amente pelo a utor supracitado, como Momento em q ue a Irmã Rita
recebeu o espinho da Coroa de Espinhos d e Cristo . A sua devoção p ela P aix ão de Cristo
deve-se ao s tormentos suportados ao longo da vida, e a o sofrimento que lhe cau saram,
tornando-se no tema dominante na sua r epresentação iconográfica. Para a r e presentação
desta cena o artista inspirou-se mais uma vez nos escritos de Frei José de
162
MARTINS, F austo Sanches – Azulejaria Portuense , p. 63.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulej ares
501
interior um nártex ao qual se acede por uma arcada composta por três arcos d e volta
perfeita. Sobre estes abrem-se três nichos onde f oram col ocadas as imagens de S. Jos é
e Santa Teresa a ladear a de Nossa Senhora do Carmo. No registo su perior e no
alinhamento das imagens foram rasgados tr ês vãos, o central retangular e os outros
encurvados.
No interior a nave te m cobertura abobadada com ele me ntos d ecorativos em ta l ha
dourada. É ladeada po r três capelas de cada lado, ca da uma delas com respetiv o retábulo
em talha dourada. De cada um dos lados a presenta também um p úlpito quad rado,
igualmente em talha doura da e, nos br aços do transepto, capelas ta mbém com ret ábulos
de grandes dimensões. No cruzeiro a cú pul a é decorada com motiv os de talha, assim
como a sanefa que en cima o arco triunfal. A capela -mor é decorada, nas paredes laterais ,
com pinturas seiscentistas e pelo retábulo - mo r. O coro-alto tem um órg ão no lado da
epístola, enqua nto a Sa cristia t em co bertu r a em teto de c aixotões com pinturas, a lém
daquelas com motivos florais que foram executadas nos muros.
Fotografias do Edifício :
Figura 794: Vista Geral da Igreja dos Carmelitas e
da Ordem Terceira do Carmo.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
502
Conjunto
Azulej ar
1
Designação: Painéis e Relógios da Igreja dos Carmelitas
Localização do Conjunt o A zulejar: Interior [Capela de Nossa Se nhora das Dores | Coro-
Alto] | Exterior [Galilé]
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar:
Painéis: Pintura Semi-ind ustrial | Az ulejo d e Padrão
Relógios: Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar:
Painéis: Azul | Laranja | Verde | Castanho | B r anco
Relógios: Azul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Na Cap ela d e Nossa Senhora d as Dore s foram a plicados dois pa inéis retangulares de
azulejo d e padrão. Estes encontram -se nas pa redes late rais e são compostos por um
motivo f loral, uma cesta f ormada por f lores. Um painel igual a estes foi aplicado também
na Galilé, do lado esquerdo de quem pretende entrar no edifício, ser vido de pano de fundo
ao nicho devocional que aí se instalou.
Também no interior, e no Coro -Alto, foram aplicados, na parede oposta ao órgão, dois
relógios circulares e com as respetivas hora s em numeração roman a.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
503
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 797 : Padr ão dos
Painéis da Igreja dos
Carmelitas.
Figura 795 : Painel do Interior d a Igreja
dos Carmelitas.
Figura 7 96: Painel do Ex t erior da
Igreja dos Carmelitas.
Figura 798: Relógios da Igreja dos Carmelitas.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
504
Conjunto
Azulej ar
2
Designação: Revestimento Exterior da Igreja dos Carmelitas
Localização do Conjunto Azulej ar: To rre
Datação do Conjunto A zulejar: Sé culo XIX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Toda a torre da Igreja d os Carm elitas foi revestida a a zulejo. O padrão que se estende do
registo inferior ao coruchéu é formado por pe quenos rosetões.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 799: Revestimento Ex terior d a
Igreja dos Carmelitas.
Figura 800 : Pormenor do
Revestimento Exterior da Igreja dos
Carm e l i ta s .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
505
Figura 802: Padrão do
Revestimento da Igreja
dos Carmelitas.
Figura 801: Po rmenor do Revestimento Ex terio r d a
Igreja dos Carmelitas.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
506
206
SI PA – Edi fício das Q uatro Estações [ em li nha]. Fort e de Sacavém : SIPA. [C onsult. 24 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=3144 2>. FUNDAÇÃO
MARQUES DA SILV A – Edifício das 4 Estaçõ es [em linha]. Porto: FMS. [Consult. 25 Abr. 201 5].
Disponível na I nternet <UR L htt p://fim s.up.pt/index.php?cat=2&su bcat=8&proj= 11 >.
Ponto de
Interesse 206
Designação do Ponto de Interesse: Edifício da s Quatro Estações
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua das Carmelitas, nº 100
Coordenadas GPS: 4 1°08 '47.7"N 8°36'52. 2"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Com a fachada princip al voltada pa r a a Praça de Lisboa, o Edifício das Qu atro Estações
é uma arquitetura residencial e co mercial. Contruído no início do século XX, e co m
projeto do arquiteto Marques da Silva, apresen ta uma linguagem beaux-arts e alçado de
cinco pisos. A sua estrutura é em granito, a s montras em vidro, as portas de m adeira e
ferro e a cob ertura em telha. O se u nome deriv a dos quatro relevos q ue encimam as
pilastras que caraterizam o seu alçado .
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
507
207
SIPA – Igre ja e Co légio de Nossa S enhora da Esp erança [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA .
[Consult. 24 Abr. 2015]. D isponível na Inter net <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5562 >.
Edifíci o 207
Designação do Edifício: Igreja e Colégio de Nossa Senhora da Esperança
Tipo de Edifício: Igreja | Colégio
Localização do Edifício
Freguesia: Bo nfim
Lugar/Rua: Avenida de Rodrigues de Freita s, nº 349
Coordenadas GPS: 41°08'44.3"N 8°36'09.3"W
Cronologia do Edifício: 1724 -1763
Classificação d o Edifício: Imóvel de Int eresse Público
Breve descrição do Edifício:
O Recolhimento d as Meninas Órfãs foi fundado em 1722 pelo padre Manuel de Passos
Castro, não tendo à é poca instalações própri as. Em 1724 dá -se i nício à construção do
edifício, o bras f inanci ada s pelas verbas deixadas em testamento p elo seu fundador, o
tesoureiro d a Colegiada de Cedofeita. Em 1731 entram para o recolhimento as primeiras
meninas que, a lém de a prenderem a ler e es crever, tin ham disciplinas que as ensi navam
os lavores, musica, de senho e religião. A igre ja só foi projetada em 1746 e inaugurada em
1763. Encontra-se no local onde outrora existira um templo para ser ventia dos doentes do
Hospital de S. Lázaro. Em 1838 é mostrado inte resse para ampliar a s alas este e oeste,
trabalho que se deve ter p rolongado pois, só e m 1918 é pedida licen ça para a co locaç ão
de soalho nas salas. Em 1954 a cor do edifício passa a ser bra nco, tendo sido até aí ocre.
Na d écada de 90 do século XX a Univ ersidade Portucalense é instalada do edifício este,
mantendo-se aí até 2000. O projeto é atribuído ao italiano Nicolau Nas oni.
O edifício tem p lanta retangular a igreja é enquadrada por dois corpos, quadrangulares,
assim como o pátio interior. O alçado principal, orientado a Norte, volta -se para o Jardi m
de S . L ázaro. É rebocado e percorrido po r um e mbasamento e com c ornija em gra nito. Nas
duas alas late rais é rasgada por div ersos vãos de v erga reta e moldura e m granito. A
fachada da igreja, ao centro do conjunto, é ligeiramente avan çada e profusamente
decorada. É delimitada por cun hais apilastrados e rasgada por u m portal emoldura por
cantaria de g ranito e e ncimado p or u m frontão curvo interrompido e nicho o nde se ins ere a
imagem de Nossa Senhora da Esperança. O portal é ain da ladeado por do is janel ões
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
508
envolvidos por molduras de cantari a lavrada. No entablamento d estaca -se um óculo e
sobre este um f rontão cu rv o q ue re mata a f ro ntaria do templo. No tímpano ressalta a Pe dra
de A r ma s da Casa Real que a instituição, pertencendo á administração da Misericórdia,
podia usar.
O interior é coberto p or ab óbada de tijolo, te ndo na nav e três tra mos e dois na c apela -mor,
decorados p or florõe s e stucados. Além d a nave pe rcorrida por um la mb rim d e azulejos
azuis e b rancos, também a capela -mor e o co r o -alto a presentam e ste tip o de revestimento.
Na nave f oram aplicados dois pú lpitos, com guarda s de talha e porta com f rontão
interrompido, e retábulos e m talha dourada nas cape las laterais. A capela -mor é profunda
e com portas c olaterais encimadas por janelas. O ret ábulo -mor é ta mbém em talha
dourada, com tro no central, e la deado por colunas salomón icas. Ao cen tro tem o sacrário
enquadrado po r um baldaquino. Do lado direito e ncontra -se ainda uma janela baixa e
gradeada em ferro fundido que servia d e confe ssionário para as educandas. O coro -alt o
assenta sobre um arco abatido, recortado e la ureado, e é guarnecid o po r um v arandim de
grade em madeira interrompido ao centro por um nicho onde foi colocada a imagem de S.
Miguel.
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
509
208
BROCHADO, Alexandrin o – O Port o e as suas Igre jas a zulejadas , p. 37.
Conjunto
Azulej ar
1 208
Designação: Revestimento Interior da Igreja de Nossa Senhora d a Esperança
Localização do Conjunto Azulej ar: Cap ela- Mor (CM) | Nave (N) | Coro -Alto (CA)
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XIX-XX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desconhecido
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A utor: -----
Informações s obre a Oficina/Fábrica: A fábrica que produziu
os azulejos da Capela-Mor poderá ser a de Massarelos, v isto a
sua fama relativamente aos azulejos relevados.
Técnica do Conjunto A zule jar:
CM: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Pa drão | Azulejo de Relevo
N: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrão
CA: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrão
Cores do Conjunto Azulejar:
CM: Amarelo | B ranco
N: Azul | Branco
CA: Azul | Branco
Iconografia do Conjunto A zulejar:
A Capela-Mor da Igreja de Nossa Se nhora da Esperança é revestida a azulejos de fundo
amarelo e r elevo bra nco, tipologia já re ferida e m outros e difícios, co mo a Igreja da
Misericórdia. Est e tipo de azulejo, larga mente utiliz ado em fa chadas de edi fícios urba nos,
foi sobretudo produzido pela Fábrica de Mas sarelos.
Na Nave encontram-se azulejos o rnamenta dos com rosetões e d esenhos geométricos
azuis sob re fundo b ranco, sendo en quadrados por frisos com elementos flora is. No Coro -
Alto os azulejos são tamb ém a zuis e brancos e os seus elemen tos deco rativos de carát er
vegetalista e geométrico. Possui também um friso, e m azul e branco, e com motivos f lorais.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
516
Conjunto
Azulej ar
3
Designação: Revestimento da Sala do Cabido
Localização do Conjunto Azulej ar: S ala do Cabido
Datação do Conjunto Azulej ar: 19 37
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Francisco de Ma ced o
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Iconografia do Conj unto Azulejar:
Numa reminiscência aos azulejos b arrocos, o artista criou um lambrim de a zulejos com
molduras co ncheadas criand o, ao centro, espaço para o mo tivo principal. Nos painéis
centrais, e de maiores dimensões, f oram representados grandes jarrõ es de f lores. Estes
são lad eados por pássaros e por uma p rofusão de g rinaldas e f lores. Nos painéis que
enquadram o central foram também pintados p ássaros, mas aqui de m enores di men sões
e elementos decorativos iguais aos anteriores. O conjunto assenta num silhar criado no
próprio desenho d o azulejo e o s diversos painéis são e nquadrados por elementos
arquitetónicos profusamente decorados.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 823: Revestimento da Sala do Cabido.
Figura 824 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
517
Figura 825 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Figura 826 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Figura 827 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Figura 828 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
518
Figura 829 : Porm enor do Revestimento da Sala do
Cabido.
Figura 830: Pormenor do
Revestimento da Sala do Cabido.
Figura 831 : Pormenor do R evestimento da Sala d o
Cabido.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
519
209
INS T ITUT O DO E MPREG O E FOR MAÇÃO PROFISSIONA L – As Idades do Azul – for mas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 108.
Conjunto
Azulej ar
4
Designação: Brasão da Igreja e Colégio de Nossa Senhora da Es perança
Localização do Conjunto Azulej ar: Fa chada Exterior do Colégio
Datação do Conjunto Azulej ar: Ap ós 1923
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: D.M.
Nome da Oficina/Fábrica: Fábrica do Carv alhinho
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1840[?]- 1970’s
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: Situada na Quinta da
Fraga, no Porto, a Fábrica d o Carvalhinho foi fundada, em
1840[?], por T omás Nune s d a Cunha e António Monteiro
Cantarino. Foi das p r imeiras fáb ricas a pr oduzir azulejo em
grande escala destinado ao revestimento de superfícies
parietais, apresentando m otiv os de pad rão e de figura avulsa.
Utilizav a uma policromia v ariada e produziu, deste a d écada de
40 do s éculo XIX, azulejos de estampilha. Só a partir de 1906,
sob a direção d e A. N. Dias de Freitas e Filhos, é que o s seus
produtos começaram a ser m arcados. E m 1923 passa para as
margens d e Vila Nova de Gaia e encerra as su as instalações
em 1974 depois de u m período de agregação com a Fábri ca d e
Sacavém. Dos seus a rtistas de stacam-se Carlos B ranco e
Paulino Gonçalves 209 .
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulej ar: Policromo [Destaca-se o: Azul | A marelo | L aranja | Bra nco]
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Como o Colégio de No ssa Senhora da Esper ança pertence à Santa Casa da Misericórdia,
o seu brasão tem, na parte superior, dois brasões que identificam es sa instituição, através
da representação da Virgem da Misericórdia, e das armas de Portugal. Sob este br asão e
como elemento pri ncipal foi escrita a legenda CO LÉGIO DE Nª. Sª D A
ESPERANÇA/SANTA CADA DA MISERICÓRDIA DDO PORTO/ALUNAS IN TERNAS,
SEMI-INTERNAS E EX TE RNAS. Sob a legenda foi ainda pintada uma janela com
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
520
grades, símbolo da reclusão e d o recolhimento. O conjunto é envolvido por uma moldur a
recortada e por motivos florais.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 832: Brasão.
Figura 833: Pormenor do Brasão.
Figura 834: Pormenor do Brasão.
Figura 835: Pormenor do Brasão.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
521
Figura 836: Pormenor do Brasão
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
522
210
SIPA – Jardim de Sã o Lázaro [em linha]. Forte de Sac avém: SIPA. [Consu lt. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5523 >.
Ponto de
Interesse 210
Designação do Ponto de Interesse: Jardim de S. Lázaro
Tipologia do Ponto de Interesse: Jardim
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Avenida de Rodrigues de Freitas
Coordenadas GPS: 4 1°08 '45.4"N 8°36'09.2"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
No Terreiro de S. Lá zaro fo ram, por iniciativa municipal, plantados cho upos e outras
árvores em 17 57. Em 1830, e também por iniciativa da edilidad e, foi de cidida a criação
de um jardim num dos esp aços públicos da cidade. Assim, iniciaram -se as ob ras de
construção dirigidas por João Batista Ribeiro e baseadas no projeto de João José
Gomes, prime iro jardineiro municipal. Os m uros exteriores s ão concluídos em 1832 e o
jardim é inaugurado em 1834. Em 1838 é transferida para este espaço a fon te que
outrora pertencera à s acristia d o C onvento de S. Do mingos. O jardim só é concluído e m
1841 ma s, e m 1 870, é remodelado por Emílio David e transfo rmado em Passeio Público.
E 1929 é aí co locada a escultura de João Marques de Oliveir a, encontrando -se voltada
para a Biblioteca Pública Municipal do Porto.
O jardim a presenta planta trapezoidal e é vedado por grade amento inte rcalado por
pilares de granito. Nas esquinas e ncontram-se quatro portões e ao centro um lago com
repuxo. A envolv ê -lo fo ram colocadas ma gnólias e bancos de madeira e, a Este, fo i
ainda colocado um coreto em ferro.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
523
211
SIPA – Igrej a e Colégi o de São Lourenço [em linha]. Forte de Sacavém : SIPA. [Consult. 24
Abr. 2015]. Disponí vel na I nternet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5476 >.
Edifíci o 211
Designação do Edifício: Igreja e Colégio de S. Lourenço
Tipo de Edifício: Igreja | Colégio
Localização do Edifício
Freguesia: Sé
Lugar/Rua: Largo do Dr. Pedro Vitorino
Coordenadas GPS: 41°08'31.9"N 8°36'45.6"W
Cronologia do Edifício: 1561/1563 -Meados do Século XVIII
Classificação do Edifício: Monumento Nacional
Breve descrição do Edifício:
A primeira notícia sobre a Companhia de Jesus no Porto data de 1546. A primeir a
comunidade de jesuí tas na cidade foi fu ndad a em 1560 e era f ormada p or oito padres. F oi
improvisada u ma ca pela onde se colocou o Santíssimo Sacramento, situada no designado
Colégio Velho, obra loc alizada na Rua da L ada. Segundo a Faz enda do Colégio foi fu ndado
o prime iro Colégio da Companhia de Jesus no Porto, ob r a datada de 1561. Se gu ndo alguns
autores foi em 1563 q ue se iniciou a construção do colégio jun to à S é mas, só em 1568,
foi aprovada na Congreg ação Prov incial de Almeirim a edificação de um novo colégio. E m
1571 é p edido a o a rquiteto jesuíta S ilv estre Jorg e o traço do novo e difício, ap rovado no
ano seguinte pelo Cabido. Assim, em 1573 é lançada a primeira pe dra, iniciando -se a
construção dos alicerc es em 1574. Em 1577 é iniciada a igreja, cujas o bras são dirigidas
por Baltazar Álvares, figura que alterou o risco pertencente a Afonso Álvares. Nesse ano
os jesuítas transferem -se para o novo ed ifício e dá -se a transladação da Eucaristia para
uma igreja improvisada. Em 1579, a pós um a p aragem, retomam -se a s obras dos
dormitórios e da varanda alpendrada.
Após uma ou tra paragem, as obras são iniciada s já no século XVII, registando um grande
avanço com a construção da ala do corredor form ada por oito cu bículos. Em 1602 é
contratado o mestre pedreiro António João para construir parte do n ovo dormitório. O a no
de 1614 é apontado para o início da construção da igreja e data em que Frei L uís Álvares
de T ávora, Cavaleiro da Ordem de Malta, se ofe rece para o lugar de fundador do colégio.
Com a doação desta figura são increme ntadas no vas obras e levada a cabo a e dificação
do p átio principa l e da atual igreja, assim com o a constru ção do túmulo do f undador,
situado na capela-mor. Em 1618, a mando d e João Álvares Caramujo, fo i edificada a
Capela de Nossa Senhora de Conceição, dependência co m função sepulcral. Só em
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
524
1622, m esmo e stand o inacabada, é sagrada a igreja, colocando -se o Santíssimo
Sacramento apenas em 1625 numa cerimónia onde se canonizou Santo Inácio de Lo yola .
Em 1642 é contratado o entalhador Manuel Nune s para a fe itura d o primitivo retábulo -
mor. Nos anos seguinte s procedeu-se à decoração da sacristia e, em 1645, morre o
fundador do colégio. Em 1664 José Pereira da Costa procede a o d ouramento e pintura
de painéis do retábulo-mor. Em 1 690 a atual fachada principal é iniciada, construindo -se
o portal principal e o coro-alto no ano seguindo, e também á colocação do pavimento. Já
no século XVIII, entre 1 714 e 1720 a Biblioteca é d otada de e sta ntes e oratório e são
aplicados um retábulo de t alha barroca e os azulejos n a capela d o colégio, seguindo, no
segundo quartel, o rev estim ento a zulejar da sacristia. Em 1729 é e xecutado o atual
Retábulo de Nossa S enhora da Purificação e em 1737 é edificado um o utro para a Capela
de Nossa Senhora da Conceição.
Em 1759 é expulsa de Portugal a Companhia d e Jesus, passando o colégio pa ra a p oss e
da Universidade de Coimbra em 17 74. Entre 1779 e 1 780 o s Erem itas Descalços de
Santo Agostinho, conhecidos como frades gr ilos, adquirem as instalações, assim como
todos o s seus bens. Foi durante o período da sua po sse que o retábulo -mor f oi executado,
iniciando -se a s ua fe itu ra em 1 794 por contrat o com o entalhad or Manuel Moreira da S ilv a
e com risco de Frei Pedro d e S ão Silvestre. No f inal do sécu l o XVIII toda a capela - mo r é
reformulada subsistindo apenas o túmulo do fundador. São ainda executad os os órgãos,
por Manuel Benito, e os estuques. Na passagem do século XVII pa ra o XIX são
construídos os novos retábulos, neoclássic os, assim como a C ape la d o Santíssimo
Sacramento.
O Cerco do P orto faz com q ue os f rades grilos abandonem o edifício entre 1 832 e 1833.
Aqui se instala o Batalhão Académico, fazendo parte dele Alm eida Garrett. O colégio fica
arruinado, sendo o temp lo a dependência mais poupada. No ano seguinte, e por ordem
de D. pedro IV, o núcleo é cedido ao Seminário Diocesano do Porto, insta lando-se este
em 1862. A partir daí a igreja sofreu alg uma s remodelações, bem como o colégio. Já em
pleno século XX, e m 1 958, é inaugurado o Museu de Arte Sacra e Arqueologia, por
incitativa de D. Domingos de Pinho Brandão. Em 1986 e stav am a qui instalado s o dito
museu, o Seminário Maior e a Bi blioteca d o paço Episcopal. O e difício que se encontrava
em mau estado de conservação sofreu obras de recuperação. Depois d e pe ríodos de
interrupção nas obras, a igreja v olta a abrir ao culto em 1997, e o mu seu em 1998 .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
525
De planta irregular, é formado pela igreja e pelas dependências d o sem inário. A igreja é
de p lant a lo ngitudinal, com nave ún ica de quatro tra mos, onde se a brem capelas
intercomunicantes, três de cada lado, transepto inscrito e ca pela -mor mais estreita . A
fachada p rincipal do templo é simétrica, desenvolv ida em dois registos separados p or
entablamento sup ortado por pilastras c olossais co m capitéis jónicos. No primeiro abre -s e
o portal central sobreposto p or um f r ontão cu rvo sustentado por um e nt ablamento
decorado com losangos e óvulos e por colun as de capitéis corí ntios. O f rontão é
interrompido p or u ma c artela com o símbolo je suíta IHS e é coroada p or um outro frontão,
desta v ez tri angular. No mesmo alinhamento e já n o registo superior um janelã o é
encimado po r um f rontão trian gular e este, por sua vez, en cimado p ela pedra de a rmas
do fu ndador Luís Álvares de Tá vora. A s torres sineiras são também fo rmadas p or dois
registos, o primeiro com janela retangular e o segundo com quatro ventanas de volta
perfeita.
O interior tem cobertura em abóbada de berço, em granito e com caix otões, que a ssenta
em cornija. No cruzeiro a abóbada é de ares tas e tem no seu ce ntro um medalhão c om o
símbolo IHS. O co ro alto é sustentado por três a rcos o central abatido e o s laterais em
volta pe rfeita. Na parede fundeira f oi coloc ado o cadeiral com espaldar retangular e
decorado com motivos fitomórficos e festões. O subcoro tem superfícies em granito
aparente e cobertura em caixotões de madeira, sendo ladeado por du as p ias d e água
benta em mármo r e branco e rosa. Já a nav e é ritmada por p ilastras rasg ada s po r nichos
que contêm imaginária. As capelas laterais, às quais se acessa por arcos d e volta pe r feita,
são pa vimentas por lajes de granito e cobertas p or abóbada de b erço em caix otõe s.
Albergam retábulos de talha com invocação a Santa Rita d e Cássia, Senhora das Dores
e Nossa Senhora da Conceição e, do lado da Ep ístola, a S anta A na, San ta Quitéria e São
José. Sobe os arcos destas capelas foi aplicado estu que com motivos f itomó rficos. Nos
últimos pilares os púlpitos assentam em mísulas e possuem guardas em talha pintada a
branco e dourada.
O transepto tem portas de ac esso às sa cristias e são enci madas por tribunas com guarda
de madeira. No topo do lado do Evangelho o retá bulo é dedicad o à Nossa Senhora da
Purificação sendo que, no to po oposto se encontra a Capela d o Santíssimo Sacramento,
com e ntablamento e f rontão semicircular e ncimado po r dois anjos e d uas figuras
femininas deitadas. No seu interior a decoração é através de pai néis de es tuque
polícromo, com fundo v erde e e lementos a br anco , além
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
532
214
MARTINS, F austo Sanche s – A zulejaria Port uense , p p. 75-77.
Conjunto
Azulej ar
2 214
Designação: Revestimento Azulejar da Sacri stia do Co légio de S. Lourenço
Localização do Conjunto Azulej ar: S acristia
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XVII I
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Fábrica: Desconhecido
Cronologia do A utor: Desconhecida
Cronologia da Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A utor:
Informações sobre a Fábrica:
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
À data da sua fu ndação, a Igreja do Colégio de São Lourenço era composta por duas
sacristias, uma em cada ilharga da capela -mor. Do lado do Evangelho existia a sacristia da
Confraria da Nossa Se nho ra da Purifi cação e, do lado da Epístola, a sacrista comum, que
apoiava todos os serv iços religiosos. Depois da morte de Frei L uís Á lvares de Távora, a
sacristia foi enriquecida com talha e pintura, sendo em época p osterior co locado o silhar
de doze azulejos de altura, e que enquadravam um lavabo na superfície parietal poente,
estendendo-se à paredes lateral que dá acesso às tribunas.
Ainda segundo J. M. d os Santos Simões, os dois painéis maiores de vem pe rtencer à
criação de um artista mas, a su a execução, a oficinas diferentes. É confirmada a c ena da
Batalha do Cabo Matapan (1717) no canto inferior direit o, episódio passado n o
Mediterrâneo durante o reinado de D. João V. Daqui destaca -se a escolha pelo tema
aquático q ue l adeia o l avabo e também a associação da batalha nav al onde interv ieram a s
naus d a Ordem de Malta, com o f undador d o Colégio de São Lourenço, Frei Lu ís Álvares
de Távora.
Curiosidade: Após u ma invasão turca, o P apa Clemente XI p ediu auxíli o ao s reinos de
Espanha e P ortugal, que, em colaboração co m a Ord em de Malta e uma f ragata veneziana,
alcançaram a vitória no dia 29 de Julho de 1 717.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
533
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 850: Painel Figurativo da Sacristia.
Figura 851: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 852: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 853: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
534
Figura 854: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 855: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 866: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 867: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
535
Figura 868: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 869: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 870: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Figura 871: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
536
Figura 874: Pormenor do Pai nel Figurativo da
Sacristia.
Figura 875 : Pormenor do Painel
Figurativo da Sacristia.
Figura 872: Pormenor do Pai nel
Figurativo da Sacristia.
Figura 873: Pormenor do Painel Figura tivo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
537
Figura 876 : Pormenor do Painel
Figurativo da Sacristia.
Figura 877 : Pormenor do Painel
Figurativo da Sacristia.
Figura 878 : Pormenor do Painel
Figurativo da Sacristia.
Figura 879 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
538
Figura 880 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Figura 881 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Figura 882 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Figura 883 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
539
Figura 884 : Pormenor do Painel Figurativo d a
Sacristia.
Figura 885 : Pormenor do Painel Figurativo da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
540
215
T URISMO DE PORT UGAL [Dir.] – Rot eiros Turís ticos do Patrim ónio Mundial no Norte de
Portugal: Porto . L isboa: Im prensa Naciona l-Casa da Moeda, 2012. ISBN 97 8 -972- 27 - 2134-9, p.
46. TURISMO DO PORT O – Casa dos 2 4 [em li nha]. Porto: Turism o do Porto. [ Consult. 7 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://visitporto.tra vel/Visita r/Paginas/Desc obrir/Detalh esPoi.aspx?POI= 1862 >. SIPA – Casa do s
24 [em linha]. Forte de S acavém : SIPA. [Co nsult. 24 Abr. 2015]. D isponí vel na Internet <U RL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=1560 1 >.
Ponto de
Interesse 215
Designação do Ponto de Interesse: Casa dos 24
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua de S. Sebastião
Coordenadas GPS: 4 1°08 '34.7"N 8°36'40.1"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Iniciada em 1 443, situa -se no loca l da prime ira sede do p oder m unicipal, onde s e
reuniam os re presentantes dos v ários me steres da cidade. Em 1875 sofre um inc êndio
que acabou por condená -la a o abandono, situação que se m anteve até 2000, ano de
início d a atua l torre com p rojeto do a rquiteto Ferna ndo T ávora. A berta ao público em
2005, revestida a granito e com d uas fa ces en vidraçadas pretende através de uma
linguagem moderna evocar o edi f ício que se perdeu.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
541
216
T URISMO DE PORT UGAL [Dir.] – Rot eiros Turís ticos do Patrim ónio Mundial no Norte de
Portugal: Porto . L isboa: Im prensa Nac ional -Casa da Moeda, 2012. ISBN 978 -972- 27 - 2134-9, p.
51. SIP A – Convent o de Santa Clara [em linha]. Fort e d e Saca vém: SIPA. [Co nsult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/A PP_Pages User/SIPA.aspx ?id=5563 >.
Edifíci o 216
Designação do Edifício: Convento e Igreja de Santa Clara
Tipo de Edifício: Con vento | Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Sé
Lugar/Rua: Largo 1º de Dezembro
Coordenadas GPS:
Cronologia do Edifício: 1416 -Século XVIII
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
A primeira pedra da Igreja de Santa Clara foi be nzida em 1416 pelo B ispo D. Fernando
Guerra, acompanhado do rei D. João I, infantes e corte. É um exemplar a rquitetónico de
transição entre o Gótico Manuelino e a Renascença Clássica, e grande parte da sua
construção foi custeada pe lo m onarca. Passados onze anos do início da sua construção
as clarissas puderam instalar-se no edi fício, ficando a igreja total mente pronta só cerca de
1457. Ao longo dos séculos seguintes foi recebendo acrescentos, como a construçã o de
novos do rmitórios entre 1707 e 1715. Com a Extinção das Orden s Religiosas, em 1834, e
com a morte da última f reira, o conjunto fo i, já em f inais do século XIX, m utilado pela
abertura da Av enida da Ponte. Em 1900 o Estado toma posse d os bens d o convent o e em
1901 a ssiste-se à remodelação do corpo norte para aí ser insta lado o dispensário da
Rainha D. Am élia. Desde 1 960 até ao s dias correntes, a PS P do P orto en contra -s e alojada
nas instalações deste conjunto conventual.
Tal como a contece nos comp lexos c on vent uais, a s de pendências do Convento de Santa
Clara, neste caso igreja, casa paroquial e as respetivas alas conventuais, desenvolvem -se
em redor do claustro. Em planta retangular irreg ular, os diversos vo lumes articulam -se e
interligam-se, e nquanto o claustro apresenta os pisos s uperiores fe chados, fachadas
compartimentadas e acentuado v erticalismo.
As f achadas são rasgadas po r vãos de verga reta , com molduras simples, sendo a p rincipal
rematada po r uma platibanda d escontínua e f rontão triangular ao cen t ro. Esta f achada
desenvolv e-se em três registo e cinco panos assimétricos, enquant o as f achadas oeste e
sul apresentam aberturas de forma irreg ular, con sequência de suce ssivas épocas
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
54 8
Figura 902: Padrão do
Revestimento da
Sacristia da Igreja de
Santa Clara.
Figura 903: Friso do Revestimento da
Sacristia da Igreja de Santa Clara.
Figura 900: Pormen or do Rev estimento da Sacristia
da Igreja de Santa Clara.
Figura 901 : Po rmenor d o
Revestimento d a Sacristia da Igreja de
Santa Clara.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
549
218
BROCHADO, Alex andrino – O Port o e as suas Igre jas a zulejadas , pp. 13- 14.
Conjunto
Azulej ar
3 218
Designação: Revestimento Azulejar Interior do Convento de Santa Clara
Localização do Conjunto Azulej ar: Cartó rio | Nave
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XVII I
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Desconhecido
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: Desconhecida
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Enx aquetado
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Os azulejos do Cartório do Convento de S anta Cl ara são em azul e branco e na técnica d e
enxaquetado. Estão d atados do século XVIII e de les ma is nada se sa be. A quando da nossa
visi ta os retábu los laterais da nave da Igreja d e Santa Clara e stav am desmontados e
pudemos verificar que, por baixo das estruturas, existe revestimento azulejar também na
técnica de en xaquetado. Não conseg uimos saber se são da mesma altura que os do
Cartório, mas isso é o q ue f ará mais sentido.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 904 : Por meno r do Rev estimento do C artório e
da Nave da Igreja de Santa Clara.
Figura 905 : Pormenor do Rev estimento do Cartório e
da Nave da Igreja de Santa Clara.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
550
219
SIPA – Muralha Fernand ina [ em linha]. Forte de Sac avém: SI PA. [Consult. 24 A br. 2015 ].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5461 >.
Ponto de
Interesse 219
Designação do Ponto de Interesse: M uralha Fernandina
Tipologia do Ponto de Interesse: Muralha
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Largo do Actor Dias
Coordenadas GPS: 4 1°08 '32.8"N 8°36'31.6"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
A construção da Muralha Fernandina inici ou - se em 1336 sob o reinado de D. A fon so IV,
estando con cluí da em 1376, já no rein ado de D. Fernando. Possuiu vários Po stig os e
Portas, e ntre eles o Postigo d o Carvão, o Postig o dos Carros, o Postig o da Praia, a Porta
Nova dos Carros, a P orta d e Santo E lói e a Po rto do Olival. A partir do século XVIII
começam a ser demolidas as primeiras portas, como a P orta da Ribeira em 1774, a
Porta d o Olival e ntre 1 789 e 1794 e ainda, em 1792, a Porta de Nossa S enhora da
Batalha. No século XIX a muralha é to talmente alterada com d iversas demolições e
modificações, consequência do avanç o citadino.
A Muralha Fernandina unia as cumeadas da Batalha e do Monte da Vitó ria. T inha um
perímetro que atingia quase os 2500 metros e tinha 1 0 metros de alt ura. Era guarnecid a
por parapeitos exteriores e interiores e por grossos merlões e to rres quadradas. Hoje o
troço que melhor se conserva é o da esca r pa do s G uindais a té junto do Mosteiro de
Santa Clara, sendo o Postigo do Carv ão o único que se conserv a até hoje.
Informações úteis: ----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
551
220
SI PA – Igreja da Misericór dia [em linha]. Forte de Sacavém : SIP A. [Co nsult. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5553 >.
Edifíci o 220
Designação do Edifício: Igreja e Santa Casa da Misericórdia
Tipo de Edifício: Igreja | Edifício | Museu
Localização do Edifício
Freguesia: Vitória
Lugar/Rua: Rua das Flores, nº 15
Coordenadas GPS: 41°08'36.7"N 8°36'52.3"W
Cronologia do Edifício: c. 1555-1590
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
É co m D. Manuel I que o f enómeno das Misericórdias se instala em Po rtug al. Assim, em
1499 este monarca expõe à Câmara Municipal do Porto a vontade de criar uma Confraria
de Nossa Senhora da Misericórdia na cidade. Em 1502 a d ita con fraria é instalada na
Capela de Santiago, localiz ada n o claustro da Sé, e em 15 50 é transferida definitivamente
para a Rua das Flores , arruamento aberto e m 15 21. Em 1 559 a obra ap resenta já alicerces
e é b enz ida p elo bispo D. Rod rigo Pinh eiro. Em 1564 a ab óbada da na ve recebe a sua
cobertura em telha e em 1567 assiste -se à colocação dos p rimeiros alta res. Em 1 583 é
decidida a execução d o ca deiral para a ig reja e, no ano seguinte, co m o leg ado de D. L opo
de Almeida, é possív el a concretiz ação da capela -mor, cuja pedra f oi retirada do Monte de
Mijav elha s e sen do o v edor das obr as o padre Gonçalo Vieira. A s ua co nstrução esten deu -
se até 1587, ano em que a a bóbada é rev estida p or telhas de colmo. Em 15 90 a obra é
dada como concluída e Manuel Luís recebe o seu úl timo pagamento. Neste mesmo ano é
executado o s acrário e o retábulo -mor, estrutura que segue desenh o de M anel da Ponte, e
também a tal ha dos seus p ainéis, trabalho entregue a Pêro de Figueiredo. Em 1 591 c abe
a Diogo de T eixeira a p intura desses mesmos pa in éis e a Sebasti ão Moreira o doura mento
do sacrário. A pa rtir de 1597 é executado o órgão, por Salv ador Rebelo, e a sua caixa, da
autoria de B ento Ferreira. O órgão já se encontrava bastante dani ficad o e 1602 e por iss o,
o seu e xecutor, f oi obrigado a conse rtá-lo e a transferi-lo para junto da porta do coro.
Gonçalo Rodrigues é contratado para a f eitura da s esculturas dos Evangelistas, d estinadas
à capela-mor.
Em 1667 é edificada uma nova sacristia, projeto dos pedreiros Pantalião Vieira, João da
Rocha e António Vieira. O carpinteiro responsável foi Belchior Francisco e coube a João
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
552
Nunes a de coração do te to com f lorões, dourado s por Francisco de Araú jo. Outro n ome
importante é o de Luís Pereira Costa, responsável por algumas obras de ta lha na igreja a
partir de 1 724. Em 1732 é executado um novo órgão, da autoria de Frei Manuel de São
Bento, de f orma a substitu ir o antigo em acentuado mau e stado . E m 174 a Mesa da
Misericórdia estabelece contato com Nicolau Nasoni e outros arquitetos com o intuito de
os consu ltar sobre a c onstrução da ig reja. As sim, e m 1750 é concluída a fachada pri ncipal
e, entre 1754 e 1779 é reformulada a nave, alteração p rojetada por Nason i. Em 1866 as
paredes da capela -mo r são revestidas a azulejo da Fábrica do Carv alhinho, enquanto as
da n ave, em 1880, recebem azulejos da Fábrica de Santo A ntónio do Vale d a Piedade.
Ainda no século XIX se assiste à execução de novas esculturas dos Evangelistas, agora
em mad eira e pintadas a imitar mármore, e à construção de um novo órgão por António
José dos Santos.
A ig reja é em planta long itudina l e formada por nave única, precedida de galilé, e c apela -
mor curva no interior. Interiormente a n ave é rev estida a azulejo, de padrão e co m temas
eucarísticos, enquanto a cobertura é fe ita a través de uma abóbada de tijolo decora da co m
motivos de estuques. O coro -alto assenta num arco abatido, com perfil recortado e guarda -
vento em talha. O a r co triunf al, sobre o qual se sobressai uma sanefa em talha, é
enquadrado po r co l unas caneladas que formam painéis de c orados co m estu que e, sobr e
o seu en tablamento, encontra -se um f rontão circular interrompido e p rofusamen te
decorado. Na capela-mor, entre colunas estriadas, f oram rasgados n ichos onde se
encontram as im agens dos Ev angelistas, co mpartimentos que são encim ados p or janelas,
e é forrada por azulejos de rele vo, em tons de amarelo e branco, e encerra um altar em
talha branca e amarela. A cobertura é em a bóbada, conjugando uma parte cilíndrica e outra
esférica e ainda caixotões almofadados e c antaria.
A fachada principal f oi executada em cantaria e de senvolv e -se em d ois registos se p arados
por frisos e três corpo s circunscritos por pilastras. No primeiro fo ram rasgados três arcos
plenos, sendo os laterais encimados por conchas e o central, mais largo, por u ma car tela
com legenda bíbli ca e a data de 1750. No seg undo registo foram rasgadas três ja nelas de
recorte ondulado e com balaústres em f orma de urna e f rontões. Esta f achada é ainda
rematada por um enorme f rontão, que apresenta as armas reais, decorado com f oga réus
e cruz central.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
553
Além da igreja, o restante complex o é composto por claustro, onde se encontra a lápide
comemorativa do Hospital de D. Lopo de Almeida, a Sala de Despacho e a Sala das
Sessões, com teto a painelado e m m asseira e com emolduras em ta lha do urada. Nesta
última sala e ncontra -se a afamada obra da escola flamenga Fons Vitae , pintura datada de
1520 e que terá sido encomendada para a pr imitiva capela da confraria na Sé do Porto.
Fotografias do Edifício:
Figura 906: Igreja da Misericórdia do Po rto.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
554
221
BROCHADO, Alexandrino – O Port o e as suas Igre jas a zulejadas , p. 11.
222
SOEIRO, T eresa [ et. al.] – A cerâmic a portue nse: Evolução empresar ial e Estrut uras
edificadas , p. 2 34, 237-238. MUSEU N ACIONAL DE SOARES DOS R EIS – It inerário da Faiança
do Porto e Gaia , p. 107- 11 0. SOUSA, Laura Cristin a Peixoto de – A Fábrica de Louça de Sant o
António de Vale de Piedade , em Gaia: arqu itetura, espaços e prod ução semi -i ndustrial
oitocentista , p p. 44- 62.
Conjunto
Azulej ar
1 221
Designação: Revestimento da Nave da Igreja da Misericórdia
Localização do Conjunto Azulej ar: Nave
Datação do Conjunto Azulej ar: c. 1 880
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: Santo Antóni o do Vale da Piedade
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1783/1785- 1930’s
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A Fábrica de Santo
António do V ale de Piedade surge du rante o perí odo pombalino
e estabelece -se entre 1783 e 17 85 em Vila Nov a de Gaia, aí se
mantendo até às prim eiras d écadas do séc ulo XX. Su rgiu da
iniciativa de Jerónimo Rossi e ultrapassou as d iversas
conjunturas que a tingiram a cidade do Porto. T eve no entanto
diversos proprietá rios e sócios, entre os quais João de Araújo
Lima, João do Rio Jún ior e A ntónio José da Silva,
personalidades que marcaram a sua produção. Desta f orma
consegue a tingir um grande d esenvolv imento e competir com
as suas rivais, ao n ív el de lou ça de pó - de -p edra, de Miragaia e
Cavaquinho. O edi fício onde se instalou é ainda h oje visív el, tal
como o estado de ruína em que se encontra 222 .
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Depois da reforma de Manue l Álvares Martins e Nicolau Nasoni, en tre 1749 -1 750, a nave
ficou sem o seu revestimento azulejar. As suas paredes laterais foram posteriormente
revestidas, em toda a sua altura, por a zulejo. Estes, provenientes da Fábrica d e Sant o
António do Vale da Pied ade, são de estampilha e neles se veem rep resentados cálices,
cruzes, folhas de videira e o monograma da Miseri córdia a letra ‘M’,
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
555
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 9 07: Porm enor do Reves timento Interior
Igreja da Misericórdia do Porto.
Figura 908: Po rmenor do Revestimento Interior
Igreja da Misericórdia do Porto.
Figura 910: Po rmenor do Revestimento Interior
Igreja da Misericórdia do Porto.
Figura 9 09: Porm enor do Reves timento Interior
Igreja da Misericórdia do Porto.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
556
Figura 911 : Po rmenor
do Padrão do
Revestimento Interior d a
Igreja da M isericórdia do
Porto.
Figura 914: Pormenor Fri so do
Revestimento Interior da Igreja da
M i s e ri c ó rd i a d o Po rto .
Figura 912 : Po rmenor
do Padrão do
Revestimento Interior da
Igreja da M isericórdia do
Porto.
Figura 913 : Pormenor
do Padrão do
Revestimento Interior da
Igreja da M isericórdia do
Porto.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
557
223
BROCHADO, Alexandrino – O Port o e as suas Igre jas azulejadas , p. 11.
224
INS T ITUT O DO E MPREG O E FOR MAÇÃO PROFISSIONA L – As Idades do Azul – for mas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 108.
Conjunto
Azulej ar
2 223
Designação: Revestimento da Capela -Mor da Igreja da Misericórd ia
Localização do Conjunto Azulej ar: E scada de acesso a o Trono (ET) | Capela -Mor (CM)
Datação do Conjunto Azulej ar:
ET: 1628 -1630
CM: c. 1866-1867
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or:
ET: Desconhecido
CM: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica:
ET: Desconhecido
CM: Fábrica do Carvalhinho
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica:
ET: -----
1840[?] - 1970’s
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Ofic ina/Fábrica: S ituada na Qu inta da
Fraga, no Porto, a Fábrica d o Carvalhinho foi fundada, em
1840[?], por T omás Nune s d a Cunha e António Monteiro
Cantarino. Foi das p r imeiras fáb ricas a pr oduzir azulejo em
grande escala d estinado ao revestiment o de supe r f ícies
parietais, apresentando m otiv os de pad rão e de figura avulsa.
Utilizav a uma policromia v ariada e produziu, deste a d écada de
40 do s éculo XIX, azulejos de estampilha. Só a partir de 1906,
sob a direção d e A. N. Dias de Freitas e Filhos, é que os se us
produtos começaram a ser m arcados. E m 1923 passa para as
margens d e Vila Nova de Gaia e encerra as su as instalações
em 1974 depois de u m período de agregação com a Fábri ca d e
Sacavém. Dos seus a rtistas de stacam-se Carlos B ranco e
Paulino Gonçalves 224 .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
564
Figura 932: Padrão do
Revestimento da
Sacristia.
Figura 933 Pa drão do
Revestimento da
Sacristia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
565
Conjunto
Azulej ar
5
Designação: Revestimento da Galilé da Igreja da Misericórdia
Localização do Conjunto Azulej ar: Ga lilé
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
O padrão, em azul e branco, apresenta motiv os flora is assim como o friso que o delimita.
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 934: Revestimento da Galilé.
Figura 935: Pormenor do
Revestimento da Galilé.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
566
Figura 937: Fris o do Revestimento d a
Galilé.
Figura 936: Padrão do
Revestimento da Galilé.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
567
226
INS T ITUT O DO E MPREG O E FOR MAÇÃO PROFISSION A L – As Idades do Azul – formas e
memórias da a zulejaria por tuguesa , p. 108.
Conjunto
Azulej ar
6
Designação: Brasão da Santa Casa da Misericórdia
Localização do Conjunto Azulej ar: Fa chada Principal da Sa nta Casa da Misericórdia
Datação do Conjunto Azulej ar: 19 82
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: F. Gonça lves
Nome da Oficina/Fábrica: Fábrica do Carv alhinho [?]
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: 1840[?]- 1970’s
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: S ituada na Qu inta da
Fraga, no Port o, a F ábrica do Carv alhinho foi fundada, entre os
anos 20 e 40 do sé culo XIX, p or Tomás Nunes da Cunha e
António Mont eiro Cantarino. Foi das primeiras fábricas a
produzir azulejo em grande e scala destinado a o revestiment o
de superfícies parietai s, ap resentan do motivos de padrão e d e
figura a vulsa. Utilizava uma policromia variada e produziu,
deste a década de 40 do século XIX, azulejos d e estamp ilha.
Só a partir d e 1906, sob a direção de A. N. Dias de Freitas e
Filhos, é que os seus produ tos começaram a ser marcados. Em
1923 passa pa ra a s margens de Vila Nova de Gaia e encerra
as suas instalações em 1974 depois de um período de
agregação com a Fá brica de Sacavém. Dos seus artistas
destacam -se Carlos Br anco e Paulino Gonçalves 226 .
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
O conjun to é f ormado pelos símbolos que identificam a Santa Casa d a Misericórdia. Ao
centro veem-se assim dois brasões, o da esquerda com a Virgem da Misericórdia, na sua
figuração de protetora, a brigando d iversas persona gens sob re o seu ma nto e, à direita o
brasão nacional. Estes dois sã o sobrepostos por uma co roa e rodeados de elementos
decorativos e p or um s uporte que permitiu a inscrição Misericórdia do Porto . Enquadrando
este elemento c entral foi aplicada uma filactera com as palavras MATER - MISERICORDIA -
ET SPES NOSTRA .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
568
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 939: Porme nor do Brasão d a Santa Casa da
M ise ricórdia.
Figura 938: Brasão da Santa Casa da Misericórdia.
Figura 940: Pormen or do Brasão da Santa Casa da
M ise ricórdia.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
569
227
T URISMO DE PORT UGAL [Dir.] – Rot eiros Turís ticos do Patrim ónio Mundial no Norte de
Portugal: Porto . Lisboa: Im prensa Nacional -Casa da Moeda, 2 012. ISBN 9 78-97 2- 27 -2134-9, pp.
57 -58, 6 7. COUTO, Júli o – O Port o em 7 Dias: uma visita guiada à cidad e . Porto: E dições Uto pia,
1989, pp. 35- 43.
Ponto de
Interesse 227
Designação do Ponto de Interesse: Praça e Chafariz da Ribeira
Tipologia do Ponto de Interesse: Imóvel de Interesse Público
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça da Ribeira
Coordenadas GPS: 41°08'2 7.3"N 8°36'46.8"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Desde cedo que a Ribeira se tornou o loca l do porto e do me rcad o, nela convergiam
inúmeras ruas, ruelas e becos. Será a partir daqui que se afirmará a cidade mercantil e
burguesa, projetando -se no contex to do comércio marítimo e dos Descob ri mentos.
Espaço criado a partir da vontade de João de A lmada e Melo, a Praça da Ribeira possuía
como pano de fundo uma fonte, o nde se pode ainda ver as armas r eais de D. João V e
um nicho onde era s uposto colocar uma imagem de São João. Neste nic ho encontra -s e
hoje uma e scultura da autoria de João Cutileiro e, se guindo o já p retendido, representa
o santo patrono da cidade, São Jo ão, a quem as festa s aqui realizadas prestam
homenagem. Nesta praça encontra -se ainda uma ou tra fo nte, do arquiteto José
Rodrigues, esta constituída por um cubo e quilibrado num vértice e com se te pomb as
pousadas nas suas faces.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
570
228
IGREJ A LU SITANA – Par óquia do R edentor- Porto [ em linha]. [s/l]: Igrej a Lusit ana Católica
Apostólica Evangé lica. [Co nsult. 24 Abr. 2015]. Dispo nível n a Inter net <URL http:// www.igreja-
lusitana.org/ index.php/paroqui as/paroquia - do - redent or >.
Edifíci o 228
Designação do Edifício: Igreja Lusitana do Redentor
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Bonfim
Lugar/Rua: Rua do V isconde de Bóbe da, nº 54
Coordenadas GPS: 41°08'47.3"N 8°36'01.4"W
Cronologia do Edifício: S éculo XIX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
A Paróquia do Redent or foi edificada por inic iativa do reverendo Diogo Cassels em f inais
do Século XIX. O temp lo fo i consagrado a 11 de março de 1884 pelo reverendo Lord
Plunket.
Fotografias do Edifício :
Figura 941 : Igreja Lusitana do
Redentor.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
571
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior da Igreja Lusitana do Redentor
Localização do Conjunto Azulej ar: Fa chada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XIX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar:
Pintura Semi-Industrial [?] | Az ulejo L iso
Pintura Manual | Azulejo Figurativo
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
A fachada principal de ste templo é revestida a azulejo liso azul. Sobre o portal princip al foi
aplicado um painel onde f oi inscrita a designação da igreja – Ig reja Lusitana do
Redentor/Católica Apo stólica Evangélica . Esta inscrição, em azul, foi aplicada s obre fundo
branco. Os extremos do painel são rematados por do is e lementos compostos por volutas
e motivos vegetalistas.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 942 : Revestimento Ex teri or da Igr eja Lusitana
do Redentor.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
572
229
SIPA – Facul dade de Belas Artes da Un iversidade do Porto [em linha]. Fort e de Saca vém:
SIPA. [Consu lt. 24 Abr. 2015]. Disponív el na Inte rnet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/A PP_PagesUs er/SIPA.aspx?id =5413 >. FBAUP – Fac uldade de
Belas Artes d a U niversida de do Porto [em l inha]. Porto: FB AUP. [Con su lt. 24 Abr. 2015].
Disponível na Internet <URL
https://sigarra.up.pt /fbaup/p t/web_base.gera _pagina? p_pagina= 1183 >.
Ponto de
Interesse 229
Designação do Ponto de Interesse: Facul dade de Belas Artes d a Universidade do
Porto
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício | (Antigo) Palacete | Fac uldade
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Avenida de Rod rigues de Freit as,
n.º 265 - 269
Coordenadas GPS: 41°08 '44.5"N 8°36'0 3.2"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
O edifício onde hoje se encontra instalada a Faculdade de Belas Art es da Universidade
do Porto foi concluído em 1873. En tre 1947 e 1 949 o i móvel pertence ao Ministério da
Educação Nacional, funcion ando aí a Escola Superior de Belas Artes do Porto. De form a
a equipar e sta nova instituição procedeu -se à constru ção, nos jardins do palacete, de
um pavilhão d edicado a aulas de Pintura e Escultura. Em 1954 são inaug urados mais
dois pa vil hõe s, o de Arquitetura e o d as Exposições. No edifí cio p rimitivo f oram
instaladas, além da A ula Magna, a S ecretaria e os Arquiv os, bem como a Biblioteca, as
Salas de Conselho Escolar e o Museu Escolar. Nesta transformação estiv eram
en volv idos os arquitetos Fernandes de Sá, Carlos Ramos e Florent Claes, a n ív el
paisagístico, e os escultores Barata Feyo, José Rodrig ues e La goa Henriques.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
573
Edifíci o
Designação do Edifício: Igreja Nova de Ramalde
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Ramalde
Lugar/Rua: Rua da I greja de Ramalde
Coordenadas GPS: 41°10'07.9"N 8°38'51.9"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
580
232
SIPA – Igreja Paroquial de Paranhos [em linha]. Forte de Sacavém: SIPA. [Cons ult. 2 4 Abr.
2015]. Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=5564 >.
Edifíci o 232
Designação do Edifício: Igreja Paroquial de Paranhos
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Para nho s
Lugar/Rua: Rua da I greja
Coordenadas GPS: 41°10'26.4"N 8°36'21.0"W
Cronologia do Edifício: 1878
Classificação do Edifício: Imóvel de Interesse Público
Breve descrição do Edifício:
A igreja primitiva d e Paranhos fo i construída entre os sécu los XI e XII. Um a das referências
que temos em relação a este te mpo é o registo do pároco João C arneiro da Silva e que
integra as Memórias P aroquia is de 1 758. Aqui afirma que existem cinco altares, do
Santíssimo Sacramento, de Nossa Senhora do Rosário, de Santo António, do Santíssim o
Nome de Jesus e de Nossa Senhora da Conceição. Em 1845 são e xecutadas algumas
obras de reparação na to rre e f rontispíci o e, e m 1878, a igreja é recon struída, momen to
que é assinalado por uma placa co locada na fa chada lateral direita. Aind a durante este
século são construídas as dependên cias a nexas, colocado o estuque nos te tos e
executado o órgão por A. J. dos Santos.
De plan ta poligonal, a I greja de Paranhos é composta por nave e capela -mor retangulares.
Duas torres sineiras, com cobertura em p irâmide, enquadram o pano central da fachada
principal, onde s e abre a porta principal com padieira lavrada e a inscrição DIVO
VER ISSIMO DICATA . So bre ela f oi rasgado um vão circular, circundado por co rnija na
zona superior e, e ncimando -o, um nicho de abóbada em concha, ladeado por elementos
vegetalistas e volutas, albergando o patrono na ig reja, S. Veríssimo. O frontão que coroa
este pano é tru ncado e te rmina em cruz , esta l adeada por dua s escu lturas de louça b ranca
vidrada.
No interior, a n ave e capela -mor são separadas por um arco cruze iro de volta pe rfeita e
decorado com uma sanefa em talha dourada. É rebocada e pe rcorr ida e a qui o t eto é em
abóbada de berço e e stucado, apresent ando cartelas, motivos v egetalistas e euc arísticos.
A capela-mor apresenta cobertura pintada com motivos bíblicos. No coro, com balastrada
de madeira, encontra-se o órgão, e o púlpito, com base pétrea e g uar da de talha, está
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
581
localizado no lado do Ev angelho.
Fotografias do Edifício:
Figura 951: Igreja Paroquial de Paranhos.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
582
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Interior da Igreja Paroquial de Pa ranhos
Localização do Conjunto Azulej ar: Corredor do Edi f ício
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XIX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Silhar de azulejos compostos por rosetões centra is. O pad rão é percorrido por um friso
superior que apresenta elementos entrançad os inte rcalados por um motivo flora l.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 952 : Revestimento Interior da Igreja Paroquial
de Paranhos.
Figura 953: Padrão do
Revestimento da Igreja
Paroquial de Paranhos.
Figura 954: Friso do Revestimento da
Igreja Paroquial de Paranhos.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
583
Ponto de
Interesse
Designação do Ponto de Interesse: -----
Tipologia do Ponto de Interesse: -----
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: -----
Coordenadas GPS: -----
Breve descrição do Ponto de Interesse: -----
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
584
Edifíci o
Designação do Edifício: Igreja Velha de Ramalde
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia:
Lugar/Rua:
Coordenadas GPS:
Cronologia do Edifício: S éculo XVIII [? ]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do E difício: -----
Fotografias do Edifício :
Figura 955: Igreja Velha de Ramalde.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
585
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Interior da Igreja Velha de Ramalde
Localização do Conjunto Azulej ar: Nave | Nárte x
Datação do Conjunto Azulej ar: Sé culo XIX [?]
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Semi-Industrial | Azulejo de Padrã o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
A Nave e o Nárt ex da I greja Velha d e Ra malde são pe rcorridos por um silhar de azulejo d e
padrão. É fo rmado por motivos f lorais e percorrido por um f riso co m motivos que se
assemelham a fe rronn eries .
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 956: Revestimento Interior da Igreja Velha de
Ramalde.
Figura 957: Padrão do
Revestimento da Igreja
Velha de Ramalde.
Figura 958: Fri so do Revestimento da
Igreja Velha de Ramalde.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
586
233
SI PA – Casa de Ram ald e [em linha]. F orte de Sa cavém: SIPA. [C onsult. 24 Abr. 201 5].
Disponível na Internet <URL
http://www.m onum entos.pt/Site/AP P_PagesUser/SI PA.aspx?id=1090 >.
Ponto de
Interesse 233
Designação do Ponto de Interesse: Casa de Ramalde
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: R ua da Igreja de Ramalde
Coordenadas GPS: 4 1°10 '06.2"N 8°38'47. 8"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Em 1746 D. Florência Leite Pereira d e Melo e os f ilhos tomam a decisão de remodelação
do solar e a capela, encomendando -a a Nicolau Nasoni. O arquiteto int egra na
construção setecentista a to rre da primitiva edificação e transfere a capela d e mod o a
liga-la a o edifício habitacional. Em 1809 durante a s inv asões f rancesas a s tropas de
Soult a teiam fogo à casa e capela de Ramalde f icando ambas destruídas. Em 1870
foram realiz adas as obras n ecessárias p ara recuperar a mbos os edifícios. Em 1 968,
pertencendo à fa mília T ávora, descendente dos Leites Pereira, deix a d e te r f unção
habitacional. É adquirida pelo Estado, jun tamente com a q uinta, de forma a inst alar aí o
Museu Nacional de Lit eratura. Este encerra as suas atividades em 1988 de vido a uma
má gestão, sendo substituído pelos serviços do IPPAR e da DRCN.
Informações úteis: -----
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
587
Edifíci o
Designação do Edifício: Igreja Velha do Carvalhido
Tipo de Edifício: Igreja
Localização do Edifício
Freguesia: Cedofeita
Lugar/Rua: Praça do Exército Libertador
Coordenadas GPS: 41°10'00.9"N 8°37'31.2"W
Cronologia do Edifício: S éculo XX [?]
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
Fotografias do Edifício :
Figura 959 : Igreja Velha d o
Carvalhido.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
588
234
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igreja s azulejadas , pp . 69- 70 .
Conjunto
Azulej ar
1 234
Designação: Revestimento Az ulejar E xterior da Igreja Velha do C arvalhido
Localização do Conjunto Azulej ar: Fa chada Principal
Datação do Conjunto Azulej ar: 19 44
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: Fábrica de Águe da [Outeiro?]
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
O conjunto azulejar da fachada da Igreja V elha do Carv alhido, colocado em 1944, é ob r a
produzida na Fá brica de Águeda que, segundo A lexandrino Brochado, se limitou a imitar
gravuras.
Nos painé is desta fachada estão rep resentados episódios da Vida da Virge m, como a
Anunciação e a Assunção, a Imaculada Conceição e ainda, envolvidas p or cercadu ras,
duas composições alegóricas do Coração de Jesus, patrono da paróquia, e de Maria. Ao
lado desta f achada, uma varanda curva f oi também revestida a azulejo, em d ata que se
desconhece mas que se a ponta como anterior à da fachada. Aqui a ornamenta ção cinge -
se a elementos como festões e urnas floridas .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
589
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 960 : Igreja Vel ha do
Carvalhido.
Figura 961: Pormenor do
Revestimento Exterior.
Figura 962: Pormenor do Revestimento Exterior.
Figura 963: Pormenor do Revestimento Exterior.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
596
Figura 988: Pormenor do Revestimento Exterior.
Figura 989: Pormenor do Revestimento Exterior.
Figura 990: Pormenor do Revestimento Exterior.
Figura 991: Pormenor do Revestimento Exterior.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
597
Figura 992: Pormenor do Revestimento Exterior.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
598
235
BROCHADO, Alexandrino – O Porto e as suas Igreja s azulejadas , pp . 69- 71 .
Conjunto
Azulej ar
2 235
Designação: Revestimento Az ulejar In terior da Igreja Velha do Ca rvalhido
Localização do Conjunt o A zulejar: Capela-Mor ( CM) | Nave (N)
Datação do Conjunto Azulej ar: 19 49
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: F. L. Pereira
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Segundo Alexandrino Brochado, o conjunto de painéis do interior da Ig reja V elha do
Carvalhido foi aí colocado em 1949, s endo o se u autor F. L. P ereira. Tanta a Nav e como a
Capela-Mor sã o revestidas a azulejo, não tendo n ós conseguido a pu rar se o se u auto r ser á
o mesmo e qual a fábrica onde foram produz idos.
Na Capela -Mor foram colocados dois grandes painéis:
Lado do Evangelho :
Instituição do Santíssimo Sacramento: Neste painel f oi representado Cristo
ao centro de uma m esa e rodeado pelos seus Apósto l os. S obre a mesa
encontram-se dois pratos rec heados com pão e , no meio de stes, um cálice.
Cristo procede então à bê nção do p ão e do vinho, c ena que é acompanhadas
pela legenda – INSTITUIÇÃO DO SS. MO SACRAMENTO/EU SOU O PÃO
VIVO QUEM COMER DESTE PÃO VIVERÁ ETERNA MENTE ;
Lado da Epístola:
Comunhão da Virgem: Nest e paine l foi representada a Virgem recebendo o
pão e o vinho q ue personi ficam o Santíssimo S acramento. E sta cena, ten do
como elemento central a m esa onde a a ção de corre, tendo novamente um
cálice com o vinho no seu centro, é enquadr ada por um coro de oito anjos,
todos de feições diferenciadas. É ac om panhado pel a legenda –
COMUNHÃO DA SS. MA VIRGEM/A SAGRADA EUCARISTIA ERA PARA
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
599
NOSSA SENHORA A ETERNA TERRA;
Ainda na Capela -Mor foram colocados quatro outro s painéis azulejares que têm co ntinuação
na Nave. É aqui que se inicia a narração dos Passos da Via Sacra co m a 1 ª e 2ª Estações
tendo depois continuidade pelo lado do Evangelho e te rminando no lado d a Epísto la da
Capela-Mor. Este co njunto é f ormado por painéis que ap resentam num registo superior a
representação do e pisódio corresponde, seg uindo num registo intermédio a legenda que o
identifica e, na p arte infe rior, encontram -se elemen tos decorativo s, exceto na s 6ª e 9ª
Estações, onde fo ram rep resentados outros episódios que analisaremos posteriorment e.
Foram assim representadas:
Lado do Evangelho da Capela -Mor:
1ª Estação: Jesus condenado à morte;
2ª Estação: Jesus com a cruz às costas;
Lado do Evangelho da Nave:
3ª Estação: Jesus cai pela primeira vez ;
4ª Estação: Jesus encontra sua mãe;
5ª Estação : Jesus ajudado por Cireneu;
6ª Estação: A Verónica limpa o rosto de Jes us;
7ª Estação: Jesus cai segunda vez;
Lado da Epístola da Nave:
8ª Estação: Jesus consola a s mulheres de J erusalém;
9ª Estação: Jesus cai terceira vez ;
10 ª Estação : Jesus de spido e recebendo fel;
11 ª Estação: Jesus preg ado na cru z;
12 ª Estação: Jesus morr e na cru z;
Lado da Epístola da Cape la-Mor:
13ª Estação: Jes us nos braços de sua mãe;
14ª Estação: Jesus no sepu lcro;
Na Nave foram ainda aplicado s mais 12 painéis. Dois deles, já referidos, e colocados sob
as 6ª e 9ª Estações são:
Lado do Evangelho : Coroação de Nossa Se nhora de Fátima , cena ac ompanha da
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
600
da legenda – AOS XIII DIAS DE MAIO DE MCMXLVI, NA COVA DA IRIA, PIO XII
CORÔA A IMAGEM DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA ;
Lado da Ep ístola : Eleição da Virgem co mo P adroeira de Portugal , sendo a cena
acompanhada pel a leg enda – AOS XXV DIAS DE MARÇO DE MDCXLVI, EM VILA
VIÇOSA, EL -REI DOM JOÃ O IV E LEGEU PADROEIRA DE P ORTUGAL A
SANTISSIMA VIRGEM MARIA, SENHORA DA CONCEIÇÃO ;
Os restantes dez p ainéis são a representação de diversos santos que se relacionam com
o templo e a sua invocaçã o, sendo estes representados com os resp etivos atributos o u
num episódio que tenha sido marcante na sua v ida. Assim, f oram representados:
Lado do Evangelho.
Beato Nuno Álv ares;
S. João de Brito;
Senhor dos A f litos;
Santa Isabel;
Santo António;
Lado da Epístola:
Santa Luz ia;
Santa Te resa;
Nossa Senhora de Fátima;
Santa Rita;
Santa Filomena;
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
601
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 993: Instituição do Santíssimo Sacramento.
Figura 994: Pormenor d o Painel Figurativo.
Figura 995: Pormenor d o Painel Figurativo.
Figura 996: Comunhão da Santíssima Virgem.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
602
Figura 999 : Pormenor d o
Revestimento das Estações.
Figura 997: Pormenor d o Painel Figurativo.
Figura 998: Pormenor d o Painel Figurativo.
Figura 1000 : Porm enor do Revestimento das
Estações.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
603
Figura 1001: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1002: Pormenor do
Revestimento das Estações.
Figura 1 004: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1003: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
604
Figura 1006 : Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1007: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1005: Pormenor do
Revestimento das Estações.
Figura 1008: Pormenor do
Revestimento das Estações.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
605
Figura 1009: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1010 : Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1011: Pormenor do
Revestimento das Estações.
Figura 1012 : Porm enor do Revestimento das
Estações.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
612
Figura 1037: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1038: Pormenor do
Revestimento das Estações.
Figura 1039: Porm enor do Revestimento das
Estações.
Figura 1040 : Porm enor do Revestimento d as
Estações.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
613
Figura 10 41: Coroação de Nossa Senhora de
Fátima.
Figura 1042 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1043: Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1044: Eleição da Virgem como Padroeira de
Portugal.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
614
Figura 1046 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1048 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1045: Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1047: Beato Nuno Álvares.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
615
Figura 1051: Senhor dos Aflitos.
Figura 1049: S. João de Brito.
Figura 1050 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1052 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
616
Figura 1053: Santa Isabel.
Figura 1054 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1055: Santo António.
Figura 1056 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
617
Figura 1057: Santa Luzia.
Figura 1058 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1060 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1059: Santa Teresa.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
618
Figura 1062 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1064 : Pormenor do Painel Figurativo.
Figura 1061: Nossa Senhora de Fátima.
Figura 1063: Santa Rita.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
619
Figura 1 067: Pad rão do
Revestimento da Igreja
Velha do Carvalhido.
Figura 1068: Fri so do Revestimento da
Igreja Velha do Carvalhido.
Figura 1065: Santa Filomena.
Figura 1066 : Pormenor do Painel Figurativo.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
620
Figura 1069: Pormen or do
Revestimento da Nave.
Figura 1070: Pormenor do
Revestimento da Nave.
Figura 1071 : Pormenor do Revestimento da
Nave.
Figura 1072 : Pormenor do Revestimento da
Nave.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
621
Conjunto
Azulej ar
4
Designação: Revestimento Azulejar Inte rior da Igreja Velha do Ca rvalhido
Localização do Conjunto Azulej ar: Cap ela Batis mal
Datação do Conjunto Azulej ar: 19 49
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: -----
Nome da Oficina/Fábrica: Fábrica do Outeiro
Cronologia do Aut or: -----
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: ------
Informações sobre a Oficina/Fábrica: A Fábrica do Outeiro
estava sediada em Águeda.
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: A zul | Branco
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Na Capela Batismal da Igreja Velha do Carv alhido f oi colocado um pequeno painel de
azulejo com a repres entação do Batismo de Cristo. Nele est á r epresentado o mome nto e m
que S. João Batista batiz a Cristo, encontrando -se e ste apoiado nas m argens do rio Jordão .
Sobre eles encontra-se o Espírito Santo, personificado po r uma p omba, atingindo a sua luz
as personagens.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 1073: Painel Figurativo da
Capela Batismal.
Figura 1074: Pormenor do Painel
Figurativo da Capela Batismal.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
628
Edifíci o
Designação do Edifício: Jornal de Notícias
Tipo de Edifício: Edifício
Localização do Edifício
Freguesia: Santo Ildefonso
Lugar/Rua: Rua de Gonça lo Cri stóvão, nº 195
Coordenadas GPS: 41º10’17.8’’N 8º39’52.9’’ W
Cronologia do Edifício: S éculo XX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício: -----
Fotografias do Edifício :
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
629
239
CÂMARA MUNICIPAL DO P OR TO – Pela Cidad e do Porto: Descoberta da cidade através de
uma visita aos m urais cerâ micos . Porto: CM P, 2002. ISBN 978- 8022- 23 -9, p. 7.
240
Ibidem , p. 29.
Conjunto
Azulej ar 239
Designação: Painel do Jorna l de N otícias
Localização do Conjunto Azulej ar: E xterior
Datação do Conjunto A zulejar: 1 970
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Charters de Almeida
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: n. 1935
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o Autor: Jo ão Charters d e Almeida e
Silva n asceu em Lisboa em 1935. Frequentou a Escola
Superior de Belas Artes do P orto e ganhou o Pré mio Teix eira
Lopes de Esc ultura, no Po rto, em 1961. Em 1 962 , ano em q ue
termina o Curso Sup erior de Escultura, é convidado par a
Professor Assistente da ESBAP. Em 1971 concor reu para o
cargo de Professora na mesma inst ituição, tendo sido a ceite
mas oc upando-o durante pouco tempo, tomando a decisão d e
se dedicar ao trabalho de atelier. Detentor d e inúmeras
medalhas e de obra v asta, já desenvolv eu trabalhos
escultóricos p or toda a Europa e Estados U nidos d a
América 240 .
Informações sobre a Oficina/Fábrica: -----
Técnica do Conjunto A zule jar: Pintura Manual | Azulejo Figurativ o
Cores do Conjunto Azulejar: Policromo [Destaca -se o: Preto | Vermelho | Branco]
Informações/Iconografia do Conjunt o A zu lejar:
Este pa inel desenvolve-se na zona de entrada e ao longo de um mu ro que abran ge toda
a altura do edi fício. Tem um forte carater organicista, que se a rticula com a obra
escultórica do artista, e é expressão da m odernidade dos revestimentos azulejares do
século XX.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
630
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 10 81: Pai nel do Jornal de
Notícias.
Figura 1 082: Porm enor do Pa inel do
Jornal de Notícias.
Figura 1083: Pormenor do Painel do Jornal de
Notícias.
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
631
241
T URISMO DE PORTUGAL [Dir.] – Roteiros Turísticos do Património Mund ial no Norte de Portugal:
Porto . Lisboa: Imprensa Naci onal- Casa da Moeda, 201 2. ISBN 9 78 - 972 - 27 -2134-9, p. 99. SIP A – Câmara
Municipa l do Porto [ em li nha]. For te de Sacavém : SIP A. [Cons ult. 24 Abr. 2015]. Dispon ível n a I nternet
<URL http:// www.monumento s.pt/Site/APP_ PagesUser/SIP A.aspx?id=199 97 >.
Ponto de
Interesse 241
Designação do Ponto de Interesse: Câmara Municipal do Porto
Tipologia do Ponto de Interesse: Edifício
Localização do Ponto de Interesse
Lugar/Rua: Praça General Humberto Delgado
e Largo da Trindade
Coordenadas GPS: 4 1°09 '00.4"N 8°36'38.8"W
Breve descrição do Ponto de Interesse:
Situados no eixo superior da Avenida dos Aliados, os Paços do Concelho são um proje to
da autoria do a rquiteto Antón io Correia da Silva, arquiteto camarário desde 1911, mas
também de Carlos Ramos (1897 -1969), responsável po r algumas alterações. Começada
a construir em 1920, a C âmara Municipal do Porto só em 1957 fo i concluída e
inaugurada. O se u edifício assemelha -se e m m uito aos palácios c omunais do N orte de
França e da Flandres devido à sua robustez granítica e acentuado ecletismo. No exterior
destaca-se o torreão com 7 0m de altu ra e no interior os frescos expressionistas do pintor
Dórdio Gomes (1890-1976).
Informações úteis:
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
632
Edifíci o
Designação do Edifício: Lavabos do Passeio Alegre
Tipo de Edifício: Edifício
Localização do Edifício
Freguesia:
Lugar/Rua:
Coordenadas GPS:
Cronologia do Edifício: In ício do Século XX
Classificação do Edifício: -----
Breve descrição do Edifício:
Fotografias do Edifício :
Figura 1084 : Vis ta Geral dos Lavabos do Pa sseio
Al e g re .
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
633
242
CÂM ARA MUNICIP AL D E AVEIRO – A Arte N ova n os Azulejos em Portug al: Colecção de
Feliciano David e Gr aciete Rodrigues , p. 109.
Conjunto
Azulej ar
Designação: Revestimento Exterior e Interior d os Lavabos do Pas seio Alegre
Localização do Conjunto Azulej ar: E xterior | Interior
Datação do Conjunto Azulej ar: In ício do Século XX
A utor(es )/Fábrica(s)
Nome do Aut or: Desconhecido
Nome da Oficina/Fábrica: -----
Cronologia do Aut or: Desconhecida
Cronologia da Oficina/Fábrica: -----
Informações sobre o A utor: -----
Informações sobre a Ofic ina/Fábrica: Os azulejos que
revestem o int erior dos Lavabos do Passeio Alegre são
identificados como sendo d e produção inglesa. Contudo, o s
azulejos exteriores tê m um padrão que f oi produzido pela
Fábrica das Devesas 242 .
Técnica do Conjunto A zule jar:
Azulejos do Exterior: Pintura Semi -Industrial | Azulejo de Padrão
Azulejos do Interi or: Pintura Semi -Industrial [?] | Azulejo de Pa drão | Azulej o
Relevado
Cores do Conjunto Azulejar:
Azulejos do Exterior: C asta nho | Branco
Azulejos do Interior: Azul | Verde | Castanho | Ocre | Branco
Informações/Iconografia do Conjunto Azulejar:
Não conseguimos obter informa ção sobre a fábrica que produz iu este s azulejos. No
entanto, fo i-nos dito que são identificados como produtos de origem inglesa. Tendo em
quanto que, a té ao momento o único edifício que identif icamos com o tendo recebido
revestimento azulejar prod uzido em Inglaterra f oi o Palacete Pinto L eite, poderá ter sentido
a identificação da Fábrica Minto n, Hollins & Co como sendo a responsáv el pe lo fa brico
destes elementos.
No exterior os azulejos estão prese ntes e m pequenos f risos sobre as jane las e nas laterais
dos corpos principais. O se u m otivo principal é flora l, aproximando -se este das f lores dente-
de -leão. Nos frisos maiores as f lores parte m de um elemen to ce ntral geom étrico irradia ndo
diagonalmente sobre o az ulejo.
No interior os azulejos espelham claramente a linguagem Arte Nova da épo ca em que
Fichas de Inv entário d os Conjun tos A zulejares
634
foram produzido. Aqui fo i aplicado um silhar até ½ da superfície parietal. E ste apresenta
uma b arra composta por motivos florais, o nde se pode visualiz ar c onjuntos de pequenas
flores agrupadas e outras que sugerem o p erfil de jarros. Sob a barra o padrão principal ,
geométrico, é criado por pequenos los angos verdes com um rosetã o em relevo. Na part e
inferior f oi a inda a plicado um f riso onde se repetem os arranjos f lorais da barra. Este
conjunto assenta sobre uma base também em azulejo e form ada por do is f risos d e azulejos
lisos, um branco e outro verde.
Fotografias do Conjunto A zule jar:
Figura 1086 : Pormenor do Re vestimento Ex terior.
Figura 1085 : Vis ta Geral dos Lavabos do Pa sseio
Al e g re .
Figura 1087: Pormenor do Revestimento Exterior.
Figura 1088 : Pormenor do Re vestimento Exterior.
[Document text truncated for crawler view.]