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ATAS DO COLÓQUIO INTERNACIONAL CABO VERDE E GUINÉ BISSAU:PERCURSOS DO SABER E DA CIÊNCIA
LISBOA, 21-23 de Junho de 2012
IICT - Ins i u o de In es igação Cien í ica T opical e ISCSP-UTL - Ins i u o Supe io de Ciências Sociais e Polí icas da Uni e sidade Técnica de Lisboa
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ISBN 978-989-742-004-7
©Ins i u o de In es igação Cien í ica T opical (IICT), 2013
pp.
DOCES GRÃOS E LIQUIDO ESPIRITUALIZANTE:
CANA, AÇUCAR E AGUARDENTE NAS ILHAS DE CABO VERDE
IDEIAS FEITAS E REALIDADES DOCUMENTAIS
Ma ia Manuel Fe az To ão
Cen o de His ó ia do Ins i u o de In es igação Cien í ica T opical
mmanu[email p o ec ed]om
Resumo
A his ó ia do cul i o do açúca nas ilhas de Cabo Ve de nunca oi ei a de o ma sis emá ica. As espa sas e con usas
in o mações documen ais sob e a emá ica êm c iado uma sé ie de mi os e imp ecisões que se o na necessá io
cla i ica . E e i amen e, desde o século XVI a é ao século XX, su gem nas on es his ó icas (documen ação a ulsa,
desc ições e ela os de iajan es, ela ó ios esc i os e ca og á icos das missões cien í icas) menções ao cul i o de cana-
de-açúca e ao consumo de agua den e de cana. Assim, du an e mui o empo, em ob as ge ais sob e a his ó ia des as
ilhas, e a mencionado cons an emen e que ai se cul i a a cana-de- açúca , e que es as ilhas ha iam mesmo se ido
como “labo a ó io de aclima ação” da espécie, an es da expe iência do seu cul i o em ou as e as opicais.
À luz das on es exis en es, es e es udo p opõe-se con ibui pa a o escla ecimen o possí el da his ó ia do cul i o da
cana e do ab ico do açúca e da agua den e nes as ilhas, e pa a o uso que e a dado que aos doces g ãos, que ao
líquido espi i ualizan e. P ocu a -se-á con ex ualiza o cul i o des a plan a com o ap o ei amen o dos sabe es
adicionalmen e adqui idos sob e as e as mais en á eis a aze med a , as melho es écnicas a u iliza pa a a
p odução da agua dan e, a en abilização do abalho esc a o nos apiches e a é as can igas de abalho ansmi idas
de ge ação em ge ação pa a auxilia em os abalhado es no du o abalho apichei o.
Numa segunda pa e des e es udo, en a -se-á aze uma iden i icação conc e a das ilhas e dos e enos onde se
cul i a a es a plan a e consequen emen e se p oduzia açúca , melaço e agua den e e c uza es es dados com on es
ca og á icas. Es as pode ão se um excelen e ins umen o de abalho pa a con ibui pa a uma o ganização mais
me ódica dos dados exis en es.
U ilizando como base pa a es e abalho as ca as p oduzidas nos séculos XIX e XX pela Comissão de Ca og a ia,
a qui adas na Ca o eca do Cen o de His ó ia e no Cen o de In o mação e Documen ação do IICT, p ocu a -se-á
c uza as in o mações esc i as, acima mencionadas, com as ca og á icas. Uma b e e obse ação de á ios mapas do
século XIX e de ca as ag ícolas do século XX (algumas das quais p oduzidas já pela Jun a de Missões do Ul ama )
pe mi iu, po um lado, e i ica a a iculação en e os ela os e as desc ições ecolhidas e a p óp ia oponímia e e ida
nas ca as, e po ou o, e i ica quais os e enos que as missões cien i icas iden i ica am como des inados ao cul i o
de di e en es plan as, nomeadamen e à da cana-de-açúca .
Pala as-cha e: ilhas de Cabo Ve de; séculos XVI-XX; cana saca ina; açúca ; agua den e; ca og a ia; Comissão de
Ca og a ia
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LISBOA, 21-23 de Junho de 2012
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Ao con á io do que sucedeu na ilha da Madei a (PEREIRA, 1991, 133-281) e na de São Tomé (RAU,
1971, 7-44), ou mais a de no B asil, nas ilhas de Cabo Ve de, a plan a da cana-de-açúca nunca se
desen ol eu in ensi amen e, e consequen emen e nunca deu o igem a um olume p odu i o que
implicasse a sua eexpo ação em g ande escala. No en an o, pe passa a a és de oda a
his o iog a ia insula a ideia gene alizada, mui as ezes a é anspos a pa a os manuais escola es,
de que es as ilhas enquan o egiões opicais e am necessa iamen e “ e as açuca ei as”.
Embo a An ónio Ca ei a enha publicado um es udo sob e es a emá ica (CARREIRA, 1982, 237-
288) e de em odas as ob as ge ais sob e es as ilhas ha e semp e menções à cana saca ina e aos
seus de i ados na economia des as ilhas, a his ó ia do cul i o da cana saca ina e da p odução do
açúca , melaço e agua den e nas ilhas de Cabo Ve de nunca oi ei a de o ma sis emá ica.
P e ende-se com es e abalho lança as p imei as es acas pa a o a anço no escla ecimen o des a
emá ica, embo a se ealce des e já que es e é ainda um p imei o ensaio de uma in es igação mais
comple a que se enciona ealiza .
São duas as pe spe i as que se p e endem abo da nes a p imei a ase des a in es igação: po um
lado, sin e iza as in o mações que é possí el sis ema iza a pa i do le an amen o dos dados
con idos nas on es desc i i as exis en es sob e o cul i o e p odução de açúca nas di e en es ilhas
de Cabo Ve de, e escla ece quais as ilhas e os locais onde es e cul i o e a possí el, po ou o lado,
e em coo denação com es e úl imo aspe o, a icula es as in o mações com as exis en es nos
mapas p oduzidos pela Comissão de Ca og a ia e ins i uições suas sucedâneas, hoje conse ados
na Ca o eca do Cen o de His ó ia do Ins i u o de In es igação Cien í ica T opical. P e ende-se,
pois, aze um exe cício de complemen a idade en e dois ipos de on es dis in os.
1. Cana saca ina, açúca e agua den e nos ex os desc i i os das ilhas de Cabo Ve de
E e i amen e, desde o início do século XVI a é ao século XX, su gem nas on es his ó icas ou seja,
na documen ação a ulsa, seja nas desc ições e nos ela os de iajan es, nos ela ó ios esc i os e
ca og á icos das missões cien í icas, menções ao cul i o de cana saca ina e ao consumo de
agua den e de cana.
Logo nas p imei as desc ições das ilhas, nomeadamen e na de Valen im Fe nandes da ada de 1506,
a i ma-se o seguin e a espei o da ilha de San iago: “Es a ylha dá odas as ui as de Po ugal que se
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nella p an am igos, u as, melões açuca es e odas as ou as ui as há po odo o ano”(
FERNANDES, 1951,114). Passando em e is a odo um conjun o de ex os como os do Pilo o
Anónimo, o de F ancisco de And ade, de Gaspa F u uoso, as ca as ânuas dos Jesuí as, a Relação
de Fe não Gue ei o e a de And é de Fa o em odas há menções ao cul i o de cana-de-açúca .
Pa a o século XVIII e início do XIX, as e e ências documen ais man êm-se: Geo ge Robe s, Anice o
An ónio Fe ei a, An ónio Ca los And éis, João da Sil a Feijó, An ónio Pusich são mui os dos au o es
que e e em a exis ência da cul u a de cana saca ina nas ilhas de Cabo Ve de.
Deixando pa a ou o abalho a ap esen ação exaus i a do que cada um des es au o es esc e e
sob e o açúca , e azendo um en oque apenas no que de ge al se e i a dos ex os de odos es es
au o es, há á ios pon os que são ans e sais a odas es as on es:
1. A cul u a da cana saca ina e a uma cul u a de egadio, cuja plan ação e a semp e ei a nas
zonas das ibei as;
2. A p odução do açúca nunca assumiu ca ac e ís icas de uma p odução de monocul u a, nem
ha ia mesmo uma p odução in ensi a de cana; e a uma “cul u a de quin al”, uma cul u a de
subsis ência, u ilizada pa a as necessidades domés icas dos seus p odu o es;
3. Não há, po an o, egis os signi ica i os de expo ação de açúca pa a os séculos XVI, XVII e
XVIII; mesmo pa a o século XIX, pa a os anos de que há egis os como seja po exemplo os de 1842-
43, apenas se assinala a expo ação de 5 moios e 64 alquei es de açúca e 11 pipas e 18 almudes de
agua den e (LOPES LIMA, 1941,42) e i icando-se, ao in és, a impo ação de 270 quin ais e 78
a á eis de açúca e de 8 pipas e 1 almude de agua den e e lico (LOPES LIMA, 1941,41).
4. O açúca p oduzido nas ilhas de Cabo Ve de e a um açúca sem g ande qualidade u ilizado
na sua maio pa e pa a a aze agua den e de cana, melaço e conse as de u as; é
p o a elmen e es a al a de boas p op iedades que jus i ica o ac o ap esen ado na alínea supe io
e que le a a a que se expo asse pa a egiões e consumido es pouco exigen es algum açúca e
agua den es de na u eza in e io e se impo asse açúca , agua den e e lico es de melho es
qualidades pa a gas o de alguns memb os da eli e local.
5. A agua den e de cana e a uma bebida consumida p e e encialmen e pelos neg os e pelos
esc a os e um meio e icaz de aze os locais abalha . Nas pala as de José Joaquim Lopes de Lima
“Gos am mui o como odos os A icanos de se espi i ualiza com bebidas e pode-se dize se es e o
mo i o, que an o os a eiçoa a cul i a a cana-de-açúca com a mi a em ex ai agua den em de
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que a maio pa e se consome no país; é mesmo a p omessa de uma dis ibuição de agua den e o
meio mais e icaz de os mo e a qualque abalho” (LIMA, 1844, 107).
6. A agua den e, ao in és do açúca , se ia como meio de pagamen o e chegou mesmo a se
expo ada em quan idades egis á eis a pon o de, no inal do século XVII, se cob ado um impos o
sob e a expo ação des a bebida
1
Quando abalhamos com as on es que o necem in o mações mais po meno izadas do século XIX,
de que ealçamos José Con ado Chelmick (1841), José Lopes de Lima (1844) e F ancisco T a assos
Valdez (1864), os 3 au o es são unânimes em elege apenas 3 das 10 ilhas que cons i uem o
a quipélago de Cabo Ve de como as únicas onde o cul i o da cana-de-açúca e a possí el: San o
An ão, de São Nicolau, no Ba la en o e San iago no So a en o.
“Mui o de p opósi o ese ei pa a o im ala da canna de assuca ; po que não obs an e o c esce ella bem de
duas espécies nes as ilhas (só em S. Thiago, San o An ão e S. Nicolau é que cul i am alguma), a en a a al a de
combus í el, ninca o assuca e agoa den e de Cabo Ve de pode ão compe i em p eço e qualidade com os do
B asil, e das ou as colonias eu opéas (en ando nes e nume o as de S. Thomé e P incipe) ” (LOPES LIMA, 1844,
16).
“Uma ou a plan ação que ambém gos ámos de e oi a da canna de assuca , o saccha um o icinalis e o
sa iolu eum, chamada cana de Cayenna em Cabo Ve de, in oduzido há poucos annos.
Depois que a digna amília Dias, da ilha de São Nicolau ali es abeleceu a plan ação e cul u a da canna de
sequei o, o que deu os mais elizes esul ados, desen ol eu-se logo es e sys ema em maio escala an o n’essa
ilha como na de S. Thiago e na de San o An ão, que são as p incipaes, senão as únicas de Cabo Ve de, onde se
cul i a canna, de modo que n’es a ul ima ilha ab icam-se anualmen e al ez mais de 400 pipas de agoa den e,
ainda que aca e o diná ia(como o assuca o é ambém) a qual se consome quasi oda na p óp ia ilha”
(VALDEZ, 1864, 136-137)
Es e ac o de i a a se se em os espaços insula es onde a ocupação humana aliada à ela i a
abundância das ibei as pe mi ia o desen ol imen o des a cul u a que apesa de se mencionada
como de “sequei o” e a apesa de udo dependen e de e as com alguma humidade, a qual lhe e a
1
Com o p opósi o de aumen a os endimen os cama á ios, a e eação de 1692 da Ribei a G ande aco dou o
lançamen o de alguns ibu os ex ao diná ios, nomeadamen e o de axa a expo ação de cada pipa de agua den e
com o impos o de um c uzado; nesse sen ido numa ca a, da ada de 7 de Agos o de 1692, os o iciais da Câma a des a
cidade solici a am au o ização égia pa a o lançamen o dessa axa. AHU, C.U., Cabo Ve de, Caixa 7 A, doc. 141.
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o necida pelos cu sos de águas sub e âneas das ibei as. Cu iosamen e se se c uza es as
menções com as in o mações exis en es na ob a de Valen im Fe nandes, ê-se que logo no início
do século XVI es e au o já apon a a que e am somen e nes as ilhas que ha ia “mui as aguas e
boas” em con aposição com as ou as ilhas onde ou não ha ia agua, ou ha ia pouca ou e a salob a
(FERNANDES, 1951, 110-118).
As ibei as é eis e de egadio e possuido as de solos de na u eza alu ial “ chom de massapé”
e am as que e am ocupadas com cul u as exigen es em água, e am as e as onde se desen ol iam
os cana iais, os poma es e as ho as.
2. Ilhas com cu sos de águas: ca as ge ais de San o An ão, São Nicolau e San iago
Assim, iden i icadas a a és das on es documen ais quais e am as ilhas onde se cul i a a a cana-
de-açúca , a iculou-se es as in o mação com a esul an e da pesquisa das ca as p oduzidas nos
séculos XIX e XX pela Comissão de Ca og a ia e ins i uições que lhe sucede am, a qui adas na
Ca o eca do Cen o de His ó ia.
Uma ápida isualização das ca as das ilhas des e a quipélago con i mou imedia amen e os dados
an e io men e sis ema izados. Só nas ilhas de San o An ão, de São Nicolau e de San iago oi
possí el encon a cu sos de águas em núme o ele an e e consequen emen e e as pa a
p odução de açúca .
Rela i amen e à ilha de San o An ão o am selecionadas 3 ca as, odas p oduzidas pela Comissão
de Ca og a ia: 2 de 1887, um C oquis manusc i o indicando os caminhos públicos da ilha de San o
An ão (escala de 1/100.000, da au o ia de Ped o Rogé io Lei ão, Majo de in an a ia) e ou a
imp essa, da mesma da a e que sob epos a à p imei a é ex emamen e semelhan e (escala de
1/100.000, coo denada po E nes o de Vasconcelos) sendo em ambas isí eis, em odo li o al da
ilha, inúme as ibei as, com maio p edominância na eguesia de São João Bap is a; nou a ca a
de 1911, p oduzida no âmbi o da Comissão de Ca og a ia, (escala de 1/150.000) es a mesma
hid og a ia é ealçada com aços azuis, o nando-se pa icula men e e iden es os cu sos de água
exis en es em odo o espaço li o âneo da ilha.
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Ca a da Ilha de San o An ão
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de San o An ão, 1
Po meno da ca a an e io ,
ealçando a g ande quan idade de ibei as que é possí el obse a nes a egião da ilha de San o An ão
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C oquis indicando os caminhos públicos da ilha de San o An ão,
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de San o An ão, 7
Ca a da ilha de San o An ão, 1911
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de San o An ão, 4
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A seleção e e uada pa a a ilha de São Nicolau, le ou a salien a duas ca as: um mapa ge al de
1887, da au o ia de E nes o de Vasconcelos e p oduzido no âmbi o dos abalhos da Comissão de
Ca og a ia (numa escala de 1/100.000) e ou o de 1929, ambém com a mesma escala, e
le an ado, em 1928, pela Missão Geog á ica de Cabo Ve de cons i uída pelo 1º Tenen e da Ma inha
Engenhei o Hid óg a o Hen ique Bae a Ne es pelos 1os enen es da Ma inha Vic o Se a e A.
Ca alho Lima e pelo Engenhei o Ag ónomo A. Ma os Ba e o) espelham a mesma ealidade já
salien ada pa a San o An ão: ep esen am uma ilha com uma zona de li o al cheia de cu sos de
água, ou seja um espaço li o âneo onde desagua am imensas ibei as indas do in e io da ilha.
Po meno da ca a da ilha de são Nicolau, 1887
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de São Nicolau, 2
Po meno da ca a da ilha de são Nicolau, 1929
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de São Nicolau, 5
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No que diz espei o à ilha de San iago, des aca-se mais 3 ca as: uma ca a ge al, da ada de 1890,
da esponsabilidade de E nes o de Vasconcelos, p oduzida ambém no âmbi o dos abalhos da
Comissão de Ca og a ia (escala 1/100.000), ou a de 1910, ambém p oduzida pela mesma
ins i uição (escala de 1/105.000) e ou a edi ada em 1927 já elabo ada pelos ca og a os da Missão
Geog á ica de Cabo Ve de (com escala de 1/100.000) e da esponsabilidade do capi ão de aga a
Ma ins Pe ei a, o 1º Tenen e da Ma inha Engenhei o Hid óg a o Hen ique Bae a Ne es pelo 1º
enen e da Ma inha Vic o Se a e pelo engenhei o de minas Bacela Bebiano).
Nes as 2 ca as, além das inúme as ibei as que se esp aiam po odo o li o al da ilha, há um
po meno desc i i o pa icula men e in e essan e e comum a odos os exempla es ca og á icos:
uma ibei a denominada Ribei a dos Engenhos, inda da ibei a de Águas G ande e desaguando na
Vá zea dos Engenhos, na egião oes e de San iago.
Ca a da ilha de S. Thiago, 1890 e espe i o po meno
ealçando a Ribei a dos Engenhos e a Va zea dos
Engenhos
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de San iago, 12
Ca a da ilha de S. Thiago, 1910, onde é pa en e a mesma opomínia
IICT, Ca o eca, Pas a 26, ilha de San iago, 15