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Avaliação de necessidades de formação: caso dos trabalhadores da Cork Supply Portugal, S.A

Marta Helena Oliveira Marcos

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Diagnóstico de Necessidades de Formação Faculdade de Economia do Porto i Avaliação de necessidades de formação: Caso dos trabalhadores da Cork Supply Portugal, S.A.: por Marta Helena Oliveira Marcos Relatório de Estágio de Mestrado em Economia e Gestão de Recursos Humanos Orientada por: Maria Teresa Campos Proença 2013 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal i Resumo: O presente relatório apresenta o trabalho cujo objetivo é a identificação de necessidades de formação através da identificação de um modelo de gestão por competências numa empresa do setor corticeiro. Através da leitura e interpretação da base teórica já existente sobre diagnósticos de necessidades de formação, foi possível ajustá-la à realidade da empresa e do setor em causa e assim, desenvolver um modelo capaz de diagnosticar as necessidades atuais de formação dos trabalhadores da empresa. A orientação para a realização deste projecto, foi através de uma metodologia de investigação-ação, envolvendo um conjunto de entrevistas e questionários à Administração, Diretores e Supervisores. Este projecto tem como resultado final pretendido, a construção de uma matriz de prioridades de formação de todas as funções da empresa, permitindo assim aferir mais facilmente necessidades de formação que representam um claro subaproveitamento da força de trabalho. Efetivamente, concluiu-se que a empresa detém algumas lacunas quanto à presença de competências relevantes para o desempenho das várias funções. Não só este mas também outros resultados foram apresentados à Administração da Organização no final do estágio curricular. Com efeito, toda a informação recolhida e analisada pelo estagiário foi aprovada, validade e seguramente utilizada para decisões estratégicas de futuro, relacionadas com a gestão de pessoas. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal ii Abstract: This report goal is to evidence training needs by construct a model of management of skills in a company inserted in cork market. Through the reading and interpretation of the theoretical basis of existing diagnostics training needs, it was possible to fit the reality of the company and the industry in question and thus develop a model capable of diagnosing the current training needs of the workforce. The guidance for this project was through an action-research methodology, involving a series of interviews and questionnaires to Directors, Administration and Supervisors. This project has the desired end result, the construction of an array of training priorities of all business functions, allowing more easily assess training needs that represent a clear underutilization of the labor force. Effectively, it was concluded that the company has some gaps regarding the presence of skills relevant to the performance of the various functions. Not only this but other results were presented to the Board of Directors at the end of the traineeship. Indeed, all the information gathered and analyzed by the trainee was approved, validity and safely used for future strategic decisions related to the people management. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal iii Índice Resumo: ...................................................................................................................... i Abstract: .................................................................................................................... ii Índice de Figuras: ..................................................................................................... iv Índice de Quadros: ..................................................................................................... v Introdução .................................................................................................................. 1 Enquadramento Conceptual: ..................................................................................... 5 Conceito de competência ........................................................................................ 18 Tipos de competências ............................................................................................ 19 Modelo de Gestão por Competências...................................................................... 21 Metodologia: ........................................................................................................... 23 Resultados: .............................................................................................................. 38 Discussão e Conclusões: ......................................................................................... 55 Bibliografia: ............................................................................................................. 58 Anexos: .................................................................................................................... 62 1. Guião da entrevista semiestruturada com Directores de Departamento: .. 62 2. Descritivo funcional: ................................................................................ 63 3. Códigos de funções ................................................................................. 154 4. Matriz de competências por departamento ............................................. 157 5. Matriz GAP de competências por departamento .................................... 169 6. Matriz Prioridades de Formação por departamento: .............................. 181 7. Reportório de competências Cork Supply Portugal ............................... 193 8. Organograma Cork Supply Portugal ...................................................... 199 9. Organogramas Departamentais............................................................... 200 10. Questionário de Diagnóstico de Formação:............................................ 205 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal iv Índice de Figuras: Figura 1: Relação entre as necessidades de formação e o meio envolvente…………… 2 Figura 2: Fases do Plano de Formação (Chiavenato)…………………………………... 6 Figura 3: Modelo de Plano de Formação (Oliveira)……………………………………. 8 Figura 4: Identificação de necessidades de formação…………………………............ 15 Figura 5: Componentes da competência……………………………………………… 19 Figura 6: Representação do GAP entre competência necessária e atual…………….... 21 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal v Índice de Quadros: Quadro 1: Escala de prioridades de formação……………………………………16 Quadro 2: Fases e procedimentos na elaboração do projeto…………………… 23 Quadro 3: Quadro resumo da Análise da organização………………………….. 26 Quadro 4: Quadro resumo da Análise funcional…………………………………31 Quadro 5: Escala do grau de presença da competência………………………… 35 Quadro 6: Escala do grau de necessidade da competência……………………... 35 Quadro 7: Escala do grau de importância relativa da competência…………….. 35 Quadro 8: Graus de prioridades de formação………………………………....... 37 Quadro 9: Quadro resumo da análise de competências e diagnóstico das necessidades de formação…………………………………………………………...... 37 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 1 Introdução A função de recursos humanos surge no mundo empresarial como resposta à necessidade de melhorar o desempenho organizacional (Tavares e Caetano, 1999: 39). A função Recursos humanos tem assumido um carácter mais administrativo, envolvendo o processamento salarial, o controlo da assiduidade, e cumprimento de regulamentações legais. No entanto, recentemente, pode-se dizer que é uma das áreas das organizações que tem-se transformado fortemente assumindo um pendor mais estratégico (Cardoso, data) Em sítios de internet das maiores empresas de Portugal, é possível verificar a atençaõ dada não só ao Staffing (recrutamento, selecção e socialização dos recémadmitidos), mas também à retenção e manutenção das pessoas (gestão do desempenho e avaliação do desempenho, sistemas de remunerações e incentivos, treino e desenvolvimento das pessoas, gestão de carreiras), garantindo assim, segundo estas empresas, a obtenção de melhores resultados (http://www.sonae.pt/pt/sonae/valores-emissao/). Actualmente atravessa-se um momento de grande mudança, instabilidade e competitividade no mundo empresarial e é nestas alturas, ironicamente, que as organizações mais exigem dos seus trabalhadores. Referindo Charles Darwin (1859), quando publicou a obra A origem das Espécies, “num ambiente em constante mutação, só os mais adaptados e aptos sobrevivem”. Gerir pessoas envolve o desafio de ajustar os objetivos da empresa aos dos seus trabalhadores. Neste sentido é peremptório que os trabalhadores consigam responder de forma positiva às novas necessidades organizacionais. A resposta a estas necessidades passa muito pela aquisição e/ou desenvolvimento de competências, através da formação. Esta assume então, um relevo significativo nos dias de hoje, enquanto instrumento indispensável ao gestor de Recursos Humanos como forma de desenvolver as pessoas e a empresa para as respostas que lhe são exigidas. O que faz a organização são as pessoas que a constituem, a forma como estabelecem os contactos entre si e otimizam os meios disponíveis (Camara, 2001:404). Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 8 Fonte: Oliveira, 2006 Figura 3: Modelo de Plano de Formação Centrou-se a atenção neste modelo, uma vez que, na literatura existente, é o mais pormenorizado e portanto que explica de forma mais criteriosa todo o processo de formação.A primeira etapa do processo é a definição da política de formação, esta serve apenas como descrição da visão global da formação em determinada empresa. Deverá conter: razões justificativas da formação, tipo de pessoas que se quer atingir, tipo de mudança pretendida (Oliveira, F.R., 2006). Na fase de análise da situação inicial deverá ser feita uma análise de alguns condicionalismos que a formação poderá ter, como por exemplo as questões de orçamento disponível (Oliveira, F.R., 2006). A fase seguinte passa pela análise das funções e actividades profissionais dos postos que pretendemos formar. Nesta fase terá que se distinguir as funções que o trabalhador assume e aquelas que após a formação deverão assumir. Para obtenção de Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 9 dados a este respeito poderão usar-se várias técnicas: observação, entrevista e leitura de literatura existente sobre a profissão/função em causa (Oliveira, F.R., 2006). Depois de caracterizada a situação inicial da empresa e a situação desejada, será possível identificar um “gap” denominado como necessidade de formação. Nos casos onde a situação inicial é também a desejada, então, não fará sentido existir formação nessa área. A fase de análise de necessidades de formação terá como resultado final a identificação das áreas que têm margem de progresso através de formação (Oliveira, F.R., 2006). De seguida, deverá realizar-se uma especificação dos objectivos pretendidos com a formação, isto é, ser possível definir objectivos operacionais capazes de serem observáveis para que mais tarde seja possível avaliar em que medida eles foram cumpridos. Esta especificação também facilita na construção de uma lista de todos os saberes, saberes-fazer e saberes-estar resultantes da formação (Oliveira, F.R., 2006). Nesta fase já é possível planear de forma mais operacional a formação, isto é, selecção e elaboração dos suportes didácticos. Por outras palavras, deverão definir-se os meios a serem utilizados (programa de formação, actividades dinâmicas, aplicação prática), quem deverá administrar a formação (formação interna – que trabalhador? Ou formação externa – que empresa formadora?). Assim, será necessário analisar cuidadosamente os conteúdos temáticos, modalidades da formação, tendo em vista a avaliação não só da adequação relativamente às orientações iniciais, mas também da respectiva pertinência no âmbito global da formação (Pereira, 1996). Esta etapa é das mais importantes de todo o processo formativo, na medida em que se fala da formação propriamente dita, é neste momento que os colaboradores terão acesso a novos conhecimentos e que deverão ser postos em prática na realização de funções (Oliveira, F.R. (2006)). Após a realização da formação, preferencialmente será feita uma avaliação do programa de formação, ou seja, verificar se os resultados esperados foram ou não atingidos. Desta forma, é necessário especificar os níveis de desempenho a alcançar, construir instrumentos, meios e técnicas de avaliação, prever a forma de explorar os resultados obtidos, ponderar no que se fará com os formandos que não atinjam os resultados obtidos (Oliveira, F.R., 2006). Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 10 Também Chiavenato (2005) considerou que a fase de avaliação da formação seria crucial no processo formativo na medida em que seria possível avaliar se o programa respondeu às necessidades iniciais, através de avaliação do grau de satisfação dos indivíduos em relação à acção de formação, da aquisição dos conteúdos programáticos ou dos objectivos de aprendizagem, da aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos no contexto real de trabalho e do grau de aplicabilidade dos resultados obtidos à realidade organizacional, tendo sempre em conta a relação custo/benefício das acções. Por fim, na etapa de organização dos recursos determinar-se-á como atingir os objectivos planeados através da afectação de todos os recursos disponíveis: pessoal, fundos, locais, materiais, acolhimento. Por outras palavras, pôr em prática o que foi dito/explorado na formação (Oliveira, F.R. (2006)). De seguida aprofundamos as primeiras fases do processo de planeamento da Formação que culminam com o Diagnóstico e Avaliação de Necessidades de Formação. Para Ceitil (2007), o diagnóstico de necessidades de formação representa um dos principais passos para o planeamento e organização da formação. No caso de esta avaliação ser feita de forma desacertada, todas as outras fases do plano de formação estarão baseadas em factos errados. “Um diagnóstico inadequado pode comprometer a produção dos resultados pretendidos, uma vez que as competências adquiridas durante a formação podem não ser as mais indicadas à produção dos resultados desejados” (Instituto para a Qualidade na Formação, 2006, pp 203). As necessidades de formação de uma maneira geral são descritas como um hiato positivo (“gap”) entre a situação atual e o que é desejado/pretendido, actualmente ou no futuro (se se incluir a estratégia da empresa, no longo prazo, na análise). A situação actual e a desejada podem ser adaptadas a várias situações dentro de uma organização: i) objectivos e metas da organização; ii) funções e tarefas existentes; iii) competências e aptidões necessárias para desempenhar a função; iv) trabalhadores que estão afectos àquelas funções (Miller e Osinski, 2002). Na opinião de Miller e Osinski (2002) as lacunas existentes entre a situação actual e a desejada incluem discrepâncias entre: O que a organização esperava que acontecesse e o que efectivamente aconteceu; Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 11 Desempenho dos trabalhadores actuais e desempenho dos trabalhadores pretendidos; Competências necessárias para desempenhar as funções e competências detidas pelos trabalhadores. Ceitil (2007) alerta para uma questão importante que passa por perceber que é crucial que o diagnóstico de necessidades de formação seja o mais objectivo e meticuloso possível na medida em que, existem problemas nas organizações que não podem ser resolvidos através de formação. Por vezes as soluções são bem mais fáceis de atingir e de implementar do que a construção de um plano de formação. Como exemplos temos: uma comunicação eficaz entre chefias e lugares hierarquicamente inferiores, gestão de expectativas através de acompanhamento continuado, garantir um ambiente de trabalho de apoio e espírito de equipa, remoção de obstáculos físicos ou psicológicos para a realização mais eficaz do trabalho, verificar constantemente a adequação entre o posto de trabalho e o trabalhador, entre outras (Miller e Osinski, 2002). A literatura (Goldstein, 1991; Miller e Osinski, 2002; McGehee e Thayer, 1961) define três níveis de avaliação de necessidades: análise organizacional, análise da tarefa e a análise individual. A análise organizacional, nível macro, olha para a organização como um todo e portanto, pretende assegurar a relação entre a formação e a estratégia organizacional (McGehee e Thayer, 1961), estudando quer o ambiente externo (mercado, concorrência, conjuntura, entre outros factores), quer o ambiente interno (estrutura, tecnologia, cultura, clima, entre outros factores). Por outras palavras, trata-se de alinhar a formação à estratégia organizacional (McGehee e Thayer, 1961), focalizando-se em objectivos estratégicos futuros e não apenas nos objectivos actuais (Latham, 1988). Numa análise mais micro, surge a análise de tarefas, que pretende identificar a natureza das diferentes tarefas na organização e dos requisitos/competências necessárias para que os trabalhadores tenham um bom desempenho (Goldstein e Gessner, 1988). Este estudo por tarefa envolve a criação ou revisão do descritivo funcional existente, assim como análise de competências, conhecimentos, habilidades, aptidões e atitudes necessárias para o desempenho correcto da função (Goldstein, 1991). Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 12 Do ponto de vista da análise individual, Goldstein (1991) foca a análise de desempenho como a melhor fonte de informação, uma vez que é possível identificar diferenças significativas entre o desempenho esperado e o desempenho real por colaborador. Estas diferenças são descritas como as áreas críticas de intervenção (Cruz, 1998). No sentido de se obter um bom diagnóstico das necessidades de formação, deverá passar-se por cinco grandes fases (Coelho, 2010): 1. Recolha de dados organizacionais – Matriz SWOT 2. Construção de instrumentos de recolha de dados 3. Administração de instrumentos de recolha de dados 4. Tratamento e análise dos dados recolhidos 5. Comunicação dos dados do diagnóstico Na fase de recolha de dados sobre a organização, deverá esmiuçar-se toda a informação sobre a organização, desde envolvente regional, os produtos e serviços, os colaboradores, os principais clientes, os fornecedores, o plano estratégico da empresa. No fundo é crucial que se conheça profundamente toda a empresa. Esta informação pode constar de: manuais existentes da organização, site institucional, relatórios de avaliação de desempenho, documentos internos de todo o tipo. A administração, direcção geral e direcção executiva assumem aqui uma importância significativa, na medida em que todas as informações referidas fazem parte do planeamento estratégico que é definido por eles. A construção de instrumentos de recolha de dados passa pela elaboração de documentos de suporte de registo de informações relevantes para o estudo. Deverá terse em atenção o facto de que cada empresa é única e portanto a adaptação de documentos já produzidos para outra empresa poderá não ser a forma mais eficaz de obter a informação necessária. Depois de desenvolvidos, é altura de administrar os instrumentos de recolha de dados, isto é, a recolha de dados propriamente dita. Existem várias formas de obtenção de informação nesta fase: entrevista semiestruturada, brainstorming, inquérito por questionário, focus group, entre outros. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 13 No tratamento e análise de dados recolhidos, será possível identificar a situação actual da empresa e perceber se os problemas/obstáculos detectados poderão ser “vítimas” de acção formativa. É nesta fase então, que se definem as competências/aptidões/conhecimentos a serem desenvolvidas ou melhoradas na organização. Por outras palavras, é aqui que se define o âmbito da formação a aplicar. Por fim, é necessário comunicar os resultados do diagnóstico, normalmente surge numa versão de relatório e deverá incluir todas as considerações e conselhos dados ao longo de todo o processo de levantamento de necessidades de formação, ou seja, competências em falta. Uma vez que a comunicação interna é importante no seio da empresa, este relatório deverá retractar claramente a cultura, filosofia, imagem e preocupações de todos os colaboradores. Borges-Andrade e Lima (1983) desenvolveram uma metodologia quantitativa de avaliação de necessidades de formação com 3 passos. O primeiro passo passa pela construção de uma lista de competências necessárias ao desempenho de cada função: normalmente esta fase faz-se recorrendo a questionários que deverão ser aplicados a toda a organização. No segundo passo, deverá fazer-se uma avaliação das competências em função da sua importância e domínio dessas competências: as competências deverão ser avaliadas em função da sua importância para a organização, e o domínio que o inquirido considera possuir dessa competência. Esta avaliação poderá envolver a utilização de uma escala do tipo “Likert”. Os autores consideram a seguinte escala: “0= sem importância para o meu desempenho” até “3= muito importante para o meu desempenho”; e a escala de “0= não domino a competência” até “3= domino completamente a competência”. No terceiro passo avaliar-se-á a necessidade de formação de cada competência: esta etapa surgiu com o objectivo de colmatar uma falha do sistema, casos onde as competências eram consideradas “muito importantes e muito dominada” ou “pouco importantes e pouco dominadas”. Os autores desenvolveram então, uma fórmula: Onde: “Pg” é a prioridade geral da competência, medida numa escala de 0 a 9. “I” é a importância da competência, avaliada pelos inquiridos, numa escala de 0 a 3. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 14 “D” é o domínio da competência, avaliada pelos inquiridos, numa escala de 0 a 3. “n” é o número de inquiridos. Esta fórmula, para além de indicar que competências estarão em falta, permite priorizar as competências mais urgentes de serem desenvolvidas. Pode definir-se um critério mínimo para o desenvolvimento de uma competência, que na proposta metodológica de Borges-Andrade e Lima (1983), deverá ser igual ou superior a 3. Os autores justificam este valor, pelo facto de representar uma combinação em que a competência ou é muito importante (I=3) ou está sem domínio (D=0). Por outro lado, este valor também é o limite máximo na escala considerada pelos autores. Também Rato, Baptista e Ferraz (2007), construíram um manual de avaliação de necessidades de formação em organismos públicos (MANFOP). O modelo é semelhante ao de Borges-Andrade e Lima (1983) e pode ser visto como um manual prático que descreve a forma como devemos olhar para a gestão de competências, ou seja, como identificar as lacunas e como classifica-las com o objectivo de definir planos de formação. Para Rato, Baptista e Ferraz (2007), a primeira fase do diagnóstico passa pela identificação das competências organizacionais, isto é, aquelas que dizem respeito a todos os trabalhadores da organização. Este levantamento de competências é feito através da análise organizacional: missão, visão, objectivos, análise SWOT. Falando do diagnóstico de necessidades de formação, propriamente dito, deverá proceder-se à construção e aplicação de um inquérito a toda a organização que avalia três parâmetros: 1) grau de presença da competência: grau em que o organismo, incluindo cada unidade orgânica, já possui a competência. A avaliação deve ser feita numa escala ordinal numérica entre 0 e 3, “0= nada presente” e “3= muito presente”; 2) grau de necessidade da competência: grau em que o organismo, incluindo cada unidade orgânica, precisa de ter a competência de modo a cumprir a missão e objectivos estratégicos com eficiência, eficácia e qualidade. A avaliação dever ser feita numa escala ordinal numérica entre 0 e 3, “0= nada necessária” e “3= muito necessária”; 3) grau de importância da competência: valorização da importância de cada competência relativamente ao respectivo contributo para que o organismo, e cada unidade orgânica, possam melhorar o desempenho. Esta avaliação deverá ser feita tendo em conta a Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 15 estratégia corporativa da organização. A avaliação dever ser feita numa escala ordinal numérica entre 0 e 3, “0= nada importante” e “3= muito importante”. Deverá proceder-se posteriormente à validação e construção do directório de competências. De notar que, apenas quando o grau de necessidade da competência é superior a 0,5, é que esta deverá ser considerada como competência pertencente á organização. Neste caso será registada num documento que reúne todas as competências da organização, também chamado de diretório de competências do organismo. Por outro lado, também quando o grau de importância da competência é superior a 0,5, esta deverá ser incluída no diretório de competências do organismo. Após a definição das competências organizacionais, é necessário perceber quais dessas apresentam hiatos de presença na força de trabalho: identificação das necessidades de formação. Esta identificação decorre da avaliação do GAP, ou seja, o défice das competências no organismo tal como se pode verificar na figura 3. Note-se que apenas se pretende identificar as competências que têm lacunas na organização, ou seja, aquelas que obtiveram uma diferença positiva entre o grau de necessidade e o grau de presença. Para esta análise, não se utiliza ainda o parâmetro “ importância da competência para a organização”, este apenas será utilizado mais à frente no processo. Fonte: Rato et al (2007) Figura 4: Identificação das necessidades de formação Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 16 Na identificação da prioridade das necessidades de formação, deverão definirse prioridades (os casos mais problemáticos e/ou urgentes), em função dos GAPs identificados. Para isto deverá ter-se em conta o GAP existente (grau de necessidade – grau de presença) e o grau de importância das competências para a organização. Para o cálculo das prioridades deverá multiplicar-se o GAP identificado em cima pela importância relativa para a organização (um dos parâmetros que deverá constar do questionário para obtenção de dados). Por fim, mas nem por isso menos importante, é necessário estabelecer uma escala de graus de prioridade, ou seja, deverá estabelecer-se uma escala com períodos de prioridade e onde se indique o tipo de prioridade de formação da competência: curto prazo (prioridade elevada), médio prazo (prioridade média) e longo prazo (prioridade baixa). Fonte: Rato et al (2007) Quadro 1: Escala de Prioridade de Formação Importância da análise e descrição de funções: Importa realçar que antes de qualquer tentativa ou desejo de definir um plano de formação baseado no Modelo de Gestão de Competências, é importante garantir que se sabe exactamente qual é a situação actual dos recursos humanos de uma empresa, ou seja, saber o que fazem (ou deveriam fazer), para que servem, obrigações que se podem exigir do trabalho destes. Consegue-se obter esta informação a partir do descritivo funcional da organização. Se não existir, ou se estiver desactualizado, a primeira fase passa então pela realização deste descritivo. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 17 No sentido de tornar os trabalhadores o mais eficiente possível é crucial que eles saibam exactamente o cargo que ocupam e o porquê da existência deste. Um cargo/função é uma composição de todas as actividades desempenhadas por um trabalhador e que podem ser agrupadas num todo (Marras, 2000). Daqui, passa a representar uma posição formal no organograma da empresa. A descrição da função descreve as tarefas a serem executadas, isto é, o que a pessoa responsável por essa função deve fazer e como. Para além disto, a descrição da função deverá incluir também competências, conhecimentos e habilidades que deverão existir para o correcto desempenho da função (Marras, 2000). Para um correcto levantamento de informações deverão ser utilizadas várias técnicas, usadas conjuntamente, quando apenas um dos métodos não é suficiente para a obtenção de toda a informação necessária, ou apenas uma: i) observação in loco (este método é mais utilizado para funções de fábrica e produção e as informações levantadas deverão ser incluídas num formulário específico e apropriado), ii) entrevista com o detentor do cargo (agendamento de uma reunião com o detentor do cargo, obtendo informações com uma entrevista semiestruturada) e iii) questionário ao ocupante do cargo (utilizando um formulário elaborado pelo gestor de recursos humanos) (Marras, 2002). A descrição de função deve incluir os aspectos primordiais, através da identificação das actividades desenvolvidas pelo titular. É importante que a descrição de funções seja a mais completa e objectiva possível (Peretti, 1997). Para que esta descrição seja o mais correta e transversal possível é necessário que abranja toda a organização e não apenas alguns cargos, só desta forma se poderá obter informações totalmente realistas. Isto acontece porque muitas das vezes o estudo da análise de funções é feito através da comparação entre vários cargos (Marras, 2000). De seguida apresentam-se os principais pontos a incluir numa descrição de funções: 1. Título da função 2. Missão/objectivo da função 3. Informações hierárquicas (chefe imediato, subordinados, código do cargo) 4. Tarefas (podem estar divididas entre “tarefas nucleares”, “tarefas críticas” e “outras tarefas”) Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 24 Unidade de análise: Desde cedo que este foi um ponto crítico no planeamento deste projecto. O ideal seria que todas os trabalhadores fossem abrangidos desta análise de eventuais necessidades de formação. No entanto, e dado o período de 3 meses de estágio, sentiuse uma necessidade de priorizar os objetivos. De acordo com o pedido da empresa, indispensável para o projecto era avaliar os trabalhadores hierarquicamente mais baixos, ou seja, todos os que não fazem parte da Administração e Direção Departamental. Por outro lado, alguns trabalhadores não foram possíveis de avaliar, uma vez que fazem parte de uma área de produção nova e portanto ainda não existe informação mínima para avaliação, esta área é chamada de Produção BARTOPS e insere-se no departamento de Produção de rolhas. Também as empregadas de limpeza da fábrica não foram inseridas neste projecto porque não fazem parte de nenhum departamento da organização nem respondem directamente a ninguém. Concluiu-se então, que foram analisados 132 trabalhadores. Na fase de descrição de funções, incluíram-se também os trabalhadores com função de Direção (ou que respondam diretamente à Administração), perfazendo um total de 141 trabalhadores. Estes 141 trabalhadores estão integrados em 10 departamentos distribuídos pelas três unidades industriais da Cork Supply Portugal: Montijo (CSP3), São Paio de Oleiros (CSP1) e Rio Meão (CSP2). Distribuição de trabalhadores da Cork Supply Portugal por género: Género Nº de trabalhadores Feminino 70 Masculino 71 Total 141 Distribuição de trabalhadores da Cork Supply Portugal por departamento: Departamento Nº de trabalhadores Financeiro 6 Administrativo 3 Compra de rolhas 6 Controlo de Qualidade 10 Investigação e Desenvolvimento 7 Industrial 35 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 25 Produção de rolhas 34 Operações CSP2 28 Comercial 5 Operações CSP3 14 Total 152 De notar que esta última distribuição requer alguns comentários especiais. Desta lista não constam 4 dos 6 Administradores por não estarem diretamente relacionados com nenhum departamento específico. Por outro lado, existem trabalhadores que fazem parte de dois departamentos e portanto foram contabilizados duas vezes nesta análise por ser impossível inseri-los apenas em um dos departamentos. Análise Organizacional Nesta primeira fase foi utilizada uma metodologia de análise qualitativa através da recolha de informação interna relevante, da qual se destacam: “Organigrama Funcional CSP”, “Diagramas do fluxo produtivo CSP”, “Políticas da Empresa: visão estratégica e missão CSP”, análise de informação contida no sítio electrónico da Cork Supply Portugal e ainda através de fontes internas, ou seja, através do contacto com trabalhadores e Directores das várias áreas funcionais. Esta visão global da organização permitiu obter uma noção mais clara e definida de todos os processos da empresa e da própria cultura vivida em todos os departamentos. A informação que se pretendia obter nesta fase era: - Missão da Cork Supply Portugal - Visão da Cork Supply Portugal - Objectivos da Cork Supply Portugal - Compromisso estratégico da Cork Supply Portugal Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 26 O resultado final desta fase passará pela construção de uma Matriz SWOT, através de uma análise interna (forças e fraquezas) e de uma análise externa (oportunidades e ameaças). Segue-se uma tabela resumo deste processo de Análise da Organização: Etapa Actividades Metodologia Produto final Análise Organizacional Identificação da missão, visão, objectivos e compromisso estratégico da Cork Supply Portugal Documentação interna, Sítio electrónico, Contacto com trabalhadores Análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) da Cork Supply Portugal Quadro 3: Quadro resumo da análise da organização Análise funcional: Para a análise das funções de toda a Cork Supply Portugal foram precisas 5 semanas de trabalho. Em situações ideais, nem seria necessário passar por esta etapa na construção da matriz de competências, no entanto, a maior parte dos departamentos não tinha um descritivo funcional ou este estava desactualizado (a última versão datava de 2006). Desta forma, foi necessário definir ou redefinir as funções constituintes de cada departamento funcional da empresa para conseguir, mais tarde, identificar as competências necessárias para o desempenho de cada uma delas. Quando existente, o documento de “Descrição de função” foi reestruturado, uma vez que alguma informação que constava neste documento não fazia sentido (exemplo: data de impressão – esta informação não é de todo útil constar no documento “descritivo funcional”), outra informação estava desactualizada (exemplo: morada – a morada que constava no documento estava desatualizada com a morada antes de mudanças de instalações) e por outro lado, alguma informação importante estava em falta (exemplo: posicionamento hierárquico, pessoa responsável pela função). Para esta fase, análise funcional, foi redigido um guião de entrevista semiestruturada (anexo 1) a ser feita a todos os Directores de Departamento. Esta entrevista Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 27 tinha como objectivo a definição e caracterização do Departamento em questão, de forma geral mas abrangendo todas as áreas do mesmo. Efetuaram-se por isso 9 entrevistas nesta fase. Importa realçar que, para além, de reuniões com Directores de Departamento também foi necessário, recorrer a bibliografia existente sobre análise e descritivo funcional, para se definir o título correcto e real de algumas funções (exemplo: foi recrutado, durante a realização deste projecto, um trabalhador para o Departamento Comercial. Inicialmente, ainda no processo de recrutamento, esta função foi identificada como “Assistente de Marketing”, no entanto, depois de definidas as funções e tarefas que esse trabalhador iria desempenhar, verificou-se que este título não estava correcto. Foi feita uma reunião entre Estagiário, Direcção Comercial e Direcção Geral onde se analisou a informação recolhida pelo estagiário e a informação disponibilizada pelas Direcções quanto às funções e tarefas daquele trabalhador, e se concluiu que o nome da função deveria ser “Gestor de Comunicações”). Como resultado desta fase, definiram-se as várias funções, da Cork Supply Portugal tendo como requisito-base, imposto pela Direção Geral, a “homogeneização de nomenclatura de funções na Cork Supply Portugal”. Por outras palavras, o objectivo seria uniformizar o título atribuído a cada função, para assim se obter uma estrutura hierárquica clara de toda a organização e para que não existissem diferenciações de cargos para trabalhadores que tinham as mesmas funções e tarefas. Na atribuição de títulos às funções tentou-se criar uma hierarquização que fosse, mais ou menos, constante em todos os departamentos. O esquema principal que foi definido com os Directores Departamentais foi o que se segue na figura abaixo: Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 28 Obviamente, que nem todas as áreas têm todas as funções, expostas no esquema em cima, ou seja, o ajustamento foi feito olhando para o Departamento de forma funcional, tentando retratar o mais possível a realidade existente. Existem algumas áreas dentro de alguns Departamentos onde não existe a função técnica, ou seja, quando apenas uma pessoa fica com a função. Nestes casos, não fazia sentido identificá-la como Supervisor ou como Chefe de equipa, pois não existia ninguém para supervisionar nem existia nenhuma equipa. Então para estes casos, criouse outro esquema hierárquico: Por outro lado, existem departamentos que dada a sua complexidade e especificidade não permitem que se faça esta análise tão abrangente. Fala-se de departamentos como o Comercial ou de Logística & Stocks (CSP2). Diretor Supervisor Chefe de equipa Técnicos ou Operadores Auxiliar de supervisão Diretor Responsável pela área Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 29 Durante esta fase, sentiu-se a necessidade de construir organogramas funcionais por departamento para ser mais fácil a visualização estrutural do departamento e para se perceber, de forma visual, a quem reporta e a quem responde cada função. Depois de definidas as funções, que resultaram num total de 91 funções, fez-se corresponder a cada uma delas um número/código para que se conseguissem identificar mais rapidamente. Para além disso, garantia-se assim que cada função era única e inconfundível. Para a codificação de cada função, usou-se uma metodologia básica: 1º Algarismo: Identificação da empresa Cork Supply 1 (CSP1): 1 Cork Supply 2 (CSP2): 2 Cork Supply 3 (CSP3): 3 2º Algarismo: Identificação do departamento CSP1: Departamento Administrativo: 1 Departamento Compra de rolhas: 2 Departamento Controlo de Qualidade: 3 Departamento Investigação e Desenvolvimento: 4 Departamento Industrial: 5 Departamento Produção de rolhas: 6 CSP2: Departamento Customer Service: 1 Departamento Controlo de Qualidade: 2 Departamento Produção: 3 Departamento Logística e Transportes: 4 Departamento Comercial: 5 3º Algarismo: Identificação da área departamental Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 30 Esta divisão nem todos os departamentos a têm, nestes casos utiliza-se o algarismo zero (0) para que no fim todas as funções têm o mesmo número de algarismos. Para os outros casos, identificaram-se cada uma das áreas com um algarismo (começando no 1). Uma vez que esta definição das áreas é muito específica face ao departamento em causa, esta informação apenas surge no anexo 3. 4º Algarismo: Identificação da sub-área departamental Esta divisão nem todos os departamentos têm, nestes casos utiliza-se o algarismo zero (0) para que no fim todas as funções têm o mesmo número de algarismos. Para os outros casos, identificaram-se cada uma das áreas com um algarismo (começando no 1). Uma vez que esta definição das áreas é muito específica face ao departamento em causa, esta informação apenas surge no anexo 3. 5º Algarismo: Identificação da função Numerou-se cada uma das funções em cada sub-área do departamento através de algarismos nominais, começando no número um (1). Para a descrição de responsabilidades/tarefas foi aproveitada alguma informação existente (Documento: Descrição de Funções Cork Supply Portugal), mesmo que estando, na maior parte dos casos, desactualizada, não deixava de ser uma óptima base de trabalho. Para além disso, também foi discutido, pormenorizadamente, com o Director de Departamento correspondente, através de reuniões marcadas para o efeito. Director(a) Departamento AM Diretor Departamento Investigação e Desenvolvimento AR Diretor Adjunto Departamento Financeiro e Recursos Humanos AC Diretor Departamento Controlo de Qualidade FM Diretor Departamento Produção de rolhas MO Diretor Departamento Industrial PC1 Diretor Departamento Comercial PC2 Diretor Departamento Compra de rolhas PC3 Diretor Departamento Controlo de Qualidade RF Diretor Departamento Operações CSP2 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 31 FA Diretor Departamento Operações CSP3 Alguma informação extraordinária foi conseguida pelo estagiário pela via da observação no posto de trabalho. Toda a informação recolhida foi validade pela Direção Departamental e pela Administração. Foi dado um foco muito considerável nesta fase do processo pois era crucial que a função fosse bem descrita, para se poder avançar para a fase seguinte, sem erros. Segue-se um quadro resumo deste processo de Análise Funcional: Etapa Actividades Metodologia Produto final Análise Funcional Re-estruturação do documento “Descrição de funções”; definição da estrutura hierárquica principal e secundária; atribuição de códigos a cada função Documentação interna (descrição de funções); reuniões com Directores Departamentais; observação directa no posto de trabalho; consulta de documentos de apoio à descrição de funções (disponibilizado pela empresa) Identificação de cada uma das funções da Cork Supply; descrição de responsabilidades de cada função; construção de organogramas funcionais de cada departamento Quadro 4: Quadro resumo da Análise Funcional Análise de competências e diagnóstico das necessidades de formação: Na análise de competências da Cork Supply Portugal utilizou-se uma metodologia de investigação-ação. Todo o projeto foi construído baseando-se nos dois modelos referidos anteriormente: Borges-Andrade e Lima (1983) e Rato et al (2007). Apesar de estes modelos falarem de avaliação de necessidades de formação, estes mesmos autores afirmam que aquela não pode ser feita se não existir uma clara definição das funções dos vários trabalhadores da empresa. Só com esta informação bem definida se poderá então analisar as competências necessárias para o desempenho da função, e Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 32 posteriormente diagnosticar as necessidades de formação. Para os autores em causa, este descritivo funcional não faz parte do modelo de avaliação de necessidades de formação, mas sim fazendo parte dos preparativos deste mesmo modelo. A primeira fase desta análise passou pela marcação de reuniões com Directores (10) de Departamento e respectiva supervisão (10). Fizeram-se 20 reuniões: Director(a) Departamento AM Departamento Investigação e Desenvolvimento AR Diretor Departamento Financeiro e Recursos Humanos AC Diretor Departamento Controlo de Qualidade FM Diretor Departamento Produção de rolhas MO Diretor Departamento Industrial PC1 Diretor Departamento Comercial PC2 Diretor Departamento Compra de rolhas PC3 Diretor Departamento Controlo de Qualidade RF Diretor Departamento Operações CSP2 FA Diretor Departamento Operações CSP3 Supervisor(a) Departamento AT Departamento Industrial CR Departamento Operações CSP2 DP Departamento Industrial JB Departamento Industrial JR Departamento Operações CSP2 JS Departamento Industrial NM Departamento Operações CSP2 RS Departamento Produção de rolhas RPS Departamento Industrial VP Departamento Controlo de Qualidade De salientar que não foram entrevistados três supervisores: Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 33 - RN: Supervisor de Produção CSP3 - SD: Supervisor Controlo de Qualidade Mecânica (CSP2) - SC: Supervisor Controlo de Qualidade das Amostras (CSP2) Relativamente ao Supervisor de Produção da CSP3, o agendamento da reunião não foi possível devido à distância. Os custos relativos à deslocação até ao Montijo não justificavam os proveitos potenciais. Na unidade industrial do Montijo existem apenas 13 trabalhadores pelo que o próprio Diretor tem contacto direto diário com todos. Neste caso apenas houve reunião com o Diretor de Operações CSP3. De notar que, com as Supervisoras de Controlo da CSP2 não se fizeram reuniões porque uma delas está de licença de maternidade (Supervisora de Controlo de Qualidade das Amostras) e uma vez que têm papéis muito semelhantes, não faria sentido agendar uma reunião com uma e não com a outra. Resolveu-se então, agendar a reunião apenas com a Diretora de Operações CSP2. Destas reuniões, identificaram-se competências necessárias para cada uma das funções de cada um dos departamentos da Cork Supply Portugal. Construiu-se, então, uma lista de competências técnicas e comportamentais para cada departamento tendo em conta um total de 83 competências da Cork Supply Portugal. Em cada competência, o estagiário acrescentou a definição, para que, quando se fizer uma atualização de funções, a informação nova esteja de acordo à informação já existente. Toda a informação foi reunida num documento, que pode ser consultado no anexo 7: “Reportório de competências Cork Supply Portugal”. Desta fase, obteve-se como produto final a Matriz de competências Cork Supply Portugal, apenas com a indicação das competências necessárias por cada função, sem especificar o nível de necessidade pretendida. De salientar que, nesta fase foi possível identificar que algumas competências apareciam repetidamente em todas as funções da Cork Supply Portugal. Desta feita, no presente projecto foram analisados dois tipos de competências, nomeadamente: i) competências denominadas na literatura por competências transversais (competências Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 40 Oportunidades: • Inserida numa região privilegiada do mercado da cortiça • Investimento constante no mercado da cortiça • Grande procura do produto (a cortiça e mais precisamente as rolhas de cortiça continuam a ser um produto muito procurado em Portugal e no Mundo) • Publicidade no mercado nacional • Clientes nacionais • Grande peso da exportação • Caraterísticas intrínsecas invulgares e únicas nas propriedades físico-químicas das rolhas • Aplicação de um novo modelo de gestão: LEAN (Melhoria Contínua) • Mercado verde, sustentável e ecológico Ameaças: • Produtos substitutos – vedantes sintéticos • Sinistros (produto altamente inflamável, e quase impossível de recuperar) • Dependência do desenvolvimento do setor agrícola-florestal – fornecedores • Custos associados a prospecção de mercado (nacional e internacional) • Dependência do estado das economias dos países dos seus clientes • Condições meteorológicas • Rigoroso controlo de qualidade externo • TCA (também conhecido como “cheiro a rolha”) Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 41 Desta análise e através do contacto direto com os diretores, trabalhadores e administração, constatou-se que algumas competências estavam em falta enquanto organização: conhecimentos técnicos e teóricos do Modelo de Gestão LEAN (Melhoria Contínua) e por consequentemente foi referida a necessidade de os trabalhadores da Cork Supply Portugal terem maior abertura à mudança pois nos dias que correm o ambiente organizacional é muito volátil, ou seja, está constantemente em mudança. Da informação documental disponibilizada pela empresa e do próprio site foi possível retirar também outras informações. A missão da Cork Supply passa pelo esforço e dedicação em ser “o parceiro de maior confiança e credibilidade, fornecendo os melhores produtos da classe, empregando especialistas excepcionais e actuando sempre orientado para a qualidade dos seus produtos e serviços e a satisfação dos seus clientes”. De uma forma geral, a visão da Cork Supply passa pela satisfação do cliente, garantindo a qualidade e igualdade social através da implementação de práticas sustentáveis e no foco constante na inovação. Como líderes globais da indústria, concentram-se no sucesso empresarial a longo prazo, através da produção e distribuição de produtos e serviços vinícolas de qualidade superior, sem nunca perder de vista os objectivos de: Desenvolver parcerias a longo prazo com os clientes e fornecedores. Ir consistentemente ao encontro das expectativas dos seus clientes com a qualidade dos nossos serviços e produtos. Trabalhar sempre com honestidade, integridade e respeito. Procurar a excelência em tudo o que fazem. Promover a mudança e encorajar a inovação Oferecer aos colaboradores um local de trabalho desafiante e gratificante, que inspire lealdade e sucesso. Respeitar o ambiente em que opera. Maximizar o retorno dos accionistas. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 42 Operações CSP3 Francisco Castro e Almeida Compra de cortiça Compradores de cortiça Preparação de cortiça Supervisor de Produção Operadores Traçamento Cozedura Manobra Auxiliar de Supervisão Nas palavras da Diretora do departamento de Investigação e Desenvolvimento, um trabalhador CSP é “uma pessoa que gosta de trabalhar em equipa, que esteja disponível para ouvir e que não se acanhe de dar a sua opinião, respeitando as hierarquias”. O Diretor Industrial definiu-o como: “alguém competente, de boa índole e ambicioso”. Também da análise organizacional surgiram outros resultados, tal como foi referido na metodologia: construíram-se organogramas funcionais por departamento, através da informação recolhida junto dos Diretores e pela observação direta, que permitem uma melhor visualização das áreas e cargos existentes na Cork Supply Portugal. Segue em baixo um dos organogramas construídos: Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 43 Durante esta fase de integração do estagiário na filosofia da Cork Supply Portugal, constatou-se que a informação descrita no organograma geral da empresa estava desatualizada: áreas departamentais inexistentes, omissão de algumas áreas importantes, administração incompleta. O estagiário em conjunto com os directores departamentais e com a própria Administração construiu um organograma atualizado: Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 44 Análise funcional: Quanto à análise funcional, identificaram-se 91 funções para os 10 departamentos da Cork Supply Portugal (CSP1, CSP2 e CSP3), num total de 153 pessoas. Segue tabela discriminada do número de funções em cada categoria: Função de Direção Departamental 10 Função de Supervisor/Responsável 25 Função de Auxiliar de Supervisão 4 Função de Chefe de equipa 6 Técnicos/Operadores 33 Funções Específicas 13 TOTAL 91 A função de Direção Departamental existe em cada um dos departamentos (10). Para cada uma das 11 funções de Direção, foi criado um descritivo funcional. No caso da função de supervisão/responsável, esta aparece nos departamentos onde existem áreas suficientemente específicas e onde existe alguém responsável por uma equipa de trabalho. Para cada uma das 25 funções de supervisão/responsável, foi criado um descritivo funcional. Exemplo: Departamento Industrial: dentro da área de Operações, existem três grandes áreas: 1. Fabricação 2. Acabamento intermédio 3. Logística Para cada uma destas áreas existe um supervisor que reporta diretamente ao Diretor Industrial e que tem a seu cargo uma equipa de trabalho. A função de “Auxiliar de Supervisão” surge em apenas 4 áreas, pois nem todas têm necessidade de ter alguém a auxiliar o Supervisor na gestão operacional. Para cada uma das 4 funções de auxiliar de supervisão, foi criado um descritivo funcional. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 45 Os chefes de equipa surgem quando dentro de uma área de responsabilidade de um supervisor, existem várias equipas de trabalho. Para cada uma das 6 funções de chefe de equipa, foi criado um descritivo funcional. Exemplo: Departamento Produção de Rolhas, área DSL: Nesta área deste departamento existem quatro grupos de trabalho e portanto, existe um chefe de equipa responsável pelo desempenho de cada uma das equipas de trabalho. A função de operador/técnico é a responsável pelo trabalho operacional e responde diretamente a um dos três cargos referidos anteriormente: chefe de equipa, supervisor ou ao diretor departamental. Para cada uma das 33 funções de operador/técnico, foi criado um descritivo funcional. Relativamente às restantes funções, consideram-se específicas, na medida em que não cumprem a hierarquia geral definida para esta organização (Diretor – Supervisor – Auxiliar de supervisão – Técnico/Operador). Estas são: 1. Assessora de Administração 2. Auxiliar Departamental 3. Comprador de cortiça 4. Comprador de rolhas 5. Controlador de lotes 6. Fiel de Armazém 7. Gestor de Comunicações 8. Gestor de Desenvolvimento de Produto 9. Investigadora Cientista 10. Secretária de Administração 11. Secretária Departamental 12. Vendedor de rolhas Foram então criados 91 descritivos funcionais que podem ser consultados no anexo 2 e que registam os seguintes pontos: Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 46 Identificação da empresa (morada e logo) Departamento Designação da função Código da função Missão da função Pessoa responsável pela função Posicionamento hierárquico (imediatamente superior e inferior) Principais atribuições e responsabilidades Competências requeridas para a função: o Formação académica o Competências técnicas – formação profissional o Competências transversais o Competências específicas Análise de competências: A análise de competências com o objectivo de identificar eventuais necessidades de formação, foi feita a todas as funções da Cork Supply Portugal com as seguintes excepções: 1. Diretor Financeiro 2. Diretor Financeiro Adjunto 3. Diretor de Compra de Rolhas 4. Diretor de Controlo de Qualidade 5. Diretor de Investigação e Desenvolvimento 6. Diretor Industrial 7. Diretor de Produção de Rolhas 8. Diretor de Operações CSP2 9. Diretor Comercial 10. Diretor de Operações CSP3 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 47 11. Gestor de Desenvolvimento de Produto 12. Responsável Plant Engineering 13. Responsável de Licenciamento de Unidades Industriais 14. Responsável de Higiene e Segurança no Trabalho 15. Responsável de Planeamento de Produção 16. Responsável de Sistemas de Informação Também outras funções foram analisadas em conjunto por terem funções muito semelhantes a nível de necessidades técnicas e comportamentais: 1. Técnico de Expedição Grupo e Técnico de Expedição CSP2 2. Técnico de Customer Service de Encomendas e Técnico de Customer Service de Logística e Transportes 3. Operadores de Produção da CSP2 (marcação, tratamento, expedição, escolha electrónica, escolha manual, embalamento e humidificação). Desta forma, avaliou-se em 66 funções as necessidades de formação tendo em conta o GAP de competências: Função de Supervisor/Responsável 20 Função de Auxiliar de Supervisão 4 Função de Chefe de equipa 6 Técnicos/Operadores 24 Funções Específicas 12 TOTAL 66 Dos questionários efectuados a Diretores e Supervisores saíram os seguintes resultados: - Matriz de Competência por Departamento, incluindo todas as funções (Anexo4); - Matriz de GAP de Competências por Departamento, incluindo todas as funções (Anexo 5); - Matriz de Prioridades de Necessidades de Formação por Departamento, incluindo todas as funções (Anexo 6). Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 48 A análise de resultados será feita apenas para um Departamento, pois para os restantes o estudo é basicamente o mesmo, de qualquer maneira, as matrizes para os restantes departamentos aparecem em anexo, para consulta. Resultados: Departamento de Operações CSP3 1. Matriz de Competências: A Matriz de competências tem como principal objectivo, a identificação das competências necessárias para o desempenho das funções. Por outro lado, também permite a perceção das competências com maior peso em cada função, uma vez que as competências foram avaliadas (de 0 a 3) segundo o grau de necessidade para o desempenho da função. Apenas as competências que tiveram uma avaliação superior a “1 – Competência em causa é pouco necessária para o desempenho da função” foram incluídas nesta Matriz e analisadas nas Matrizes seguintes. Isto porque, o que é verdadeiramente relevante para a organização é perceber que competências são necessárias (“2” na escala definida) ou imprescindíveis (“3” na escala definida). Segue-se então a Matriz de Competências do Departamento de Operações CSP3 e respetivo grau de necessidade. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 49 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 56 A Matriz de Prioridades de Formação permite, de uma forma rápida, identificar as áreas com maior necessidade de formação, ou seja, onde é mais urgente a formação dentro das várias funções do departamento. Da tabela anterior concluiu-se as áreas onde era necessária formação, nesta tabela priorizamos estas necessidades usando o parâmetro “importância relativa para a organização). Da análise da Matriz de Prioridades de formação foram retiradas as seguintes informações: Compradores Supervisor de Produção Auxiliar de Supervisão Operadores de traçamento Operadores de cozedura Operadores de manobra Número de competências com prioridade positiva, por função 17 17 16 14 14 16 Total de competências com prioridade reduzida, por função 9 7 14 14 12 16 Total de competências com prioridade média, por função 8 8 2 0 2 0 Total de competências com prioridade elevada, por função 0 2 0 0 0 0 Número de competências técnicas com prioridade reduzida, por função 0 2 0 0 0 0 Número de competências técnicas com prioridade média, por função 4 5 1 0 2 0 Número de competências técnicas com prioridade elevada, por função 3 3 8 5 4 6 Número de competências comportamentais com prioridade reduzida, por função 0 6 7 9 8 10 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 57 Número de competências comportamentais com prioridade média, por função 4 2 1 0 0 0 Número de competências comportamentais com prioridade elevada, por função 6 4 6 6 6 7 Conclui-se então que, nas funções hierarquicamente inferiores, existe um maior número de prioridades de formação reduzidas. Por outro lado, as competências com prioridade média ou elevada (necessidade de formação no curto prazo) de formação surgem com maior frequência nas funções superiores. Especificando quanto à prioridade elevada de formação apenas o Supervisor têm défices a este nível: “Conhecimentos de LEAN Production” e “Conhecimento de línguas: Inglês”. Relativamente ao tipo de competências, as competências específicas são as que têm maior número de necessidades de formação com prioridade positiva. Segue-se o resultado final de toda a análise feita, isto é, as necessidades de formação de cada função, por ordem de urgência: Legenda: E – Competência Específica T – Competência Transversal (1ª coluna) T – Competência Técnica (2ª coluna) C – Competência Comportamental Prioridade Elevada: [6 ; 9] – Vermelho Prioridade Média: [3 ; 6 [ - Laranja Prioridade Reduzida: ]0,5 ; 2,9] - Verde Compradores E T Conhecimentos de línguas: Francês 4,0 E T Conhecimentos de línguas: Espanhol 3,0 E T Conhecimentos de línguas: Inglês 3,0 E T Conhecimentos no atendimento a pessoas externas à CSP 3,0 E C Capacidade de negociação e persuasão 3,0 T C Capacidade de resolução de problemas e providenciar soluções 3,0 T C Capacidade de comunicação eficaz, assertividade 3,0 E C Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia 3,0 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 52 E T Conhecimentos de gestão de projectos 2,0 E T Conhecimentos de traçamento e de manejo da faca na limpeza da cortiça 2,0 E T Conhecimentos na área administrativa 2,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 2,0 E C Concentração, foco no trabalho, meticulosidade 2,0 E C Organização 2,0 E C Persistência e determinação 2,0 E C Perspicácia 2,0 E C Promoção da propensão ao risco 1,0 Auxiliar de Supervisão E T Conhecimentos no atendimento a pessoas externas à CSP 4,0 T C Capacidade de resolução de problemas e providenciar soluções 4,0 T T Conhecimentos de informática - Office 2,0 E T Conhecimentos de LEAN PRODUCTION 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Espanhol 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Francês 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Inglês 2,0 E T Conhecimentos de traçamento e de manejo da faca na limpeza da cortiça 2,0 E T Conhecimentos no funcionamento de caldeiras 2,0 E T EXCEL 2,0 T C Capacidade de comunicação eficaz, assertividade 2,0 E C Capacidade para conciliar múltiplas tarefas 2,0 E C Espírito crítico 2,0 E C Perspicácia 2,0 T C Trabalho em equipa 2,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 1,0 Operadores de cozedura E T Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho 3,0 E T Conhecimentos no funcionamento de caldeiras 3,0 E T Conhecimentos de LEAN PRODUCTION 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Inglês 2,0 E T Conhecimentos no atendimento a pessoas externas à CSP 2,0 T C Boa disposição, empatia, promoção de bom ambiente de trabalho 2,0 T C Capacidade de compreensão e relacionamento interpessoal 2,0 T C Capacidade de resolução de problemas e providenciar soluções 2,0 E C Organização 2,0 T C Trabalho em equipa 2,0 E T Conhecimentos de utilização das TIC 1,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 1,0 E C Foco no cliente 1,0 E C Sentido estético 1,0 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 53 Supervisor Preparação de cortiça E T Conhecimentos de LEAN PRODUCTION 6,0 E T Conhecimentos de línguas: Inglês 6,0 E T Conhecimento em construção de indicadores de desempenho 3,0 E T Conhecimentos de traçamento e de manejo da faca na limpeza da cortiça 3,0 E T Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho 3,0 E T Conhecimentos no atendimento a pessoas externas à CSP 3,0 T T NAVISION 3,0 E C Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade, flexibilidade 3,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 3,0 E C Organização 3,0 E T Conhecimento das práticas e procedimentos do departamento 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Espanhol 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Francês 2,0 E C Capacidade de escuta ativa 2,0 E C Capacidade para conciliar múltiplas tarefas 2,0 E C Foco no cliente 2,0 E C Sentido estético 1,0 Operadores de traçamento E T Conhecimentos de LEAN PRODUCTION 2,0 E T Conhecimentos de línguas: Inglês 2,0 E T Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho 2,0 E T Conhecimentos no atendimento a pessoas externas à CSP 2,0 E T Conhecimentos no funcionamento de caldeiras 2,0 E C Assiduidade e pontualidade 2,0 T C Boa disposição, empatia, promoção de bom ambiente de trabalho 2,0 T C Capacidade de compreensão e relacionamento interpessoal 2,0 T C Capacidade de resolução de problemas e providenciar soluções 2,0 E C Concentração, foco no trabalho, meticulosidade 2,0 T C Trabalho em equipa 2,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 1,0 E C Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia 1,0 E C Foco no cliente 1,0 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 54 Operadores de manobra E T Conhecimentos de LEAN PRODUCTION 2,0 E T Conhecimentos em classificação de cortiça 2,0 E T Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho 2,0 E T Conhecimentos na avaliação da qualidade dos produtos intermédios e finais 2,0 E T Conhecimentos no funcionamento de caldeiras 2,0 E T Curso de empilhadores 2,0 E C Assiduidade e pontualidade 2,0 T C Boa disposição, empatia, promoção de bom ambiente de trabalho 2,0 T C Capacidade de compreensão e relacionamento interpessoal 2,0 E C Capacidade de liderança, gestão e coordenação 2,0 T C Capacidade de resolução de problemas e providenciar soluções 2,0 E C Capacidade para conciliar múltiplas tarefas 2,0 E C Concentração, foco no trabalho, meticulosidade 2,0 T C Trabalho em equipa 2,0 E C Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia 1,0 E C Foco no cliente 1,0 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 55 Discussão e Conclusões: No final do estágio, conclui-se que este projeto foi bem sucedido na medida que tanto a empresa como o estagiário conseguiram retirar dele valiosos contributos. A nível pessoal posso dizer que foi das experiências mais gratificantes e onde mais aprendi pois pude finalmente por em prática alguns dos conhecimentos adquiridos durante o mestrado em Economia e Gestão de Recursos Humanos. Estes conhecimentos adquiridos, em conjunto com toda a revisão bibliográfica feita inicialmente, garantiu um constante foco no resultado final e nos passos necessários para o obter. Tudo isto fez com que o projeto fosse bem-sucedido, respondendo totalmente aos pedidos feitos pela empresa. Também nesta fase não posso deixar de referir que sem o apoio constante da empresa nada disto seria possível. Para a Cork Supply Portugal, e nas palavras da Administração “Era exatamente isto que nós precisávamos aqui na empresa. Parabéns e obrigada!”, o projeto também correu bem. Enquanto o projeto era finalizado e os dados eram analisados, vários directores e mesmo trabalhadores quiseram saber o que se estava a concluir. Não esquecendo que, os trabalhadores que não fizeram parte deste projeto diretamente, desde o início que souberam que iam ser avaliados pelos seus directores e supervisores, desta forma, também sentiam grande curiosidade em saber os resultados (esta foi a primeira vez que foi feita qualquer tipo de avaliação global aos trabalhadores da empresa). Apesar de positivo este interesse por parte de todos os trabalhadores, neste último grupo de trabalhadores o interesse seria provavelmente relativo à sua avaliação e não tanto nos resultados do projeto em si, ou seja, a avaliação das necessidades de formação. Por outro lado, alguns diretores referiram que um estudo destes lhes fazia muita falta, para pelo menos, conseguir provar que é preciso formação profissional que tenha resultados diretos na eficácia e eficiência dos seus trabalhadores. Ainda durante a fase final do estágio, os directores começaram a discutir os resultados obtidos pelos inquéritos e análise de dados obtida. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 56 O grande objetivo deste projeto passava por avaliar e diagnosticar as necessidades de formação da Cork Supply Portugal. De uma forma geral, concluiu-se que existem áreas com níveis de necessidade de formação elevados e que portanto, apresentam um elevado potencial de crescimento. Todos os departamentos têm défices de competências, uns em situações mais preocupantes que outros, mas todos os departamentos têm espaço de melhoria. Esta situação parece de alguma forma normal, uma vez que em nenhum momento tinha sido avaliada a situação dos recursos humanos desta empresa e portanto, se existiam fragilidades elas nunca tinham sido expostas tal como foi feito neste projeto. A informação recolhida também pode ser útil para outro tipo de análise na organização. Já foi referido atrás que o grande objectivo da Cork Supply Portugal, passa por garantir uma gestão estratégica de recursos humanos, transversal a toda a corporação. Esta gestão de recursos humanos tem como base a análise de competências e o GAP existente entre a situação ideal e a observada na empresa. Daqui, poderá retirar-se informação para sistema de avaliação de desempenho (os trabalhadores com menor GAP terão melhor avaliação de desempenho), modelo de retribuição salarial baseado na performance dos trabalhadores (quanto menor o GAP melhores retribuições salariais). Por outras palavras, uma vez que não existe um departamento de recursos humanos, é desejo da empresa que exista um modelo uniforme e transversal à empresa de gestão de pessoas: Modelo de Gestão por Competências. Claro está que, para este tipo de modelo de gestão fazer parte da rotina e quotidiano da empresa é preciso acima de tudo um papel muito presente da Administração e Direção. Neste tipo de médias empresas, os trabalhadores seguem muito os seus líderes e acabam por aderir a causas que os seus superiores aderem. Daquilo verificado durante o estágio, toda a Direção Departamental estava focada em implementar este modelo que já tinha sido “comprado” pela Administração. O caminho é longo e por vezes será complicado, mas todos têm vontade de atingir a meta: “Queremos ter as melhores práticas implementadas em toda a organização”, palavras de um Diretor Departamental. De notar que, todo o projeto ficou armazenado tanto em formato digital como em formato físico. O formato digital serve para futuras análises e atualizações, enquanto Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 57 que o formato físico permite uma análise mais rápida da informação. O formato físico encontra-se numa pasta preparada com toda a informação recolhida e devidamente separada por departamentos e contém também instruções de trabalho, permitindo assim a continuidade do projeto. Acredito piamente que este projeto não acabará no esquecimento porque foi um esforço significativo de todas as partes envolvidas e só foi levado a cabo porque se sentiu necessidade no dia-a-dia da empresa de ter tudo mais procedimentado. Por outras palavras, tentou-se que este projeto não fosse do estagiário mas sim de todos os trabalhadores Cork Supply Portugal, na verdade, sem eles nada disto seria possível nem sequer útil. Quanto às limitações deste estudo, a primeira e principal que se sentiu foi o facto de não existir um departamento de recursos humanos nem sequer a função por si só. Todo o trabalho foi feito de raiz e sem qualquer tipo de comparação, o que dificulta muito a abordagem e análise feita pelo estagiário que com apenas três meses de trabalho na organização não conseguiu compreender toda a dinâmica e cultura vividas no dia-adia. A nível de trabalho mais técnico, a maior limitação foi o facto de não ter sido possível falar com todos os trabalhadores da empresa quer para analisar e descrever as funções existentes quer para o questionário de necessidades de formação. Sem dúvida que sem o contributo destes, o projeto pode não refletir exatamente a situação atual, mas conseguir todas estas respostas seria necessário bem mais que três meses de trabalho. Como tentativa de colmatar esta falha, pediu-se aos diretores e supervisores que avaliassem todos os trabalhadores para garantir pelo menos duas respostas para cada função fugindo assim ao eventual parcialismo. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 58 Bibliografia: · Armstrong, M. (2009), Armstromg’s Handbook of Human Resource Management Practice (11.ª Edição), Kogan Page Limited, London and Philadelphia. · Borges-Andrade, J.E. e Lima, S.M.V. (1983). Avaliação das necessidades de treinamento: um método de análise de papel ocupacional. Tecnologia Educacional, v. 12, n. 54, p. 6-22 · Brandão, H.P. & Guimarães, T.A. (2001). Gestão de competências e gestão de desempenho: Tecnologias Distintas ou Instrumentos de um mesmo construto? In Revista de Administração de Empresas, Jan./Mar., v. 41, n.1, p. 8-15, São Paulo. · Camara, Pedro B. et al., (2001). Humanator 2001, Recursos Humanos e Sucesso Empresarial, Lisboa: Publicações Dom Quixote. · Ceitil, M. (2004). Sociedade, Gestão e Competências. Lisboa: Ed. Silabo, · Ceitil, M. (2007). O papel da Formação no desenvolvimento de novas competências. In A. Caetano & J. Vala (Orgs.), Gestão de Recursos Humanos: Contextos, Processos e Técnicas (1 Ed.) (pp. 327-355). Lisboa: Editora RH. · Chiavenato, I. (2005). Gestão de Pessoas. Rio de Janeiro: Elsevier Editora. · Coelho, M. C. A. (2010). Diagnóstico de Necessidades de Formação. Tese de Mestrado em Gestão. Faculdade de Economia – Universidade de Coimbra. · Cruz, J. (1998). Formação profissional em Portugal: do levantamento de necessidades à avaliação. Lisboa: Edições Sílabo. Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 59 · Durand, T. (1998). Forms of Incompetence. Proceedings Fourth International Conference on Competence-Based Management. Oslo: Norwegian School of Management · Durand, T. (2000). L’aichimie de la compétence. Revue Française de Gestion, n.127, p. 84-102 · Franco, M. G. (2001). Gestión Humana Basada en Competencias (I): Teoría de Competencia. Disponível em: http://www.arearh.com/rrhh/Teoriadecompetencias.htm · Franco, M. G. (2001). Gestión Humana Basada en Competencias (II): Procesos de Gestión Humana Basados en Competencias. Disponível em: http://www.arearh.com/rrhh/procesosgestionhumana.htm · Goldstein, I. L. (1991).Training in work organizations. In M. D. Dunnette & L. M. Hough (Eds.), Handbook of industrial and organisational psychology (pp.507619). 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Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Capacidade de escuta ativa Competências Transversais Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Competências Específicas Competências técnicas Competências comportamentais Garantir toda a logística necessária para a realização de eventos internos que tenham representação da Administração Apoiar a Administração na realização de reuniões internas e externas Gerir toda a área de Customer Service do Grupo: registo informático de ordens de compra, gestão do processo de exportação e apoio constante no atendimento a clientes do Grupo. Responsável pela área de Medicina no Trabalho para todos os trabalhadores CSP. Formação académica Formação superior DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Administrativo Pessoa responsável Benilde Teixeira Missão da função Garantir o apoio constante à Administração, realizando tarefas de foro administrativo. Administração Assessora da Administração Competências requeridas para a função Designação da função Assessora da Administração Código 12001 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 67 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Conhecimento dos procedimentos do departamento Conhecimento das práticas do departamento Departamento: Administrativo Pessoa responsável Teresa Fernandes Garantir toda a logística necessária para a realização de eventos internos que tenham representação da Administração Apoiar a Administração na realização de reuniões internas e externas Reencaminhamento de correspondência Gestão da receção do Fax Gerir e atualizar a base de dados de contactos telefónicos e de email Receção e atendimento Gestão do preenchimento das guias do transportador de contentores Executar tarefas administrativas de apoio a toda a organização: assessiria, secretariado, receção e atendimento. Secretária Administração Formação académica Formação superior Missão da função Competências técnicas Competências comportamentais Conhecimento dos fornecedores Conhecimentos de informática - Office Conhecimentos na área administrativa Conhecimentos no atendimento a pessoas externas Principais atribuições e responsabilidades Competências Específicas Competências Transversais Gestão do tempo Responsabilidade Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Organização EXCEL Conhecimentos de línguas: Francês Competências requeridas para a função Designação da função Secretária Código 12002 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 68 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação académica 12º ano escolaridade DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Administrativo Pessoa responsável Fernando Silva Diretor Industrial Técnico Administrativo Missão da função Executar serviços da rotina administrativa, envolvendo recepção e distribuição de correspondências e documentos, confecção de cópias, serviços externos e outras. Receber e distribuir correspondências e documentos Receber e transmitir recados na organização e de pessoas extenas Executar serviços externos junto a bancos, correios, cartórios, … Auxiliar em serviços simples de escritório, realizando outras tarefas de apoio administrativo Arquivar documentos internos, conforme procedimentos estabelecidos Garantir a receção e atendimento Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Carta de condução Competências Transversais Competências requeridas para a função Designação da função Técnico Administrativo Código 12003 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 69 c. Departamento Compra de Rolhas CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Compra de rolhas Diretor Compra de rolhas Pessoa responsável Paulo Couto (naturais e colmatadas) Piedade Calheiros (técnicas) Comprador Secretária de Compra de rolhas Missão da função Planejar e supervisionar todo o processo de aquisição de matériasprimas, visando garantir o abastecimento dos consumos necessários à produção e demais atividades da empresa. Competências técnicas Formação académica Formação superior Estabelecer relacionamento comercial com fornecedores Gerir toda a equipa do departamento de Compra de Rolhas Definir e planeamento de compras Gestão de encomendas Monitorização constante do processo de compra de rolhas naturais, colmatadas e técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Competências requeridas para a função Designação da função Diretor de Compra de Rolhas Código 13101 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 70 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Compra de rolhas Diretor Compra de rolhas Pessoa responsável Euclides Pinto Vasco Chaves Pedro Brito e Faro Comprador Secretária de Compra de rolhas Missão da função Prospeção de mercado Garantir o cumprimento do planeamento de compra de rolhas naturais e colmatadas Definir quantidades de compra de rolhas lavadas e em cru Recolher amostras para controlo de qualidade visual Negociar com fornecedores, garantindo o cumprimento dos parâmetros definidos pela Administração Classificar lotes nas diversas classes e defeitos de rolhas naturais e colmatadas Atribuir preços de rolhas em cru Verificar os parâmetros negociados no momento de entrega de lotes Acompanhar constantemente os lotes Competências técnicas Assegurar o abastecimento de rolhas naturais e colmatadas para produção, ao menor preço possível, dentro dos padrões estabelecidos de prazo e qualidade dos produtos e serviços. Formação académica 12º ano de escolaridade Competências comportamentais Providenciar soluções Conhecimento em CQ visual Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia Conhecimentos em valorização de lotes Organização Conhecimentos no atendimento a pessoas externas Foco na qualidade Competências Específicas Carta de condução Capacidade de negociação e persuasão Conhecimento dos fornecedores Capacidade de resolução de problemas Conhecimento geográfico da região Competências Transversais Competências requeridas para a função Designação da função Comprador de Rolhas Código 13102 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 71 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Responsabilidade DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Compra de rolhas Diretor Compra de rolhas Pessoa responsável Teresa Fernandes Comprador Secretária de Compra de rolhas Missão da função Garantir todo o apoio administrativo ao departamento de Compra de Rolhas. Competências técnicas Formação académica Formação superior Registar informaticamente as aberturas de ordem de compra Registo de todas as compras consideradas normais (Fornecedores A) Informar o departamento de logística da entrada de lotes Registar informaticamente os resultados do controlo de qualidade (GC-MS e Sensorial) Emitir ordens de faturação para fornecedores Registo informático de faturas ou notas de crédito Preparação da documentação de factoring Atualizar o departamento financeiro do ponto de situação do processo de compras Informar os responsáveis de situações relevantes (guias com mais do que 5 dias úteis) Atualizar base de dados de compras Atualizar bae de bados de margens brutas Atualizar documento com indicadores de desempenho do departamento (KPI’s) Competências comportamentais Gestão do tempo Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Conhecimento dos procedimentos do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento dos fornecedores Organização Conhecimentos de línguas: Francês Conhecimentos no atendimento a pessoas externas EXCEL Competências requeridas para a função Designação da função Secretária de Compra de Rolhas Código 13301 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 72 d. Departamento Controlo da Qualidade CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação superior Formação académica Elaborar orçamento anual para o departamento Coordenar o controlo da qualidade das compras de matérias-primas, da produção e da expedição de rolhas semiacabadas Gerir SYSTECODE, HACCP e FSC Assegurar o tratamento de reclamações Apoiar, a nível técnico, o departamento comercial Colaborar com os departamentos de I&D e da produção, no desenvolvimento de processos e produtos Representar a Cork Supply Portugal no Organismo de Normalização Setorial Gerir o Sistema de Gestão da Segurança Alimentar (HACCP) e cumprir todos os procedimentos Gerir, controlar e supervisionar as atividades na área de Controlo de Qualidade: expedição, qualidade visual, reclamações (Grupo e Não Grupo), testes laboratoriais e certificações. Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Controlo de Qualidade António Costa (gestão de laboratório, certificações e reclamações Europa) Piedade Calheiros (expedição, qualidade visual e reclamações Grupo) Missão da função Diretor de Controlo de Qualidade Supervisores e Responsáveis Administração DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Competências Específicas Competências Transversais Competências técnicas Competências comportamentais Competências requeridas para a função Designação da função Diretor de Controlo de Qualidade Código 14001 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 73 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros CRM e EXCEL Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Disponibilidade Conhecimento geográfico da região Conhecimentos de utilização das TIC Conhecimento em CQ mecânica, sensorial e Fis-Quim DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Controlo de Qualidade Valdemar Paiva Missão da função Assegurar a qualidade e conformidade dos produtos da empresa às normas oficiais, aos padrões estabelecidos internamente e às especificações dos clientes através de testes laboratoriais. Diretor de Controlo de Qualidade Supervisor de CQ Laboratório Chefe de equipa de CQ Laboratório Assegurar o cumprimento das actividades de controlo de qualidade, a nível de compras, processo produtivo e expedição. Assegurar interligação entre o departamento de CQ e os departamentos de produção (incluindo a prestação de serviços) e de compras (matérias-primas). Auxiliar o Director de Qualidade (DQ) na elaboração dos relatórios de análise de resultados. Participar na realização de ensaios específicos: análise sensorial. Responsável pelo inventário, calibração e verificação de Dispositivos de monitorização e medição (DMM). Responsável no laboratório pelo LEAN e 5S. Comunicar de imediato qualquer ocorrência que coloque em risco a Segurança Alimentar do Produto. Formação superior Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Carta de condução Capacidade de liderança, gestão e coordenação Conhecimento Certificação CIPR, HAPPC e FSC Formação académica Espírito crítico Conhecimento dos procedimentos do departamento Foco na qualidade Conhecimento dos clientes e fornecedores Foco no cliente Conhecimento dos equipamentos, materiasi usados Organização Competências requeridas para a função Designação da função Supervisor de CQ Laboratório Código 14201 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 74 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Carta de condução Capacidade de liderança, gestão e coordenação Conhecimento das práticas do departamento Espírito crítico Conhecimento dos procedimentos do departamento Foco na qualidade Conhecimento geográfico da região Organização Conhecimento de equipamentos e máquinas usados Conhecimentos no atendimento a pessoas externas CRM Conhecimentos em CQ mecânica e fisico quimica 12º ano de escolaridade Missão da função Competências técnicas Competências comportamentais Formação académica Coordenar toda a equipa de Controlo de Qualidade no sentido de cumprir o planeamento de testes laboratoriais. Realizar amostragens em lotes de rolhas de cortiça; Preparar os ensaios de análise sensorial; Rentabilizar as rolhas utilizadas nos ensaios de análise sensorial; Manutenção dos equipamentos e materiais de laboratório limpos, organizados e em bom estado. Responsável pela gestão das amostragens em geral. Assegurar o normal funcionamento do laboratório. Fornecer consumos de rolhas para amostras do CQ. DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Controlo de Qualidade Maria do Carmo Reis Supervisor CQ Laboratório Chefe de equipa CQ Laboratório Técnicos de CQ Laboratório Competências Transversais Promoçao de um bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Disponibilidade Trabalho em equipa Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Chefe de equipa de CQ Laboratório Código 14202 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 75 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Promoçao de um bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Disponibilidade Trabalho em equipa Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento dos procedimentos do departamento Foco na qualidade Conhecimento dos materiais químicos utilizados Conhecimentos das ferramentas utilizados Conhecimentos dos equipamentos utilizados DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Controlo de Qualidade Irene Santos Ana Maria Pedro Brito e Faro (apoio) Pedro Filipe (apoio) Adriana Amorim (apoio) João Pedro (apoio) Missão da função Executar e cumprir o planeamento de testes laboratoriais segundo ordens dos seus superiores. Formação académica Chefe de equipa de CQ Laboratório Técnico de CQ Laboratório Competências técnicas Competências comportamentais Realizar amostragens em lotes de rolhas de cortiça. Preparar os ensaios de análise sensorial. Rentabilizar as rolhas utilizadas nos ensaios de análise sensorial. Manter os equipamentos e materiais do laboratório organizados, limpos e em bom estado. Realizar ensaios laboratoriais inerentes ao controlo da qualidade de rolhas. Comunicar de imediato qualquer ocorrência que coloque em risco a Segurança Alimentar do Produto Apoio aos técnicos de laboratório: amostragens, preparação de ensaios e realização de ensaios (Apoio regular) 12º Ano de escolaridade Competências requeridas para a função Designação da função Técnico de CQ Laboratório Código 14203 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 82 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Gestão do tempo Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Trabalho em equipa Sentido estético Gestão de ocupação de equipamentos e informação para CQ Gestão da qualidade de resultados CQ Seguimento de reclamações Assegurar análises das amostras do CQ e da I&D por GC-MS Executar tarefas em projetos de I&D Elaborar relatórios de I&D Departamento: Investigação e Desenvolvimento Missão da função Gerir e assegurar que a análise instrumental (testes Gc-MS) realizada decorre conforme pretendido. Técnico de Serviços Analíticos Supervisor de Serviços Analíticos Diretor de Investigação e Desenvolvimento DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Maria do Rosário Costa Formação académica Formação superior [ na área de Engenharia ou Química (ou similar) ] Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimento dos materiais químicos utilizados Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Conhecimentos dos equipamentos utilizados Capacidade de liderança, gestão e coordenação Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia Conhecimentos em métodos de análise instrumental Persistência e determinação Conhecimentos em tratamentos de dados Perspicácia Competências requeridas para a função Designação da função Supervisor de Serviços Analíticos Código 15201 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 83 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação académica 12º ano escolaridade Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimento dos materiais químicos utilizados Abertura à mudança, versatilidade, flexibilidade Conhecimentos dos equipamentos utilizados Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho Persistência e determinação DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Tânia Martins Executar tarefas de CQ Apoiar nas análises físico-químicas de amostras recebidas Assegurar análises das amostras do CQ por GC-MS Análise da qualidade dos resultados CQ Departamento: Investigação e Desenvolvimento Missão da função Executar o planeamento de controlo de qualidade de testes de GC-MS segundo ordens dos seus superiores. Técnico de Serviços Analíticos Supervisor de Serviços Analíticos Competências Transversais Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Gestão do tempo Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Técnico de Serviços Analíticos Código 15202 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 84 f. Departamento Produção de Rolhas CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Formação superior Administração Formação académica Gerir e coordenar toda a produção de rolhas Gerir de recursos humanos Gerir encomendas e entrega Optimizar margens através da valorização de lotes Assegurar que todos os lotes são enviados para o CQ para inspeção Gestão de stocks Planeamento de produção e rolhas Gestão LEAN e 5S Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Produção de rolhas Diretor de Produção de rolhas Supervisores e Responsáveis Missão da função Gerir, controlar e supervisionar as atividades da área de produção de rolhas: DSL, BARTOPS e Expedição Filomena Mota Competências Transversais Competências requeridas para a função Designação da função Diretor Produção de Rolhas Código 17001 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 85 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Chefe de equipa Controlo de lotes Auxilar DSL Conhecimentos em valorização de lotes Conhecimento de qualidade de prod intermedio/final EXCEL Planeamento Conhecimentos dos processos da produção Conhecimentos em CQ visual e escolha eletronica Competências Transversais NAVISION Capacidade de relacionamento interpessoal Conhecimentos de informática - Office Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Trabalho em equipa DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Produção de rolhas Diretor - Filomena Mota Supervisor - Ricardo Silva Formação académica Planeamento da produção DSL Fecho de lotes DSL Devoluções de compra (defeitos) Construção e análise de indicadores de desempenho (KPI’s) Controlo diário da produção DSL Gestão e organização do espaço Apoio a inventário anual Produção de relatório de produção INE Limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Capacidade de aptidão numérica Missão da função Assegurar o cumprimento do planeamento de produção DSL dentro dos padrões de qualidade, quantidades e prazos estabelecidos. Ricardo Silva Formação superior Auxiliar de supervisão - Marisa Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Conhecimento dos clientes Capacidade de liderança, gestão e coordenação Conhecimento em construção de KPI Motivação Conhecimento de máquinas e ferramentas utilizadas Competências requeridas para a função Designação da função Supervisor de DSL Código 17101 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 86 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Missão da função Executar atividades de apoio operacional, administrativo e técnico ao Supervisor de Produção DSL. DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Produção de rolhas Supervisor - Ricardo Silva Marisa Alves Auxiliar de supervisão - Marisa Chefe de equipa Controlo de lotes Auxiliares DSL Formação académica Controlo de recursos humanos Controlo de horas Apoio à definição do planeamento Apoio à programação de máquinas Responsável pelo 5S na produção DSL Garantir a preparação de todos os requisitos para produção Reporte dos resultados do planeamento Apoio na gestão in loco de toda a DSL Gestão de registos da limpeza através de auditorias Limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimento dos clientes Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Conhecimento de máquinas e ferramentas utilizados Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Conhecimentos dos processos da produção Motivação Conhecimentos em CQ visual e escolha eletrónica Organização Conhecimentos em valorização de lotes 12º ano de escolaridade Capacidade de relacionamento interpessoal Conhecimento da qualidade de produtos intermédios Conhecimento da qualidade de produtos finais EXCEL SISQUAL Competências Transversais NAVISION Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Auxiliar de supervisão de DSL Código 17102 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 87 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Análise e rectificação de todos os lotes Programação de máquinas de produção Definição do planeamento de produção DSL no curto prazo Fecho de produção DSL Responsável pela produtividade e aprovação de cada célula de trabalho Responsável pela qualidade visual de cada célula de trabalho Garantir a limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Formação académica 12º ano de escolaridade Chefe de equipa Operadores Escolha DSL Manobras DSL Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimento dos clientes Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Foco no cliente Conhecimentos em CQ visual Foco nos objectivos individuais Conhecimentos em valorização de lotes Motivação Conhecimento na qualidade d produtos intermédios Conhecimento na qualidade d produtos finais Conhecimentos técnicos em escolha electrónica DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Produção de rolhas Supervisor - Ricardo Silva Pessoa responsável Missão da função Coordenar toda a equipa no sentido de cumprir o planeamento de produção DSL. Maria José Soares Isabel Espírito Santo Madalena Sousa Maria dos Anjos Cunha Competências Transversais Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Chefe de equipa DSL Código 17103 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 88 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Chefe de equipa DSL Operador DSL Operador de Manobra DSL DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Produção de rolhas Pessoa responsável Maria da Conceição Oliveira Eugénia Amorim Lídia Amorim Lídia Pereira Maria Fátima Oliveira Celeste Correia Margarida Silva Ernestina Pereira Tânia Dias Martins Sandra Barros Liliana Soares Paula Silva Maria Fátima Soares Carla Pinto Ilda Soares Adélia Dias Realizar testes de qualidade visual Identificar rolhas que não pertençam às qualidades pretendidas Garantir que todos os lotes cumprem as especificidades necessárias Maximizar taxa de aprovação de lotes de rolhas Garantir a limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Formação académica Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Missão da função Executar e cumprir o planeamento de produção DSL segundo ordens dos seus superiores. 9º ano de escolaridade Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Foco no cliente Conhecimento na qualidade de produtos finais Foco nos objectivos individuais Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Competências Transversais Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de DSL Código 17104 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 89 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação académica Recolha de lotes planeados Abastecimento do DSL Garantir a limpeza da fábrica Devolução de rolhas compradas já lavadas (defeitos) Conhecimento do planeamento diário de produção DSL Garantir a limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Competências técnicas Competências comportamentais 9º ano de escolaridade DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Produção de rolhas Pessoa responsável Carlos Silva Horácio Costa Chefe de equipa DSL Operadores Escolha DSL Manobras DSL Missão da função Executar e cumprir o planeamento da movimentação de lotes DSL segundo ordens dos seus superiores. Competências Específicas Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Foco no cliente Foco nos objectivos individuais Competências Transversais Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Manobra DSL Código 17105 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 90 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Conhecimentos técnicos em embalamento Foco no cliente Foco nos objectivos individuais 12º ano de escolaridade Supervisor - Ricardo Silva Auxiliar de Produção DSL Limpeza e organização da fábrica Responsável pela produção DSL de misturas (inferiores a 30’000 rolhas) Registo de saídas de lotes DSL em sistema informático Identificação das saídas de lotes DSL Contagem do que é susceptível (refugo e defeitos) Garantir a limpeza, organização e higiene do posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Formação académica DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Produção de rolhas Pessoa responsável Catarina Silva Ricardo Magalhães Missão da função Executar atividades de apoio operacional a toda a produção DSL segundo ordens dos seus superiores. Competências Transversais Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Auxiliar de Produção DSL Código 17107 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 91 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências técnicas Competências comportamentais 12º ano de escolaridade Competências Específicas Conhecimento dos clientes Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Conhecimentos em CQ visual Foco no cliente Conhecimentos em valorização de lotes Foco nos objectivos individuais Conhecimento na qualdade de produtos intermédios Conhecimento na qualdade de produtos finais Controlo e categorização de lotes Rentabilização de lotes através de simulação (diferentes alternativas) Garantir a limpeza, organização e higiene no posto de trabalho Garantir um bom ambiente de trabalho Formação académica DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Produção de rolhas Sandra Cardoso Missão da função Assegurar a rentabilização da produção através do controlo de cada lote DSL. Supervisor DSL Responsável Controlo de lotes DSL Competências Transversais Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Responsável Controlo de lotes DSL Código 17106 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 98 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Competências Específicas DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Assegurar o desenho, construção, manutenção e modificação de equipamentos, instalações e máquinas. Planear, gerir e coordenar as atividades de desenho, construção e modificação de equipamentos, instalações e máquinas na unidade industrial Definir standards e políticas de equipamentos, instalação e manutenção Definir os planos de manutenção dos equipamentos e instalações Testar e garantir o bom funcionamento de todos os equipamentos e instalações comprados Definição de layout de instalações de equipamentos e instalações Formação académica Mário Outeiro Competências técnicas Competências comportamentais Formação superior Responsável Plant Engineering Diretor Industrial Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de Plant Engineering Código 16131 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 99 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Formação superior Responsável Licneciamento Unidades Industriais Diretor Industrial Gerir e coordenar todas as atividades necessárias para a legalização das instalações industriais Contactos com autoridades legais das questões de licenciamento de unidades industriais Gerir subcontratos com a atividade de licenciamento de unidades industriais Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Mário Outeiro Missão da função Assegurar o cumprimento da legalização necessária das unidades industriais. Competências requeridas para a função Designação da função Responsável pelo Licenciamento de UI Código 16141 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 100 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Tiago Ramos Assegurar a supervisão e segurança das instalações durante o turno da noite. Missão da função Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Carta de condução Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho Curso de empilhadores 12º ano de escolaridade Responsável Turno da Noite Diretor Industrial Monitorizar o cumprimento das normas de segurança pelos operadores Garantir o fecho das instalações Reportar qualquer incidente durante o turno da noite Formação académica Competências Transversais Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável do Turno da Noite Código 16151 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 101 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Assegurar o cumprimento da regulamentação de Higiene e Segurança nas três unidades industriais. Mário Outeiro Responsável Higiene e Segurança no Trabalho Diretor Industrial Garantir que a atividade da empresa cumpre a regulamentação de Higiene e Segurança Monitorizar, avaliar e rever a política de Higiene e Segurança Monitorizar, avaliar e rever as práticas de Higiene e Segurança na atividade da empresa Identificar as necessidades de formação dos colaboradores na área de Higiene e Segurança Trabalhar com a Direção e Supervisão para garantir o cumprimento da regulamentação da segurança Realizar auditorias de avaliação da efetividade dos procedimentos e práticas de Higiene e Segurança Gerir subcontratos na área de Higiene e Segurança Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Formação superior Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de H&S no Trabalho Código 16211 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 102 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Competências Específicas DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Assegurar a existência da matéria-prima necessária para o cumprimento do planeamento de produção. Gestão de KANBAN (supermercado) Planeamento de necessidade de compra de rolhas Análise e definição da capacidade produtiva Formação académica Mário Outeiro Competências técnicas Competências comportamentais Formação superior Responsável Planeamento de Produção Diretor Industrial Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de Planemento de Produção Código 16221 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 103 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento do negócio - Visão transversal Conhecimentos técnicos em Sistemas de Informação Monitorização do registo das operações de produção no sistema de informação Suporte aos utilizadores de NAVISION Suporte de todas as atividades de gestão de sistema NAVISION Formação académica Ricardo Silva Competências técnicas Competências comportamentais Formação superior Responsável Controlo Operações Diretor Industrial DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Assegurar que todas as operações são registadas no sistema de informação NAVISION. Competências Específicas Competências Transversais NAVISION Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de Controlo de Operações Código 16231 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 104 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Conhecimentos dos processos da produção Conhecimentos de LEAN PRODUCTION Conhecimento do negócio - Visão transversal DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Joana Boaventura Responsável de Melhoria Contínua Diretor Industrial Missão da função Assegurar a implementação da Melhoria Contínua na CSP. Competências técnicas Competências comportamentais Liderar e monitorizar projectos de Melhoria Contínua Gestão do processo de auditoria 5S Desenvolvimento e acompanhamento de ações de melhoria Desenvolver indicadores (KPI’s) na área da Melhoria Contínua Formação académica Formação superior Competências Específicas Competências Transversais Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de Melhoria Contínua Código 16241 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 105 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Competências Específicas DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Operador helpdesk Missão da função Assegurar a adequação dos Sistemas de Informação à realidade das três Unidades Industriais. Definir e recomendar estratégias e políticas na área de sistemas de informação e comunicação Monitorizar e manter o nível de serviço dos sistemas de informação e comunicação Gerir subcontratos na área de sistemas de informação e comunicação Monitorizar todos os projetos na área de sistemas de informação e comunicação Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Mário Outeiro Formação superior Responsável pelos Sistemas de Informação Diretor Industrial Competências requeridas para a função Designação da função Responsável pelos Sistemas de Informação Código 16251 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 106 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Conhecimentos em Ambiente Windows Conhecimentos de utilização das TIC Dar suporte a solicitações de resolução de problemas na área informática e comunicação Diagnosticar, identificar e reportar problemas informáticos Coordenar atividades de reparação e movimentação de máquinas na área informática Registo de toda a atividade de suporte informático Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Joel Belinha 12º ano de escolaridade Responsável pelos Sistemas de Informação DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Operador helpdesk Missão da função Garantir o suporte e resolução de problemas técnicos em sistemas informáticos e de comunicação. Competências Específicas Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Competências requeridas para a função Designação da função Operador helpdesk Código 16252 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 107 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento do negócio - Visão transversal Avaliação de parâmetros de processo Adequação dos parâmetros aos objectivos/especificidades de cada produto Instruções de processo produtivo Projectos de melhoria de processo e equipamentos Formação académica Rui Pedro Silva Competências técnicas Competências comportamentais Formação superior Responsável de Engenharia de Processo Diretor Industrial DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Garantir a eficiência e eficácia de todos os processos produtivos na fábrica. Competências Específicas Competências Transversais Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de Engenharia de Processos Código 16261 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 114 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Capacidade para providenciar soluções Capacidade de resolução de problemas Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Responsabilidade Conhecimentos dos processos da produção Foco nos objectivos individuais Conhecimentos em Ambiente Windows Motivação Conhecimentos em Higiene e Segurança no trabalho Organização Curso de empilhadores DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Tiago Ramos Rui Pedro Silva Supervisor WIM Chefe de equipa WIM Operador WIM Missão da função Coordenar toda a equipa de acabamento intermédio no sentido de cumprir o planeamento de produção. Garantir a execução do plano de produção Responsável pela gestão de equipamentos Ajuste do planeamento diário, quando necessário Reporte de manutenção de avarias Ajuste às alocações de recurso no planeamento Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas 12º ano de escolaridade Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento Capacidade de liderança, gestão e coordenação Conhecimento dos materiais químicos utilizados Espírito crítico Conhecimentos de LEAN PRODUCTION Foco na qualidade Conhecimentos de utilização das TIC Foco no cliente Competências requeridas para a função Designação da função Chefe de equipa de Acabamento Intermédio Código 16322 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 115 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Transversais Capacidade de relacionamento interpessoal Trabalho em equipa Competências Específicas Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Curso de empilhadores Assiduidade e pontualidade Formação académica Walter Dias Tiago Ramos Paulo Almeida Jorge Oliveira Nuno Ferreira Arnaldo Carvalho Competências técnicas Competências comportamentais 9º ano de escolaridade Garantir o cumprimento do planeamento Garantir boas condições de equipamento e instalações Cumprimento de procedimentos de operações e limpeza Registar as operações no sistema informático Autocontrolo de produção Manutenção de primeira linha DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Executar e cumprir o planeamento de produção de acabamento intermédio segundo ordens dos seus superiores. Chefe de equipa WIM Operador WIM Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Acabamento intermédio Código 16323 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 116 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Conhecimento das práticas do departamento Curso de empilhadores Planeamento DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Supervisor de Logística Responsável entrega de rolhas de compra Operador Missão da função Assegurar o cumprimento do planeamento de produção da logística, dentro dos padrões de qualidade, quantidades e prazos estabelecidos. Domingos Pinto Diretor Industrial Planeamento de produção de logística Gestão de recursos humanos Definição da organização de armazém Gestão logística de expedição Definição de necessidade de recursos técnicos e humanos Manutenção das instalações em óptimas condições de funcionamento Reporte periódico de indicadores em quadros de gestão visual e mapas de indicadores Competências Específicas Competências técnicas Competências comportamentais Formação académica Formação superior Foco na qualidade Conhecimento dos procedimentos do departamento Capacidade de liderança, gestão e coordenação Competências Transversais Disponibilidade Capacidade de relacionamento interpessoal Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Supervisor de Logística Código 16331 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 117 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Carta de condução Capacidade de escuta ativa Curso de empilhadores Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Foco na qualidade 12º ano de escolaridade Supervisor de Logística Responsável entrega de rolhas de compra Operador Organização Receção de rolhas naturais Devolução de rolhas naturais (rejeitadas) Entregas para a CSP2 Gestão de prestação de serviços (envio e receção) Identificação de todas as receções de rolhas de compra Contagem dos lotes de compra de rolhas naturais Limpeza do sector Manutenção de primeiro nível Gerir a entrada e saída de rolhas naturais compradas de toda a fábrica. DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Augusto Sousa Competências Transversais Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável de entrega de rolhas de compra Código 16332 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 118 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Organização Carta de condução Curso de empilhadores Competências Específicas Arrumação das rolhas (WIM, Fabricação, DSL e Contagem) e do armazém Recolha de pedidos de amostragem (DSL e Laboratório) Abastecimento do sector da fábrica (WIM, Fabricação e Contagem) Abastecimento e organização de supermercados – KANBAN Limpeza de armazéns Tratamento da expedição Grupo (rececionar, paletizar, identificar, etiquetar e filmar) Tratamento da expedição CSP2 (separar, etiquetar, carregar e entregar) Tratamento da expedição de serviços prestados (rolhas para colmatar e para corte) Tratamento de receção: rolhas e matérias subsidiárias Supervisor de Logística Formação académica João Pinto Henrique Silva Pedro Sá Competências técnicas Competências comportamentais 9º ano de escolaridade Responsável entrega de rolhas de compra Operador DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Industrial Missão da função Executar e cumprir o planeamento de produção de logística segundo ordens dos seus superiores. Competências Transversais Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Disponibilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador Manobra Código 16333 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 119 h. Departamento Operações CSP2 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Implementar a estratégia operacional e os planos de acção de cada área funcional Planear, organizar e gerir áreas funcionais Melhorar continuamente todos os indicadores de desempenho (KPI’s) Garantir a comunicação constante entre CSP1 e CSP2 Formação académica Formação superior Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Raquel Filipe Administração Supervisores de Operações CSP2 Missão da função Gerir, controlar e supervisionar as atividades das operações da CSP2: customer service, controlo de qualidade, produção e logística e stocks. Diretor Operações CSP2 Competências Transversais Competências requeridas para a função Designação da função Diretor de Operações CSP2 Código 20001 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 120 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Capacidade de liderança, gestão e coordenação Capacidade para providenciar soluções Conhecimentos de línguas: Espanhol, Inglês, Francês Conhecimentos de utilização das TIC Conhecimentos no atendimento a pessoas externas Motivação Persistência e determinação Conhecimento dos procedimentos do departamento Conhecimento do negócio - Visão transversal Conhecimento das práticas do departamento Conhecimento dos clientes Conhecimento em construção de KPI DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Cristina Ribas Supervisor Customer Service Técnico Encomendas Técnico Logística e Transporte Missão da função Assegurar e garantir que as necessidades dos clientes são satisfeitas durante todo o processo de encomendas e expedição. Competências técnicas Competências comportamentais Formação superior Garantir o cumprimento de procedimentos Garantir uma rápida resposta a clientes Promover o rápido, correto e equilibrado fluxo de informação entre o departamento de CS e toda a CSP Gerir situações que carecem de atenção especial Gerir todo o processo de encomenda Controlo de stock de clientes Garantir a gestão correta de marcas de clientes Construção e análise de indicadores de desempenho (KPI’s) Formação académica Competências Específicas EXCEL Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia NAVISION Capacidade de relacionamento interpessoal Capacidade de resolução de problemas Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Supervisor Customer Service Código 21001 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 121 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Gerir base de dados de clientes Receção e introdução de encomendas no sistema informático Garantir que todo o processo de encomenda ocorre segundo os procedimentos do departamento Encomenda, receção e controlo de marcas para encomendas Receber e distribuir cadernos de encargos Responder ou coordenar resposta rápida e eficaz a solicitações de clientes Controlo de stock de clientes Desempenho de funções administrativas na CSP2: atualização lista telefónica, receção e distribuição de fax, atendimento em geral Competências Específicas Competências Transversais NAVISION Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Capacidade de resolução de problemas Capacidade de comunicação eficaz, assertividade DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Teresa Serapicos Dora Santos Supervisor Customer Service Técnico Logística e Transportes Técnico Gestão Encomendas Missão da função Responder a necessidades dos clientes durante todo o processo de encomendas. Competências técnicas Competências comportamentais Formação académica Conhecimento das práticas do departamento Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Formação superior Conhecimento dos procedimentos do departamento Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Conhecimento dos clientes Conhecimento em tratamento de imagem (Paint) Conhecimentos de línguas: Espanhol, Inglês, Francês Conhecimentos de utilização das TIC Conhecimentos no atendimento a pessoas externas Responsabilidade Trabalho em equipa Gestão do tempo Competências requeridas para a função Designação da função Técnico Gestão de Encomendas de CS Código 21002 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 122 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação superior Alimentar e actualizar base de dados de fornecedores de transportes Impressão diária dos mapas das encomendas em aberto para as reuniões de produção Adjudicar transportes diários de recolha e transporte das encomendas e amostras Emitir guias de transporte das encomendas e amostras Marcação para certificados fitossanitários Emitir faturas Fazer seguimento da mercadoria até à chegada ao local de destino (confirmação com cliente) Informar os comerciais das mercadorias expedidas, semanalmente Verificar e aprovar as faturas de transporte Competências técnicas Competências comportamentais Formação académica DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Paula Gomes Supervisor Customer Service Técnico Logística e Transportes Técnico Encomendas Missão da função Responder a necessidades dos clientes durante todo o processo de expedição. Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Conhecimento dos procedimentos do departamento Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Conhecimento dos clientes Persistência e determinação Conhecimentos de línguas: Espanhol, Inglês, Francês Conhecimentos de utilização das TIC Conhecimentos no atendimento a pessoas externas Conhecimentos software booking e seguimento Competências Transversais NAVISION Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia Capacidade de relacionamento interpessoal Capacidade para providenciar soluções Capacidade de resolução de problemas Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Técnico Gestão Logístca e Transportes CS Código 21003 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 123 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Abertura à mudança, adaptabilidade, versatilidade Capacidade de liderança, gestão e coordenação Capacidade para conciliar múltiplas tarefas Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia Persistência e determinação Capacidade de aptidão numérica Conhecimento das práticas e procedimentos do departamento Conhecimento do negócio - Visão transversal EXCEL Formação superior Diretor Operações CSP2 Responsável CQ matéria-prima Competências técnicas Competências comportamentais Controlar a qualidade visual das encomendas Registar os lotes para encomendas no NAVISION (rastreabilidade de lotes, quantidades e margens) Prever margem bruta de cada encomenda e gerir a escolha de lotes para maximização da mesma Participar nas reuniões de produção Conhecimento dos cadernos de encargos e especificações para cumprimento dos requisitos do cliente Validação do Controlo de Qualidade dos lotes antes de entrar em produção Atualizações no software do Controlo de Qualidade Colaborar com boas práticas na edificação e arquivo das amostras de referência Colaborar na análise de stock Construção e análise de indicadores de desempenho (KPI’s) Formação académica DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações Rita Lima Missão da função Assegurar a qualidade e conformidade da matéria-prima às normas oficiais, aos padrões estabelecidos internamente e às especificações dos clientes através de testes laboratoriais. Competências Específicas Competências Transversais Conhecimentos de informática - Office Promoção de bom ambiente de trabalho, empatia NAVISION Capacidade de relacionamento interpessoal Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Trabalho em equipa Disponibilidade Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Responsável CQ matéria-prima Código 22101 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 130 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Formação superior Supervisor Produção Auxiliar de Supervisão Competências técnicas Competências comportamentais Distribuir plano diário de trabalho para cada setor Acompanhar e apoiar todo o processo de produção Informar actualizações ao plano de produção diário Coordenar a aprovação do departamento de Controlo de Qualidade das encomendas Coordenar a aprovação do departamento de Customer Service dos clientes Participar nas reuniões de produção Registo informático de todas as operações, semanalmente Recolha de informação para alimentação de KPI’s Formação académica Chefe de equipa de Produção DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 João Marques Missão da função Executar atividades de apoio operacional, administrativo e técnico ao Supervisor de Produção. Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Espírito de iniciativa, proatividade, autonomia Conhecimento dos procedimentos do departamento Foco na melhoria constante Foco na qualidade Competências Transversais Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Disponibilidade Resistência psicológica, tolerância ao stress Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Auxiliar de Supervisão Código 23002 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 131 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Conhecimento das práticas do departamento Conhecimento dos procedimentos do departamento Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Capacidade de negociação e persuasão Capacidade de liderança, gestão e coordenação Competências Específicas Foco na melhoria constante Conhecimentos dos processos da produção Foco na qualidade Curso de empilhadores Impressão e distribuição das ordens de produção lançadas Coordenação de toda a produção Fabricar marcas a resina e obter aprovação com Customer Service Controlo contínuo da qualidade do processo Revisão de materiais consumíveis na produção Garantir limpeza dos postos de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica 12º ano de escolaridade Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Paulo Sousa Missão da função Coordenar toda a equipa no sentido de cumprir o planeamento da produção. Supervisor de Produção Chefe de equipa Operadores Competências Transversais Capacidade de resolução de problemas Capacidade para providenciar soluções Capacidade de comunicação eficaz, assertividade Disponibilidade Responsabilidade Competências requeridas para a função Designação da função Chefe de equipa de Produção Código 23003 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 132 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento 12º ano de escolaridade Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Despoeirar ordens de produção Registar recolhas dos lotes alocados às TEF’s Fazer sobras e arrumar em stock Contagem de escolhas Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Joaquim Costa Óscar Joel Cruz Chefe de equipa de Produção Operadores Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de despoeiramento segundo ordens dos seus superiores. Conhecimentos técnicos em despoeiramento Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador Despoeiramento Código 23004 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 133 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento 12º ano de escolaridade Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Montar marcas e afinar máquinas de marcação Marcar ordens de produção Controlo contínuo da qualidade de marcação Limpeza e arrumo das marcas na respetiva gaveta Garantir estado de conservação das marcas Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Paulo Pereira Óscar Joel Cruz Chefe de equipa de Produção Operadores Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de marcação segundo ordens dos seus superiores. Conhecimentos técnicos em marcação Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Marcação Código 23005 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 134 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Óscar Joel Cruz Daniel Silva Chefe de equipa de Produção Operadores Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de tratamento segundo ordens dos seus superiores. Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa 12º ano de escolaridade Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Curso de empilhadores Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Tratar ordens de produção Selecionar tratamento no computador Garantir correto processo de tratamento Verificar conformidades dos produtos utilizados Identificar o cesto para rastreabilidade Retirar amostra para controlo de qualidade mecânica Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Tratamento Código 23006 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 135 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento 12º ano de escolaridade Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Garantir correto embalamento dos sacos nas caixas da encomenda Paletizar encomendas de acordo com a indicação na ordem de produção Garantir conformidade das etiquetas, caixas e paletes Conferir e colar guias de transporte nas respetivas encomendas Verificar boas condições dos transportes Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Joaquim Costa Tiago Sousa Chefe de equipa de Produção Operadores Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de expedição segundo ordens dos seus superiores. Conhecimentos técnicos em processo de expedição Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Expedição Código 23007 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 136 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento 12º ano de escolaridade Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Efetuar escolha Controlo contínuo da escolha em comparação com amostra Análise e registo de resultados Correta identificação do stock com etiquetas Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica Competências técnicas Competências comportamentais DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Sónia Silva Cecília Silva Chefe de equipa de Produção Operadores Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de escolha eletrónica segundo ordens dos seus superiores. Conhecimentos em CQ visual e escolha eletrónica Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Escolha Electrónica Código 23008 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 137 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operaçõe CSP2 Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de escolha manual segundo ordens dos seus superiores. Raquel Silva Vera Lemos Helena Cruz Sónia Silva Cecília Silva Chefe de equipa de produção Operadores Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Conhecimentos em CQ visual Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Passar ordens de produção de acordo com a indicação de qualidade visual Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica 12º ano de escolaridade Competências técnicas Competências comportamentais Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Escolha Manual Código 23009 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 138 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Departamento: Operações CSP2 Área da função Executar e cumprir planeamento de produção de embalamento segundo ordens dos seus superiores. Pessoa responsável Raquel Silva Vera Lemos Helena Cruz Sónia Silva Chefe de equipa de Produção Operadores Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Conhecimentos técnicos em embalamento Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Embalar ordens de produção de acordo com a indicação de controlo de qualidade visual Registar encomenda produzida e controlar com etiqueta Garantir injecção de SO2 e conformidade da selagem em vácuo dos sacos Identificação de defeitos Garantir correto embalamento dos sacos nas caixas de encomenda Registos de auto-controlo e controlo da ordem de produção Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica 12º ano de escolaridade Competências técnicas Competências comportamentais Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Embalamento Código 230010 Diagnóstico de Necessidades de Formação Cork Supply Portugal 139 CORK SUPPLY PORTUGAL S.A. Rua Nova do Fial 102 Apartado 19 4536 - 907 São Paio de Oleiros DESCRIÇÃO DE FUNÇÕES Posicionamento hierárquico Principais atribuições e responsabilidades Pessoa responsável Departamento: Operações CSP2 Missão da função Executar e cumprir planeamento de produção de humidificação segundo ordens dos seus superiores. Paulo Pereira Joaquim Costa Óscar Joel Cruz Daniel Silva Tiago Sousa Chefe de equipa de Produção Operadores Competências Específicas Conhecimento das práticas do departamento Capacidade de escuta ativa Conhecimento dos procedimentos do departamento Concentração, foco no trabalho, meticulosidade Conhecimento afinação de máquinas/equipamentos Espírito crítico Conhecimento de equipamentos/ferramentas usados Foco na qualidade Conhecimentos dos processos da produção Conhecimento na qualidade de produtos finais Conhecimento na qualidade de produtos intermédios Conhecimentos técnicos em humidificação Análise do plano de trabalho Verificar informação das ordens de produção Preparar máquina para processo de humidificação Introduzir e verificar humidades no CRM Limpeza do posto de trabalho Manutenção de 1º nível Formação académica 12º ano de escolaridade Competências técnicas Competências comportamentais Curso de empilhadores Competências Transversais Disponibilidade Gestão do tempo Responsabilidade Trabalho em equipa Competências requeridas para a função Designação da função Operador de Humidificação Código 230011