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Abstract

O objectivo deste trabalho consiste em realizar uma conversão de um cortarelvas com motor de combustão num corta relvas com motor eléctrico e com uma autonomia sem fios. Para a concretização deste projecto é necessária a realização de um relatório que contém as propostas de diferentes soluções, dimensionamento e selecção dos equipamentos a integrar os resultados práticos/testes. Latas Guillén, Víctor; Tris Millán, Miguel Ángel; Torres Portero, Miguel Ángel

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CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -1- PROJECTO 2009/ 2010 Corta relva Eléctrico 2009/2010 Orientador: Ing. Vasco Santos Álvaro Alcalde Grau 11656 Miguel Angel Tris Millán 11655 Victor Latas Guillén 11654 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -2- PROJECTO 2009/ 2010 ÍNDICE Página 1. Definições e abreviaturas 4 2. Objectivo 6 3. Alcance 7 4. Antecedentes 8 4.1. Historia 8 4.2. Tipos 9 5. Análise de soluções 9 5.1. Motores 9 5.1.1. Motores de Indução 9 5.1.2. DC sem escova 13 5.1.3. DC com escova 18 5.1.4. Motores Directdrive ou HUBwheels 22 5.3. Tipos de conversores 24 5.3.1. Lineares 25 5.3.2. Chaveados ou estáticos 25 5.4. CPU 27 5.4.1. Micro processador 27 5.4.2. Micro controlador 29 5.4.3. Sensores 30 5.5. Alimentação 34 5.5.1. Baterias 34 5.5.2. Recarga 37 6. Dimensionamento e seleção de componentes 40 6.1. Motor 40 6.1.1. Massas 40 6.1.2. Forças atuantes 41 6.1.3. Binários 43 6.1.4. Revoluções por minuto necessárias 45 6.1.5. Seleção do motor 45 6.1.6. Parâmetros a dimensionar 47 6.1.7. Corte 48 6.2. Alimentação 49 6.2.1. Baterias 50 6.2.2. Cabos 53 6.2.3. Recarga 55 6.3. Controlador 57 6.4. Soluções mecânicas e estruturais 58 6.4.1. Cabos e ligações 58 6.4.2. Posicionamento dos componentes 58 6.5. Montagem 59 6.6. Rendimento 62 6.7. Autonomia 63 6.8. Tempo de carga das baterias e consumo 64 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -3- PROJECTO 2009/ 2010 6.9. Orçamento 65 6.10. Planificação 66 7. Bibliografia e linkografía 67 8. Índice de imagens 68 9. Anexos 70 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -4- PROJECTO 2009/ 2010 1. Definições e abreviaturas BLDC: Do inglês Brushless DC, é chamado assim porque não possui as características escovas dos motores CC normais, e apresenta algumas vantagens respeito a estes últimos. Carcaça: é a estrutura mecânica exterior em aço ou ferro fundido. A carcaça serve para alojar o circuito magnético o circuito electrico e sustentação da parte rotativa, quando esta existir. Comutador: devido à rotação do eixo, providencia o necessário chaveamento para o processo de comutação. O comutador é constituído por segmentos de cobre, individuais isolados entre si e do eixo, electricamente ligados às bobinas do enrolamento da armadura. CPU: ”Central processing unit”, unidade central de processamento. É o processador ou microprocessador que interpreta as instruções e processa os dados contendidos nos programas do computador. Detalhes mecânicos: mecanicamente conectados a carcaça, estão os suportes contendo mancais nos quais o eixo da armadura se apóia, bem como os anéissuporte de escovas em algumas máquinas. Eixo da armadura: imprime rotação ao núcleo da armadura, enrolamentos e comutador. Enrolamento da armadura: é constituído de bobinas isoladas entre si e do núcleo da armadura. É colocado nas ranhuras e electricamente ligado ao comutador. Enrolamento de campo: consiste de umas poucas espiras de fio grosso para o campo série ou muitas espiras de fio fino para o campo-shunt. Essencialmente, as bobinas de campo são electroímans, cujos ampére-espiras (Ae) providenciam uma força magnetomotriz adequada à produção, no entreferro, do fluxo necessário para gerar uma f.e.m. ou uma força mecânica. Os enrolamentos de campo são suportados pelos pólos. Escovas e porta Escovas: assim como os interpolos, são parte do circuito da armadura. As escovas são de carvão e grafite, suportadas na estrutura do estator por um suporte tipo anel, e mantidas no suporte por meio de molas, de forma que as escovas manterão um contacto firme com os segmentos do comutador. As escovas estão sempre instantaneamente ligadas a um segmento e em contato com uma bobina localizada na zona interpolar. F.c.e.m.: forca contraelectromotriz ou tensão gerada num condutor mediante um campo magnetico que o atravessa. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -5- PROJECTO 2009/ 2010 Interpolo: : estes pólos auxiliares e o seu enrolamento são montados na carcaça da máquina. Encontram-se localizados na região interpolar, entre os pólos principais, e são geralmente de tamanho menor. O enrolamento do interpolo é composto de algumas poucas espiras de fio grosso, pois é ligado em série com o circuito da armadura, de modo que a f.e.m. seja proporcional á corrente da armadura. LCD: ”Liquid cristal display” écran plana, que se usa para visualizar dados de aparelhos eletrônicos que tem um consumo mínimo de energia. Microcontrolador: É um circuito integrado ou “chip” que incluía as três funções dum computador: unidade central de processamento, memória e unidades E/S (entrada/saída). Núcleo da armadura: está ligado ao eixo e é construído por laminadas de material ferromagnético, apresentando uma baixa relutância magnética entre os pólos. As lâminas servem para reduzir as correntes parasitas no núcleo, e o aço usado é de qualidade destinada a produzir uma baixa perda por histerese. O núcleo contém ranhuras axiais na sua periferia para colocação do enrolamento da armadura. Pólos: são constituídos de ferro laminado e parafusados ou soldados na carcaça após a inserção dos enrolamentos de campo nos mesmos. A expanção polar é curvada, e é mais larga que o núcleo polar, para espalhar o fluxo mais uniformemente. Sensor: São elementos que detectam manifestações de qualidades ou fenómenos físicos que aproveitam as suas qualidades para adaptar o sinal que medem para que outro elemento o possa interpretar. Binario: é definido como a tendência do acoplamento mecânico (de uma força e sua distância radial ao eixo de rotação) para produzir rotação. É expresso em unidades de força e distância, como lbf.pé (libra-força por pé), grama.cm, N.m, etc , para distingui-lo do trabalho, que é expresso em pé.lbf, cm.g, etc. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -6- PROJECTO 2009/ 2010 2. Objectivo O objectivo deste trabalho consiste em realizar uma conversão de um cortarelvas com motor de combustão num corta relvas com motor eléctrico e com uma autonomia sem fios. Para a concretização deste projecto é necessária a realização de um relatório que contém as propostas de diferentes soluções, dimensionamento e selecção dos equipamentos a integrar os resultados práticos/testes. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -7- PROJECTO 2009/ 2010 3. Alcance O tractor corta-relvas é uma máquina ferramenta utilizada no tratamento e manutenção de espaços com relva de que cumpram com os requisitos que assegurem o correcto funcionamento deste. Em relação aos requisitos é de salientar que deve trabalhar em terrenos que não tenham desníveis superiores ao 20-30% e não sendo recomendado o seu uso em terrenos irregulares e que tenham obstáculos tais como pedras o materiais duros e pequenos. Também se recomenda uma manutenção frequente e cuidada do sistema de armazenamento (baterias), motor e controlador. Este projecto tem uma fase preliminar de estudo, outra de desenho onde estão os objectivos a cumprir e finalmente a construção e os dados reais/testes do corta relvas. Também se podem juntar os correspondentes documentos que foram necessários. Neste caso, este produto está dirigido ao mercado europeu então as medidas estão em km/h e em kilometros,assim como em graudos Celsius. São em unidades do sistema Métrico Decimal. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -8- PROJECTO 2009/ 2010 4. Antecedentes 4.1. HISTORIA CORTA RELVA DE CILINDRO Um corta relvas é uma máquina, manual ou motorizada, usada para cortar a relva dos céspedes dos jardins, campos desportivos, etc... , de forma a se obter uma tapete de relva de altura informe. A primeira máquina de cortar relva foi inventada por Edwin Budding (1795- 1846) em 1827 na cidade inglesa de Gloucestershire. Budding foi carpinteiro e inspirou-se num cortador rotativo para cortar lã. O primeiro corta relvas foi criado para cortar o céspede dos jardins e campos desportivos sem utilizar a pior opção que era a gadanha. Foi patenteado em 1830. Dez anos mais tarde foi desenvolvida uma máquina movida por tracção animal e sessenta anos mais tarde apareceu uma máquina movida a vapor. Em 1830 foram vendidas licencas e direitos de fabrico e venda a John Ferrabee. Já em 1859, Thomas Green produziu o primeiro corta relvas com cadeiras e a produção começou em 1860. Para 1962, a companhia Ferrabee comercializava oito modelos de vários tamanhos. Ele construiu aproximadamente 5000 máquinas até que a produção parou em 1863. Em 1870 Elwood McGuire de Richmond, nos USA desenho um corta relvas movido por uma pessoa. Este corta relva era muito ligeiro e têve muito êxito comercial. John Burr patenteou um corta relvas com laminas giratórias em 1899 com as posiciones das rodas trocadas para um melhor funcionamento. Nos princípios de 1900 a maioria dos corta relvas eram ingleses tinham uma automatização do tipo “Rasomes”. Por esta época o operador podia pôr e controlar os animais detrás da máquina. COM MOTOR Como os jogos desportivos ficavam em céspede e em superfícies de relva, as máquinas de cortar relva melhoraram. Em 1893 James Summer de Lancashire patenteou o primeiro corta relvas com um motor de vapor. Esta máquina funcionava com um motor que queimava petróleo ou querosene como combustível. A parir desta fecha numerosos fabricantes começaram a fazer mais corta relvas a motor. CORTA RELVA DE ROTOR Os corta relvas com corte de rotor não foram inventados até que os motores foram menores e tiveram potência suficiente para mover as laminas de corte a uma velocidade razoável Muitas pessoas experimentaram com laminas rotativas no final de 1920 e princípios de 1930 mas não tiveram êxito. A primeira empresa que comercializou corta relvas com êxito foi uma chamada CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -9- PROJECTO 2009/ 2010 Victa em 1952. Os corta relvas eram mais ligeiros e fáceis de usar que os corta relvas anteriores. O nosso corta relvas é chamado também trator de jardim. Os primeiros protótipos de tractor são dos princípios do século XX , mas o primeiro tractor que teve êxito foi em 1911 nos USA mas na Inglaterra já foi em 1902 e depois em 1908 com um tractor de 4 rodas. O primeiro tractor a produzir-se em massa foi o chamado Fordson que foi projectado e construído pela marca de Henry Ford em 1917. Este tractor alcançou 77% de tudo o mercado no USA. A partir de 1920 os tractores com motor de combustão interna foram os mais vendidos e fabricados. TRACTORES DE JARDIM Os tractores de jardim são pequenos, ligeiros e simples tractores usados para jardins domésticos concebidos para cortar relva e equipados com cobertura de corte rotativo horizontal. Possuiam um motor vertical com uma transmissão por correia do tipo de diferencial (Normalmente com 4-5 marchas). 4.2. TIPOS POR ROTAÇÃO - Cilíndricos: Imagem 1 – Corta relva cilíndrico http://www.greenandeasy.co.uk/userfiles/image/Cylinder%20Mower%20Diagram.jpg CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -16- PROJECTO 2009/ 2010 necessidade de redução de custo faz com que se dê preferência a um rotor com um número menor de pólos magnéticos. Ainda, em relação á capacidade de produção de binário, outro fator que tem influência é o tamanho do motor, uma vez que o binário é diretamente proporcional ao comprimento do rotor e ao quadrado do diâmetro deste. Dessa forma, a escolha também é uma solução de compromisso entre o binário desejado e o custo. Do movimento de rotação por meio da interação entre os ímãs permanentes do rotor e as bobinas do estator, surge uma BEMF, do inglês, uma força contraeletromotriz cuja curva característica depende da velocidade de operação e da disposição dos enrolamentos no compartimento do estator. A amplitude da BEMF é diretamente proporcional à velocidade do rotor, e o aspecto de sua curva característica, sinusoidal ou trapezoidal, depende da geometria do estator. Senoidal Imagem10 – Voltagem médio Trapezoidal Imagem 11 – Voltagem médio O controlo do acionamentos trapezoidal é mais simples, pois não há necessidade de ter um sensor de posição de alta resolução no rotor, uma vez que apenas seis instantes de comutação da corrente das três fases devem ser monitorizados a cada ciclo eléctrico (o custo do drive é menor.). No entanto, este tipo de motor apresenta um binário mais pulsante em relação ao sinusoidal. Ao contrário do acionamentos trapezoidal, o controle do acionamentos sinusoidal é mais complexo, pois são necessários sensores de correntes em cada fase e um sensor de posição de alta resolução para manter a sincronização precisa da forma de onda da corrente com a posição angular do rotor em cada instante de tempo. O sensor de posição pode ser um encoder óptico. Por outro lado um BEMF sinusoidal proporciona maior estabilidade do binário produzido em baixas velocidades de rotação. A utilização deste tipo de motores apresenta algumas vantagens, como por exemplo:  Elevada resposta dinâmica CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -17- PROJECTO 2009/ 2010  Longa vida útil  Elevada eficiência  Melhor característica velocidade vs binário  Gamas de velocidade superiores  Máquinas mais compactas A principal desvantagem é o elevado custo devido aos ímãs e os controladores para seu funcionamento. Batlight: Motores DC Brushless HUB para Carros Model o Potencia Tensã o Max Eficiênci a Max Torqu e Max RP M Velocida de máxima Dimensã o Poder de subida Preço ECAR -5KW 5000W* 2 60V 94,00% 400N m 750 50Km/h 13" 25%~30 % 2.146,0 0 € ECAR -7KW 7000W* 2 60V 93,00% 380N m 900 70Km/h 13" 25%~30 % 3.048,0 0 € ECAR - 10KW 10000W *2 60V 93,00% 380N m 110 0 90Km/h 15" 25%~30 % 4.366,0 0 € Golden Motor Technology Co Ltd Model: HPM5000B $296 (48V) $315 (72V) Imagem 12 – Tabela de tipos de motor GOLDEN MOTOR CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -18- PROJECTO 2009/ 2010 Lafert Servo Motors S.p.A. Imagem 13 – Tabela de tipos de motor LAFERT SERVO 5.1.3. DC com escova O motor CC com escova baseia-se no conceito de que é criada uma força quando um condutor é percorrido por uma corrente quando colocado num campo magnético. A força que age sobre o condutor é produto da corrente e da densidade do fluxo é: Imagem 14 – Forças indutivas e densidade de fluxo A força disponível pode ser aumentada utilizando-se mais condutores, ou enrolando-se um fio numa forma de bobina. Quando temos uma corrente no estator que produz um campo magnético de maneira que os pólos estão invertidos, e uma alimentação no rotor que produz mais uma corrente, o rotor e atraído por um lado e repelido doutro, por tanto gira, até que chega a uma posição onde já não pode mais ser atraído ou repelido. Por tanto, precisa de um troco para voltar a uma situação instável onde tenha de girar outra vez. Para isto há um comutador que se baseia num condutor circular partido em duas metades que gira com o rotor e umas escovas fixas que tomam a corrente de maneira que já temos uma comutação que produz um ciclo girante. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -19- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 15 – Funcionamento dum motor DC com escova Portanto em corte um motor de corrente continua representa-se da seguinte forma: Imagem 16 – Partes dum motor DC com escova A figura mostra em corte uma máquina CC típica, simplificada para dar ênfase às partes principais. O rotor consiste de eixo, núcleo, enrolamento e comutador, e tem quatro funções principais: (1) permite rotação para ação geradora ou ação motora mecânica (2) dependendo da rotação, produz a ação de chaveamento necessário para a comutação (3) contém os condutores que induzem a tensão ou providenciam um binário eletromagnético (4) dispõe de uma faixa de baixa relutância para o fluxo. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -20- PROJECTO 2009/ 2010 O estator da máquina CC consiste na carcaça, enrolamento de campo, pólos, interpolos, escovas e porta escovas. As ligações eléctricas da máquina de CC mais utilizadas são:  shunt, no qual os enrolamentos do campo estão em paralelo com o circuito da armadura  série, na qual o enrolamento de poucas espiras com fio grosso de campoestá localizado nos pólos principais e ligado em série com o circuito da armadura, bem como as escovas. Em resumo, estas são as prestações das máquinas CC com escova: Tipo Binário de Arranque Velocidade Utilização Excitação separada Fraco Constante Rodar Série Elevado Variável (embala em vazio) Aparelhos Elevatórios Tração mecânica Shunt Fraco Constante Máquinas de Ferramentas Composto Cumulativo Elevado Pouco variável Aparelhos Elevatórios Composto Diferencial Fraco Constante Máquinas de Ferramentas Máquinas de tecidos Ágoras as principais vantagens destes tipo de motores:  Boa resposta a elevados binários e numa ampla faixa de velocidades  Controlo simple Desvantagens:  As escovas necessitam de muita manutenção e não permitem velocidades muito elevadas.  Peras elevadas que produzem aquecimento CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -21- PROJECTO 2009/ 2010 Aqui temos alguns motores do mercado: L.M.C Ltd Motors and Generators Motor No Load Current A Torque Constant Nm/A Speed Constant Rpm/V Armature Resistance DC mΩ Armature Inductance @ 15kHz μH Armature Inertia Kgm^2 Peak Power kW Peak Efficiency % Peak Current A Rated Power kW Rated Speed Rpm Rated Voltage V Rated Current A Rate d Torq ue Nm 126 10 0.0737 105 175 6 0.0234 7.59 83 400 5.06 2520 24 270 19.2 127 5 0.15 54 22.5 23 0.0236 16.08 88 400 8.55 2592 48 215 31.5 D126 5 0.0748 100 138 5 0.0234 11.14 81 400 6.91 3600 36 250 18.3 D127 4 0.17 50 17.5 13 0.0236 25.38 90 400 12.56 3600 72 200 33.3 D135 3.5 0.185 45 16.75 16 29.04 90 400 14.39 3780 84 200 36.4 Imagem 17 – Tipos de motores LMC Rotomag battery operated permanent magnet DC motor Imagem 18 – Tipos de motores Rotomag ACM engineering DC motor serie70 Imagem 19 – Tipos de motores ACM CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -22- PROJECTO 2009/ 2010 Elmeq Motores modelo RC230 5.1.4. Motores Directdrive ou HUBwheels Este tipo de motores tem um ganho grande popularidade para aplicações em tracção eléctrica e maquinaria em geral. Dentro desta categoria são agrupados motores baseados em tecnologias diferentes, tais como os motores de relutância variável, motores DC de imanes permanentes, AC de imanes permanentes comutados electronicamente. A idéia é inserir o motor e freio mesmo na roda do carro. Imagem 20 – Motor Directdrive instalado numa roda As principais advantagens são:  Grande rendimento já que as perdas por fricção são drasticamente reduzidas, logo o ruído é consideravelmente reduzido e necessitam de menos manutenção. Ua Velocidad a In Par a In Corriente (In) Velocidad en vacío Corriente en vacío Par a Ua Corriente a Ua Cte de par Cte de velocidad Pendiente vel/par Velocidad max P.útil máx a Ua Rdto máx Res. En bornes V rpm mNm mA rpm mA mNm mA mNm/A rpm/V rpm/mNm rpm W % Ohm 12 2867 45.37 1800 4500 150 123 5040 25 379 36 10000 15 71 2,38 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -23- PROJECTO 2009/ 2010  Elevado binário a baixa velocidade e alta precisão  Seria possível conseguir uma aderência bem maior. Coordenadas por uma central, cada roda poderia exceder forças de tração, estabilidade e freios independentes, conforme a situação Desvantagens:  Um problema quando o motor é muito grande, é o aumento da massa não suspensa do veículo, o que aumenta a inércia do conjunto roda/pneu e assim prejudica a dinâmica da suspensão, pois piora a estabilidade em alta velocidade já que a roda “flutuaria”, perdendo aderência.  Precisam de um controle muito preciso  O principal problema é seu elevado custo Lafert Servo Motors S.p.A. Imagem 21 – Tabela dos motores Directdrive Lafert CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -24- PROJECTO 2009/ 2010 5.3. Conversores Os accionamentos electromecânicos de velocidade variável são realizados com elementos de electrónica de potência em associação a máquinas eléctricas e conversores de energia eléctrica. O desenvolvimento dos sistemas de velocidade ajustável que se verificou nos últimos anos esteve associado ao desenvolvimento da electrónica de potência bem como de novas montagens e aperfeiçoamento das antigas. O tipo de conversor eléctrico que se deverá utilizar num acionamento electromecânico depende da máquina eléctrica que se está a utilizar, do tipo de fonte de energia disponível e das performances desejadas. São numerosas as variantes de que se pode dispor em conversores electromecânicos de velocidade ajustável. Os principias tipos de conversores existentes são:  Conversores AC-DC: Rectificadores. Utilizam dispositivos electrónicos tais como diodos ou tiristores que só deixam passar a corrente só num sentido  Conversores DC-AC: Inversores ou onduladores. Utilizam dispositivos electrónicos tais como amplificadores operacionais e outros elementos com configurações mais complexas  Conversores AC-AC: Cicloconversores de potência que fazem a variação de frequência que determina as ondas sinusoidais. Utilizam-se normalmente técnicas PWM que reconstroem as ondas com outra frequência. Muito útil em motores assíncronos para variar a velocidade Imagem 22 – Conjunto gerador - inversor para uma carga  Conversores DC-DC: E fácil ver que destes conversores aparecem como os mais útieis dado que a alimentação pode ser feita através baterias, portanto em DC. Aqui descrevemos os principais conversores electrónicos que se utilizam para alimentar as máquinas eléctricas de interesse para a propulsão de um veículo eléctrico com baterias. Em engenharia eléctrica, um conversor CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -25- PROJECTO 2009/ 2010 CC/CC (ou DC/DC) é um circuito electrónico que converte uma tensão ou corrente contínua que tem uma determinada amplitude, em outra tensão ou corrente contínua com outra amplitude diferente. 5.3.1. Lineares Imagem 23 - Um divisor de tensão simples Um método simples de conversão de uma tensão contínua em outra é conhecida como divisor de tensão. Esta técnica utiliza resistências em série com a fonte de alimentação fornecendo uma tensão baixa. No entanto, este método possui sérias desvantagens:  Não promove a regulação de tensão  Requere conhecimento da resistência da carga utilizada  Eficiência muito baixa, o que leva também ao excesso de dissipação de potência  Impossibilidade de gerar tensões mais elevadas que a fonte de alimentação  Impossibilidade de gerar tensões negativas, excepto se o ponto terra for definido por um nó na rede de resistências Qualquer tipo de regulador de tensão resolve os primeiros dois problemas, entretanto reguladores lineares ainda possuem os três últimos problemas. 5.3.2. Chaveados ou estáticos Conversores estáticos são conversores electrónicos de tensão. Estes circuitos, muito similares a uma fonte chaveada (na verdade fazem parte dela), geralmente realizam a conversão aplicando tensão contínua pulsada num indutor ou transformador com determinada freqüência/período (usualmente na faixa de 100 kHz a 5 MHz ) que faz com que o fluxo de corrente gere energia magnética armazenada, que é então aproveitada na saída. Ajustando-se o ciclo de trabalho, a tensão na saída pode ser alterada, ou preferencialmente, mantida estável, através de um controle adequado (realimentação), mesmo que ocorram alterações de carga e corrente. Este método de conversão é mais eficiente (geralmente 80% a 95%) do que os conversores lineares. Uma desvantagem dos conversores chaveados é o ruído eletrónico gerado a altas frequências, que muitas vezes precisam ser filtrados. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -32- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 30 – Partes dum encoder  São sensores digitais que medem a posição  Resolução: é o ângulo resultante da transmissão de um pulso (menor ângulo que um encoder é capaz de medir)  A resolução depende do número de slots (podem ser de centenas a milhares)  Tipos: absolutos e incrementais  Os tacômetros são de este tipo de sensores Imagem 31 – Funcionamento dum tacômetro O funcionamento mostra-se na imagem anterior, onde pomos ver como um sensor fotoelétrico conta as rotações mediante o passo da luz entre as ranhuras do disco. Galga Uma galga é um condutor que quando é sometido a uma força sua resistência aumenta ou diminui. Fazendo os cálculos correspondentes temos a força atuante medida. Imagem 32 - Galga Termopar CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -33- PROJECTO 2009/ 2010 Um termopar é um condutor que produz uma queda de tensão quando há uma diferença de temperatura entre os dois metais. Fazendo os cálculos correspondentes ou olhando as tabelas temos a temperatura medida. Capacitivo Baseia-se num condensador. Um condensador são duas placas metálicas e um material isolador no médio que armazena a tensão mediante um campo eléctrico. Se este material e modificado por forças que atuam no carro tais como movimentos, inércia ou pressão, quedam reflexadas na capacidade do condensador, portanto fazendo os cálculos correspondentes, temos as medidas das forças. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -34- PROJECTO 2009/ 2010 5.5. Alimentação 5.5.1. Baterias A alimentação do corta relvas eléctrico pode ser feito através da ligação com a rede (através de um cabo ligado a uma tomada) ou por baterias. Como das características especificadas no projecto se pretende uma máquina autónoma será escolhida a opção das baterias. Uma bateria é um “recipiente” composto de umas celas eletrolíticas, contituida por duas placas eléctricas de caracteríticas distintas (cátodo e anodo) separados por uma solução iónica que o méio capaz de conduzir electrões de uma placa para a outra. Actualmente, as baterias de níquel-cádmio e as baterias de acido de chumbo, são as mais utilizadas para o armazenamento de energia em veículos elétricos. No entanto, as tecnologias de armazenamento e os seu desenvolvimento no futuro são fundamentais para para melhorar a autonomia do veiculo eléctrico. Os parâmetros que caracterizam as baterias electroquímicas determinam as prestações do veiculo elétrico, assim que a energia especifica condiciona a autonomia do mesmo, a potência especifica a aceleração e a velocidade, e a duração da bateria determinam o numero de ciclos de carga e descarga que podem fazer, e assim assegurar um rendimento energético aceitável. De seguida são descritras de uma forma suscinta as principais tecnologias de armazenamento. Baterias de Chumbo - Acido Imagem 33 – Bateria de Chumbo CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -35- PROJECTO 2009/ 2010 Uma nova geração da baterias de chumbo - acido equipadas com sistemas de gestão da temperatura, é uma das ofertas mais interessantes disponíveis para os veículos elétricos leves. As suas principais vantagens são um bom preço e um bom rendimento para os deslocamentos não superiores a 50 Km. Além de que esta ultima geração de baterias chumboacido não exige manutenção e permitem carregamentos rápidos. A maioria dos veículos eléctricos utiliza bateria de chumbo - acido porque são as únicas produzidas em série, isto reduz os custos. O seu elevado peso associado à sua reduzida energia específica, levam a que um veiculo para ter uma autonomia de 50Km com uma velocidade ponta de 70Km/h seja necessária mais de 400Kg em baterias. O período de carrega pode oscilar entre 8 e 10 horas. Baterias de níquel-cádmio Imagem 34 – Baterias níquel-cádmio O eletrólito níquelcádmio é um dos tipos mais utilizados na Europa para os veículos elétricos que são comercializados. Além de uma maior duração de vida (como indicado pelos fabricantes) comparativamente com as de chumbo - acido, as baterias de níquel-cádmio oferecem maior. Para preservar o seu funcionamento e necessário realizar com frequência descarregas completas também chamadas profundas. É necessário adicionar água cada 5000 o 10000 km aproximadamente. Baterias de sódio-cloreto Imagem 35 – Baterias sódio-cloreto CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -36- PROJECTO 2009/ 2010 Uma das baterias que mais prometem são as de sódio-cloreto de nitrato conhecidas também por baterias ZEBRA. Istas baterias que trabalham a altas temperaturas são apropriadas, para autocarros que fação linhas regulares. Em Stabio, em o sul do Cantão do Tesino (Suiça) foi construida uma fábrica para produzir deste tipo de baterias Baterias de iões de lítio As baterias de iões de lítio representam a tecnologia mais prometedora no campo do armazenamento da energia eléctrica. A eficiência desta tecnologia de armazenamento é notória nos telemóveis, no entanto, o seu uso uso em veículos eléctricos necessita ultrapassar determinados problemas da segurança e custo elevado. A sua principal vantagem reside no seu menor peso e sua elevada capacidade de armazenamento. Imagem 36 – Baterias de íon lítio Muitos investigadores asseguram que esta tecnologia será alvo de melhorias, podendo ser utilizada em tensões mais elevadas. Baterias de zinco-ar O zinco pode competir no futuro com as baterias de combustível de hidrogeno. Alguns investigadores qualificam como o combustível eléctrico do futuro. Entre as suas principais vantagens destaca-se a sua facilidade de carrega e o seu elevado potencial energético. A diferença em relação a outros tipos de baterias reside na necessidade do carro ser equipado com um sistema de filtragem e injecção de ar. As baterias de zinc-air são do tipo primarias uma vez descarregada não podem ser recarregadas, é preciso extrair o zinco e carregar fora da bateria. O carregamento do zinco e fácil e rápido. Este tipo de bateria pode proporcionar 3 vezes mais duração que as que chumbo - acido. As baterias à base de zinco têm a principal vantagem de serem recicladas sem limite, sem perder as suas qualidades químicas nem as suas qualidades físicas. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -37- PROJECTO 2009/ 2010 O zinco é uma fonte limpa e duradora para o futuro, sendo desconhecido o seu impacto no uso massivo no meio ambiente. O zinco e utilizado na produção de aço galvanizado que representam metade de seu mercado. Um terço do zinco consumido, é produzido da reciclagem. Imagem 37 – Densidade de energia 5.5.2. Carregadores Um carregador de bateria é um dispositivo usado para fornecer corrente eléctrica a uma ou mais baterias recarregáveis (em simultâneo). A corrente de carga depende da tecnologia e capacidade de carga da bateria. Por exemplo, a tensão ou corrente, que devem ser fornecidos para recarregar uma bateria de carro de 12V deve ser muito diferente que para recarregar um telemóvel. Os tipos de carregadores podem ser: Simples Um carregador simples trabalha fazendo passar uma corrente continua para a bateria que vai ser carregada. O carregador simples não modifica a corrente de saída. Estas simplicidades fazem que o carregador simples seja barato mas também de baixa qualidade. O tempo de carga utilizando este tipo de carregador é elevado de modo a não causar danos por sobrecarga. Manutenção Um carregador de manutenção e um tipo de carregador simples que carrega a bateria muito lentamente, à velocidade de auto-descarrega. Uma bateria podese deixar ligada ao carregador por um tempo indefinido, mantendo-se carregada sem sobrecarregas nem aquecimentos. É utilizado para manutenção CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -38- PROJECTO 2009/ 2010 da fonte de energia em sistemas autonomos, alarmes ou iluminação de emergência. Com temporização A corrente de carrega é cortada depois de um tempo programado. Estes carregadores são os mais utilizados para as baterias de Níquel-Cádmio de alta capacidade. E frequente encontrar à venda este tipo de carregadores junto um pack de baterias. O tempo de carrega vem configurado para elas. Se forem utilizados para carregar baterias de menor capacidade, estas podem sofrer sobrecarga, e caso sejam utilizadas embaterias de maior capacidade não ficaram carregas por completo. Imagem 38 - Temporização Caso a bateria não esteja totalmente descarregada pode produzir uma sobrecarga. Inteligente A corrente de saída depende do estado da bateria. Este carregador controla a tensão, a temperatura e o tempo de carga. A carrega finaliza quando se obtem uma relação adequada entre a tensão, a temperatura e o tempo de carrega. Em as baterias de Ni-Cd e NiMH, a tensão que pode oferecer à bateria aumenta pouco a pouco durante o processo de carrega até que a bateria esteja carregada. Seguidamente a tensão diminui o que indica que ao carregador que está totalmente carregada. Um carregador inteligente típico carrega a bateria até 85% durante uma hora e depois passa para um regime de carga de manutenção. Rápido Um carregador rápido pode usar o circuito de controlo da própria bateria para conseguir uma carga rápida sem danos. Estes carregadores costumam ter um ventilador para manter a temperatura. Actuam como um carregador normal se forem utilizadas em baterias NiMH, que não tem circuito de controlo. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -39- PROJECTO 2009/ 2010 Por pulsos Imagem 39 – Carregador por pulsos Alguns carregadores usam tecnologia de carrega por impulsos, no qual é aplicado um trem de impulsos de corrente continua na bateria, o seu tempo de subida, largura, frequência, e amplitude são controlados com grande precisão. Esta tecnologia é utilizada para tensão, capacidade ou composição química. Podem utilizar-se picos de alta tensão sem sobrecarregar a bateria. Numa uma bateria de chumbo - acido descompõe os cristais de sulfato de chumbo, alargando a sua vida útil. Alguns carregadores utilizam os impulsos para comprovar o estado da bateria. Indutivas Os carregadores indutivos fazem o uso da indução magnética para carregar baterias. Uma estação de carrega envia energia eletromagnética por acoplamento indutivo a qual é armazenada nas baterias. Imagem 40 – Carregador indutivo CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -40- PROJECTO 2009/ 2010 6. Dimensionamento e seleção de componentes 6.1. Motor A parte mais importante de nosso projecto reside na escolha do motor, já que dele depende quase tudo, o consumo, as forças que devera superar, o tempo de duração de nossas baterias,..... . Dos possíveis tipos de motores existentes no mercado, foi escolhido um motor do tipo DC, já que assim não precisamos ter inversores nem filtros para o “ripple” da tensão AC e outras complicações derivadas da utilização de corrente AC, desta forma poupa-se tempo em cálculos e dinheiro e espaço em mais aparelhos eletrónicos. Em termos de dinheiro os motores DC são mais caros que os motores AC. Com os DC temos peras elevadas que produzem aquecimento e um controlo mais simple. Mas as escovas necessitam de muita manutenção e não permitem velocidades muito elevadas. Os DC tem uma boa resposta a elevados binários e numa ampla faixa de velocidades Também os motores do tipo DC podem dar um maior binario constante e maior capacidade de sobrecarga. 6.1.1. Massas As massas em condicões normais do corta relva são: - Estrutura do corta relva: 113.8 Kg, medido no laboratório de mecânica. - Baterias: 4 baterias de 11.16 kg cada uma, no de total 44.64 Kg. - Motor: entre 10 e 12 Kg. - Microprocessador: será do tipo médio da marca sigma, então 4.1 Kg - Cabos: aproximadamente uns 5 metros, 3 kg. - Outros: componentes elétricos, sensores, luzes,...., aproximadamente um 3kg. - Recolhe-relva cheio de relva: 10 Kg. - Operador: 80 Kg. A massa em condições de trabalho aproximadamente será de 270 Kg. A massa do corta relva é de aproximadamente 190 Kg. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -41- PROJECTO 2009/ 2010 6.1.2. Forças actuantes Imagem 41 – Forças no corta relva Força de arrasto aerodinâmico (Faa) Faa - Força de arrasto aerodinâmico A – Área frontal do veículo Cd – Coeficiente de arrasto ρ – Densidade do ar V – Velocidade 2 2 1VCdAFaa   - A área frontal de nosso corta relva é 0.4 m2 - O Cd é 0.6 - A densidade do ar é 1.29 - Velocidade=Velocidade de cruzeiro do corta relva+Velocidade média do ar em Viseu=10km/h (2.77m/s) + 10 km/h(2.77m/s) NmFaa 75.4)77.277.2(29.16.04.0 2 12 Força em pendente máxima estimada Fx - Força paralela ao plano g – Força da gravidade (9,8m/s2) Fy – Força perpendicular ao plano α – Ângulo de inclinação CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -48- PROJECTO 2009/ 2010 segurança de 10% para que o motor não trabalhe à sua máxima velocidade porque pode ser contraproducente: rpmrpmn 8.233225929.0 1   rpmn 73.7743 2 3.073.77438.2332 21 1 2 2 1 rrpmrrpmrnn D D n n Então: 12 1 23.0 DD D D R , como a ultima polia é uma polia composta unida por um eixo com a primeira, que tem um diâmetro de 122 mm e a outra com um diâmetro de 44.4 mm: mmDD D D r32.134.443.03.0 12 1 2 Cálculo do Binário No ponto 6.1.3. temos que nosso binário depende de a relação total(R) entre as polias: RNRTT rodamotor   4.376 , a relação é: saída motor nD D r; 0271.0 24 1 186 28 94 122 32.13 4.44 321  rrrR Finalmente: NmRNRTT rodamotor 21.100271.04.3764.376       Nosso motor tem um binário de 31.5 Nm, então é suficiente porque apenas necessitamos de 10.21 Nm para a tracção. Ainda podemos aumentar a relação(R) do nosso corta relva para que possa ter mais velocidade e mesmo assim o binário será suficiente. Se por exemplo, tivermos uma velocidade máxima de 100 r.p.m. à saída a relação seria de R=0.0428 e o binário necessário seria de 16.135 Nm. 6.1.7. Corte A parte fundamental de nosso corta relva. Esta composta por duas facas de grau volume movidas pelas polias correspondentes que enlaçam com a polia motora. A primeira polia é a parte mais pequena da polia composta, mas que o primeira polia esta para mover as rodas e esta é para mover as facas do corte. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -49- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 46 – Medidas das polias de corte A relação de velocidade é r=0.3 e a velocidade na polia composta será de 7743.73 rpm. Com diâmetro da polia composta para o corte de 44.4mm temos: rpm D D nn D D n n3.3673 6.93 4.44 73.7743 2 1 12 1 2 2 1 para a primeira faca. rpm D D nn D D n n28.4059 7.84 4.44 73.7743 2 1 12 1 2 2 1 para a segunda faca. Para o binário necessário para cortar relva é complicado de calcular porque não sempre teríamos a mesma densidade de relva nem a mesma grossura de relva nem mesmo tipo da relva. Mas da igual por que precisamos dum binário necessário maximo para o bom funcionamento do corta relva de 10.21 Nm e nosso motor tem um binário de 31.5 Nm. Então temos uma margem de segurança muito elevado já que o binárioque precise o corte não será maior que um 40-50% mais, isto é, como muito será preciso um binário de 20 Nm. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -50- PROJECTO 2009/ 2010 6.2. Alimentação 6.2.1. Baterias A tensão com a que o corta relva vai a funcionar é de 48 V. Maioritariamente, toda a potência consumida pelo corta relva é para o funcionamento do motor. Como o nosso motor precisa de 48 V, temos que ter no minimo essa tensão porque se não precisaríamos de conversores de tensão. Então, a melhor solução é utilizar 4 baterias de 12 V ligadas em série porque 4x12 V=48 V. A seleção das baterias é muito importante, já que o corta relvas tem que trabalhar em zonas onde há desníveis, poeiras e alguma humidade. Também são importantes as dimensiones porque o corta relvas é um corta relvas muito compacto. O peso das baterias influencia o consumo final porque são uns dos componentes com mais peso no corta relva e pode ser contraproducente que tenhamos muita autonomia, mas muito peso significa um consumo mais elevado. As baterias a utilizar são baterias OPTIMA YellowTop Modelo YT S 2.7,as suas características mais importantes são: - 38 Ah - 0,0046 Ω de resistência interna - 11,6 kg - A carga flutuante fica entre 13,2 e 13,8 volts - Tempo de duração a: 25 A de consumo, 26.7 ºC e 10.5 V é de 66 minutos Imagem 47– Capacidade de armazenamento das baterias Para carregar estas baterias é recomendável um carregador de baterias de 13,8 até 15 volts com 10 A e com um tempo de carga de 10 horas. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -51- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 48 – Partes da bateria Estas baterias têm um alto potencial no arranque nos primeiros 10 críticos segundos, uma larga vida e podem ser carregadas muitas vezes sem perder suas prestações originais. Seu nível de descarga é de 25 A. Também são muito resistentes às vibrações e são especialmente fortes em veículos “off-road”, isto é, veículos que não usem apenas estradas asfaltadas. Isto é perfeito, porque os corta relvas são usados a maior parte do tempo em campos de relva. Imagem 49 – Baterias OPITMA CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -52- PROJECTO 2009/ 2010 As baterias estão feitas com Acido Sulfúrico (H2SO4) e a carcaça é de plástico de polipropileno. Este plástico um tipo de plástico que pode ser moldado usando apenas aquecimento, ou seja, é um termoplástico. Por isso, sempre temos que ter muito cuidado na carga das baterias e com a sua instalação porque o acido sulfúrico é muito corrosivo e perigoso. Para saber o rendimento das baterias nosso sistema é preciso calcular a diferença entre os diferentes potenciais. Ede circuito aberto= 13.1V R interna= 0.0046Ω U= tensão das baterias Imotor= 215A VIREU 089.142150046.01.13   Agora para as potências: IEnP bateriasutil  ,mas para saber I há que saber qual é a intensidade pelos cabos do corta relva: W kW P PPtotalPmotor motorrcontrolado motor totalmotorrcontrolado 27.10227 88.095.0 55.8        A V W U P IIUP motor total motortotal 06.213 48 27.10227  Então: WIEnP bateriasutil 34.1116406.2131.134   A potencia total será: WIUnP bateriastotal 21.1200706.213089.144    E o rendimento: %9.92929.0 21.12007 34.11164  W W P P total util baterias  de rendimento CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -53- PROJECTO 2009/ 2010 6.2.2. Cabos Agora temos que calcular a dimensão dos cabos eléctricos do corta relva. W kW P PPtotalPmotor motorrcontrolado motor totalmotorrcontrolado 27.10227 88.095.0 55.8        E para saber a intensidade nos cabos de nosso corta relva: A V W U P IIUP motor total motortotal 06.213 48 27.10227  O corta relvas trabalhará com uma temperatura media de 15 ºC, mas nos meses de Julho o Junho a temperatura poderá ser de 25-30ºC. Então, escolheremos uns cabos da companhia RADALEX, com um factor de correção de 0.96 relativo à temperatura. Imagem 50– Gráfica Intensidade-secção dos cabos Como podemos ver, os cabos tem que ter uma secção entre os 35-50 mm2. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -54- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 51– Tabela dos cabos Para ter uma maior segurança, escolheremos os cabos 1/0, já que no arranque pode-se ter um pico de corrente muito elevado. Fusível Para a protecção de o motor temos que por um fusível de elevada capacidade entre as baterias conectadas em serie e o motor. O fusível pelo menos será de 215 A porque é la intensidade máxima que o motor consume em condições nominais. Mas pode haver intensidades de pico muito elevadas no arranque. Para evitar isso pomos um fusível de 300 Ae 48 V em DC. O melhor possível é o fusível CF8 “Compact Fuse”, com uma capacidade de ruptura de 1500 A á 48 V. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -55- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 52 – Tabela de características do fusível 6.2.3. Recarga O tempo de recarga mais recomendável será o tempo nos Data-sheets das baterias OPTIMA. - Com alternador de 13.65 até 15 volts. - Com carregador de baterias (a tensão constante): - de 13.8 até 15 volts. - 10 amperes como Maximo. - tempo de carrega será entre 6 e 12 horas. - Tempos: Preferimo-nos carregar as baterias com um carregador do tipo Zivan F4EG 48V. As características de este carregador são: - Para redes de 230 V em AC e 50 Hz - Corrente de saída de 15 A - Tensão nominal das baterias de 48 v (4 bateriasx12v cada uma delas) - Capacidades recomendadas das baterias de 80-190 Ah - Rendimento maior que 85% para todas as condições de recarga - Peso 2,2 kg - Tamanho: 300x160x80 mm - Frequência de comutação 50 Khz±5% - Factor de potência (cosφ) de 0.68 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -56- PROJECTO 2009/ 2010 Os valores de 80-190 Ah são muito elevados para nossas baterias, mas o carregador Zivan pode ser reprogramado para cada caso pretendido. Imagem 53 – Carregador Zivan http://www.zivanusa.com/NG1BatteryCharger.htm CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -57- PROJECTO 2009/ 2010 6.3. Controlador Depois de calcular as características mecânicas necessárias do motor e as suas características eléctricas para a alimentação, o próximo passo é escolher um driver para variar a velocidade e binárioBinário do motor. Estima-se que o motor de 48 V com uma potência de 8,55 kW e uma corrente de 215A. Imagem 54 - Sigmadrive Decidimos-nos optar pela empresa PG Drives Tecnology e mais especificamente em sua família de controladores Sigmadrive. Devido à consola de programação ser muito fácil de configurar o arranque, a curva de aceleração, velocidade máxima, aceleração máxima... É também um controlador projectado para resistir a ambientes agressivos, como água e poeira, dado que para que o nosso cortador tem de operar no exterior é muito apropriado. Imagem 55 – Modelo PMT465L O modelo escolhido será o PMT465L com uma tensão de saída de 24-48 volts, com correntes de até 650 ampéres por 2 minutos e 260 ampères durante uma hora. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -64- PROJECTO 2009/ 2010 6.8. Tempo de carga das baterias e consumo Tcarga - Tempo de carga CB – Capacidade nominal da bateria EC – Estado de carga da bateria CC – Corrente de carga 2.1 100 )100( arg     CC CBEC tac Tendo em conta que as baterias estão completamente descarregadas vamos assumir o estado de carga igual a 5% porque as baterias sofrem se descarregam completamente. 4.2 15100 38)5100( 2.1 100 )100( arg         CC CBEC tac horas, então 2 horas e 24 minutos. Nota: cálculos sacados de projecto 2009 Conversão moto 4 pagina 40 Consumo eléctrico da rede Consumo= KwhhAVbateriastP 17284.215124     CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -65- PROJECTO 2009/ 2010 6.9. Orçamento Descrição Fabricante Quantidade Preço unitário € Preço final € Contactos corrente continua Ametec 1 62.24 62.24 Contacto emergência 1 26.79 26.79 Pole conector 1 3.97 3.97 Motor 200- 127 DC 1 1044.17 1044.17 Sigmadrive PG Drives tecnology 1 553.2 553.2 Programer Sigma drive PG Drives tecnology 1 410.76 410.76 Baterias Optima bateries 4 219.29 877,16 Cabos PC50-M Radaflex 8 (m) 11.6 (€/4m) 23.2 Post Terminal Clamps - Heavy Duty to suit 60 mm Cable 8 4.41 35.28 Power Cable Terminal Eyelets 35 mm2 - 6, 8, ou 10 mm Holes 8 0.78 6.24 Carregador F4EG 48 V Zivan 1 553.2 553.2 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -66- PROJECTO 2009/ 2010 6.10. Planificação Este é o cronograma da realização de este projecto, desde que foi iniciado o dia 22 de Fevereiro, até à sua apresentação e exposição. Mês Fevereiro Março Abril Maio Junho Julio Semanas 1 2 34 1 2 34123412341 2 3 4 1234 Pesquisa informação Memória Cálculos Toma de dados. Desenho da solução Montagem Instalação de motor Instalação de baetrias Programação de controlador Medições Orçamento CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -67- PROJECTO 2009/ 2010 7. Bibliografia e linkografia Historia dos Corta relvas http://en.wikipedia.org/wiki/Lawn_mower Tratores http://en.wikipedia.org/wiki/Tractor Transmissão de correias http://www.elprisma.com/apuntes/ingenieria_mecanica/transmisioncorrea Consultas gerais ESTV, Projecto 2009 – Conversão Moto 4, autores:João Bastos,Luis Nunes e Tiago Campos. CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -68- PROJECTO 2009/ 2010 8. Índice de imagens Página Imagem 1 – Corta relva cilíndrico 9 http://www.greenandeasy.co.uk/userfiles/image/Cylinder%20Mower%20Diagra m.jpg Imagem 2 – Corta relva rotativo 10 http://learn.ecomowers.com/wp-content/uploads/2009/05/rotary-mower1.jpg Imagem 3 – Características dos motores ABB monofásicos 12 Imagem 4 – Características dos motores ABB trifásicos 12 Imagem 5 – Características motores ISGV trifásicos 13 Imagem 6 – Funcionamento dos imanes do motor 14 Imagem 7 – Campos indutivos no motor 14 Imagem 8 – Influencia dos pólos 15 Imagem 9 – Comutação controlada dum motor 15 Imagem10 – Voltagem médio 16 Imagem 11 – Voltagem médio 16 Imagem 12 – Tabela de tipos de motor GOLDEN MOTOR 17 Imagem 13 – Tabela de tipos de motor LAFERT SERVO 18 Imagem 14 – Forças indutivas e densidade de fluxo 18 Imagem 15 – Funcionamento dum motor DC com escova 19 Imagem 16 – Partes dum motor DC com escova 19 Imagem 17 – Tipos de motores LMC 21 Imagem 18 – Tipos de motores Rotomag 21 Imagem 19 – Tipos de motores ACM 21 Imagem 20 – Motor Directdrive instalado numa roda 22 Imagem 21 – Tabela dos motores Directdrive Lafert 23 Imagem 22 – Conjunto gerador - inversor para uma carga 24 Imagem 23 - Um divisor de tensão simples 25 Imagem 24 - Tipos de conversores estáticos 26 Imagem 25– Montagens Chopper no quadrante 1 27 Imagem 26 – Vista microscópica dum micro processador 28 Imagem 27 – Controle por malha aberta 29 Imagem 28 – Controle por malha fechada 30 Imagem 29 - Resolver 31 Imagem 30 – Partes dum encoder 31 Imagem 31 – Funcionamento dum tacômetro 32 Imagem 32 – Galga 32 Imagem 33 – Bateria de Chumbo 34 Imagem 34 – Baterias níquel-cádmio 35 Imagem 35 – Baterias sódio-cloreto 35 Imagem 36 – Baterias de íon lítio 36 Imagem 37 – Densidade de energia 37 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -69- PROJECTO 2009/ 2010 Imagem 38 – Temporização 38 Imagem 39 – Carregador por pulsos 39 Imagem 40 – Carregador indutivo 39 Imagem 41 – Forças no corta relva 41 Imagem 42 – Forças em pendente 42 Imagem 43 – Polia intermédia e caixa de câmbios-velocidades 44 Imagem 44 – Polia do motor e polia intermédia 44 Imagem 45 – Características do motor 47 Imagem 46 – Medidas das polias de corte 49 Imagem 47 – Capacidade de armazenamento das baterias 50 Imagem 48 – Partes da bateria 51 Imagem 49 – Baterias OPITMA 51 Imagem 50 – Gráfica Intensidade-secção dos cabos 53 Imagem 51 – Tabela dos cabos 54 Imagem 52 – Tabela de características do fusível 55 Imagem 53 – Carregador Zivan 56 http://www.zivanusa.com/NG1BatteryCharger.htm Imagem 54 – Sigmadrive 57 Imagem 55 – Modelo PMT465L 57 Imagem 56 – Cabos e controlador sigma 58 Imagem 57 – Vista aérea do corta relva 59 Imagem 58 – Corte do corta relva 60 Imagem 59 – Polias de transmissão 61 CONVERSÃO DE UMA MÁQUINA DE CORTAR RELVA Escola Superior de Tecnología e Gestão de Viseu -70- PROJECTO 2009/ 2010 9. Anexos Anexo I - Diretiva de Compatibilidade Eletromagnética 2004/108/CE Anexo II - Diretiva de Baixa Tensão 2006/95/CE