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MEMORIA JAVIER MIR MAIRAL UNIVERSIDAD DE ZARAGOZA, ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. 2014
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 2 MEMORIA DESCRIPTIVA..............................................................................7 1. ANTECEDENTES.......................................................................................7 2. OBJETO. ....................................................................................................7 3. NORMATIVA. .............................................................................................7 4. CLASIFICACIÓN DEL EDIFICIO................................................................8 5. CARACTERÍSTICAS DEL EDIFICIO Y DE LA ZONA DE APARCAMIENTO...........................................................................................9 6. SUMINISTRO DE ENERGIA....................................................................10 7. PREVISION DE POTENCIA.....................................................................11 CIRCUITOS DE FUERZA.........................................................................12 CIRCUITOS DE ALUMBRADO.................................................................13 8. ELEMENTOS CONSTITUYENTES DE LA INSTALACION DEL..............15 EDIFICIO......................................................................................................15 8.1 ACOMETIDA.......................................................................................15 8.2 CAJA GENERAL DE PROTECCIÓN Y MEDIDA................................16 8.3. LINEA GENERAL DE ALIMENTACION.............................................16 8.4 EQUIPO DE MEDIDA .........................................................................18 8.5 DERIVACION INDIVUDUAL...............................................................18 9. DISPOSITIVOS GENERALES E INDIVIDUALES DE MANDO Y PROTECCION..............................................................................................19 10. CARACTERISTICAS GENERALES QUE DEBERAN REUNIR LAS INSTALACIONES INTERIORES O RECEPTORAS.....................................27 10.1. CONDUCTORES.............................................................................27 10.2. IDENTIFICACION DE CONDUCTORES. ........................................28 10.3 SUBDIVISION DE LAS INSTALACIONES........................................28 10.4 EQUILIBRADO DE CARGAS............................................................29 10.5 RESISTENCIA DE AISLAMIENTO Y RIGIDEZ DIELECTRICA........29 10.6 CONEXIONES..................................................................................29 10.7 SISTEMAS DE INSTALACION.........................................................30 11. ALUMBRADO EXTERIOR......................................................................35 11.1 DIMENSIONADO DE LA INSTALACIÓN..........................................35 11.2 CUADROS DE PROTECCIÓN, MEDIDA Y CONTROL....................36 11.3 REDES SUBTERRÁNEAS DE ALIMENTACIÓN.............................. 36 11.4 SOPORTES DE LAS LUMINARIAS..................................................38 11.5 PUESTAS A TIERRA........................................................................39 12. PUESTA A TIERRA DEL EDIFICIO...........................................................40 12.1 ELEMENTOS A CONECTAR A TIERRA.........................................41 12.2 PUNTOS DE PUESTA A TIERRA.....................................................41 12.3 LÍNEAS PRINCIPALES DE TIERRA, DERIVACIONES Y CONDUCTORES DE PROTECCIÓN.......................................................41 ANEXO DE CÁLCULOS ...........................................................................43 CUADRO GENERAL DE MANDO Y PROTECCION....................................43 Fórmulas...................................................................................................43 Cálculo de la ACOMETIDA.......................................................................48 Cálculo de la LINEA GENERAL DE ALIMENTACION.............................. 48 Cálculo de la DERIVACION INDIVIDUAL.................................................49 Cálculo de la Línea: GRUPO ELECTROGENO........................................49
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 3 Cálculo de la Línea: LA1...........................................................................50 Cálculo de la Línea: L2..............................................................................51 Cálculo de la Línea: L4..............................................................................51 Cálculo de la Línea: L7..............................................................................52 Cálculo de la Línea: LF1 ...........................................................................52 Cálculo de la Línea: Secamanos 1............................................................53 Cálculo de la Línea: Tomas aseos............................................................54 Cálculo de la Línea: Tomas inf.1...............................................................54 Cálculo de la Línea: LF2 ...........................................................................55 Cálculo de la Línea: Tomas inf.2...............................................................55 Cálculo de la Línea: Secamanos 2............................................................56 Cálculo de la Línea: PLANTA SOTANO....................................................56 SUBCUADRO PLANTA SOTANO................................................................57 Cálculo de la Línea: LA2...........................................................................57 Cálculo de la Línea: L34............................................................................58 Cálculo de la Línea: L11............................................................................58 Cálculo de la Línea: L9..............................................................................59 Cálculo de la Línea: LF3 ...........................................................................59 Cálculo de la Línea: Tomas almacén........................................................60 Cálculo de la Línea: Tomas archivo..........................................................60 Cálculo de la Línea: Tomas calefacción....................................................61 CALCULO DE EMBARRADO PLANTA SOTANO....................................61 SUBCUADRO PLANTA PRIMERA...............................................................63 Cálculo de la Línea: LA3...........................................................................63 Cálculo de la Línea: L14............................................................................64 Cálculo de la Línea: L17............................................................................64 Cálculo de la Línea: L16............................................................................65 Cálculo de la Línea: LA4...........................................................................65 Cálculo de la Línea: L30 Balizas 1...........................................................66 Cálculo de la Línea: L31 Balizas 2...........................................................67 Cálculo de la Línea: LA EXT.....................................................................67 Cálculo de la Línea: L35 Faros fachada....................................................68 Cálculo de la Línea: LA5...........................................................................68 Cálculo de la Línea: L32 Farolas...............................................................69 Cálculo de la Línea: L.MOTOR 1..............................................................70 Cálculo de la Línea: Puerta 1....................................................................70 Cálculo de la Línea: L.MOTOR 2..............................................................71 Cálculo de la Línea: Puerta 2....................................................................71 Cálculo de la Línea: LF4 ...........................................................................72 Cálculo de la Línea: Tomas ofc.c-arch......................................................72 Cálculo de la Línea: LF5 ...........................................................................73 Cálculo de la Línea: Tomas oficina...........................................................73 Cálculo de la Línea: L.MOTOR 3..............................................................74 Cálculo de la Línea: Ascensor...................................................................74 CALCULO DE EMBARRADO PLANTA PRIMERA...................................75 SUBCUADRO PLANTA SEGUNDA............................................................76 Cálculo de la Línea: L23............................................................................78 Cálculo de la Línea: L22............................................................................78 Cálculo de la Línea: LF6 ...........................................................................79
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 4 Cálculo de la Línea: Tomas salon-arch.....................................................79 Cálculo de la Línea: Tomas aseo 3...........................................................80 Cálculo de la Línea: Secamanos4.............................................................80 Cálculo de la Línea: LF7 ...........................................................................81 Cálculo de la Línea: Secamanos3.............................................................81 Cálculo de la Línea: Tomas aseos 4.........................................................82 Cálculo de la Línea: LF8 ...........................................................................82 Cálculo de la Línea: Tomas salón.............................................................83 Cálculo de la Línea: Toma trastero...........................................................83 CALCULO DE EMBARRADO PLANTA SEGUNDA.................................84 SUBCUADRO CUADRO ESCENARIO........................................................85 Cálculo de la Línea: LF9 ...........................................................................85 Cálculo de la Línea: Alumbrado 1.............................................................86 Cálculo de la Línea: Alumbrado 2.............................................................86 Cálculo de la Línea: LF10 .........................................................................87 Cálculo de la Línea: Toma monofásica 1..................................................87 Cálculo de la Línea: Toma monofásica 2..................................................88 Cálculo de la Línea: LF11 .........................................................................88 Cálculo de la Línea: Toma trifásica 1........................................................89 Cálculo de la Línea: Toma trifásica 2........................................................89 CALCULO DE EMBARRADO CUADRO ESCENARIO.............................90 Cálculo de la Línea: CONTROL SEGURIDAD.........................................91 SUBCUADRO CONTROL SEGURIDAD.....................................................91 Cálculo de la Línea: TELEFONIA..............................................................91 Cálculo de la Línea: ANTENA...................................................................92 Cálculo de la Línea: ALARMA...................................................................93 Cálculo de la Línea: CCTV........................................................................93 Cálculo de la Línea: PORTERO AUTOMATICO....................................... 94 CALCULO DE EMBARRADO CONTROL SEGURIDAD..........................94 Cálculo de la Línea: L5..............................................................................95 Cálculo de la Línea: L6..............................................................................96 Cálculo de la Línea: L1..............................................................................97 Cálculo de la Línea: L3..............................................................................97 Cálculo de la Línea: L26 EMERG. ............................................................98 Cálculo de la Línea: LA9...........................................................................98 Cálculo de la Línea: L8..............................................................................99 Cálculo de la Línea: L10..........................................................................100 Cálculo de la Línea: L27 EMERG. ..........................................................100 Cálculo de la Línea: L12..........................................................................101 Cálculo de la Línea: LA10.......................................................................101 Cálculo de la Línea: L13..........................................................................102 Cálculo de la Línea: L28 EMERG. ..........................................................103 Cálculo de la Línea: L18..........................................................................103 Cálculo de la Línea: L15..........................................................................104 Cálculo de la Línea: LA7.........................................................................104 Cálculo de la Línea: L29 EMERG. ..........................................................105 Cálculo de la Línea: L24..........................................................................106 Cálculo de la Línea: L19..........................................................................106 Cálculo de la Línea: L21..........................................................................107
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 5 Cálculo de la Línea: L25..........................................................................107 Cálculo de la Línea: LA11.......................................................................108 Cálculo de la Línea: L35.1.......................................................................108 Cálculo de la Línea: GRUPO PRESION.................................................109 CALCULO DE EMBARRADO CUADRO GENERAL DE MANDO Y PROTECCION........................................................................................109 RESUMEN DEL PRESUPUESTO .................................................................118 CONCLUSIÓN ...............................................................................................119 PREVENCION DE RIESGOS LABORALES..................................................120 1.1. INTRODUCCION.................................................................................120 1.2. DERECHOS Y OBLIGACIONES.........................................................120 1.2.1. DERECHO A LA PROTECCIÓN FRENTE A LOS RIESGOS LABORALES...........................................................................................120 1.2.2. PRINCIPIOS DE LA ACCIÓN PREVENTIVA................................121 1.2.3. EVALUACIÓN DE LOS RIESGOS................................................121 1.2.4. EQUIPOS DE TRABAJO Y MEDIOS DE PROTECCIÓN.............122 1.2.5. INFORMACIÓN, CONSULTA Y PARTICIPACIÓN DE LOS TRABAJADORES...................................................................................123 1.2.6. FORMACIÓN DE LOS TRABAJADORES. ...................................123 1.2.7. MEDIDAS DE EMERGENCIA.......................................................123 1.2.8. RIESGO GRAVE E INMINENTE...................................................123 1.2.9. VIGILANCIA DE LA SALUD..........................................................124 1.2.10. DOCUMENTACIÓN....................................................................124 1.2.11. COORDINACIÓN DE ACTIVIDADES EMPRESARIALES..........124 1.2.12. PROTECCIÓN DE TRABAJADORES ESPECIALMENTE SENSIBLES A DETERMINADOS...........................................................124 1.2.13. PROTECCIÓN DE LA MATERNIDAD. .......................................125 1.2.14. PROTECCIÓN DE LOS MENORES...........................................125 1.2.15. RELACIONES DE TRABAJO TEMPORALES, DE DURACIÓN DETERMINADA Y EN.............................................................................125 1.2.16. OBLIGACIONES DE LOS TRABAJADORES EN MATERIA DE PREVENCIÓN DE ..................................................................................125 1.3. SERVICIOS DE PREVENCION...........................................................126 1.3.1. PROTECCIÓN Y PREVENCIÓN DE RIESGOS PROFESIONALES. ................................................................................................................126 1.3.2. SERVICIOS DE PREVENCIÓN....................................................126 1.4. CONSULTA Y PARTICIPACION DE LOS TRABAJADORES.............127 1.4.1. CONSULTA DE LOS TRABAJADORES.......................................127 1.4.2. DERECHOS DE PARTICIPACIÓN Y REPRESENTACIÓN..........127 1.4.3. DELEGADOS DE PREVENCIÓN. ................................................127 2. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD EN LOS LUGARES DE TRABAJO.................................................................................................128 2.1. INTRODUCCION.................................................................................128 2.2. OBLIGACIONES DEL EMPRESARIO.................................................128 2.2.1. CONDICIONES CONSTRUCTIVAS. ............................................128 2.2.2. ORDEN, LIMPIEZA Y MANTENIMIENTO. SEÑALIZACIÓN. .......130 2.2.3. CONDICIONES AMBIENTALES...................................................131 2.2.4. ILUMINACIÓN...............................................................................131 2.2.5. SERVICIOS HIGIÉNICOS Y LOCALES DE DESCANSO.............132
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 6 2.2.6. MATERIAL Y LOCALES DE PRIMEROS AUXILIOS....................132 3. DISPOSICIONES MINIMAS EN MATERIA DE SEÑALIZACION DE SEGURIDAD Y SALUD EN EL TRABAJO.....................................................133 3.1. INTRODUCCION.................................................................................133 3.2. OBLIGACION GENERAL DEL EMPRESARIO....................................133 4. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD PARA LA UTILIZACION POR LOS TRABAJADORES DE LOS EQUIPOS DE TRABAJO. .......................................................................................................................134 4.1. INTRODUCCION.................................................................................134 4.2. OBLIGACION GENERAL DEL EMPRESARIO....................................135 4.2.1. DISPOSICIONES MÍNIMAS GENERALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO. .......................................................................135 4.2.2. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO ........................................................................136 4.2.3. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO PARA ELEVACION DE CARGAS..................137 4.2.4. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO PARA MOVIMIENTO DE TIERRAS Y MAQUINARIA PESADA EN GENERAL..................................................137 4.2.5. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LA MAQUINARIA .........................................................................................139 5. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD EN LAS OBRAS DE CONSTRUCCION..........................................................................................140 5.1. INTRODUCCION.................................................................................140 5.2. ESTUDIO BASICO DE SEGURIDAD Y SALUD..................................141 5.2.1. RIESGOS MAS FRECUENTES EN LAS OBRAS DE CONSTRUCCION...................................................................................141 5.2.2. MEDIDAS PREVENTIVAS DE CARÁCTER GENERAL...............142 5.3. DISPOSICIONES ESPECIFICAS DE SEGURIDAD Y SALUD DURANTE LA EJECUCION DE....................................................................................153 6. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD RELATIVAS A LA UTILIZACION POR LOS TRABAJADORES DE EQUIPOS DE PROTECCION INDIVIDUAL...................................................................................................154 6.1. INTRODUCCION.................................................................................154 6.2. OBLIGACIONES GENERALES DEL EMPRESARIO..........................154 6.2.1. PROTECTORES DE LA CABEZA. ...............................................154 6.2.2. PROTECTORES DE MANOS Y BRAZOS....................................155 6.2.3. PROTECTORES DE PIES Y PIERNAS........................................ 155 6.2.4. PROTECTORES DEL CUERPO...................................................155
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 7 MEMORIA DESCRIPTIVA 1. ANTECEDENTES. Se redacta el presente proyecto de instalación eléctrica de un edificio multiusos con una zona de aparcamiento, situado en a localidad de Lafortunada, provincia de Huescaconcretamente en la parcela 9000, recinto 8. Este proyecto será realizado por Javier Mir Mairal a petición de Escuela Universitaria de Ingeniería y Arquitectura, EINA con domicilio social en: Edificio Torres Quevedo, Calle María de Luna 3. Zaragoza. 2. OBJETO. El objeto del proyecto es facilitar una descripción detallada de la instalación eléctrica que engloba los siguientes espacios: el edificio multiusos, la zona de aparcamientos y una zona situada en este, formada por un pequeño escenario donde realizar conciertos o conferencias. Todo esto para lograr una correcta ejecución de la misma de acuerdo con los Organismos Competentes. Que la instalación que nos ocupa reúna las condiciones y garantías mínimas exigidas por la reglamentación vigente, con el fin de obtener la autorización administrativa y la de ejecución de la instalación, así como servir de base a la hora de proceder a la ejecución den dicho proyecto obteniendo así un normal abastecimiento eléctrico en su posterior conexión a la red de distribución de energía. 3. NORMATIVA. El presente proyecto recoge las características de los materiales, los cálculos que justifican su empleo y la forma de ejecución de las obras a realizar, dando con ello cumplimiento a las siguientes disposiciones: - Ley 7/1994, de 18 de mayo, de Protección Ambiental. - Reglamento de Calificación Ambiental. - Reglamento Electrotécnico para Baja Tensión e Instrucciones Técnicas Complementarias (Real Decreto 842/2002 de 2 de Agosto de 2002). - Real Decreto 1955/2000 de 1 de Diciembre, por el que se regulan las actividades de Transporte, Distribución, Comercialización, Suministro y procedimientos de Autorización de Instalaciones de Energía Eléctrica. - Código Técnico de la Edificación, DB SI sobre Seguridad en caso de incendio. - Código Técnico de la Edificación, DB HE sobre Ahorro de energía. - Código Técnico de la Edificación, DB SU sobre Seguridad de utilización. - NBE CA-88 de Condiciones Acústicas en los Edificios. - Reglamento de Instalaciones Térmicas en los Edificios. - Reglamento de Seguridad contra incendios en los establecimientos industriales (Real Decreto 2267/2004 de 3 de diciembre)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 8 - Normas Técnicas para la accesibilidad y la eliminación de barreras arquitectónicas, urbanísticas y en el transporte. - Ley 31/1995, de 8 de noviembre, de Prevención de Riesgos Laborales. - Real Decreto 1627/1997 de 24 de octubre de 1.997, sobre Disposiciones mínimas de seguridad y salud en las obras. - Real Decreto 486/1997 de 14 de abril de 1997, sobre Disposiciones mínimas de seguridad y salud en los lugares de trabajo. - Real Decreto 485/1997 de 14 de abril de 1997, sobre Disposiciones mínimas en materia de señalización de seguridad y salud en el trabajo. - Real Decreto 1215/1997 de 18 de julio de 1997, sobre Disposiciones mínimas de seguridad y salud para la utilización por los trabajadores de los equipos de trabajo. - Real Decreto 773/1997 de 30 de mayo de 1997, sobre Disposiciones mínimas de seguridad y salud relativas a la utilización por los trabajadores de equipos de protección individual. 4. CLASIFICACIÓN DEL EDIFICIO. Atendiendo al REBT y a la ITC 28 del mismo se contempla que un local será de pública concurrencia si cumple alguna de las siguientes condiciones: Locales de espectáculos y actividades recreativas: - Cualquiera que sea su capacidad de ocupación, como por ejemplo, cines, teatros, auditorios, estadios, pabellones deportivos, plazas de toros, hipódromos, parques de atracciones y ferias fijas, salas de fiesta, discotecas, salas de juegos de azar. Locales de reunión, trabajo y usos sanitarios: - Cualquiera que sea su ocupación, los siguientes: Templos, Museos, Salas de conferencias y congresos, casinos, hoteles, hostales, bares, cafeterías, restaurantes o similares, zonas comunes en agrupaciones de establecimientos comerciales, aeropuertos, estaciones de viajeros, estacionamientos cerrados y cubiertos para más de 5 vehículos, hospitales, ambulatorios y sanatorios, asilos y guarderías - Si la ocupación prevista es de más de 50 personas: bibliotecas, centros de enseñanza, consultorios médicos, establecimientos comerciales, oficinas con presencia de público, residencias de estudiantes, gimnasios, salas de exposiciones, centros culturales, clubes sociales y deportivos La ocupación prevista de los locales se calculará como 1 persona por cada 0,8 m 2 de superficie útil, a excepción de pasillos, repartidores, vestíbulos y servicios. Para las instalaciones en quirófanos y salas de intervención se establecen requisitos particulares en la ITC-BT-38. Igualmente se aplican a aquellos locales clasificados en condiciones BD2, BD3 y BD4, según la norma UNE 20.460 -3 y a todos aquellos locales no contemplados en los apartados anteriores, cuando tengan una capacidad de ocupación de más de 100 personas.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 9 Esta instrucción tiene por objeto garantizar la correcta instalación y funcionamiento de los servicios de seguridad, en especial aquellas dedicadas a alumbrado que faciliten la evacuación segura de las personas o la iluminación de puntos vitales de los edificios En nuestro caso al tratarse de un edificio multiusos destinado a oficinas en una de sus plantas y a un uso público, en el salón de actos de la planta superior, con una previsión de ocupación en algunos momentos de más de 50 personas tenemos que considerar en todo momento que se trata de un edificio de pública concurrencia con las medidas y limitaciones eléctricas que ello conlleva. 5. CARACTERÍSTICAS DEL EDIFICIO Y DE LA ZONA DE APARCAMIENTO. El edificio multiusos que se plantea en el presente proyecto consta de 4 plantas, un sótano y tres plantas sobre el suelo que se describen a continuación: Planta sótano: Formada por una sala destinada a la instalación de la calefacción. Una segunda zona, la más amplia, que sirve de almacén, una tercera utilizada a modo de archivo y un pequeño armario situado bajo la escalera. (Plano Nº 4). Cuarto calefacción15,11 m 2 Almacén44,68 m 2 Archivo34,31 m 2 Armario2,96 m 2 Planta baja: Formada por una entrada a modo de porche, una sala principal destinada al uso informativo que pueda tener el edificio, como por ejemplo un punto de información turística, dos pequeños aseos y una zona de equipamientos. (Plano Nº5). Sala de información66,02 m 2 Porche14,53 m 2 Cuarto de equipamientos5,94 m 2 Aseo 13,8 m 2 Aseo 24,3 m 2
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 16 En nuestro caso la acometida enlaza la salida de un centro de transformación cercano a la CGP de nuestro edificio. Las características y el número de conductores que formarán la acometida serán determinados por las normas particulares de la compañía de distribución IBERDROLA, en cuanto a la sección de los mismos, será fijada por la misma compañía, teniendo en cuenta la demanda máxima prevista, la tensión de suministro, las densidades de corriente máximas admisibles para el tipo y condiciones de la instalación de los conductores y la caída de tensión máxima admisible establecida para esta parte de la red de distribución. 8.2 CAJA GENERAL DE PROTECCIÓN Y MEDIDA. Son las cajas que alojan los elementos de protección de las líneas generales de alimentación. Se instalará preferentemente sobre la fachada exterior del edificio, en un lugar de libre y permanente acceso. Su situación se fijará de común acuerdo entre la propiedad y la empresa suministradora. En nuestro edificio irá situada en la fachada como se indica en el plano de planta baja (plano Nº5). Las cajas de protección y medida a utilizar corresponderán a uno de los tipos recogidos en las especificaciones técnicas de la empresa suministradora que hayan sido aprobadas por la Administración Pública competente, en función del número y naturaleza del suministro. Dentro de las mismas se instalarán cortacircuitos fusibles en todos los conductores de fase o polares, con poder de corte al menos igual a la corriente de cortocircuito prevista en el punto de su instalación. El neutro estará constituido por una conexión amovible situada a la izquierda de las fases, colocada la caja general de protección en posición de servicio, y dispondrá también de un borne de conexión para su puesta a tierra si procede. Las cajas de protección y medida cumplirán todo lo que sobre el particular se indica en la Norma UNE-EN 60.439 -1, tendrán grado de inflamabilidad según se indica en la norma UNE-EN 60.439 -3, una vez instaladas tendrán un grado de protección IP43 según UNE 20.324 e IK 09 según UNE-EN 50.102 y serán precintables. La envolvente deberá disponer de la ventilación interna necesaria que garantice la no formación de condensaciones. El material transparente para la lectura será resistente a la acción de los rayos ultravioleta. Las disposiciones generales de este tipo de caja quedan recogidas en la ITC-BT-13. 8.3. LINEA GENERAL DE ALIMENTACION Es la línea que enaza la Caja General de Protección con la Centralización de Contadores que alimenta. Está regulada por la ITC-BT-14. De una misma línea general de alimentación pueden hacerse derivaciones para distintas centralizaciones de contadores.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 17 Las líneas generales de alimentación estarán constituidas por: - Conductores aislados en el interior de tubos empotrados. - Conductores aislados en el interior de tubos enterrados. - Conductores aislados en el interior de tubos en montaje superficial. - Conductores aislados en el interior de canales protectoras cuya tapa sólo se pueda abrir con la ayuda de un útil. - Canalizaciones eléctricas prefabricadas que deberán cumplir la norma UNEEN 60.439 -2. - Conductores aislados en el interior de conductos cerrados de obra de fábrica, proyectados y construidos al efecto. Las canalizaciones incluirán en cualquier caso, el conductor de protección. El trazado de la línea general de alimentación será lo más corto y rectilíneo posible, discurriendo por zonas de uso común. Cuando la línea general de alimentación discurra verticalmente lo hará por el interior de una canaladura o conducto de obra de fábrica empotrado o adosado al hueco de la escalera por lugares de uso común. Los conductores a utilizar, tres de fase y uno de neutro, serán de cobre o aluminio, unipolares y aislados, siendo su tensión asignada 0,6/1 kV. La sección de los cables deberá ser uniforme en todo su recorrido y sin empalmes, exceptuándose las derivaciones realizadas en el interior de cajas para alimentación de centralizaciones de contadores. La sección mínima será de 10 mm² en cobre o 16 mm² en aluminio. La LGA de la instalación que se plantea en nuestra instalación será la siguiente: 4x150+TT95mm 2 Cu con aislamiento 0,6/1Kv XLPE + Pol, RZ1K(AS). Los cables serán no propagadores del incendio y con emisión de humos y opacidad reducida. Los cables con características equivalentes a las de la norma UNE 21.123 parte 4 ó 5 cumplen con esta prescripción. Para el cálculo de la sección de los cables se tendrá en cuenta, tanto la máxima caída de tensión permitida, como la intensidad máxima admisible. La caída de tensión máxima permitida será: • Para líneas generales de alimentación destinadas a contadores totalmente centralizados: 0,5%. • Para líneas generales de alimentación destinadas a centralizaciones parciales de contadores: 1%. Dado que la colocación de los contadores en el edificio será de forma concentrada en una centralización, se instalará una LGA y su caída de tensión será del 0.5%.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 18 8.4 EQUIPO DE MEDIDA El equipo de medida engloba los contadores y demás dispositivos para la medida de la energía eléctrica, podrán estar ubicados en: - módulos (cajas con tapas precintables) - paneles - armarios En nuestro caso irá situado inmediatamente al lado de la caja general de protección en un pequeño módulo en la propia fachada del edificio. Todos ellos, constituirán conjuntos que deberán cumplir la norma UNE-EN 60.439 partes 1,2 y 3. El grado de protección mínimo que deben cumplir estos conjuntos, de acuerdo con la norma UNE 20.324 y UNE-EN 50.102, respectivamente. - para instalaciones de tipo interior: IP40; IK 09 - para instalaciones de tipo exterior: IP43; IK 09 Deberán permitir de forma directa la lectura de los contadores e interruptores horarios, así como la del resto de dispositivos de medida, cuando así sea preciso. Las partes transparentes que permiten la lectura directa, deberán ser resistentes a los rayos ultravioleta. Cuando se utilicen módulos o armarios, éstos deberán disponer de ventilación interna para evitar condensaciones sin que disminuya su grado de protección. Las dimensiones de los módulos, paneles y armarios, serán las adecuadas para el tipo y número de contadores así como del resto de dispositivos necesarios para la facturación de la energía, que según el tipo de suministro deban llevar. 8.5 DERIVACION INDIVUDUAL Es la parte de la instalación que, partiendo de la caja de protección y medida, suministra energía eléctrica a una instalación de usuario. Comprende los fusibles de seguridad, el conjunto de medida y los dispositivos generales de mando y protección. Está regulada por la ITC-BT-15. Las derivaciones individuales estarán constituidas por: - Conductores aislados en el interior de tubos empotrados. - Conductores aislados en el interior de tubos enterrados. - Conductores aislados en el interior de tubos en montaje superficial. - Conductores aislados en el interior de canales protectoras cuya tapa sólo se pueda abrir con la ayuda de un útil. - Canalizaciones eléctricas prefabricadas que deberán cumplir la norma UNEEN 60.439 -2. - Conductores aislados en el interior de conductos cerrados de obra de fábrica, proyectados y construidos al efecto. Los conductores a utilizar serán de cobre o aluminio, aislados y normalmente unipolares, siendo su tensión asignada 450/750 V como mínimo.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 19 Para el caso de cables multiconductores o para el caso de derivaciones individuales en el interior de tubos enterrados, el aislamiento de los conductores será de tensión asignada 0,6/1 kV. La sección mínima será de 6 mm² para los cables polares, neutro y protección y de 1,5 mm² para el hilo de mando (para aplicación de las diferentes tarifas), que será de color rojo. Los conductores de la derivación individual de nuestro edificio multiusos tienen las siguientes características: 4x70+TT 35mm 2 Cu, 0,6/1Kv XLPE + Pol, RZ1K(AS). Los cables serán no propagadores del incendio y con emisión de humos y opacidad reducida. Los cables con características equivalentes a las de la norma UNE 21.123 parte 4 ó 5 o a la norma UNE 211002 cumplen con esta prescripción. La caída de tensión máxima admisible será, para el caso de derivaciones individuales en suministros para un único usuario en que no existe línea general de alimentación, del 1,5 %. 9. DISPOSITIVOS GENERALES E INDIVIDUALES DE MANDO Y PROTECCION. En este apartado se detallan los elementos individuales de mando y protección de nuestro edificio separándolos en los diferentes cuadros de protección: El general, el de la planta sótano, el de la planta primera, el de la planta segunda, el de control y seguridad y el del escenario. Cuadro general de protección: Cuadro del que parten las diferentes líneas de reparto a todas las plantas y al escenario. En este cuadro encontramos los diferenciales y PIAS que protegen la planta baja, y los circuitos que cubriría el grupo electrógeno en caso de fallo de suministro normal. Elementos del cuadro: PROPIOS DE LA PLANTA BAJA • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L2, L4 Y L7. • 2 INTERRUPTORES DIFERENCIALES 2x40 A y sensibilidad 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza de los aseos y de la sala de información. • 3 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L2, L4 y L7.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 20 • 5 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza secamanos 1 y 2, tomas información 1 y 2 y tomas aseos PIAS DE PROTECCIÓN DE LAS LINEAS DE REPARTO • 1 PIA tetrapolar 4x20A de intensidad nominal, poder de corte de 15 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de la planta sótano. • 1 PIA tetrapolar 4x40A de intensidad nominal, poder de corte de 15 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de la planta primera. • 1 PIA tetrapolar 4x40A de intensidad nominal, poder de corte de 15 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de la planta segunda. • 1 PIA tetrapolar 4x40A de intensidad nominal, poder de corte de 15 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos del escenario. • 1 PIA tetrapolar 4x50A de intensidad nominal, poder de corte de 4,5 kA, de corte omnipolar y curva C. Para la protección de los circuitos que cubriría el grupo electrógeno. GRUPO ELECTRÓGENO Protecciones correspondientes a la planta sótano • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L8, L10, L12 Y L27 (luminarias de emergencia). • 4 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L8, L10, L12 y L27. Protecciones correspondientes a la planta baja • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L1, L3, L5, L6 y L26 (luminarias de emergencia). • 2 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L1, L3. • 3 PIAS de 5 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L5, L6 y L26.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 21 • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 4x40 A y sensibilidad de 300mA, para la protección del circuito de fuerza grupo de presión. • 1 PIA tetrapolar 4x16 A de intensidad nominal para la protección del grupo de presión • 1 PIA tetrapolar 4x16A de intensidad nominal, poder de corte de 15 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos del cuadro de control y seguridad Protecciones correspondientes a la planta primera • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L13, L15, L18 y L28 (luminarias de emergencia). • 4 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L13, L15, L18 y L28. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad 30 mA, para la protección del circuito de alumbrado L35.1. • 1 PIA de 10 A de intensidad nominal de 2 polos para protección térmica del circuito de alumbrado L35.1. Protecciones correspondientes a la planta segunda • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L19 L21, L24, L25 y L29 (luminarias de emergencia). • 2 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L19, L21. • 3 PIAS de 5 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L24, L25 y L29. Cuadro de control y seguridad: Cuadro del que parten las líneas de fuerza para el control y seguridad del edificio. Elementos del cuadro: • 5 INTERRUPTORES DIFERENCIALES 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza telefonía, antena, alarma, portero automático y CCTV.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 22 • 5 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza telefonía, antena, alarma, CCTV y portero automático. • 1 PIA tetrapolar de 16 A de intensidad nominal, poder de corte de 10 kA, para la protección del cuadro secundario de control y seguridad Cuadro planta sótano: Cuadro del que parten las diferentes líneas de fuerza y alumbrado para la planta sótano. Elementos del cuadro: • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L9 L11, L34. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas almacén, tomas archivo, tomas calefacción. • 3 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L9 L11, L34. • 3 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de de fuerza tomas almacén, tomas archivo, tomas calefacción. • 1 PIA tetrapolar de 20 A de intensidad nominal, poder de corte de 6 kA, para la protección del cuadro secundario de la planta sótano. Cuadro planta primera: Cuadro del que parten las diferentes líneas de fuerza y alumbrado para la planta primera. Elementos del cuadro: • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L14 L16, L17. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 300 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L30 y L31 (ambas líneas corresponden a las balizas del exterior). • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L35. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL con intensidad nominal de 40 A y sensibilidad de 300 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L32. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 300 mA, para la protección de los circuitos de fuerza Puerta 1.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 23 • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 300 mA, para la protección de los circuitos de fuerza Puerta 2. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas oficina central y archivo. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza oficina. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL tetrapolar 4x40A y sensibilidad de 300 mA, para la protección del motor del ascensor. • 5 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L14, L16, L17, L30, L31. • 1 PIA de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para el circuito de alumbrado L35. • 1 PIA de 10 A de intensidad nominal, de 4polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para el circuito de alumbrado exterior de las farolas L32. • 4 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza puerta 1, puerta 2, tomas oficina central y archivo y tomas oficina. • 1 PIA de 16 A de intensidad nominal, de 4 polos, poder de corte de 10 kA, de corte omnipolar y curva C. Para el circuito de fuerza ascensor. • 1 PIA tetrapolar de 40 A de intensidad nominal, poder de corte de 10 kA, para la protección del cuadro secundario de la planta primera. Cuadro planta segunda: Cuadro del que parten las diferentes líneas de fuerza y alumbrado para la planta segunda. Elementos del cuadro: • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de alumbrado L20, L22 y L23. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas salón zona exposición y archivo, aseo 3 y secamanos 4. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza aseo 4 y secamanos 3.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 24 • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas salón y tomas trastero. • 3 PIAS de 10 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de alumbrado L20, L22 y L23. • 3 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza tomas salón zona exposición, aseo 3 y secamanos 4. • 2 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza aseo 4 y secamanos 3. • 2 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 6 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de tomas salón y de tomas trastero. • 1 PIA tetrapolar de 40 A de intensidad nominal, poder de corte de 6 kA, para la protección del cuadro secundario de la planta segunda. Cuadro escenario. Cuadro del que parten las líneas de fuerza para el alumbrado y fuerza previstos para posibles conciertos o conferencias que se realicen en este. Elementos del cuadro: • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza destinados al alumbrado 1 y alumbrado 2 (focos o luminarias). • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 2x40 A y sensibilidad de 30 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas monofásicas 1 y 2. • 1 INTERRUPTOR DIFERENCIAL 4x40 A y sensibilidad de 300 mA, para la protección de los circuitos de fuerza tomas trifásicas. • 2 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 4,5 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza alumbrado 1 y alumbrado 2 • 2 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 2 polos, poder de corte de 4,5 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza tomas monofásicas 1 y 2. • 2 PIAS de 16 A de intensidad nominal, de 4 polos, poder de corte de 4,5 kA, de corte omnipolar y curva C. Para los circuitos de fuerza tomas trifásicas 1 y 2.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 25 • 1 PIA tetrapolar de 40 A de intensidad nominal, poder de corte de 4,5 kA, para la protección del cuadro secundario del escenario. Los dispositivos generales de mando y protección se situarán lo más cerca posible del punto de entrada de la derivación individual. En establecimientos en los que proceda, se colocará una caja para el interruptor de control de potencia, inmediatamente antes de los demás dispositivos, en compartimento independiente y precintable. Dicha caja se podrá colocar en el mismo cuadro donde se coloquen los dispositivos generales de mando y protección. Los dispositivos individuales de mando y protección de cada uno de los circuitos, que son el origen de la instalación interior, podrán instalarse en cuadros separados y en otros lugares. En locales de uso común o de pública concurrencia deberán tomarse las precauciones necesarias para que los dispositivos de mando y protección no sean accesibles al público en general. La altura a la cual se situarán los dispositivos generales e individuales de mando y protección de los circuitos, medida desde el nivel del suelo, estará comprendida entre 1 y 2 m. Las envolventes de los cuadros se ajustarán a las normas UNE 20.451 y UNE-EN 60.439 -3, con un grado de protección mínimo IP 30 según UNE 20.324 e IK07 según UNE-EN 50.102. La envolvente para el interruptor de control de potencia será precintable y sus dimensiones estarán de acuerdo con el tipo de suministro y tarifa a aplicar. Sus características y tipo corresponderán a un modelo oficialmente aprobado. El instalador fijará de forma permanente sobre el cuadro de distribución una placa, impresa con caracteres indelebles, en la que conste su nombre o marca comercial, fecha en que se realizó la instalación, así como la intensidad asignada del interruptor general automático. Los dispositivos generales e individuales de mando y protección serán, como mínimo: - Un interruptor general automático de corte omnipolar, de intensidad nominal mínima 25 A, que permita su accionamiento manual y que esté dotado de elementos de protección contra sobrecarga y cortocircuitos (según ITC-BT-22). Tendrá poder de corte suficiente para la intensidad de cortocircuito que pueda producirse en el punto de su instalación, de 4,5 kA como mínimo. Este interruptor será independiente del interruptor de control de potencia.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 32 La distancia entre éstas será, como máximo, de 0,50 metros. Se dispondrán fijaciones de una y otra parte en los cambios de dirección, en los empalmes y en la proximidad inmediata de las entradas en cajas o aparatos. - Los tubos se colocarán adaptándose a la superficie sobre la que se instalan, curvándose o usando los accesorios necesarios. - En alineaciones rectas, las desviaciones del eje del tubo respecto a la línea que une los puntos extremos no serán superiores al 2%. - Es conveniente disponer los tubos, siempre que sea posible, a una altura mínima de 2,50 metros sobre el suelo, con objeto de protegerlos de eventuales daños mecánicos. Cuando los tubos se coloquen empotrados, se tendrán en cuenta, además, las siguientes prescripciones: - En la instalación de los tubos en el interior de los elementos de la construcción, las rozas no pondrán en peligro la seguridad de las paredes o techos en que se practiquen. Las dimensiones de las rozas serán suficientes para que los tubos queden recubiertos por una capa de 1 centímetro de espesor, como mínimo. En los ángulos, el espesor de esta capa puede reducirse a 0,5 centímetros. - No se instalarán entre forjado y revestimiento tubos destinados a la instalación eléctrica de las plantas inferiores. - Para la instalación correspondiente a la propia planta, únicamente podrán instalarse, entre forjado y revestimiento, tubos que deberán quedar recubiertos por una capa de hormigón o mortero de 1 centímetro de espesor, como mínimo, además del revestimiento. - En los cambios de dirección, los tubos estarán convenientemente curvados o bien provistos de codos o "T" apropiados, pero en este último caso sólo se admitirán los provistos de tapas de registro. - Las tapas de los registros y de las cajas de conexión quedarán accesibles y desmontables una vez finalizada la obra. Los registros y cajas quedarán enrasados con la superficie exterior del revestimiento de la pared o techo cuando no se instalen en el interior de un alojamiento cerrado y practicable. - En el caso de utilizarse tubos empotrados en paredes, es conveniente disponer los recorridos horizontales a 50 centímetros como máximo, de suelo o techos y los verticales a una distancia de los ángulos de esquinas no superior a 20 centímetros. 10.7.3. Conductores aislados fijados directamente sobre las paredes. Estas instalaciones se establecerán con cables de tensiones asignadas no inferiores a 0,6/1 kV, provistos de aislamiento y cubierta (se incluyen cables armados o con aislamiento mineral). Para la ejecución de las canalizaciones se tendrán en cuenta las siguientes prescripciones: - Se fijarán sobre las paredes por medio de bridas, abrazaderas, o collares de forma que no perjudiquen las cubiertas de los mismos.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 33 - Con el fin de que los cables no sean susceptibles de doblarse por efecto de su propio peso, los puntos de fijación de los mismos estarán suficientemente próximos. La distancia entre dos puntos de fijación sucesivos, no excederá de 0,40 metros. - Cuando los cables deban disponer de protección mecánica por el lugar y condiciones de instalación en que se efectúe la misma, se utilizarán cables armados. En caso de no utilizar estos cables, se establecerá una protección mecánica complementaria sobre los mismos. - Se evitará curvar los cables con un radio demasiado pequeño y salvo prescripción en contra fijada en la Norma UNE correspondiente al cable utilizado, este radio no será inferior a 10 veces el diámetro exterior del cable. - Los cruces de los cables con canalizaciones no eléctricas se podrán efectuar por la parte anterior o posterior a éstas, dejando una distancia mínima de 3 cm. entre la superficie exterior de la canalización no eléctrica y la cubierta de los cables cuando el cruce se efectúe por la parte anterior de aquélla. - Los extremos de los cables serán estancos cuando las características de los locales o emplazamientos así lo exijan, utilizándose a este fin cajas u otros dispositivos adecuados. La estanqueidad podrá quedar asegurada con la ayuda de prensaestopas. - Los empalmes y conexiones se harán por medio de cajas o dispositivos equivalentes provistos de tapas desmontables que aseguren a la vez la continuidad de la protección mecánica establecida, el aislamiento y la inaccesibilidad de las conexiones y permitiendo su verificación en caso necesario. 10.7.4. Conductores aislados enterrados. Las condiciones para estas canalizaciones, en las que los conductores aislados deberán ir bajo tubo salvo que tengan cubierta y una tensión asignada 0,6/1kV, se establecerán de acuerdo con lo señalado en la Instrucciones ITCBT-07 e ITC-BT-21. 10.7.5. Conductores aislados directamente empotrados en estructuras. Para estas canalizaciones son necesarios conductores aislados con cubierta (incluidos cables armados o con aislamiento mineral). La temperatura mínima y máxima de instalación y servicio será de -5ºC y 90ºC respectivamente (polietileno reticulado o etileno-propileno). 10.7.6. Conductores aislados en el interior de huecos de la construcción. Los cables utilizados serán de tensión asignada no inferior a 450/750 V. Los cables o tubos podrán instalarse directamente en los huecos de la construcción con la condición de que sean no propagadores de la llama.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 34 Los huecos en la construcción admisibles para estas canalizaciones podrán estar dispuestos en muros, paredes, vigas, forjados o techos, adoptando la forma de conductos continuos o bien estarán comprendidos entre dos superficies paralelas como en el caso de falsos techos o muros con cámaras de aire. La sección de los huecos será, como mínimo, igual a cuatro veces la ocupada por los cables o tubos, y su dimensión más pequeña no será inferior a dos veces el diámetro exterior de mayor sección de éstos, con un mínimo de 20 milímetros. Las paredes que separen un hueco que contenga canalizaciones eléctricas de los locales inmediatos, tendrán suficiente solidez para proteger éstas contra acciones previsibles. Se evitarán, dentro de lo posible, las asperezas en el interior de los huecos y los cambios de dirección de los mismos en un número elevado o de pequeño radio de curvatura. La canalización podrá ser reconocida y conservada sin que sea necesaria la destrucción parcial de las paredes, techos, etc., o sus guarnecidos y decoraciones. Los empalmes y derivaciones de los cables serán accesibles, disponiéndose para ellos las cajas de derivación adecuadas. Se evitará que puedan producirse infiltraciones, fugas o condensaciones de agua que puedan penetrar en el interior del hueco, prestando especial atención a la impermeabilidad de sus muros exteriores, así como a la proximidad de tuberías de conducción de líquidos, penetración de agua al efectuar la limpieza de suelos, posibilidad de acumulación de aquélla en partes bajas del hueco, etc. 10.7.7. Conductores aislados bajo canales protectoras. La canal protectora es un material de instalación constituido por un perfil de paredes perforadas o no, destinado a alojar conductores o cables y cerrado por una tapa desmontable. Los cables utilizados serán de tensión asignada no inferior a 450/750 V. Las canales protectoras tendrán un grado de protección IP4X y estarán clasificadas como "canales con tapa de acceso que sólo pueden abrirse con herramientas". En su interior se podrán colocar mecanismos tales como interruptores, tomas de corriente, dispositivos de mando y control, etc., siempre que se fijen de acuerdo con las instrucciones del fabricante. También se podrán realizar empalmes de conductores en su interior y conexiones a los mecanismos. Las canales protectoras para aplicaciones no ordinarias deberán tener unas características mínimas de resistencia al impacto, de temperatura mínima y máxima de instalación y servicio, de resistencia a la penetración de objetos sólidos y de resistencia a la penetración de agua, adecuadas a las condiciones del emplazamiento al que se destina; asimismo las canales serán no propagadoras de la llama. Dichas características serán conformes a las normas de la serie UNE-EN 50.085.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 35 El trazado de las canalizaciones se hará siguiendo preferentemente líneas verticales y horizontales o paralelas a las aristas de las paredes que limitan al local donde se efectúa la instalación. Las canales con conductividad eléctrica deben conectarse a la red de tierra, su continuidad eléctrica quedará convenientemente asegurada. La tapa de las canales quedará siempre accesible. 11. ALUMBRADO EXTERIOR. Tanto en la zona del aparcamiento como en la inmediata al edificio multiusos encontramos tres líneas de alumbrado que deben ceñirse a la ITC-09 del REBT, esta dice que se aplicara a instalaciones de alumbrado exterior destinadas a iluminar zonas de dominio público o privado, tales como autopistas, carreteras, calles, plazas, parques, jardines, pasos elevados o subterráneos para vehículos o personas, caminos, etc. En nuestro caso se trata de zonas ajardinas y una zona peatonal. Igualmente se incluyen las instalaciones de alumbrado para cabinas telefónicas, anuncios publicitarios, mobiliario urbano en general, monumentos o similares así como todos receptores que se conecten a la red de alumbrado exterior. Se excluyen del ámbito de aplicación de esta instrucción la instalación para la iluminación de fuentes y piscinas y las de los semáforos y las balizas, cuando sean completamente autónomos. Las líneas que debemos analizar como de alumbrado exterior son la L30 y L31 situadas en la zona ajardinada y la línea L32 destinada al alumbrado perimetral de las farolas. A continuación se detallan las características generales que tendrán las instalaciones de este tipo de líneas como son el dimensionado de la instalación, o los cuadros de mando y protección. Mas adelante se detallará por separado las redes de distribución de cada línea. 11.1 DIMENSIONADO DE LA INSTALACIÓN Las líneas de alimentación a puntos de luz con lámparas o tubos de descarga, estarán previstas para transportar la carga debida a los propios receptores, a sus elementos asociados, a sus corrientes armónicas, de arranque y desequilibrio de fases. Como consecuencia, la potencia aparente mínima en VA, se considerará 1,8 veces la potencia en vatios de las lámparas o tubos de descarga. Cuando se conozca la carga que supone cada uno de los elementos asociados a las lámparas o tubos de descarga, las corrientes armónicas, de arranque y desequilibrio de fases, que tanto éstas como aquellos puedan producir, se aplicará el coeficiente corrector calculado con estos valores. Además de lo indicado en párrafos anteriores, el factor de potencia de cada punto de luz, deberá corregirse hasta un valor mayor o igual a 0,90.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 36 La máxima caída de tensión entre el origen de la instalación y cualquier otro punto de la instalación, será menor o igual que 3%. Con el fin de conseguir ahorros energéticos y siempre que sea posible, las instalaciones de alumbrado público se proyectarán con distintos niveles de iluminación, de forma que ésta decrezca durante las horas de menor necesidad de iluminación. 11.2 CUADROS DE PROTECCIÓN, MEDIDA Y CONTROL Las líneas de alimentación a los puntos de luz y de control, cuando existan, partirán desde un cuadro de protección y control, en nuestro caso parten del cuadro secundario de la planta primera, las líneas estarán protegidas individualmente, con corte omnipolar, en el propio cuadro, tanto contra sobre intensidades (sobrecargas y cortocircuitos), como contra corrientes de defecto a tierra y contra sobretensiones cuando los equipos instalados lo precisen. La intensidad de defecto, umbral de desconexión de los interruptores diferenciales, que podrán ser de reenganche automático, será como máximo de 300 mA y la resistencia de puesta a tierra, medida en la puesta en servicio de la instalación, será como máximo de 30 Ω. No obstante se admitirán interruptores diferenciales de intensidad máxima de 500 mA o 1 A, siempre que la resistencia de puesta a tierra medida en la puesta en servicio de la instalación sea inferior o igual a 5 Ω y a 1 Ω, respectivamente. Si el sistema de accionamiento del alumbrado se realiza con interruptores horarios o fotoeléctricos, se dispondrá además de un interruptor manual que permita el accionamiento del sistema, con independencia de los dispositivos citados. La envolvente del cuadro, proporcionará un grado de protección mínima IP55 según UNE 20.324 e IK10 según UNE-EN 50.102 y dispondrá de un sistema de cierre que permita el acceso exclusivo al mismo, del personal autorizado, con su puerta de acceso situada a una altura comprendida entre 2m y 0,3 m. Los elementos de medidas estarán situados en un módulo independiente. Las partes metálicas del cuadro irán conectadas a tierra . 11.3 REDES SUBTERRÁNEAS DE ALIMENTACIÓN La alimentación a las líneas L30 y L31 de las balizas se realizará a través de dos líneas subterráneas que parten del cuadro de protección de la planta primera. Se emplearán sistemas y materiales análogos a los de las redes subterráneas de distribución reguladas en la ITC-BT-07. Los cables serán de las características especificadas en la UNE 21123, e irán entubados; los tubos para las canalizaciones subterráneas deben ser los indicados en la ITC-BT-21 y el grado de protección mecánica el indicado en dicha instrucción, y podrán ir hormigonados en zanja o no. Cuando vayan hormigonados el grado de resistencia al impacto será ligero según UNE-EN 50.086 –2-4.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 37 Los tubos irán enterrados a una profundidad mínima de 0,4 m del nivel del suelo medidos desde la cota inferior del tubo y su diámetro interior no será inferior a 60 mm. Se colocará una cinta de señalización que advierta de la existencia de cables de alumbrado exterior, situada a una distancia mínima del nivel del suelo de 0,10 m y a 0,25 m por encima del tubo. En los cruzamientos de calzadas, la canalización, además de entubada, irá hormigonada y se instalará como mínimo un tubo de reserva. La sección mínima a emplear en los conductores de los cables, incluido el neutro, será de 6 mm 2 . En distribuciones trifásicas tetrapolares, para conductores de fase de sección superior a 6 mm 2 , la sección del neutro será conforme a lo indicado en la tabla 1 de la ITC-BT-07. Para ver con detalle la zanja para estas dos líneas consultar los planos Nº 10, Nº11 y Nº 12. La instalación eléctrica para la línea L32 de las farolas se realizará también a través de una zanja. Puesto que va sobre acera y sobre calzada tendrá las siguientes características: Los conductores de los cables utilizados en las líneas subterráneas serán de cobre o de aluminio y estarán aislados con mezclas apropiadas de compuestos poliméricos. Estarán además debidamente protegidos contra la corrosión que pueda provocar el terreno donde se instalen y tendrán la resistencia mecánica suficiente para soportar los esfuerzos a que puedan estar sometidos. Los cables podrán ser de uno o más conductores y de tensión asignada no inferior a 0,6/1 kV, y deberán cumplir los requisitos especificados en la parte correspondiente de la Norma UNE-HD 603. La sección de estos conductores será la adecuada a las intensidades y caídas de tensión previstas y, en todo caso, esta sección no será inferior a 6 mm2 para conductores de cobre y a 16 mm 2 para los de aluminio. La profundidad, hasta la parte inferior del cable, no será menor de 0,60 m en acera, ni de 0,80 m en calzada. Cuando existan impedimentos que no permitan lograr las mencionadas profundidades, éstas podrán reducirse, disponiendo protecciones mecánicas suficientes. Por el contrario, deberán aumentarse cuando las condiciones que se establecen en el apartado 2.2 de la ITC07 del REBT así lo exijan. Para conseguir que el cable quede correctamente instalado sin haber recibido daño alguno, y que ofrezca seguridad frente a excavaciones hechas por terceros, en la instalación de los cables se seguirán las instrucciones descritas a continuación: - El lecho de la zanja que va a recibir el cable será liso y estará libre de aristas vivas, cantos, piedras, etc. En el mismo se dispondrá una capa de arena de mina o de río lavada, de espesor mínimo 0,05 m sobre la que se colocará el cable. Por encima del cable irá otra capa de arena o tierra cribada de unos 0,10 m de espesor.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 38 Ambas capas cubrirán la anchura total de la zanja, la cual será suficiente para mantener 0,05 m entre los cables y las paredes laterales. - Por encima de la arena todos los cables deberán tener una protección mecánica, como por ejemplo, losetas de hormigón, placas protectoras de plástico, ladrillos o rasillas colocadas transversalmente. Podrá admitirse el empleo de otras protecciones mecánicas equivalentes. Se colocará también una cinta de señalización que advierta de la existencia del cable eléctrico de baja tensión. Su distancia mínima al suelo será de 0,10 m, y a la parte superior del cable de 0,25 m. - Se admitirá también la colocación de placas con la doble misión de protección mecánica y de señalización. Para ver con detalle la zanja para la línea de las farolas consultar los planos Nº10 y Nº11. 11.4 SOPORTES DE LAS LUMINARIAS Los soportes de las luminarias de alumbrado exterior, se ajustarán a la normativa vigente (en el caso de que sean de acero deberán cumplir el RD 2642/85, RD 401/89 y OM de 16/5/89). Serán de materiales resistentes a las acciones de la intemperie o estarán debidamente protegidas contra éstas, no debiendo permitir la entrada de agua de lluvia ni la acumulación del agua de condensación. Los soportes, sus anclajes y cimentaciones, se dimensionarán de forma que resistan las solicitaciones mecánicas, particularmente teniendo en cuenta la acción del viento, con un coeficiente de seguridad no inferior a 2,5, considerando las luminarias completas instaladas en el soporte. Los soportes que lo requieran, deberán poseer una abertura de dimensiones adecuadas al equipo eléctrico para acceder a los elementos de protección y maniobra; la parte inferior de dicha abertura estará situada, como mínimo, a 0,30 m de la rasante, y estará dotada de puerta o trampilla con grado de protección IP 44 según UNE 20.324 (EN 60529) e IK10 según UNE-EN 50.102. La puerta o trampilla solamente se podrá abrir mediante el empleo de útiles especiales y dispondrá de un borne de tierra cuando sea metálica. Cuando por su situación o dimensiones, las columnas fijadas o incorporadas a obras de fábrica no permitan la instalación de los elementos de protección y maniobra en la base, podrán colocarse éstos en la parte superior, en lugar apropiado o en el interior de la obra de fábrica. En la instalación eléctrica en el interior de los soportes, tanto de las farolas como de las balizas, se deberán respetar los siguientes aspectos: - Los conductores serán de cobre, de sección mínima 2,5 mm 2 , y de tensión asignada 0,6/1kV, como mínimo; no existirán empalmes en el interior de los soportes. Para más detalle consultar el plano numero Nº 12. - En los puntos de entrada de los cables al interior de los soportes, los cables tendrán una protección suplementaria de material aislante mediante la prolongación del tubo u otro sistema que lo garantice.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 39 - La conexión a los terminales, estará hecha deforma que no ejerza sobre los conductores ningún esfuerzo de tracción. Para las conexiones de los conductores de la red con los del soporte, se utilizarán elementos de derivación que contendrán los bornes apropiados, en número y tipo, así como los elementos de protección necesarios para el punto de luz. 11.5 PUESTAS A TIERRA La máxima resistencia de puesta a tierra será tal que, a lo largo de la vida de la instalación y en cualquier época del año, no se puedan producir tensiones de contacto mayores de 24 V, en las partes metálicas accesibles de la instalación (soportes, cuadros metálicos, etc.). La puesta a tierra de los soportes se realizará por conexión a una red de tierra común para todas las líneas que partan del mismo cuadro de protección, medida y control, que será en nuestro caso el cuadro de la planta primera. En las redes de tierra, se instalará como mínimo un electrodo de puesta a tierra cada 5 soportes de luminarias, y siempre en el primero y en el último soporte de cada línea. Los conductores de la red de tierra que unen los electrodos pueden ser: • Desnudos, de cobre, de 35 mm 2 de sección mínima, si forman parte de la propia red de tierra, en cuyo caso irán por fuera de las canalizaciones de los cables de alimentación. • Aislados, mediante cables de tensión asignada 450/750V, con recubrimiento de color verde-amarillo, con conductores de cobre, de sección mínima 16 mm 2 para redes subterráneas, y de igual sección que los conductores de fase para las redes posadas, en cuyo caso irán por el interior de las canalizaciones de los cables de alimentación. En nuestro caso se tratará de un cable de cobre desnudo de 35mm 2 que irá enterrado en la misma zanja que el cable de alimentación de las luminarias, para verlo con detalle consultar el plano Nº 12. El conductor de protección que une de cada soporte con el electrodo o con la red de tierra, será de cable unipolar aislado, de tensión asignada 450/750 V, con recubrimiento de color verde-amarillo, y sección mínima de 16 mm 2 de cobre. Todas las conexiones de los circuitos de tierra, se realizarán mediante terminales, grapas, soldadura o elementos apropiados que garanticen un buen contacto permanente y protegido contra la corrosión.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 40 12. PUESTA A TIERRA DEL EDIFICIO. Se establecerá una toma de tierra de protección, según el siguiente sistema: Instalando en el fondo de las zanjas de cimentación de los edificios, y antes de empezar ésta, un cable rígido de cobre desnudo de una sección mínima según se indica en la ITC-BT-18, en nuestro caso de una sección de 35 mm 2 , formando un anillo cerrado que interese a todo el perímetro del edificio. A este anillo deberán conectarse electrodos, verticalmente hincados en el terreno, en nuestra instalación serán 6 picas de 2 metros hincadas en el terreno, como se detalla en el plano Nº 9 de tierras edificio, cuando se prevea la necesidad de disminuir la resistencia de tierra que pueda presentar el conductor en anillo. Cuando se trate de construcciones que comprendan varios edificios próximos, se procurará unir entre sí los anillos que forman la toma de tierra de cada uno de ellos, con objeto de formar una malla de la mayor extensión posible. Esto lo aplicaremos al pequeño local del grupo electrógeno que colinda con el edificio principal, se unirán las tierras a través de una arqueta registrable de conexión para ampliar así la red de tierras. También conectaremos entre sí la tierra proveniente de la instalación de alumbrado exterior, para verlo en detalle ir al plano Nº 8 de tomas de tierras general. Al conductor en anillo, o bien a los electrodos, se conectarán, en su caso, la estructura metálica del edificio o, cuando la cimentación del mismo se haga con zapatas de hormigón armado, un cierto número de hierros de los considerados principales y como mínimo uno por zapata. Estas conexiones se establecerán de manera fiable y segura, mediante soldadura aluminotérmica o autógena. Las líneas de enlace con tierra se establecerán de acuerdo con la situación y número previsto de puntos de puesta a tierra. La naturaleza y sección de estos conductores estará de acuerdo con lo indicado a continuación. Detalle de las arquetas de unión entre diferentes cables de tierra: Caja de unión de cables de tierra
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 41 12.1 ELEMENTOS A CONECTAR A TIERRA A la toma de tierra establecida se conectará toda masa metálica importante, existente en la zona de la instalación, y las masas metálicas accesibles de los aparatos receptores, cuando su clase de aislamiento o condiciones de instalación así lo exijan. A esta misma toma de tierra deberán conectarse las partes metálicas de los depósitos de gasóleo, de las instalaciones de calefacción general, de las instalaciones de agua, de las instalaciones de gas canalizado y de las antenas de radio y televisión. 12.2 PUNTOS DE PUESTA A TIERRA Los puntos de puesta a tierra se situarán: a) En los patios de luces destinados a cocinas y cuartos de aseo, etc., en rehabilitación o reforma de edificios existentes. b) En el local o lugar de la centralización de contadores, si la hubiere. c) En la base de las estructuras metálicas de los ascensores y montacargas, si los hubiere. d) En el punto de ubicación de la caja general de protección. e) En cualquier local donde se prevea la instalación de elementos destinados a servicios generales o especiales, y que por su clase de aislamiento o condiciones de instalación, deban ponerse a tierra. 12.3 LÍNEAS PRINCIPALES DE TIERRA, DERIVACIONES Y CONDUCTORES DE PROTECCIÓN. Las líneas principales y sus derivaciones se establecerán en las mismas canalizaciones que las de las líneas generales de alimentación y derivaciones individuales. Las líneas principales de tierra y sus derivaciones estarán constituidas por conductores de cobre de igual sección que la fijada para los conductores de protección según Apdo. 7.7.1, con un mínimo de 16 mm² para las líneas principales. No podrán utilizarse como conductores de tierra las tuberías de agua, gas, calefacción, desagües, conductos de evacuación de humos o basuras, ni las cubiertas metálicas de los cables, tanto de la instalación eléctrica como de teléfonos o de cualquier otro servicio similar, ni las partes conductoras de los sistemas de conducción de los cables, tubos, canales y bandejas. Las conexiones en los conductores de tierra serán realizadas mediante dispositivos, con tornillos de apriete u otros similares, que garanticen una continua y perfecta conexión entre aquéllos. Los conductores de protección acompañarán a los conductores activos en todos los circuitos de la vivienda o local hasta los puntos de utilización.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 48 - Potencia Instalada Alumbrado (W): 11360 - Potencia Instalada Fuerza (W): 95768 - Potencia Máxima Admisible (W): 118607.36 Cálculo de la ACOMETIDA - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: Trenzados Fiador Acero - Longitud: 8 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 107128 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47 y ITC-BT-44): 4500x1.25+107368.81=112993.81 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=112993.81/1,732x400x0.8=203.87 A. Se eligen conductores Tetrapolares 3x95/50mm²Al Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE. Desig. UNE: RZ I.ad. a 40°C (Fc=1) 223 A. según ITC-BT-06 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 81.79 e(parcial)=8x112993.81/27.61x400x95=0.86 V.=0.22 % e(total)=0.22% ADMIS (2% MAX.) Cálculo de la LINEA GENERAL DE ALIMENTACION - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 107128 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47 y ITC-BT-44): 4500x1.25+107368.81=112993.81 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=112993.81/1,732x400x0.8=203.87 A. Se eligen conductores Unipolares 4x150+TTx95mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 299 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 160 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 63.25 e(parcial)=1x112993.81/47.5x400x150=0.04 V.=0.01 % e(total)=0.01% ADMIS (4.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 49 Prot. Térmica: Fusibles Int. 250 A. Cálculo de la DERIVACION INDIVIDUAL - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: F-Unip.Contacto Mutuo Dist >= D - Longitud: 2 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 107128 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47 y ITC-BT-44): 4500x1.25+107368.81=112993.81 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=112993.81/1,732x400x0.8=203.87 A. Se eligen conductores Unipolares 4x70+TTx35mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 224 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 81.42 e(parcial)=2x112993.81/44.78x400x70=0.18 V.=0.05 % e(total)=0.05% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Aut./Tet. In.: 250 A. Térmico reg. Int.Reg.: 214 A. Protección diferencial: Relé y Transfor. Diferencial Sens.: 500 mA. Cálculo de la Línea: GRUPO ELECTROGENO - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 15 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia activa: 20 kW. - Potencia aparente generador: 25 kVA. I= Cg x Sg x 1000 / (1.732 x U) = 1.25x25x1000/(1,732x400)=45.11 A. Se eligen conductores Unipolares 4x6+TTx6mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 50 Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 57.6 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 50 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 64.86 e(parcial)=15x20000/47.25x400x6=2.65 V.=0.66 % e(total)=0.66% ADMIS (1.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Tetrapolar Int. 50 A. Protección diferencial: Inter. Dif. Tetrapolar Int.: 63 A. Sens. Int.: 300 mA. Contactor: Contactor Tripolar In: 50 A. Contactor Tripolar In: 50 A. Cálculo de la Línea: LA1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 584 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 641.6 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=641.6/230x0.8=3.49 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 16.5 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 41.34 e(parcial)=2x0.3x641.6/51.27x230x1.5=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.06% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 51 Cálculo de la Línea: L2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 13.5 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 2.5 2 2 3 2 2 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 52 52 52 52 52 52 - Potencia a instalar: 312 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 312 W. I=312/230x1=1.36 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.25 e(parcial)=2x8x312/51.47x230x1.5=0.28 V.=0.12 % e(total)=0.19% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L4 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 7 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 72 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 72x1.8=129.6 W. I=129.6/230x0.9=0.63 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 52 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.05 e(parcial)=2x7x129.6/51.51x230x1.5=0.1 V.=0.04 % e(total)=0.11% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L7 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 18 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 Longitud (m) 13 5 P.des.nu. (W) 0 0 P.inc.nu. (W) 100 100 - Potencia a instalar: 200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 200 W. I=200/230x1=0.87 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.1 e(parcial)=2x15.5x200/51.5x230x1.5=0.35 V.=0.15 % e(total)=0.22% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: LF1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 10860 W. - Potencia de cálculo: 3583.8 W.(Coef. de Simult.: 0.33 )
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 53 I=3583.8/230x0.8=19.48 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 61.51 e(parcial)=2x0.3x3583.8/47.78x230x2.5=0.08 V.=0.03 % e(total)=0.09% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Secamanos 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 3 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3500 W. - Potencia de cálculo: 3500 W. I=3500/230x1=15.22 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 55.75 e(parcial)=2x3x3500/48.73x230x2.5=0.75 V.=0.33 % e(total)=0.41% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 54 Cálculo de la Línea: Tomas aseos - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 5 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x5x3680/48.45x230x2.5=1.32 V.=0.57 % e(total)=0.66% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Tomas inf.1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 8 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x8x3680/48.45x230x2.5=2.11 V.=0.92 % e(total)=1.01% ADMIS (6.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 55 Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7180 W. - Potencia de cálculo: 2369.4 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=2369.4/230x0.8=12.88 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 49.4 e(parcial)=2x0.3x2369.4/49.81x230x2.5=0.05 V.=0.02 % e(total)=0.08% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Tomas inf.2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x20x3680/48.45x230x2.5=5.28 V.=2.3 % e(total)=2.37% ADMIS (6.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 56 Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Secamanos 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 5 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3500 W. - Potencia de cálculo: 3500 W. I=3500/230x1=15.22 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 55.75 e(parcial)=2x5x3500/48.73x230x2.5=1.25 V.=0.54 % e(total)=0.62% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: PLANTA SOTANO - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 4 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 11760 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 10417.6 W.(Coef. de Simult.: 0.85 ) I=10417.6/1,732x400x0.8=18.8 A. Se eligen conductores Unipolares 4x4+TTx4mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 24 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 25 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 58.4 e(parcial)=4x10417.6/48.29x400x4=0.54 V.=0.13 % e(total)=0.19% ADMIS (4.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 57 Protección Térmica en Principio de Línea I. Mag. Tetrapolar Int. 20 A. Protección Térmica en Final de Línea I. Mag. Tetrapolar Int. 20 A. SUBCUADRO PLANTA SOTANO DEMANDA DE POTENCIAS - Potencia total instalada: L34 100 W L11 360 W L9 260 W Tomas almacén 3680 W Tomas archivo 3680 W Tomas calefacción 3680 W TOTAL.... 11760 W - Potencia Instalada Alumbrado (W): 720 - Potencia Instalada Fuerza (W): 11040 Cálculo de la Línea: LA2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 720 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1216 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=1216/230x0.8=6.61 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 16.5 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 44.81 e(parcial)=2x0.3x1216/50.63x230x1.5=0.04 V.=0.02 % e(total)=0.21% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 64 Cálculo de la Línea: L14 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 3 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 52 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 52 W. I=52/230x1=0.23 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.01 e(parcial)=2x3x52/51.52x230x1.5=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.2% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L17 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 16 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 Longitud (m) 12 1 1 1 1 P.des.nu.(W) 52 52 52 52 52 P.inc.nu.(W) 0 0 0 0 0 - Potencia a instalar: 260 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 260x1.8=468 W. I=468/230x1=2.03 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.55
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 65 e(parcial)=2x14x468/51.41x230x1.5=0.74 V.=0.32 % e(total)=0.51% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L16 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 17.5 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Longitud (m) 1.5 2 2 2 2 2 2 2 2 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 52 52 52 52 52 52 52 52 52 - Potencia a instalar: 468 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 468 W. I=468/230x1=2.03 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.55 e(parcial)=2x9.5x468/51.41x230x1.5=0.5 V.=0.22 % e(total)=0.41% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: LA4 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 1800 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1800 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=1800/230x0.8=9.78 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 66 emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 40 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 41.79 e(parcial)=2x0.3x1800/51.18x230x6=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.19% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 300 mA. Cálculo de la Línea: L30 Balizas 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 44 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 6 2 2 4 4 4 P.des.nu.(W) 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 100 100 100 100 100 100 Tramo 7 8 9 10 11 12 Longitud (m) 4 2 4 4 4 4 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 100 100 100 100 100 100 - Potencia a instalar: 1200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1200 W. I=1200/230x0.9=5.8 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 70.56 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 60 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 25.44 e(parcial)=2x23.67x1200/54.4x230x6=0.76 V.=0.33 % e(total)=0.51% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 67 Cálculo de la Línea: L31 Balizas 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 26 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 7 4 4 4 3 4 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 100 100 100 100 100 100 - Potencia a instalar: 600 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 600 W. I=600/230x0.9=2.9 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 70.56 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 60 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 25.11 e(parcial)=2x16.67x600/54.46x230x6=0.27 V.=0.12 % e(total)=0.3% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: LA EXT - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 1200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 2160 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=2160/230x0.8=11.74 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 47.82 e(parcial)=2x0.3x2160/50.09x230x2.5=0.04 V.=0.02 %
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 68 e(total)=0.2% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: L35 Faros fachada - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 28.2 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 2.8 1.4 4.5 1.8 2.1 2.1 P.des.nu. (W) 100 100 100 100 100 100 P.inc.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 Tramo 7 8 9 10 11 12 Longitud (m) 2.5 2.5 2 2 2 2.5 P.des.nu. (W) 100 100 100 100 100 100 P.inc.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 - Potencia a instalar: 1200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1200x1.8=2160 W. I=2160/230x0.9=10.43 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 47.41 e(parcial)=2x15.81x2160/50.17x230x2.5=2.37 V.=1.03 % e(total)=1.23% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LA5 - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 1950 W.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 69 - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 3510 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=3510/1,732x400x0.8=6.33 A. Se eligen conductores Unipolares 4x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 44 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 41.04 e(parcial)=0.3x3510/51.32x400x6=0.01 V.=0 % e(total)=0.18% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Tetrapolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 300 mA. Cálculo de la Línea: L32 Farolas - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 161 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 25 11 11 15 11 11 P.des.nu. (W) 150 150 150 150 150 150 P.inc.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 Tramo 7 8 9 10 11 12 13 Longitud (m) 11 11 11 11 11 11 11 P.des.nu. (W) 150 150 150 150 150 150 150 P.inc.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 0 - Potencia a instalar: 1950 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1950x1.8=3510 W. I=3510/1,732x400x1=5.07 A. Se eligen conductores Unipolares 4x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 57.6 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 50 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 25.5 e(parcial)=94.08x3510/54.38x400x6=2.53 V.=0.63 % e(total)=0.81% ADMIS (4.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 70 Prot. Térmica: I. Mag. Tetrapolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L.MOTOR 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 450 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47): 450x1.25=562.5 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=562.5/230x0.8=3.06 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 40 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.18 e(parcial)=2x0.3x562.5/51.48x230x6=0 V.=0 % e(total)=0.18% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 300 mA. Cálculo de la Línea: Puerta 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 40 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; R: 1 - Potencia a instalar: 450 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47): 450x1.25=562.5 W. I=562.5/230x0.8x1=3.06 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6+TTx6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 70.56 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 50 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 25.12 e(parcial)=2x40x562.5/54.46x230x6x1=0.6 V.=0.26 % e(total)=0.44% ADMIS (6.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 71 Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Contactor: Contactor Bipolar In: 16 A. Cálculo de la Línea: L.MOTOR 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 450 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47): 450x1.25=562.5 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=562.5/230x0.8=3.06 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 40 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.18 e(parcial)=2x0.3x562.5/51.48x230x6=0 V.=0 % e(total)=0.18% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 300 mA. Cálculo de la Línea: Puerta 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 40 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; R: 1 - Potencia a instalar: 450 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-47): 450x1.25=562.5 W. I=562.5/230x0.8x1=3.06 A. Se eligen conductores Unipolares 2x6+TTx6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 70.56 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 50 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 25.12 e(parcial)=2x40x562.5/54.46x230x6x1=0.6 V.=0.26 %
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 72 e(total)=0.44% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Contactor: Contactor Bipolar In: 16 A. Cálculo de la Línea: LF4 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 1214.4 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=1214.4/230x0.8=6.6 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 42.47 e(parcial)=2x0.3x1214.4/51.06x230x2.5=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.19% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Tomas ofc.c-arch - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 15 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 73 e(parcial)=2x15x3680/48.45x230x2.5=3.96 V.=1.72 % e(total)=1.91% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF5 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 1214.4 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=1214.4/230x0.8=6.6 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 42.47 e(parcial)=2x0.3x1214.4/51.06x230x2.5=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.19% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Tomas oficina - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x20x3680/48.45x230x2.5=5.28 V.=2.3 % e(total)=2.49% ADMIS (6.5% MAX.)
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 80 - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x8x3680/48.45x230x2.5=2.11 V.=0.92 % e(total)=1.26% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Tomas aseo 3 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 4 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x4x3680/48.45x230x2.5=1.06 V.=0.46 % e(total)=0.8% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Secamanos4 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 6 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3500 W. - Potencia de cálculo: 3500 W.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 81 I=3500/230x1=15.22 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 55.75 e(parcial)=2x6x3500/48.73x230x2.5=1.5 V.=0.65 % e(total)=0.99% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF7 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7180 W. - Potencia de cálculo: 2369.4 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=2369.4/230x0.8=12.88 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 49.4 e(parcial)=2x0.3x2369.4/49.81x230x2.5=0.05 V.=0.02 % e(total)=0.33% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Secamanos3 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 4 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3500 W. - Potencia de cálculo: 3500 W.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 82 I=3500/230x1=15.22 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 55.75 e(parcial)=2x4x3500/48.73x230x2.5=1 V.=0.43 % e(total)=0.76% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Tomas aseos 4 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 6 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x6x3680/48.45x230x2.5=1.59 V.=0.69 % e(total)=1.01% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF8 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7360 W. - Potencia de cálculo: 2428.8 W.(Coef. de Simult.: 0.33 )
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 83 I=2428.8/230x0.8=13.2 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 49.88 e(parcial)=2x0.3x2428.8/49.73x230x2.5=0.05 V.=0.02 % e(total)=0.33% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Tomas salón - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 18 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x18x3680/48.45x230x2.5=4.76 V.=2.07 % e(total)=2.39% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Toma trastero - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 84 Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x20x3680/48.45x230x2.5=5.28 V.=2.3 % e(total)=2.62% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. CALCULO DE EMBARRADO PLANTA SEGUNDA Datos - Metal: Cu - Estado pletinas: desnudas - nº pletinas por fase: 1 - Separación entre pletinas, d(cm): 10 - Separación entre apoyos, L(cm): 25 - Tiempo duración c.c. (s): 0.5 Pletina adoptada - Sección (mm²): 60 - Ancho (mm): 20 - Espesor (mm): 3 - Wx, Ix, Wy, Iy (cm3,cm4) : 0.2, 0.2, 0.03, 0.0045 - I. admisible del embarrado (A): 220 a) Cálculo electrodinámico smax = Ipcc² · L² / ( 60 · d · Wy · n) =5.31² · 25² /(60 · 10 · 0.03 · 1) = 978.108 <= 1200 kg/cm² Cu b) Cálculo térmico, por intensidad admisible Ical = 38.05 A Iadm = 220 A c) Comprobación por solicitación térmica en cortocircuito Ipcc = 5.31 kA Icccs = Kc · S / ( 1000 · √ tcc) = 164 · 60 · 1 / (1000 · √ 0.5) = 13.92 kA
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 85 Cálculo de la Línea: CUADRO ESCENARIO - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: Enterrados Bajo Tubo (R.Subt) - Longitud: 40 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 22080 W. - Potencia de cálculo: 18768 W.(Coef. de Simult.: 0.85 ) I=18768/1,732x400x0.8=33.86 A. Se eligen conductores Unipolares 4x6+TTx6mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 0.6/1 kV, XLPE+Pol - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: RZ1-K(AS) I.ad. a 25°C (Fc=0.8) 57.6 A. según ITC-BT-07 Diámetro exterior tubo: 50 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 47.47 e(parcial)=40x18768/50.16x400x6=6.24 V.=1.56 % e(total)=1.61% ADMIS (4.5% MAX.) Protección Térmica en Principio de Línea I. Mag. Tetrapolar Int. 40 A. Protección Térmica en Final de Línea I. Mag. Tetrapolar Int. 40 A. SUBCUADRO CUADRO ESCENARIO DEMANDA DE POTENCIAS - Potencia total instalada: Alumbrado 1 3680 W Alumbrado 2 3680 W Toma monofásica 1 3680 W Toma monofásica 2 3680 W Toma trifásica 1 3680 W Toma trifásica 2 3680 W TOTAL.... 22080 W - Potencia Instalada Fuerza (W): 22080 Cálculo de la Línea: LF9 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7360 W.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 86 - Potencia de cálculo: 2428.8 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=2428.8/230x0.8=13.2 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 49.88 e(parcial)=2x0.3x2428.8/49.73x230x2.5=0.05 V.=0.02 % e(total)=1.64% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Alumbrado 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x1x3680/48.45x230x2.5=0.26 V.=0.11 % e(total)=1.75% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Alumbrado 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 87 I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x1x3680/48.45x230x2.5=0.26 V.=0.11 % e(total)=1.75% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF10 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7360 W. - Potencia de cálculo: 2428.8 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=2428.8/230x0.8=13.2 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 23 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 49.88 e(parcial)=2x0.3x2428.8/49.73x230x2.5=0.05 V.=0.02 % e(total)=1.64% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: Toma monofásica 1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 88 Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x1x3680/48.45x230x2.5=0.26 V.=0.11 % e(total)=1.75% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Toma monofásica 2 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/230x1=16 A. Se eligen conductores Unipolares 2x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 57.41 e(parcial)=2x1x3680/48.45x230x2.5=0.26 V.=0.11 % e(total)=1.75% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: LF11 - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 7360 W. - Potencia de cálculo: 2428.8 W.(Coef. de Simult.: 0.33 ) I=2428.8/1,732x400x0.8=4.38 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 89 Se eligen conductores Unipolares 4x2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 21 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 41.31 e(parcial)=0.3x2428.8/51.27x400x2.5=0.01 V.=0 % e(total)=1.62% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Tetrapolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 300 mA. Cálculo de la Línea: Toma trifásica 1 - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/1,732x400x1=5.31 A. Se eligen conductores Unipolares 4x2.5+TTx2.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 18.5 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 20 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 42.47 e(parcial)=1x3680/51.06x400x2.5=0.07 V.=0.02 % e(total)=1.64% ADMIS (6.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Tetrapolar Int. 16 A. Cálculo de la Línea: Toma trifásica 2 - Tensión de servicio: 400 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 1 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 3680 W. - Potencia de cálculo: 3680 W. I=3680/1,732x400x1=5.31 A. Se eligen conductores Unipolares 4x2.5+TTx2.5mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 96 I=93.6/230x1=0.41 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.02 e(parcial)=2x3x93.6/51.51x230x1.5=0.03 V.=0.01 % e(total)=0.08% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 5 A. Cálculo de la Línea: L6 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 3 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 52 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 52x1.8=93.6 W. I=93.6/230x1=0.41 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.02 e(parcial)=2x3x93.6/51.51x230x1.5=0.03 V.=0.01 % e(total)=0.08% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 5 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 97 Cálculo de la Línea: L1 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20.5 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 7 Longitud (m) 8.5 2 2 2 2 2 2 P.des.nu.(W) 0 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu.(W) 52 52 52 52 52 52 52 - Potencia a instalar: 364 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 364 W. I=364/230x1=1.58 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.33 e(parcial)=2x14.5x364/51.45x230x1.5=0.59 V.=0.26 % e(total)=0.33% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L3 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 14 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 Longitud(m) 10 4 P.des.nu.(W) 100 100 P.inc.nu.(W) 0 0 - Potencia a instalar: 200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 200x1.8=360 W. I=360/230x0.9=1.74 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 98 Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.4 e(parcial)=2x12x360/51.44x230x1.5=0.49 V.=0.21 % e(total)=0.28% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L26 EMERG. - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 15 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 Longitud (m) 3 2 1 4 5 P.des.nu.(W) 0 0 0 0 0 P.inc.nu.(W) 22 22 22 22 22 - Potencia a instalar: 110 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 110 W. I=110/230x1=0.48 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.03 e(parcial)=2x7.8x110/51.51x230x1.5=0.1 V.=0.04 % e(total)=0.11% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 5 A. Cálculo de la Línea: LA9 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 99 - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 726 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 1129.2 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=1129.2/230x0.8=6.14 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 16.5 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 44.15 e(parcial)=2x0.3x1129.2/50.75x230x1.5=0.04 V.=0.02 % e(total)=0.07% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: L8 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 Longitud(m) 16 2 2 P.des.nu.(W) 0 0 0 P.inc.nu.(W) 52 52 52 - Potencia a instalar: 156 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 156 W. I=156/230x1=0.68 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.06 e(parcial)=2x18x156/51.51x230x1.5=0.32 V.=0.14 % e(total)=0.21% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 100 Cálculo de la Línea: L10 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 17 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 Longitud (m) 5 4 4 4 P.des.nu. (W) 72 72 72 72 P.inc.nu. (W) 0 0 0 0 - Potencia a instalar: 288 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 288x1.8=518.4 W. I=518.4/230x0.9=2.5 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.84 e(parcial)=2x11x518.4/51.36x230x1.5=0.64 V.=0.28 % e(total)=0.35% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L27 EMERG. - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 20 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 Longitud (m) 4 13 3 P.des.nu. (W) 0 0 0 P.inc.nu. (W) 22 22 22 - Potencia a instalar: 66 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 66 W. I=66/230x1=0.29 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 101 Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.01 e(parcial)=2x13.67x66/51.51x230x1.5=0.1 V.=0.04 % e(total)=0.12% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L12 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 8 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 Longitud (m) 2 3 3 P.des.nu.(W) 72 72 72 P.inc.nu.(W) 0 0 0 - Potencia a instalar: 216 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 216x1.8=388.8 W. I=388.8/230x1=1.69 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.38 e(parcial)=2x5x388.8/51.45x230x1.5=0.22 V.=0.1 % e(total)=0.17% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: LA10 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0;
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 102 - Potencia a instalar: 756 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 916 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=916/230x0.8=4.98 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 16.5 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 42.73 e(parcial)=2x0.3x916/51.01x230x1.5=0.03 V.=0.01 % e(total)=0.07% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: L13 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 8 m; Cosφ: 0.9; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 Longitud (m) 5 3 P.des.nu. (W) 100 100 P.inc.nu. (W) 0 0 - Potencia a instalar: 200 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 200x1.8=360 W. I=360/230x0.9=1.74 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.4 e(parcial)=2x6.5x360/51.44x230x1.5=0.26 V.=0.11 % e(total)=0.18% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 103 Cálculo de la Línea: L28 EMERG. - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 14 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 Longitud (m) 3 3 5 3 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 22 22 22 22 - Potencia a instalar: 88 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 88 W. I=88/230x1=0.38 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.02 e(parcial)=2x8.5x88/51.51x230x1.5=0.08 V.=0.04 % e(total)=0.11% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L18 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 21 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 Longitud (m) 17 2 2 P.des.nu. (W) 0 0 0 P.inc.nu. (W) 52 52 52 - Potencia a instalar: 156 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 156 W. I=156/230x1=0.68 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 104 Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.06 e(parcial)=2x19x156/51.51x230x1.5=0.33 V.=0.15 % e(total)=0.21% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: L15 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 19 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 6 Longitud (m) 9 2 2 2 2 2 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 52 52 52 52 52 52 - Potencia a instalar: 312 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 312 W. I=312/230x1=1.36 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.25 e(parcial)=2x14x312/51.47x230x1.5=0.49 V.=0.21 % e(total)=0.28% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 10 A. Cálculo de la Línea: LA7 - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: C-Unip.o Mult.sobre Pared
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 105 - Longitud: 0.3 m; Cosφ: 0.8; Xu(mW/m): 0; - Potencia a instalar: 678 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 678 W.(Coef. de Simult.: 1 ) I=678/230x0.8=3.68 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 16.5 A. según ITC-BT-19 Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 41.5 e(parcial)=2x0.3x678/51.24x230x1.5=0.02 V.=0.01 % e(total)=0.06% ADMIS (4.5% MAX.) Protección diferencial: Inter. Dif. Bipolar Int.: 40 A. Sens. Int.: 30 mA. Cálculo de la Línea: L29 EMERG. - Tensión de servicio: 230 V. - Canalización: B1-Unip.Tubos Superf.o Emp.Obra - Longitud: 22 m; Cosφ: 1; Xu(mW/m): 0; - Datos por tramo Tramo 1 2 3 4 5 Longitud (m) 2 3 2 3 12 P.des.nu. (W) 0 0 0 0 0 P.inc.nu. (W) 22 22 22 22 22 - Potencia a instalar: 110 W. - Potencia de cálculo: (Según ITC-BT-44): 110 W. I=110/230x1=0.48 A. Se eligen conductores Unipolares 2x1.5+TTx1.5mm²Cu Nivel Aislamiento, Aislamiento: 450/750 V, Poliolef. - No propagador incendio y emisión humos y opacidad reducida -. Desig. UNE: ES07Z1-K(AS) I.ad. a 40°C (Fc=1) 15 A. según ITC-BT-19 Diámetro exterior tubo: 16 mm. Caída de tensión: Temperatura cable (ºC): 40.03 e(parcial)=2x9.2x110/51.51x230x1.5=0.11 V.=0.05 % e(total)=0.11% ADMIS (4.5% MAX.) Prot. Térmica: I. Mag. Bipolar Int. 5 A.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 112 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) LGA. 1 4x150+TTx95Cu 12 50 5925.19 13.11 0.412 303.06 250 DERIVACION IND. 2 4x70+TTx35Cu 11.9 15 5718.36 3.06 250;B,C,D GRUPO ELEC. 15 4x6+TTx6Cu 1 4.5 392.04 4.79 50;B LA1 0.3 2x1.5Cu 11.48 4576.51 L2 13.5 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 433.88 0.16 10;B,C,D L4 7 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 771.44 0.05 10;B,C,D L7 18 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 332.96 0.27 10;B,C,D LF1 0.3 2x2.5Cu 11.48 4977.72 Secamanos 1 3 2x2.5+TTx2.5Cu 10 10 2112.56 0.02 16;B,C,D Tomas aseos 5 2x2.5+TTx2.5Cu 10 10 1519.09 0.04 16;B,C,D Tomas inf.1 8 2x2.5+TTx2.5Cu 10 10 1067.55 0.07 16;B,C,D LF2 0.3 2x2.5Cu 11.48 4977.72 Tomas inf.2 20 2x2.5+TTx2.5Cu 10 10 487 0.35 16;B,C,D Secamanos 2 5 2x2.5+TTx2.5Cu 10 10 1519.09 0.04 16;B,C,D PLANTA SOTANO 4 4x4+TTx4Cu 11.48 15 2501.55 0.03 20;B,C,D PLANTA PRIMERA 5 4x10+TTx10Cu 11.48 15 3500.08 0.11 40;B,C,D PLANTA SEGUNDA 9 4x10+TTx10Cu 11.48 15 2653.75 0.19 40;B,C,D CUADRO ESCENARIO 40 4x6+TTx6Cu 11.48 15 583.06 2.17 40;B,C CONTROL SEGURIDAD 1 4x2.5+TTx2.5Cu 11.48 15 3800.07 0.01 16;B,C,D LA8 0.3 2x1.5+TTx1.5Cu 11.48 4576.51 L5 3 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 1477.49 0.01 5;B,C,D L6 3 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 1477.49 0.01 5;B,C,D L1 20.5 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 294.86 0.34 10;B,C,D L3 14 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 419.74 0.17 10;B,C,D L26 EMERG. 15 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 394.07 0.19 5;B,C,D LA9 0.3 2x1.5+TTx1.5Cu 11.48 4576.51 L8 20 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 301.77 0.33 10;B,C,D L10 17 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 351.11 0.24 10;B,C,D L27 EMERG. 20 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 301.77 0.33 10;B,C,D L12 8 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 689.01 0.06 10;B,C,D LA10 0.3 2x1.5+TTx1.5Cu 11.48 4576.51 L13 8 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 689.01 0.06 10;B,C,D L28 EMERG. 14 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 419.74 0.17 10;B,C,D L18 21 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 288.26 0.36 10;B,C,D L15 19 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 316.6 0.3 10;B,C,D LA7 0.3 2x1.5+TTx1.5Cu 11.48 4576.51 L29 EMERG. 22 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 275.91 0.39 5;B,C,D L24 5 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 1013.9 0.03 5;B,C,D L19 8 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 689.01 0.06 10;B,C,D L21 22 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 275.91 0.39 10;B,C,D L25 3 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 1477.49 0.01 5;B,C,D LA11 0.3 2x1.5+TTx1.5Cu 11.48 4576.51 L35.1 12.5 2x1.5+TTx1.5Cu 9.19 10 465.2 0.14 10;B,C,D GRUPO PRESION 10 4x2.5+TTx2.5Cu 11.48 15 913.45 0.15 16;B,C,D
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 113 Subcuadro PLANTA SOTANO Denominación P.Cálculo Dist.Cálc Sección I.Cálculo I.Adm.. C.T.Parc. C.T.Total Dimensiones(mm) (W) (m) (mm²) (A) (A) (%) (%) Tubo,Canal,Band. LA2 1216 0.3 2x1.5Cu 6.61 16.5 0.02 0.21 L34 100 8 2x1.5+TTx1.5Cu 0.43 15 0.04 0.25 16 L11 648 10.5 2x1.5+TTx1.5Cu 3.13 15 0.2 0.41 16 L9 468 16 2x1.5+TTx1.5Cu 2.26 15 0.3 0.51 16 LF3 3643.2 0.3 2x2.5Cu 19.8 23 0.03 0.22 Tomas almacén 3680 12 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 1.38 1.6 20 Tomas archivo 3680 20 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 2.3 2.52 20 Tomas calefacción 3680 8 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.92 1.14 20 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) LA2 0.3 2x1.5Cu 5.02 2243.56 0.01 L34 8 2x1.5+TTx1.5Cu 4.51 6 593.8 0.08 10;B,C,D L11 10.5 2x1.5+TTx1.5Cu 4.51 6 482.62 0.13 10;B,C,D L9 16 2x1.5+TTx1.5Cu 4.51 6 341.8 0.25 10;B,C,D LF3 0.3 2x2.5Cu 5.02 2340.18 0.02 Tomas almacén 12 2x2.5+TTx2.5Cu 4.7 6 648.79 0.2 16;B,C,D Tomas archivo 20 2x2.5+TTx2.5Cu 4.7 6 437.41 0.43 16;B,C,D Tomas calefacción 8 2x2.5+TTx2.5Cu 4.7 6 855.32 0.11 16;B,C,D
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 114 Subcuadro PLANTA PRIMERA Denominación P.Cálculo Dist.Cálc Sección I.Cálculo I.Adm.. C.T.Parc. C.T.Total Dimensiones(mm) (W) (m) (mm²) (A) (A) (%) (%) Tubo,Canal,Band. LA3 988 0.3 2x1.5Cu 5.37 16.5 0.01 0.19 L14 52 3 2x1.5+TTx1.5Cu 0.23 15 0.01 0.2 16 L17 468 16 2x1.5+TTx1.5Cu 2.03 15 0.32 0.51 16 L16 468 17.5 2x1.5+TTx1.5Cu 2.03 15 0.22 0.41 16 LA4 1800 0.3 2x6Cu 9.78 40 0.01 0.19 L30 Balizas 1 1200 44 2x6Cu 5.8 70.56 0.33 0.51 60 L31 Balizas 2 600 26 2x6Cu 2.9 70.56 0.12 0.3 60 LA EXT 2160 0.3 2x2.5Cu 11.74 23 0.02 0.2 L35 Faros fachada 2160 28.2 2x2.5+TTx2.5Cu 10.43 21 1.03 1.23 20 LA5 3510 0.3 4x6Cu 6.33 44 0 0.18 L32 Farolas 3510 161 4x6Cu 5.07 57.6 0.63 0.81 50 L.MOTOR 1 562.5 0.3 2x6Cu 3.06 40 0 0.18 Puerta 1 562.5 40 2x6+TTx6Cu 3.06 70.56 0.26 0.44 50 L.MOTOR 2 562.5 0.3 2x6Cu 3.06 40 0 0.18 Puerta 2 562.5 40 2x6+TTx6Cu 3.06 70.56 0.26 0.44 50 LF4 1214.4 0.3 2x2.5Cu 6.6 23 0.01 0.19 Tomas ofc.c-arch 3680 15 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 1.72 1.91 20 LF5 1214.4 0.3 2x2.5Cu 6.6 23 0.01 0.19 Tomas oficina 3680 20 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 2.3 2.49 20 L.MOTOR 3 5625 0.3 4x2.5Cu 10.15 21 0.01 0.19 Ascensor 5625 9 4x2.5+TTx2.5Cu 10.15 23 0.25 0.44 20 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) LA3 0.3 2x1.5Cu 7.03 3020.02 L14 3 2x1.5+TTx1.5Cu 6.06 10 1261.39 0.02 10;B,C,D L17 16 2x1.5+TTx1.5Cu 6.06 10 355.96 0.23 10;B,C,D L16 17.5 2x1.5+TTx1.5Cu 6.06 10 328.72 0.28 10;B,C,D LA4 0.3 2x6Cu 7.03 3366.69 0.04 L30 Balizas 1 44 2x6Cu 6.76 10 500.43 2.94 10;B,C,D L31 Balizas 2 26 2x6Cu 6.76 10 769.14 1.24 10;B,C,D LA EXT 0.3 2x2.5Cu 7.03 3195.74 0.01 L35 Faros fachada 28.2 2x2.5+TTx2.5Cu 6.42 10 340.89 0.71 16;B,C,D LA5 0.3 4x6Cu 7.03 3366.69 0.06 L32 Farolas 161 4x6Cu 6.76 10 152.92 31.48 10;B,C L.MOTOR 1 0.3 2x6Cu 7.03 3366.69 0.04 Puerta 1 40 2x6+TTx6Cu 6.76 10 542.56 2.5 16;B,C,D L.MOTOR 2 0.3 2x6Cu 7.03 3366.69 0.04 Puerta 2 40 2x6+TTx6Cu 6.76 10 542.56 2.5 16;B,C,D LF4 0.3 2x2.5Cu 7.03 3195.74 0.01 Tomas ofc.c-arch 15 2x2.5+TTx2.5Cu 6.42 10 586.77 0.24 16;B,C,D LF5 0.3 2x2.5Cu 7.03 3195.74 0.01 Tomas oficina 20 2x2.5+TTx2.5Cu 6.42 10 460.88 0.39 16;B,C,D L.MOTOR 3 0.3 4x2.5Cu 7.03 3195.74 0.01 Ascensor 9 4x2.5+TTx2.5Cu 6.42 10 872.68 0.17 16;B,C,D
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 115 Subcuadro PLANTA SEGUNDA Denominación P.Cálculo Dist.Cálc Sección I.Cálculo I.Adm.. C.T.Parc. C.T.Total Dimensiones(mm) (W) (m) (mm²) (A) (A) (%) (%) Tubo,Canal,Band. LA6 960.8 0.3 2x1.5Cu 5.22 16.5 0.01 0.32 L20 388.8 12 2x1.5+TTx1.5Cu 1.88 15 0.19 0.51 16 L23 104 12.5 2x1.5+TTx1.5Cu 0.45 15 0.06 0.38 16 L22 468 26 2x1.5+TTx1.5Cu 2.03 15 0.37 0.69 16 LF6 3583.8 0.3 2x2.5Cu 19.48 23 0.03 0.34 Tomas salon-arch. 3680 8 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.92 1.26 20 Tomas aseo 3 3680 4 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.46 0.8 20 Secamanos4 3500 6 2x2.5+TTx2.5Cu 15.22 21 0.65 0.99 20 LF7 2369.4 0.3 2x2.5Cu 12.88 23 0.02 0.33 Secamanos3 3500 4 2x2.5+TTx2.5Cu 15.22 21 0.43 0.76 20 Tomas aseos 4 3680 6 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.69 1.01 20 LF8 2428.8 0.3 2x2.5Cu 13.2 23 0.02 0.33 Tomas salón 3680 18 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 2.07 2.39 20 Toma trastero 3680 20 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 2.3 2.62 20 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) LA6 0.3 2x1.5Cu 5.33 2365.63 0.01 L20 12 2x1.5+TTx1.5Cu 4.75 6 438.3 0.15 10;B,C,D L23 12.5 2x1.5+TTx1.5Cu 4.75 6 423.88 0.17 10;B,C,D L22 26 2x1.5+TTx1.5Cu 4.75 6 224.47 0.59 10;B,C,D LF6 0.3 2x2.5Cu 5.33 2473.15 0.01 Tomas salon-arch. 8 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 872.68 0.11 16;B,C,D Tomas aseo 3 4 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 1291.64 0.05 16;B,C,D Secamanos4 6 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 1041.71 0.08 16;B,C,D LF7 0.3 2x2.5Cu 5.33 2473.15 0.01 Secamanos3 4 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 1291.64 0.05 16;B,C,D Tomas aseos 4 6 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 1041.71 0.08 16;B,C,D LF8 0.3 2x2.5Cu 5.33 2473.15 0.01 Tomas salón 18 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 481.54 0.36 16;B,C,D Toma trastero 20 2x2.5+TTx2.5Cu 4.97 6 441.91 0.42 16;B,C,D
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 116 Subcuadro CUADRO ESCENARIO Denominación P.Cálculo Dist.Cálc Sección I.Cálculo I.Adm.. C.T.Parc. C.T.Total Dimensiones(mm) (W) (m) (mm²) (A) (A) (%) (%) Tubo,Canal,Band. LF9 2428.8 0.3 2x2.5Cu 13.2 23 0.02 1.64 Alumbrado 1 3680 1 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.11 1.75 20 Alumbrado 2 3680 1 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.11 1.75 20 LF10 2428.8 0.3 2x2.5Cu 13.2 23 0.02 1.64 Toma monofásica 1 3680 1 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.11 1.75 20 Toma monofásica 2 3680 1 2x2.5+TTx2.5Cu 16 21 0.11 1.75 20 LF11 2428.8 0.3 4x2.5Cu 4.38 21 0 1.62 Toma trifásica 1 3680 1 4x2.5+TTx2.5Cu 5.31 18.5 0.02 1.64 20 Toma trifásica 2 3680 1 4x2.5+TTx2.5Cu 5.31 18.5 0.02 1.64 20 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) LF9 0.3 2x2.5Cu 1.17 573.72 0.25 Alumbrado 1 1 2x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D Alumbrado 2 1 2x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D LF10 0.3 2x2.5Cu 1.17 573.72 0.25 Toma monofásica 1 1 2x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D Toma monofásica 2 1 2x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D LF11 0.3 4x2.5Cu 1.17 573.72 0.25 Toma trifásica 1 1 4x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D Toma trifásica 2 1 4x2.5+TTx2.5Cu 1.15 4.5 544.63 0.28 16;B,C,D Subcuadro CONTROL SEGURIDAD Denominación P.Cálculo Dist.Cálc Sección I.Cálculo I.Adm.. C.T.Parc. C.T.Total Dimensiones(mm) (W) (m) (mm²) (A) (A) (%) (%) Tubo,Canal,Band. TELEFONIA 500 6 2x2.5+TTx2.5Cu 2.17 21 0.09 0.15 20 ANTENA 1000 6 2x2.5+TTx2.5Cu 4.35 21 0.18 0.24 20 ALARMA 200 3 2x2.5+TTx2.5Cu 0.87 21 0.02 0.08 20 CCTV 200 6 2x2.5+TTx2.5Cu 0.87 21 0.04 0.1 20 PORTERO AUTOMATICO 500 3 2x2.5+TTx2.5Cu 2.17 21 0.04 0.11 20 Cortocircuito Denominación Longitud Sección IpccI P de C IpccF tmcicc tficc Lmáx Curvas válidas (m) (mm²) (kA) (kA) (A) (sg) (sg) (m) TELEFONIA 6 2x2.5+TTx2.5Cu 7.63 10 1225.52 0.06 16;B,C,D ANTENA 6 2x2.5+TTx2.5Cu 7.63 10 1225.52 0.06 16;B,C,D ALARMA 3 2x2.5+TTx2.5Cu 7.63 10 1858.83 0.02 16;B,C,D CCTV 6 2x2.5+TTx2.5Cu 7.63 10 1225.52 0.06 16;B,C,D PORTERO AUTOMATICO3 2x2.5+TTx2.5Cu 7.63 10 1858.83 0.02 16;B,C,D
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 117 CALCULO DE LA PUESTA A TIERRA Para la realización del cálculo de la puesta a tierra vamos a partir con los siguientes datos fijos: - Una resistencia total que no debe ser superior a los 10Ω - La resistividad del terreno es 300 Ωm -Un perímetro de 65 metros que rodea nuestro edificio multiusos RpRcRt 111 += Donde: Rt= Resistencia total Rc= Resistencia del conductor enterrado Rp= Resistencia de las picas Ω=== 23,9 65 30022 x L Rc ρ Sustituimos este valor en la ecuación general y nos da un resultado de Rp=74,74 Ω Con la fórmula de la resistencia de las picas cálculamos el número que nos hacen falta. 2 º 300 º x N xL N Rp == ρ El resultado es Nº= 5,05 por tanto colocaremos 6 picas de 2 metros de longitud de cobre de 14mm de diámetro unidas a la toma de tierra general del edificio. Los conductores de protección, se calcularon adecuadamente y según la ITCBT-18, en el apartado del cálculo de circuitos. Así mismo cabe señalar que la linea principal de tierra no será inferior a 16 mm² en Cu, y la linea de enlace con tierra, no será inferior a 25 mm² en Cu.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 118 RESUMEN DEL PRESUPUESTO Capítulo Importe (€) Capítulo 1 INSTALACION DE ENLACE 700,17 Capítulo 2 CUADROS DE DISTRIBUCIÓN Y APARAMENTA 8.976,46 Capítulo 2.1 CUADRO GENERAL DE MANDO Y PROTECCION 4.877,10 Capítulo 3 CABLES 6.315,46 Capítulo 3.1 CS.SOTANO 364,62 Capítulo 3.2 CGD.P.BAJA 2.134,87 Capítulo 3.3 CS.PRIMERA 3.091,49 Capítulo 3.4 CS.SEGUNDA 571,04 Capítulo 3.5 CS.ESCENARIO 33,20 Capítulo 3.6 CS.CONTROL 120,24 Capítulo 4 LUMINARIAS 16.503,52 Capítulo 5 VARIOS 9.336,13 Capítulo 5.1 SISTEMAS DE CONTROL Y SEGURIDAD 3.768,22 Capítulo 6 TOMAS CORRIENTE 1.836,95 Capítulo 7 MOVIMIENTO TIERRAS Y ZANJAS 2.537,12 Presupuesto de ejecución material 46.205,81 13% de gastos generales 6.006,76 6% de beneficio industrial 2.772,35 Suma 54.984,92 21% IVA 11.546,83 Presupuesto de ejecución por contrata 66.531,75 Asciende el presupuesto de ejecución por contrata a la expresada cantidad de SESENTA Y SEIS MIL QUINIENTOS TREINTA Y UN EUROS CON SETENTA Y CINCO CÉNTIMOS.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 119 CONCLUSIÓN Considerando los suficientes datos reseñados para su estudio junto con los planos que se acompañan se espera obtener las oportunas legalizaciones de la Administración. No obstante quedamos a disposición de la misma, para cuantas consultas o aclaraciones sean necesarias. En Zaragoza a 20 de Marzo de 2013-02-19 Javier Mir Mairal, Ingeniero Técnico Industrial.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 120 PREVENCION DE RIESGOS LABORALES 1.1. INTRODUCCION. La ley 31/1995, de 8 de noviembre de 1995, de Prevención de Riesgos Laborales tiene por objeto la determinación del cuerpo básico de garantías y responsabilidades preciso para establecer un adecuado nivel de protección de la salud de los trabajadores frente a los riesgos derivados de las condiciones de trabajo. Como ley establece un marco legal a partir del cual las normas reglamentarias irán fijando y concretando los aspectos más técnicos de las medidas preventivas. Estas normas complementarias quedan resumidas a continuación: - Disposiciones mínimas de seguridad y salud en los lugares de trabajo. - Disposiciones mínimas en materia de señalización de seguridad y salud en el trabajo. - Disposiciones mínimas de seguridad y salud para la utilización por los trabajadores de los equipos de trabajo. - Disposiciones mínimas de seguridad y salud en las obras de construcción. - Disposiciones mínimas de seguridad y salud relativas a la utilización por los trabajadores de equipos de protección individual. 1.2. DERECHOS Y OBLIGACIONES. 1.2.1. DERECHO A LA PROTECCIÓN FRENTE A LOS RIESGOS LABORALES. Los trabajadores tienen derecho a una protección eficaz en materia de seguridad y salud en el trabajo. A este efecto, el empresario realizará la prevención de los riesgos laborales mediante la adopción de cuantas medidas sean necesarias para la protección de la seguridad y la salud de los trabajadores, con las especialidades que se recogen en los artículos siguientes en materia de evaluación de riesgos, información, consulta, participación y formación de los trabajadores, actuación en casos de emergencia y de riesgo grave e inminente y vigilancia de la salud.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 121 1.2.2. PRINCIPIOS DE LA ACCIÓN PREVENTIVA. El empresario aplicará las medidas preventivas pertinentes, con arreglo a los siguientes principios generales: - Evitar los riesgos. - Evaluar los riesgos que no se pueden evitar. - Combatir los riesgos en su origen. - Adaptar el trabajo a la persona, en particular en lo que respecta a la concepción de los puestos de trabajo, la organización del trabajo, las condiciones de trabajo, las relaciones sociales y la influencia de los factores ambientales en el trabajo. - Adoptar medidas que antepongan la protección colectiva a la individual. - Dar las debidas instrucciones a los trabajadores. - Adoptar las medidas necesarias a fin de garantizar que sólo los trabajadores que hayan recibido información suficiente y adecuada puedan acceder a las zonas de riesgo grave y específico. - Prever las distracciones o imprudencias no temerarias que pudiera cometer el trabajador . 1.2.3. EVALUACIÓN DE LOS RIESGOS. La acción preventiva en la empresa se planificará por el empresario a partir de una evaluación inicial de los riesgos para la seguridad y la salud de los trabajadores, que se realizará, con carácter general, teniendo en cuenta la naturaleza de la actividad, y en relación con aquellos que estén expuestos a riesgos especiales. Igual evaluación deberá hacerse con ocasión de la elección de los equipos de trabajo, de las sustancias o preparados químicos y del acondicionamiento de los lugares de trabajo. De alguna manera se podrían clasificar las causas de los riesgos en las categorías siguientes: - Insuficiente calificación profesional del personal dirigente, jefes de equipo y obreros. - Empleo de maquinaria y equipos en trabajos que no corresponden a la finalidad para la que fueron concebidos o a sus posibilidades. - Negligencia en el manejo y conservación de las máquinas e instalaciones. Control deficiente en la explotación. - Insuficiente instrucción del personal en materia de seguridad. Referente a las máquinas herramienta, los riesgos que pueden surgir al manejarlas se pueden resumir en los siguientes puntos: - Se puede producir un accidente o deterioro de una máquina si se pone en marcha sin conocer su modo de funcionamiento. - La lubricación deficiente conduce a un desgaste prematuro por lo que los puntos de engrase manual deben ser engrasados regularmente.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 128 2. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD EN LOS LUGARES DE TRABAJO. 2.1. INTRODUCCION. La ley 31/1995, de 8 de noviembre de 1995, de Prevención de Riesgos Laborales es la norma legal por la que se determina el cuerpo básico de garantías y responsabilidades preciso para establecer un adecuado nivel de protección de la salud de los trabajadores frente a los riesgos derivados de las condiciones de trabajo. De acuerdo con el artículo 6 de dicha ley, serán las normas reglamentarias las que fijarán y concretarán los aspectos más técnicos de las medidas preventivas, a través de normas mínimas que garanticen la adecuada protección de los trabajadores. Entre éstas se encuentran necesariamente las destinadas a garantizar la seguridad y la salud en los lugares de trabajo, de manera que de su utilización no se deriven riesgos para los trabajadores. Por todo lo expuesto, el Real Decreto 486/1997 de 14 de Abril de 1.997 establece las disposiciones mínimas de seguridad y de salud aplicables a los lugares de trabajo, entendiendo como tales las áreas del centro de trabajo, edificadas o no, en las que los trabajadores deban permanecer o a las que puedan acceder en razón de su trabajo, sin incluir las obras de construcción temporales o móviles. 2.2. OBLIGACIONES DEL EMPRESARIO. El empresario deberá adoptar las medidas necesarias para que la utilización de los lugares de trabajo no origine riesgos para la seguridad y salud de los trabajadores. En cualquier caso, los lugares de trabajo deberán cumplir las disposiciones mínimas establecidas en el presente Real Decreto en cuanto a sus condiciones constructivas, orden, limpieza y mantenimiento, señalización, instalaciones de servicio o protección, condiciones ambientales, iluminación, servicios higiénicos y locales de descanso, y material y locales de primeros auxilios. 2.2.1. CONDICIONES CONSTRUCTIVAS. El diseño y las características constructivas de los lugares de trabajo deberán ofrecer seguridad frente a los riesgos de resbalones o caídas, choques o golpes contra objetos y derrumbaciones o caídas de materiales sobre los trabajadores, para ello el pavimento constituirá un conjunto homogéneo, llano y liso sin solución de continuidad, de material consistente, no resbaladizo o susceptible de serlo con el uso y de fácil limpieza, las paredes serán lisas, guarnecidas o pintadas en tonos claros y susceptibles de ser lavadas y blanqueadas y los techos deberán resguardar a los trabajadores de las inclemencias del tiempo y ser lo suficientemente consistentes.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 129 El diseño y las características constructivas de los lugares de trabajo deberán también facilitar el control de las situaciones de emergencia, en especial en caso de incendio, y posibilitar, cuando sea necesario, la rápida y segura evacuación de los trabajadores. Todos los elementos estructurales o de servicio (cimentación, pilares, forjados, muros y escaleras) deberán tener la solidez y resistencia necesarias para soportar las cargas o esfuerzos a que sean sometidos. Las dimensiones de los locales de trabajo deberán permitir que los trabajadores realicen su trabajo sin riesgos para su seguridad y salud y en condiciones ergonómicas aceptables, adoptando una superficie libre superior a 2 m² por trabajador, un volumen mayor a 10 m3 por trabajador y una altura mínima desde el piso al techo de 2,50 m. Las zonas de los lugares de trabajo en las que exista riesgo de caída, de caída de objetos o de contacto o exposición a elementos agresivos, deberán estar claramente señalizadas. El suelo deberá ser fijo, estable y no resbaladizo, sin irregularidades ni pendientes peligrosas. Las aberturas, desniveles y las escaleras se protegerán mediante barandillas de 90 cm de altura. Los trabajadores deberán poder realizar de forma segura las operaciones de abertura, cierre, ajuste o fijación de ventanas, y en cualquier situación no supondrán un riesgo para éstos. Las vías de circulación deberán poder utilizarse conforme a su uso previsto, de forma fácil y con total seguridad. La anchura mínima de las puertas exteriores y de los pasillos será de 100 cm. Las puertas transparentes deberán tener una señalización a la altura de la vista y deberán estar protegidas contra la rotura. Las puertas de acceso a las escaleras no se abrirán directamente sobre sus escalones, sino sobre descansos de anchura al menos igual a la de aquellos. Los pavimentos de las rampas y escaleras serán de materiales no resbaladizos y caso de ser perforados la abertura máxima de los intersticios será de 8 mm. La pendiente de las rampas variará entre un 8 y 12 %. La anchura mínima será de 55 cm para las escaleras de servicio y de 1 m. para las de uso general. Caso de utilizar escaleras de mano, éstas tendrán la resistencia y los elementos de apoyo y sujeción necesarios para que su utilización en las condiciones requeridas no suponga un riesgo de caída, por rotura o desplazamiento de las mismas.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 130 En cualquier caso, no se emplearán escaleras de más de 5 m de altura, se colocarán formando un ángulo aproximado de 75º con la horizontal, sus largueros deberán prolongarse al menos 1 m sobre la zona a acceder, el ascenso, descenso y los trabajos desde escaleras se efectuarán frente a las mismas, los trabajos a más de 3,5 m de altura, desde el punto de operación al suelo, que requieran movimientos o esfuerzos peligrosos para la estabilidad del trabajador, sólo se efectuarán si se utiliza cinturón de seguridad y no serán utilizadas por dos o más personas simultáneamente. Las vías y salidas de evacuación deberán permanecer expeditas y desembocarán en el exterior. El número, la distribución y las dimensiones de las vías deberán estar dimensionadas para poder evacuar todos los lugares de trabajo rápidamente, dotando de alumbrado de emergencia aquellas que lo requieran. La instalación eléctrica no deberá entrañar riesgos de incendio o explosión, para ello se dimensionarán todos los circuitos considerando las sobreintensidades previsibles y se dotará a los conductores y resto de aparamenta eléctrica de un nivel de aislamiento adecuado. Para evitar el contacto eléctrico directo se utilizará el sistema de separación por distancia o alejamiento de las partes activas hasta una zona no accesible por el trabajador, interposición de obstáculos y/o barreras (armarios para cuadros eléctricos, tapas para interruptores, etc.) y recubrimiento o aislamiento de las partes activas. Para evitar el contacto eléctrico indirecto se utilizará el sistema de puesta a tierra de las masas (conductores de protección conectados a las carcasas de los receptores eléctricos, líneas de enlace con tierra y electrodos artificiales) y dispositivos de corte por intensidad de defecto (interruptores diferenciales de sensibilidad adecuada al tipo de local, características del terreno y constitución de los electrodos artificiales). 2.2.2. ORDEN, LIMPIEZA Y MANTENIMIENTO. SEÑALIZACIÓN. Las zonas de paso, salidas y vías de circulación de los lugares de trabajo y, en especial, las salidas y vías de circulación previstas para la evacuación en casos de emergencia, deberán permanecer libres de obstáculos. Las características de los suelos, techos y paredes serán tales que permitan dicha limpieza y mantenimiento. Se eliminarán con rapidez los desperdicios, las manchas de grasa, los residuos de sustancias peligrosas y demás productos residuales que puedan originar accidentes o contaminar el ambiente de trabajo. Los lugares de trabajo y, en particular, sus instalaciones, deberán ser objeto de un mantenimiento periódico.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 131 2.2.3. CONDICIONES AMBIENTALES. La exposición a las condiciones ambientales de los lugares de trabajo no debe suponer un riesgo para la seguridad y la salud de los trabajadores. En los locales de trabajo cerrados deberán cumplirse las condiciones siguientes: - La temperatura de los locales donde se realicen trabajos sedentarios propios de oficinas o similares estará comprendida entre 17 y 27 ºC. En los locales donde se realicen trabajos ligeros estará comprendida entre 14 y 25 ºC. - La humedad relativa estará comprendida entre el 30 y el 70 por 100, excepto en los locales donde existan riesgos por electricidad estática en los que el límite inferior será el 50 por 100. - Los trabajadores no deberán estar expuestos de forma frecuente o continuada a corrientes de aire cuya velocidad exceda los siguientes límites: - Trabajos en ambientes no calurosos: 0,25 m/s. - Trabajos sedentarios en ambientes calurosos: 0,5 m/s. - Trabajos no sedentarios en ambientes calurosos: 0,75 m/s. - La renovación mínima del aire de los locales de trabajo será de 30 m3 de aire limpio por hora y trabajador en el caso de trabajos sedentarios en ambientes no calurosos ni contaminados por humo de tabaco y 50 m3 en los casos restantes. - Se evitarán los olores desagradables. 2.2.4. ILUMINACIÓN. La iluminación será natural con puertas y ventanas acristaladas, complementándose con iluminación artificial en las horas de visibilidad deficiente. Los puestos de trabajo llevarán además puntos de luz individuales, con el fin de obtener una visibilidad notable. Los niveles de iluminación mínimos establecidos (lux) son los siguientes: - Areas o locales de uso ocasional: 50 lux - Areas o locales de uso habitual: 100 lux - Vías de circulación de uso ocasional: 25 lux. - Vías de circulación de uso habitual: 50 lux. - Zonas de trabajo con bajas exigencias visuales: 100 lux. - Zonas de trabajo con exigencias visuales moderadas: 200 lux. - Zonas de trabajo con exigencias visuales altas: 500 lux. - Zonas de trabajo con exigencias visuales muy altas: 1000 lux. La iluminación anteriormente especificada deberá poseer una uniformidad adecuada, mediante la distribución uniforme de luminarias, evitándose los deslumbramientos directos por equipos de alta luminancia.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 132 Se instalará además el correspondiente alumbrado de emergencia y señalización con el fin de poder iluminar las vías de evacuación en caso de fallo del alumbrado general . 2.2.5. SERVICIOS HIGIÉNICOS Y LOCALES DE DESCANSO. En el local se dispondrá de agua potable en cantidad suficiente y fácilmente accesible por los trabajadores. Se dispondrán vestuarios cuando los trabajadores deban llevar ropa especial de trabajo, provistos de asientos y de armarios o taquillas individuales con llave, con una capacidad suficiente para guardar la ropa y el calzado. Si los vestuarios no fuesen necesarios, se dispondrán colgadores o armarios para colocar la ropa. Existirán aseos con espejos, retretes con descarga automática de agua y papel higiénico y lavabos con agua corriente, caliente si es necesario, jabón y toallas individuales u otros sistema de secado con garantías higiénicas. Dispondrán además de duchas de agua corriente, caliente y fría, cuando se realicen habitualmente trabajos sucios, contaminantes o que originen elevada sudoración. Llevarán alicatados los paramentos hasta una altura de 2 m. del suelo, con baldosín cerámico esmaltado de color blanco. El solado será continuo e impermeable, formado por losas de gres rugoso antideslizante. Si el trabajo se interrumpiera regularmente, se dispondrán espacios donde los trabajadores puedan permanecer durante esas interrupciones, diferenciándose espacios para fumadores y no fumadores. 2.2.6. MATERIAL Y LOCALES DE PRIMEROS AUXILIOS. El lugar de trabajo dispondrá de material para primeros auxilios en caso de accidente, que deberá ser adecuado, en cuanto a su cantidad y características, al número de trabajadores y a los riesgos a que estén expuestos. Como mínimo se dispondrá, en lugar reservado y a la vez de fácil acceso, de un botiquín portátil, que contendrá en todo momento, agua oxigenada, alcohol de 96, tintura de yodo, mercurocromo, gasas estériles, algodón hidrófilo, bolsa de agua, torniquete, guantes esterilizados y desechables, jeringuillas, hervidor, agujas, termómetro clínico, gasas, esparadrapo, apósitos adhesivos, tijeras, pinzas, antiespasmódicos, analgésicos y vendas .
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 133 3. DISPOSICIONES MINIMAS EN MATERIA DE SEÑALIZACION DE SEGURIDAD Y SALUD EN EL TRABAJO. 3.1. INTRODUCCION. La ley 31/1995, de 8 de noviembre de 1995, de Prevención de Riesgos Laborales es la norma legal por la que se determina el cuerpo básico de garantías y responsabilidades preciso para establecer un adecuado nivel de protección de la salud de los trabajadores frente a los riesgos derivados de las condiciones de trabajo. De acuerdo con el artículo 6 de dicha ley, serán las normas reglamentarias las que fijarán las medidas mínimas que deben adoptarse para la adecuada protección de los trabajadores. Entre éstas se encuentran las destinadas a garantizar que en los lugares de trabajo exista una adecuada señalización de seguridad y salud, siempre que los riesgos no puedan evitarse o limitarse suficientemente a través de medios técnicos de protección colectiva. Por todo lo expuesto, el Real Decreto 485/1997 de 14 de Abril de 1.997 establece las disposiciones mínimas en materia de señalización de seguridad y de salud en el trabajo, entendiendo como tales aquellas señalizaciones que referidas a un objeto, actividad o situación determinada, proporcionen una indicación o una obligación relativa a la seguridad o la salud en el trabajo mediante una señal en forma de panel, un color, una señal luminosa o acústica, una comunicación verbal o una señal gestual. 3.2. OBLIGACION GENERAL DEL EMPRESARIO. La elección del tipo de señal y del número y emplazamiento de las señales o dispositivos de señalización a utilizar en cada caso se realizará de forma que la señalización resulte lo más eficaz posible, teniendo en cuenta: - Las características de la señal. - Los riesgos, elementos o circunstancias que hayan de señalizarse. - La extensión de la zona a cubrir. - El número de trabajadores afectados. Para la señalización de desniveles, obstáculos u otros elementos que originen riesgo de caída de personas, choques o golpes, así como para la señalización de riesgo eléctrico, presencia de materias inflamables, tóxicas, corrosivas o riesgo biológico, podrá optarse por una señal de advertencia de forma triangular, con un pictograma característico de color negro sobre fondo amarillo y bordes negros.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 134 Las vías de circulación de vehículos deberán estar delimitadas con claridad mediante franjas continuas de color blanco o amarillo. Los equipos de protección contra incendios deberán ser de color rojo. La señalización para la localización e identificación de las vías de evacuación y de los equipos de salvamento o socorro (botiquín portátil) se realizará mediante una señal de forma cuadrada o rectangular, con un pictograma característico de color blanco sobre fondo verde. La señalización dirigida a alertar a los trabajadores o a terceros de la aparición de una situación de peligro y de la consiguiente y urgente necesidad de actuar de una forma determinada o de evacuar la zona de peligro, se realizará mediante una señal luminosa, una señal acústica o una comunicación verbal. Los medios y dispositivos de señalización deberán ser limpiados, mantenidos y verificados regularmente. 4. DISPOSICIONES MINIMAS DE SEGURIDAD Y SALUD PARA LA UTILIZACION POR LOS TRABAJADORES DE LOS EQUIPOS DE TRABAJO. 4.1. INTRODUCCION. La ley 31/1995, de 8 de noviembre de 1995, de Prevención de Riesgos Laborales es la norma legal por la que se determina el cuerpo básico de garantías y responsabilidades preciso para establecer un adecuado nivel de protección de la salud de los trabajadores frente a los riesgos derivados de las condiciones de trabajo. De acuerdo con el artículo 6 de dicha ley, serán las normas reglamentarias las que fijarán las medidas mínimas que deben adoptarse para la adecuada protección de los trabajadores. Entre éstas se encuentran las destinadas a garantizar que de la presencia o utilización de los equipos de trabajo puestos a disposición de los trabajadores en la empresa o centro de trabajo no se deriven riesgos para la seguridad o salud de los mismos. Por todo lo expuesto, el Real Decreto 1215/1997 de 18 de Julio de 1.997 establece las disposiciones mínimas de seguridad y de salud para la utilización por los trabajadores de los equipos de trabajo, entendiendo como tales cualquier máquina, aparato, instrumento o instalación utilizado en el trabajo.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 135 4.2. OBLIGACION GENERAL DEL EMPRESARIO. El empresario adoptará las medidas necesarias para que los equipos de trabajo que se pongan a disposición de los trabajadores sean adecuados al trabajo que deba realizarse y convenientemente adaptados al mismo, de forma que garanticen la seguridad y la salud de los trabajadores al utilizar dichos equipos. Deberá utilizar únicamente equipos que satisfagan cualquier disposición legal o reglamentaria que les sea de aplicación. Para la elección de los equipos de trabajo el empresario deberá tener en cuenta los siguientes factores: - Las condiciones y características específicas del trabajo a desarrollar. - Los riesgos existentes para la seguridad y salud de los trabajadores en el lugar de trabajo. - En su caso, las adaptaciones necesarias para su utilización por trabajadores discapacitados. Adoptará las medidas necesarias para que, mediante un mantenimiento adecuado, los equipos de trabajo se conserven durante todo el tiempo de utilización en unas condiciones adecuadas. Todas las operaciones de mantenimiento, ajuste, desbloqueo, revisión o reparación de los equipos de trabajo se realizará tras haber parado o desconectado el equipo. Estas operaciones deberán ser encomendadas al personal especialmente capacitado para ello. El empresario deberá garantizar que los trabajadores reciban una formación e información adecuadas a los riesgos derivados de los equipos de trabajo. La información, suministrada preferentemente por escrito, deberá contener, como mínimo, las indicaciones relativas a: - Las condiciones y forma correcta de utilización de los equipos de trabajo, teniendo en cuenta las instrucciones del fabricante, así como las situaciones o formas de utilización anormales y peligrosas que puedan preverse. - Las conclusiones que, en su caso, se puedan obtener de la experiencia adquirida en la utilización de los equipos de trabajo. 4.2.1. DISPOSICIONES MÍNIMAS GENERALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO. Los órganos de accionamiento de un equipo de trabajo que tengan alguna incidencia en la seguridad deberán ser claramente visibles e identificables y no deberán acarrear riesgos como consecuencia de una manipulación involuntaria. Cada equipo de trabajo deberá estar provisto de un órgano de accionamiento que permita su parada total en condiciones de seguridad.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 136 Cualquier equipo de trabajo que entrañe riesgo de caída de objetos o de proyecciones deberá estar provisto de dispositivos de protección adecuados a dichos riesgos. Cualquier equipo de trabajo que entrañe riesgo por emanación de gases, vapores o líquidos o por emisión de polvo deberá estar provisto de dispositivos adecuados de captación o extracción cerca de la fuente emisora correspondiente. Si fuera necesario para la seguridad o la salud de los trabajadores, los equipos de trabajo y sus elementos deberán estabilizarse por fijación o por otros medios. Cuando los elementos móviles de un equipo de trabajo puedan entrañar riesgo de accidente por contacto mecánico, deberán ir equipados con resguardos o dispositivos que impidan el acceso a las zonas peligrosas. Las zonas y puntos de trabajo o mantenimiento de un equipo de trabajo deberán estar adecuadamente iluminadas en función de las tareas que deban realizarse. Las partes de un equipo de trabajo que alcancen temperaturas elevadas o muy bajas deberán estar protegidas cuando corresponda contra los riesgos de contacto o la proximidad de los trabajadores. Todo equipo de trabajo deberá ser adecuado para proteger a los trabajadores expuestos contra el riesgo de contacto directo o indirecto de la electricidad y los que entrañen riesgo por ruido, vibraciones o radiaciones deberá disponer de las protecciones o dispositivos adecuados para limitar, en la medida de lo posible, la generación y propagación de estos agentes físicos. Las herramientas manuales deberán estar construidas con materiales resistentes y la unión entre sus elementos deberá ser firme, de manera que se eviten las roturas o proyecciones de los mismos. La utilización de todos estos equipos no podrá realizarse en contradicción con las instrucciones facilitadas por el fabricante, comprobándose antes del iniciar la tarea que todas sus protecciones y condiciones de uso son las adecuadas. Deberán tomarse las medidas necesarias para evitar el atrapamiento del cabello, ropas de trabajo u otros objetos del trabajador, evitando, en cualquier caso, someter a los equipos a sobrecargas, sobrepresiones, velocidades o tensiones excesivas. 4.2.2. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO MOVILES. Los equipos con trabajadores transportados deberán evitar el contacto de éstos con ruedas y orugas y el aprisionamiento por las mismas.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 137 Para ello dispondrán de una estructura de protección que impida que el equipo de trabajo incline más de un cuarto de vuelta o una estructura que garantice un espacio suficiente alrededor de los trabajadores transportados cuando el equipo pueda inclinarse más de un cuarto de vuelta. No se requerirán estas estructuras de protección cuando el equipo de trabajo se encuentre estabilizado durante su empleo. Las carretillas elevadoras deberán estar acondicionadas mediante la instalación de una cabina para el conductor, una estructura que impida que la carretilla vuelque, una estructura que garantice que, en caso de vuelco, quede espacio suficiente para el trabajador entre el suelo y determinadas partes de dicha carretilla y una estructura que mantenga al trabajador sobre el asiento de conducción en buenas condiciones. Los equipos de trabajo automotores deberán contar con dispositivos de frenado y parada, con dispositivos para garantizar una visibilidad adecuada y con una señalización acústica de advertencia. En cualquier caso, su conducción estará reservada a los trabajadores que hayan recibido una información específica. 4.2.3. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO PARA ELEVACION DE CARGAS. Deberán estar instalados firmemente, teniendo presente la carga que deban levantar y las tensiones inducidas en los puntos de suspensión o de fijación. En cualquier caso, los aparatos de izar estarán equipados con limitador del recorrido del carro y de los ganchos, los motores eléctricos estarán provistos de limitadores de altura y del peso, los ganchos de sujeción serán de acero con ”pestillos de seguridad“ y los carriles para desplazamiento estarán limitados a una distancia de 1 m de su término mediante topes de seguridad de final de carrera eléctricos. Deberá figurar claramente la carga nominal. Deberán instalarse de modo que se reduzca el riesgo de que la carga caiga en picado, se suelte o se desvíe involuntariamente de forma peligrosa. En cualquier caso, se evitará la presencia de trabajadores bajo las cargas suspendidas. Caso de ir equipadas con cabinas para trabajadores deberá evitarse la caída de éstas, su aplastamiento o choque. Los trabajos de izado, transporte y descenso de cargas suspendidas, quedarán interrumpidos bajo régimen de vientos superiores a los 60 km/h. 4.2.4. DISPOSICIONES MÍNIMAS ADICIONALES APLICABLES A LOS EQUIPOS DE TRABAJO PARA MOVIMIENTO DE TIERRAS Y MAQUINARIA PESADA EN GENERAL. Las máquinas para los movimientos de tierras estarán dotadas de faros de marcha hacia adelante y de retroceso, servofrenos, freno de mano, bocina automática de retroceso, retrovisores en ambos lados, pórtico de seguridad antivuelco y antiimpactos y un extintor.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 144 Es conveniente que los vestidos estén configurados en varias capas al comprender entre ellas cantidades de aire que mejoran el aislamiento al frío. Empleo de guantes, botas y orejeras. Se resguardará al trabajador de vientos mediante apantallamientos y se evitará que la ropa de trabajo se empape de líquidos evaporables. Si el trabajador sufriese estrés térmico se deben modificar las condiciones de trabajo, con el fin de disminuir su esfuerzo físico, mejorar la circulación de aire, apantallar el calor por radiación, dotar al trabajador de vestimenta adecuada (sombrero, gafas de sol, cremas y lociones solares), vigilar que la ingesta de agua tenga cantidades moderadas de sal y establecer descansos de recuperación si las soluciones anteriores no son suficientes. El aporte alimentario calórico debe ser suficiente para compensar el gasto derivado de la actividad y de las contracciones musculares. Para evitar el contacto eléctrico directo se utilizará el sistema de separación por distancia o alejamiento de las partes activas hasta una zona no accesible por el trabajador, interposición de obstáculos y/o barreras (armarios para cuadros eléctricos, tapas para interruptores, etc.) y recubrimiento o aislamiento de las partes activas. Para evitar el contacto eléctrico indirecto se utilizará el sistema de puesta a tierra de las masas (conductores de protección, líneas de enlace con tierra y electrodos artificiales) y dispositivos de corte por intensidad de defecto (interruptores diferenciales de sensibilidad adecuada a las condiciones de humedad y resistencia de tierra de la instalación provisional). Las vías y salidas de emergencia deberán permanecer expeditas y desembocar lo más directamente posible en una zona de seguridad. El número, la distribución y las dimensiones de las vías y salidas de emergencia dependerán del uso, de los equipos y de las dimensiones de la obra y de los locales, así como el número máximo de personas que puedan estar presentes en ellos. En caso de avería del sistema de alumbrado, las vías y salidas de emergencia que requieran iluminación deberán estar equipadas con iluminación de seguridad de suficiente intensidad. Será responsabilidad del empresario garantizar que los primeros auxilios puedan prestarse en todo momento por personal con la suficiente formación para ello.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 145 5.2.3. MEDIDAS PREVENTIVAS DE CARÁCTER PARTICULAR PARA CADA OFICIO Movimiento de tierras. Excavación de pozos y zanjas. Antes del inicio de los trabajos, se inspeccionará el tajo con el fin de detectar posibles grietas o movimientos del terreno. Se prohibirá el acopio de tierras o de materiales a menos de dos metros del borde de la excavación, para evitar sobrecargas y posibles vuelcos del terreno, señalizándose además mediante una línea esta distancia de seguridad. Se eliminarán todos los bolos o viseras de los frentes de la excavación que por su situación ofrezcan el riesgo de desprendimiento. La maquinaria estará dotada de peldaños y asidero para subir o bajar de la cabina de control. No se utilizará como apoyo para subir a la cabina las llantas, cubiertas, cadenas y guardabarros. Los desplazamientos por el interior de la obra se realizarán por caminos señalizados. Se utilizarán redes tensas o mallazo electrosoldado situadas sobre los taludes, con un solape mínimo de 2 m. La circulación de los vehículos se realizará a un máximo de aproximación al borde de la excavación no superior a los 3 m. para vehículos ligeros y de 4 m para pesados. Se conservarán los caminos de circulación interna cubriendo baches, eliminando blandones y compactando mediante zahorras. El acceso y salida de los pozos y zanjas se efectuará mediante una escalera sólida, anclada en la parte superior del pozo, que estará provista de zapatas antideslizantes. Cuando la profundidad del pozo sea igual o superior a 1,5 m., se entibará (o encamisará) el perímetro en prevención de derrumbamientos. Se efectuará el achique inmediato de las aguas que afloran (o caen) en el interior de las zanjas, para evitar que se altere la estabilidad de los taludes. En presencia de líneas eléctricas en servicio se tendrán en cuenta las siguientes condiciones: Se procederá a solicitar de la compañía propietaria de la línea eléctrica el corte de fluido y puesta a tierra de los cables, antes de realizar los trabajos.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 146 La línea eléctrica que afecta a la obra será desviada de su actual trazado al límite marcado en los planos. La distancia de seguridad con respecto a las líneas eléctricas que cruzan la obra, queda fijada en 5 m.,, en zonas accesibles durante la construcción. Se prohibe la utilización de cualquier calzado que no sea aislante de la electricidad en proximidad con la línea eléctrica. Relleno de tierras. Se prohibe el transporte de personal fuera de la cabina de conducción y/o en número superior a los asientos existentes en el interior. Se regarán periódicamente los tajos, las cargas y cajas de camión, para evitar las polvaredas. Especialmente si se debe conducir por vías públicas, calles y carreteras. Se instalará, en el borde de los terraplenes de vertido, sólidos topes de limitación de recorrido para el vertido en retroceso. Se prohibe la permanencia de personas en un radio no inferior a los 5 m. en torno a las compactadoras y apisonadoras en funcionamiento. Los vehículos de compactación y apisonado, irán provistos de cabina de seguridad de protección en caso de vuelco. Encofrados. Se prohibe la permanencia de operarios en las zonas de batido de cargas durante las operaciones de izado de tablones, sopandas, puntales y ferralla; igualmente se procederá durante la elevación de viguetas, nervios, armaduras, pilares, bovedillas, etc. El ascenso y descenso del personal a los encofrados, se efectuará a través de escaleras de mano reglamentarias. Se instalarán barandillas reglamentarias en los frentes de losas horizontales, para impedir la caída al vacío de las personas. Los clavos o puntas existentes en la madera usada, se extraerán o remacharán, según casos. Queda prohibido encofrar sin antes haber cubierto el riesgo de caída desde altura mediante la ubicación de redes de protección.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 147 Trabajos con ferralla, manipulación y puesta en obra. Los paquetes de redondos se almacenarán en posición horizontal sobre durmientes de madera capa a capa, evitándose las alturas de las pilas superiores al 1'50 m. Se efectuará un barrido diario de puntas, alambres y recortes de ferralla en torno al banco (o bancos, borriquetas, etc.) de trabajo. Queda prohibido el transporte aéreo de armaduras de pilares en posición vertical. Se prohibe trepar por las armaduras en cualquier caso. Se prohibe el montaje de zunchos perimetrales, sin antes estar correctamente instaladas las redes de protección. Se evitará, en lo posible, caminar por los fondillos de los encofrados de jácenas o vigas. Trabajos de manipulación del hormigón. Se instalarán fuertes topes final de recorrido de los camiones hormigonera, en evitación de vuelcos. Se prohibe acercar las ruedas de los camiones hormigoneras a menos de 2 m. del borde de la excavación. Se prohibe cargar el cubo por encima de la carga máxima admisible de la grúa que lo sustenta. Se procurará no golpear con el cubo los encofrados, ni las entibaciones. La tubería de la bomba de hormigonado, se apoyará sobre caballetes, arriostrándose las partes susceptibles de movimiento. Para vibrar el hormigón desde posiciones sobre la cimentación que se hormigona, se establecerán plataformas de trabajo móviles formadas por un mínimo de tres tablones, que se dispondrán perpendicularmente al eje de la zanja o zapata. El hormigonado y vibrado del hormigón de pilares, se realizará desde "castilletes de hormigonado" En el momento en el que el forjado lo permita, se izará en torno a los huecos el peto definitivo de fábrica, en prevención de caídas al vacío. Se prohibe transitar pisando directamente sobre las bovedillas (cerámicas o de hormigón), en prevención de caídas a distinto nivel.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 148 Montaje de estructura metálica. Los perfiles se apilarán ordenadamente sobre durmientes de madera de soporte de cargas, estableciendo capas hasta una altura no superior al 1'50 m. Una vez montada la "primera altura" de pilares, se tenderán bajo ésta redes horizontales de seguridad. Se prohibe elevar una nueva altura, sin que en la inmediata inferior se hayan concluido los cordones de soldadura. Las operaciones de soldadura en altura, se realizarán desde el interior de una guindola de soldador, provista de una barandilla perimetral de 1 m. de altura formada por pasamanos, barra intermedia y rodapié. El soldador, además, amarrará el mosquetón del cinturón a un cable de seguridad, o a argollas soldadas a tal efecto en la perfilería. Se prohibe la permanencia de operarios dentro del radio de acción de cargas suspendidas. Se prohibe la permanencia de operarios directamente bajo tajos de soldadura. Se prohibe trepar directamente por la estructura y desplazarse sobre las alas de una viga sin atar el cinturón de seguridad. El ascenso o descenso a/o de un nivel superior, se realizará mediante una escalera de mano provista de zapatas antideslizantes y ganchos de cuelgue e inmovilidad dispuestos de tal forma que sobrepase la escalera 1 m. la altura de desembarco. El riesgo de caída al vacío por fachadas se cubrirá mediante la utilización de redes de horca (o de bandeja). Montaje de prefabricados. El riesgo de caída desde altura, se evitará realizando los trabajos de recepción e instalación del prefabricado desde el interior de una plataforma de trabajo rodeada de barandillas de 90 cm., de altura, formadas por pasamanos, listón intermedio y rodapié de 15 cm., sobre andamios (metálicos, tubulares de borriquetas). Se prohibe trabajar o permanecer en lugares de tránsito de piezas suspendidas en prevención del riesgo de desplome. Los prefabricados se acopiarán en posición horizontal sobre durmientes dispuestos por capas de tal forma que no dañen los elementos de enganche para su izado.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 149 Se paralizará la labor de instalación de los prefabricados bajo régimen de vientos superiores a 60 Km/h. Albañilería. Los grandes huecos (patios) se cubrirán con una red horizontal instalada alternativamente cada dos plantas, para la prevención de caídas. Se prohibe concentrar las cargas de ladrillos sobre vanos. El acopio de palets, se realizará próximo a cada pilar, para evitar las sobrecargas de la estructura en los lugares de menor resistencia. Los escombros y cascotes se evacuarán diariamente mediante trompas de vertido montadas al efecto, para evitar el riesgo de pisadas sobre materiales. Las rampas de las escaleras estarán protegidas en su entorno por una barandilla sólida de 90 cm. de altura, formada por pasamanos, listón intermedio y rodapié de 15 cm. Cubiertas. El riesgo de caída al vacío, se controlará instalando redes de horca alrededor del edificio. No se permiten caídas sobre red superiores a los 6 m. de altura. Se paralizarán los trabajos sobre las cubiertas bajo régimen de vientos superiores a 60 km/h., lluvia, helada y nieve. Alicatados. El corte de las plaquetas y demás piezas cerámicas, se ejecutará en vía húmeda, para evitar la formación de polvo ambiental durante el trabajo. El corte de las plaquetas y demás piezas cerámicas se ejecutará en locales abiertos o a la intemperie, para evitar respirar aire con gran cantidad de polvo. Enfoscados y enlucidos. Las "miras", reglas, tablones, etc., se cargarán a hombro en su caso, de tal forma que al caminar, el extremo que va por delante, se encuentre por encima de la altura del casco de quién lo transporta, para evitar los golpes a otros operarios, los tropezones entre obstáculos, etc. Se acordonará la zona en la que pueda caer piedra durante las operaciones de proyección de "garbancillo" sobre morteros, mediante cinta de banderolas y letreros de prohibido el paso.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 150 Solados con mármoles, terrazos, plaquetas y asimilables. El corte de piezas de pavimento se ejecutará en vía húmeda, en evitación de lesiones por trabajar en atmósferas pulverulentas. Las piezas del pavimento se izarán a las plantas sobre plataformas emplintadas, correctamente apiladas dentro de las cajas de suministro, que no se romperán hasta la hora de utilizar su contenido. Los lodos producto de los pulidos, serán orillados siempre hacia zonas no de paso y eliminados inmediatamente de la planta. Carpintería de madera, metálica y cerrajería. Los recortes de madera y metálicos, objetos punzantes, cascotes y serrín producidos durante los ajustes se recogerán y se eliminarán mediante las tolvas de vertido, o mediante bateas o plataformas emplintadas amarradas del gancho de la grúa. Los cercos serán recibidos por un mínimo de una cuadrilla, en evitación de golpes, caídas y vuelcos. Los listones horizontales inferiores contra deformaciones, se instalarán a una altura en torno a los 60 cm. Se ejecutarán en madera blanca, preferentemente, para hacerlos más visibles y evitar los accidentes por tropiezos. El "cuelgue" de hojas de puertas o de ventanas, se efectuará por un mínimo de dos operarios, para evitar accidentes por desequilibrio, vuelco, golpes y caídas. Montaje de vidrio. Se prohibe permanecer o trabajar en la vertical de un tajo de instalación de vidrio. Los tajos se mantendrán libres de fragmentos de vidrio, para evitar el riesgo de cortes. La manipulación de las planchas de vidrio, se ejecutará con la ayuda de ventosas de seguridad. Los vidrios ya instalados, se pintarán de inmediato a base de pintura a la cal, para significar su existencia. Pintura y barnizados. Se prohibe almacenar pinturas susceptibles de emanar vapores inflamables con los recipientes mal o incompletamente cerrados, para evitar accidentes por generación de atmósferas tóxicas o explosivas.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 151 Se prohibe realizar trabajos de soldadura y oxicorte en lugares próximos a los tajos en los que se empleen pinturas inflamables, para evitar el riesgo de explosión o de incendio. Se tenderán redes horizontales sujetas a puntos firmes de la estructura, para evitar el riesgo de caída desde alturas. Se prohibe la conexión de aparatos de carga accionados eléctricamente (puentes grúa por ejemplo) durante las operaciones de pintura de carriles, soportes, topes, barandillas, etc., en prevención de atrapamientos o caídas desde altura. Se prohibe realizar "pruebas de funcionamiento" en las instalaciones, tuberías de presión, equipos motobombas, calderas, conductos, etc. durante los trabajos de pintura de señalización o de protección de conductos. Instalación eléctrica provisional de obra. El montaje de aparatos eléctricos será ejecutado por personal especialista, en prevención de los riesgos por montajes incorrectos. El calibre o sección del cableado será siempre el adecuado para la carga eléctrica que ha de soportar. Los hilos tendrán la funda protectora aislante sin defectos apreciables (rasgones, repelones y asimilables). No se admitirán tramos defectuosos. La distribución general desde el cuadro general de obra a los cuadros secundarios o de planta, se efectuará mediante manguera eléctrica antihumedad. El tendido de los cables y mangueras, se efectuará a una altura mínima de 2 m. en los lugares peatonales y de 5 m. en los de vehículos, medidos sobre el nivel del pavimento. Los empalmes provisionales entre mangueras, se ejecutarán mediante conexiones normalizadas estancas antihumedad. Las mangueras de "alargadera" por ser provisionales y de corta estancia pueden llevarse tendidas por el suelo, pero arrimadas a los paramentos verticales. Los interruptores se instalarán en el interior de cajas normalizadas, provistas de puerta de entrada con cerradura de seguridad. Los cuadros eléctricos metálicos tendrán la carcasa conectada a tierra. Los cuadros eléctricos se colgarán pendientes de tableros de madera recibidos a los paramentos verticales o bien a "pies derechos" firmes.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 152 Las maniobras a ejecutar en el cuadro eléctrico general se efectuarán subido a una banqueta de maniobra o alfombrilla aislante. Los cuadros eléctricos poseerán tomas de corriente para conexiones normalizadas blindadas para intemperie. La tensión siempre estará en la clavija "hembra", nunca en la "macho", para evitar los contactos eléctricos directos. Los interruptores diferenciales se instalarán de acuerdo con las siguientes sensibilidades: 300 mA. Alimentación a la maquinaria. 30 mA. Alimentación a la maquinaria como mejora del nivel de seguridad. 30 mA. Para las instalaciones eléctricas de alumbrado. Las partes metálicas de todo equipo eléctrico dispondrán de toma de tierra. El neutro de la instalación estará puesto a tierra. La toma de tierra se efectuará a través de la pica o placa de cada cuadro general. El hilo de toma de tierra, siempre estará protegido con macarrón en colores amarillo y verde. Se prohibe expresamente utilizarlo para otros usos. La iluminación mediante portátiles cumplirá la siguiente norma: - Portalámparas estanco de seguridad con mango aislante, rejilla protectora de la bombilla dotada de gancho de cuelgue a la pared, manguera antihumedad, clavija de conexión normalizada estanca de seguridad, alimentados a 24 V. - La iluminación de los tajos se situará a una altura en torno a los 2 m., medidos desde la superficie de apoyo de los operarios en el puesto de trabajo. - La iluminación de los tajos, siempre que sea posible, se efectuará cruzada con el fin de disminuir sombras. - Las zonas de paso de la obra, estarán permanentemente iluminadas evitando rincones oscuros. No se permitirá las conexiones a tierra a través de conducciones de agua. No se permitirá el tránsito de carretillas y personas sobre mangueras eléctricas, pueden pelarse y producir accidentes.
MEMORIA. INSTALACIÓN ELÉCTRICA DE EDIFICIO MULTIUSOS ESCUELA DE INGENIERÍA Y ARQUITECTURA. EINA 153 No se permitirá el tránsito bajo líneas eléctricas de las compañías con elementos longitudinales transportados a hombro (pértigas, reglas, escaleras de mano y asimilables). La inclinación de la pieza puede llegar a producir el contacto eléctrico. Instalación de fontanería, aparatos sanitarios, calefacción y aire acondicionado. El transporte de tramos de tubería a hombro por un solo hombre, se realizará inclinando la carga hacia atrás, de tal forma que el extremo que va por delante supere la altura de un hombre, en evitación de golpes y tropiezos con otros operarios en lugares poco iluminados o iluminados a contra luz. Se prohibe el uso de mecheros y sopletes junto a materiales inflamables. Se prohibe soldar con plomo, en lugares cerrados, para evitar trabajos en atmósferas tóxicas. Instalación de antenas y pararrayos. Bajo condiciones meteorológicas extremas, lluvia, nieve, hielo o fuerte viento, se suspenderán los trabajos. Se prohibe expresamente instalar pararrayos y antenas a la vista de nubes de tormenta próximas. Las antenas y pararrayos se instalarán con ayuda de la plataforma horizontal, apoyada sobre las cuñas en pendiente de encaje en la cubierta, rodeada de barandilla sólida de 90 cm. de altura, formada por pasamanos, barra intermedia y rodapié, dispuesta según detalle de planos. Las escaleras de mano, pese a que se utilicen de forma "momentánea", se anclarán firmemente al apoyo superior, y estarán dotados de zapatas antideslizantes, y sobrepasarán en 1 m. la altura a salvar. Las líneas eléctricas próximas al tajo, se dejarán sin servicio durante la duración de los trabajos. 5.3. DISPOSICIONES ESPECIFICAS DE SEGURIDAD Y SALUD DURANTE LA EJECUCION DE LAS OBRAS. Cuando en la ejecución de la obra intervenga más de una empresa, o una empresa y trabajadores autónomos o diversos trabajadores autónomos, el promotor designará un coordinador en materia de seguridad y salud durante la ejecución de la obra, que será un técnico competente integrado en la dirección facultativa. Cuando no sea necesaria la designación de coordinador, las funciones de éste serán asumidas por la dirección facultativa.