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Oracion panegyrica a la Inmaculada Concepcion de Maria SS... / dixola el P... Luis de Bustamante...

Bustamante, Luis de (O.S.B.)

Abstract

Sign.: 3, A4, B5

Full text

PANEGIRICA A la Immaculada Conccpcion de Maria SS. en ocafion que enquieta y pacifica pofleísion fe celebraua efte Míftcrío. DIXOLA P. JM. JTv tV l!i DE B V T T J M A N T E ABBAD Rcél M om^iño áe^S. Saháderdc Zerr;^ €it el Seraphico Comento de N . P> S. Frñtictjco de Ponteucdrág éjtdnio Patente d lllufirtjsimo Sátrámenn^ Predkofe a 26* de^g0p t^ e i€ ^ i^ DEDICOLA arx itVtR tN VISSlM O P. M. F. ALONSO S4li\Mes, LeÜof UthiUdo, P*drePerpetuo,y Minian Promnditl de Is Pnm'nci» de S»«tU¿o, f ,G<« licciwia , EnSantííg© , Por luán Baptift» ^ ldt S. Clemente , Año de 1( ^ 4. UVA. BHSC. SC 12474_12 'á:z n n r i z n n b r m s s ì M o p*. f. a l o n s c í Sdi^4ns5i L ech/1ubtld^o, Padre Perpetua ^ y M imfivp ProuínaddelsProHÍnciítdcSKntU^ú. t Stc Serínotjvfendofó farlpcqvieño por'íu Autíljor,pt>f lo poco validode fu razonado j por Jo infufidcntc deJa cfcrito j va bufcanioa V. P. Rcuercndiísima , pararprotcécioay amparo^íuyo» que quando la obli^adoh , y el afwdo ^ no me dieran atasparacfta tan pequeña oferta, ci deíeodeqac cilcTmìt^Ddéiiacitro ingenio íalga a luz en fu nd(nbrc > y que dedicado à V. P. Rcuercndiísima , tenga vidi de lafiina, y opinloffl, me obligará quc'dta k comuiilcara j eiíueríc acogidoá íu amparo , ofreciendo vueftra Efpañol Marcial«! libro oAauo de fiis epigramas al Emperadof Domidmojtjrfcarecle^ndo elTriumpho, y Visio na que tuuo, de [os Gatos de los de Sarmacla ,y Dacia, le dizc en la {mroduceion del Libro ; Omnes quCüem líhdli méí Domine cjuibiff tttfirrrnni, y¡frím^drdí)iíy tAt ¡uflU fctnt: O’futo pfofterhoc , Humilde y af^iftWDÍámeóte poftro a tus pies mis Libros, que folo el dedicalles íi tu E!e^l am paro, le da opinion y fema , y vida , f cfpolea, y obliga a que todos los le a n f los buíqucn ofrc-« ddos,a EKeuerendifsima, que e& ásrmoáloio tendrá de bueno la dedica toria: , • , ■;% I . jluera de que cftc&rfliofl porotí^títülo^s todode V. P. R^uei:endil^n3^^^|)0i‘<ju«lepre<llquc enS. Frajadf^odc Pontcueira' a iñííanda y mandato del Reucrcndo Padrt Guardian de aquel Conuento.Hermano de V. P. Rcutrendifsima, yconfieíIoqueíJcl Sermón tuujera algo de bu€* no i todolo deuo afu Paternidad, a fu mandato, a fu era« dickw, a fu efpirítu , a tantas prendas como en el reronozco, al fin digno Hermánode V. P.Reucrendiísima ( que no ay mas que cncarezer) luego fi todo lo deuo ^ no C5 finesa el ofrecello. Que Hermanos, que vnoi en voIuiKad,quc Hermana das esuí^icflida^cjac y»ido»«»las ai fin jnanol UVA. BHSC. SC 12474_12 nun^r qùe ta Oficióos » | han HluR^ádc ettà Pr6uindadcSantUgo , que fi dosljcrmanos al principio del Mundo, le violaron y mancharon, eonCangre del vao por Jamaiidadtiocro: yüRomuIoy Rem o, al fundar el Im perio Romano, que fue en VB tiempo ia mayor parte del Oibe, humciiccieronlos nitaroii con farigre,originada dé fu crueldad rabioíá, en Y . Reuetendifsima,,y enelBj&ucj^ndo Padre Guardian, fu Bierman© » remos el deíquití ^khoTodcílamalaKemiandad quehadado luñre ^ alaRe« Jiglofay coplofa famíiiadel Seraphin Francifco, V. PReuerendifsima fatrocinc cite Sermón que iale en fu nombrefauoresxa a fu Author , reciba cñepe^ qucno feruxdo agrande en la voluntad, y el a£e¿io, apoye y acredite > la Prouinciade Santiago >honre laReiigion Se< iaphica , y:acabocorid€zIrá V. P. Reuertndiüima, lo que dixò Cafiodoro a vn Gonful en ia: primera Epiftoa dei libro >a* Efiü M undo cUrus , tibí [etffícuus, tuli áHteá$ ^ofierisj^^igitmmitándHSé •'■fc ' . - ^ * .‘I'---' Z. '-.:4ÍLv:<iy 6a mas Capellái) i ■. . • • * ■ ‘ 4 • ' , ‘ - ■ - UVA. BHSC. SC 12474_12 ü.ZN S v r tA r j p n o n J C í o M m i t. m. M t g u f l d e L n x m > l í i p d e i A l o r ^ a f i e n o d e S í i n M á r t i n e l Ec¿l d e S a n t i a g o y y P r e d i c a d o r G e n e r A l d e J a H e l i g i o n d e & a n S e n í í o * PO r m a n d a d o d e l S c Q o r D o d o r D o n B e r n a r d o P a f c u a l ^ y G ó m e z , P r o u i í o r d e l A w ; o b i f p a d o d e S a n t i a g o » h e v i í t o c l S e r m o n q u o p r e d i c ò e l P . M . F . L u i s d e É ì u i i a ^ m a i t e , M o n j c d c S . B e n i t o , A b b a d d e L e r e z e n e l C o n - u e n ' o d e S . F r a n d i t o d e P o ì x t c u c d r a , a l a G o n c e p d o n . d e D u e f t r a S e ñ o r a e n l a o c a f i o n d e l M o ^ t u p r o p r i o d e - n u e f t r o S a n u f s i m o P a d f c A l e x a o d r o V I I . e x p e d i d o a l a c e r r e t a d e f u g r a c i a , y c x e i i ì p c i o n d c l p c c a c i o o r i g i n a i e n c i p r i m e r i i ^ f t a n t c q i i e f t i e c o n c c f c i d a : - . C o n f í c f í b q u e c ñ a c e n f u r a p o d i a p a d e c e r ; c a l ü r a n i a d e a p a í i o a a d a p a r l o ^ q u e y o e f t i í u o a l . A u t h o r , j p o r t a n t o t i e m p o ’ d e c o n t i n u a d a a m i f t a d , a c o n o d o i i e n x o d e f u í s p r e n d a s , a e í l i i n a c i b n e s d e T u l u c i n i l c n t Q ^ . a . c j K ' p e r i c n d a $ d e l u s t a n a p l a u d i d o s c o m o t r a b a j a d o s c i t a d l o s ; p e r o e l T i i ^ j e t o e s t a l , y t a n ü n g i i l a r c s f u s m e r e d n n l c n t o s , q u e ñ i p u « - d e e f t a r f u j e t o a l a n a t ^ d c I % H ^ > ^ o n ^ ^ Q ^ m a l . m i e d o d o q u e t o q u e e s t a n g r a n d e c o m o e f t a t a n * | o s l ^ m i í t 4t í o ^ l ^ ^ l a r , c m b i d i a : I > c l g r a n d e A i e x í í i d r o d i i Q ( ^ ^ 1t Q q ^ ’ ^ [ 9/ u ‘h i í l ó r l a d p r , q ^ A l e x a n d e r qucAícxand^ no pudo fcr objeto ds la inaidia qu^ cHniiporMbíUtadodc que leioaitca, efta tamr blcnfcgurod^ qije l^lnuidientyarsi nipoi la nota de apaüonado, ni por el temor do insidiado me cfcufartdc dc-i' zirlo que fíento. \ Nom e efpanto que en efte panto aya cortado tan d ^ gaiamente la pluma, aya fubtili^ado tanto eñe mlfterio, el que con tan piadoío afedo » y tan natural inclinación^ y pro peníioD ran del alma moñrado fíempre tanto eüa ttoiion, que en todos ^oá Sermones que le he oydo( qu« han fido muchos ) en ninguno hadexadode traer en la falu^ tadon algnnpunto^cl¡Uverdad, algodtítaque yano pa^ j:czc opinion ío o cerff za nw al^ aplaudida de iodos, y atíáa UVA. BHSC. SC 12474_12 t:rc3dii por taí, yíics dcrto qi'^jc^f^ísYprcúña' pcet.is, mucho que cora con y cntciiülmknic, aontíc ha hachado ■taatas raizes efta dcnodon tan julb¿ como pi^uíiblc, prcr- •Tumpíi, en flores de tanta erudidon, en fruto coliüaüo» yopim odc tanta variedad deconccptos, de tanta ddgadc<^adcpcnfamicntos , de tanta ^arídadde dircurfos, ha Alabiado defte Paraiío, que es la Virgeníantlíslñia de qui en dizen los Santos, y aquí fe dá a cntci:der , que es Palalío : pero fin ferpicnte hamoñrado bien claramente en cftc Sermón qué ia íacrátifsima Rcy¿a de Ies Angeles es Rofa; perofín cfpinasdccüIpa>yfíaígunáshadexado fon •paradcfendclla yguardalla, no para la aípere^ade que pu dieran noralla, aísi lo dixo Angaftino: ttiam pulchrkudi» fim fpínarumfatelUciurnifottasdefcridh^^^ueim offíndit. La5 razones que acreditan cíla verdad, los atguaientcs tsn cla ros defíc Síermon, cípinasíoñ j que Ja defienden , y cfcn- •den alosquc río-íinticndo lo cierto dcííe nuTierio , tratañ ^'ar> y mancharefta Roía, que eíplayo íu bdlcca:, y olor a lacnañana^ álprimer inftante que madrugo íu puriffima G oncepdon.' Las palabras-dcfíe fön ■declararri la verdad, y certera deflí M iito * Y mocfpihás ledcficndenyoféfídcriaTq¿cfcéí^á íeá%^fe , contrario. Dixo San hatííÁiáó ác la deä y palabras de San Pablo i tauíum péoilefcumque legcy ^ ^tdfór míhinútí^eyha áudtrfy ß d fe»/rr»4» y masabaxo, quit ‘veridfulwitia fíempre ^ ie mé porgo a leer en SanTablo , qaando coníídcro la cffica^ia de íus razoncr, lo encfhdidodc fu afcdo, lo pcrfuafiuo de <us palabras, parezc qXíe cñoyoyendoViiliorrifono trucho, de cuyas entrañaos fe aborta vn rayo, que illuítra, enciende y atemoriza ; Sin dnda que el Author defte Sermón, cctí)ó\es Hijo de Son Martinen la Guidad de Santiago^ Cafa tan díchoía por ia ■ cárpanla del cuerpo deí Santo Apoílol, a quien llajr.ö el Señor, Tracno hijodclRayp,fc le í^gsdo las conditíonc^ dcftc nombrie en !o que há ¿íériti) ^ palabras pare^isáciS a'las de Sst> Pablo ^ que fon tiiickos qut eípaman > y “xayo,^ UVA. BHSC. SC 12474_12 rayos que atutiVjfiiny <!aa luz, piáqua to:jós fintamós y creamos ella verdad, y la mifma Señora de fea lo iuddodcí^ »doítrína, paraquc fe crca ikConcepdon limpia, y pro^ mete bieniucnturan^a al que ccKiílis palabras la coiuunir- ^a, Q^í eluciimt me^ -vitdm teternam baMfitJt, y aíu foy ¿c parezcr que fe imprima para cnfcñan^a de todos , y mayor apoyo y crédito defta verdad. Ea Sa» Martin dé fra/iiclago j a,v<iute,dc£iicro de 16(54.. 1. Miguel de Luxan* At e n t o l o Q v t c o n s t a n n l a c ía t- ^itra antecedente fe da Ucencia paraquefirt incuYrtf en pené p pineda imprimir e imprima con efeChy el Sermon que refiere^ Alándolo fu Menxd et SenorDoéíordón BefnardóJ^étJcualyGoi me^yVromfoYj Vicario General i en la Santa Igle/ia, Cuidad y f Ar^hífpado de Santiaio , ejíando en dicha Cuidad , 4 ycint^ ¿iíts det mes de Enero demil y feifcient&syqmtro^a^j^s^ i D&¿hr Bernarda ü^^cualy úomt^, Por iDiindado defiiMerccdUl J^edro BúU JU JFcntáwi f UVA. BHSC. SC 12474_12 En A^oftcficílasaltiCor^epetoRí Si, yfcndcui. das dciuí^ida, parque, fi Dios tiene en eñe n-C6. fu mciordia, no Íofuera ficiVas clccoroí¿s aelauia- ‘ dones no fe le dieran a M aria concebida en grada ► dcfde el primer iaftantc de fu anima¿li>n glorioía; cjuaria Txcd. decimá Zufí^Parcha Domtnt cíi: el iricjorGiadc Dios cize Zctut, ti Coroniza Moyfcs fe celtbra en el plcniluiiIoGC la Luna iz.ii. quando cabalmeníc ludda Cobrcíalc en íbs refplandores mashcrínoía» yíicndoafsiqiic creyeron muchos era eñe, día el de la dichofa Afíümpclón de nuíüra Rcyna María,, no obñante tín mirarla concebida en gracia difikulti«io ftera el fcrei mejor'dia paraDios,pues üendo cüe en cíFlenilunio es for9ofo .jaíiraxíctíQivk-pflrncia grada; nifi r.h pacoif, hflatjti ftéje j^o^ccptíoms tn ccpiffft 3% nm ifcnife foffes ; no fuera Luna Llen^de gtacia Mana, fí n. ^6fuslucinríentos no comen93Tendefdc el primer inflar te. Con vnaLuna en la mano reapareció C brillo nú bien Sci úd a nucftra Madre Santa lulIaDaí>Vf¿ííií íSü li^;C4Ít fiaua la tcciachu Luna; pero por vn lado árd. dad fanta fe preguntó a Chriíió ia cauía tlct^tfífiar 1 ena aquella Luna? A que rerpcndio, queaqueiis Luna era ia I^lcíia^qücr^a^ucllG^s ref,. la^^ore^ que tenia ci an las fiellrs que le le confagrauan, y clCefvílüdenot harlieraerapt r ftltarle facelebridad de lalnfiítuciondel b^acramcnto,quc como es la primera vaíl'a donde eítriua nudlrr Cdfj,A4iff rium fideí, no,pu^ tfner la Iglcíia cabai herniOÍura5 D!ó * quema mi Santa Madre a fu Atbsdtiía Santa Iva ia qual hizonoticioíbaVrbanp 11. Mcrjcile S. Benito,qi ca la ía^on gobcrnaua la Ñaue de S. Pedro, y para qut vo k falta¿ecofa algunaalahcrmofuradelalg rfía,ií llitrvolace* Icbridad del Sacramento, agradar.uc le Dics tsi r< t r ella, como lo manifcf ó en la le^an i’a apar’clor cut hjzo a* anUlullaí,a, con la miínia Luí 2 ic>.a ra de rt 'plardc res, ’ Kopudicwíer, pucjJLüraUcnaA a la Cií^g^rí^iadcl: - ^ A friiutr UVA. BHSC. SC 12474_12 prìi:i :r It hlraíffi t y. fi m 2I Pleniluni« de Tus tees cciebra D i o s fu m a y o r dia no filrs la circunftand;i d e U , prcicnfc; bicn p cnfa d o, p u c s c n celebrarla c a A g o f t o , p u c s aiìcguraraos la m e j or co i c cha del p a n d «iSacramento^' y O í o s iv>¿jrdiU3 ànayoFi:« güitos. EíU oien; pcroporquc losHiiosdcFrancifco,fiendo tan fuyo eUcfaiitjo, y cande fu empeño aftcd:uoibclcele brarle, baCcaañicradecafa quien predique efte dia?Si baila aq u i iianiido los que mas iian iòbrefalido cn los feitcjos, p;>rqucoydcfiflcndclo qucran prìncìpalmcarc Ics tocai Porque eiìà oy et miilerio de la Concepcion tan acredi, tado, y tan llena la Luna Maria de gracia, y de gloria, quc como í¡ no pudieran con tanto miiterio buicaa companc- ' ros de a fuera que Ics ayuden. Hallóte vndla Pcdrotancargado àa pefca, que ptra aiicria de lacar fue precífo llamar compañeros de otra Ztfce c, Ktuc, porque íe rompía la Red: rumpehatur atHcm reteé^ 5 • (l* AHnimir'^nt álíjs fecijs (jui etAHt itt altd Ndue yt vemYCfit^ ctdcan I k n a la R e d d e M a r i a d e gracias, t a n 1 aug'ncíAtadocl credito d e fu C o n c e p c i o n dicnoíai q u e p a  re o;! c h a l a n e m p e ñ a d o s los ^ Francifco a llama r - les a y u d e n a tanta celebridad ; p o r q i i e les p a r e c e n o pu^^ei) c o n canta. Si, pero porque ha de fer vn hijo de Benito aquie» P 1 fe fíea los elogios de eíle miílerio? Oídme, Moyfes,/ó/we f cdce^m:nu > defcal^ío oí llegad a cá , y aduertid , que os quiero embiarpor principal Libertador de mi Pacblo, y ihu - lafeñaíqueosdoyescilaZar^a:hocertttiùìñgnumyjdizctt Hago,y Cayetano que, hocfignu £d rubrum refcrtur: quiero que roiacis por vueftra quenta el publicar, y pcrfuadlr lo milleríoíode efta Zarca.que Tiendo afsl que cftá apoderadadelfaego, eftá prcleruada de fu voracidad. Eftá bien, p e r o esmcíieíler que me deis compañero que me ayude à Sxúdpredicar effj mlfmo que me mendais ; pues , Aaron 7.a. ent Pnffhert tifus : fu hermano mayor Aaroci feri Zé quien predique eífesnifterio. Señorcs^todaslasRcIigionw íoj Hitmanas ¿ los ^ciijiofos Hcr/aaros ChnftOíi UVA. BHSC. SC 12474_12 Chriílojporquc todos Víijnr,csííuri fía, anncuc^pcr d'veírís ftndas : Entre cP^os Hcrn^sanos íeg’índcs ív a:!guno^ irayorcs,porque íbnprim ci’oí jlSaiiic duda que la R cl'g’Oii "de S. í/cnito es la primera ^ y en qnanto a cítc m iíícilo de h C o n ccp d o n , nadie Igr^ora fue la que le dio princípIc, P< compañero para que predique :y eüe tal venga dci pEraíío, porq íijConio quiere Ag,u£t. PA^ndfffiSffilocusgratü: noic íblraraai Predicador, y nías fi me ayudaíspcüiciidt' a >^!aria íuintcrcelsion para alcanzarla, dizíendo Auegraiia plem. ÍJC TO LLTN S VOCEM M VL12R dixír ilU f Bedtiis'ventcr quí te f ortáuíU S. Lucas. Cap. n . Dlchofo dia ( SoieraRo Señor de Ciclo y Tierra) fcPz ticjupo, pues fedifpcrifa a los gczcsy jubl íes, fin limi te, y nos concedclcuantemos la voz, iranlfdtardoer ella la alegría con que todos vnos jfcílejnrros Iúí^ fmir pnidadcs de la primera gracia que en el pniücr ¿iacíon gozó María, haftaoy,ác^o1fítéíadjOid^¿^cft^ Jas puentes Pablo, dimos tiempo al f ienip6r, ptTes fí k para hablar, también para caljar le htiuc-* Ten pis loqutndí\ : porque Jas circur.íianciasdel ticirpo^fi pe dían que í'chablafic, tanibicn que le callalc pedían. Pone X>pminicnlloiiamOYt cfíium ct^carf atití^e Uhijs mtís^ Tfiinf* Señor, dcziajrl Real Propheta, guardad mi boca; peropoI40. n.s¡ ned a mis labios vna puerta ce circurílancia ; ro es en tiendo Prophe tai Si te neis guarda en la boca ,par^qucícJícitais puerta a ios labios ? ^1 cató , c,i.e la puerta <s para abrir y cerrar con círciirílarAia de cí e íc sbrs quando importa, y quando cor. verga (e c?erre q tt ha de aucr ticmpode cerrar, ya que bvuotien fodeshrir. ¿clíó Í0slabÍ0s^lcxárdT0,aileññhc;ueantenr0crjícfíd«rparcciaíncncspiadoío,pufopLerfaccncÍKUiiñan. * A i cia ^ UVA. BHSC. SC 12474_12 em ^íí ycfiturîs ßcuU*s pßß fe lepnâtt yetc4fìenda ùritû fcnpfít hùc AhrcihíiYn non fcat lîçet Prophet a fuerit q»tppe\ qui Kcc Ihtc^'xs h^hulu Parcce que miraua Ruperto al profente citado en que oy ic halla la purcçadcMarîajGenca- » ’ logia que acTCvilta ci aplauib comun que delea ver por de î fcc oftc miilcrio ,fundcfi£ en vn Dauîd Rcy, Dodo,Pro- * pheta,y Letrado > no en vn Abraham que aunque fue Pa-1 dre de los creyentes, no fue Dodo ni cicriuio 5 a la crc-t ¿ulìdad de Abraham Paorc de los creyentes » preceda lo-j Dodo de vn Dauid Rey, înclînado a las letras ; a la pía af*»^ fcccìon, guida la cîenciâ, encanaìnela el entendimiento, yfcpaílcqucya eíla ciielUdoque norefta mas de difiniríe, pues a las vözesquc articula la voluntad acompaña el die- : . tarnende la razón, la qual precede en Dauld a la voz: Cor* ^upcru concepito’ ore peperà : hablo lo que concibió para periuadlr, que no cabe en gente doda^ezìr io que no ie ueate » y en materias tan graues íeria julzio temerario prcfumir, fucíTemitffcrcntcslas vozcs, quclos ientlmicntos. letcriorcs del affedo.,, que fe ha.de hermanar clcoraçon, , yjavozparacrcdicosctelaipuicçadc Maria, y antes que fe 4LâMla jb^«l^^bnfeâiir^tfà£ftro aiïedo, que es la mayor ^lilonjaquele'podcmosbazcr a Dios* fplm* Mo oluidcmös a^€>auy, oygamos fus vozes : luhlemtês Dco falutarincftro pr<octèpfmus fdctem ^itts în jconfeffumey paraliiongearle elguicoa Dios ( dlzcDauld) noav ilno preuenirle el roftro,ganandolc eifemblamc confeifaadole. Mîrad^eleiei Maria elroftro de Dios > afsi iodi« 'JuSLufl. Aguftîno, S/formât Dei^e appeltem digné cxiftis ; Soys ® ^ * Señora,d femblantc de nueftroDios, porque en vucrtroi agrados afleguramos los fuyos. Y bien Ì nos guicrr d ^ ir Dauid quando nos intima, que preuengamos a Dioi fufemblante por la confefsion ! Oygamos a CWiblogo; %iifyfoL fYnueniendus tÇtnon finßum ificimtate, feâyngenij Simm tâtei non velocitatapedmm, fed frouidoconf^homs obfeqmoz es cornofi dixera Dauid, lifonja muy dei guftode Dici (e- ^ rà, oblequio muy de (u compUceada fi aun antes que ft äcTcuibra cl primer íco^iasue àccoaofo 4c Maria por la UVA. BHSC. SC 12474_12 gf«rîa Oîîf^înaî, cfto es, fi cün tRtcs cttc fc reucTc a îa Igkiia, prcucnidos en fucrça dtla razon^quiî lodîTc\irrc piadoiÎinqueosayaol os Dios en ella, cara a cara j no vcis coñio las vozcs de Dauid las dida la razon, Ingenij jagacime, y que cilas fon clma^ icguro fiador dcftc miitcrio i Vraccup^mus etusin confcfslme^ porque esliionja iruy dcl gufrodcLlo', que antes que qaîte clvcloa fu icmblante para rcL'clar ia Conccpcîonde Maria , ia tengamos eonfeiîada , antici pando îaccnfclsicnala reucladon infalible, yfepííi'eque Cl muy de la razon eita confcfslon anticipada , y que los . paños que ha dado la voluntad en eñe punto fon goucrnados por cl entendimiento ^ y ya hermanados afi'eg^uran cenaron las dudas > y las difeníioncs ceñaron. Buelua a leuantar las vozesla IgkCai ydclas la Se^ raphica famliit de Francifco ^ que e$ aquicn principal* mente le toca el publicar eñe mlfíeriOj pues folo el Séra phin Francifco, parece que tiene lenguas ptra publicarle. - Pendiente de vna efcarp«baikiihi cl Rcd^mptor de la vida « dando lugar a que en lus pea^ÿ^anos Te abrieiTenbocas» que cnfertîrde iîdf&iifo.YHFûeron parai crcditode Maria* Kf u no con- ■ ' tenrodiô lugar al golpe del cofiado,de donde lalio iangre y agua;to4o en crédito de la pureça dcMaria^pues fi ciia fan* grt era la pordon, que tomo de fus purifsimas entrañas, y élagua es conla quele hade borrar la culpa orIginil,faJiríÍQ mezclarfeÿ fue dezir^que ia fangre no tuuo necefsidad dei ^ igua, y iiquieren que ci Criüai &efl'e fymbolo de Maria ialga también fin tnezclarfe con la fangre » que efia es paralaRedempcîonfübleuatiuade todos> y no le toca a Marîa^qucaunque redimida ^fue con otro linaje de Kedempclon. Enfin cinco bocas abrió Cbrlito cn fu cuerpo Indices de fu amor, Tâtent rnihi •vifirmper 'vidnerà ( que dixoBernardo) todas para boluer p ^ cl credîto de fuMaù n , todasi^û^ liciia ù Cklo > y tüzc ILupcrto, Vt ílUs UVA. BHSC. SC 12474_12 hfAituf (¡uafi llíiguts ^ para qué fiman i t Icngsiás, qüépti-* bll^ucii, y manificíícn íu aoior. Y bien ì ha écxmcázt la cierra Qn edas lenguas ; porque íera no aucr en la tierra^ quieti Olire porelcrcditodc Maria? Ea que ya fahraChriíto fnl bien dcxarcílas lenguas eílampaáaf en Frandfco, para que fi Chritlo en ciCicÍi>tó;na por íu qucnta el creditore ía^Madfc, Franclícoeii la tierra íc haga lenguas en apoyo dcfuConcepdoadichoíá;i yfea aquien prindpilmeataia toque dpublicarefte miiterio^ymanifdtaríuamor: entcKic con íinguiaridad oy el mote r^íerido : adanie por bleaaucnturadoslospechos, que a el mcior fiador dciU vcrdid» Sean, puci los Hijos de Francifco los que canteo 1« gala a Maria, tomen n pechas dpublicar no k>s pago a jt culpa « que a fuer de Seraphines aoraílados eoi el tniocdeOit Soberant Señora , les toca fer principales Panegiriftai fuyoi. Ha niotiuado mi reparo ia aísiftcnda de aqudioi Scraphiacs que cantauao la gloria a D ios, quando Ma* gcftuoíbfcoíicataua ea ru Trono,dqtuipara abreuiardc S BdfKítíonauaitura, Jn fó- * _ lÍAtm0KÚítJ^MrÍ€ O fu feéet'yip* aámií^ té^ons M áfi« plené ~ erant A iM ejiatii^si Seis alas adornauaa a ellos Eífurltus Straphicos, doV&ufa • dos ocalcán los pies, y coii ios defcubren d p<?cho , y no reparo que Sendo ícls lái alas, no íiruad para^ei bacìo mas de dos, porcue nos enfcaana novaicrnoiiJctoiaslastlaá, quenos oan« fi repa^ roen quedc(cubran el pecho{ ya Ca de Dios, ya fea del; Trono, que es Maria ) que pmeiidcn eífos Efpliritus coií 'Bfffi, daí’cubrirel pecho ? Oyd a mi dulce Bernardo , Duabus ye* $cr/íi4 lubéint etiés , d*iáb‘4s 'vtláhánt pMes eíus 9 (ír duábfts ^áUbánt y y t nec áltá Oei neijf*e profundé etus > iniquus tlk y»Uat contempitolUtnr tmpfn^$ ne yidtát glortám D ei, Acechauael enemigocomui( diie Bernardo ) por ver fi* podia mancharelTrono^que es MzñaiThonusiimmtatisp que dUo Epiphanio, y a tila cauía ocultan, y velan pies f . cabera, para que lo profundo » y alto de los óaifteritís de f i m > y de cilíc f roiai0^1o IgaofC ; Bien, í>ero parece que » ® ^ tacjurataa UVA. BHSC. SC 12474_12 àfljrgowàin melor fb preté^fíon, fi ocultànn ei quf fi intentan qucic retíre efcci«m!go, qucstreyidcpre.- tcodc manchar die Trono dei cubran cl ro^ro, y conoce rá ^uc fiendo vno mifnio cl dt Dios, y cl de Maria, 8iforwjim Dcitesppellcm, quedi^io Agdtino, conoccrà no af lugtrafu arrcuimicnto, dcfcubran los pics, y hallará cri fujcal^adocfíá libre María iklcomimtnbuco, pucs clcalf comode letras humanan > labe ci emendlüo era feñal ^cNoblc^a ; pero dcfcubrlr cl pccho ño Io entiendo ? la acabemos, )a que fi ciìos bcraphìncs^abrafiados preten- -denlcuantarlavoz, cantandocimorc de tres yezcs San to , que cs lo mìi'mo quc dtzir cs Íaníífslriio ciìc Trono, .descúbranle los pcchps, conocerá el enemigo que fícndo cfíe Troño Mafia, y Maria Madre de Dios, conio los pe* chps kj aíicguran, huirá cobarde el enemigo , y los Sera- .phincs íaidran lucidos de íu intento, y eilos fcan lot que |>r¡iTicipalincnte capten , que es Santo cfie Troño, y que es . el Hador masíegü ro de íu vcídad cü'ós aliños de Madre, que ipanificiian los pechos. . &an pues loí> Hijos de rni^cr^phln Francifco, los queprlpcjpakxi^iité a üicr ífá'Étóíntus bcnip^ , ento- ; . DCfl, Et vbcrs.4fMÍ/uxip LuC4lti chps a Marífi ,> canten, que «Santapt^Pae lnimacuiada dcfdé alpy^mer inílante de íu anlm^cluh^íchoía. Ecru, aguardad que cflc mote cs nucuo y no le han, catatado lovHijptdc Francifco, que a ioi Hijos de Domln-^ gQi lUi]^inar ÍKra>oi%cncl firmamento de la Igjefia íe les cici»ip, .pi^c$poconteritoi cpnconfcfiarfpc Mari? conce bida ^nt gracia, añadieron al común elogio, ps^ra dcfteírattod^.dujias ,1cn cl primer ¡nílante de tu fcr, qtHi fi haíla a<^i calaron , fue para hazer mas plaufibles los fdlcjps* Y.fc{>:|r^c,q|i^ quieren dudas pltuiias, lean efios Sera-^ phii^$dcl Ttoupdc Dios, los Ciicniblncs que con íus plu0^95 o^uttauan cj arca del Froplclaroriojeníayaniioic en fu £ i^ p o dodo> a fuer de Cherubicó, como cantar , defpuesf Jcuacktarl^s vpzesconel motenueuo de conccbida* M uia ca cl primer lañante idc íu fer, conqv« I icco&ociq4$ UVA. BHSC. SC 12474_12 \á^onoclcnáo Jo acerado 4^ fut yozcs j «ran lot que prindpatacntccckbrauan íasiriarauiilasdcDioscrtfU' Pfálm* Madre; C<i7ttatc Vomno cAnticimKüttum qnia mirahAíafecir, - cílc nueuo Caatico ios Hijos de Domingo le cntonansíucgo no prlndpalmcníc han de fcr los Kljos' dc Frincifco a ' quienes fclcsdcuccí niotc de concebida en grada María. Vucra,quc losHijosdcIgnadonofon iosquc menos hiacclcbrado con fus plumas cftc miñcrio, díganlo trccl- ^ í-y • r\ • j ^ __ __ _ ______ ___ .(ürpcndiocl ----------- de Trento, clnablartocàA'^te a la ciiìpa originai de Maria: y aunque yo callo mi Heligica fagrada a fuer de aucr fido la primera que faco la cara ai credito dette mlfterio, com a cl rabdlìisimoEfcotolo confícfía dcuìcndo a mi Padre S, Anicimo,yaquìozcm ilDodorcs, que caiì todos dieron^- prin cipios para fus confequencias, no ìèra la que menos de- . ua Icuantar la voz > y entonar cl mote de Maria concebida iìncalpa. Eftoy bica con todo, deuafeles a lai E^eligiones tci das eJ auor mirado pocios'creditps de Maria, que yo a los HI#o< de m iSeriph^ ?4uoifiin50i recooot€ò|»r principa-* ' Ici^reeàòlxsddlcjniitetìa, pues ellos ionios que naa^ facadómashcrmofaaMarifíiíyaiiAMarialps.tia^ por fu < .Corona. O Señor ,quah admirable esviieftro nombre ea ¿ toda la tierra ( dlze ei RcyPropheta.)He YiftoeíFo^Giclos obra de vueílras manos, y he reparado en la hermofura de ' ]a Luna, y me ha licuado la atención el reíplandor de lat Eftrcllas , que por fer cfpedalmente echuras de vucftra Sfutm. dicftra, han licuado todo mi cuidado : Quam admírMe efl nomen tuim tn yntuerfd tcrrd , qucntdm iftdcbo Cdles tt.os < optrd dígitorttm tuofiám Lnndm<¡¡P StelUsquje tu funddfjíi,f pregunto Dauid, donde dexalsal Sol Ì £ííá principal lum- > ^ preta, quédela Luna y Eftreílasdárefplandores ñola h«zo Dtos i ConíK> pues^nohazeisrecuerdode ella? Solo, la ‘ Luna/y eíTos brillantes liuceros os han de rrabar vueÁra cuidado ? SI i no leparab a u c aunque es verdad^ quc'd í ‘ ........ M'- UVA. BHSC. SC 12474_12 Soldä vidad€ luz tU L u rí, y alScfito áe refplandcf a h% ^ürclias, auláa íuya, ni Efir^llas , ni Lunaluccn^ Noc^ U£is adu€fiido en vnt notbc Tcjcna, ydcipcjaca, qasíito mas brillan,y rclplandcc^n fas iritr^ellaiücannias hcraicíá, y mas lucida a laLuna? Si: pues no eOraúcfs no ío-acücrdcdcl^ol el Prophcta, h¿gaíolo recuerdo de las IC. ' ttcUas, y Luna; que íi aquellas conTus laclnnentcs íc em peñan a que de cílafalga mas la hcrnioi'uta,k)n razón iiati de fer priuiícgiadrfS, y le han de contar como vnicas entre loseírcdosdciamanopodcroíadc Dios; Quemam -vidtbo pßJm, e^lcs tí4os 9 &.C, Eítrcilas fon los Hüosde Francifco, pues ü íu Padre llenó el vacio/que dcxóLuzbel, y ia icrccra parte de In* Eílrcllas, que cayeron del Cielo con mucha julticla gozan efl*crenombre4 £5 verdad, que otras fagradas Rcligionesdicroci luz a las glorias de ia Luna M aría, y que a la l^ellj^n de B eoi^ > como a Sol deue las prime ras luces de í'uselogios;pero calle elSolquelaLuiia5o{ofaíemasvir- ' tofa , ^aad b toman por íii quenta las Eftreilas el crédito defusiucimiencos 5 fepaflc que ü Mafia reconoce deu- ' dora a'todos , prindpalmitntealos]^(^deFratic!Ícd/(e * linde tributaria , pues^ lös pone íobre ^d tfd a del $ol vlarMaria^ pcropuRi^^re (o Jas Eftrelias: Mnlietémiñn Soie C•yoh4 SulUrum in mapire: víftan a MaAfocál^fm ría otros , pero íepati todos que los Hijos de FranciícQ atfuerde Eürelias le íirucn de Corona. Aunque fin tener lugar ¡a liíbnja, elloy pcrfiiadido fe ^ comunican los afieöos en orden a la celebridad préíente, los Hijos de Domingo, y Franciíco, puesfi vnosa fuer de ' SeraphincfabraíTadosenel amor de Maria, defcubren el pechopara manifeítar la finesa ¿ los Hijos de Domingo a laer de Cherubines entendidos,fi halla aqui filenciofos, ya leuanunlavozparaíer Ynosen los elogios de la. primer» gracia de Maria. ^ ^ VnI4as aduírtiómlP.S. luán Oamafceno, todas la» lerarquiascelcftlalcsparacelebrair laglwiadefu Reyna, f llc^iwiao a rcpardrloipapclcjhaUoquc i los Ghcrublr a W UVA. BHSC. SC 12474_12 UdmMfct» Í2S di la muílca, y»a los SeraLphlnes el Sermón i Cdnténf CheYuhimilofUm ems prádtcant Se/afh¡fty y a la verdad conficíTo qucm'tparccc fó han trocado las manos, porque fi clcaatarcsmanif«(larelg020, j h alcgriadc verafuRcy.* na, cn tan Mfigeñuofo Trono>cíTo parccc pcrtcnccc al amor^ el prcdlearesacio de entendimiento, predique cl eatendido , y cante cl que fuere amante ,xlcfíelc al Che-» ■ rubín, cl Sermón, y d inftrúmcm:o muílco al Seraphlnj clTo ño, álzc D*aniafceno, cn elegios de María predique ci Scraphin ,yelChcrübin leuanre ia voz, no fea quc lc ‘ tengan por forpechofoen el fcftcjo, y {cpaífc que ñ hafta aquí cílauíeron íilencioíbs fac para lbbrclalír,deípues raas - galantes, y fiel cantar cs obra del am or, haga efie papel e l, Cherubln c;nt«adido, y conocerán que eflas vo^es ion do eatendioiiento , y que no Ies falta el amor f predique el Scraphia, qucíi cl predicar es de cntcndimiemo fe fabra, que fi el Seraphin predicafabcloque fe dizc, y to* do3 vnos y conformes, todos fc efmeran tn facarrcurs ctdiaM Aria, y viendo que los Cherubines entendidosdcfpues de fu filcncio ocaíionado de fus dudas ( llenas de pie-» dad ydeuockinf vozcs, ccfíaraii las inquic« ' «tnics, y«1 mas ^ftifbáb*en creer # fe perfaádira a ia ver-» dad deíie miíteria; guióme he llegado a perfuadir que e] auer dudado, ibbfca^erfidodcuocion y piedad, &c to mar íbbre fu cabera las dudas, para que cn todos los figles venideros no las huuicflií de que María fue concebida tu ¿rada. Dudó Thomaicl Apoftol 5 no lo düdo: pero no faít6^ quien pcnfaírcqueauiafidodcüociony piedad en elApof- ■ tol, elfuicar cicoftado, y requerir, y examinar las ilagas de pies y manos, notienc menos fiadorquea Ghrifologo, t €}iYyfohg^ Qu^ñuit Frdtres pieus tjiá exegtt í^4 deuotío,yt refurrexift ^ Sem* Domírntrn 3 necjpfnnpijíerumduhttártt impiitásificátá'f deliocion^fuc cnThomasfududa, pues con ella íeaiíeju^ ranaelcreditode la Refurreccion, tomaua porTuquenta el > alfó^uraralapofl:erldadcüemiftcr!o,ytomdfobrcfacal^* , caUs dadas, para que Oliendo d de ella« /aó las padedt* , UVA. BHSC. SC 12474_12 efTea tos figíosvenidcf f^o^.ueChryfQ, Chyfolo^ íogo ) non folum coráis jm -y fid omnjitm hcm'snum c^fr^uét ihí, í)iC€rtum , prxdícíttífrus h.^c ír^ gtntihus (¡nemAiwcdum tdntem fJei adftrueret Sacrameiimm^¡innuHiíft executor fO'qnu Ycbat. Cene, Prhf hetta mágis qu4m cmtatiofuit^ íicics mic?í dize Chryíoíogo : Verdad es;-qu< dudo Thotnas : pero fue vnadudatan licna de piedad y dcqocion , x¡ue la dif^ culpo, pues pretendiente de que iainasíe dudafíe de la Kcturreccion , el miilerio quiío padecer las dadas j paia, que faliendo de eiks certlfícíifi« a todos la verdad , que. predicaba. Piedad fue en el iVIaeflro Angel, y en fui Dlcípules hs dudas an el naiílerio de la Conccpcion Inmaculada de Mari Aísi fclo reacio cñafoberaDa Señora, dreSanta Brígida, Vt Amia meípit} dulntarcnt de Qoncef^ fíWíWf4: toíókía laprouIdendaíobéranadeDíos, lugar aiasdudasdcftemifterlo 5 porgue fon dadascan lie.. , smúc -ptedocl, clks Híifmas lo4i la^ que mas le aíic* gurín, pue^a^iendo cxaiBlaado, y requUko, liega^ apre^r' dicar/Jpii^iawd^'AajVGíí^scon nueuos, c?uc María fue concebiSaen graciíí:a ij|¿in.>ei?^fíp^t^ yctíriayo: Sed TlwmAS uoufiltfm.cQ^OÍ^tpt i^^fed omnium hotninumcMrabat iacertum ,y zmcháo^4é^>i^cav Cu%Hl¡p$, ' cftemiílcria, paliaron primeip© dudas, para que en ningunfiglo las tuuipífeauíj la piedad mas obflinada.' Piedad tue, y dcuodon , las dudas GIcncioías de los Hijos de Doniingo, afsí lo affeguran las vozes , que oy leuantan tan empeñados en dejffender, y dezir que Maria fue concebida en gracia, que fi les obligaran a dezir lo con¿^ trarlo, tengo para mi en tendido, que hazicndo pcdacos Jas lenguas, las arrojaran primero que articular vozes contra d crédito, y pundonor de María, Cuenta Tertulianode vna mugcr de quien fe fofpecno, ler conoplicc en vn delito, que aulendola pueftoa ' ^^ueftion de tormento , para que ddfcubriefíe los delin^ . quentes, fe tronco la lengua, y la arrojo por no anicular IWacsnwa©s|)iad©&s «ommcUos, £*/>»/ící?'%m4iw, ne TertuJiitn cocpycf^t^ UVA. BHSC. SC 12474_12 expuem, &• -vocem: cílo:jnHínopr<í<jimími ácuocion d« Ja íagrada familia de Doaiingo, que íi les obligaran oy a dezlr que Maris fue concebida en eulpa, arrojaran )a len gua primero que articular Tozes menos piadoías contra cl pundonor de María. Ya S o b eran a Emperatriz de Creto, y Tierra, heníoi üegadoaldefeado tiempo, de celebrar en quieta, y pací, fícapofrelsion vuellra gracia : en cafa de Francifco fegun. áo, C h rifto por lo llagado feos rinden veneraciones, y e» dccurofosobfequios, 05 aclaman por concebida en gracia dcfdc cl primer inflante de vucftra animación, por manos defteScraphiti Angel del gran C o n fio , piffan eftos feflejo s, para que osíean mas plaufibles los cultos, vidiimas defcchis con el fuegodevaeílroanioraosofrcceBiot : re cibidlas , Scáori, pues fon tande vucftro agrado , y pues teneis prometido vucftro amor aquien afsl os venera : jPeo diíigeneesmtdiíigB: nueftroaífeaoosexeautaporvueftrosfauoresfean, pues vi<ílor¡as parí ñaeftrw-enholl«» Philipo, dichas paralas que os celebran, grada para to» 4os que os acompaácmos cola gloria. Aá FIN.' UVA. BHSC. SC 12474_12