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Acordo do Consello de Goberno do 22-02-2018, polo que se aproba o Regulamento de réxime interno da Facultade de Filosofía

Universidade de Santiago de Compostela. Consello de Goberno

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REGULAMENTO DE RÉXIME INTERNO FACULTADE DE FILOSOFÍA DA UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA Aprobado pola Xunta de Facultade do 20 de decembro de 2107 Ratificado polo Consello de Goberno do 22 de febreiro de 2018 1 TÍTULO PRELIMINAR .............................................................................................................................. 3 Artigo 1. Obxecto .......................................................................................................................... 3 Artigo 2. Órganos de goberno da Facultade ................................................................................. 3 TÍTULO I: DOS ÓRGANOS DE GOBERNO E ADMINISTRACIÓN DA FACULTADE ..................................... 3 Capítulo 1. Da Xunta de Facultade ................................................................................................ 3 Artigo 3. A Xunta de Facultade ...................................................................................................... 3 Artigo 4. Composición do Pleno .................................................................................................... 3 Artigo 5. Competencias ................................................................................................................. 4 Artigo 6. Réxime de convocatorias ................................................................................................ 5 Artigo 7. Lugar das reunións e uso de medios telemáticos .......................................................... 5 Artigo 8. Orde do día ..................................................................................................................... 5 Artigo 9. Quórum .......................................................................................................................... 5 Artigo 10. Presidente, Mesa e secretario/a .................................................................................. 6 Artigo 11. Desenvolvemento dos debates ................................................................................... 6 Artigo 12. Acordos ......................................................................................................................... 6 Artigo 13. Actas ............................................................................................................................. 6 Capítulo 2. Do/a decano/a ................................................................................................................ 7 Artigo 14. O/A decano/a ............................................................................................................... 7 Artigo 15. A elección ..................................................................................................................... 7 Artigo 16. O cese ........................................................................................................................... 7 Artigo 17. A revogación ................................................................................................................ 7 Artigo 18. Suplencia ...................................................................................................................... 8 Artigo 19. As competencias ........................................................................................................... 8 Capítulo 3: Do/a secretario/a da Facultade ...................................................................................... 8 Artigo 20. O/A secretario/a da Facultade ..................................................................................... 8 Artigo 21. Nomeamento ................................................................................................................ 9 Artigo 22. Cese .............................................................................................................................. 9 Artigo 23. Suplencia ...................................................................................................................... 9 Capítulo 4: Dos/das vicedecanos/as ................................................................................................. 9 Artigo 24. Os/As vicedecanos/as .................................................................................................. 9 Artigo 25. Nomeamento ................................................................................................................ 9 Artigo 26. Cese .............................................................................................................................. 9 Artigo 27. Suplencia ...................................................................................................................... 9 TÍTULO II. DAS COMISIÓNS DELEGADAS DA XUNTA DE FACULTADE .................................................... 9 Capítulo 1. Disposicións xerais .......................................................................................................... 9 2 Artigo 28. As Comisións Delegadas ............................................................................................... 9 Artigo 29. Requisitos xerais relativos á composición .................................................................. 10 Artigo 30. Réxime de convocatorias, reunións e acordos ........................................................... 10 Artigo 31. Das comisións delegadas de carácter estábel. ........................................................... 11 Capítulo 2: Comisión Permanente .................................................................................................. 11 Artigo 32. A Comisión permanente ............................................................................................. 11 Artigo 33. Composición ............................................................................................................... 11 Artigo 34. Competencias ............................................................................................................. 11 Capítulo 3: Outras comisións delegadas de carácter estábel ......................................................... 12 Artigo 35. Da Comisión de Validacións e recoñecementos ......................................................... 12 Artigo 36. Da Comisión Cultural e de Normalización Lingüística ................................................ 12 Artigo 37. Da Comisión da Biblioteca .......................................................................................... 12 Artigo 38. Da Comisión de Igualdade de Xénero ........................................................................ 13 TÍTULO III. DA COMISIÓN DE CALIDADE E DAS COMISIÓNS DE TÍTULO .............................................. 13 Capítulo 1: Disposicións xerais ........................................................................................................ 13 Artigo 39. Requisitos xerais relativos a composición .................................................................. 13 Artigo 40. Réxime de convocatorias, reunións e acordos ........................................................... 13 Artigo 41. Das comisións de título............................................................................................... 13 Capítulo 2: Da Comisión de Calidade e Grao ................................................................................... 13 Artigo 42. Composición ............................................................................................................... 13 Artigo 43. Competencias ............................................................................................................. 14 Capítulo 3: Das Comisións de Mestrado ......................................................................................... 15 Artigo 44. Composición .............................................................................................................. 15 Artigo 45. Competencias ............................................................................................................. 16 TÍTULO IV. DA REFORMA DO REGULAMENTO .................................................................................... 17 Artigo 46. Iniciativa...................................................................................................................... 17 Artigo 47. Procedemento ............................................................................................................ 17 DISPOSICIÓNS DERROGATORIAS ..................................................................................................... 17 Única. Derrogación normativa .................................................................................................... 17 DISPOSICIÓNS FINAIS ...................................................................................................................... 17 Única. Entrada en vigor ............................................................................................................... 17 3 TÍTULO PRELIMINAR Artigo 1. Obxecto 1. A Facultade de Filosofía da Universidade de Santiago de Compostela (USC) é un centro universitario que asume e desempeña as súas funcións como servizo público mediante a actividade docente, de estudo e investigación, para a creación, desenvolvemento e transmisión crítica do saber, a ciencia e a cultura, coa finalidade de preparar para o exercicio das actividades profesionais e de contribuír, de modo específico, ao progreso material e cultural da sociedade e, en particular, da galega. 2. A Facultade de Filosofía, para o cumprimento das funcións que lle atribúen a Lei Orgánica 6/2001, as súas posteriores modificacións, a súa lexislación de desenvolvemento e os Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela, rexerase polo presente regulamento, que é a norma na que se establecen as disposicións destinadas a regular o seu funcionamento. 3. A Facultade de Filosofía velará especialmente pola promoción da lingua galega, no cadro do proceso de normalización lingüística da USC e da Comunidade Autónoma de Galiza. Os órganos de xestión e de goberno desta Facultade asumen o idioma galego nas súas manifestacións oficiais, así como nos seus impresos e documentos. Ademais, a Facultade promoverá o uso da lingua galega no ensino e en todas as restantes actividades do centro, sen que se poida producir ningunha discriminación por causa da opción ortográfica escollida. 4. A Facultade de Filosofía promoverá a igualdade entre homes e mulleres e preocuparase polo desenvolvemento sostíbel en liña co Plan de Igualdade de Xénero e coa Memoria de Responsabilidade Social da USC. Artigo 2. Órganos de goberno da Facultade Os órganos de goberno e xestión da Facultade de Filosofía son: a) A Xunta de Facultade. b) O/a decano/a. c) Os/as vicedecanos/as. d) O/a secretario/a. A Xunta de Facultade actuará en Pleno ou en Comisión Permanente. Tamén poderá dotarse de comisións delegadas, estábeis ou conxunturais, que a asesoraran e asistirán nas súas funcións. TÍTULO I: DOS ÓRGANOS DE GOBERNO E ADMINISTRACIÓN DA FACULTADE Capítulo 1. Da Xunta de Facultade Artigo 3. A Xunta de Facultade A Xunta de Facultade é o órgano colexiado de goberno do centro, aproba as liñas xerais de actuación no ámbito da Facultade e supervisa o labor dos seus órganos de dirección e xestión. Artigo 4. Composición do Pleno 1. A Xunta de Facultade estará composta por: - O/A decano/a, que a convocará e presidirá. - Os/As vicedecanos/as. - O/A secretario/a da Facultade, que o será tamén do pleno. - O/A responsábel da Unidade de Apoio á Xestión de Centros e Departamentos. - O seguinte persoal docente e investigador e persoal investigador en formación con docencia no centro e censado nel, así como o non censado que teña neste un encargo docente igual ou superior ao 35 % da capacidade docente dun profesor a tempo completo:  Todo o profesorado con vinculación permanente á Universidade, que representará o 51 %. 4  O resto do PDI, sempre que non exceda o 10 % do total da Xunta; de exceder esa porcentaxe corresponderalle unha representación polo 10 % do total da Xunta.  O persoal docente e investigador a tempo parcial non poderá representar máis do 5 %. - Unha representación do estudantado do 32 % do total da Xunta. O estudantado de grao non poderá representar menos do 20 % e garantirase a representación do estudantado de mestrado e doutoramento cando proceda. - Unha representación do persoal de administración e servizos censado no centro, nunha proporción do 7 % do total da Xunta, cun mínimo de dous. 2. Os/as representantes elixidos do PDI e PAS serano por un período de dous anos, mentres que os/as representantes do alumnado por un. A condición de membro da Xunta de Facultade perderase ao cesar a vinculación coa Facultade ou ao deixar de cumprir os requisitos demandados ao sector polo cal se foi elixido, ou por calquera das causas recollidas no Regulamento de réxime electoral xeral para a perda da condición de membro de órgano colexiado. Os membros da Xunta de Facultade que perdan a súa condición serán substituídos nos termos establecidos polo Regulamento electoral xeral da Universidade de Santiago de Compostela. 3. O/A decano/a pode permitir a asistencia ás sesións da Xunta de Facultade aos membros da Facultade que non pertenzan ao órgano, se así o solicitan. A denegación destas solicitudes será motivada. Poderán ser convocados/as, con voz máis sen voto, o profesorado, investigadores/as, PAS e alumnado que, sen pertencer á Xunta, realicen actividades de carácter docente, discente, investigador ou administrativo no Centro. Poderán invitarse igualmente, con voz e sen voto, persoas alleas á Facultade sempre que estiveren implicadas nalgún asunto da orde do día. O número de invitados non poderá ser superior ao 10% do total de membros da Xunta de Facultade. No caso de asistencia a unha sesión da Xunta de Facultade de persoas non pertencentes á mesma, darase coñecemento desta circunstancia ao inicio da sesión e garantirase que os asistentes que non teñen a condición de membros da Xunta poidan participar nos debates pero non nas votacións. Artigo 5. Competencias 1. Son competencias da Xunta de Facultade: a) A elección do/a decano/a e, de ser o caso, a súa remoción mediante unha moción de censura construtiva. b) A elaboración e a aprobación do seu regulamento de réxime interno. c) A supervisión da xestión dos restantes órganos de goberno e de administración do centro. d) A elaboración e a aprobación dos proxectos de plans de estudos das titulacións adscritas ao centro. e) A aprobación das liñas xerais da política académica do centro e, entre elas, a proposta e implantación de novas titulacións oficiais. En todo o caso, estas competencias deberán desenvolverse tendo en conta a participación dos promotores dun título. f) A organización dos servizos docentes para a obtención dos títulos académicos do seu ámbito, así como a coordinación e a supervisión da actividade docente do profesorado con docencia no centro, e igualmente a supervisión do seu cumprimento. g) A aprobación da programación docente anual (PDA) e a asignación de docencia das materias do título a áreas de coñecemento. h) A aprobación da memoria de calidade da Facultade. i) A aprobación do Sistema de Garantía Interno de Calidade (SGIC) da Facultade. j) A aprobación dos informes de seguimento e de renovación da acreditación das titulacións adscritas á Facultade. k) A programación dos espazos, servizos e equipamentos do centro e a supervisión da súa xestión. 5 l) A distribución das asignacións orzamentarias concedidas ao centro e o control da súa aplicación. m) O informe acerca das propostas de creación, modificación ou supresión de departamentos relacionados co centro pola súa docencia e investigación. n) A organización de actividades de formación permanente e de extensión. o) A manifestación da súa opinión sobre os asuntos relacionados coa Facultade ou coas súas actividades. p) Calquera outra competencia que lle atribúan os Estatutos da USC ou lle encomende un órgano competente ou a lexislación vixente. 2. En canto o Pleno da Xunta de Facultade non se pronuncie en sentido contrario, enténdese que delega as súas competencias na Comisión Permanente, excepto as que se mencionan nas letras a), b), c), d), e), g), h), i), j) l), m) e ñ) do art. 5.1 deste Regulamento, que non poderán ser delegadas. Artigo 6. Réxime de convocatorias 1. O pleno da Xunta de Facultade convocarao o/a decano/a, ou, na súa ausencia, a persoa que o/a substitúa. 2. Con carácter ordinario, a Xunta de Facultade reunirase polo menos tres veces durante o curso académico en período lectivo. 3. Con carácter extraordinario, a Xunta de Facultade poderá reunirse: a) A iniciativa do/a decano/a. b) Por pedimento de:  A Comisión Permanente por maioría.  Un terzo dos membros da Xunta de Facultade. Nos supostos contemplados no punto b), o pedimento deberá ir acompañado dunha xustificación da súa convocatoria e deberá incluír o asunto e proposta que se quere tratar de xeito explícito e concreto. 4. Para que a convocatoria teña efecto, deberá enviarse por correo electrónico, ao enderezo institucional de cada membro da Xunta de Facultade, e nela se fará constar a orde do día para a deliberación dos puntos, a data, hora e lugar de reunión, sistemas de conexión de ser o caso. A documentación necesaria deberá remitirse no mesmo correo electrónico, cando sexa posíbel, e en todo caso coa antelación suficiente á celebración da reunión. 5. As convocatorias terán que ser enviadas por correo electrónico ao enderezo institucional dos membros da Xunta cunha antelación mínima de dous días hábiles. Artigo 7. Lugar das reunións e uso de medios telemáticos 1. A Xunta de Facultade ten que reunirse nas dependencias da Facultade en días lectivos. 2. Sempre que a natureza do asunto o permita, poderanse celebrar reunións por medios telemáticos, considerándose neste sentido válidos o correo electrónico, as audioconferencias e as videoconferencias. Artigo 8. Orde do día 1. A orde do día da Xunta ordinaria será elaborada polo/a decano/a, asistido polo/a secretario/a e vicedecanos/as. Nela figurarán inescusabelmente as mencións de aprobación das actas das sesións anteriores, o informe do/a decano/a, os asuntos de trámite, e a rolda aberta de intervencións. Tamén se deberán incluír dentro da orde do día aqueles puntos que estime a Comisión Permanente por maioría simple ou aqueles outros que solicite por escrito un terzo dos membros da Xunta. Artigo 9. Quórum 1. A Xunta de Facultade constituirase validamente, en primeira convocatoria, coa presenza do presidente e do secretario, ou de quen legalmente os substitúa, e a metade dos seus membros. En segunda convocatoria, poderán constituírse coa presenza do presidente, do secretario e unha cuarta parte dos seus membros. 6 2. De non alcanzarse o quórum necesario, nos dous días hábiles seguintes procederase a facer unha nova convocatoria. Artigo 10. Presidente, Mesa e secretario/a 1. A Xunta de Facultade estará presidida polo/a decano/a, ou persoa en que delegue, asistido/a polo equipo decanal. 2. O equipo decanal, tendo en conta a opinión da Xunta de Facultade, interpretará o presente Regulamento en casos de dúbida ou omisión. Tamén decidirá sobre calquera outra cuestión que o/a decano/a lle consulte. 3. O/A secretario/a da Facultade exercerá de secretario/a do pleno da Xunta de Facultade. No caso de ausencia, exercerá as súas funcións o membro da mesa que designe o/a decano/a ou, no seu defecto, o/a docente mais novo da Xunta que reúna os requisitos para ser secretario/a. Artigo 11. Desenvolvemento dos debates O/A decano/a dirixirá, moderará e ordenará o desenvolvemento dos debates. Tamén poderá propor á consideración da Xunta de Facultade a alteración da orde de discusión dos puntos da orde do día, que será aceptada se a maioría simple dos presentes así o acorda. Por razóns de especial urxencia, o/a decano/a poderá propor a incorporación dalgún punto novo, sempre que estiveren presentes todos os membros da Xunta de Facultade e acorden por maioría a súa inclusión. Artigo 12. Acordos 1. As decisións da Xunta adoptarán a forma de acordos, en materias da súa competencia. 2. As decisións poderanse tomar por asentimento ou por votación. Para axilizar o procedemento, as votacións poderán ser públicas e a man alzada, ou secretas cando afecten a persoas concretas ou así o solicite calquera dos asistentes. En caso de votación entre dúas propostas, os acordos adoptaranse polo maior número de votos a favor dunha determinada proposta, excepto o disposto neste Regulamento para a moción de censura e a reforma do propio Regulamento. No caso de que houbese tres ou máis propostas, procederase a unha segunda votación entre as dúas propostas máis votadas. En caso de empate, decidirá o voto de calidade do/a decano/a, ou de quen legalmente o substitúa na presidencia da Xunta. 3. Non se admitirá a delegación de voto nin en membros da Xunta nin en persoas alleas. Tampouco será admitido o voto anticipado. Artigo 13. Actas 1. O secretario/a da Facultade levantará acta de cada sesión na cal se especificarán: a) Os membros da Xunta de Facultade que asistiron á reunión e as ausencias comunicadas. b) A orde do día da sesión e as circunstancias de lugar e tempo en que se celebrou. c) Un resumo dos debates que inclúa os puntos principais das deliberacións. d) O contido íntegro dos acordos, especificando como se adoptou e, no seu caso, o número de votos favorábeis a cada unha das propostas. 2. Na acta figurará, previa solicitude dos respectivos membros da Xunta, o voto contrario ao acordo adoptado, a súa abstención e os motivos que os xustifican, ou o sentido do voto favorábel. Así mesmo, calquera membro da Xunta terá dereito á transcrición íntegra da súa intervención ou proposta, para o que será imprescindíbel que se lle entregue por escrito á/ao secretario/a antes do remate da sesión ou no prazo que sinale o/a decano/a. 3. Os membros que discrepen do acordo maioritario poderán formular por escrito o seu voto particular, no prazo de 72 horas, que se incorporará ao texto aprobado. En todo o caso, deberán anunciar a intención de voto particular na propia sesión. 4. Cada acta será asinada pola persoa que actúe como secretario/a co visto e prace da persoa que actúe como presidente/a da sesión. 5. A acta de cada sesión aprobarase na mesma sesión ou na inmediatamente seguinte coas modificacións propostas polos membros da Xunta de Facultade, unha vez aceptadas polo/a 7 secretario/a da Facultade. Para considerarse aprobada na mesma sesión, o/a secretario/a elaborará a acta co visto bo do/a presidente/a e a remitirá a través do correo institucional aos membros da Xunta de Facultade, que poderán manifestar polo mesmo medio a súa conformidade ou a necesidade de facer modificacións ao texto no prazo establecido para o efecto. No caso de que os membros se pronuncien favorabelmente considerarase aprobada na mesma reunión. 6. As actas, unha vez aprobadas, asinadas polo/a secretario/a co visto e prace do/a presidente/a, arquivaranse e quedarán baixo a custodia do/a secretario/a da Facultade e poderán ser consultadas, previa solicitude, nos supostos legalmente admitidos e segundo se estableza en cada caso na lexislación de aplicación. 7. Só darán fe dos acordos aprobados pola Xunta de Facultade as certificacións expedidas polo/a secretario/a da Facultade, co visto e prace do/a decano/a. O/a secretario/a da Facultade, co visto e prace do/a decano/a, expedirá certificación dos acordos a calquera membro da Facultade que o solicite por escrito. Con anterioridade á aprobación da acta tamén se poderán emitir certificacións sobre os acordos que se adoptaron, facéndose constar neste caso tal circunstancia. Capítulo 2. Do/a decano/a Artigo 14. O/A decano/a O/A decano/a representa a Facultade, exerce a súa dirección e xestión ordinaria, preside e coordina a actuación dos seus órganos colexiados e executa os seus acordos. Artigo 15. A elección 1. A elección do/a decano/a axustarase ao establecido no Regulamento electoral da USC. Cumpridos os procedementos e prazos establecidos, convocarase unha sesión extraordinaria do Pleno da Xunta de Facultade que terá como único punto da orde do día, a elección do/a decano/a. Os/as candidatos/as disporán dun máximo, se así o desexan, de 30 minutos para expor os seus programas. De seguido, responderán durante un prazo máximo conxunto de dúas horas as preguntas que os membros da Xunta de Facultade lles formulen. Concluído o debate, procederase á votación de todos os membros presentes da Xunta de Facultade. 2. A Xunta de Facultade elixirá o/a decano/a de entre o profesorado con vinculación permanente á Universidade censado no centro. 3. De non se levar a cabo a elección por falta de persoas candidatas que reúnan os requisitos esixidos, o Consello de Goberno, tras a proposta do reitor, encargaralle provisoriamente as funcións de decano/a a un/ha profesor/a con vinculación permanente á Universidade censado no centro. Rematado o curso académico, convocaranse novas eleccións. Artigo 16. O cese O/A decano/a cesará nas súas funcións ao remate do seu mandato, a pedimento propio, como consecuencia dunha moción de censura ou por calquera outra causa das recollidas no Regulamento electoral xeral da USC relativa a perda da condición de cargo unipersoal. Artigo 17. A revogación 1. O/A decano/a pode ser revogado/a mediante moción de censura de acordo co previsto nos Estatutos da Universidade de Santiago de Compostela. 2. Para poder ser tramitada, a moción de censura deberá ser presentada coas sinaturas de, polo menos, un terzo dos membros da Xunta de Facultade e incluír o nome da persoa proposta como novo/a decano/a, a cal tamén terá que asinar para acreditar a súa conformidade. 3. Se a moción de censura reunise os requisitos anteriores, o/a decano/a convocará unha sesión extraordinaria da Xunta de Facultade con ese único punto da orde do día, nun prazo máximo de quince días hábiles desde que aquela teña recibido entrada no Decanato da Facultade. 4. A presidencia da sesión corresponderá ao membro do profesorado con vinculación permanente á Universidade pertencente á Xunta de Facultade de maior categoría e antigüidade. 5. Tanto o/a candidato/a proposto como o/a decano/a disporán dun prazo máximo de trinta minutos 8 para expor as súas posicións. Deseguido, abrirase unha quenda de intervencións e preguntas por parte dos membros da Xunta de Facultade cun prazo de duración máximo dunha hora. 6. Rematada a quenda de preguntas e intervencións, procederase á votación nominal e secreta da moción de censura. A moción considerarase aprobada se recibe o voto favorábel da maioría absoluta dos membros da Xunta de Facultade e, en tal caso, a persoa que presida a sesión proclamará decano/a electo/a á persoa proposta na moción. 7. Se a moción de censura non fose aprobada, ningún dos seus asinantes poderá asinar outra durante o mesmo período de mandato. 8. Se a moción de censura fose aprobada, será proclamado/a decano/a electo/a a persoa proposta na moción de censura polo período de mandato que lle reste ao/a decano/a revogado/a. Artigo 18. Suplencia En caso de ausencia ou enfermidade, o/a decano/a será substituído/a polo/a vicedecano/a designado/a polo/a decano/a, ou no seu defecto polo/a secretario/a da Facultade. Artigo 19. As competencias 1. Son competencias do/a decano/a: a) A representación da Facultade. b) A presidencia das reunións da Xunta de Facultade e a de calquera outro órgano colexiado da Facultade, así como a execución dos seus acordos. c) A vixilancia do cumprimento da legalidade en todas as actuacións da Facultade. d) A dirección académica de todas as titulacións oficiais adscritas ao Centro. e) A vixilancia do respecto dos dereitos e do cumprimento dos deberes de todos os membros da comunidade universitaria que desenvolven o seu labor no centro. f) Liderar o deseño, desenvolvemento, implantación, revisión e mellora do SGIC da Facultade. g) Nomear ao responsable de calidade do Centro, sempre que o considere oportuno, e poñelo en coñecemento da Xunta de Facultade. h) A dirección económica das actividades organizadas polo centro. i) A proposta ao reitor do nomeamento e cesamento do secretario/a da facultade e, de ser o caso, dos vicedecanos/as, dentro do límite que sinale o Consello de Goberno. j) O control do cumprimento das obrigas docentes e discentes. k) O control do adecuado mantemento do patrimonio do centro. l) Decidir sobre a xestión ordinaria dos espazos da Facultade. m) O exercicio das restantes funcións que deriven do seu cargo, así como aquelas outras que lle sinalen os Estatutos da USC ou a lexislación universitaria. 2. As competencias do/a decano/a estenderanse a todos os asuntos concernentes ao goberno e á administración da Facultade que non estivesen atribuídos a outros órganos. Capítulo 3: Do/a secretario/a da Facultade Artigo 20. O/A secretario/a da Facultade 1. O/A secretario/a da Facultade é quen dá fe dos actos e acordos dos órganos de goberno, representación e administración do Centro e, como tal, ten encomendada a custodia das actas e a expedición das certificacións dos acordos e de todos os actos ou feitos que consten nos documentos oficiais do centro. 2. O/A secretario/a da Facultade en colaboración cos/as coordinadores/as das titulacións adscritas ao Centro, elaborará os horarios e calendarios de exames para o seu estudo na correspondente comisión de título. 3. Ademais, exercerá aqueloutras funcións que lle encomenden o/a decano/a, a lexislación vixente e os Estatutos da USC. 15 c) Aprobar as propostas de colaboración docente do persoal externo á USC, indicando os custos e recursos con que conta para a súa participación. d) Analizar a guía docente e programa de cada materia, que terá sido previamente aprobada polo departamento que ten asignado o encargo docente, para supervisar que o programa e a guía docente de cada materia se adaptan á memoria verificada do título e dar traslado do seu informe á Xunta de Facultade para a súa aprobación. e) Asesorar, se así se lle solicita, sobre o recoñecemento de competencias do alumnado matriculado no Grao. f) Determinar os complementos formativos que deban realizar os estudantes matriculados en función do seu perfil de acceso, sempre que así se determine na memoria do programa de estudos. g) Tramitar propostas de modificación dos títulos de grao en consonancia co establecido na normativa en vigor. h) Promover a organización de cursos, conferencias e actividades de formación continua ou de extensión universitaria. i) Formular a proposta de calendario de exames e horario de clases para a súa posterior aprobación en Xunta de Facultade. j) Tomar as decisións necesarias para levar a cabo a xestión ordinaria dos TFG: nomear os tribunais, asignar liñas temáticas e conceder as prórrogas das mesmas, aprobar os títulos e establecer o calendario, e facer a proposta de matrículas de honra cando haxa dous ou máis tribunais de TFGs. k) Constituír comisións ad hoc para o seu asesoramento nun tema específico, que se disolverán despois de emitir o seu informe. l) Todas aquelas outras funcións de tipo académico necesarias para o correcto desenvolvemento do título e que non fosen encargadas a ningún outro órgano. Capítulo 3: Das Comisións de Mestrado Artigo 44. Composición - O/A decano/a, que a presidirá e convocará - O/A vicedecano/a competente en materia de calidade - O/A coordinador/a do mestrado - O/A responsábel da Unidade de Apoio á Xestión de Centros e Departamentos da Facultade, que asumirá a representación do persoal de administración e servizos - PDI con dedicación a tempo completo e que imparta docencia no mestrado, repartidos do seguinte xeito:  un membro pertencente á área de Antropoloxía Social, sempre que imparta docencia no mestrado.  un membro pertencente á área de Filosofía, sempre que imparta docencia no mestrado.  un membro pertencente á área de Filosofía Moral, sempre que imparta docencia no mestrado.  un membro pertencente á área de Lóxica e Filosofía da Ciencia, sempre que imparta docencia no mestrado.  un membro pertencente á algunha do resto das áreas que imparten docencia no mestrado. - Dous representantes do alumnado - Poderán participar (con voz, mais sen voto) na comisión, cando así o demande a natureza do título, profesorado externo, egresados, profesionais ou representantes de colexios ou sociedades profesionais. 16 Artigo 45. Competencias As comisións de mestrado serán os órganos colexiados ordinarios de xestión dos mestrados adscritos á Facultade e ocuparanse daquelas cuestións que atinxan ao normal desenvolvemento do programa de estudos que establece a memoria, de acordo co Regulamento de réxime interno e o SGIC da Facultade. No caso de títulos interuniversitarios, rexerá o que indique o convenio. En calquera caso serán funcións das comisións de mestrado as seguintes: a) Formular a proposta de oferta de prazas e criterios de admisión, de acordo coa memoria do título, para a súa aprobación pola Xunta de Facultade. b) Formular a proposta de programación docente anual (PDA) e a asignación de docencia das materias do título a áreas de coñecemento, previa consulta aos departamentos participantes. c) Aprobar as propostas de colaboración docente do persoal externo á USC, para á súa tramitación pola vicerreitoría competente, indicando os custos e recursos con que conta para a súa participación. d) Analizar a guía docente e programa de cada materia previamente aprobada polo departamento que ten asignado o encargo docente, para supervisar que o programa guía docente de cada materia se adaptan á memoria verificada do título e dar traslado do seu informe á Xunta de Facultade para a súa aprobación. e) Asesorar, se así se lle solicita, sobre o recoñecemento de competencias do alumnado matriculado no mestrado. f) Determinar os complementos formativos que deban realizar os estudantes matriculados en función do seu perfil de acceso, sempre que así se determine na memoria do programa de estudos. g) Tramitar propostas de modificación dos títulos de mestrado en consonancia co establecido na normativa en vigor. h) Promover a organización de cursos, conferencias e actividades de formación continua ou de extensión universitaria. i) Formular a proposta de calendario de exames e horario de clases para a súa posterior aprobación en Xunta de Facultade. j) Tomar as decisións necesarias para levar a cabo a xestión ordinaria dos TFM: nomear os tribunais, asignar liñas temáticas e conceder as prórrogas das mesmas, aprobar os títulos, establecer o calendario e facer a proposta de matrículas de honra cando haxa dous ou máis tribunais de TFMs. k) Constituír comisións ad hoc para o seu asesoramento nun tema específico, que se disolverán despois de emitir o seu informe. l) Facer a proposta, á Xunta de Facultade, de modificación ou suspensión do titulo. m) Todas aquelas outras funcións de tipo académico necesarias para o correcto desenvolvemento do programa e que non fosen encargadas a ningún outro órgano. En relación co SGIC, a Comisión Académica do Mestrado, asumirá, entre outras, as seguintes funcións: a) Elaborar o informe de seguimento do título, para a súa remisión á Comisión de Calidade e Grao do Centro e a súa posterior aprobación en Xunta de Facultade, que deberá incluír o informe de resultados e de propostas de mellora. b) Analizar a información proporcionada polo/a coordinador/a do mestrado e o/a responsábel de calidade para levar a cabo o seguimento do título de mestrado. c) Supervisar a metodoloxía didáctica e o rendemento das ensinanzas. d) Procurar a coordinación entre os programas das materias e o seu correcto desenvolvemento. e) Todas aquelas outras funcións relacionadas co ámbito da calidade necesarias para o correcto desenvolvemento do SGIC. f) Traballar conxuntamente coa Comisión de Calidade e Grao cando sexa necesario para o correcto desenvolvemento do SGIC. 17 TÍTULO IV. DA REFORMA DO REGULAMENTO Artigo 46. Iniciativa 1. A reforma do Regulamento de réxime interno da Facultade, total o parcial, iniciarase polo/a decano/a, xa sexa por iniciativa propia ou logo de proposta asinada polo vinte e cinco por cento dos membros da Xunta de Facultade. 2. As propostas de reforma do Regulamento deberán estar debidamente articuladas e motivadas, e presentaranse no Decanato da Facultade. 3. O prazo máximo entre a presentación da proposta de reforma de regulamento, e a data de celebración da Xunta de Facultade convocada para tal efecto, non poderá ser superior a dous meses. Artigo 47. Procedemento 1. As propostas de reforma poranse ao dispor dos membros da Xunta de Facultade xunto coa convocatoria da sesión na cal vaian ser debatidas. 2. Enviada a convocatoria, abrirase un prazo de 10 días naturais para que os membros da Xunta de Facultade poidan achegar emendas, as cales deberán presentarse no Decanato da Facultade. Rematado este prazo, as emendas serán postas en coñecemento dos membros do Pleno polo menos cinco días hábiles antes da celebración do mesmo. 3. A proposta de reforma xunto coas emendas presentadas debateranse e votaranse no Pleno da Xunta de Facultade convocado para tal efecto. 4. Cando a proposta de reforma do Regulamento estivese motivada pola modificación dunha norma de rango superior de aplicación obrigatoria, abondará con que sexa aprobada polo voto favorábel da maioría dos presentes. No resto dos casos, para que a reforma sexa adoptada, será preciso que reciba o voto favorábel da maioría absoluta dos membros da Xunta de Facultade. Unha vez aprobada, elevarase ao Consello de Goberno para a súa ratificación. 5. De non ser aprobada a reforma, a proposta considerarase rexeitada, e non poderá proporse outra idéntica ata transcorridos un prazo de dous anos. DISPOSICIÓNS DERROGATORIAS Única. Derrogación normativa Quedan derrogados o Regulamento de réxime interno da Xunta de Facultade de Filosofía aprobado no Consello de Goberno do 30 de xaneiro de 2006 e calquera disposición adoptada pola Xunta de Facultade ou os demais órganos colexiados do centro que contradiga ou vulnere o establecido neste Regulamento. DISPOSICIÓNS FINAIS Única. Entrada en vigor O presente Regulamento entrará en vigor no día seguinte da súa publicación oficial no taboleiro electrónico da USC, logo de ter sido ratificado polo Consello de Goberno. Datos do anuncio • Url de consulta: https://sede.usc.es/sede/publica/taboleiro/anuncio/22663/carga.htm • Título: Acordo Consello de Goberno 22 de febreiro de 2018 • Data de autorización: 14/03/2018 20:02:10 • Data de inicio da publicación: 14/03/2018 20:02:10 Arquivos asociados • Titulo do documento: Acordo Consello de Goberno 22 de febreiro de 2018 • Descrición do documento: Aprobación Regulamento de Réxime Interno da Facultade de Filosofía • Url de consulta: https://sede.usc.es/sede/publica/taboleiro/verAnuncioPublicable/22796/carga.htm • Pegada do documento: 386476f1f3c09c423380af30cce76b0fa825781df88a96bc32ff3b34f1afc978 (SHA-256) Este xustificante xerouse de xeito automático polo taboleiro de anuncios no momento no que se autorizou a publicación no taboleiro. Taboleiro de anuncios Xustificante de publicación 1 de 1 Documento asinado dixitalmente con selo de órgano:/Documento firmado digitalmente con sello de órgano:/Digitally signed document with official seal: UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, 14/03/2018, 20:02:11 Documento accesible en/Document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/8264-62F3-4630-8BE5 CSV: 8264-62F3-4630-8BE5 1 / 2 Sinatura dixital / Firma digital / Digital signature Documento asinado con selo de órgano / Documento firmado con sello de órgano / Document signed with electronic seal: Asinante/Firmante/Signer: UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, CIF Q1518001A, 14/03/2018 20:02:11. CSV: 8264-62F3-4630-8BE5 Documento asinado dixitalmente con selo de órgano:/Documento firmado digitalmente con sello de órgano:/Digitally signed document with official seal: UNIVERSIDADE DE SANTIAGO DE COMPOSTELA, 14/03/2018, 20:02:11 Documento accesible en/Document with accessibility at: https://sede.usc.es/csv/8264-62F3-4630-8BE5 CSV: 8264-62F3-4630-8BE5 2 / 2