Sobre un teorema de dualidade
Abstract
Namorado Climaco, J. C.
Full text
Pub
.
Ma
.
UAB
N° 22
No
.
1980
Ac es
VII
JMHL
SOBRE
UN
TEOREMA
DE
DUALIDADE
J
.C
.
Namo ado,Clímaco
Cen o
de
Ma emá ica
Uni e sidade
de
Coimb a
Abs ac
- In
his
wo k
we
discuss
some
esul s
p esen ed
in
El]
,
[2]
,
E3]
and
we
compa e
he
"con en ional
dual
heo y"
-
using
"Lag angeMul iplie s"
-
wi h
a
"new
dual
heo y"
s a ed
in
C1
1
.
1
.
In odujo
Quando
p e endemos
u iliza
mé odos
de
op imizagao,
em
p oblemas
de
engenha ia
ou de
planeamen o,
há, po
ezes,
an agem
em
conside a
á ias
ungóes
objec i ocon li uosas
en e
si
.
Um
dos p ocessos
de
abo da
es es
p oblemas
é
cons ui
uma ungáou ilidade
que
inco po e
os
di e sos
objec i
os
.
Em
ge al,
as
ungóes
u ilidade
pe encem
a
uma classe
de
ungóes,
com
p op iedadesespeci icas,
a
que
chamamos" ungóes
mono onicamen e
es u u a
das"
.
A
es u u a
des a
classe
de
ungóes
pode
se
explo ada
pa a
desen-
ol e
mé odos
que
pe mi amop imizá-las
com
menos
es o go
compu acional
do
que
se
u iliza-ssemos
algo i mos
clássicos
.
A
es e
espei o
eja-se
DI
,
E?],
Em
F17
oi es abelecido
um
no o ipo
de
"p oblema
dual",
com
a
pa icula idade
de
se
de inido
an o
pa a
"p oblemasp imais"
com
es i-
goes,
como
pa a
p oblemassem
es igo-es
(dualidade-A)
.
Em
C21
.desen ol emos
es a
eo ía
e
compa ámos
as
"limi agóes
in-
e io es"
(lowe
bounds) ge adas
a
pa i
da eo íada
dualidadecon encio
nal que
u iliza
"Mul iplicado es
de
Lag ange"
(dualidade-L)
e a
pa i
da
"dualidade-A"
.
Ti emos
em
is a
o
es udo
da
.
possibilidade
da
sua
aplicagáo,
pa a
es abelece
condigóes
de
pa agem,
quando
se
u iliza
um
p ocesso
i e a-
i o pa a
op imiza
o
"p oblema
p imal"
.
27
9
u u ada"
.
Nos
pa ág a os
3
e
4
ocamos
alguns
dos
p incipais esul ados
que
acabámos
de
e e i
.
No
pa ág a o
3
suge imos
ainda
um
no o ipo de demons
agáo pa a
o
eo ema
de
dualidade
ap esen ado
.
Em
3 e 4
o nam-se
cla as
as
elagoes
exis en es
en e
os
dois
ipos
de
p oblemas
duais
.
No
pa ág a o
cinco
ap esen amos
a
ex ensáo,pa a
condigoes
mais ge
ais,
dum
lema
pa a
" ungóes
mono onicamen e
es u u adas"
ap esen ado
em
El]
.
Salien e-se
que
a
aplicagáo
des e
lema
á
" eo ia
do
con olo"
á
po en
cialmen e
in e essan e
E1,21
.
Ao
longo
do
ex o
amos
conside a
que
o
p oblema
de
op imizagáo
em
es udo
consis e
na
minimizagáo
dumadada
" ungáo
objec i o"
num
de e mi-
nado
dominio
.
Conside amos
ainda,
po azóes
de
simplicidade,
que
exis emi
nimo
nao
só
da
" ungáoobjec i o"
e e ida,
como
de
odos
os
p oblemas
aux_i
lia es
de
minimizagáo
conside ados,
nos
espec i os
dominios
.
No e-se
que
es a
suposigáo
é
ei a
po
azóes
de
símplicidade
.
2
-
P mgao
mono onicamen e
Es u u ada
De inigao
-
Seja
F
um
sub-conjun o
dum espagolinea
de
dimensáo
ini a
(FAX)
.
A
ungáo
:X
+
R
-
diz-se
mono onicamen e
es u u ada
se e só
se
(
.~l
= h
.,
.
.(
.
.l
3
-
Teo ema
de
Dualidade
Em[
:2]
ap esen ámos
uma
ex ensáo
dum
eo ema
de
dualidade
in odu-
zido
em
EG
.
Vamos
aqui
e e i
uma e sáoligei amen e
simpli icada
do
eo ema
.
Teo ema
-
Sejam
:
1
-
(x)
=
ho (x)
uma
" ungáo
mono onicamen e
es u u ada"
de ini-
da em
X,
sendo
X
um
espago
linea de
dimensáo
ini a,
h(
.)
sub-di e en-
ciá el
e
con exa,
(x)
=
w1(x),
. .
., m(x)1
T
em
que
V
i
,..
.
.
m
sao
un
SSóes
di e encíá eis
~pVi(x)-óVZ(x)~ax~
.
2
- P :X
->W
em
que
W
é
um
espago
linea de
dimensáo
ini a,
P é
linea
(i .e
.
PcL(X,W))
e
dim
W>
min {m4dim
X
}
3 -
F=
ho
:Xm
R,
:X
m
->
Rm
:
T
(x1,
.
.
.,xm)-
E 1,(xl),
. .
., m(Xmc
28
0
No
pa ág a o
2
in oduz-se
a
nogáo
de
" ungáo
mono onicamen e
es-
a -
(x)
:X
-
R
m
:x
H
E l(x),
.
.
., m(x)-1
T
em
que
i
:X->R
(i=l,
. .
.,m)
sao
ungoes
con exas
.
b - h(
.)
:R
-}R
é
monó ona
es i amen e
c escen e
.
F
=
F(P)
A
{(x1,
. .
.,xen)E
Xm
:Pxl=
.
.
.=Pxm}
En áo,
m
Px
mi"
-
(P)
(X)
_
e
um
P
que
maximízá
(1)
é
:
min
(x)
=
(x*)
(1)
xEF
P*
=
[V 1(x*),
. .
.,
V
en
(x*)]
T
,
8x*
ea g
min
(x)
xcF
A
demons agao
que
ap esen ámos
em
[22
é
uma ex ensáo,com peque~
nas
a ian es,
da
ap esen ada
em
[1~
.
Uma
no a
demons agáo,
que
suge e
a
possibilidade
de
elaxa
es e
eo ema
pa a
condigo
-
es
mais
ge ais,
pode
a-
ze -se
u ilizando
esul ados
da
eo ia
da
dualidadecon encional
.
Vis o
que
( e
[1]
), X
P)
/'(,y)
<
min
(x),
YPeL(X,W)
.
es-
!,
a
p o a
que
P*
é
al que
I
p imal")
:
em
que
Y
min
,
.cx
m
min
xeXm
n(Y)
=
min
.Y
E
Xen
(x
)
mm
m
(x
m
)
,
. .
.,yen-l]
T
eYl
.l~-(P*)
/"(' )
=
(x*)
Pa a
isso,
conside amos
o
seguin e
p oblema
(idén ico
ao"p oblema
em
que
xí =
[xi,
.
.
.,xn
]
T
pa a
A
pa i
de
(2)
cons uimos
:
xl-x2 = 0,
.
.
.,xm-l-xm
=
01
(2)
P*(xl-x2)=0,
....
P*(xen-l-xm)=0
l
(3)
Como
o
p oblema
(3)
( e
[2-j
)
:
é
con exo,
a
ungáo
II(y)
ambém
é
con exa
1
(x
1)
P*
O
. .
.
0x
l
-x
2
0
P*
0
(x
)
m m 0
P*
x
m-1
-x
m
Uma ez
que
o
p oblema
(3)
é
es á el
exis e
o
"dual-L"
de
(3)
.
A
pa i
des e
pon o,
com alguma
manipulagáo
algéb ica,
pode
demo as
a -se
o
p e endido
.
4 -
Cowa a ao
das
"limi agóes
in e io es"
ge adasu ilizando
a
"dualida-
de-L"
e
a
"dualidade-A"
.
Po
ezes
o
p oblemadual
é
ú il
pa aes abelece
condigóes
de
pa-
agem
quando se
usa
um
algo i moi e a i o
pa a
op imiza
o
p oblema
p imal
.
Fixando
e(e o
pe mi ido)
o
p ocesso
i e a i o
de e
in e ompe -se
quando
(x
k
)-mi a
(x)<e
.
Como,
em
ge al,
mi a
(x)
náo
é
conhecido
á
p io i,
é
im-
xEF
-
xFF
po an econhece
uma
"limi agáo
in e io "
que
con i ja
o
mais
apidamen e
possi el
pa a
(x*)
quando
x
ende
pa a
x*
.
"Limi agóes
in e io es"com
es ap op iedade
podem
ob e -se
u ilizando
a
" eo ia
da
dualidade
con encio
nal"
e a
"dualidade
-A"
.
Em 2
1
azemos
a
compa acao
das
"limi acóesin e io es"
ge adas
po
es es
dois
p ocessos
.
Vamos
e e i
b e emen e
um
caso
pa icula
.
Conside emos
o
"p o-
blema
p imal"
em
que
as
ungóes
obedecem
ás
condigo~es
28
2
min(P
a
)
=
mi a
2
xsFOXAR
0
p oblema
(P
a
)
é
equi alen e
a
min(P
b
)
=
mi a
x
l
.x2e
min(P
c
)
=
mi a
x
l
,x~
R
(P
b
)
:
2
(x)
impos as
no
eo ema
do
pa ág a o
2
.
Usando
a
"dualidade-L"
ob ém-se
"limi agóes
in e io es"
da
o ma
:
1
(x1
)
1
+
a
(x)
T
(x
l
-x
_
2
2
_
_<
mi a
(Pb
)
.
Y)~
(X)
=
al
(x)
e
R
2
a2
(x)1
-Y
yeR
(m-1)
~(xl,
. .
.,xm)e
Xm
:
P*
0
. .
.
0 x
l
-x
2
0
P*
0
0
...
0
P*
x
m-1
-x
m
em
que
A
=
Como
(P
b
)-e
es á el, pa a a(x)
=
X(x*)
(com
x*=xi
=x2)
min
(P
c
)
=
min(Pb)
.
Assumindo
que
as
ungo
-
es em
causa
sao
con inuas,
é
possi el
ob e
uma
exp essao
pa a
um
a(x),
com
A(x)
->
a(x*)
quando
x-
x*
.
Pa a
isso,
cal
cula-se
9(x)
al que
:
mi9
¡¡A
-
Be
1,2
eER
Ob im-se
6(x)
=
LBT
B
]
-1 B
TA
com
/
(
(
.Y)
=
h
1
-1
0
O
]T
[o
0
1
-1
1
E)
(x)
=
L
e1(x),e2(x)1
T
Faz-se
M
X)
_ -
e(x)
.
Po
ou o
lado,
como
:
min
<
x1,x2ER2
a
F(x)
a
(X)
a
c
(
. )
ax1 axi ax2
h
IL 2(x2)
1
h
T
(x
1
-x
2
)=0
L
,
Va
(x)
eR
2
é
possi el
dize
que
as
"limi agóes
in e io es"
ob idas
usando
a
"dualida-
de-A"
sáo
iguais
ou
melho es
que
as
ob idasu ilizando
a
"dualidade-L"
.
5 -
Ex ensáo
doLema
2
.1 (i)
de
L1]
.
Lema
-
Seja
(x)
=
ho (x)
pe encen e
á
classe
das
" un ,óes
mono onicamen
e
es u u adas"
de inidas
em
F
C-IX,
sendo
X
um
espago linea de
dimensao
ini a,
F
con exo
e
echado,
m=2,
1
(
.)
e
2
(
.)
di e enciá eis,
h(
.)
sub-di e enciá el
e
Va 1
h(
.)cah(
.),
a 1
h(
.)>
0
.
283
1
(x
1)
+
X(x)
T
L 2
(x2)1
wl
(xl)l
:
A
(x)
T
~2
(x2)J
Seja
S
__A
{x
:
x s
a g
min
(x)
}
xcF
S
i
__A{x
:
x c
a g min
i
(x)}
i=1,2
.
xcF
En ao,
se
S 1
Os
2
= i,
Sn
s
i
= 1,
i=1,2
.
A
demons agao
que
p opomos
pa a es e lema
( e
E3]
)
é
comple-
amen e
dis in a
da
ap esen ada
em
E1]
pa a
a
e sao
o iginal
do
lema
e
u iliza
uma
ungao
pe u bagao
do ipo
da
in oduzida
em
E4]
.
Re e éncias
E1]
-
Al1w igh ,
J .C
.
"Mono onically-S uc u ed
Cos
Func ions
:
Minimiza-
ion,
Duali y
and
Applica ions
o
Op imal
Con ol",
P oc
.6 h
Wo ld
IFAC
Cong ess,
Bos on,
Massachusse s,
U
.S
.A
.,
Augus ,
1975
.
E2]
-
Climaco,
J
.C .N
.
"Minimiza ion,
Duali y
and
Applica ions
o
Op imal
Con ol
o
Mono onically
S uc u ed
Cos
Func ions"
M
.Sc
.
disse a-
ion,
Impe ial
College,
London
1977
.
[37
-
Climaco,
J .C
.N
.
"No e
on Some
Applica ions
o
a
Ce ain
Pe u ba ion
Func ion",Re ue Belge
de
S a is ique,
d'In o ma ique
e
de
Reche -
che
Ope a ionnelle
-
.acei e
pa a
publicagao
.
E4]
-
Geo ion,
A .M
.
-,
"Duali y
in
Nonlinea
P og amming
:
A
Simpli ied
Applica ions-O ien edDe elopmen ",
Siam
Re iew,
1971,
13,1
.
-5-1
-
Geo ion,
A
.M
.
-,
"Sol ing
Bic i e ionMa hema ical
P og ams",
Ope
a ions
Resea ch
1967,
15,
39
.
0
au o
nao
que
deixa
de
ag adece
ao
Ins i u o
Nacional
de
In-
es igagao
Cien í ica
o
subsidio
que lhe oi
concedido
.