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Ressenyes

Encarnaçao, José d'

Abstract

Index de les obres ressenyades: J.M. BLÁZQUEZ, Religiones en la España Antigua.

Full text

Ressenyes Faventia 1612, 1994 135 Evangelios de la Vetus Latina como un posible calco de la conjunción hebrea ki (p. 687-697). La explicación de 10s rasgos propios de Jámbiico en la biografia pitagórica es el problema que se plantea E.A. Ramos Jurado (p. 699-703), y un pasaje de Proclo (In Cratylum XV, 5,23-24) ocupa a J. Fütoré Ponce (p. 713-716), ambos de la universidad editora. J. Riquelme afronta un problema léxico general a propósito de un trabajo de don Sebastián Mariner, y se sitúa en una posición diacrónica de significado etimológico y material (p. 705-712). En una iínea largo tiempo cultivada por ella, E. Rodón hace frente aquí a otros documentos jun'dicos medievales, 10s que constituyen, a su modo de ver, el fuero de Maga @. 717-737). El tema de la serpiente desagradecida y sus desarrollos en época medieval, desde Pedro Alfonso a las Mil y una noches, centra el brillante estudio de F. Rodríguez Adrados (p. 739-746). Otra cuestión lucanea, la de <<La descripción de la tempestad en el libro V de la Farsalia, sale de la pluma de M. Rodríguez-Pantoja (p. 747-766), y se convierte en un magnifico ejemplo de hermenéutica literaria. A. Ruiz Castellanos intenta discernir a través de distintos metaenunciados del De rerum natura la conciencia lucreciana respecto a la literatura de tip0 argumentativo a la que su poema pertenece (p. 767-777). En la aportación de E. Sánchez-Salor se valoran diversos aspectos de la historiografia latino-cristiana: la finalidad y motivación de la obra historiográfica, el valor y la forma. A nuestro entender, el resultado del estudio es muy interesante, con una serie de elementos que permitin'an un desarrollo ulte rior independiente. Original es el enfoque de B. Segura Ramos, en tomo a la relación entre literatura y realidad @. 797-799). La gran diferencia entre ficción literaria y vida real es, según el autor, fruto del lenguaje, que es el medio exclusivo de expresión de la primera, y s610 uno de 10s fenómenos que intervienen en la segunda. La aportación que cierra el volumen es debida a J.L. Vidal, quien aborda uno de sus temas preferidos: el de la biografia literaria y en especial la referente a Virgilio (p. 801- 812). Es aquí la Vita Focae la que es objeto de un cuidado análisis que deberá ser bien tenido en cuenta en adelante por 10s estudiosos del tema. En resumidas cuentas, el primer número de Excerpta Philologica nos ofrece un conjunta de colaboraciones espléndido, de 10 que nos congratulamos en memoria del prof. Holgado y por 10 que constituye de inrnejorable auguri0 para el neófito proyecto editorial. Javier Velaza BLÁZQUEZ, JOSE hlARIA. 199 1. Religiones en la España Antigua. Madrid: Cátedra. Colección HistoriaISerie Menor. 445 p. Colectinea de artigos publicados aqui e ali, esta nova obra doprof. Blázquez revestese, por isso, de alguma utilidade para quem investigue e se interesse pelas manifesta~óes religiosas na Hispilnia romana. O volume está organizado em quatro partes: <<Deuses e rituaisn, ctnecrópoles, rituais e crenGas funerárias,, <<religi80 e urbanismo>> e c<Cristianismo>>. Vários dos artigos tCm como objectivo actualizar os conhecimentos, dando conta das novidades pubiicadas sobre o tema em apreco. Talvez tivesse sido, por isso, interessante incluir, no final do volume, uma bibliografia tanto quanto possivel exaustiva, com indica~go precisa das páginas em que os assuntos s80 tratados. Por outro lado, a ausencia duma liga~b mais estrutural entre 136 Faventia 1612, 1994 Ressenyes cada um dos textos +uja redacglo original se mantevepode vir a dificultar a consulta aos menos experientes. Optou, de um modo geral, o Prof. Blázquez por transmitir, em sintese e sem grandes comentários da sua lava, o que os vários autores escreveram. Os seus amplos conhecimentos da bibliografia peninsular ter-lhe-iam facilmente servido para dar, de cada documento ou vestigi0 assinalado, uma perspectiva maior e coerente. Sirva-nos, a titulo de exemplo do que acabamos de dizer, o ponto que abre o capitulo Nuevas aportaciones a las religiones primitivas de Hispania (p. 157-182), publicado pela primeira vez em 1988. Aí se faz refe&ncia <<Breve noticia sobre o santuário campestre romano de Miróbriga dos Célticos (Portugal)>> inserida no volume V (p. 19 e seguintes) da Hornenaje a Garcia y Bellido, cuja data de publica@o nb é referida. Consta da bibliografia de D. Femando de Almeida a nota <<O santuário romano, campestre, de Miróbriga dos Célticos (resumo)n vinda a lume na Revista de GuimarZes, 78 (1-2), Junho de 1968, p. 92-96. E muito provável que se trate, pois, do mesmo texto. Tinha, portanto, já em 1988 cerca de vinte mos. Ora, uma leitura apressada desse primeiro parágrafo pode sugerir que a inscri~b a Esculápio ai referida acaba de encontrar-se, é uma novidade, quando se trata de um texto há muito conhecido. Por conseguinte -e sem sermos exigentes ao ponto de solicitarmos a informa@~, em nota de rodapé, da bibliografia posterior (que é muita!) sobre esse importante textteria sido bem útil que, mesmo entre parsntesis, se assinalasse que se est6 a falar de CIL 11 21, a que, aliás, o Prof. Blázquez se referira poucas páginas antes (p. 145). Sirva-nos este exemplo para ilustrar também dois outros aspectos que tomam menos ágil a consulta do volume. Em primeiro lugar, a grande dificuldade sentida por quem teve a cago a reviszo. No caso vertente, o dedicante é C. Attius Ianuarius e nlo Atticus; e as duas Últimas linhas devem ler-se [Flabius Isas heres / fac(iendum) cur(avit) e nlo: [Flabius Isas / f(aciendum). Depois, nem sempre a bibliografia citada foi tida em consideraglo. Em rela@ío a esta epigrafe, por exemplo, há publica~Bes que expressamente a estudam (citadas, v. g., nas p. 145 e 152) e que sTio, aqui, omitidas. A incluslo de índices (toponimicos, de teónimos, analíticos.. .) teria certamente evitado muitos erros tipográficos (por exemplo, o Corral de Vascos da p. 161 é o mesmo que Corral de Vacas da p. 174, e o topónimo correcto é Curra1 de Vacas) e facilitado em muito a consulta, nomeadamente quando há várias vezes mencionado o mesmo documento (por exemplo, a inscri~lo rupestre de Vilar de Perdizes, CIL I1 2476, é referida, sempre com leituras diferentes, nas p. 119, 143 e 171, sem que haja, no texto, qualquer chamada de aten~lo para tal). Uma obra que tem, sem dúvida, utilidade mas que deve ser manuseada com muita cautela. Bom repositório de dados que deixa ao leitor a tarefa de minuciosamente os trabalhar . MASTIDORO, M. ROSARIA. 1991. Concordanza dei carmina Latina Epigraphica compressi nella silloge di J. W.Zarker. Amsterdam: Adolf M. Hakkert Publisher. XXXII + 260 pp. L'equip de treball que el professor Paolo Lutina Epigraphica (= CLE) segueix donant Cugusi ha anat formant a la Universitat de els seus fruits. Deixant de banda les nom- Cagliari al voltant de l'estudi dels Camina broses publicacions sobre diferents temes